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Quem Tem Gastrite Pode Tomar Leite?

Que tipo de leite pode tomar Quem tem gastrite?

Por que o leite faz mal para gastrite? – Desde a infância, estamos acostumados a ouvir que o leite é o alimento mais recomendado para a formação e a manutenção da estrutura óssea.2 No entanto, a bebida traz malefícios para quem busca se tratar da gastrite.3 No início do século 20, especialistas realizaram dietas à base de leite e creme de leite, combinadas com antiácidos para tratar a úlcera gastrointestinal.

Por exemplo a úlcera péptica, um dos tipos com prevalência entre os 30 e 60 anos, é caracterizada como uma das mais preocupantes devido a sua agressividade na mucosa gástrica.4 O objetivo era de que no século passado o leite alcalinizaria as úlceras gástricas e aliviasse as dores. Atualmente, o leite não é indicado por causa do efeito de tamponamento (resistência às alterações de pH no organismo) e rebote na secreção do ácido gástrico.3,4 Em outras palavras, as proteínas e o cálcio do leite estimulam a secreção de ácido clorídrico no estômago, o que piora os sintomas.

Mas o leite não deve ser abolido da alimentação de quem sofre de gastrite. Nutricionistas indicam que o leite puro não deve ser ingerido, mas derivados pode fazer parte da dieta, sem excessos e em quantidade moderada.4

O que beber quando está com gastrite?

DIETA PARA GASTRITE E ÚLCERA ORIENTAÇÃO DIETÉTICA PARA GASTRITE E ÚLCERA 1.Evite exagerar nos alimentos agressivos ao seu estômago, e também consumí-los de estômago vazio. Evite o que te faz mal. Não há nada proibido, é necessário apenas usar bom senso e ir com calma com: – Café.

Permitido café descafeinado. – Refrigerantes. – Temperos fortes (alho, cebola, pimenta, picles, catchup, mostarda, canela). – Frituras e gorduras. – Molho de tomate. – Chocolate. – Doces, caldas, coberturas. – Alimentos muito quentes. – Alimentos muito ácidos (frutas cítricas:limão,laranja pera,mexerica,maracujá, abacaxi, kiwi, morango).

– Evitar chá preto, chá-mate e chá de hortelã. Se for possível, tome chá de erva- doce ou erva-cidreira, todos os dias. – Evitar chicletes. – Evitar bebidas alcoólicas. Se for consumir algum destes alimentos, pelo menos não o faça de estômago vazio,2.Alimente-se com calma, mastigando bem o alimento, falando pouco durante a refeição, e parando logo que se sentir satisfeito; evitar exageros.3.

Mantenha uma regularidade na alimentação, evitando ficar longos períodos de estômago vazio; não ficar mais do que 4 horas sem comer alguma coisa.4. Não comer exageradamente antes de deitar.5.Evite fumar. – Não tome nenhum medicamento sem receita médica, principalmente antigripais e analgésicos com Ácido Acetil-salicílico(AAS,Doril,Aspirina) e antinflamatórios (Cataflam, Voltaren, Diclofenaco, etc).

Siga sempre a orientação de seu médico.Caso tenha algum tipo de dor ou tenha febre,utilize somente: dipirona(Novalgina,Anador),paracetamol (Tylenol, Dórico) ou Buscopan. – Caso necessite de antiinflamatório, dar preferência a sublingual, injetável ou supositório,

SEMPRE AVISAR AOS MÉDICOS QUE TEM OU TEVE GASTRITE(OU ÚLCERA)* EVITAR: · Café, chocolate, chá (mate, preto e hortelã), refrigerante, menta ou bebidas mentoladas; · Álcool e cigarro; · Frituras e gorduras (abacate e manga); · Massas e doces (feitos com farinha de trigo); · Frutas ácidas: laranja, limão, tangerina, abacaxi, maracujá; · Temperos fortes: vinagre, limão, pimenta, pimenta-do-reino, alho, cebola, mostarda, catchup, conservas, embutidos (salsicha, salame, lingüiça); · Alimentos indigestos: pepino, tomate, beringela, pimentão, melancia; · Anti-inflamatórios: corticóides, AAS, aspirina, cataflan, voltaren, etc.

RECOMENDAMOS: · Comer devagar e mastigar bem os alimentos; · Não ficar de jejum mais que quatro horas, alimentando-se, pelo menos, seis vezes ao dia ( a cada 2 horas); · Leite desnatado, 1 a 2 copos ao dia, podendo adicionar frutas, sabor morango, côco, groselha, açucar queimado, canela, mel, cereais, neston, sustagen, ensure.

O que comer no café da manhã para quem tem gastrite?

Afinal, o que deve ter no café da manhã para quem tem gastrite? – Comece o dia com frutas, leite e seus derivados. O pão francês pode ser consumido, mas sem miolo. Que tal ser acompanhado de geleia e mel? Como a tendência para praticantes de atividade física é uma ingestão em maior quantidade pelo desgaste calórico, carnes brancas e magras, como aves e peixes podem fazer parte do cardápio.5 Os alimentos com propriedades calmantes e antiinflamatórios também são indispensáveis.

  1. Optar por chás em vez do café preto é uma excelente alternativa.
  2. A camomila é uma planta usada na medicina caseira com componentes suavizantes contra as perturbações estomacais como diarreia e náuseas, sintomas típicos da gastrite.4,5 Os adoçantes naturais seguem o mesmo trajeto do bem-estar digestivo.

