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Quem Escreveu O Hino Nacional?

Quem é o autor da letra do Hino Nacional Brasileiro?

Hino oficializado pelo Decreto nº 15.671, de 6 de setembro de 1922, na versão composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 (música) e por Osório Duque Estrada em 1909 (letra) – se bem que alguns versos apócrifos tenham sido acrescentados à composição original de Estrada e incorporados definitivamente ao hino.

Qual foi o primeiro país a ter um Hino Nacional?

História – Hinos nacionais ganharam destaque na Europa durante o século XIX, mas alguns se originaram muito antes. O suposto hino nacional mais antigo pertence aos Países Baixos e é chamado de ” Het Wilhelmus “. Foi escrito entre 1568 e 1572 durante a Revolta Neerlandesa e sua variante da melodia atual foi composta pouco antes de 1626.

  • Foi uma marcha orangista popular durante o século XVII, mas não se tornou o hino nacional holandês oficial até 1932,
  • O hino nacional japonês, ” Kimigayo “, tem a letra mais antiga, que veio de um poema do período Heian (794-1185), mas não foi musicado até 1880.
  • O hino nacional filipino ” Lupang Hinirang ” foi composto em 1898 como música incidental sem letra para a cerimônia de declaração da independência do Império Espanhol.

O poema espanhol “Filipinas” foi escrito no ano seguinte para servir como letra do hino; a versão atual em tagalo data de 1962. ” God Save the King “, o hino nacional do Reino Unido e o hino real em alguns reinos da Commonwealth, foi composto pela primeira vez em 1619,

  1. Não é oficialmente o hino nacional do Reino Unido, embora tenha se tornado hino nacional por meio do costume.
  2. A letra do hino varia conforme o gênero do monarca britânico, alterando palavras femininas como “queen” e “her” para “king” e “him”.
  3. O hino nacional da Espanha, a ” Marcha Real “, escrito em 1761, foi um dos primeiros a ser adotado como tal, em 1770.

A Dinamarca adotou o mais antigo de seus dois hinos nacionais, ” Kong Kristian ” em 1780; e ” La Marseillaise “, o hino nacional francês, foi escrito em 1792 e adotado em 1795. A Sérvia tornou-se a primeira nação do leste europeu a ter um hino nacional – ” Vostani Serbije ” – em 1804.

” Ee Mungu Nguvu Yetu “, o hino nacional do Quênia, é um dos primeiros hinos nacionais a serem especificamente comissionados. Foi escrito por uma comissão especial em 1963 para servir como o hino após a independência do Reino Unido. O hino nacional galês ” Hen Wlad Fy Nhadau ” foi o primeiro a ser cantado em um evento esportivo internacional quando foi cantado em um jogo de rugby contra a Nova Zelândia em Llanelli,

Isso foi feito para combater o famoso haka da Nova Zelândia. ” Hatikvah “, o hino nacional de Israel, foi escrito como um poema em 1877 por Naftali Herz Imber, e usa a melodia da canção italiana “La Mantovana” em 1888 de Samuel Cohen (a melodia foi usada em muitas canções folclóricas ao longo da Europa).

Qual é o significado da letra do Hino Nacional?

Primeira parte: liberdade do Brasil – O início da letra fala sobre a independência brasileira e exalta a nova condição do Brasil de país independente. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante Nas primeiras duas frases da letra, já é possível perceber a presença de inversões sintáticas. Quem Escreveu O Hino Nacional A Proclamação da Independência, de François-René Moreaux, 1844 Dom Pedro I estava próximo ao Rio Ipiranga quando proclamou a independência do Brasil. Esse é o brado (grito) a que se refere a letra, e o imperador aparece como um representante do povo brasileiro ou do povo heroico,

E o Sol da liberdade, em raios fúlgidos Brilhou no céu da Pátria nesse instante O autor, Joaquim Osório, compara a liberdade conquistada pelo Brasil a um Sol com raios brilhantes. O brilho ilumina o céu da Pátria, antes obscuro pelo colonialismo. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte Em teu seio, ó liberdade Desafia o nosso peito a própria morte! Penhor equivale a uma garantia ou segurança.

Portanto, a frase está dizendo que, com a força de seu povo, o braço forte, o Brasil conquistou a liberdade e a garantia de uma igualdade com Portugal. O Brasil, que antes era uma colônia de Portugal, passou a ser um país independente. Caso essa garantia de liberdade fosse desafiada, o trecho afirma que o povo brasileiro estava disposto a lutar até a morte,

Qual parte do Hino Nacional que foi retirada?

