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Testosterona Gel Feminino Quanto Tempo Para Fazer Efeito?

Quantos dias o gel de testosterona faz efeito?

A desordem do desejo sexual hipoativo (DDSH) em mulheres na pós-menopausa com terapia hormonal da menopausa já otimizada mas que mantém as queixas de disfunção sexual é a única indicação formal de reposição de testosterona no gênero feminino, de acordo com diferentes diretrizes, incluindo o posicionamento da SBEM de 2019,

Mas, na prática, a maior dúvida que recai sobre nós diante de uma paciente com indicação é: como fazer esta reposição? Com o objetivo de guiar melhor os médicos especialistas na hora de prescrever testosterona nestes casos, a The North American Menopause Society (NAMS) publicou, este ano, um documento sobre o tema.

A seguir, as principais recomendações das autoras: 1. Qual testosterona usar? A única formulação de testosterona indicada para tratamento da DDSH é a formulação transdérmica por ser a via mais fisiológica. As apresentações intramusculates e os implantes subcutâneos devem ser evitados por levar a níveis séricos suprafisiológicos.

  • As preparações orais são contraindicadas pelo risco de hepatotoxicidade.2.
  • Qual dose usar? Deve-se usar 10% da dose usual masculina de testosterona transdérmica, o que corresponde a 5mg/dia.
  • Para isto, devemos prescrever testosterona em gel a 1% (o que corresponde a 10mg/ml) e orientar o uso de 0,5ml do gel ao dia.

Infelizmente, a Austrália é o único país do mundo que possui esta apresentação comercial. Nos demais países, resta como única opção a manipulação. Outra opção seria usar 10% da dose de uma preparação transdérmica masculina disponível. Esta prática, no entanto, é mais complicada e pode gerar mais erros na hora da aplicação, com risco de doses suprafisiológicas.3.

Em que parte do corpo utilizar? As autoras recomendam que a testosterona em gel seja aplicada nas panturrilhas, na parte superior externa da coxa ou nos glúteos. Deve-se sempre orientar as pacientes a evitar a transferência para a pele de crianças, companheiras femininas ou animais de estimação. O risco de exposição para um companheiro masculino é mínimo.4.

Como avaliar a resposta? A avaliação da resposta é clínica e inclui aumento do desejo sexual e redução do sofrimento causado pela disfunção sexual. A resposta costuma acontecer após 6 a 8 semanas de tratamento, com efeito máximo em torno de 12 semanas.

  1. Se, em 6 meses, não houver resposta, a terapia deve ser descontinuada.5.
  2. Como monitorar o tratamento? Embora a dosagem de testosterona total não seja necessária para o diagnóstico, ela deve ser dosada quando houver indicação de reposição.
  3. O objetivo é ter os níveis basais para acompanhamento.
  4. Após início da terapia, realizar nova dosagem com 3 a 6 semanas.

Os níveis de testosterona total não devem exceder o limite superior da normalidade para o método. Se em níveis suprafisiológicos, deve-se reduzir a dose de reposição. Após atingir estabilidade dos níveis séricos, a monitorização da testosterona total pode ocorrer a cada 4 a 6 meses.

  1. Não há indicação de dosar ou calcular a testosterona livre, mas as autoras recomendam a dosagem inicial de SHBG, pois mulheres com níveis acima do normal desta globulina tendem a ter menor chance de resposta ao tratamento.
  2. A elevação da SHBG, no entanto, não é motivo para fazer doses maiores de testosterona.

Sinais clínicos de hiperandrogenismo, como acne e hirsutismo, também devem ser monitorados. Se presentes, deve-se reduzir a dose da testosterona em gel. A função hepática e o perfil lipídico também devem ser avaliados no basal e durante o seguimento.6.

Qual o tempo de tratamento? Caso não ocorra resposta com 6 meses de tratamento, a testosterona em gel deve ser suspensa por ineficácia. Se, por outro lado, houver resposta, ela deve ser mantida, mas devemos considerar drug holiday após 12 meses de tratamento, para reavaliar a função sexual e a necessidade de continuar a reposição.

Em caso de piora, reiniciar e manter o seguimento adequado. Importante salientar que é preciso sempre esclarecer a paciente que não há estudos de segurança com a reposição da testosterona para tratamento da DDSH. Por isso, enquanto novas evidências não surgirem, a reposição de testosterona em gel deve se limitar a casos específicos e bem selecionados, atentando-se para a monitorização e o seguimento adequados.

Como a testosterona em gel age no corpo feminino?

Queda da libido na mulher e reposição hormonal com testosterona bioidêntica | Instituto Melo Medicina Integrativa – Belo Horizonte Testosterona Gel Feminino Quanto Tempo Para Fazer Efeito A testosterona é um hormônio esteroide (formado a partir do colesterol) essencialmente masculino, mas importantíssimo na mulher também, apesar delas produzirem 20 a 30 vezes menos do que os homens. Todas as mulheres possuem andrógenos, ou seja, hormônios sexuais masculinos que possuem um papel muito importante para o bom funcionamento de várias funções do organismo feminino.

  1. No corpo da mulher é produzido nos ovários e na glândula adrenal.
  2. A deficiência de testosterona pode ter consequências sérias, tanto físicas como mentais, prejudicando a saúde da mulher e, uma dessas consequências é a queda de libido.
  3. Então, diante de sintomas de que a testosterona está baixa, é preciso uma rigorosa avaliação médica para que seja indicada uma modulação hormonal adequada.

A reposição de hormônios realizada de forma profissional não oferece risco algum à mulher. A opção mais recomendada para pacientes com indicação de reposição hormonal, é a testosterona bioidêntica, que não provoca os efeitos colaterais da testosterona sintética.⠀ A reposição hormonal com testosterona bioidêntica traz muitos benefícios que podem ser sentidos de formas diferentes no corpo, como: melhoria na frequência cardíaca; fortalecimento de músculos; ganho de massa magra; melhora no foco e capacidade de memória; aumento de massa óssea; melhora da disposição (maior energia); efeito antidepressivo (77% das pacientes com depressão tem testosterona baixa) e aumento da libido das mulheres.

Para balancear os ganhos e possíveis riscos desse tipo de produto, é fundamental a avaliação e acompanhamento de um especialista para que se mantenha em níveis ideais, pois em excesso pode apresentar aumento da acne, queda de cabelo, pele oleosa, alteração da voz e aumento de clitóris. Nós do Instituto Melo estamos preparados para tratá-lo! Venha ou aconselhe alguém a vir.

: Queda da libido na mulher e reposição hormonal com testosterona bioidêntica | Instituto Melo Medicina Integrativa – Belo Horizonte

Qual melhor horário para usar testosterona gel em mulher?

Como usar o Testosterona? – Uso tópico. Adultos e idosos. A dose recomendada é de 5 g de gel (ou seja, 50 mg de Testosterona) aplicada uma vez por dia aproximadamente no mesmo horário, de preferência na parte da manhã. A dose diária deve ser ajustada caso a caso pelo médico, dependendo da resposta clínica e laboratorial de cada paciente, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Após abrir o envelope, o conteúdo total deve ser extraído e aplicado imediatamente na pele. O gel deve ser simplesmente espalhado sobre a pele suavemente, como uma camada fina. Não é necessário esfregá-lo na pele. Deixe secar por pelo menos 3 a 5 minutos antes de se vestir.

