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Quem Foi Paulo Na BBlia?

Quem foi Paulo na Bíblia resumo?

Na História Publicado em 24.06.2021 | 20.839 visualizações São Paulo foi um apóstolo de Cristo, um dos maiores propagadores do cristianismo. Autor de treze epístolas do Novo Testamento. Antes de se converter, era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém.

São Paulo, Apóstolo nasceu em Tarso, na Cilícia, atual Turquia. Recebeu dois nomes: Saulo ( em hebreu ) e Paulo ( em romano ). Seus pais eram judeus, mas gozavam dos privilégios da cidadania romana. Paulo passou os primeiros anos de sua vida em meio a comunidade judaica. Em sua Juventude, foi enviado a Jerusalém, onde deveria se familiarizar mais com a religião e a cultura hebraica.

Em Jerusalém; Paulo estudou no templo de Salomão. Durante cinco anos, foi educado como discípulo de Gamaliel, rabino influente e de renome. Estudou a Lei Oral, conjunto de tradições que regulava todas as atividades da vida cotidiana. Paulo se preparava para ser um rabino na mais ortodoxa das seitas judaicas.

  • No fim de seus estudos, Paulo retornava a Tarso.
  • Nessa época, ocorreram os grandes eventos do cristianismo.
  • Desde 26 D.C, Jesus anunciava o Evangelho, entre 28 e 30 D.C, a morte e a ressurreição de Cristo.
  • Quando Paulo chegava em Jerusalém, em 29 D.C, os discípulos de Jesus eram mais de cinco mil.
  • A maioria dos judeus, incluindo Paulo, não acreditavam ainda que, aquele fosse o Messias.

Paulo se tornou perseguidor das primeiras comunidades cristãs e participou do apedrejamento do apóstolo Estêvão. Conversão ao Cristianismo: No Caminho para Damasco, São Paulo teve uma visão de uma forte luz e Jesus lhe questiona sobre as perseguições.

No mesmo instante, ficou cego e durante três dias se entregou às orações. Por ordem de Jesus, Ananias vai a seu encontro, prepara seu batismo, põe a mão em sua cabeça e no mesmo instante, Paulo recupera sua visão e fica impressionado e então, converte-se ao cristianismo. Para mudar seus pensamentos, foi para o deserto da Arábia.

Por lá faz diversas expedições missionárias pregando o evangelho de Cristo. Em 44 D.C, após três anos pregando em Tarso, foi para Antioquia, capital da província da Síria. Entre 49 e 53 D.C, São Paulo realizou sua segunda viagem missionária. Entre outras cidades, foi a Macedônia, Acaia, Filipes, Atenas e Corinto.

Em 58 D.C, em Jerusalém, foi acusado de ter pregado contra e Lei e além de ter introduzido um gentio, no templo. Após ter sido preso, São Paulo é enviado a Roma, onde seria julgado por um tribunal de César, mas um naufrágio interrompe a viagem, Paulo consegue permissão para ficar em uma prisão domiciliar.

Até o Ano 62 D.C, Paulo escreveu suas epístolas, das quais treze conseguiram sobreviver: 1ª e 2ª Tessalonice, aos Gálatas, aos Filipenses, 1ª e 2ª aos Coríntios, aos Romanos, a Filemon, aos Colossenses, aos Efésios, 1ª e 2ª aos Timóteo e aos Hebreus.

Qual foi o papel de Paulo na Bíblia?

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um apóstolo de Cristo, um dos maiores propagadores do cristianismo e autor de catorze epístolas do Novo Testamento. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém.

Como foi o encontro de Paulo com Jesus?

Capítulo 59: Saulo Ouve a Voz de Jesus e É Convertido Paul walking with a friend on the road to Damascus. – ch.60-1 Saulo tinha assistido à morte de Estêvão. Certo dia, ele estava indo para a Cidade de Damasco com alguns amigos, porque queria colocar alguns discípulos de Cristo na prisão. Paul sees a bright light and hears the voice of Jesus Christ. – ch.60-2 De repente uma luz brilhante, vinda do céu, envolveu-o e ele caiu no chão. Depois, Saulo ouviu a voz de Jesus perguntando por que ele estava perseguindo os santos. Saulo ficou com medo e perguntou a Jesus o que deveria fazer. O Salvador disse-lhe que deveria ir a Damasco, pois lá receberia instruções. Paul, being blind, is led by a friend along the road. – ch.60-3 Saulo abriu os olhos, mas não via nada. Ele estava cego. Seus amigos levaram-no a Damasco. Christ appears to Ananias in a vision and tells him to go to Paul. – ch.60-4 Nesta cidade morava um discípulo de Jesus Cristo chamado Ananias. Numa visão, Jesus disse a Ananias que procurasse Saulo. Ananias blesses Paul. – ch.60-5 Ananias tinha o sacerdócio e colocou as mãos sobre a cabeça de Saulo e o abençoou para que recuperasse a visão. Depois que foi curado, Saulo foi batizado e recebeu o dom do Espírito Santo. Paul preaches the gospel in other lands. – ch.60-6 Saulo trocou seu nome para Paulo. Ele foi chamado para Apóstolo e tornou-se um missionário da Igreja. Paulo escreveu muitas cartas e visitou muitas terras, pregando o evangelho. : Capítulo 59: Saulo Ouve a Voz de Jesus e É Convertido

Por que Paulo é chamado de apóstolo?

Quem era o apóstolo Paulo? “Quem era o apóstolo Paulo?”, Liahona, agosto de 2023. Vem, e Segue-Me gravura do apóstolo Paulo

  • Nome judaico: Saulo
  • Nasceu em Tarso, uma cidade da atual Turquia
  • Obteve cidadania romana ao nascer
  • Cresceu em um lar muito respeitado e religioso
  • Foi enviado para estudar em Jerusalém e tornou-se fariseu
  • Os fariseus viam o cristianismo como uma perversão do judaísmo, por isso Saulo “assolava a igreja” () em um esforço para defender sua religião

Enquanto Saulo viajava para Damasco para prender os seguidores de Cristo refugiados, “subitamente o cercou um resplendor de luz do céu” (). Caindo por terra, ele “ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (.) Cristo ordenou a Saulo, agora cego devido à visão que tivera, que fosse a Damasco e esperasse mais instruções.

  • Após três dias de cegueira, Saulo foi visitado pelo discípulo Ananias, que restaurou sua visão (ver ).
  • Saulo foi então batizado e seguiu para Jerusalém, mas os discípulos “o temiam, não crendo que fosse discípulo” ().
  • Saulo foi chamado para ministrar aos gentios e, a partir daquele momento, a Bíblia se refere a ele como Paulo, seu nome latino.

A conversão de Paulo é um testemunho de que o evangelho de Jesus Cristo está ao alcance de todos os que se arrependem e “que, não importa onde estejamos ou o que tenhamos feito, não existe um ponto de onde não haja retorno”. Paulo era um apóstolo que poderia ensinar “os gentios em terras não judaicas, que podia resistir às críticas de seus próprios compatriotas (mesmo na Igreja) e que tinha o conhecimento e o treinamento para ensinar tanto judeus quanto gentios de todos os níveis sociais em todo o império romano”.

  1. Gerrit W. Gong, “”, Liahona, novembro de 2018, p.41.
  2. Robert J. Matthews, ” Saul of Tarsus: Chosen for a Special Need “, Ensign, setembro de 1987, p.62.
  3. David Rolph Seely e Jo Ann H. Seely, ” Paul: Untiring Witness of Christ “, Ensign, agosto de 1999, p.26.

: Quem era o apóstolo Paulo?

Como Paulo se apresenta na Bíblia?

Eram os primeiros anos da Igreja. Saulo, judeu da tribo de Benjamin, nascido em Tarso na Cilícia, foi fulgurado pelo encontro com o Cristo. Saulo é fariseu, mas goza de todos os direitos de cidadão romano. Educado em Jerusalém por Gamaliel, inimigo declarado de Jesus Cristo, é um dos perseguidores do diácono Estevão.

  1. Depois da morte de Estevão, participa com fúria tenaz da perseguição insurgida pelos judeus contra a Igreja de Jerusalém.
  2. Retira os cristãos e os faz aprisionar.
  3. Ele mesmo pede ao sumo sacerdote que lhe dê cartas de apresentação para as sinagogas de Damasco para conduzir prisioneiros a Jerusalém os cristãos daquela cidade.

Enquanto se encontrava na estrada de Damasco para iniciar a sua empreitada, uma luz fulgurante o derruba por terra e uma voz o interroga: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Saulo derrubado, chega cego à cidade. Ananias, avisado por revelação divina sobre o acontecimento, o batizará.

Paulo começa nas sinagogas a anunciar a ouvintes estupefatos que Jesus é o Filho de Deus, conforme a narração no livro dos Atos dos Apóstolos 9,1-22. “Quem és, Senhor?”, havia perguntado Saulo à voz que o tinha derrubado do cavalo. “Eu sou Jesus que tu persegues”. A evidência da fulguração transformou o perseguidor dos cristãos: “Senhor, que queres que eu faça?” Do ódio ao amor o passo é breve, Jesus de Nazaré se mostra o Cristo e abate o orgulho do homem, fazendo-o instrumento escolhido para levar o seu nome aos gentios.

O preço é um só: “Mostrar-te-ei quanto deverás sofrer por meu nome”. Mas absorvido no mistério de Cristo morto e ressuscitado, Paulo não verá mais a cruz senão como transfiguração da glória. O episódio narrado não pode ser reduzido à experiência puramente interior: também os companheiros de Paulo o perceberam e ouviram “a voz”.

Paulo recordou repetidamente o acontecimento: Jesus lhe aparecera (1Corintios 15,8); tinha visto o Senhor (9,1), com o vulto envolvido pela glória divina (2Corintios 4,6); a aparição de Damasco equivalia para ele às aparições que tiveram os apóstolos depois da ressurreição de Jesus. Sobre o batismo de Paulo (Atos 9, 1-21), o Senhor manda Ananias, para que Paulo recupere a vista e seja batizado.

Para convencer Ananias, compreensivelmente hesitante, o Senhor lhe manifesta a excepcional missão destinada a Paulo: a de ser seu mensageiro em todo o mundo, diante dos pagãos, das autoridades e dos próprios judeus. Ele é grande modelo, seguidor de Jesus, anunciando com ardor o Evangelho.

  1. Paulo tem plena consciência de que é servo, chamado a ser apóstolo, escolhido para o Evangelho de Deus.
  2. Com esta apresentação, começa sempre suas cartas.
  3. Ele afirmou uma vez: “Sei em quem acreditei”.
  4. Faz incansável profissão de fé em Cristo Jesus, crucificado e ressuscitado, vivo entre nós.
  5. Neste ano Paulino, vale a pena reconhecer Paulo especialmente através de suas cartas.

