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Silimarina Para Que Serve?

Silimarina Para Que Serve

Quais são os benefícios da silimarina?

Silimarina 300Mg – Revigora A Função do Fígado 60 Cápsulas Silimarina é um composto natural que possui ação anti-hepatotóxica, protegendo o fígado de substâncias tóxicas, ajudando no tratamento de doenças hepáticas. Metionina é uma substância que atua como uma vitamina para impulsionar o seu humor e ajuda a manter a saúde das Articulações e a função do fígado.

  1. A Silimarina impede a peroxidação dos lipídeos da membrana celular e das organelas dos hepatócitos, protegendo, desta forma, a integridade e a função hepática de eventuais substâncias tóxicas, tanto de origem endógenas como exógenas.
  2. Age aumentando a síntese de RNA mensageiro, o que acelera a síntese proteica.

A Silimarina é um excelente hepatoprotetor natural muito utilizada no tratamento de hepatopatias crônicas,, esteatose e lesão hepatotóxicas, produzindo melhora dos sintomas clínicos como a cefaléia, astenia (fraqueza muscular), anorexia, distúrbios digestivos etc.

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Silimarina 300mg; Embalagem: Pote Lacre http://www.gallica.com.br/arquivos/site/materia-prima/silimarina.pdf A sua avaliação passará por uma aprovação antes de ser publicada. Somente produtos com selo entram no cálculo de preço e peso total Frete Grátis somente nas cidades atendidas por PAC

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Pode tomar silimarina todos os dias?

Quais os efeitos colaterais da silimarina? – Existem alguns efeitos colaterais causados no início do tratamento com a silimarina, seja na forma de suplemento ou ainda do chá feito a partir da planta. além da diarreia, ela também pode causar excesso de flatulência (gases), inchaços na barriga, irritação no estômago e náuseas.

é importante ressaltar que nem todas as pessoas sofrem com efeitos colaterais, mas é importante ficar de olho na duração desses sintomas, pois geralmente eles acontecem apenas nos primeiros dias de tratamento. é preciso ter atenção também para a não ingestão das sementes da planta, ela eleva a pressão arterial.

de uma forma geral, a silimarina possui efeitos positivos, ajudando a limpar o fígado e mantê-lo longe de algumas doenças. mas é importante ressaltar que doses exageradas desse suplemento podem causar efeitos laxativos e também aumentar a secreção biliar.

Quando devo tomar silimarina?

Como tomar – A silimarina deve ser tomada por via oral, nos horários estabelecidos pelo médico. Na forma de cápsulas e comprimidos, a silimarina deve ser tomada com um copo de água. Já o xarope, deve ser tomado usando o copo dosador fornecido na embalagem. A posologia da silimarina para adultos varia de acordo com sua apresentação que inclui:

Quando não devo tomar silimarina?

Crianças – Não foram realizados estudos específicos com crianças, para o estabelecimento da segurança do uso de Silimarina + Racemetionina por este grupo. Portanto, Silimarina + Racemetionina é contraindicado para crianças. Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

Qual o efeito colateral da silimarina?

Quais os efeitos colaterais da silimarina? – Existem alguns efeitos colaterais causados no início do tratamento com a silimarina, seja na forma de suplemento ou ainda do chá feito a partir da planta. além da diarreia, ela também pode causar excesso de flatulência (gases), inchaços na barriga, irritação no estômago e náuseas.

  • É importante ressaltar que nem todas as pessoas sofrem com efeitos colaterais, mas é importante ficar de olho na duração desses sintomas, pois geralmente eles acontecem apenas nos primeiros dias de tratamento.
  • É preciso ter atenção também para a não ingestão das sementes da planta, ela eleva a pressão arterial.

de uma forma geral, a silimarina possui efeitos positivos, ajudando a limpar o fígado e mantê-lo longe de algumas doenças. mas é importante ressaltar que doses exageradas desse suplemento podem causar efeitos laxativos e também aumentar a secreção biliar.

Quando a silimarina começa a fazer efeito?

Drágea – Em seis estudos clínicos placebo-controlado (n = 50 a 170), pacientes apresentando hepatite / cirrose álcool induzida receberam, pela via oral, 280 – 480 mg de silimarina/dia, por períodos que variaram de 6 meses a 4 anos. Nesses estudos, foi observada redução da bilirrubina total, das enzimas hepáticas e dos níveis séricos dos peptídeos do pró-colágeno tipo III, os quais se encontram aumentados na fibrose hepática; melhora dos padrões histológicos e redução da proliferação de linfócitos e da lipoperoxidação e aumento da atividade da glutationa-peroxidase sérica e da transformação de linfoblastos lectina-induzida.