Lave as mãos com água e sabão após as aplicações. Não aplicar na região genital, pois o alto teor de álcool pode causar irritação local. A Testosterona atinge seu estado de equilíbrio plasmático aproximadamente no segundo dia de tratamento com Testosterona. A fim de ajustar a dose, as concentrações plasmáticas de Testosterona devem ser medidas no período da manhã, antes da aplicação, a partir do terceiro dia após o início do tratamento, durante o período sugerido de uma semana.

A dose pode ser reduzida se a concentração de Testosterona no sangue estiver elevada e acima do nível desejado. Se as concentrações são baixas, a dose pode ser aumentada, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia.

Quais os benefícios da testosterona em gel na mulher?

Testosterona Gel Feminino Quanto Tempo Para Fazer Efeito A testosterona é um hormônio geralmente associado à saúde do homem, produzido nos testículos e nas glândulas suprarrenais. A substância é responsável pelas características físicas masculinas como pelos, músculos e voz grossa. No entanto, a testosterona também é produzida, em menor quantidade, no ovário.

  1. Durante a vida fértil, não é necessário ter atenção com o hormônio, é no período da menopausa que a substância pode ser uma aliada.
  2. Uso da testosterona na menopausa Ondas de calor, alteração de humor, secura vaginal e diminuição da libido são alguns dos sintomas da menopausa que incomodam as mulheres quando a menstruação passa a ser irregular.

No início da reposição hormonal, a testosterona não é indicada. Nessa fase, a reposição geralmente é feita com estrogênio, um hormônio sexual feminino. Vários especialistas recomendam o uso de testosterona após os 60 anos, quando o ovário atrofia completamente e apenas o estrogênio não é suficiente para amenizar os efeitos da menopausa.

Nesse momento, o médico passa a monitorar o nível do hormônio masculino e decide quando irá incluí-lo no tratamento de reposição hormonal. Para isso, o paciente tem que fazer um exame de sangue de dosagem hormonal que vai avaliar a presença de testosterona e dos outros hormônios sexuais: estrogênio e progesterona.

No exame também é medido a concentração de SHBG (proteína que atua no transporte plasmático de alguns hormônios sexuais) e a presença de hormônios produzidos pela tireoide. Com base nesses resultados e no acompanhamento dos sintomas, o profissional pode optar por usar a testosterona aplicada na pele, seja por adesivo ou gel vaginal.

  • Cuidados com a testosterona Quando se fala em uso de testosterona por mulheres, é preciso acender um alerta.
  • Isso porque o hormônio está cada vez mais popular para fins estéticos.
  • Afinal, ele estimula a formação de músculos, queima de gordura e combate a celulite.
  • No entanto, a prática é perigosa e nem sempre recomendada pelos médicos.

Os efeitos colaterais nas pacientes devido ao mau uso são crescimento de pelos, surgimento de espinhas e engrossamento da voz. Além da reposição hormonal, a testosterona pode ser usada em casos específicos de tratamentos de câncer e endometriose, de acordo com o diagnóstico de cada paciente.

Como aplicar 1 Pump de testosterona?

Modo de Usar: aplicar 0,5 a 1 ml por dia. As aplicações devem ser feitas no antebraço ou abdomen, altemando sitios de aplicação a cada dia. Iniciar com as menores doses e aumentar progressivamente até alcançar os niveis fisiológicos. Indicações: terapia de reposição hormonal masculina, disfunção erétil, hipogonadismo.

Pode usar testosterona gel à noite?

Gel 50 mg – Uso tópico. Adultos e idosos. A dose recomendada é de 5 g de gel (ou seja, 50 mg de testosterona) aplicado uma vez por dia, aproximadamente no mesmo horário, de preferência na parte da manhã. A dose diária deve ser ajustada caso a caso, pelo médico, dependendo da resposta clínica e laboratorial de cada paciente, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Após abrir o envelope, o conteúdo total deve ser extraído e aplicado imediatamente na pele. O gel deve ser simplesmente espalhado sobre a pele suavemente, como uma camada fina. Não é necessário esfregá-lo na pele. Deixe secar por pelo menos 3 a 5 minutos antes de se vestir.

  1. Lavar as mãos com água e sabão após as aplicações.
  2. Não aplicar na região genital, pois o alto teor de álcool pode causar irritação local.
  3. A testosterona atinge seu estado de equilíbrio plasmático aproximadamente no segundo dia de tratamento com Androgel ®,
  4. A fim de ajustar a dose, as concentrações plasmáticas de testosterona devem ser medidas no período da manhã, antes da aplicação, a partir do terceiro dia após o início do tratamento, durante o período sugerido de uma semana.

A dose pode ser reduzida se a concentração de testosterona no sangue estiver elevada e acima do nível desejado. Se as concentrações são baixas, a dose pode ser aumentada, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Quais os riscos da testosterona em gel?

Apesar de Riscos, Testosterona em Gel Ganha Espaço em Academias O Androgel, um medicamento na forma de gel fabricado pela empresa farmacêutica Besins, tem se tornado popular entre fisiculturistas, atletas e lutadores em busca de ganho muscular e aumento de energia através de meios farmacológicos.

  1. Diferentemente de outras formulações de testosterona.
  2. No entanto, seu uso indiscriminado apresenta riscos significativos à saúde.
  3. Embora o Androgel seja aprovado para reposição de testosterona em pessoas com deficiência hormonal, tem sido utilizado por atletas e fisiculturistas em busca de uma aparência física mais atlética e atraente.

O abuso desse medicamento pode levar a uma série de efeitos colaterais indesejáveis. Entre os efeitos colaterais relatados estão o aumento do clitóris, surgimento de pelos, alteração da voz em mulheres e puberdade precoce e estatura reduzida em crianças.

  1. Além disso, o uso de Androgel pode ser detectado em exames antidoping.
  2. Outros efeitos colaterais possíveis incluem acne, aumento da próstata (que aumenta o risco de câncer), infarto e ginecomastia (aumento da glândula mamária em homens).
  3. É importante ressaltar que o uso de Androgel pode levar à interrupção da produção natural de testosterona pelo organismo saudável, o que pode levar até mesmo à infertilidade.

Médicos alertam que a obtenção de resultados rápidos na busca por massa muscular não é sustentável a longo prazo e pode ter consequências graves para a saúde. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os médicos enfatizam a importância de procurar orientação profissional antes de recorrer a medicamentos como o Androgel.

A escolha de dietas, suplementos alimentares e medicamentos deve ser individualizada e considerar fatores como histórico familiar e rotina diária, a fim de evitar riscos à saúde. A Besins Healthcare, fabricante do Androgel, afirma que realiza trabalhos educativos junto aos médicos sobre o uso adequado do produto para o tratamento do hipogonadismo masculino.

A empresa também fornece informações aos pacientes por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor, de acordo com a bula aprovada pela Anvisa. A manipulação magistral de testosterona tópica em bases transdérmicas permite que as farmácias de manipulação produzam medicamentos personalizados, adaptados às necessidades específicas de cada paciente.