São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, faz um retrato de Paulo e revela o traço mais sugestivo e fascinante do Apóstolo dos gentios: o seu amor a Cristo, à paixão por ele, caminho para a ressurreição e a glória: “Paulo tudo suportou por amor a Cristo.

Gozar do amor de Cristo era a sua vida, o seu mundo, o seu reino, a sua promessa, tudo. O que é o homem, quão grande é a dignidade da nossa natureza e de quanta virtude é capaz a criatura humana, Paulo o demonstrou mais do que qualquer outro. É o que aprendemos de suas próprias palavras: ‘Esquecendo o que fica para trás, eu me lanço para o que está na frente’.

As fraquezas, as injúrias, as necessidades, as perseguições são as armas da justiça, mostrando que delas lhe vinha grande proveito.” A aparição no caminho de Damasco muda, em um segundo, todo o modo de pensar e de agir de Saulo, até então ardente inimigo da cruz.

Quais são as características do apóstolo Paulo?

Nove características da liderança de Paulo – Quem Foi Paulo Na BBlia Quem Foi Paulo Na BBlia Onde quer que fosse, Paulo se destacava como um homem de autoridade e personalidade incomuns — um homem que era líder em sua totalidade. Nunca faltou seguidores para ele. Suas qualidades de caráter irresistivelmente o elevavam acima de seus colegas e companheiros.

Paulo não exercitava sua autoridade de maneira rude ou arbitrária, mas também não suportava os enganadores. Ele era sensato e não opressor. A liderança de Paulo não era perfeita, mas nos dá um exemplo tremendamente encorajador e inspirador do que significa continuar avançando rumo à maturidade. Um líder deve estar disposto a desenvolver-se em muitos aspectos e em muitas habilidades, mas com uma unidade de propósito.

Vamos conferir algumas características da liderança de Paulo? Quem Foi Paulo Na BBlia Líderes com os talentos e força de caráter que Paulo possuía frequentemente tendem a dominar e anular outros menos poderosos e a ser insensíveis aos direitos e convicções dos outros. Paulo era meticuloso em seus relacionamentos, lidando com situações difíceis com raro tato e consideração.

Paulo era atencioso e sensível aos direitos e sentimentos dos outros e cautelosamente evitava desentendimentos. Ele esmerava-se para evitar transpor a esfera de autoridade da outra pessoa. A passagem seguinte revela sua noção de cortesia territorial: “Não nos orgulharemos do que se fez fora de nosso campo de autoridade.

Antes, nos orgulharemos apenas do que aconteceu dentro dos limites da obra que Deus nos confiou, que inclui nosso trabalho com vocês. Quando afirmamos ter autoridade sobre vocês, não ultrapassamos esses limites, pois fomos os primeiros a chegar até vocês com as boas-novas de Cristo.

  1. Também não nos orgulhamos do trabalho realizado por outros nem assumimos o crédito por ele.
  2. Pelo contrário, esperamos que sua fé cresça de tal modo que se ampliem os limites de nosso trabalho entre vocês” (2 Coríntios 10:13-16).
  3. A sensibilidade de Paulo é vista singularmente na forma habilidosa com a qual conduziu as negociações com Filemom sobre Onésimo.

“Mas eu nada quis fazer sem seu consentimento. Meu desejo era que você ajudasse de boa vontade, e não por obrigação” (Filemom 14). Quem Foi Paulo Na BBlia A coragem moral de Paulo se igualava à sua coragem física, que era de padrão muito elevado. Ele não se detinha pelos sofrimentos esperados nem pelo perigo presente toda vez que eles o confrontavam a fim de impedir seu trabalho. A sua obstinada coragem é evidente em suas próprias palavras: “Agora, impelido pelo Espírito, vou a Jerusalém.

  1. Não sei o que me espera ali, senão que o Espírito Santo me diz, em todas as cidades, que tenho pela frente prisão e sofrimento” (Atos 20:22-23).
  2. O corajoso apóstolo confrontou, como um leão, a multidão enraivecida pela causa de seu Mestre.
  3. Ele também quis entrar, mas os discípulos não permitiram.
  4. Alguns amigos de Paulo, oficiais da província, também lhe enviaram um recado no qual suplicaram que não arriscasse a vida entrando no anfiteatro” (Atos 19:30-31).

Ele compreendeu que nem sempre é nosso dever evitar o perigo. No entanto, a coragem do apóstolo não desconhecia o temor. “Fui até vocês em fraqueza, atemorizado e trêmulo”, ele disse aos coríntios (1 Coríntios 2:3). Uma indiferença apática ao perigo não é um sinal de coragem verdadeira. Quem Foi Paulo Na BBlia O marechal-de-campo Montgomery estabeleceu que um dos sete ingredientes da liderança militar efetiva é: “O líder militar deve ter o poder de tomar uma decisão clara, precisa”. O apóstolo Paulo, como um comandante do campo espiritual, preenche totalmente essa categoria de liderança.

  1. De fato, essa era uma característica chave de seu caráter, e ele a demonstrou no exato momento de sua conversão.
  2. Quando os céus romperam e ele viu Cristo exaltado, sua primeira pergunta foi: “Quem és tu, Senhor?”.
  3. A resposta “Eu sou Jesus, o nazareno, a quem você persegue” (Atos 22:8) superou todo seu universo teológico, mas ele aceitou imediatamente as implicações de sua descoberta.

Uma rendição absoluta ao Filho de Deus era a única resposta possível e, com sua alma completamente refeita, decidiu ali mesmo ser totalmente submisso e obediente. Isso o levou a sua segunda pergunta: “Que devo fazer, Senhor?” (Atos 22:10). Vacilação e indecisão não tinham espaço no treinamento de Paulo. Quem Foi Paulo Na BBlia Uma das funções mais importantes de um líder espiritual é comunicar sua própria fé e visão àqueles que o seguem. Paulo confiava plena e profundamente em Deus. O próprio apóstolo declarou: “Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me foi dito” (Atos 27:25).

Paulo considerava o desejo de sinais exteriores, milagres, ou sentimentos íntimos para firmar a fé, um sinal de imaturidade espiritual. A fé se ocupa com o invisível e espiritual. A visão se preocupa com o visível e o tangível. A visão reconhece a realidade apenas em coisas presentes e concretas. “A fé mostra a realidade daquilo que esperamos; ela nos dá convicção de coisas que não vemos” (Hebreus 11:1).

Fé é certeza, dependência, confiança, e tem envolvimento direto com Deus. “Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6). A fé que Paulo depositava em Deus era genuína, uma confiança natural que jamais foi traída.

O apóstolo sentia-se tão confortável com o Deus revelado nas Escrituras, tanto no âmbito do impossível como na esfera do possível. Seu Deus não conhecia limitações e, por conseguinte, era digno de confiança ilimitada. Fé é visão. Paulo era capaz de ver coisas que eram invisíveis a muitos de seus companheiros que não possuíam semelhante fé.

O servo de Eliseu viu claramente a imensidão do exército inimigo que os cercava, mas a fé de Eliseu o capacitou a ver as invencíveis forças do Céu (2 Reis 6). Sua fé lhe concedeu a visão. Quem Foi Paulo Na BBlia Paulo não priorizava o isolamento. Ele era um homem essencialmente social e possuía uma habilidade ímpar de capturar e manter o amor intenso e lealdade dos amigos com quem livremente interagia. Seu amor por eles era genuíno e profundo. Paulo raramente trabalhava sozinho.

  1. Ele se sentia desesperadamente solitário quando isolado.
  2. Ele tinha um dom para amizades”, escreveu C. Lees.
  3. Nenhum homem no Novo Testamento fez inimigos mais ferrenhos, mas poucos homens no mundo fizeram amigos melhores.
  4. Eles se aglomeravam ao seu redor tão intensamente a ponto de não podermos reconhecer suas personalidades em sua afeição.” Um dos segredos de Paulo era sua capacidade de amar seus amigos desinteressadamente, amar mesmo sem nada receber em retorno.

“Por vocês, de boa vontade me desgastarei e gastarei tudo que tenho, embora pareça que, quanto mais eu os ame, menos vocês me amam” (2 Coríntios 12:15). A amizade de Paulo com Timóteo é um modelo de amizade entre um homem mais velho e outro mais jovem. Quem Foi Paulo Na BBlia Em suas pregações e escritos, Paulo inconscientemente usou suas próprias experiências como ilustrações e compartilhou suas próprias lutas interiores, frustrações e falhas. Ele não desonrou sua sinceridade e integridade (2 Coríntios 1:23; Romanos 9:1-2), mas também não se exaltou indevidamente.

Com base na graça que recebi, dou a cada um de vocês a seguinte advertência: não se considerem melhores do que realmente são. Antes, sejam honestos em sua autoavaliação, medindo-se de acordo com a fé que Deus nos deu” (Romanos 12:3). Paulo tinha total consciência de suas falhas e fraquezas, especialmente por seu padrão de maturidade ser “à completa medida da estatura de Cristo” (Efésios 4:13).

Ele reconhecia as limitações de suas próprias realizações. “Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou” (Filipenses 3:12). Mas, ao invés de abatê-lo moralmente, essas constatações o impulsionavam para aquilo que estava diante dele.

  1. Apesar de toda essa modesta (mas saudável) autoavaliação, Paulo ousadamente exorta os coríntios: “Portanto, suplico-lhes que sejam meus imitadores” (1 Coríntios 4:16).
  2. Porém, mais adiante na epístola, ele adiciona uma cláusula importante: “Sejam meus imitadores, como eu sou imitador de Cristo” (1 Coríntios 11:1 – ênfase adicionada).

Expor sua vida como exemplo não era uma exibição de orgulho, pois o que ele era e o que realizara fora por causa de Cristo. Paulo era bem generoso em suas avaliações dos outros e não invejava os dons e sucesso espiritual deles. Ele sentia prazer em associar-se com companheiros da obra, mesmo os jovens, em termos de igualdade. Quem Foi Paulo Na BBlia A humildade não faz parte do programa dos cursos de liderança ao redor do mundo, nos quais a proeminência, a publicidade e a autopromoção se tornam muito importantes. De acordo com Jesus, não deve ser assim entre nós. “Entre vocês, porém, será diferente.

  • Quem quiser ser o líder entre vocês, que seja servo” (Marcos 10:43).
  • Paulo seguia de perto os passos de seu Senhor nesse requisito.
  • O apóstolo, que era altamente estimado pelos outros, vivia em humildade de grande contrição.
  • Apesar de não se ater ao seu passado, nunca esqueceu que tinha perseguido cruelmente a Igreja de Cristo.

E quando lhe disseram que não merecia viver, não argumentou sobre suas declarações. Um constante sentimento de gratidão o mantinha humilde. Não queria maior reputação do que já conseguira. “Se quisesse me orgulhar, não seria insensato de fazê-lo, pois estaria dizendo a verdade. Quem Foi Paulo Na BBlia Um líder é capaz de liderar outros somente porque se autodisciplina. A pessoa que não sabe como sujeitar-se à disciplina imposta pelas circunstâncias, que não sabe obedecer, não será um bom líder — como também aquele que não aprendeu a impor disciplina em sua própria vida.