Em estudo com pacientes apresentando diabetes mellitus secundário à cirrose álcool-induzida, os pacientes do grupo-silimarina apresentaram redução dos níveis séricos de glicose e malondialdeído e da insulinemia de jejum, bem como da necessidade diária de insulina exógena, tanto quando comparados ao grupo-placebo, como aos seus índices basais pré-tratamento.

No estudo de maior duração, foi observada, também, redução da mortalidade no grupo tratado. Em estudo para a avaliação da eficácia da silimarina sobre a atividade fibrogênica em pacientes com hepatopatias crônicas variadas (n = 277), foi observada, após 4 semanas de tratamento, redução dos níveis séricos dos peptídeos do pró-colágeno tipo III.

Em pacientes apresentando hepatite viral A ou B (n = 57), após tratamento com 420 mg de silimarina/dia/3 semanas, foi observada, quando comparados os grupos silimarina e placebo, a normalização dos níveis séricos da bilirrubina (40% vs.11%, respectivamente) e das enzimas hepáticas (82% vs.52%, respectivamente).

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Em outros trabalhos, também com pacientes apresentando hepatite viral, quando comparados os grupos silimarina e placebo, foram observadas reduções dos períodos de hospitalização (23,3 dias vs.30,4 dias, respectivamente) e das complicações associadas à infecção.

Em pacientes com história de exposição ocupacional, por períodos de 5 a 20 anos, ao tolueno e/ou xileno ou organofosforados, foi observada melhora da função hepática, redução dos níveis séricos das enzimas hepáticas e aumento do número de plaquetas, após tratamento com a silimarina. Pacientes apresentando hepatite induzida por psicotrópicos apresentaram melhora da função hepática e redução dos níveis séricos de malondialdeído, após tratamento com 800 mg de silimarina/dia/90 dias.

As toxinas do cogumelo Amanita phalloides inibem a atividade da RNA-polimerase nos hepatócitos, acarretando óbito em 12- 24 horas. Pacientes intoxicados por este cogumelo (n = 60) foram tratados com silimarina (20 mg/kg de peso/dia, pela via endovenosa, por 1 ou 2 dias), sendo observado um índice de sobrevivência de 100%.1 Em metanálise de estudos da racemetionina na colestase intra-hepática, foi observada a redução do prurido e, também, dos níveis séricos da bilirrubina (total e conjugada) e das enzimas alaninaaminotransferase, gamaglutamil-transpeptidase e fosfatase alcalina, demonstrando que racemetionina tem ação não apenas sintomática, mas terapêutica, na colestase.2 Em estudo clínico, randomizado, placebo-controlado, pacientes com diagnósticos confirmados, por exames clínico, hematológicos / bioquímicos e histológico, de cirrose hepática (n = 10), hepatite aguda não-viral (n = 9), hepatite crônica (n = 5) e esteatose hepática (n = 4) foram divididos em grupos tratamento e controle e fizeram uso de 2 comprimidos, três vezes ao dia, de Silimarina + Racemetionina ou placebo, respectivamente, por 180 dias.

As reavaliações clínicas e laboratoriais, incluindo dosagens das bilirrubinas (total, direta e indireta), fosfatase alcalina, albumina, protrombina, pseudocolinesterase, gama-glutamiltranspeptidase, transaminases, proteínas totais e eletroforese do soro, foram repetidas a intervalos de 30 dias, durante todo o período do estudo.

Ao término do estudo, foi repetida a avaliação histológica. Foi observada melhora significativa, clínica, laboratorial e histológica, do grupo tratado, notadamente nos casos de cirrose hepática e hepatite aguda. Não foram observados eventos adversos, com o uso de Silimarina + Racemetionina.3 Referências Bibliográficas 1) WORLD HEALTH ORGANIZATION.

  1. WHO monographs on selected medicinal plants.
  2. Geneva, Switzerland: World Health Organization, 2002.v.2.
  3. Pp.300-316.2) Frezza, M.
  4. Metanalisi dei trial terapeutici con ademetionina nel trattamento della colestasi intraepatica. Ann. Ital. Med.
  5. Int.; 8(Suppl.): 48S-51S, 1993.3) Moraes, J.B.
  6. E Nascimento, R.V.
  7. Ensaio clínico experimental utilizando a associação de silimarina e metionina no tratamento de pacientes portadores de hepatopatias difusas.