  • Ao formular uma base transdérmica, a testosterona pode ser aplicada topicamente na pele, permitindo sua absorção direta na corrente sanguínea.
  • Essa forma de administração apresenta várias vantagens em relação a outras vias, como a administração oral ou injetável.
  • A aplicação tópica evita o metabolismo hepático de primeira passagem, que ocorre quando um medicamento é ingerido e passa pelo fígado antes de entrar na corrente sanguínea.
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Além disso, a administração transdérmica pode proporcionar uma liberação mais estável e controlada da testosterona ao longo do tempo. A manipulação magistral permite que as farmácias ajustem a dosagem de testosterona de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

Cada pessoa é única e pode ter requisitos diferentes quando se trata de terapia hormonal. Portanto, a capacidade de personalizar a dosagem é uma vantagem significativa oferecida pelas farmácias de manipulação. Além disso, as farmácias de manipulação podem adicionar ingredientes específicos às bases transdérmicas para melhorar a absorção e a eficácia da testosterona.

Esses ingredientes podem incluir permeantes ou adjuvantes que auxiliam na absorção cutânea do hormônio. No entanto, é importante ressaltar que a manipulação magistral de testosterona tópica em bases transdérmicas deve ser realizada apenas sob prescrição médica e com acompanhamento adequado.

A terapia com testosterona requer monitoramento regular dos níveis hormonais e dos efeitos sobre o paciente. É fundamental que o tratamento seja supervisionado por um profissional de saúde qualificado, que possa avaliar a eficácia e a segurança da terapia. Em resumo, as farmácias de manipulação têm a capacidade de realizar a manipulação magistral de testosterona tópica em bases transdérmicas, fornecendo uma opção personalizada e adaptada às necessidades individuais dos pacientes.

Essa abordagem terapêutica pode oferecer benefícios significativos em termos de absorção, dosagem personalizada e liberação controlada do hormônio. No entanto, é fundamental que a terapia seja prescrita e monitorada por um profissional de saúde adequado.

Moncada Iribarren I, Martinez-Salamanca JI. Hipogonadismo y terapia sustitutiva con testosterona (SDT), Arch Esp Urol.2013 Sep;66(7):625-7. Spanish. PMID: 24047619. Hadgraft J, Lane ME. Transdermal delivery of testosterone. Eur J Pharm Biopharm.2015 May;92:42-8. doi: 10.1016/j.ejpb.2015.02.015. Epub 2015 Feb 20.

PMID: 25709060. Transdermal testosterone. Lancet.1989 Mar 25;1(8639):652. PMID: 2564466. Gooren LJ, Bunck MC. Transdermal testosterone delivery: testosterone patch and gel. World J Urol.2003 Nov;21(5):316-9. doi: 10.1007/s00345-003-0368-6. Epub 2003 Oct 9. PMID: 14551721.

O que corta o efeito da testosterona?

Resumo: Muitas substâncias químicas podem perturbar o funcionamento do sistema endócrino e causar efeitos adversos à saúde de indivíduos expostos. A exposição a essas substâncias, conhecidas como desreguladores endócrinos, é preocupante especialmente para organismos em desenvolvimento.

Analgésicos de uso comum como paracetamol, ácido acetilsalicílico e ibuprofeno, estão entre os medicamentos mais utilizados em todo o mundo e recentemente têm sido associados a efeitos antiandrogênicos, por inibição da produção de testosterona pelo testículo fetal. Devido à alta prevalência do uso de analgésicos durante a gestação, existe uma preocupação com os possíveis riscos associados à exposição pré-natal a esses medicamentos.

No Brasil, o analgésico mais utilizado é a dipirona (metamizol) e, embora seu uso não seja recomendado durante a gestação, sabe-se que muitas mulheres utilizam esse fármaco ao longo desse período. Contudo, não existem dados sobre os seus possíveis efeitos desreguladores endócrinos.

  • O objetivo desse estudo foi avaliar os efeitos da dipirona e seus principais metabólitos, 4-Metilaminoantipirina (MAA) e 4-Aminoantipirina (AA), na esteroidogênese e nas atividades (anti)androgênicas mediadas por receptores in vitro e in vivo por meio de diferentes ensaios.
  • Para avaliar os efeitos da dipirona na esteroidogênese foram mensuradas as concentrações de hormônios esteroides em células H295R de adrenocarcinoma humano após exposição à dipirona, MAA e AA, bem como a produção de testosterona testicular fetal em ratos após exposição intrauterina à dipirona entre os dias gestacionais 14 e 18, período crítico para a diferenciação sexual andrógeno-dependente.

Os efeitos androgênicos agonistas e antagonistas foram avaliados in vitro para a dipirona e seus dois metabólitos em um ensaio baseado na ativação transcricional de um gene repórter (Yeast Androgen Screen – YAS), e in vivo para a dipirona por meio do teste de Hershberger, que utiliza órgãos-andrógeno dependentes como biomarcadores da ação androgênica em ratos castrados.

In vitro, foi testada uma ampla faixa de concentrações de dipirona, MAA e AA (0,1-1000 ?M), enquanto nos ensaios in vivo foram utilizadas três doses de dipirona relevantes para humanos (50, 100, 200 mg/kg/dia). No teste de esteroidogênese in vitro, a dipirona, MAA e AA, reduziram a produção de androgênios e corticosteroides.

A menor concentração (314 ?M) de MAA e AA que foi capaz de reduzir a produção de testosterona foi aproximadamente 4 e 13 vezes maior do que as concentrações plasmáticas máximas relatadas em humanos (75,9 e 24,1 ?M), respectivamente. No entanto, não foram observados efeitos no teste de produção de testosterona testicular fetal em nenhuma das doses testadas.

  1. Nos testes YAS e Hershberger não foram observadas atividades androgênicas agonistas ou antagonistas.
  2. Nas condições experimentais testadas, a dipirona e seus metabólitos inibiram a esteroidogênese in vitro, mas não in vivo.
  3. Os efeitos (anti)androgênicos mediados por receptores não foram observados in vitro ou in vivo.

Sendo assim, a dipirona demonstrou potencial para inibir a esteroidogênese, porém somente em concentrações não relevantes terapeuticamente. Estudos futuros devem investigar os efeitos da exposição in utero e lactacional à dipirona sobre o desenvolvimento pós-natal da prole, com ênfase em parâmetros endócrinos e reprodutivos.

  1. Palavras-chave: Desreguladores endócrinos.
  2. Analgésicos. Dipirona.
  3. Metamizol.
  4. Esteroidogênese in vitro H295R.
  5. Esteroidogênese testicular fetal.
  6. Yeast androgen screen.
  7. Teste de Hershberger.
  8. Abstract: Many chemicals can disrupt the endocrine system and cause adverse health effects on exposed individuals.
  9. The exposure to these substances, known as endocrine disrupters, is particularly concerning to developing organisms.

Mild analgesics such as paracetamol, acetylsalicylic acid and ibuprofen, are among the most used drugs worldwide and have been recently associated with antiandrogenic effects, inhibiting testosterone production by the fetal testis. Due the high prevalence of analgesic use during pregnancy, there is a concern about the possible risks associated with prenatal exposure to these drugs.