HISTÓRIA A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal.

Após a proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República.

Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A música do Hino Nacional do Brasil foi composta em 1822, por Francisco Manuel da Silva, chamada inicialmente de “Marcha Triunfal” para comemorar a Independência do país. Essa música tornou-se bastante popular durante os anos seguintes, e recebeu duas letras. A primeira letra, produzida quando Dom Pedro I abdicou do trono, foi de autoria de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, sendo cantada pela primeira vez, juntamente com a execução do hino, no cais do Largo do Paço (ex-Cais Pharoux, atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro), a 13 de abril de 1831, em desacato ao ex-imperador que embarcava para Portugal. A letra dizia o seguinte: Os bronzes da tirania Já no Brasil não rouquejam; Os monstros que o escravizavam Já entre nós não vicejam. (estribilho) Da Pátria o grito Eis que se desata Desde o Amazonas Até o Prata Ferrões e grilhões e forcas D’antemão se preparavam; Mil planos de proscrição As mãos dos monstros gizavam O hino passou assim a se chamar “Hino ao 7 de abril” em alusão à abdicação de Dom Pedro I. Já a segunda letra, na época da coroação de Dom Pedro II, de autoria desconhecida, dizia: Negar de Pedro as virtudes Seu talento escurecer É negar como é sublime Da bela aurora, o romper Durante o segundo reinado, o hino nacional era executado nas solenidades oficiais em que participasse o imperador, sem qualquer canção. Após a Proclamação da República em 1889, um concurso foi realizado para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição (“Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!”) seria oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil, e a música original, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e o poema declarado vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909, que foi oficializado por Decreto do Presidente Epitácio Pessoa em 1922 e permanece até hoje. LEGISLAÇÃO De acordo com o Capítulo V da Lei 5.700 (01/09/1971), que trata dos símbolos nacionais, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio. Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (gestual ou vocal como, por exemplo, aplausos, gritos de ordem ou manifestações ostensivas do gênero, sendo estas desrespeitosas ou não). Segundo a Seção II da mesma lei, execuções simplesmente instrumentais devem ser tocadas sem repetição e execuções vocais devem sempre apresentar as duas partes do poema cantadas em uníssono. Portanto, em caso de execução instrumental prevista no cerimonial, não se deve acompanhar a execução cantando, deve-se manter, conforme descrito acima, silêncio. O Hino Nacional Brasileiro deve ser executado em continência à Bandeira Nacional e ao Presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A partir de 22 de setembro de 2009, o hino nacional brasileiro tornou-se obrigatório em escolas públicas e particulares de todo o país. Ao menos uma vez por semana, todos os alunos do ensino fundamental devem cantá-lo. Em caso de cerimônia em que se tenha que executar um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro. LETRA DA INTRODUÇÃO A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880. Em 17 de novembro de 2009, o cantor Eliezer Setton lançou um CD, intitulado “Hinos à Paisana”, das quais uma das faixas é do Hino Nacional Brasileiro com essa introdução cantada. A letra da introdução é a seguinte: Espera o Brasil que todos cumprais com o vosso dever Eia! avante, brasileiros! Sempre avante Gravai com buril nos pátrios anais o vosso poder Eia! avante, brasileiros! Sempre avante Servi o Brasil sem esmorecer, com ânimo audaz Cumpri o dever na guerra e na paz À sombra da lei, à brisa gentil O lábaro erguei do belo Brasil Eia sus*, oh sus! * A palavra “sus” é uma interjeição que vem do latim sus: “de baixo para cima”; que chama à motivação: erga-se!, ânimo!, coragem! Neste contexto é sinônimo de “em frente, avante”. Ouça aqui como era cantada a introdução do nosso Hino.>> https://www.bombeiros.go.gov.br/wp-content/uploads/2012/05/Introducao_do_Hino_Nacional_Brasileiro.mp3

Qual é o Hino Nacional mais longo do mundo?