Âmbito Hospitalar; 11: 57-63, 1995.

Quem não tem gordura no fígado pode tomar silimarina?

Silimarina auxilia na prevenção e tratamento para redução de gordura no fígado, protegendo de possíveis substâncias tóxicas.

Quem tem gordura no fígado pode tomar silimarina?

Silimarina ajuda na prevenção e tratamento da gordura no fígado – É um composto extraído do fruto da Silybum marianum. Um composto natural que age aumentando a síntese de RNA e também impedindo a peroxidação dos lipidos da membrana celular e dos organelos dos hepatócitos.

Além disso a silimarina diminui o estresse oxidativo e ainda ajuda a regenerar os hepatócitos por meio da síntese de proteínas. Sendo indicada como coadjuvante no tratamento de algumas doenças, incluindo a esteatose hepática (gordura no fígado). Seus maiores benefícios são: – Ação anti-hepatotóxica; – Protege o fígado; – Ajuda no tratamento de doenças hepáticas; – Auxilia nos distúrbios gastrointestinais; – Melhorar a digestão.

A Silimarina atura diretamente nos problemas de fígado, como cirrose e hepatite, protege o fígado de possíveis substâncias tóxicas e ainda auxilia no tratamento de problemas na vesícula biliar e outros.

Pode beber e tomar silimarina?

Silimarina 200mg 100 cápsulas – Anti Hepatotóxico A Silimarina é o nome genérico de um grupo de compostos naturais (silibina, silidianina e silicristina) extraída do fruto da planta medicinal Carduus marianus, reconhecida por sua atividade anti-hepatotóxica.

  • A Silimarina impede a peroxidação dos lipídeos da membrana celular e das organelas dos hepatócitos, protegendo, desta forma, a integridade e a função hepática de eventuais substâncias tóxicas, tanto de origem endógenas como exógenas.
  • Age aumentando a síntese de RNA mensageiro, o que acelera a síntese protéica.

É utilizada no tratamento de hepatopatias crônicas, cirrose, esteatose e lesão hepatotóxicas, produzindo melhora dos sintomas clínicos (cefaléia, astenia, anorexia, distúrbios digestivos, entre outros). Sua associação com DL-metionina é capaz de reduzir ou impedir a infiltração gordurosa e a cirrose no fígado.

  • Hepatoprotetor;
  • Antioxidante;
  • Antiinflamatório e regenerativo;
  • Estabilizador de membrana e regulador da permeabilidade celular;
  • Citoprotetor;
  • Regulador metabólico;
  • Colagoga e colerética; Indicações
  • Coadjuvante no tratamento de inflamações hepáticas crônicas e cirrose hepática;
  • Lesão hepática induzida por toxinas;
  • Hepatopatia alcoólica;
  • Hepatite viral aguda e crônica;
  • Transtornos dispépticos: úlceras gástricas e duodenais;
  • Distúrbios gastrintestinais.
  • Mecanismos de ação Ação
  • anti-hepatotóxica
  • Atua diretamente nos hepatócitos como antagonista frente a diversos agentes hepatotóxicos tais como tetracloreto de carbono, galactosamina, acetaminofeno, etanol, entre outros;
FORMULA MANIPULADA DOSE
SILIMARINA 200mg
Excipiente qsp 1 cap

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  • Contém 100 Cápsulas
  • MODO DE USAR: TOMAR UMA CÁPSULA AO DIA
  • Referências Bibliográficas
  • 1. Batistuzzo J.A.O. Itaya M. Eto Y. FORMULÁRIO MÉDICO FARMACÊUTICO.3ª edição. São Paulo:Tecnopress, 2006.2. Benda L., Dittrich H., Ferenzi P., Frank H., Wewalka F. (author’s transl) The influence of therapy with silymarin on the survival rate of patients with liver cirrhosis.

    • Wien Klin Wochenschr.1980 Oct 10;92(19):678-83.3.
    • Feher J., Deak G., Muzes G., Lang I., Niederland V., Nekam K., Karteszi M.
    • Liver-protective action of silymarin therapy in chronic alcoholic liver diseases Orv Hetil.1989 Dec 17;130(51):2723-7.4.
    • Gupta OP., Sing S., Bani S., Sharma N., Malhotra S., Gupta BD., Banerjee SK., Handa SS.