  1. In Brazil, dipyrone (metamizole) is the most commonly used analgesic, and although its use is not recommended during pregnancy, it is known that many women use this drug over this period.
  2. However, its potential endocrine disrupting effects have not yet been investigated.
  3. The aim of this study was examine the effects of dipyrone and its two major metabolites, 4-Metylaminoantipyrine (MAA) and 4-Aminoantipyrine (AA), on steroidogenesis and receptor-mediated (anti)androgenic activities in vitro and in vivo trough different assays.

For assessment of dipyrone effects on steroidogenesis, were measured the production of steroid hormones in human adrenocarcinoma H295R cells after exposure to dipyrone, MAA and AA, as well as fetal testicular testosterone production in rats following maternal dipyrone exposure between gestational days 14 and 18, a critical period for androgen-dependent sexual differentiation.

Androgen agonistic and antagonistic effects were examined in vitro for dipyrone and its two metabolites in a yeast-based transcriptional activation reporter gene assay (Yeast Androgen Screen – YAS), and in vivo for dipyrone through the Hershberger assay, a screening test that uses androgen-dependent tissues as biomarkers of androgenic action in castrated rats.

In vitro, were tested a wide range of concentrations of dipyrone, MAA and AA (0.1-1000 ?M) while in the in vivo assays were used three human relevant dipyrone doses (50, 100, 200 mg/kg/day). In the H295R steroidogenesis assay, dipyrone, MAA and AA reduced the production of androgens and corticosteroids.

  1. For MAA and AA, the lowest concentration to reduce testosterone production (314 ?M) was approximately 4 and 13 times higher than the maximum plasma concentrations reported in humans (75.9 and 24.1 ?M), respectively.
  2. However, no effects were observed in the fetal testicular testosterone production assay at any dose.

In the YAS and Hershberger assays, no androgen agonistic or antagonistic activities were observed. In the tested experimental conditions, dipyrone and its metabolites inhibited steroidogenesis in vitro, but appear not to do so in vivo. Receptor-mediated androgenic or antiandrogenic effects were not observed in vitro or in vivo.

  • Thus, dipyrone has the potential to inhibit steroidogenesis, however only at concentrations that are not relevant under normal medical use.
  • Future studies should examine the effects of in utero and lactational dipyrone exposures on offspring development, with particular focus on sensitive endocrine and reproductive endpoints.

Key-words: Endocrine disruptors. Analgesics. Dipyrone. Metamizole. H295R steroidogenesis assay. Fetal rat testosterone production. Yeast androgen screen. Hershberger assay.

Quanto tempo o corpo leva para absorver a testosterona?

Efeitos Cardiovasculares da Testosterona Atualização Efeitos Cardiovasculares da Testosterona Otavio C.E. Gebara, Núbia W. Vieira, Jayson W. Meyer, Ana Luisa G. Calich, Eun J. Tai, Humberto Pierri, Mauricio Wajngarten, José M. Aldrighi São Paulo, SP Com o envelhecimento há um incremento na prevalência de doenças cardiovasculares 1,

Paralelamente, ocorre redução progressiva na concentração sérica dos hormônios sexuais masculinos, sendo que nas faixas etárias mais avançadas a testosterona é reduzida em, aproximadamente, 15 a 20% 2 dos indivíduos. Os receptores de androgênios distribuem-se amplamente nos tecidos vasculares, como a aorta, vasculatura periférica e células atriais e ventriculares 3,

Dessa forma, é possível supor que os hormônios sexuais no homem exerçam influência no desenvolvimento das doenças cardiovasculares. Fisiologia e farmacologia da testosterona – A testosterona, principal andrógeno da circulação, é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características sexuais masculina e do estado anabólico de tecidos.

  1. Biosíntese – A testosterona é sintetizada a partir do colesterol () por uma seqüência de cadeias enzimáticas dentro das células de Leydig, localizadas no interstício do testículo maduro 4,
  2. O colesterol utilizado para a síntese de testosterona pode ser obtido pelas células de Leydig por síntese “DE NOVO”, predominantemente, através de esteres de colesterol armazenados na matriz intracelular ou a partir de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) colesterol extracelular 4,

A secreção testicular de testosterona é modulada, principalmente, pelo hormônio luteinizante e a conversão de colesterol em pregnolona na mitocôndria das células de Leydig são feitas pelo complexo enzimático de clivagem da cadeia de colesterol do citocromo P450, localizado na membrana mitocondrial 5,

A alta concentração testicular promove uma elevada concentração local e um rápido turnover intracelular de testosterona 5, Secreção – A testosterona é secretada durante três épocas da vida: 1) no primeiro trimestre da vida intra-uterina, transitoriamente; 2) na vida neonatal e 3) continuamente após a puberdade.

O nível de testosterona produzido pode ser calculado pela depuração metabólica, pela média dos níveis de testosterona circulante, por diferença arteriovenosa testicular ou pela taxa de fluxo testicular. Metabolismo – Uma pequena porcentagem da testosterona é convertida em metabólitos, biologicamente ativos, em determinados tecidos; entretanto, a maioria é convertida em metabólitos inativos, excretados pelos rins e vias biliares.

  • A testosterona é convertida, pela 5-alfa-redutase, em dihidroepiandrosterona na próstata, mais efetivamente, e em menor extensão na pele e no fígado 6,
  • A dihidroepiandrosterona é o mais ativo agonista dos receptores de testosterona, que por aromatização, é também convertida em estradiol em menor proporção.

No cérebro, a aromatização da testosterona em estradiol tem um importante efeito na regulação da secreção de gonadotrofina e na função sexual e, nos demais tecidos, a importância da aromatização na mediação do efeito da testosterona ainda não esta claro.

A inativação da testosterona ocorre predominantemente no fígado. A rápida metabolização hepática da testosterona leva a baixa biodisponibilidade oral e a curta duração, quando injetada por via venosa. Regulação – A secreção testicular de testosterona é regulada, primariamente, pela secreção de hormônio luteinizante pela pituitária, a qual estimula a esteroidogênese nas células de Leydig, aumentando o substrato para sua formação e regulando o fluxo sangüíneo testicular.

O hormônio do crescimento (GnRH) hipotalâmico é secretado episodicamente, controlando a secreção de hormônio luteinizante, e a testosterona, por sua vez, exerce retro-alimentação ( feed-back ) negativa, inibindo a secreção de GnRH 6, Envelhecimento e hormônios sexuais masculinos – Os níveis de hormônios sexuais masculinos sofrem alterações com o envelhecimento, independentemente da presença de doenças específicas 7,

É ainda controverso se essas alterações hormonais correlacionam-se ao processo de formação de placas de aterosclerose. Embora a maioria dos hormônios sofra alterações com o processo de envelhecimento masculino, alguns, como estradiol, cortisol/corticosteróides e a dihidrotestosterona não mostram qualquer oscilação 7,

Entretanto, os metabólitos do dihidrotestosterona (androstanediol e androstenediona) apresentam-se reduzidos nos pacientes idosos 7, As concentrações séricas de hormônio luteinizante e hormônio folículo estimulante parecem se elevar com o avançar da idade 7,