  • Aqueles que desprezam as autoridades constituídas legalmente ou segundo as Escrituras, ou se rebelam contra elas, raramente se qualificam para altas posições de liderança.
  • Paulo impunha a si próprio uma rigorosa disciplina interior em duas áreas: Ele travava uma guerra com seu corpo.
  • Por isso não corro sem objetivo nem luto como quem dá golpes no ar.
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Disciplino meu corpo como um atleta, treinando-o para fazer o que deve, de modo que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não seja desqualificado” (1 Coríntios 9:26-27). O líder cristão está sujeito ao perigo da derrota pelo excesso dos apetites físicos ou pela preguiça.

  • Tal perigo crítico exige uma rigorosa autodisciplina.
  • Do outro lado da balança há o excesso de atividade física que pode levar à fadiga e à exaustão.
  • O líder deve estar preparado para se esforçar mais do que seus companheiros.
  • Mas um homem exausto se torna presa fácil do adversário.
  • Devemos estar alertas para nos proteger desses dois perigos.

Ele travava uma guerra com seus pensamentos. “Usamos as armas poderosas de Deus, e não as armas do mundo, para derrubar as fortalezas do raciocínio humano e acabar com os falsos argumentos. Destruímos todas as opiniões arrogantes que impedem as pessoas de conhecer a Deus.

Levamos cativo todo pensamento rebelde e o ensinamos a obedecer a Cristo” (2 Coríntios 10:4-5). Paulo sabia que o pecado se origina nos pensamentos, então fazia um esforço constante para prevenir que eles vagassem e os colocava sob o controle de Cristo. É necessário mais do que força de vontade para levar e manter tanto o corpo como a mente sob o controle divino.

Mas Deus fez provisões para essa capacidade adicional. “Mas o Espírito produz este fruto: domínio próprio” (Gálatas 5:22-23). O segredo de Paulo é que ele era “cheio do Espírito”, e dessa forma o fruto espiritual desejado era produzido abundantemente em sua vida. Quem Foi Paulo Na BBlia Quando se selecionavam líderes para posições que implicavam algum tipo de subordinação, um dos pré-requisitos era a sabedoria: elemento fundamental para boa liderança. “Sendo assim, irmãos, escolham sete homens respeitados, cheios do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos desse serviço” (Atos 6:3).

A verdadeira sabedoria é mais do que conhecimento, o qual é a acumulação básica de fatos. É mais do que perspicácia intelectual; é discernimento celestial. A sabedoria espiritual envolve o conhecimento de Deus e as complexidades do coração humano. Ela envolve a aplicação correta de conhecimento em questões morais e espirituais como também em situações que causam perplexidade e relacionamentos humanos complexos.

A sabedoria é uma qualidade que refreia o líder, impedindo-o de atitudes extravagantes ou precipitadas, concedendo-lhe o equilíbrio necessário. A sabedoria caracterizava o método intencional da pregação de Paulo. “Portanto, proclamamos a Cristo, advertindo a todos e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para apresentá-los maduros em Cristo” (Colossenses 1:28).

Qual a primeira missão de Paulo?

Atos 13–14: Primeira Missão de Paulo Primeira Missão de Paulo Em que país serviram os missionários de sua família ou área? Atualmente os missionários são enviados a quase todas as partes do mundo. Paulo teve um papel importante no início desse trabalho realizado no mundo todo.

  • Atos 13 conta como Paulo foi chamado para sua primeira viagem missionária.
  • Ele partiu de Antioquia com Barnabé e viajou para Chipre e para uma região que hoje faz parte da Turquia.
  • Muitas pessoas aceitaram sua mensagem, mas outros o consideraram um inimigo e tentaram impedir o trabalho que ele realizava.

A despeito dessa oposição, ele conseguiu dar início a muitos ramos da Igreja em todos os lugares por que passou. Tal como os missionários que você conhece, Paulo serviu com todo o coração para levar o evangelho aos povos do mundo. Apartar (v.2) Designar para uma missão Malícia (v.10) Falsidade Corrupção (vv.35–37) Decomposição do corpo Justificado (v.39) Perdoado, considerado inocente Prosélito (v.43) Converso Lançar fora (v.50) Expulsar Júpiter ( ) Mercúrio (v.12) Dois falsos deuses da mitologia romana Complete duas das atividades abaixo (A–D) ao estudar Atos 13–14.

Início da Missão de Paulo Leia Atos 13:1–5 e responda às seguintes perguntas:

Como Paulo (Saulo) foi chamado para servir uma missão? Quem foi chamado para servir com Paulo? Como a quinta regra de fé se aplica a essa situação?

Ensinando na Sinagoga Paulo usou em Antioquia a mesma abordagem que tinha usado na maioria dos lugares por onde passara em sua primeira missão. Ao ler 13:14–52, responda às seguintes perguntas em seu caderno:

Para onde Paulo foi quando quis ensinar o evangelho pela primeira vez em Antioquia? Por que Paulo relembrou a história de Israel às pessoas? (Ver Atos 13:16–22.) Como a reação das pessoas de Antioquia se assemelha ou difere da forma como as pessoas reagem aos missionários hoje em dia?

Tribulação e o Reino de Deus Paulo disse que precisamos passar por muitas tribulações para entrar no reino de Deus. (Ver Atos 14:22.) Compare o que aconteceu com Paulo em Atos 14:6–18 com o que aconteceu nos versículos 19–21. Como essa experiência ilustra o que Paulo disse no versículo 22? Faça uma Viagem com Paulo Em seu caderno, desenhe um mapa semelhante ao que se encontra abaixo. Coloque o nome dos lugares em que Paulo esteve em sua primeira missão e desenhe setas para mostrar suas viagens. Ver os mapas 6 e 7 do Guia para Estudo das Escrituras se precisar de ajuda.

O que Paulo era de Deus?

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um apóstolo de Cristo, um dos maiores propagadores do cristianismo e autor de catorze epístolas do Novo Testamento.

O que Paulo fazia com os cristãos?

Paulo: Apóstolo de Cristo Cartaz: divulgação Por Sinopse: “Paulo (James Faukner) é conhecido como um dos perseguidores de cristãos, mais cruel de seu tempo. Mas, tudo muda quando ele tem um encontro com o próprio Jesus e, a partir desse momento, o jovem se torna um dos apóstolos mais influentes do cristianismo.” Esse é um filme sério, apenas para quem se interessa em assuntos bíblicos.

  1. Embora não tenha sido um dos doze apóstolos de Jesus, Paulo de Tarso passou de perseguidor dos cristãos para um fiel seguidor de Cristo.
  2. O filme não se fixa na história de Paulo, embora ele cite alguns acontecimentos, mas sim na busca que o médico grego Lucas (Jim Caviezel) faz sobre religião e conhecimento mais profundo.

Tudo começa com a prisão de Paulo pelos romanos. E é lá, nos porões escuros e úmidos, que Lucas se reunirá com ele e escreverá todos os ensinamentos deixados antes de sua morte por decapitação. Infelizmente há pouca ação e demora em algumas cenas. Mas o diretor, Andrew Hyatt, foi assertivo nas locações, figurino de época e, principalmente, na escolha do elenco.

Paulo de Tarso foi por muito tempo perseguidor de Cristo e de seus seguidores. Matava cristãos impiedosamente, fossem eles, crianças, mulheres ou idosos. Até o dia em que Cristo cruzou seu caminho e ele soube o que era amor. A partir desse momento, se converteu ao cristianismo, passou a ser perseguido pelos romanos, foi acusado por Nero de ter incendiado Roma, preso e condenado à morte.

Numa época em que outros cristãos também eram mortos em jogos para o povo, onde leões eram soltos para caçarem humanos na arena. Infelizmente os flashbacks não fazem jus à vida evangelista de Paulo de Tarso. E apenas algumas de suas citações são lembradas.

Quem era Paulo antes do encontro com Deus?

Era judeu praticante, preocupado com a observância da Lei. Desde o nascimento foi cidadão romano (At 22,25-29), mas sempre se orgulhou de ser judeu e fariseu. Tinha dois nomes: Saulo, o nome judaico e Paulo o nome grego.

Quantas vezes Jesus apareceu para Paulo?

Aparições mencionadas por Paulo – Em sua primeira Carta aos Corintios, Paulo relata que o Senhor apareceu primeiro a “Cefas, e depois aos Doze, Em seguida, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, Posteriormente, apareceu a Tiago, e depois, a todos os apóstolos,

Em último lugar, apareceu também a mim, como um abortivo” (1Cor 15, 5-8).9 Cefas Jerusalém Indefinido 10 Grupo dos Doze Jerusalém Indefinido 11 Mais de 500 Jerusalém Indefinido 12 Tiago Jerusalém Indefinido 13 Apóstolos Jerusalém Indefinido 14 Paulo Damasco Pelo menos 2 anos depois da ressurreição Sejamos testemunhas da ressurreição! Com tantos relatos e testemunhos, é muito difícil negar a ressurreição do Senhor.

Alguns afirmam, apesar de não haver relato nos Evangelhos, que a primeira testemunha de sua ressurreição foi sua Mãe, Maria, Um deles é São João Paulo II, que em uma de suas catequeses, tratou sobre este tema. Que Maria, nossa Mãe, e estas inúmeras testemunhas renovem a nossa fé e nos animem a anunciar a vida nova que nos traz Cristo!

Quantos anos tinha Paulo quando Jesus foi crucificado?

Na última terça (25), celebrou-se a festa de Paulo de Tarso, que dá nome à capital paulista. Sobre ele temos informações graças a 13 cartas que escreveu e ao relato do evangelista Lucas, com quem fez viagens missionárias, intitulado Atos dos Apóstolos — documentos que integram o Novo Testamento.

Paulo ou Saulo nasceu provavelmente no ano 1 de nossa era e faleceu em 64, aos 63 anos, em Roma. Seus pais haviam emigrado da Palestina para Tarso. Judeus piedosos, evitaram matricular o filho em escolas gregas. Tão logo completou 14 anos, Paulo foi remetido a Jerusalém, onde morava sua irmã casada. Estudou na mais renomada escola rabínica da época: “aos pés de Gamaliel” (Atos 22, 3).

Seus textos demonstram sólida formação teológica. E era excelente escritor. Seu “Hino ao Amor” (1 Coríntios 13, 1-13) é dos mais belos poemas da literatura universal: Ainda que eu falasse / a língua dos homens e dos anjos, / e não tivesse amor,/ seria como o bronze que soa / ou o címbalo que tine Paulo encontrava-se entre os apedrejadores do jovem levita Estêvão, condenado por “blasfêmia” por haver se tornado cristão.