Eles podem ser comparáveis ao açúcar em escala de doçura, apresentam baixa potencialidade calórica e ótimo valor nutricional. Nesse sentido, a estévia é o tipo apropriado porque além de ser livre de calorias, após a ingestão seus componentes metabólicos são completamente eliminados pela urina, evitando o armazenamento no organismo que comprometa o sistema gástrico.6 Mas não esqueça, para ajudar no controle dos sintomas e no desconforto gástrico os médicos pontuam a mastigação calma dos alimentos.5 Por fim, é importante realizar um acompanhamento nutricional adequado ao longo da vida com o objetivo de retardar o aparecimento da gastrite e, consequentemente, da infecção por H.

O que pode piorar a gastrite?

Na gastrite, há um processo inflamatório e o consumo de pimenta poderá ferir ou agravar a lesão inicial. Os demais molhos são ricos em conservantes e condimentos que também pioram o quadro.

Quem tem gastrite tem que beber muita água?

A adoção de uma alimentação saudável – com mais frutas, verduras e produtos integrais – é mais do que recomendável. No entanto, quem sofre com os sintomas de gastrite, como queimação e, em alguns casos, até refluxo, deve evitar certos alimentos (mesmo que alguns deles sejam considerados benéficos para a saúde).

Confira abaixo quais são eles: Leite Se você sofre de gastrite e a azia faz parte da sua rotina, você pode provavelmente já ter tentado amenizar o incômodo com um copo de leite. Para nossas avós, a bebida era um “santo remédio” não só para matar a fome antes de dormir, mas também para tratar dores de barriga de uma maneira geral.

O que elas não sabiam, no entanto, é que o leite pode piorar as dores de barriga, inclusive os sintomas da gastrite. Isso porque sua fórmula desequilibra o PH do estômago, produzindo mais ácido e machucando as paredes do órgão: o chamado “efeito rebote”.

  • Além disso, o leite pode provocar dores agudas, gases, diarreia e vômito em pessoas com intolerância alimentar,
  • Até mesmo outros derivados do leite, que parecem inofensivos, como o queijo branco e o iogurte desnatado, podem se tornar vilões na dieta de quem sofre de gastrite.
  • Água durante a refeição Assim como o leite, também acredita-se que tomar água ameniza a queimação, mas não existe nenhuma relação nisso.

Há quem costume tomar muita água logo depois de comer para tentar evitar esses sintomas, mas, na verdade, esta atitude pode até piorar o quadro, prejudicando a digestão. Café Apesar de ser comprovado que a bebida é rica em antioxidantes e os especialistas recomendarem até três xícaras por dia, para quem sofre de gastrite e azia a recomendação é outra: evitar! A cafeína, conhecida por nos manter acordados, pode irritar ainda mais o estômago.

Pimenta A pimenta, que há pouco tempo passou a ser adotada como termogênico natural por alguns frequentadores assíduos da academia, também deve ser evitada nestes casos. A ardência do alimento pode piorar as lesões na parede do estômago causadas pela doença e aumentar a sensação de queimação. Aliás, quem tem a doença deve evitar qualquer condimento forte, como molho de soja, curry, entre outros.

Frutas cítricas Apesar de serem altamente recomendadas na dieta devido ao alto teor de vitaminas e minerais, algumas frutas devem ser evitadas por pessoas com problemas gastrointestinais. Laranja, abacaxi, limão e até morango contêm substâncias que, assim como a pimenta, podem aumentar a dor e agravar o quadro.

Práticas e outros alimentos que devem ser evitados Se gordura e açúcar em excesso não são indicados nem para os mais saudáveis, não é preciso dizer que quem sofre com problemas gastrointestinais deve evitá-los ao máximo, não é? Além deles, existem outros produtos que devem ser evitados como os alimentos com corantes e conservantes (como sucos industrializados) e carne vermelha, que apesar de ser fonte de proteína, contém substâncias nocivas ao estômago.

Vale lembrar que ficar muito tempo sem comer estimula a produção de suco gástrico e inflama ainda mais as paredes do estômago. Por isso, faça pequenas refeições em intervalos regulares. Medicação e tratamento Cada caso é um caso. Ainda que você tenha os sintomas, não faça mudanças drásticas em sua alimentação ou tome medicamentos por conta própria.

Quem tem gastrite pode comer maçã?

Maçã é bom para gastrite? – Como dito acima, a maçã pode amenizar a azia, que é um dos sintomas da gastrite, Por isso, a longo prazo ela pode ser benéfica para quem tem gastrite, se combinada a uma dieta de PH equilibrado. Mas é importante lembrar que nenhum alimento, isoladamente, resolve problemas de saúde,

  1. A gastrite é uma inflamação no estômago, que pode ser aguda ou crônica – e a melhor forma de tratá-la é com acompanhamento profissional,
  2. Se você tem gastrite, vale pedir para o seu médico uma orientação sobre uma dieta que alivie seu quadro gastrointestinal.
  3. Uma dica é consumir a fruta com mais algum alimento, como manteiga de amendoim ou queijo com baixo teor de gordura.

Por falar em maçã, que tal uma receita com a fruta? Veja aqui como fazer torta de maçã.

Como acabar com a gastrite de uma vez por todas?

Coma comida de verdade – Quem sofre de gastrite sabe o quanto é chato quando as dores batem à porta. Além de um mal-estar geral, a gastrite pode ainda trazer anemia, inchaço, vômitos e até desidratação. Uma boa dica no tratamento de gastrite é a adoção de uma dieta rica em vegetais, frutas, proteínas e gorduras saudáveis.