  1. A prolactina, assim como, testosterona e dehidroepiandrosterona, apresentam-se reduzidas, desconhecendo-se o motivo 7,
  2. Dentre os hormônios que sofrem alterações com o envelhecimento, deve-se enfatizar a diminuição das frações isoladas de testosterona livre e total.
  3. Após os 50 anos, a concentração sérica de testosterona apresenta queda de 1% ao ano () 2,

Outros fatores como o genético, o tabagismo, a obesidade e o alcoolismo explicam também essa queda 2, Deve ser ressaltado que com o processo do envelhecimento, o hipogonadismo é relatado em 7% em homens com menos de 60 anos e 20% após os 60 anos 2, mostrando, que as quedas de dihidroepiandrosterona e DHEAS no idoso são ainda mais importantes que o próprio hipogonadismo, podendo atingir níveis menores do que 30% dos valores basais após a quinta década de vida 2,

Nem todas as alterações metabólicas de envelhecimento decorrem isoladamente da redução dos níveis hormonais, mas também da diminuição do número de receptores, resultando em respostas inadequadas dos órgãos alvos. Além do mais, a concentração sérica de testosterona, por exemplo, pode se associar a outros hormônios não sexuais, como a leptina e a melatonina, responsáveis, respectivamente, pela distribuição de gordura pelo corpo e pelo sono 2,

Efeitos da testosterona no sistema cardiovascular Função ventricular – O efeito anabólico do andrógeno no músculo esquelético é também evidente no coração. A relação da testosterona com a função ventricular foi sugerida em estudo experimental com ratos gonadectomizados 8,

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Após a orquiectomia, observou-se redução da massa corpórea e do peso cardíaco, além de uma significante redução do débito cardíaco, da pressão sistólica de pico, da fração de ejeção e do consumo de oxigênio miocárdio 8, A alteração da função cardíaca associou-se à redução da atividade da miosina ATP-ase atribuída a uma deficiência de testosterona 8,

A resposta de cultura de miócitos em contato com testosterona foi a hipertrofia das células musculares mediada por um receptor específico de andrógeno 9, Outro estudo mostrou que a administração por três meses de decanoato de nandrolona em ratos, leva a uma diminuição da complacência ventricular esquerda sem induzir hipertrofia 10,

Anker e cols.11 mostraram a importância das mudanças hormonais na caquexia cardíaca em portadores de insuficiência cardíaca, sugerindo que a síndrome da insuficiência cardíaca progride para caquexia cardíaca se o balanço normal entre o catabolismo e o anabolismo estiver alterado. Os portadores de caquexia cardíaca tinham baixos níveis séricos de dihidroepiandrosterona.

Em estudo feito em portadores de insuficiência cardíaca classe funcional III e IV da New York Heart Association (NYHA), hospitalizados, observou-se que após utilização do balão contrapulsor de aorta houve melhora da função cardiovascular acompanhada de melhora dos níveis séricos de testosterona, efeito esse abolido com a regressão na melhora da função ventricular após o uso prolongado do contrapulsor 12,

  • Função vascular – A diminuição da formação de placas ateroscleróticas na aorta devido à ação da testosterona já foi observada.
  • Esse resultado sugeriu uma ação direta da testosterona no endotélio e em células musculares lisas de vasos, levando ainda a relaxamento dos vasos por mecanismos endotélio-dependentes ou independentes 9,

Além disso, vasodilatação também causada pela testosterona foi comprovada em pequenas artérias humanas 13, Ademais, estudos recentes em humanos mostraram que altas doses de testosterona endovenosa promovem aumento do fluxo sangüíneo na artéria braquial de pacientes com doença coronariana com baixos níveis de testosterona sérica 14,

Recentemente, Rosano e cols.15 apresentaram redução da isquemia ao esforço após administração aguda de testosterona endovenosa em pacientes com doença coronariana e níveis baixos de testosterona (). Em outro estudo, a administração de testosterona por via transdérmica, por período mais prolongado (12 semanas), manteve o efeito anti-isquêmico observado nos estudos agudos 16,

Lípides – Existe controvérsia na literatura sobre os efeitos dos hormônios sexuais masculinos nos níveis de lípides plasmáticos. A maior incidência de doença coronariana no sexo masculino e a diminuição dos níveis de HDL colesterol na puberdade masculina, induzem a classificação do andrógeno como um fator de risco para as doenças cardíacas.

  • Entretanto, existe uma clara discrepância entre os resultados dos estudos de corte transversal e os estudos clínicos controlados, quanto à associação dos níveis de andrógenos e lípides.
  • Dentre 30 estudos com corte transversal, 18 relataram redução na concentração de testosterona e/ou dihidroepiandrosterona(S) em pacientes coronariopatas, quando comparados com pessoas normais, 11 observaram níveis similares desses andrógenos em ambos os grupos e apenas um relatou níveis mais baixos de dihidroepiandrosterona(S) no grupo controle 17,

A associação positiva entre níveis de testosterona e HDL colesterol também já foi comprovada em diversos estudos clínicos 18-20, No entanto, é importante notar que tanto os níveis de HDL colesterol quanto os de testosterona podem ser influenciados por múltiplos fatores, tais como doenças associadas, estilo de vida, e fatores como, índice de massa corpórea, distribuição de gordura e relação cintura quadril 21,

Geralmente, fatores que diminuem os níveis de HDL colesterol também diminuem os níveis de testosterona 21, A terapia de reposição hormonal com andrógenos em idosos mostrou-se benéfica em relação ao metabolismo de lipídeos, devida à diminuição dos níveis de colesterol total e LDL colesterol 22, Porém, nesse estudo não foram observadas alterações significantes nos níveis de HDL colesterol.

Recentemente, um estudo demonstrou aumento dos níveis de HDL colesterol após injeções endovenosa de testosterona em um grupo de pacientes 23, Um possível efeito inibidor da oxidação do LDL colesterol, mediado por dihidroepiandrosterona, também pode representar um papel positivo do andrógeno na prevenção da aterosclerose 24,

  1. Dessa forma, conclui-se que a maioria das evidências suporta um possível efeito benéfico da reposição de andrógenos sobre os lípides plasmáticos, com diminuição dos níveis de LDL colesterol e elevação de HDL colesterol.
  2. Hemostasia – Há evidencias de que as doenças tromboembólicas e infarto do miocárdio em homens com hipogonadismo são mediados por baixa atividade fibrinolítica 25,

A testosterona aumenta a atividade do sistema fibrinolítico e a atividade da antitrombina III 23, Baixos níveis de testosterona sérica estão associados a aumento nos níveis do inibidor do ativador tecidual do plasminogênio 1 (PAI-1) em diversos trabalhos 25-27,

A terapia com andrógeno nesses pacientes foi responsável pela normalização da hemostasia 28, Estudo recente relatou uma ação pró-coagulante da testosterona devido ao aumento da atividade dos receptores de tromboxane A 23, Embora a maioria dos trabalhos citados atribua à testosterona um efeito anti-trombótico, o abuso de anabolizantes esteróides pode levar a um predomínio do efeito trombogênico das plaquetas sobre o efeito fibrinolítico.