    Anti-inflammatory and anti-arthritic activities of silymarin acting through inhibition of 5-lipoxygenase. Phytomedicine.2000 Mar;7(1):21-4. Regional Research Laboratory (CSIR) Jammu Tawi, India.5. Laekeman G., De Coster S., De Meyer K. St. Mary’s Thistle: an overview J Pharm Belg.2003;58(1):28-31.K.U.Leuven.6.

    1. Atzung, B.G., Farmacologia Básica e Clínica.8o ed.
    2. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2003.7.P.R.
    3. Vade-mécum 2004/2005.8.
    4. Saller R., Meier R., Brignoli R.
    5. The use of silymarin in the treatment of liver diseases.
    6. Drugs.2001;61(14):2035-63.
    7. Abteilung Naturheilkunde, University Hospital Zurich, Switzerland.9.

    http://www.fitoterapia.net/vademecum/vademecum_plantas_ficha.php?remedi o=556 http://www.gallica.com.br/arquivos/site/materia-prima/silimarina.pdf Validade: 4 a 6 meses, informação contida em emblagem. Advertências e recomendações:

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    Quantos dias posso tomar silimarina?

    SILIMALON® – Silimalon® (silimarina e racemetionina) destina-se ao alívio dos sintomas e prevenção dos danos provocados pelas agressões ao fígado. Tais agressões podem ser de origem alimentar (dietas gordurosas, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas), medicamentosa ou infecciosa.

    Silimalon® (silimarina e racemetionina) tem ação antioxidante e combate os radicais livres que agridem as células do fígado; protege as membranas que envolvem estas células e reduz a absorção de substâncias tóxicas, como as derivadas do álcool, medicamentos e produtos químicos; auxilia na redução dos lipídeos totais, dos triglicerídeos e do colesterol e previne o acúmulo de gordura no fígado; reduz os processos inflamatórios e auxilia na recuperação das infecções do fígado; auxilia, também, na prevenção da cirrose e estimula a produção de proteínas, facilitando a regeneração das células.

    Desta forma, Silimalon® (silimarina e racemetionina) protege o fígado de agressões e favorece sua recuperação. A dose de Silimarina + Racemetionina deve ser ajustada individualmente por paciente. As doses recomendadas devem ser interpretadas como uma diretriz inicial.

    A dose média recomendada é de 2 drágeas, três vezes ao dia, por 30 dias. Nos casos mais severos, poderão ser usadas doses de 12 drágeas por dia, divididas em 3 tomadas. Até o momento, não existem relatos de casos de uso de uma quantidade deste medicamento maior do que a indicada. Entretanto, é provável que os sintomas incluam náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal.

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Silimalon® (silimarina e racemetionina) possui lactose como um dos seus excipientes da formulação da drágea e não possui glúten.

    A dose de Silimarina + Racemetionina deve ser ajustada individualmente por paciente. As doses recomendadas devem ser interpretadas como uma diretriz inicial. A dose média recomendada é de 2 drágeas, três vezes ao dia, por 30 dias. Nos casos mais severos, poderão ser usadas doses de 12 drágeas por dia, divididas em 3 tomadas.

    Caso você esqueça de tomar Silimalon® (silimarina e racemetionina) no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico.

    Pessoas com alergia aos componentes da fórmula ou que já tenham apresentado alergia a outras espécies da Família Asteraceae (família de plantas da qual é extraída a silimarina); Pessoas com insuficiência renal crônica; Crianças.

    A racemetionina pode reduzir o efeito da levodopa (medicamento usado para o tratamento da doença de Parkinson) e a silimarina pode, também, alterar o efeito de alguns outros medicamentos. Portanto, informe ao seu médico se você está fazendo uso de qualquer outro medicamento.

    Quais os alimentos que contêm silimarina?

    Alcachofra. A alcachofra possui silimarina, antioxidante, inclusive, vendido em farmácias para o tratamento de doenças hepáticas. Na alcachofra, a silimarina será um antioxidante preventivo para a diminuição da gordura visceral do fígado. Vale, portanto, o consumo da alcachofra cozida ou em forma de chá.

    Como tomar silimarina para gordura no fígado?

    Posologia do silimarina ou cardo mariano. Tomar 1 cápsula no café da manhã e antes de dormir.

    Precisa de receita para comprar silimarina?