Esse tipo de alimento pode ajudar a controlar a inflamação, previne deficiências de vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Pesquisas recentes sugerem que alguns alimentos podem ajudar a amenizar os sintomas da gastrite, pois são excelentes fontes de antioxidantes.

Consuma sempre que possível: cebola, alho, abóbora, pimentão, nozes, legumes, peixes e aves. O consumo de álcool em excesso também pode piorar a gastrite. Evite, ao máximo, consumir bebidas alcoólicas, pois o álcool ajuda a irritar a mucosa do estômago.

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Quem tem gastrite pode comer arroz e feijão?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Quem Tem Gastrite Pode Tomar Leite Olá, tudo bem? Você pode sim comer arroz e feijão, desde que não seja em uma quantidade exagerada (por exemplo, até se sentir “estufado”). O que você deve evitar são alimentos ricos em cafeína (café, chá mate, chocolates), sal em excesso, embutidos (salame, preseunto), alimentos gordurosos, refrigerantes, pimenta e bebidas alcoólicas.

  1. No entanto é importante que você passe por uma avaliação nutricional para que possa ser avaliado e identificar quais alimentos te fazem mal e que devem ser evitados de acordo com teus sintomas.
  2. Boa tarde, tudo bem? Pode sim! Precisa tomar cuidado apenas na forma de preparo desses alimentos para evitar colocar condimentos e gorduras ruins! Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta – R$ 250 Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.

Uma dieta balanceada é sempre adequada a todos. Uma boa rotina alimentar pode incluir o arroz e o feijão, especialmente se preparados com boas gorduras (do azeite de oliva, por exemplo) e livre de adições de temperos industrializados carregados de sódio e outros elementos como corantes e conservantes.

Para ter mais conforto, interessante também incluir atividade física à rotina (que auxilia no funcionamento digestório e pode aliviar o estresse) e evitar alimentos que possam irritar mais o seu estômago por conta da gastrite como bebidas alcoólicas, embutidos, frituras, café, chocolate e molhos muito condimentados.

Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta – R$ 180 Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta. Olá, não tem problema algum consumir arroz e feijão com o diagnóstico de gastrite. Evitar alimentos condimentados, pimenta, café, chocolate, fritura, molho de tomate e alimentos carminativos. Diego Prado Cirurgião geral, Cirurgião do aparelho digestivo Vila Velha

Fiz o tratamento de 7 dias para h pylori posso comer pastel de feira ? Bom dia! Tenho refluxo e faço uso de chá de cevada, esse alimento piora o refluxo? Obrigada. Boa noite,tb? Devido a dores estomacais intensas,minha esposa fez endoscopia através da qual descobriu que tinha H.pylori,e tbm bulbite. Após o diagnóstico o médico receitou o tratamento para eliminar a bactéria,o qual durou 14 dias.Ocorre que, 2 semanas após o tratamento,ela tem sentido fortes dores Com quanto tempo posso comer depois dos comprimidos do tratamento da H pylori? Gastrite erosiva e esofagite erosiva, da muita diarreia ? Hiperplasia duodenal leve pode virar neoplasia?Estou em.ltratamento com Dexilant 60mg,seguindo dieta,e deu negativo pra H PILORY Posso tomar hidróxido de alumínio com cloreto de magnésio após tomar Clavulin e pyridium pra aliviar a dor de estômago? Olá, estou fazendo o tratamento de h pylore Tem alguma coisa q tenho q deixar de comer? Por exemplo bolo caseiro? Posso fazer uso da espinheira Santa junto com o tratamento convencional contra hpylori ?? Posso tomar café descafeinado com a hpylore??ou faz mal?

Quanto tempo leva para curar a gastrite?

A duração do tratamento dependerá muito da gravidade que a inflamação apresenta, assim como as causas da doença. Porém, na maior parte dos casos, o paciente é curado em torno de algumas semanas ou meses.

Quem tem gastrite pode comer ovo cozido?

Quem tem gastrite pode comer ovo? – Essa é uma consideração individual, quando há gastrite não se recomenda a ingestão de alimentos fritos e gordurosos e por esse motivo os ovos devem ser consumidos cozidos. A tolerância é muito individual, em geral, os ovos cozidos não apresentam contraindicações de seu consumo na gastrite.

Qual o melhor almoço para quem tem gastrite?

Melhores alimentos para quem tem gastrite –

Alimentos ricos em fibras

As fibras solúveis, em contato com a água, formam uma espécie de gel, enquanto as fibras insolúveis passam intactas pelo trato digestivo, ambas protegendo o estômago e melhorando a digestão. Veja a importância das fibras no post ” Fibras alimentares e como incorporar na alimentação “.

Água, chás de frutas e ervas, água saborizada

As bebidas irão ajudam a hidratar as paredes do estômago, amenizando os sintomas.

Leite e iogurte desnatado e queijos magros

O leite é levemente alcalino, por isso estimula a produção de grande quantidade de ácido clorídrico, a fim de alcançar um pH ideal para a digestão. No entanto, nem todo mundo que tem gastrite se sente mal com o leite. Por isso, vale fazer o teste, mas é importante que seja leite desnatado, praticamente sem gorduras.