Metabolismo de carboidratos – A associação entre andrógenos e níveis de insulina e glicose no plasma foi avaliada em diversos estudos. Dentre esses, três relataram uma associação inversa entre os níveis de testosterona total e a concentração de insulina 29-31,

Entretanto, esses estudos apresentam limitações, pois os níveis de testosterona total não refletem sua atividade. Outro estudo relatou a associação negativa entre testosterona total, testosterona livre e dihidroepiandrosterona-SO (4) em relação à concentração de insulina em homens. A testosterona total e a livre também apresentaram relação inversa com a concentração de glicose 32,

A situação em modelos animais, usando ratos, é menos clara. Ratos castrados apresentam aumento da resistência à insulina, que pode ser melhorada através da administração de baixas doses de testosterona. Entretanto, o tratamento com doses altas de testosterona piorou a resistência a insulina 33,

  • Terapêuticas – O objetivo de terapia de reposição de andrógeno é reproduzir ações fisiológicas de testosterona endógena, geralmente para o tempo de vida restante do paciente, pois os distúrbios produzidos são na maioria irreversíveis.
  • Esta terapia de reposição deve ser eficiente, segura, acessível e barata.

Indicações – A principal indicação da reposição hormonal é o tratamento de hipogonadismo, com o objetivo de restaurar libido, função sexual e bem-estar. O tratamento com andrógeno previne também osteoporose, melhora a acuidade mental e restaura a níveis normais os hormônios de crescimento, especialmente em idosos 34,

  1. Além disso, é utilizada para casos inespecíficos como tratamento de anemia causada por insuficiência renal ou medular, câncer de mama positivo para receptor de estrógeno, angioedema hereditário e doenças musculares 35,
  2. Porém, a utilização de testosterona para esses tratamentos inespecíficos é considerada obsoleta devido à existência de tratamentos mais específicos para aquelas doenças 35,

Preparações de testosterona comumente usadas Injetável – As fórmulas injetáveis são feitas de base oleosa, permitindo assim liberação lenta de testosterona, e a base de éster, que permite rápida liberação de testosterona livre na circulação. Os andrógenos administrados por via parenteral não mostram padrões circadianos normais de testosterona sérica 34,

  • O cipionato de testosterona deve ser administrado a cada 10 a 21 dias para manter níveis adequados 34,
  • Níveis suprafisiológicos são alcançados, aproximadamente, 72h após a administração dessas fórmulas 34,
  • A queda de testosterona continua por 14 a 21 dias, alcançando o nível basal, aproximadamente, no dia 21 34 : a) cipionato de testosterona – nome comercial: deposteron ®, testiormina, dose: 50-400mg a cada 2 a 4 semanas; b) etanoato de testosterone – não é disponível no Brasil; c) associação – nome comercial: durateston ®, dose: 1ml da solução a cada 3 semanas.

Oral – Estas fórmulas são rapidamente metabolizadas no fígado, podendo não atingir e manter níveis séricos satisfatórios de andrógeno. As fórmulas disponíveis no mercado são altamente hepatotóxicas. Além disso, esses andrógenos alquilados podem causar aumento de LDL e diminuição de HDL, reconhecidos fatores de risco para doenças cardiovasculares.

O undecanoato de testosterona não é hepatotóxico e é eficaz para manter níveis sorológicos de testosterona dentro dos limites fisiológicos. Porém, tem curta duração e pode resultar em níveis suprafisiológicos de dihidrotestosterona e raramente efeitos colaterais gastrointestinais (náusea, vômito, diarréia), tornando-a uma medicação de segunda escolha, exceto nos casos em que as terapias parenterais devem ser evitadas.

A metiltestosterona, é uma medicação oral sintética não hepatotóxica, mas raramente usada devido à necessidade de múltiplas doses diárias, conhecimento farmacológico insuficiente e potência limitada 35, a) fluoximesterona: não é disponível no Brasil; b) metiltestosterona: não é disponível no Brasil; c) undecanoato de testosterona – nome comercial: androxon ®, dose: 120-160mg diariamente, durante 2 a 3 semanas.

A dose subsequente é de 40 a 120mg/dia. Adesivo transdérmico de testosterona (ainda não está disponível no Brasil) – A terapia com adesivo é a mais cara, mas a mais próxima do nível fisiológico 34, Requer aplicação diária e aumenta desproporcionalmente níveis sangüíneos de dihidrotestosterona, devido à redução 5a de testosterona pelos folículos pilosos e fibroblastos durante a sua passagem transdérmica 35,

Os adesivos transdérmicos aplicados na pele escrotal devem ser grandes o suficiente para permitir a absorção, enquanto os adesivos menores na pele não escrotal necessitam de reforços na absorção, que podem ser potencialmente irritantes 35, Os adesivos são colocados antes de dormir com o seu pico no começo da manhã.

Os adesivos escrotais mantêm níveis normais de testosterona e estradiol, mas alto nível de dihidrotestosterona, como resultado de alta concentração de 5-alfa-redutase na pele escrotal 34, Testosterona gel (ainda não está disponível no Brasil) – O gel de testosterona é usado na Europa e, recentemente, aprovado para uso nos EUA.

É eficiente, mas tem o risco de transferir andrógeno para as parceiras de pacientes. Reproduz variações fisiológicas diurnas de testosterona observadas em homens normais 35, A absorção de testosterona para a corrente sangüínea continua durante todo o intervalo de 24h e se aproxima de concentração sérica estável em 2 a 3 dias de dose 36,

  • Quando o tratamento com o gel de testosterona é interrompido após atingir nível estável, a testosterona sorológica mantém-se nos níveis normais durante 24 a 48h, mas retorna a níveis pré-tratamento após 50 dias, contados a partir da última aplicação 36,
  • A dose inicial recomendada de gel de testosterona 1% é 5g (para liberar 50mg de testosterona) aplicada uma vez por dia na pele limpa e seca dos ombros, braços e/ou abdome, não devendo ser aplicada nos genitais.

Se a resposta clínica for insatisfatória com essa concentração, a dose pode ser aumentada para 7,5 ou 10g 36, Efeitos colaterais – Os efeitos indesejados da terapêutica de reposição androgênica se devem principalmente ao uso inadequado e/ou a hepatotoxicidade.

Uso inadequado – O abuso de andrógeno pode produzir distúrbios de comportamento por sua ação estimulante sobre a atividade mental e física. Foram relatados casos de aumento incontrolável de libido e de freqüência de ereção, além de seborréia, acne, ganho de peso por efeito anabolizante na massa muscular e retenção de fluido, ginecomastia, alopécia, aumento de pêlos no corpo, mudança de timbre de voz.

Esses dois últimos são efeitos irreversíveis, enquanto os anteriores são reversíveis com a suspensão de tratamento 35, Hepatotoxicidade – É um efeito colateral incomum produzido apenas por andrógeno 17-a-alquilados. As fórmulas orais, dérmicas e injetáveis sem metiltestosterona são seguras para o uso.

Os tumores hepáticos relacionados ao uso de andrógeno incluem adenoma e carcinoma. Portanto, em tratamentos prolongados com andrógeno 17-a-alquilado, são recomendáveis exames clínicos regulares e monitoramento de função hepática 35, Doenças cardiovasculares – Acredita-se que níveis baixos de testosterona estão associados a alterações desfavoráveis de triglicérides e colesterol HDL reconhecidos fatores de risco para doenças cardiovasculares ateroscleróticas.