As vestes dos executores foram depositadas “aos pés de um jovem, chamado Saulo” (Atos 7, 58). Tornou-se inimigo dos cristãos: “Persegui de morte esta doutrina, acorrentando e encarcerando homens e mulheres” (Atos 22, 4). Tinha ele 28 anos: “Fui com o objetivo de ali prendê-los (os cristãos) e trazê-los acorrentados a Jerusalém, onde seriam castigados.

Ora, estando eu a caminho e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma intensa luz do céu. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Respondi: “Quem és, senhor?” E ele me disse: “Sou Jesus Nazareno, a quem persegues.” (Atos 22, 5-10).

Em Damasco, ao pregar nas sinagogas, despertou-lhe a vocação apostólica. Pouco depois retirou-se ao deserto, talvez para se preparar, espiritual e teologicamente, em alguma comunidade judaica-cristã. Ali permaneceu 13 anos! Nada se sabe sobre esse período da vida dele. Aos 41 anos, Paulo dirigiu-se a Jerusalém para “visitar” o chefe da nascente Igreja, Pedro (Gálatas 1, 18).

Paulo dedicou mais de 14 anos a viagens missionárias. Percorreu cerca de 15 mil km e enfrentou todo tipo de dificuldades: foi açoitado, apedrejado, preso, assaltado; naufragou, sentiu-se traído, passou fome, frio e noites sem dormir (2 Coríntios 11, 24-27), exposto “ao perigo a todo o momento” (1 Coríntios 15, 30).

  1. Nem sempre é fácil adequar a mudança do modo de pensar com a do agir.
  2. Foi o que ocorreu a judeu-cristãos de Jerusalém e a Pedro.
  3. Acreditavam que um pagão convertido ao cristianismo deveria, primeiro, aceitar certos rituais judaicos, como a circuncisão e as práticas de pureza.
  4. Paulo discordava.
  5. Para ele, um pagão podia abraçar a fé em Cristo sem a menor observância à lei mosaica.

Frente ao impasse, no ano 51 ele participou, em Jerusalém, do primeiro Concílio da história da Igreja. Logo depois, em Antioquia, ocorre um incidente entre ele e Pedro. Eis o que Paulo escreveu na Carta aos Gálatas (2, 11-14): “Quando Pedro foi a Antioquia, eu o enfrentei em público, porque ele estava claramente errado.

De fato, antes de chegarem algumas pessoas da parte de Tiago (bispo de Jerusalém), ele comia com os pagãos; mas, depois que chegaram, Pedro começou a evitar os pagãos e já não se misturava com eles, pois tinha medo dos circuncidados. Os outros judeus também começaram a fingir e até Barnabé se deixou levar pela hipocrisia.

Quando vi que eles não estavam agindo direito, conforme a verdade do Evangelho, eu disse a Pedro, na frente de todos: “Você é judeu, mas está vivendo como os pagãos e não como os judeus. Como pode, então, obrigar os pagãos a viverem como judeus?”” Paulo não era contra os judeu-cristãos observarem a lei mosaica.

Encarava isso com tolerância. A questão se complicou ao perceber Pedro mudar seu modo de agir e passar a admitir que a salvação não viria apenas como dom gratuito de Cristo, mas também pelo cumprimento da lei de Moisés. Ao retomar antigos costumes judaicos, Pedro fez os pagão-cristãos se sentirem inferiores aos judeu-cristãos, como se fossem fiéis de segunda classe.

Paulo fazia questão de não ser um peso às comunidades que o acolhiam. Sustentava-se com o seu ofício de fabricante de tendas e de objetos de couro (Atos 18, 3). Ao chegar a Atenas, sugeriram-lhe ir ao Areópago, a colina de Marte, onde se reuniam os interessados em filosofia.

Ali exercitou toda a sua pedagogia evangelizadora: valorizou seus ouvintes como “extremamente religiosos” (Atos 17, 22) e, ao deparar-se com um altar dedicado “ao Deus desconhecido”, soube tirar proveito: “Aquele que venerais sem conhecer é este que vos anuncio” (Atos 17, 23). E parafraseando Arato, poeta conhecido pelos gregos, concluiu que Deus “não está longe de cada um de nós; é nele que vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17, 27-28).

Para tempos de fundamentalismos religiosos, Paulo deixou importante legado por seu testemunho de quem passou de perseguidor a perseguido; de membro da elite a pregador itinerante; de fariseu intolerante a cristão dotado de espírito ecumênico; de legalista a misericordioso.

Qual era a idade de Paulo quando se converteu?

Paulo, do nascimento aos 28 anos de idade foi o judeu observante (Gl 1, 13.23; ICor 15,9; Fl 3,6); dos 28 aos 41 anos de idade o convertido fervoroso (At 9,3-19); dos 41 aos 53 anos de idade o missionário itinerante (At 9,20-25;); De 53 até a morte aos 62 anos de idade o prisioneiro e o organizador das comunidades.

Qual é a diferença entre discípulos e apóstolos?

Qual é a diferença entre discípulos e Apóstolos? Estamos vivendo o Tempo Pascal. Vamos refletir e seguir os exemplos de Jesus Cristo.10/05/2017 • 09:27 • Atualizado em 12/03/2019 Várias passagens do Evangelho mostram pessoas que seguiam Jesus Cristo. Alguns chamados de discípulos, outros de Apóstolos. O Missionário Redentorista Pe. João Paulo Santos explicou sobre a diferença entre os dois: “Discípulo significa ‘aquele que aprende’; e Apóstolo ‘aquele que é enviado'”.

De acordo com o sacerdote, os Apóstolos necessariamente são discípulos. Mas, nem todos os discípulos são reconhecidos como Apóstolos. “Quando Jesus chamou as pessoas para colaborar com a Sua missão, antes de tudo, Jesus chamou as pessoas para estar com Ele, isto é, para ser Seus discípulos e aprender de Jesus aquilo que Ele era, a Sua mensagem”, ressaltou Pe.

João Paulo. A história da salvação conta que, por onde Jesus passava, os discípulos iam se juntando a Ele. Os discípulos que receberam a missão de seguir são os Apóstolos. “Os discípulos são um grupo mais aberto, mais extenso, que perpassa todo o Evangelho, pessoas que iam seguindo Jesus.

Enquanto que os Apóstolos, nós, tecnicamente reconhecemos aqueles Doze que, inicialmente, Jesus chamou para começar a Sua missão”, concluiu o padre. Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site, e podem passar por moderação. Excelente! Tirou minha dúvida que sempre me acompanhava, o que era discípulo e apóstolo.

Obrigado, muito bem esclarecido! Gostei da resposta, pois existem dúvidas entre discípulo e apóstolo. Gosto de estudos referentes as origens bíblicas. Muito bem explicado e bem entendido. Muito bom entendermos isso, muito importante. Grato por esclarecer minha dúvida sobre os apóstolos e os discípulos.

Qual foi o primeiro discípulo a ser morto?

Na literatura teológica, Tiago é comumente designado por Tiago I, para distingui-lo do outro apóstolo que leva o mesmo nome. Tiago, filho de Zebedeu, foi o primeiro dos apóstolos a sofrer a morte violenta de um mártir, decapitado por ordem do rei Herodes Agripa.

Qual a importância de Paulo para a igreja?

Edison VeigaDe Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

24 janeiro 2022 Quem Foi Paulo Na BBlia Crédito, Domínio Público Legenda da foto, Tela representando São Paulo, de autoria de Valentin de Boulogne Naquela carta que pode ser considerada a certidão de nascimento da maior metrópole brasileira, o padre jesuíta José de Anchieta (1534-1597) escreveu sobre 25 de janeiro de 1554: “Celebramos em paupérrima e estreitíssima casinha a primeira missa, no dia da conversão do apóstolo São Paulo e, por isso, dedicamos a ele nossa casa”.

  • Foi assim que a base daqueles missionários religiosos no planalto de Piratininga foi batizada com o nome do santo.
  • Com o tempo, o nome seria emprestado à vila — São Paulo dos Campos de Piratinga —, até se tornar a denominação da cidade.
  • Quase que um acaso, poderia se dizer.
  • Fosse outro dia, seria outro santo o homenageado, afinal a praxe do catolicismo de então era recorrer sempre ao santo do dia na hora das nomenclaturas.

Um feliz acaso, diriam os estudiosos do cristianismo. Porque se a cidade que comemora o 468º aniversário nesta terça (25) se tornou uma das mais importantes do mundo, este cidadão romano chamado Paulo que viveu 2.000 anos atrás também pode ser chamado de protagonista.

Não fosse Paulo, prolífico escritor do seu tempo, empreendedor de diversas viagens missionárias, perspicaz na resolução de conflitos e hábil em organizar e sistematizar o conhecimento, o cristianismo não teria se tornado uma religião — ao menos não uma religião tão importante, sobretudo para o Ocidente.

“Ele foi, sem dúvida, o primeiro grande teólogo do cristianismo”, afirma o religioso Darlei Zanon, filósofo e teólogo, conselheiro da Società San Paolo, em Roma. “E ainda hoje pode ser considerado um dos maiores teólogos da história do cristianismo, porque as bases ainda são estudadas.” “Mais do que teólogo, diria que foi um grande pastoralista, porque ele dava respostas concretas às questões pastorais, da sociedade, daquelas primeiras comunidades cristãs.

Assim, vejo-o como um teólogo prático, um pastor, já que suas cartas tentavam dar respostas concretas aos problemas de moral, de liturgia, de correção fraterna, de liderança”, enumera. Nascido em Tarso, na atual Turquia, por volta do ano 5, ele se chamava Saulo. Cidadão romano, tornou-se um oficial encarregado de perseguir cristãos naqueles tempos em que, logo após a morte de Jesus, os primeiros seguidores de seus ensinamentos precisavam agir na clandestinidade.

Conforme relatos bíblicos constantes do livro Atos dos Apóstolos, foi em uma dessas missões que ele viveu uma experiência mística decisiva. Segundo o texto, depois corroborado pela tradição, o oficial estava saindo de Jerusalém a caminho de Damasco, onde deveria buscar prisioneiros para serem interrogados e, muito provavelmente, executados. Quem Foi Paulo Na BBlia Crédito, Filipe Domingues/ Lay Centre Legenda da foto, Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma A partir desta experiência, Paulo resolveu mudar de lado. Deixou de perseguir cristãos para se tornar um deles. “Essa narrativa é uma espécie de rito de passagem, a mudança de perseguidor para perseguido”, analisa o estudioso de hagiografias Thiago Maerki, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e associado da Hagiography Society, dos Estados Unidos.

  • E, num simbolismo de mudança de vida, adotou novo nome.
  • Saulo passou então a ser Paulo.
  • Mais do que seguidor do cristianismo, tornou-se um protagonista da evangelização.
  • Fundou comunidades, com as quais mantinha contato frequente por cartas, e sistematizou os ensinamentos de Jesus de forma a consolidar, além de uma doutrina, uma religião.