A Copa das Confederações começa no sábado, com o duelo entre Brasil e Japão, em Brasília. E, com ela, começa também uma trilha sonora bem particular das grandes competições: os hinos nacionais. LEIA MAIS Manifestantes ateiam fogo em frente ao estádio Mané Garrincha Fifa, chuva e trânsito tiram ‘título da logística’ do Uruguai Na África do Sul, mais perigosa, seleção tinha menos segurança do que em Brasília O perfil de cada seleção, as sedes, o craque; tudo sobre a Copa das Confederações aqui Japão Chamado “Kimigayo”, o hino japonês é baseado em um poema que teve origem entre os anos de 794 e 1185.

  1. A música foi acrescentada no período imperial, e a melodia atual acabou incorporada em 1880.
  2. Com apenas 11 sílabas e 32 caracteres no alfabeto japonês, o hino é considerado um dos menores do mundo.
  3. Assista ao hino do Japão Letra original Kimigayo wa Chiyo ni yachiyo ni Sazareishi no Iwao to narite Koke no musumade Tradução Possa seu reinado Continuar por mil, oito mil gerações, Até que seixos Cresçam nos penhascos Cobertos de musgo.

Itália Oficialmente, o hino italiano chama-se Il Canto degli Italiani – “A música dos italianos”, em tradução livre. Mas ele ficou conhecido mundialmente como Fratelli d’Italia, devido à famosa primeira frase. Composto pela letra de Goffredo Mameli e a música de Michele Novaro, o hino foi escolhido provisoriamente como o oficial do país em 1946; apenas em 2005 ele passou a ser oficialmente reconhecido como hino do país, embora já fosse adotado informalmente havia quase 60 anos Assista ao hino da Itália Letra original Fratelli d’Italia, l’Italia s’è desta, dell’elmo di Scipio s’è cinta la testa.

Dov’è la Vittoria? Le porga la chioma, ché schiava di Roma Iddio la creò. Stringiamci a coorte, siam pronti alla morte. Siam pronti alla morte, l’Italia chiamò. Stringiamci a coorte, siam pronti alla morte. Siam pronti alla morte, l’Italia chiamò! Noi fummo da secoli calpesti, derisi, perché non siam popolo, perché siam divisi.

Raccolgaci un’única bandiera, una speme: di fonderci insieme già l’ora suonò. Uniamoci, amiamoci, l’unione e l’amore rivelano ai popoli le vie del Signore. Giuriamo far libero il suolo natio: uniti, per Dio, chi vincer ci può? Dall’Alpi a Sicilia dovunque è Legnano, ogn’uom di Ferruccio ha il core, ha la mano, i bimbi d’Italia si chiaman Balilla, il suon d’ogni squilla i Vespri suonò.

  • Son giunchi che piegano le spade vendute: già l’Aquila d’Austria le penne ha perdute.
  • Il sangue d’Italia, il sangue Polacco, bevé, col cosacco, ma il cor le bruciò.
  • Tradução Irmãos da itália, A Itália acordou Com o elmo de scipio Cingiu sua cabeça Onde está a vitória? Lhe estenda a coma Que escrava de roma Deus a criou, estreitamo-nos em coorte, Estamos prontos para a morte.

Estamos prontos para a morte A Itália chamou. Estreitamo-nos em coorte, Estamos prontos para a morte. Estamos prontos para a morte A Itália chamou, sim! Nós fomos há séculos Pisados, escarnecidos, Porque não somos povo Porque estamos divididos. Reúna-nos uma única Bandeira, uma esperança: De fundirmo-nos juntos Já é hora.

  1. Unimo-nos, amemo-nos A união e o amor Revelam aos povos Os caminhos do senhor.
  2. Juremos libertar O solo nativo: Unidos, por deus Quem nos pode vencer? Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou.
  3. Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou, sim! Dos alpes à sicília, Qualquer lugar é legnano Todo homem ferruccio Tem o coração e a mão; As crianças da itália Se chamam balilla; O som de cada sino As vésperas tocou.

São juncos que dobram As espadas vendidas; Já a águia da Áustria As penas perdeu. O sangue da Itália O sangue polonês Bebeu com o cossaco, Mas o coração lhe queimou. Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte, A itália chamou.

Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou, sim! México O Hino Nacional Mexicano, também conhecido como “Mexicanos, al grito de guerra”, foi composto em 1853, por Francisco González Bocanegra; a música, de Jaime Nuno Roca, foi acrescentada um ano depois.

A letra foi escolhida após um concurso nacional organizado pelo governo do país, à época comandado pelo presidente Antonio López de Santa Anna. Muito extenso, o hino é cortado para a execução em jogos de futebol e olimpíadas. Assista ao hino do México Letra original Mexicanos, al grito de guerra el acero aprestad y el bridón.