Ovos

Ovos são boas opções, no entanto, as gemas são ricas em gorduras, por isso é importante consumir com moderação, cozidos, mexidos ou fritos com pouco óleo, a fim de minimizar ao máximo o teor de gordura da refeição. Se você tem gastrite, procure um nutricionista para adequar a quantidade ideal para você.

Azeite e Castanhas

Azeite e castanhas são fontes de gorduras de boa qualidade, mas ainda assim são gorduras, por isso devem ser consumidas com moderação por quem tem gastrite. Por exemplo, 1 colher de sopa de azeite para grelhar e temperar a salada, e não exceder 1 punhado de castanhas por dia. Consumi-los juntos às fibras, como adicionar castanhas à salada ou ao iogurte, por exemplo, é uma boa estratégia.

Comer mais frequentemente e em porções menores

Ficar muito tempo com o estômago vazio pode aumentar a acidez estomacal, já que, sem alimentos, o ambiente tende a ficar mais ácido. Por isso, além de apostar nos melhores alimentos para quem tem gastrite, é importante comer mais frequentemente e em porções menores, evitando grandes quantidades de alimentos que dificultem a digestão.

Comer devagar, tranquilamente, mastigando bem os alimentos

Comer devagar e mastigar muito bem os alimentos é outro ponto essencial para quem tem gastrite, pois assim o estômago trabalhará menos até quebrar os alimentos para então poder digerir.

Porque limão é bom para gastrite?

Benefícios da água com limão – KATZ ENDOIMAGEM Emagrecer rápido e sem muito esforço é o que muita gente deseja. Com a esperança de alcançar este resultado, mulheres e homens aderiram à recente moda ditada pelas dietas detox:tomar água com limão em jejum todos os dias.

  • Mas será que a mistura é realmente eficaz e segura para a saúde? A médica com formação em medicina integrativa Anamelia Guerra afirma que a água com limão não está relacionada diretamente à perda de peso, mas é, sim, capaz de melhor a parte metabólica.
  • O que ajuda a emagrecer é dieta, não água com limão.

Contudo, a bebida é capaz de melhorar o pH do corpo, o que melhora a parte metabólica e ajuda o corpo a queimar mais calorias”, explica a médica. Água morna com limão é melhor? De acordo com a especialista, para obter o mecanismo de melhora do pH do estômago, a ingestão deve ser feita em jejum – e o grande responsável pelo resultado é o limão: a água entra apenas para deixar o sabor mais agradável.

  1. Por isso, quem preferir pode consumir a fruta pura espremida.
  2. Porém, se você optar por dilui-la em água, escolha a morna ou em temperatura ambiente para que a absorção pelo organismo seja melhor.
  3. Misture meio limão em meio copo de água”, ensina Anamelia sobre a proporção adequada.
  4. Água com limão em jejum dá gastrite? Segundo a médica, apesar de ter gosto ácido, o limão tem efeito alcalinizante no estômago – isto é, ele justamente reduz a acidez do pH deste órgão e até de parte do intestino.

“Ao contrário do que pensam, o limão não causa gastrite, ele até diminui os sintomas gástricosporque tem efeito anti-inflamatório e, ao alcalinizar do estômago até o intestino delgado, contribui para o bom funcionamento destes órgãos”, comenta. Além de não provocar o desconforto, a fruta tampouco agrava os sintomas de quem já possui o problema gástrico, garante Anamelia.

  • Ou seja, até mesmo pessoas que já sofrem de gastrite podem tomar limão com água diariamente.
  • Segundo a médica, o limão só é contraindicado para pessoas que apresentam algum tipo de alergia à fruta.
  • Se você tomar e se sentir mal, deve procurar um médico para saber se é alguma intolerância, mas isso é raro”, ressalta.

Benefícios do limão Apesar de parecer estranho, o limão tem efeito alcalinizante por causa da vitamina C presente nele. Anamelia afirma que a vitamina é uma das substâncias mais alcalinas que existem (apesar de, na boca, a percepção ser ácida). Além de ser ingerida em jejum, a água com limão pode ser consumida ao longo do dia, desde que o limão seja espremido na hora.

  • A vitamina C é um excelente antioxidante, mas oxida quando em contato com o ar, por isso, o limão tem que ser tomado no máximo de 5 a 7 minutos depois de ter sido espremido para que a pessoa usufrua de todos benefícios”, afirma.
  • Efeito digestivo A água com limão também pode ser consumida antes das refeições para ajudar na digestão e na absorção de ferro pelo organismo, sendo estes apenas alguns dos vários benefícios da água com limão.

Contudo, o certo é espremer meio ou até mesmo um limão inteiro em, no máximo, meio copo de água para que a ingestão de líquido não seja muito grande antes de você comer. Outra vantagem de tomar o limão espremido é que ele tem a fibra pectina, que pode diminuir o apetite e também ajuda na absorção de nutrientes.

Como é uma crise de gastrite?

Bastante desconfortável, aquela sensação de queimação no estômago pode ser comum após exagerarmos em uma refeição. No entanto, quando esse sintoma se torna frequente e intenso, é necessário ficarmos atentos à nossa saúde, já que isso pode ser um indício de alguma condição, como úlcera, gastrite e refluxo — doenças que geram muito incômodo e comprometem a sua qualidade de vida.