Próstata: A testosterona promove crescimento de adenocarcinoma estabilizado. Porém não se sabe se a testosterona promove o desenvolvimento de câncer de próstata 34,

Contra-indicações e precauções: Contra-indicação absoluta : câncer de próstata e de mama 35, Precaução – Evitar andrógenos 17 alquilados orais por causa da sua absorção inadequada e toxicidade 35 em: homens idosos que são submetidos ao tratamento podem ter disfunções sexuais intoleráveis e aumento de obstrução prostática 35 ; mulheres na idade reprodutiva, principalmente aquelas que necessitam de voz profissionalmente, pois essa alteração é irreversível 35 ; pacientes epilépticos sensíveis a esteróides sexuais 35 ; pacientes com insuficiência renal, cardíaca ou hipertensão grave 35 ; homens com apnéia obstrutiva de sono, porque pode piorar com a reposição de andrógeno 35,37-38 ; pacientes idosos tratados com andrógeno apresentam maior risco de desenvolver hiperplasia e carcinoma de próstata 35, Monitoramento – Os principais métodos bioquímicos disponíveis para monitorar o tratamento incluem hemoglobina (aumenta de 1,0 a 2,0g/l quando a dose de andrógeno é adequada), testosterona circulante e níveis de gonadotropina (em homens com hipogonadismo hipergonadotrópico), além de controle lipídico e pressão sangüínea para evitar doenças cardiovasculares ateroscleróticas 35, Perspectivas futuras – Há várias evidências que levam a crer que a terapia de reposição androgênica possa ser efetivamente usada em várias condições para promover a saúde e o bem-estar.As indicações clássicas para essa terapia relacionam-se a casos de homens com hipogonadismo primário ou secundário, puberdade tardia, anemia aplástica e aquela secundária a insuficiência renal crônica, trauma, queimaduras, tumores e doenças infecciosas.

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Atualmente, as aplicações inéditas são voltadas ao combate de alterações provocadas por envelhecimento e obesidade visceral associadas à síndrome metabólica 38, Além disso, pode também ser empregado para contracepção masculina, em que se usa um composto progestacional (para suprimir a espermatogênese) e testosterona (é aplicada através de implantes ou injeções intramusculares), a fim de manter libido e função de glândulas sexuais acessórias.

  1. Porém, alguns efeitos colaterais, como ganho de peso, ginecomastia e complicações fisiológicas limitam a disseminação do seu uso 39,
  2. Como os medicamentos atuais de testosterona produzem níveis de hormônio não fisiológicos, tem sido feito esforço para desenvolver novos métodos de tratamento, a fim de atingir níveis mais fisiológicos de hormônio e promover maior tolerabilidade e intensidade de ação nos tecidos-alvo.

Em alguns países, esses novos métodos já estão disponíveis 38, Há novos avanços na terapia com adesivos de testosterona. Com o objetivo de fornecer reposição fisiológica para mulheres com produção de testosterona diminuída, foi desenvolvido TMTDS ( testosterone matrix transdermal system ), que ainda continua em fase de aperfeiçoamento e avaliação clínica 40,

  1. Outros exemplos de novas aplicações clínicas de testosterona são: androderm (adesivo) no tratamento de adolescentes masculinos com beta-talassemia; androderm no tratamento de homens HIV+; TMTDS no tratamento de mulheres HIV+ 40,
  2. A utilização da terapêutica de reposição androgênica com o potencial de prevenção e tratamento de afecções cardiovasculares ainda está em fase inicial, com estudos mostrando resultados promissores quanto ao metabolismo lipídico e diminuição de isquemia miocárdica.

Estudos clínicos controlados com número suficiente de pacientes são necessários para investigar sua promissora aplicação. Instituto do Coração do Hospital das Clínicas e Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Correspondência: Otavio C.E.

Quando a testosterona não faz efeito?

Como saber se a testosterona está baixa no organismo? – É importante esclarecer que quando os níveis de testosterona estão baixos no organismo, os órgãos alvos desse hormônio trazem respostas de transformações no corpo. A queda da testosterona se dá naturalmente pela, que acontece, geralmente, após os 40 anos.

Qual o melhor lugar para passar testosterona em gel feminino?

Como deve ser o uso da testosterona na mulher com desordem do desejo sexual hipoativo A desordem do desejo sexual hipoativo (DDSH) em mulheres na pós-menopausa com terapia hormonal da menopausa já otimizada mas que mantém as queixas de disfunção sexual é a única indicação formal de reposição de testosterona no gênero feminino, de acordo com diferentes diretrizes, incluindo o,

Mas, na prática, a maior dúvida que recai sobre nós diante de uma paciente com indicação é: como fazer esta reposição? Com o objetivo de guiar melhor os médicos especialistas na hora de prescrever testosterona nestes casos, a The North American Menopause Society (NAMS) publicou, este ano, um sobre o tema.

A seguir, as principais recomendações das autoras: 1. Qual testosterona usar? A única formulação de testosterona indicada para tratamento da DDSH é a formulação transdérmica por ser a via mais fisiológica. As apresentações intramusculates e os implantes subcutâneos devem ser evitados por levar a níveis séricos suprafisiológicos.

As preparações orais são contraindicadas pelo risco de hepatotoxicidade.2. Qual dose usar? Deve-se usar 10% da dose usual masculina de testosterona transdérmica, o que corresponde a 5mg/dia. Para isto, devemos prescrever testosterona em gel a 1% (o que corresponde a 10mg/ml) e orientar o uso de 0,5ml do gel ao dia.

Infelizmente, a Austrália é o único país do mundo que possui esta apresentação comercial. Nos demais países, resta como única opção a manipulação. Outra opção seria usar 10% da dose de uma preparação transdérmica masculina disponível. Esta prática, no entanto, é mais complicada e pode gerar mais erros na hora da aplicação, com risco de doses suprafisiológicas.3.

  • Em que parte do corpo utilizar? As autoras recomendam que a testosterona em gel seja aplicada nas panturrilhas, na parte superior externa da coxa ou nos glúteos.
  • Deve-se sempre orientar as pacientes a evitar a transferência para a pele de crianças, companheiras femininas ou animais de estimação.
  • O risco de exposição para um companheiro masculino é mínimo.4.

Como avaliar a resposta? A avaliação da resposta é clínica e inclui aumento do desejo sexual e redução do sofrimento causado pela disfunção sexual. A resposta costuma acontecer após 6 a 8 semanas de tratamento, com efeito máximo em torno de 12 semanas.

Se, em 6 meses, não houver resposta, a terapia deve ser descontinuada.5. Como monitorar o tratamento? Embora a não seja necessária para o diagnóstico, ela deve ser dosada quando houver indicação de reposição. O objetivo é ter os níveis basais para acompanhamento. Após início da terapia, realizar nova dosagem com 3 a 6 semanas.

Os níveis de testosterona total não devem exceder o limite superior da normalidade para o método. Se em níveis suprafisiológicos, deve-se reduzir a dose de reposição. Após atingir estabilidade dos níveis séricos, a monitorização da testosterona total pode ocorrer a cada 4 a 6 meses.

Não há indicação de dosar ou calcular a testosterona livre, mas as autoras recomendam a dosagem inicial de SHBG, pois mulheres com níveis acima do normal desta globulina tendem a ter menor chance de resposta ao tratamento. A elevação da SHBG, no entanto, não é motivo para fazer doses maiores de testosterona.