Y retiemble en sus centros la Tierra, al sonoro rugir del cañón. Y retiemble en sus centros la Tierra, al sonoro rugir del cañón! Ciña ¡Oh Patria! tus sienes de oliva De la paz el arcángel divino, Que en el cielo tu eterno destino Por el dedo de Dios se escribió. Mas si osare un extraño enemigo profanar con su planta tu suelo, Piensa ¡Oh Patria querida! que el cielo Un soldado en cada hijo te dió.

En sangrientos combates los viste Por tu amor palpitando sus senos, Arrostrar la metralla serenos, Y la muerte o la gloria buscar. Si el recuerdo de antiguas hazañas, De tus hijos imflama la mente, Los laureles del triunfo, tu frente, Volverán inmortales a ornar.

  • Como el golpe del rayo la encina Se derrumba hasta el hondo torrente La discordia vencida, impotente, A los pies del arcángel cayó.
  • Ya no mas de tus hijos la sangre se derrame en contienda de hermanos; Solo encuentre el acero en tus manos Quien tu nombre sagrado insulto.
  • Del guerrero inmortal de Zempoala Te defiende la espada terrible, Y sostiene su brazo invencible Tu sagrado pendón tricolor.

El será del feliz mexicano en la paz y en la guerra el caudillo, Porque el supo sus armas de brillo Circundar en los campos de honor. ¡Guerra, guerra sin tregua al que intente De la patria manchar los blasones! ¡Guerra, guerra! Los patrios pendones en las olas de sangre empapad.

  • ¡Guerra, guerra! En el monte, en el valle, los cañones horrísonos truenen, Y los ecos sonoros resuenen con las voces de ¡Unión! ¡Libertad! Antes, Patria, que inermes tus hijos bajo el yugo su cuello dobleguen, Tus campiñas con sangre se rieguen.
  • Sobre sangre se estampe su pie.
  • Y tus templos, palacios y torres se derrumben con hórrido estruindo Y sus ruinas existan diciendo: De mil héroes la Patria aquí fué.

Si a la lid contra hueste enemiga Nos convoca la trompa guerrera, De Iturbide la sacra bandera ¡Mexicanos! valientes seguid. Y a los fieros bridones les sirvan Las vencidas enseñas de alfombra: Los laureles del triunfo den sombra A la frente del bravo adalid.

Vuelva alivio a los patrios hogares El guerrero a contar su victoria, Ostentando las palmas de gloria Que supiera en la lid conquistar. Tornarásen sus lauros sangrentos En guirnaldas de mirtos y rosas, Que el amor de las hijas y esposas También sabe a los bravos premiar. Y el que golpe al de ardiente metralla De la Patria en las aras sucumba Obtendrá en recompensa una tumba Donde brille de gloria la luz.

Y de Iguala la enseña querida A su esposa sangrienta enlazada, De laurel inmortal coronada, Formará de su fosa la cruz. ¡Patria! ¡Patria! tus hijos te juran exhalar en tus aras su aliento, Si el clarín con su bélico assento Los convoca a lidiar con valor.

  1. ¡Para tí las guirnaldas de oliva; Un recuerdo para ellos de gloria! ¡Un laurel para tí de victoria; Un sepulcro para ellos de honor! Espanha A Marcha Real, adotada como hino nacional da Espanha, é um dos mais antigos hinos do mundo.
  2. A primeira partitura é datada de 1761, com o título de La Marcha Granadera, sem menção ao nome do compositor.
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Em 1770, o rei Carlos III declarou a marcha como hino oficial do país. Entre a Segunda República Espanhola (1931-1939) e o Triênio Libertal (1820-1823), o Himno del Riego foi adotado como canção nacional. Com o fim da Guerra Civil Espanhola, o general Francisco Franco instaurou novamente a Marcha Real como hino do país.

  1. Em 2007, foi criado um concurso de letras para o hino espanhol.
  2. Mais de 7 mil sugestões foram feitas.
  3. Mas a Marcha Real continua sem letra.
  4. Veja o hino da Espanha, campeã mundial e europeia Taiti O Taiti, por ser um território francês, tem como hino oficial a Marselhesa.
  5. Mas, desde 1992, foi adotado o Hino da Polinésia Francesa, conjunto de ilhas que tem o Taiti como seu maior território.