  1. Pelo fato de apresentarem sintomas parecidos, muitas vezes, há certa dificuldade para identificar qual problema realmente está afetando o seu organismo.
  2. Somente a partir dessa descoberta é possível realizar o tratamento adequado.
  3. O que é gastrite? Caso você tenha a sensação de dor na região da “boca do estômago”, saiba que isso pode ser muito mais do que uma simples queimação.
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Isso porque, esse é um dos principais sintomas da gastrite, que é definida como uma inflamação, que acontece no revestimento interno do estômago. Em relação ao tempo da doença, essa alteração pode ser diagnosticada como sendo aguda ou crônica. A gastrite aguda normalmente tem um agente específico, como uma bactéria, vírus ou uso de medicações que irritam o estômago, como anti-inflamatórios.

A gastrite crônica é a mais comum e é associada ao estilo de vida, como alimentação, estresse e sedentarismo. Dependendo de sua gravidade, a gastrite pode atingir a mucosa estomacal inteira ou apenas parte dela. Ela pode dar origem a uma inflamação mais intensa, com destruição do tecido do estômago, chamada de gastrite erosiva ou até evoluir com úlceras.

Sintomas da gastrite De acordo com dados da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), aproximadamente 70% da população brasileira tem algum tipo de gastrite. Identificar os sintomas da doença é imprescindível para buscar ajuda médica rapidamente.

indigestão; azia; dor de estômago intensa; perda de apetite; náuseas e vômito; sensação de estufamento; presença de sangue no vômito ou fezes nos casos mais graves.

O que é úlcera? Úlcera é o nome que se dá a qualquer lesão em que se quebre a barreira de proteção de um tecido. Uma úlcera comum e normalmente sem repercussões graves é a úlcera oral, que recebe o nome de afta. Quando falamos de gastrite e refluxo, podemos ter três tipos de úlcera: a gástrica, a duodenal e a esofágica.

A primeira se desenvolve dentro do estômago, a segunda ocorre no início do intestino delgado logo após a saída do estômago e a terceira acontece dentro do esôfago. O nosso estômago contém diversas substâncias produzidas pelo nosso corpo para realizar a digestão dos alimentos. Um dos mais importantes é o ácido clorídrico, cuja função é auxiliar na decomposição das proteínas.

Em uma pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a produção do ácido e dos fatores que protegem o estômago da sua ação. Já em indivíduos com alterações no estômago, esse equilíbrio não é mantido, causando a deterioração das paredes estomacais e do duodeno (porção inicial do intestino delgado), o que chamamos de úlcera.

  1. Diferentemente do que acontece na gastrite, a úlcera gástrica causa uma ferida mais profunda na parede do estômago, ocasionando dores muito mais intensas e persistentes.
  2. Apesar disso, é comum pessoas com úlceras (inclusive com sangramentos) terem poucos sintomas ou mesmo serem assintomáticos.
  3. O desenvolvimento da úlcera estomacal e duodenal está associado à bactéria Helicobacter pylori ou à ingestão de medicamentos, principalmente os anti-inflamatórios, além de consumo de cigarro ou bebida alcoólica, e fatores genéticos.

A úlcera esofágica normalmente se dá também pelo excesso de ácido passando pela mucosa esofágica (refluxo), um órgão que não tem todos os fatores de proteção que o estômago tem, levando a uma inflamação, a esofagite, e A úlcera é uma doença mais acentuada que a gastrite, o que geralmente leva a sintomas e incômodos mais fortes e com mais gravidade, tais como

vômitos com presença de sangue; sensação de queimação ou dor na parte localizada entre o umbigo e o esterno que costumam ocorrer quando o estômago está vazio; fezes com cor escura ou presença de sangue. sensação de inchaço depois da ingestão de conteúdos líquidos; fadiga; dor no peito; perda de peso.

O que é refluxo? O refluxo consiste em uma condição que se desenvolve quando o conteúdo presente no estômago refaz o caminho para o esôfago, onde o mucosa não se encontra preparada para lidar com substâncias ácidas e irritantes. Em alguns casos, pode chegar até a boca e as vias aéreas, provocando uma sensação desagradável, ou ainda afetar a laringe e os pulmões.

Certamente você já ouviu falar sobre refluxo em crianças em decorrência da fragilidade dos tecidos que fazem a barreira entre o esôfago e estômago, mas o problema também é comum em adultos. Uma das causas do refluxo pode ser a hérnia de hiato — uma alteração anatômica que acarreta o funcionamento inadequado do esfíncter esofágico inferior, que é uma válvula que impede que os restos de alimentos voltem para o esôfago.

O refluxo se diferencia da gastrite e da úlcera em relação aos sintomas, uma vez que estes são menos intensos do que nas outras duas doenças, mas também provoca incômodos. Os sintomas mais recorrentes são:

azia ou sensação de ardência que começa no estômago e se estende para a boca; alimentos voltam para a boca sem que haja vômito; tosse seca por conta da irritação das mucosas; dificuldade e dor para engolir alimentos; dor na capacidade torácica não cardíaca.

Qual tratamento é recomendado? Mais do que modificar os seus hábitos de vida, é imprescindível buscar ajuda médica para obter um diagnóstico preciso sobre qual é o problema que o seu organismo está enfrentando. Apenas por meio de uma consulta e exames apropriados será possível chegar a uma conclusão.

Normalmente, dependendo do grau de gravidade de cada doença, o tratamento é feito com a introdução de medicamentos inibidores da bomba de prótons, como esomeprazol, omeprazol, lansoprazol e pantoprazol, além de outros. A ingestão desses remédios reduz a produção de ácidos no estômago e melhora os fatores de proteção da mucosa, permitindo que você possa diminuir a inflamação, cicatrizar a mucosa e melhorar a sua qualidade de vida.