“Não fosse Paulo, talvez hoje não conheceríamos Jesus. Ao menos não o cristianismo como temos hoje”, afirma Maerki. “Os escritos de Paulo e toda a reverberação posterior foram de fato uma espécie de raiz do cristianismo.”

Para que Paulo servo de Jesus Cristo foi chamado?

A relação de São Paulo com Jesus – São Paulo não chegou a conhecer Jesus durante a sua vida pública e não pertenceu ao círculo dos doze apóstolos. Bento XVI, em respeito a isso, afirma que só com o coração se conhece verdadeiramente a uma pessoa. É assim que São Paulo conheceu a Cristo, com o coração, e deste modo é que se conhece a pessoa em sua verdade e, em um segundo momento nos seus detalhes.

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Tudo o que ele nos transmitiu em seus escritos, não foi fruto do testemunho ocular, senão da transmissão que ele mesmo recebeu: Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras (Cfr.1 Cor 15,3). Como Jesus, São Paulo também pregou a mensagem do Evangelho nas sinagogas: Imediatamente começou a proclamar pelas sinagogas que Jesus é o Filho de Deus (Cfr.

Atos 9, 20). São Paulo até então tinha sido um dos principais perseguidores da dita seita judaica dos seguidores de Jesus, considerada herética pelo judaísmo. Outro fator importante de sua formação apostólica e espiritual é o fato dele ter recebido diretamente de Cristo uma missão específica, por meio de experiências espirituais e revelações pessoais.

  1. Segundo o livro dos Atos dos Apóstolos o encontro de São Paulo com Cristo foi de repente.
  2. Depois de ter recebido poderes do Sumo Sacerdote para perseguir aos cristãos, encontrou-se com Cristo no caminho de Damasco.
  3. O relato está escrito em Atos (9, 1-19) e descreve o momento como uma teofania, pois se vê envolvido por uma luz, cai no chão e escuta uma voz do céu com a qual dialoga.

Na sua conversão intervém Jesus, seus companheiros e depois Ananias. São Paulo responde com a oração e o jejum, purificação prévia ao seu batismo. A luz de Cristo transformou toda a sua vida e forma de pensar: ficou cego, e como havia permanecido na escuridão, restaurou a visão graças a essa nova iluminação.

O apóstolo se atribui como servo de Cristo e sublinha muitas vezes que é apóstolo “por vontade” de Deus e de Cristo: Paulo, servo de Jesus Cristo, escolhido para ser apóstolo, reservado para anunciar o Evangelho de Deus (cfr. Rom 1,1). Ainda que não formasse parte do círculo dos doze apóstolos, foi chamado por Jesus ressuscitado, considerando-se como “o menor dos apóstolos”: Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.

(Cfr.1 Cor 15,9). Na carta aos Coríntios é onde São Paulo desenvolve mais detalhadamente seu direito a ser chamado apóstolo, sem desmerecer em nada aos demais: São ministros de Cristo? Falo como menos sábio: eu, ainda mais. (Cfr.2 Cor 11, 23).

Quem ensinou o apóstolo Paulo?

São Paulo de Tarso, o apóstolo dos gentios São Paulo Apóstolo Apóstolo nascido em Tarso, cidade principal da Cilícia, conhecido como o grande apóstolo dos gentios. Descendia de uma família hebreus da tribo de Benjamin, que haviam obtido a cidadania romana, de grandes posses e prestígio político.

Seus pais, sendo como eram, fiéis à lei mosaica, o mandaram logo para Jerusalém para ser educado lá. Fariseu fervoroso, recebeu na circuncisão o nome de Saulo e teve como preceptor um dos mais sábios e notáveis rabinos daquele tempo, o grande Gamaliel, neto do ainda mais famoso Hilel, de quem recebeu as lições sobre os ensinos do Antigo Testamento.

Foi este Gamaliel, cujo discurso se contém nos Atos dos Apóstolos 5.34-39, que aconselhou o Sanedrim a não tentar contra a vida dos apóstolos. Ele possuía alguma coisa estranha ao espírito farisaico, a qual se avizinhava da cultura grega. Em seu discurso demonstrava um espírito tolerante e conciliador, característico da seita dos fariseus.

  1. Celebrizou-se por seus vastos conhecimentos rabínicos.
  2. Aprendeu o ofício de fazedor de tendas, das que se usavam nas viagens.
  3. Recebeu uma educação subordinada às tradições e às doutrinas da fé hebraica e, embora fosse filho de um fariseu, At 23, tornou-se um cidadão romano.
  4. Pelos seus dizeres na epístola aos filipenses 3.4-7, aparentemente ocupava posição de grande influência que lhe dava margem para conseguir lucros e grandes honras.

Tornou-se membro do concílio, At 26.10, e logo depois recebeu a comissão do sumo sacerdote para perseguir os cristãos, 9.1, 2; 22.5. Apareceu no cenário da história cristã, como presidente da execução do diácono Estêvão (1)o protomártir do Cristianismo, a cujos pés as testemunhas depuseram suas vestimentas At 7.58.

  • Na Bíblia aparece então no 7º capítulo do livro Atos dos Apóstolos, guardando as vestes do diácono, que foi apedrejado, concordando, portanto, com a condenação.
  • Depois disso, empreendeu forte perseguição aos cristãos.
  • Na sua posição odiava a nova seita, não só desprezando o crucificado Messias, como considerava os seus discípulos um elemento perigoso, tanto para a religião como para o Estado.

Este seu ódio mortal contra os discípulos de Jesus durou até ao momento da sua conversão, que aparece no 9º capítulo. Foi no caminho de Damasco que se deu a sua repentina conversão (30). Ele e seus companheiros viajavam pelos desertos da Galiléia e quando, ao meio-dia, o sol ardente estava no seu zênite, At 26.13, repentinamente uma luz vinda do céu, mais brilhante que a luz do sol caiu sobre eles, derrubando-os.

Todos se ergueram, mas ele continuou prostrado por terra. Ouviu-se então uma voz que dizia em língua hebraica: “Saulo, Saulo, porque me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão (2)”. Respondeu ele então: “Quem és tu Senhor?” E veio a resposta: “Eu sou Jesus a quem tu persegues. Levanta-te e vai à cidade e aí se te dirá o que te convém fazer”.

Os companheiros que o seguiam ouviam a voz sem nada ver, nem entender. Ofuscado pelo intenso clarão da luz, foi conduzido pela mão dos companheiros. Entrou em Damasco e hospedou-se na casa de Judas, onde permaneceu três dias sem ver, sem comer e nem beber, orando e meditando sobre a revelação divina.

  • Guiado pelo Senhor, o judeu convertido Ananias, foi visitar-lhe e ao se encontrar com o grande perseguidor, recebeu a confissão da sua nova fé.
  • Certo de sua conversão Ananias impôs-lhe as mãos, fê-lo recobrar a visão e o batizou.
  • Batizado, foi para o deserto da Arábia, onde orou e fez penitência por três anos.

A partir de então, com a juventude e a energia que o caracterizava, e para grande espanto dos judeus, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Cristo, Filho de Deus vivo, 9 10-22. Regressou à Jerusalém, onde sofreu a desconfiança dos que não acreditavam na sua repentina conversão e instalou-se em Antióquia, na Síria, de onde fez três grandes viagens missionárias, ao longo de 25 anos.

  1. Não pare agora.
  2. Tem mais depois da publicidade 😉 Pregou na Ásia Menor, Grécia e Jerusalém, até ser preso em Cesaréia (61).
  3. Levado para Roma, permaneceu dois anos sob custódia militar, gozando de relativa liberdade, suficiente para receber os cristãos e converter os pagãos.
  4. Durante esse período escreveu as cartas aos Filipenses, aos Colossenses, aos Efésios e a Filêmon.

Inocentado (63) passou pela Espanha, visitou suas comunidades no Oriente, onde foi preso e novamente levado para Roma (67) sob a acusação de seguir uma religião ilegal. São desse último período as duas cartas a Timóteo e a carta a Tito. Por ordem de Nero desta vez não teve perdão e foi condenado à morte, mas por ser um cidadão romano não deve ter sido crucificado e, sim, decapitado.

Além de alguns discursos a ele atribuídos, mencionados nos Atos dos Apóstolos, deixou 14 cartas dirigidas a várias comunidades convertidas e a amigos. Nas cartas que escreveu às comunidades que fundou, mostrou-se o grande teólogo empenhado em elaborar uma síntese do mistério cristão que atravessasse os tempos.

esses documentos caracterizam-se por conterem valiosas regras de vida completamente atemporais, que jamais perderão seu significado se praticados para garantirem a harmonia em qualquer sociedade, em qualquer época. Também em seus ensinamentos observa-se o esclarecimento da distinção entre judaísmo e cristianismo e a difusão deste último no mundo grego.

É celebrado nos dias 25 de janeiro, tradicionalmente o dia da sua conversão, e 29 de junho, o dia de sua morte. Não era apóstolo oficialmente, mas foi considerado o apóstolo do gentios por causa da sua grande obra missionário nos países gentílicos. Ele dizia de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos.

e ai de mim se não evangelizar!”, mas também dizia: “Eu sou o menor dos apóstolos. não sou digno de ser assim chamado”. (1) Santo Estêvão, considerado o protomártir, nascido e morto em Jerusalém (35), judeu convertido, foi um dos sete diáconos eleitos pela comunidade cristã de Jerusalém para presidir ao serviço das mesas (At 6,5-11; 7,54-60).

Despertando a antipatia dos judeus helenistas, enciumados do sucesso com que exercia o seu ministério, foi acusado de ter blasfemado contra Deus, a religião e o Templo. Conduzido ao Sinédrio, foi condenado à lapidação. Saulo, o futuro apóstolo Paulo, presenciou o martírio. As relíquias de Estêvão, descobertas em Constantinopla (415), foram transportadas para Veneza (1110).

(2) A frase “Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão”, não quer dizer que ele agia contra a sua vontade, ou que já reconhecia a verdade do Cristianismo, e sim, quer dizer antes que era insensatez resistir aos propósitos divinos. Figura copiada do site da UNIV. Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: COSTA, Keilla Renata. “São Paulo de Tarso”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/sao-paulo-tarso.htm. Acesso em 08 de novembro de 2023. : São Paulo de Tarso, o apóstolo dos gentios

Como Paulo se tornou um apóstolo?