É este hino que os taitianos utilizarão antes das partidas na Copa das Confederações. O hino polinésio ainda causa polêmica nas outras ilhas do arquipélago por um motivo: o título “Ia Ora ´O Tahiti Nui (Vida longa ao grande Taiti) só faz referência à maior ilha.

A última frase da letra também faz referência aos taitianos. Letra original Ua rahu te atua (i) tou aiá Honono anoá o te motu rau Heihei itepua rii au é E firi nape morohi ore O tauiá e faateniteni nei Te Tuoro nei te reo here O te huia A hií to aroha Ia ora o Tahiti Nui e Tradução Deus criou meu país, Grinalda de múltiplas ilhas, Com tais delicadas fragrâncias Ligadas como uma memorável trança Deixe-me hoje elogiá-la Ouvir a voz das suas crianças Gritando “Generoso seu amor” Então o Grande Taiti pode viver Nigéria O hino nigeriano é relativamente jovem.

Foi apenas em 1978 que o país adotou o atual “Arise, O compatriots” como canção nacional do país. Até então, o hino era “Nigéria, we all hail thee”. As frases que compõem o hino foram retiradas das cinco finalistas de uma competição organizada pelo governo do país.

Veja o hino da Nigéria, campeã da Copa das Nações Africanas Arise, O compatriots, Nigeria’s call obey To serve our fatherland With love and strength and faith The labor of our heroes past Shall never be in vain To serve with heart and might One nation bound in freedom, peace and unity. Oh God of creation, direct our noble cause Guide our leaders right In love and honesty to groy Great lofty heights attain To build a nation where peace and justice shall reign Tradução Levatai ó compatriotas, o chamado da Nigéria obedecei Para servir a nossa Pátria Com amor, força e fé O trabalho dos nossos heróis que se foram Nunca será em vão Para servir com coração e poder Uma nação de liberdade, paz e união Oh Deus da criação, guia-nos na nossa causa Guiai nossos lideres Ajudai nossa juventude a saber a verdade No amor e honestidade para crescer e a viver na justiça e verdade Para atingir grandes aspirações E construir uma nação onde a paz e a justiça reinarão.

Uruguai O hino uruguaio é o mais longo do mundo, com 105 estrofes e quase 6 minutos. Por isso, foi feita uma versão encurtada, para execução pública. Composto por Francisco Acuña de Figueroa, em 1833, o hino tem trechos que remetem a guerras e batalhas – já na primeira frase, isso fica claro, com a famosa frase “Orientales, la Patria o la Tumba”.

Curiosamente, Francisco Acuña foi, também, o compositor do hino nacional paraguaio, igualmente belicoso, chamado “Paraguayos, República o Muerte” Veja o hino do Uruguai, campeão da última edição da Copa América Letra (versão reduzida para execução pública) Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Libertad, libertad Orientales! Este grito à la Patria salvó.

Que a sus bravos en fieras batallas De entusiasmo sublime inflamó. Libertad, libertad Orientales! Este grito à la Patria salvó. Que a sus bravos en fieras batallas De entusiasmo sublime inflamó. De este don sacrosanto la gloria Merecimos: tiranos temblad! Tiranos temblad! Tiranos temblad! Libertad en la lid clamaremos, Y muriendo, también libertad! Libertad en la lid clamaremos, Y muriendo, también libertad! Y muriendo, también libertad! También libertad! También libertad! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir!

Por que o rio do Ipiranga foi citado no hino nacional?

Marco da independência, Rio Ipiranga é protegido pelo Jardim Botânico de SP | Governo do Estado de São Paulo O Jardim Botânico de São Paulo, na zona sul da Capital, abriga diversas coleções de plantas, inclusive algumas ameaçadas de extinção. Sua área de 360 mil m² de Mata Atlântica contém 380 espécies de árvores, muitas delas utilizadas para pesquisa, e protege parte da biodiversidade paulista e brasileira.

Mas o local abriga ainda os três afluentes que formam o riacho do Ipiranga, curso d’água que faz parte da história do Brasil. Teria sido às suas margens, em 1822, que o imperador Dom Pedro I declarou a Independência do país, então colônia de Portugal. O fato foi imortalizado no verso “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas”, do Hino Nacional, escrito por Joaquim Osório Duque Estrada ( veja o vídeo acima ).