Muitas vezes, sem notar acabamos adquirindo hábitos que fazem muito mal ao nosso organismo. Em se tratando de problemas como gastrite, úlcera e refluxo, a forma como nos alimentamos impacta diretamente na redução ou estímulos dos sintomas. Entenda quais hábitos de quem sofre com um desses problemas deve mudar.

salgadinhos com conservantes; suco em pó; embutidos; frituras no geral; café; refrigerante e água gaseificada; feijão, vagem e ervilha; doces com alta concentração de açúcar; verduras e legumes crus; condimentos picantes e molhos apimentados.

Além disso, é recomendado dar prioridade para os alimentos saudáveis, como frutas e vegetais frescos, cereais integrais (pão integral, arroz integral e macarrão integral), que quando consumidos ajudam a facilitar a digestão. Assim, a produção de ácido no estômago é reduzida, diminuindo também a ocorrência de dor, azia, enjoo e vômito.

Prática de exercícios físicos Você deve estar se perguntando o que a prática de exercícios físicos tem a ver com problemas estomacais, não é mesmo? Quando praticadas moderadamente, as atividades físicas liberam hormônios anti-inflamatórios que são originados a partir das contrações musculares e contribuem para inibir os sintomas provocados pela inflamação gástrica.

Portanto, se você leva uma vida sedentária, está na hora começar a se exercitar o quanto antes. Porém, para quem tem refluxo, a dica é pegar leve, haja vista que o aumento da pressão abdominal causado por alguns exercícios pode elevar a pressão dentro do estômago e, assim, potencializar os sintomas da doença.

Úlcera, gastrite e refluxo apresentam sintomas semelhantes e que causam incômodos que podem atrapalhar a sua rotina. Contar com o suporte de médicos especializados no assunto, como gastroenterologistas, é o primeiro passo para entender qual é o grau em que o seu organismo desenvolveu o problema e quais as medidas necessárias para evitar maiores danos.

Fonte: Vida saudável/ blog do Hospital Israelita Albert Einstein Revisão técnica: Fernando Flaquer, gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein

Quem tem problema de gastrite pode comer batata doce?

Batata – doce É rica em carboidratos complexos e fibras solúveis, que podem ajudar a reduzir a acidez estomacal e a inflamação do revestimento do estômago.

O que é bom para fortalecer o estômago?

Veja alguns alimentos que ajudam na digestão – Alguns chás são digestivos, como hortelã, erva-cidreira, camomila, alecrim, sálvia, menta. Abacaxi possui a bromelina, enzima que auxilia na digestão de proteínas, podendo aliviar a sensação de “estômago cheio”.

Qual é a melhor vitamina para quem tem gastrite?

Unicamp – Sala de Imprensa Quem Tem Gastrite Pode Tomar Leite D iagnósticos incorretos e a falta de vitamina B-12 em postos da rede pública de saúde estão contribuindo para o surgimento no Brasil de novos e irreversíveis casos de anemia megaloblástica e neuropatias relacionadas à gastrite. A advertência é da hematologista Sara Teresinha Olalla Saad, coordenadora associada do Hemocentro da Unicamp.

  1. Segundo ela, médicos e autoridades sanitárias estão subestimando a gravidade e as conseqüências do problema.
  2. Especialista do Hemocentro defende uma campanha de conscientização A deficiência de vitamina B-12 tem prevalência crescente na faixa etária de 25 a 60 anos, e acomete cerca de 10% da população acima de 65 anos.

Mas estudos norte-americanos demonstram que pelos menos 1% da população de idosos desenvolve conseqüências graves da doença, como distúrbios neurológicos e psiquiátricos e anemia megaloblástica (referência ao megaloblasto, glóbulo vermelho que se encontra na medula óssea).

  • A vitamina B-12 é absorvida pelo trato gastrointestinal a partir de alimentos como leite, carnes e ovos.
  • A causa da deficiência de vitamina B-12 é uma gastrite desencadeada por diferentes mecanismos.
  • Um é de origem imunológica: o doente destrói suas próprias células do estômago, fenômeno muito comum em mulheres acima de 25 anos e também em idosos, associado a doenças da tireóide e ao vitiligo.

Outro, responsável pela maioria de úlceras e gastrites em homens e mulheres de qualquer faixa etária, é a bactéria Helicobacter pylori (H. pylori). A H. pylori pode ser diagnosticada por endoscopia e tratada com antibiótico. Sem essa providência, a gastrite torna-se uma lesão que, no prazo de cinco a dez anos, pode comprometer a eficiência da absorção de vitamina B-12.

Uma hipótese para a alta incidência em idosos é que a deficiência não apareceu aos 65 anos, mas evoluiu ao longo dos últimos dez anos em que a gastrite não foi tratada”, pondera Sara Saad. “A reserva de vitamina B-12 no organismo é grande, mas quando cessa sua capacidade de absorção todo estoque é consumido sem que ocorra a reposição, podendo levar ao desenvolvimento da anemia”.

Desmielinização – Além da anemia, a deficiência da vitamina também causa a destruição de células neuronais, processo denominado desmielinização e que provoca neuropatias, como são chamadas as doenças do sistema nervoso, acarretando distúrbios comportamentais.