Capítulo 59: Saulo Ouve a Voz de Jesus e É Convertido Paul walking with a friend on the road to Damascus. – ch.60-1 Saulo tinha assistido à morte de Estêvão. Certo dia, ele estava indo para a Cidade de Damasco com alguns amigos, porque queria colocar alguns discípulos de Cristo na prisão. Paul sees a bright light and hears the voice of Jesus Christ. – ch.60-2 De repente uma luz brilhante, vinda do céu, envolveu-o e ele caiu no chão. Depois, Saulo ouviu a voz de Jesus perguntando por que ele estava perseguindo os santos. Saulo ficou com medo e perguntou a Jesus o que deveria fazer. O Salvador disse-lhe que deveria ir a Damasco, pois lá receberia instruções. Paul, being blind, is led by a friend along the road. – ch.60-3 Saulo abriu os olhos, mas não via nada. Ele estava cego. Seus amigos levaram-no a Damasco. Christ appears to Ananias in a vision and tells him to go to Paul. – ch.60-4 Nesta cidade morava um discípulo de Jesus Cristo chamado Ananias. Numa visão, Jesus disse a Ananias que procurasse Saulo. Ananias blesses Paul. – ch.60-5 Ananias tinha o sacerdócio e colocou as mãos sobre a cabeça de Saulo e o abençoou para que recuperasse a visão. Depois que foi curado, Saulo foi batizado e recebeu o dom do Espírito Santo. Paul preaches the gospel in other lands. – ch.60-6 Saulo trocou seu nome para Paulo. Ele foi chamado para Apóstolo e tornou-se um missionário da Igreja. Paulo escreveu muitas cartas e visitou muitas terras, pregando o evangelho. : Capítulo 59: Saulo Ouve a Voz de Jesus e É Convertido

Como foi a liderança de Paulo?

Nove características da liderança de Paulo – Quem Foi Paulo Na BBlia Quem Foi Paulo Na BBlia Onde quer que fosse, Paulo se destacava como um homem de autoridade e personalidade incomuns — um homem que era líder em sua totalidade. Nunca faltou seguidores para ele. Suas qualidades de caráter irresistivelmente o elevavam acima de seus colegas e companheiros.

Paulo não exercitava sua autoridade de maneira rude ou arbitrária, mas também não suportava os enganadores. Ele era sensato e não opressor. A liderança de Paulo não era perfeita, mas nos dá um exemplo tremendamente encorajador e inspirador do que significa continuar avançando rumo à maturidade. Um líder deve estar disposto a desenvolver-se em muitos aspectos e em muitas habilidades, mas com uma unidade de propósito.

Vamos conferir algumas características da liderança de Paulo? Quem Foi Paulo Na BBlia Líderes com os talentos e força de caráter que Paulo possuía frequentemente tendem a dominar e anular outros menos poderosos e a ser insensíveis aos direitos e convicções dos outros. Paulo era meticuloso em seus relacionamentos, lidando com situações difíceis com raro tato e consideração.

Paulo era atencioso e sensível aos direitos e sentimentos dos outros e cautelosamente evitava desentendimentos. Ele esmerava-se para evitar transpor a esfera de autoridade da outra pessoa. A passagem seguinte revela sua noção de cortesia territorial: “Não nos orgulharemos do que se fez fora de nosso campo de autoridade.

Antes, nos orgulharemos apenas do que aconteceu dentro dos limites da obra que Deus nos confiou, que inclui nosso trabalho com vocês. Quando afirmamos ter autoridade sobre vocês, não ultrapassamos esses limites, pois fomos os primeiros a chegar até vocês com as boas-novas de Cristo.

  • Também não nos orgulhamos do trabalho realizado por outros nem assumimos o crédito por ele.
  • Pelo contrário, esperamos que sua fé cresça de tal modo que se ampliem os limites de nosso trabalho entre vocês” (2 Coríntios 10:13-16).
  • A sensibilidade de Paulo é vista singularmente na forma habilidosa com a qual conduziu as negociações com Filemom sobre Onésimo.

“Mas eu nada quis fazer sem seu consentimento. Meu desejo era que você ajudasse de boa vontade, e não por obrigação” (Filemom 14). Quem Foi Paulo Na BBlia A coragem moral de Paulo se igualava à sua coragem física, que era de padrão muito elevado. Ele não se detinha pelos sofrimentos esperados nem pelo perigo presente toda vez que eles o confrontavam a fim de impedir seu trabalho. A sua obstinada coragem é evidente em suas próprias palavras: “Agora, impelido pelo Espírito, vou a Jerusalém.

  1. Não sei o que me espera ali, senão que o Espírito Santo me diz, em todas as cidades, que tenho pela frente prisão e sofrimento” (Atos 20:22-23).
  2. O corajoso apóstolo confrontou, como um leão, a multidão enraivecida pela causa de seu Mestre.
  3. Ele também quis entrar, mas os discípulos não permitiram.
  4. Alguns amigos de Paulo, oficiais da província, também lhe enviaram um recado no qual suplicaram que não arriscasse a vida entrando no anfiteatro” (Atos 19:30-31).

Ele compreendeu que nem sempre é nosso dever evitar o perigo. No entanto, a coragem do apóstolo não desconhecia o temor. “Fui até vocês em fraqueza, atemorizado e trêmulo”, ele disse aos coríntios (1 Coríntios 2:3). Uma indiferença apática ao perigo não é um sinal de coragem verdadeira. Quem Foi Paulo Na BBlia O marechal-de-campo Montgomery estabeleceu que um dos sete ingredientes da liderança militar efetiva é: “O líder militar deve ter o poder de tomar uma decisão clara, precisa”. O apóstolo Paulo, como um comandante do campo espiritual, preenche totalmente essa categoria de liderança.

De fato, essa era uma característica chave de seu caráter, e ele a demonstrou no exato momento de sua conversão. Quando os céus romperam e ele viu Cristo exaltado, sua primeira pergunta foi: “Quem és tu, Senhor?”. A resposta “Eu sou Jesus, o nazareno, a quem você persegue” (Atos 22:8) superou todo seu universo teológico, mas ele aceitou imediatamente as implicações de sua descoberta.

Uma rendição absoluta ao Filho de Deus era a única resposta possível e, com sua alma completamente refeita, decidiu ali mesmo ser totalmente submisso e obediente. Isso o levou a sua segunda pergunta: “Que devo fazer, Senhor?” (Atos 22:10). Vacilação e indecisão não tinham espaço no treinamento de Paulo. Quem Foi Paulo Na BBlia Uma das funções mais importantes de um líder espiritual é comunicar sua própria fé e visão àqueles que o seguem. Paulo confiava plena e profundamente em Deus. O próprio apóstolo declarou: “Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me foi dito” (Atos 27:25).

  1. Paulo considerava o desejo de sinais exteriores, milagres, ou sentimentos íntimos para firmar a fé, um sinal de imaturidade espiritual.
  2. A fé se ocupa com o invisível e espiritual.
  3. A visão se preocupa com o visível e o tangível.
  4. A visão reconhece a realidade apenas em coisas presentes e concretas.
  5. A fé mostra a realidade daquilo que esperamos; ela nos dá convicção de coisas que não vemos” (Hebreus 11:1).

Fé é certeza, dependência, confiança, e tem envolvimento direto com Deus. “Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6). A fé que Paulo depositava em Deus era genuína, uma confiança natural que jamais foi traída.

  • O apóstolo sentia-se tão confortável com o Deus revelado nas Escrituras, tanto no âmbito do impossível como na esfera do possível.
  • Seu Deus não conhecia limitações e, por conseguinte, era digno de confiança ilimitada.
  • Fé é visão.
  • Paulo era capaz de ver coisas que eram invisíveis a muitos de seus companheiros que não possuíam semelhante fé.

O servo de Eliseu viu claramente a imensidão do exército inimigo que os cercava, mas a fé de Eliseu o capacitou a ver as invencíveis forças do Céu (2 Reis 6). Sua fé lhe concedeu a visão. Quem Foi Paulo Na BBlia Paulo não priorizava o isolamento. Ele era um homem essencialmente social e possuía uma habilidade ímpar de capturar e manter o amor intenso e lealdade dos amigos com quem livremente interagia. Seu amor por eles era genuíno e profundo. Paulo raramente trabalhava sozinho.

  1. Ele se sentia desesperadamente solitário quando isolado.
  2. Ele tinha um dom para amizades”, escreveu C. Lees.
  3. Nenhum homem no Novo Testamento fez inimigos mais ferrenhos, mas poucos homens no mundo fizeram amigos melhores.
  4. Eles se aglomeravam ao seu redor tão intensamente a ponto de não podermos reconhecer suas personalidades em sua afeição.” Um dos segredos de Paulo era sua capacidade de amar seus amigos desinteressadamente, amar mesmo sem nada receber em retorno.

“Por vocês, de boa vontade me desgastarei e gastarei tudo que tenho, embora pareça que, quanto mais eu os ame, menos vocês me amam” (2 Coríntios 12:15). A amizade de Paulo com Timóteo é um modelo de amizade entre um homem mais velho e outro mais jovem. Quem Foi Paulo Na BBlia Em suas pregações e escritos, Paulo inconscientemente usou suas próprias experiências como ilustrações e compartilhou suas próprias lutas interiores, frustrações e falhas. Ele não desonrou sua sinceridade e integridade (2 Coríntios 1:23; Romanos 9:1-2), mas também não se exaltou indevidamente.

“Com base na graça que recebi, dou a cada um de vocês a seguinte advertência: não se considerem melhores do que realmente são. Antes, sejam honestos em sua autoavaliação, medindo-se de acordo com a fé que Deus nos deu” (Romanos 12:3). Paulo tinha total consciência de suas falhas e fraquezas, especialmente por seu padrão de maturidade ser “à completa medida da estatura de Cristo” (Efésios 4:13).

Ele reconhecia as limitações de suas próprias realizações. “Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou” (Filipenses 3:12). Mas, ao invés de abatê-lo moralmente, essas constatações o impulsionavam para aquilo que estava diante dele.

  1. Apesar de toda essa modesta (mas saudável) autoavaliação, Paulo ousadamente exorta os coríntios: “Portanto, suplico-lhes que sejam meus imitadores” (1 Coríntios 4:16).
  2. Porém, mais adiante na epístola, ele adiciona uma cláusula importante: “Sejam meus imitadores, como eu sou imitador de Cristo” (1 Coríntios 11:1 – ênfase adicionada).

Expor sua vida como exemplo não era uma exibição de orgulho, pois o que ele era e o que realizara fora por causa de Cristo. Paulo era bem generoso em suas avaliações dos outros e não invejava os dons e sucesso espiritual deles. Ele sentia prazer em associar-se com companheiros da obra, mesmo os jovens, em termos de igualdade. Quem Foi Paulo Na BBlia A humildade não faz parte do programa dos cursos de liderança ao redor do mundo, nos quais a proeminência, a publicidade e a autopromoção se tornam muito importantes. De acordo com Jesus, não deve ser assim entre nós. “Entre vocês, porém, será diferente.

  1. Quem quiser ser o líder entre vocês, que seja servo” (Marcos 10:43).
  2. Paulo seguia de perto os passos de seu Senhor nesse requisito.
  3. O apóstolo, que era altamente estimado pelos outros, vivia em humildade de grande contrição.
  4. Apesar de não se ater ao seu passado, nunca esqueceu que tinha perseguido cruelmente a Igreja de Cristo.