Quem for até lá, poderá caminhar por uma trilha suspensa, com 350 metros de comprimento, que leva até o local onde brota o riacho Pirarungauá, o maior dos afluentes do Ipiranga. Com sorte, nesse percurso é possível ver vários animais, como exemplares do macaco bugio, além de muitas aves.

É um pedaço de São Paulo que resguarda uma época remota. Cerca de um quilômetro do Rio Ipiranga percorre o Jardim Botânico. Depois, ele entra na área urbana e passa próximo ao monumento da Independência – o ponto exato onde Dom Pedro I teria selado o destino do Brasil como país livre dos domínios portugueses.

O Ipiranga segue seu caminho até desaguar no Rio Tamanduateí. SERVIÇO Jardim Botânico de São Paulo Av. Miguel Stéfano, 3031, Água Funda – São Paulo – SPAberto de 3ª feira a domingo (incluindo feriados que caem na 2ª feira), das 9h às 17h : Marco da independência, Rio Ipiranga é protegido pelo Jardim Botânico de SP | Governo do Estado de São Paulo

Qual é o hino mais antigo do mundo?

Wilhelmus van Nassouwe é o mais antigo hino nacional do mundo.

Qual o tom original do Hino Nacional Brasileiro?

Manda a lei nº 259 de 1/10/1936 que a versão original da melodia de Francisco Manoel da Silva, no tom de Si bemol maior, seja a executada por orquestras e bandas, e que para o canto seja tocado o arranjo do maestro Alberto Nepomuceno, em Fá maior.

O que quer dizer terra garrida?

O Hino Nacional Brasileiro tornou-se obrigatório em todas as escolas públicas e privadas do país. Ao menos uma vez por semana os alunos precisam cantar o hino. A letra do hino é muito bonita, mas muitas pessoas não entendem o sentido de todas as palavras e frases presentes nele.

  1. Abaixo poderá encontrar o hino nacional traduzido.
  2. Utilizando uma linguagem fácil, o autor explicou muito bem uma das maiores riquezas de nossa nação, da pátria amada Brasil.
  3. Confira: 1.
  4. Ouviram do Ipiranga às margens plácidas De um povo Heróico o brado retumbante As margens plácidas do (rio) Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico.

Plácido quer dizer calmo. Dom Pedro I vinha de Santos, ao longo do rio Ipiranga, quando tomou a corajosa decisão de declarar a independência do Brasil. Brado é grito. Retumbante é estrondoso, barulhento, para fazer um contraste com a placidez das margens.

Poderíamos parafrasear (escrever de outra forma) este verso assim: As margens calmas do rio Ipiranga ouviram o grito estrondoso de um herói (Dom Pedro I), que representava todo o povo brasileiro. O riacho Ipiranga nasce junto ao Zoológico de S. Paulo. Era de costume na época inverterem-se as frases à moda latina.2.

E o sol da liberdade em raios fúlgidos Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Fúlgido significa brilhante. Mas não dava prá dizer: “raios brilhantes brilhavam” porque iria parecer repetitivo e pobre. O grito de “Independência ou Morte” transformava uma nação colonial, dependente de Portugal, em um novo país autônomo e livre.

Duque Estrada compara a liberdade a um sol brilhante que ilumina o céu (Pátria), antes obscurecida pelo colonialismo.3. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Penhor equivale a garantia, segurança. É comum a gente penhorar algo de valor (em troca de dinheiro) e receber um papel que garanta a recuperação daquilo que foi penhorado.

O Brasil passou a ser independente e, portanto, conquistou o penhor da igualdade, ou seja, daquele momento em diante, Portugal e Brasil eram nações iguais, sem que uma fosse superior à outra. E a frase continua, dizendo: o nosso peito desafia a própria morte.

  1. Simplificando: agora que o povo brasileiro conquistou seu passe para a liberdade, através de sua força e coragem, inspirado nesta nova liberdade não hesitará em enfrentar a própria morte (isto é, se tiver de lutar e morrer, o povo não sentirá medo).
  2. A frase pode ser reescrita assim: através de nossa coragem conquistamos uma igualdade de condição com quem antes era nosso colonizador e, para manter esta situação de liberdade, estamos prontos a sacrificar a própria vida.4.