Os sintomas mais freqüentes são: formigamento em ambas as pernas, queimação na sola dos pés, distúrbios da marcha e do equilíbrio (andar cambaleando com as pernas bem abertas para equilibrar-se). Em casos mais extremos ocorre também incontinência urinária por falta de controle do esfíncter. “Quando esses distúrbios ocorrem no idoso, pensa-se logo que ele está ficando esclerosado por causa da velhice e fica tudo por isso mesmo”, observa Sara Saad, salientando que podem ocorrer ainda situações que simulam quadros psicóticos.

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De acordo com a coordenadora associada do Hemocentro, o paciente tem freqüentemente perda do apetite e emagrecimento. Como nem sempre a anemia está associada a esses outros sintomas da deficiência, não há alteração no hemograma capaz de apontar o problema.

Há casos até de se associar erroneamente esse quadro clínico a cânceres, sem que o problema real seja de fato atacado. “Os médicos ficam investigando durante muito tempo e perde-se a oportunidade de cuidar adequadamente do doente. É comum pacientes com anemia grave receberem transfusão porque apenas desconfia-se de câncer.

Ocorrem também associações equivocadas a doenças de medula óssea, tipo aplasia, e a outras alterações hematológicas. Mas essa não é uma doença para o hematologista, é para o clínico geral saber diagnosticar e tratar”, afirma a especialista. Irreversível – Se a deficiência de vitamina B-12 é diagnosticada precocemente, a pessoa não desenvolve as complicações.

Mas, infelizmente, lamenta Sara, não é o que vem ocorrendo. Como unidade de referência, o Hemocentro da Unicamp recebe em média dez pacientes por mês em estado gravíssimo, magérrimos, com níveis baixíssimos de hemoglobina, com graves distúrbios neurológicos, incapacitados de andar e controlar esfíncteres, porque há cinco anos estão com o quadro clínico ainda em investigação, sem o diagnóstico correto.

“A desmielinização provoca uma situação irreversível, ou seja, com tratamento o paciente pode melhorar um pouco, mas não recobra todas as funções, já que alterações neurológicas deixam quase sempre seqüelas”, salienta a hematologista. “Para ser reversível tem que tratar no começo.

Mas na nossa casuística, quase todos são irreversíveis, porque chegam em estado muito grave”. Sara Saad conclui, então, que os médicos da rede básica de saúde não estão sendo capazes de diagnosticar precocemente a doença. “Existe uma falha grande desse diagnóstico e não é só na região, é no país inteiro”, observa.

Ela completa: “Estamos vivenciando um problema de saúde pública que tende a se agravar, porque a nossa população está envelhecendo e, até agora, o conceito de saúde publica no Brasil foi o de cuidar da criança e do jovem”. Campanha – A hematologista da Unicamp defende uma campanha nacional para conscientização populacional sobre a gravidade da anemia megaloblástica, semelhante ao que ocorreu com a anemia ferropriva (redução de glóbulos vermelhos por falta de ferro) na década de 1960 no Brasil.

Naquela ocasião, lembra Sara Saad, criou-se a consciência na população para a importância do ferro na prevenção da doença. “Agora é preciso que o mesmo ocorra com a vitamina B-12 por causa dos riscos da redução dessa vitamina no organismo. É preciso uma mobilização para que o país produza e disponibilize na farmácia básica um medicamento tão barato para o tratamento”, reivindica.

Tratamento é de baixo custo mas medicamento some das prateleiras O tratamento da anemia megaloblástica é de baixo custo e ocorre pela aplicação de vitamina B-12 no paciente. A injeção de 1 miligrama do medicamento custa R$ 3,50. Uma dose semanal durante três meses (totalizando R$ 42) e, depois, uma dose mensal para manutenção pelo resto da vida, já que a gastrite é perene, são suficientes para afastar conseqüências mais graves em casos diagnosticados precocemente.

A hematologista Sara Saad sugere que, no idoso, se faça um teste terapêutico com a administração da vitamina caso se perceba distúrbios da memória, irritabilidade anormal, formigamento nas pernas ou mãos, queimação nas solas dos pés, por exemplo. De acordo com ela, o remédio tem a vantagem de não produzir efeitos colaterais em alguém que não tenha a deficiência e pode colaborar para impedir a progressão de algum eventual problema.

“Aplica-se a injeção, às vezes até mais de uma dose, e faz-se o acompanhamento semanal do paciente para saber de sua reação. Geralmente ele relata um bem-estar que não consegue explicar o que é. Mas é porque melhorou da neuropatia, que deixa a pessoa muito cansada, com muita fraqueza muscular, muito inapetente”, conta a pesquisadora.

A dosagem de B-12 no sangue é um exame laboratorial também barato e acessível (não chega a R$ 5,00) e permite ao interessado saber como está o nível da vitamina no organismo antes da eventual aplicação do medicamento. Produto some – Além da alta prevalência, da má conscientização da classe médica para a gravidade do problema e do despreparo para um correto diagnóstico, há um quarto agravante: a falta de medicação B-12 nas farmácias brasileiras desde novembro do ano passado.

Uma amostra da situação é o que ocorre na região de Campinas, conforme constatação do serviço social do Hemocentro: o produto sumiu nas cidades vizinhas e só é encontrado em duas farmácias de Campinas, ainda assim em apresentações de 15 miligramas – o que implica em custo três vezes maior, já que essa quantidade é muito superior ao que pede o tratamento, que pede doses de apenas 1 miligrama.

  • Além de não conseguirmos tratar os novos casos, muitos pacientes que já tiveram alta estão voltando ao ambulatório do Hemocentro por causa da falta do medicamento”, afirma Sara Saad.
  • A vitamina B-12 é um remédio muito barato e, conforme observa a hematologista, para obter ganho de escala os laboratórios passaram a fabricar apenas apresentações com uma quantidade exageradamente alta da droga.