    Venda sob prescrição de profissional habilitado.

    Como tomar silimarina antes ou depois das refeições?

    Assim, age de forma benéfica como coadjuvante no tratamento das doenças hepáticas crônicas inflamatórias como a cirrose ou lesões, promovendo rápida melhora dos sintomas clínicos, como dor de cabeça, digestão lenta, fraqueza e mal estar. MODO DE USAR: Sugere-se tomar 1 cápsula após almoço e após o jantar.

    Quantas vezes posso tomar silimarina?

    Silimarina comprimido revestido A dose de manutenção é de 1 comprimido de 120 mg, 3 vezes por dia ; Drágea de 90 mg (Legalon): a dose inicial recomendada é de 2 drágeas de 90 mg, 3 vezes por dia. A dose de manutenção é de 1 drágea de 90 mg, 3 vezes por dia.

    Quem não pode tomar o cardo mariano?

    Doença Estudos científicos com desenho adequado não mostram que o cardo-mariano ofereça benefícios significativos para pessoas com doença hepática nem reduza a taxa de morte devido à toxicidade hepática. Alguns estudos mostraram que o cardo-mariano diminuiu os níveis de glicemia em jejum e de HbA1C, mas não está claro se ele deve ou não ser recomendado para pessoas com diabetes ou baixa sensibilidade à insulina (pré-diabetes).

    O cardo-mariano pode diminuir as complicações relacionadas ao diabetes, como esteatose hepática e proteinúria. O cardo-mariano também pode baixar o colesterol. Ele costuma ser combinado com outros suplementos, como a berberina, por exemplo. Nenhum efeito colateral sério foi relatado, embora seja possível ocorrer problemas gastrointestinais.

    Além disso, pessoas alérgicas a crisântemos, calêndula e margaridas também podem apresentar reações alérgicas ao cardo-mariano. As mulheres que têm problemas de saúde sensíveis a hormônios (por exemplo, câncer de mama, do útero ou do ovário, endometriose Endometriose Na endometriose, fragmentos de tecido endometrial, que normalmente se encontra apenas no revestimento interno uterino (endométrio), crescem para fora do útero. ou miomas Miomas uterinos Um mioma é um tumor benigno, composto de tecido muscular e fibroso. e está localizado no útero. Os miomas podem causar dor, sangramento vaginal anormal, constipação, repetidos abortos espontâneos. leia mais ) devem evitar consumir cardo-mariano. O cardo-mariano pode potencializar os efeitos de medicamentos que diminuem os níveis de glicose no sangue (medicamentos hipoglicemiantes) e pode interferir na ação de medicamentos utilizados para tratar a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) (por exemplo, o indinavir ou o saquinavir).

    O cardo-mariano pode potencializar os efeitos da varfarina, às vezes causando sangramento. O cardo-mariano pode aumentar a concentração sanguínea de medicamentos que têm algumas semelhanças químicas (por exemplo, alguns medicamentos quimioterápicos, bloqueadores dos canais de cálcio e alguns antibióticos).

    Não existem evidências claras que comprovem as alegações de que o cardo-mariano beneficia pessoas com doença hepática, diabetes, pré-diabetes ou qualquer outro distúrbio. O cardo-mariano pode reduzir os níveis de glicose no sangue em pessoas com diabetes tipo 2; portanto, as pessoas com diabetes devem consultar o médico antes de tomar o cardo-mariano. Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

    Qual a diferença entre Forfig e silimarina?

    A silimarina, componente ativo do Forfig® (silimarina), age como estabilizador das membranas dos hepatócitos (células do fígado), resguardando sua integridade e, assim, a função fisiológica do fígado; protege, experimentalmente, a célula hepática da influência nociva de substâncias tóxicas endógenas e/ou exógenas.

    O que fazer para eliminar a gordura no fígado?

    Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica – Silimarina Para Que Serve Gordura no Fígado: 10 Informações mais importantes sobre a esteatose não-alcoólica

    1. Ao acúmulo de gordura no fígado que não seja ligada ao consumo ou abuso de álcool, chamamos de esteatose hepática não-alcoólica.
    2. Não é uma condição necessariamente ligada à obesidade. Indivíduos magros também podem apresentar a doença, desde que tenham um aumento do colesterol ou triglicérides.
    3. A esteatose não-alcoólica normalmente não apresenta sintomas, e, quando causa, estes são inespecíficos, como fraqueza e mal-estar. Apenas exames podem confirmar o quadro.
    4. A gordura no fígado está intimamente relacionada à resistência à insulina.
    5. É um problema mais comum entre os 40 aos 50 anos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.
    6. A esteatose hepática, se se prolongar por alguns anos, pode evoluir para condições mais graves como para um processo inflamatório chamado esteato-hepatite, fibrose do fígado, e em algumas pessoas, em 20 a 30 anos, podem progredir para cirrose e até câncer de fígado.
    7. Os pacientes que têm maior tendência a desenvolver esteato-hepatite, a inflamação do fígado, são: diabéticos, obesos, aqueles com idade superior a 45 anos, com taxas de enzimas hepáticas elevadas, hipertensão e colesterol ou triglicérides elevados.
    8. O diagnóstico de gordura no fígado é geralmente feito por meio da ultrassonografia de abdome, conjuntamente com a dosagem de enzimas hepáticas, lipidograma, e exame físico.
    9. O tratamento se baseia principalmente na dieta com restrição de açúcar e gorduras, associada a exercícios físicos.
    10. A esteatose não-alcoólica, a gordura no fígado, é uma doença reversível! Não espere para adquirir hábitos mais saudáveis se confirmado o problema.

    Quem tem gordura no fígado pode tomar silimarina?

    Silimarina ajuda na prevenção e tratamento da gordura no fígado. É um composto extraído do fruto da Silybum marianum. Um composto natural que age aumentando a síntese de RNA e também impedindo a peroxidação dos lipidos da membrana celular e dos organelos dos hepatócitos.

    Como tomar silimarina para gordura no fígado?

    Posologia do silimarina ou cardo mariano. Tomar 1 cápsula no café da manhã e antes de dormir.

    Quantos dias posso tomar silimarina?

    SILIMALON® – Silimalon® (silimarina e racemetionina) destina-se ao alívio dos sintomas e prevenção dos danos provocados pelas agressões ao fígado. Tais agressões podem ser de origem alimentar (dietas gordurosas, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas), medicamentosa ou infecciosa.

    Silimalon® (silimarina e racemetionina) tem ação antioxidante e combate os radicais livres que agridem as células do fígado; protege as membranas que envolvem estas células e reduz a absorção de substâncias tóxicas, como as derivadas do álcool, medicamentos e produtos químicos; auxilia na redução dos lipídeos totais, dos triglicerídeos e do colesterol e previne o acúmulo de gordura no fígado; reduz os processos inflamatórios e auxilia na recuperação das infecções do fígado; auxilia, também, na prevenção da cirrose e estimula a produção de proteínas, facilitando a regeneração das células.

    Desta forma, Silimalon® (silimarina e racemetionina) protege o fígado de agressões e favorece sua recuperação. A dose de Silimarina + Racemetionina deve ser ajustada individualmente por paciente. As doses recomendadas devem ser interpretadas como uma diretriz inicial.

    A dose média recomendada é de 2 drágeas, três vezes ao dia, por 30 dias. Nos casos mais severos, poderão ser usadas doses de 12 drágeas por dia, divididas em 3 tomadas. Até o momento, não existem relatos de casos de uso de uma quantidade deste medicamento maior do que a indicada. Entretanto, é provável que os sintomas incluam náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal.

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Silimalon® (silimarina e racemetionina) possui lactose como um dos seus excipientes da formulação da drágea e não possui glúten.

    • A dose de Silimarina + Racemetionina deve ser ajustada individualmente por paciente.
    • As doses recomendadas devem ser interpretadas como uma diretriz inicial.
    • A dose média recomendada é de 2 drágeas, três vezes ao dia, por 30 dias.
    • Nos casos mais severos, poderão ser usadas doses de 12 drágeas por dia, divididas em 3 tomadas.

    Caso você esqueça de tomar Silimalon® (silimarina e racemetionina) no horário receitado pelo seu médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo seu médico.

    Pessoas com alergia aos componentes da fórmula ou que já tenham apresentado alergia a outras espécies da Família Asteraceae (família de plantas da qual é extraída a silimarina); Pessoas com insuficiência renal crônica; Crianças.

    A racemetionina pode reduzir o efeito da levodopa (medicamento usado para o tratamento da doença de Parkinson) e a silimarina pode, também, alterar o efeito de alguns outros medicamentos. Portanto, informe ao seu médico se você está fazendo uso de qualquer outro medicamento.