Sinais clínicos de hiperandrogenismo, como acne e hirsutismo, também devem ser monitorados. Se presentes, deve-se reduzir a dose da testosterona em gel. A função hepática e o perfil lipídico também devem ser avaliados no basal e durante o seguimento.6.

  • Qual o tempo de tratamento? Caso não ocorra resposta com 6 meses de tratamento, a testosterona em gel deve ser suspensa por ineficácia.
  • Se, por outro lado, houver resposta, ela deve ser mantida, mas devemos considerar drug holiday após 12 meses de tratamento, para reavaliar a função sexual e a necessidade de continuar a reposição.

Em caso de piora, reiniciar e manter o seguimento adequado. Importante salientar que é preciso sempre esclarecer a paciente que não há estudos de segurança com a reposição da testosterona para tratamento da DDSH. Por isso, enquanto novas evidências não surgirem, a reposição de testosterona em gel deve se limitar a casos específicos e bem selecionados, atentando-se para a monitorização e o seguimento adequados.

Qual o melhor local para aplicar testosterona em gel?

Gel 50 mg – Uso tópico. Adultos e idosos. A dose recomendada é de 5 g de gel (ou seja, 50 mg de testosterona) aplicado uma vez por dia, aproximadamente no mesmo horário, de preferência na parte da manhã. A dose diária deve ser ajustada caso a caso, pelo médico, dependendo da resposta clínica e laboratorial de cada paciente, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Após abrir o envelope, o conteúdo total deve ser extraído e aplicado imediatamente na pele. O gel deve ser simplesmente espalhado sobre a pele suavemente, como uma camada fina. Não é necessário esfregá-lo na pele. Deixe secar por pelo menos 3 a 5 minutos antes de se vestir.

Lavar as mãos com água e sabão após as aplicações. Não aplicar na região genital, pois o alto teor de álcool pode causar irritação local. A testosterona atinge seu estado de equilíbrio plasmático aproximadamente no segundo dia de tratamento com Androgel ®, A fim de ajustar a dose, as concentrações plasmáticas de testosterona devem ser medidas no período da manhã, antes da aplicação, a partir do terceiro dia após o início do tratamento, durante o período sugerido de uma semana.

A dose pode ser reduzida se a concentração de testosterona no sangue estiver elevada e acima do nível desejado. Se as concentrações são baixas, a dose pode ser aumentada, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Qual o melhor local para aplicar testosterona em gel?

Gel 50 mg – Uso tópico. Adultos e idosos. A dose recomendada é de 5 g de gel (ou seja, 50 mg de testosterona) aplicado uma vez por dia, aproximadamente no mesmo horário, de preferência na parte da manhã. A dose diária deve ser ajustada caso a caso, pelo médico, dependendo da resposta clínica e laboratorial de cada paciente, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Após abrir o envelope, o conteúdo total deve ser extraído e aplicado imediatamente na pele. O gel deve ser simplesmente espalhado sobre a pele suavemente, como uma camada fina. Não é necessário esfregá-lo na pele. Deixe secar por pelo menos 3 a 5 minutos antes de se vestir.

  • Lavar as mãos com água e sabão após as aplicações.
  • Não aplicar na região genital, pois o alto teor de álcool pode causar irritação local.
  • A testosterona atinge seu estado de equilíbrio plasmático aproximadamente no segundo dia de tratamento com Androgel ®,
  • A fim de ajustar a dose, as concentrações plasmáticas de testosterona devem ser medidas no período da manhã, antes da aplicação, a partir do terceiro dia após o início do tratamento, durante o período sugerido de uma semana.

A dose pode ser reduzida se a concentração de testosterona no sangue estiver elevada e acima do nível desejado. Se as concentrações são baixas, a dose pode ser aumentada, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Quanto tempo demora para sentir os efeitos da reposição hormonal?

Quanto tempo leva para fazer efeito? – No início, normalmente as mulheres recebem a dose mais baixa possível de TRH. Pode levar até três meses para que uma paciente tomando TRH sinta os efeitos completos. Nesse processo, algumas podem precisar também que sua dose e tipo de TRH sejam ajustados.

De acordo com o ginecologista Rogério Bonassi, presidente da Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), a entidade e outras instituições internacionais, como a Sociedade Internacional da Menopausa e a Sociedade Norte-Americana de Menopausa, não definem um prazo para o fim do uso da TRH, como se fazia no passado — determinando por exemplo um limite de três ou cinco anos para interrupção do tratamento.

Bonassi acrescenta que tampouco há uma norma sobre isso por órgãos de saúde brasileiros. “Não existe nenhuma normatização para que se faça interrupção da TRH de acordo com o tempo de uso. Até quando você pode usar a terapia de reposição hormonal? Nós costumamos falar para as pacientes: até a próxima consulta: Então ano a ano, caso a caso, será avaliado o quanto os benefícios superam os riscos”, explica o médico, que tem doutorado em medicina. Testosterona Gel Feminino Quanto Tempo Para Fazer Efeito Crédito, Getty Images Legenda da foto, Médico analisa mamografia; combinação de estrogênio e progesterona na TRH aumenta risco de câncer de mama, mas Sociedade Britânica da Menopausa diz que risco é menor do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia Parece haver algum consenso entre especialistas de que a terapia de reposição hormonal tem mais benefícios do que malefícios, mas estudos continuam a ser produzidos buscando elucidar a questão.

Alguns tipos de TRH têm sido associados a um risco ligeiramente aumentado de câncer, como já mencionado em relação ao endométrio e às mamas. A Sociedade Britânica da Menopausa, porém, diz que no caso do câncer de mama, a terapia traz menos riscos do que estar acima do peso ou beber mais de duas unidades de álcool por dia.

E o risco diminui gradualmente depois que o medicamento é interrompido. Há também um pequeno risco de surgimento de coágulos ao se tomar a TRH. Mas isso depende de outras coisas também, como tabagismo, peso e idade. Os riscos diminuem se o tratamento for via adesivo ou gel, em vez de comprimidos.

Quanto tempo demora para o corpo voltar a produzir testosterona?

— De três a seis meses após a interrupção do tratamento com testosterona de depósito, a produção de espermatozoides volta ao normal.

Quais são os benefícios do uso da testosterona?

O que é a testosterona? A testosterona é um hormônio predominantemente masculino mas também é encontrado em mulheres. Ele serve para o desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos e todas as demais características do homem, como aumento da massa muscular, massa óssea, pêlos no corpo e libido.

  1. Por que é importante? A testosterona ajuda a produzir proteínas e é essencial para o comportamento sexual normal e para as ereções.
  2. Também afeta muitas atividades metabólicas, como produção de células do sangue na medula óssea, formação do osso, metabolismo de lipídios, metabolismo de carboidratos, função hepática e crescimento da próstata.

Qual o Impacto da Testosterona Baixa Quando há menos testosterona disponível, a resposta dos órgãos alvos da testosterona decrescem, trazendo muitas mudanças. Há grande variação nos níveis de testosterona entre homens saudáveis. Nem todos vão sentir as mesmas mudanças na mesma intensidade.