E quando lhe disseram que não merecia viver, não argumentou sobre suas declarações. Um constante sentimento de gratidão o mantinha humilde. Não queria maior reputação do que já conseguira. “Se quisesse me orgulhar, não seria insensato de fazê-lo, pois estaria dizendo a verdade. Quem Foi Paulo Na BBlia Um líder é capaz de liderar outros somente porque se autodisciplina. A pessoa que não sabe como sujeitar-se à disciplina imposta pelas circunstâncias, que não sabe obedecer, não será um bom líder — como também aquele que não aprendeu a impor disciplina em sua própria vida.

  1. Aqueles que desprezam as autoridades constituídas legalmente ou segundo as Escrituras, ou se rebelam contra elas, raramente se qualificam para altas posições de liderança.
  2. Paulo impunha a si próprio uma rigorosa disciplina interior em duas áreas: Ele travava uma guerra com seu corpo.
  3. Por isso não corro sem objetivo nem luto como quem dá golpes no ar.
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Disciplino meu corpo como um atleta, treinando-o para fazer o que deve, de modo que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não seja desqualificado” (1 Coríntios 9:26-27). O líder cristão está sujeito ao perigo da derrota pelo excesso dos apetites físicos ou pela preguiça.

Tal perigo crítico exige uma rigorosa autodisciplina. Do outro lado da balança há o excesso de atividade física que pode levar à fadiga e à exaustão. O líder deve estar preparado para se esforçar mais do que seus companheiros. Mas um homem exausto se torna presa fácil do adversário. Devemos estar alertas para nos proteger desses dois perigos.

Ele travava uma guerra com seus pensamentos. “Usamos as armas poderosas de Deus, e não as armas do mundo, para derrubar as fortalezas do raciocínio humano e acabar com os falsos argumentos. Destruímos todas as opiniões arrogantes que impedem as pessoas de conhecer a Deus.

Levamos cativo todo pensamento rebelde e o ensinamos a obedecer a Cristo” (2 Coríntios 10:4-5). Paulo sabia que o pecado se origina nos pensamentos, então fazia um esforço constante para prevenir que eles vagassem e os colocava sob o controle de Cristo. É necessário mais do que força de vontade para levar e manter tanto o corpo como a mente sob o controle divino.

Mas Deus fez provisões para essa capacidade adicional. “Mas o Espírito produz este fruto: domínio próprio” (Gálatas 5:22-23). O segredo de Paulo é que ele era “cheio do Espírito”, e dessa forma o fruto espiritual desejado era produzido abundantemente em sua vida. Quem Foi Paulo Na BBlia Quando se selecionavam líderes para posições que implicavam algum tipo de subordinação, um dos pré-requisitos era a sabedoria: elemento fundamental para boa liderança. “Sendo assim, irmãos, escolham sete homens respeitados, cheios do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos desse serviço” (Atos 6:3).

  • A verdadeira sabedoria é mais do que conhecimento, o qual é a acumulação básica de fatos.
  • É mais do que perspicácia intelectual; é discernimento celestial.
  • A sabedoria espiritual envolve o conhecimento de Deus e as complexidades do coração humano.
  • Ela envolve a aplicação correta de conhecimento em questões morais e espirituais como também em situações que causam perplexidade e relacionamentos humanos complexos.

A sabedoria é uma qualidade que refreia o líder, impedindo-o de atitudes extravagantes ou precipitadas, concedendo-lhe o equilíbrio necessário. A sabedoria caracterizava o método intencional da pregação de Paulo. “Portanto, proclamamos a Cristo, advertindo a todos e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para apresentá-los maduros em Cristo” (Colossenses 1:28).

Quanto tempo o apóstolo Paulo ficou no deserto?

São Paulo de Tarso, o apóstolo dos gentios São Paulo Apóstolo Apóstolo nascido em Tarso, cidade principal da Cilícia, conhecido como o grande apóstolo dos gentios. Descendia de uma família hebreus da tribo de Benjamin, que haviam obtido a cidadania romana, de grandes posses e prestígio político.

  1. Seus pais, sendo como eram, fiéis à lei mosaica, o mandaram logo para Jerusalém para ser educado lá.
  2. Fariseu fervoroso, recebeu na circuncisão o nome de Saulo e teve como preceptor um dos mais sábios e notáveis rabinos daquele tempo, o grande Gamaliel, neto do ainda mais famoso Hilel, de quem recebeu as lições sobre os ensinos do Antigo Testamento.

Foi este Gamaliel, cujo discurso se contém nos Atos dos Apóstolos 5.34-39, que aconselhou o Sanedrim a não tentar contra a vida dos apóstolos. Ele possuía alguma coisa estranha ao espírito farisaico, a qual se avizinhava da cultura grega. Em seu discurso demonstrava um espírito tolerante e conciliador, característico da seita dos fariseus.

  • Celebrizou-se por seus vastos conhecimentos rabínicos.
  • Aprendeu o ofício de fazedor de tendas, das que se usavam nas viagens.
  • Recebeu uma educação subordinada às tradições e às doutrinas da fé hebraica e, embora fosse filho de um fariseu, At 23, tornou-se um cidadão romano.
  • Pelos seus dizeres na epístola aos filipenses 3.4-7, aparentemente ocupava posição de grande influência que lhe dava margem para conseguir lucros e grandes honras.

Tornou-se membro do concílio, At 26.10, e logo depois recebeu a comissão do sumo sacerdote para perseguir os cristãos, 9.1, 2; 22.5. Apareceu no cenário da história cristã, como presidente da execução do diácono Estêvão (1)o protomártir do Cristianismo, a cujos pés as testemunhas depuseram suas vestimentas At 7.58.

Na Bíblia aparece então no 7º capítulo do livro Atos dos Apóstolos, guardando as vestes do diácono, que foi apedrejado, concordando, portanto, com a condenação. Depois disso, empreendeu forte perseguição aos cristãos. Na sua posição odiava a nova seita, não só desprezando o crucificado Messias, como considerava os seus discípulos um elemento perigoso, tanto para a religião como para o Estado.

Este seu ódio mortal contra os discípulos de Jesus durou até ao momento da sua conversão, que aparece no 9º capítulo. Foi no caminho de Damasco que se deu a sua repentina conversão (30). Ele e seus companheiros viajavam pelos desertos da Galiléia e quando, ao meio-dia, o sol ardente estava no seu zênite, At 26.13, repentinamente uma luz vinda do céu, mais brilhante que a luz do sol caiu sobre eles, derrubando-os.

  • Todos se ergueram, mas ele continuou prostrado por terra.
  • Ouviu-se então uma voz que dizia em língua hebraica: “Saulo, Saulo, porque me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão (2)”.
  • Respondeu ele então: “Quem és tu Senhor?” E veio a resposta: “Eu sou Jesus a quem tu persegues.
  • Levanta-te e vai à cidade e aí se te dirá o que te convém fazer”.

Os companheiros que o seguiam ouviam a voz sem nada ver, nem entender. Ofuscado pelo intenso clarão da luz, foi conduzido pela mão dos companheiros. Entrou em Damasco e hospedou-se na casa de Judas, onde permaneceu três dias sem ver, sem comer e nem beber, orando e meditando sobre a revelação divina.

  • Guiado pelo Senhor, o judeu convertido Ananias, foi visitar-lhe e ao se encontrar com o grande perseguidor, recebeu a confissão da sua nova fé.
  • Certo de sua conversão Ananias impôs-lhe as mãos, fê-lo recobrar a visão e o batizou.
  • Batizado, foi para o deserto da Arábia, onde orou e fez penitência por três anos.

A partir de então, com a juventude e a energia que o caracterizava, e para grande espanto dos judeus, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Cristo, Filho de Deus vivo, 9 10-22. Regressou à Jerusalém, onde sofreu a desconfiança dos que não acreditavam na sua repentina conversão e instalou-se em Antióquia, na Síria, de onde fez três grandes viagens missionárias, ao longo de 25 anos.

  • Não pare agora.
  • Tem mais depois da publicidade 😉 Pregou na Ásia Menor, Grécia e Jerusalém, até ser preso em Cesaréia (61).
  • Levado para Roma, permaneceu dois anos sob custódia militar, gozando de relativa liberdade, suficiente para receber os cristãos e converter os pagãos.
  • Durante esse período escreveu as cartas aos Filipenses, aos Colossenses, aos Efésios e a Filêmon.

Inocentado (63) passou pela Espanha, visitou suas comunidades no Oriente, onde foi preso e novamente levado para Roma (67) sob a acusação de seguir uma religião ilegal. São desse último período as duas cartas a Timóteo e a carta a Tito. Por ordem de Nero desta vez não teve perdão e foi condenado à morte, mas por ser um cidadão romano não deve ter sido crucificado e, sim, decapitado.

Além de alguns discursos a ele atribuídos, mencionados nos Atos dos Apóstolos, deixou 14 cartas dirigidas a várias comunidades convertidas e a amigos. Nas cartas que escreveu às comunidades que fundou, mostrou-se o grande teólogo empenhado em elaborar uma síntese do mistério cristão que atravessasse os tempos.

esses documentos caracterizam-se por conterem valiosas regras de vida completamente atemporais, que jamais perderão seu significado se praticados para garantirem a harmonia em qualquer sociedade, em qualquer época. Também em seus ensinamentos observa-se o esclarecimento da distinção entre judaísmo e cristianismo e a difusão deste último no mundo grego.

  • É celebrado nos dias 25 de janeiro, tradicionalmente o dia da sua conversão, e 29 de junho, o dia de sua morte.
  • Não era apóstolo oficialmente, mas foi considerado o apóstolo do gentios por causa da sua grande obra missionário nos países gentílicos.
  • Ele dizia de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos.

e ai de mim se não evangelizar!”, mas também dizia: “Eu sou o menor dos apóstolos. não sou digno de ser assim chamado”. (1) Santo Estêvão, considerado o protomártir, nascido e morto em Jerusalém (35), judeu convertido, foi um dos sete diáconos eleitos pela comunidade cristã de Jerusalém para presidir ao serviço das mesas (At 6,5-11; 7,54-60).

Despertando a antipatia dos judeus helenistas, enciumados do sucesso com que exercia o seu ministério, foi acusado de ter blasfemado contra Deus, a religião e o Templo. Conduzido ao Sinédrio, foi condenado à lapidação. Saulo, o futuro apóstolo Paulo, presenciou o martírio. As relíquias de Estêvão, descobertas em Constantinopla (415), foram transportadas para Veneza (1110).

(2) A frase “Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão”, não quer dizer que ele agia contra a sua vontade, ou que já reconhecia a verdade do Cristianismo, e sim, quer dizer antes que era insensatez resistir aos propósitos divinos. Figura copiada do site da UNIV. Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: COSTA, Keilla Renata. “São Paulo de Tarso”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/sao-paulo-tarso.htm. Acesso em 08 de novembro de 2023. : São Paulo de Tarso, o apóstolo dos gentios

Quantos anos tinha Paulo quando Jesus foi crucificado?