“Isso encarece desnecessariamente o tratamento, torna a aplicação da atual dosagem da injeção mais dolorida e não permite aproveitamento de toda a quantidade”, afirma. Ela acrescenta que há apresentações associadas com corticóides, substância absolutamente desnecessária para tratar deficiência de B-12.

O remédio também é vendido em cápsulas, mas a absorção oral requer doses maiores e não é tão eficiente quanto a proporcionada por via intramuscular. Denúncia – A coordenadora associada do Hemocentro conta ter denunciado a situação tanto à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (braço do Ministério da Saúde responsável pelas políticas de produção e distribuição de medicamentos para a população por meio dos postos de saúde) quanto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os dois órgãos ficaram de encaminhar soluções. O problema também chegou ao conhecimento do Colégio Brasileiro de Hematologia e da Sociedade Brasileira de Hematologia.

Postos cometem equívoco grave na prescrição
Sara Saad alerta para um equívoco gravíssimo que vem ocorrendo na prescrição de ácido fólico para pacientes medicados em postos de saúde. Indicada para tratamentos de desnutrição, alcoolismo e para mulheres em processos gestacionais contínuos, essa substância faz parte da fórmula de medicamentos vitamínicos disponíveis em grande quantidade na rede pública e receitados indiscriminadamente para todo tipo de anemia. Só que o ácido fólico piora as neuropatias de quem tem deficiência de B-12, já que essa vitamina é extraída do sistema nervoso durante o metabolismo do ácido no organismo. “Além da piora das neuropatias, há o risco até de desencadear doenças do sistema nervoso a partir da ingestão do ácido fólico”, alerta a especialista. Outro erro dos médicos, segundo ela, é prescrever complexo vitamínico B para tratar deficiência de B-12. O medicamento, embora contenha outras vitaminas B, possui quantidade insuficiente para quem necessita repor B-12. “Ocorre então que o paciente idoso anêmico é tratado inicialmente, e erroneamente, com ferro. Como não há melhora, mandam tomar ácido fólico. O doente volta ainda com o problema e prescrevem complexo B. Ou seja, não se está tratando deficiência de B-12 e até piorando a neuropatia”, salienta Sara. Ela observa que isso acaba por mascarar todo o diagnóstico, quando não chegam ao extremo de realizar transfusão de sangue. “Aí torna-se impossível analisar corretamente os dados do hemograma. Por isso existem pacientes que ficam até cinco anos sendo tratados incorretamente de uma doença crônica e quando se descobre a verdadeira causa do problema já é tarde para recuperá-los”.

Unicamp – Sala de Imprensa

Quais os alimentos que protegem o estômago?

Gastrite? Conheça alimentos que protegem o estômago Quem Tem Gastrite Pode Tomar Leite A gastrite é uma inflamação que afeta a mucosa do estômago, causando dor e desconforto. Mas sabia que alguns alimentos podem ajudar a prevenir essa condição? Confira algumas opções:

Gengibre: além de ser um anti-inflamatório natural, o gengibre ajuda a proteger a mucosa do estômago e a reduzir os sintomas da gastrite. Aloe vera: essa planta medicinal possui propriedades anti-inflamatórias e ajuda a acalmar a irritação no estômago. Alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e cereais integrais, ajudam a regular o trânsito intestinal e evitam a constipação, que pode piorar a gastrite. Peixes e frutos do mar são fontes de ômega-3, um ácido graxo com ação anti-inflamatória que ajuda a reduzir a inflamação no estômago. Alimentos ricos em vitamina C, como laranja, acerola e kiwi, possuem propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a mucosa do estômago. Alimentos probióticos, como iogurte e kefir, ajudam a equilibrar a flora intestinal e a reduzir a inflamação no estômago.

Lembre-se que uma dieta equilibrada e saudável é essencial para prevenir a gastrite. Consulte sempre um médico ou nutricionista para receber orientações específicas para o seu caso. Publicado em Alimentação | em 03 de Abril de 2023 : Gastrite? Conheça alimentos que protegem o estômago

Qual o melhor leite para quem tem refluxo e gastrite?

Pessoas com refluxo podem tomar leite, no entanto, o. mais recomendado seria o desnatado, pois a gordura. do integral pode gerar um refluxo mais intenso.

Quem tem gastrite e refluxo pode tomar Qual leite?

Alimentos de origem animal – Quem tem refluxo pode comer alimentos de origem animal como leite e seus derivados, mas estes precisam ser desnatados, ” A gordura retarda a digesto e aumenta a produo de cido, por isso, ao consumir leite ou derivados lcteos, importante que sejam desnatados.

  • Dessa forma, seu organismo far a absoro dos alimentos sem causar a irritao gstrica “, explica Camila Marques.
  • Alm do leite, quem tem refluxo tambm pode comer carnes brancas como frango e frutos do mar como peixes e camaro,
  • Essas carnes possuem baixo teor de gordura e ajudam a reduzir os efeitos do refluxo.

Mas importante que elas sejam preparadas de forma saudvel, de preferncia cozidas ou assadas.

Qual é o melhor iogurte para quem tem gastrite?

Iogurte natural Contém probióticos que podem ajudar a equilibrar as bactérias benéficas no intestino e no estômago, reduzindo a inflamação e melhorando a digestão.