Na última terça (25), celebrou-se a festa de Paulo de Tarso, que dá nome à capital paulista. Sobre ele temos informações graças a 13 cartas que escreveu e ao relato do evangelista Lucas, com quem fez viagens missionárias, intitulado Atos dos Apóstolos — documentos que integram o Novo Testamento.

  • Paulo ou Saulo nasceu provavelmente no ano 1 de nossa era e faleceu em 64, aos 63 anos, em Roma.
  • Seus pais haviam emigrado da Palestina para Tarso.
  • Judeus piedosos, evitaram matricular o filho em escolas gregas.
  • Tão logo completou 14 anos, Paulo foi remetido a Jerusalém, onde morava sua irmã casada.
  • Estudou na mais renomada escola rabínica da época: “aos pés de Gamaliel” (Atos 22, 3).

Seus textos demonstram sólida formação teológica. E era excelente escritor. Seu “Hino ao Amor” (1 Coríntios 13, 1-13) é dos mais belos poemas da literatura universal: Ainda que eu falasse / a língua dos homens e dos anjos, / e não tivesse amor,/ seria como o bronze que soa / ou o címbalo que tine Paulo encontrava-se entre os apedrejadores do jovem levita Estêvão, condenado por “blasfêmia” por haver se tornado cristão.

  • As vestes dos executores foram depositadas “aos pés de um jovem, chamado Saulo” (Atos 7, 58).
  • Tornou-se inimigo dos cristãos: “Persegui de morte esta doutrina, acorrentando e encarcerando homens e mulheres” (Atos 22, 4).
  • Tinha ele 28 anos: “Fui com o objetivo de ali prendê-los (os cristãos) e trazê-los acorrentados a Jerusalém, onde seriam castigados.

Ora, estando eu a caminho e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma intensa luz do céu. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Respondi: “Quem és, senhor?” E ele me disse: “Sou Jesus Nazareno, a quem persegues.” (Atos 22, 5-10).

  1. Em Damasco, ao pregar nas sinagogas, despertou-lhe a vocação apostólica.
  2. Pouco depois retirou-se ao deserto, talvez para se preparar, espiritual e teologicamente, em alguma comunidade judaica-cristã.
  3. Ali permaneceu 13 anos! Nada se sabe sobre esse período da vida dele.
  4. Aos 41 anos, Paulo dirigiu-se a Jerusalém para “visitar” o chefe da nascente Igreja, Pedro (Gálatas 1, 18).

Paulo dedicou mais de 14 anos a viagens missionárias. Percorreu cerca de 15 mil km e enfrentou todo tipo de dificuldades: foi açoitado, apedrejado, preso, assaltado; naufragou, sentiu-se traído, passou fome, frio e noites sem dormir (2 Coríntios 11, 24-27), exposto “ao perigo a todo o momento” (1 Coríntios 15, 30).

Nem sempre é fácil adequar a mudança do modo de pensar com a do agir. Foi o que ocorreu a judeu-cristãos de Jerusalém e a Pedro. Acreditavam que um pagão convertido ao cristianismo deveria, primeiro, aceitar certos rituais judaicos, como a circuncisão e as práticas de pureza. Paulo discordava. Para ele, um pagão podia abraçar a fé em Cristo sem a menor observância à lei mosaica.

Frente ao impasse, no ano 51 ele participou, em Jerusalém, do primeiro Concílio da história da Igreja. Logo depois, em Antioquia, ocorre um incidente entre ele e Pedro. Eis o que Paulo escreveu na Carta aos Gálatas (2, 11-14): “Quando Pedro foi a Antioquia, eu o enfrentei em público, porque ele estava claramente errado.

De fato, antes de chegarem algumas pessoas da parte de Tiago (bispo de Jerusalém), ele comia com os pagãos; mas, depois que chegaram, Pedro começou a evitar os pagãos e já não se misturava com eles, pois tinha medo dos circuncidados. Os outros judeus também começaram a fingir e até Barnabé se deixou levar pela hipocrisia.

Quando vi que eles não estavam agindo direito, conforme a verdade do Evangelho, eu disse a Pedro, na frente de todos: “Você é judeu, mas está vivendo como os pagãos e não como os judeus. Como pode, então, obrigar os pagãos a viverem como judeus?”” Paulo não era contra os judeu-cristãos observarem a lei mosaica.

  • Encarava isso com tolerância.
  • A questão se complicou ao perceber Pedro mudar seu modo de agir e passar a admitir que a salvação não viria apenas como dom gratuito de Cristo, mas também pelo cumprimento da lei de Moisés.
  • Ao retomar antigos costumes judaicos, Pedro fez os pagão-cristãos se sentirem inferiores aos judeu-cristãos, como se fossem fiéis de segunda classe.

Paulo fazia questão de não ser um peso às comunidades que o acolhiam. Sustentava-se com o seu ofício de fabricante de tendas e de objetos de couro (Atos 18, 3). Ao chegar a Atenas, sugeriram-lhe ir ao Areópago, a colina de Marte, onde se reuniam os interessados em filosofia.

  • Ali exercitou toda a sua pedagogia evangelizadora: valorizou seus ouvintes como “extremamente religiosos” (Atos 17, 22) e, ao deparar-se com um altar dedicado “ao Deus desconhecido”, soube tirar proveito: “Aquele que venerais sem conhecer é este que vos anuncio” (Atos 17, 23).
  • E parafraseando Arato, poeta conhecido pelos gregos, concluiu que Deus “não está longe de cada um de nós; é nele que vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17, 27-28).

Para tempos de fundamentalismos religiosos, Paulo deixou importante legado por seu testemunho de quem passou de perseguidor a perseguido; de membro da elite a pregador itinerante; de fariseu intolerante a cristão dotado de espírito ecumênico; de legalista a misericordioso.

Por que Paulo fazia tendas?

Destaco aqui a vida do próprio Apóstolo Paulo, que tinha um ofício, e fazia uso do mesmo para proporcionar a sustentabilidade que seu ministério requeria em tempos de plena expansão do Evangelho, no período da igreja primitiva, conforme podemos ver em Atos 18:1-3.

Quando Paulo teve um encontro com Jesus?

O Que a Bíblia Diz? Os companheiros de Saulo ouviram a voz de Jesus? Lucas comenta no relata do encontro de Saulo (Paulo) com Jesus no caminho para Damasco: “Os seus companheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo, contudo, ninguém” (Atos 9:7). Mas o mesmo autor repassa o comentário do próprio Paulo sobre a mesma experiência: “Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo” (Atos 22:9).

Ouviram a voz, ou não? Como explicar estas duas afirmações do mesmo autor que parecem se contradizer? Os próprios versículos explicam o ponto. Os companheiros de Saulo ouviram a voz celestial, mas não discerniram a mensagem. Observamos aqui dois níveis de percepção. Os companheiros viram a luz, mas Saulo viu Jesus (compare 1 Coríntios 9:1; 15:8).

Aqueles ouviram o som de uma voz, mas este entendeu as palavras que Jesus falou. Assim, Lucas afirma, sem se contradizer, que ouviram a voz mas não perceberam o sentido dela. Encontramos um caso semelhante que esclarece o propósito disso que Jesus fez com Paulo.

João 12:28-30 diz: “Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei. A multidão, pois, que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um trovão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou. Então, explicou Jesus: Não foi por mim que veio esta voz, e sim por vossa causa.” A multidão sabia que uma voz do céu havia falado com Jesus.

Este fato serviu de sinal para mostrar a fonte de sua mensagem. Mas ninguém na multidão entendeu o significado da mensagem. Nem sabiam se era trovão ou uma voz celestial. No caso de Saulo, outros homens se tornaram testemunhas do fato do encontro com alguém do céu.

As palavras de Jesus, porém, foram ocultas para eles naquele dia. Saulo ouviu, entendeu, e obedeceu a voz do Senhor. Uma pequena dificuldade com um detalhe do relato não deve obstruir a nossa visão do significado da experiência de Saulo. Ele partiu para Damasco confiante da sua posição sobre Jesus e seus seguidores, mas chegou à cidade cego e confuso, encarando a realidade do seu próprio pecado.

Saiu de Jerusalém para procurar os seguidores de Jesus, mas entrou em Damasco esperando ser encontrado por um dos mesmos discípulos. Foi para Damasco pronto para prender e até matar cristãos, sem jamais imaginar que o próprio velho homem dele seria morto, os pecados lavados nas águas do batismo (Atos 22:16).

Saiu de Jerusalém como grande perseguidor dos discípulos de Cristo, mas em Damasco descobriu que ele seria perseguido como pregador da mesma fé (Atos 9:15-16). Foi para Damasco com apoio dos judeus para matar cristãos, e saiu da cidade com ajuda dos cristãos quando os judeus queriam matá-lo. A viagem de Saulo de Jerusalém para Damasco transformou a vida dele e definiu o seu futuro, até o seu destino eterno.

-por Dennis Allan Leia mais sobre este assunto: A Conversão de Saulo A Ressurreição Jesus Ressuscitou! Como posso provar o evangelho a alguém que não crê na Bíblia? O Túmulo Vazio ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Quantas cartas foram escritas por Paulo?

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Novo Testamento
Evangelhos
Livro Histórico
Epístolas Paulinas
Epístolas Universais
Livro Apocalíptico

O Apóstolo Paulo, por Rembrandt. (1633) As Epístolas Paulinas, Epístolas de Paulo ou Cartas de Paulo são os 14 livros do Novo Testamento da Bíblia que têm o nome Paulo (Παῦλος) como a primeira palavra, portanto, as mesmas reivindicam a autoria do apóstolo Paulo,

  • Entre essas cartas, estão alguns dos mais antigos documentos cristãos existentes.
  • Eles fornecem uma visão das crenças de parte do cânon do Novo Testamento e são textos fundamentais para a teologia cristã e para a ética.
  • A Epístola aos Hebreus, embora não tenha o nome de Paulo, foi tradicionalmente considerada paulina por mil anos.

Mas, a partir do século XVI, a opinião se moveu constantemente contra a autoria paulina e poucos estudiosos agora atribuem a autoria dessa carta a Paulo, principalmente porque a mesma não é lida como qualquer uma das outras epístolas atribuídas a ele em estilo e conteúdo.

  1. A maioria dos estudiosos concorda que Paulo realmente escreveu sete das Epístolas Paulinas, mas considera que quatro das epístolas em nome de Paulo parecem não ser da autoria dele.
  2. Além disso, os estudiosos estão divididos sobre a autenticidade de duas das epístolas.
  3. As Epístolas Paulinas são, geralmente, colocadas entre o livro Atos dos Apóstolos e as Epístolas Gerais nas edições modernas.

A maioria dos manuscritos gregos, no entanto, coloca as Epístolas Gerais primeiro, e alguns manuscritos (175, 325, 336, e 1424) colocam as Epístolas Paulinas no final do Novo Testamento.