Ó Pátria Amada, Idolatrada Salve! salve! Idolatrar é transformar algo ou alguém em ídolo, como se costuma fazer com artistas de modo geral. Salve equivale a uma saudação. Originalmente se dizia; “Deus te salve!” 5. Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu risonho e límpido A imagem do Cruzeiro resplandece! Vívido é intenso, ardente, vivo.

Formoso é belo. Límpido significa transparente, claro. Resplandecer equivale a brilhar ou luzir intensamente. Aqui o poeta compara o Brasil a um sonho intenso, porque ainda tem muito a realizar. Sabe-se que o Cruzeiro do Sul é uma constelação que aparece no céu do Brasil. Ela tem a forma de cruz, que nos lembra Jesus Cristo e as práticas cristãs.

Portanto, vamos refazer os versos para entender o sentido: O Brasil é como um sonho intenso e, já que em nosso céu límpido a cruz de Cristo resplandece, desta cruz desce um raio brilhante que ilumina o Brasil. Ou seja, o Brasil está sob o amparo e a proteção de Cristo.6.

Gigante pela própria natureza És belo, és forte impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Se você olhar o mapa mundial, vai notar que o Brasil é o quinto maior país do mundo (depois de Rússia, Canadá, Estados Unidos e China). Com mais de 8.500.000 de Km2, o Brasil é naturalmente gigantesco.

Note que às vezes os poetas têm o costume de falar diretamente com as coisas, como se elas fossem pessoas: “és belo, és forte.” Impávido significa sem medo: destemido, corajoso. Colosso é uma pessoa ou objeto de tamanho muito grande. Vamos reescrever a frase: Tu (Brasil), és belo, forte e, graças ao tamanho imenso que a natureza te deu, não tens medo de nada.

Além disso, a tua grandeza de hoje vai se revelar no futuro.7. Terra adorada, entre outras mil, És tu Brasil, ó pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! Este trecho é mais fácil de se entender, embora também utilize algumas inversões: Brasil, tu és nossa terra adorada e te escolhemos entre outras mil terras; tu és nossa pátria amada, mãe gentil (carinhosa) dos filhos deste solo (de nós, brasileiros).8.

Deitado eternamente em berço esplêndido Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Esplêndido é maravilhoso, deslumbrante. Fulgurar é brilhar, resplandecer. Também pode significar distinguir-se ou sobressair (entre outros).

  1. Florão é uma decoração bonita e grande em forma de flor.
  2. A idéia que Duque Estrada quer transmitir é a de que a localização geográfica do Brasil é mesmo muito privilegiada: as montanhas, as matas, os rios, toda a natureza formam a imagem de um berço (porque, além do mais, o Brasil, uma nação que se tornara recentemente independente, era como um imenso país recém-nascido).

“Ao som do mar”, porque temos um litoral vasto com belíssimas praias; “e à luz do céu profundo”, isto é, ensolarado, típico dos trópicos. O “sol do Novo Mundo” coloca o Brasil mais uma vez como uma nação jovem e promissora. O velho mundo (Europa) conquistou e colonizou o novo mundo (América).

Vamos reescrever: Brasil, tu possuis uma localização espetacular, com uma natureza rica, muito mar e sol. Por isso, entre outras nações da América (Novo Mundo), tu te destacas como um florão.9. Do que a terra mais garrida Teus risonhos lindos campos têm mais flores, “Nossos bosques têm mais vida”, “Nossa vida” no teu seio, “mais amores”.

Garrida é colorida, alegre, vistosa. Teus risonhos lindos campos têm mais flores do que a terra mais garrida (vistosa). Ou seja, nossa natureza é mais colorida e bela que a de outras terras. Nossos bosques têm mais vida (mais beleza e vitalidade). Nossa vida, em teu seio (dentro de ti, Brasil), mais amores.

  1. Equivale a dizer que nós, brasileiros, por vivermos no Brasil, somos mais capazes de amar.
  2. As aspas são usadas por Duque Estradas no original, pois representam citações dos versos de Gonçalves Dias em “Canção do Exílio”: Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá.Nosso céu tem mais estrelas, Nossas varzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores.10.

“Ó Pátria amada, Idolatrada Salve! Salve! Idolatrar é transformar algo ou alguém em ídolo, como se costuma fazer com artistas de modo geral. Salve equivale a uma saudação. Originalmente se dizia: “Deus te salve!” 11. Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado Ostentar é mostrar com orgulho.

Um lábaro era um estandarte muito usado pelos romanos e aqui está representado por nossa bandeira, repleta de estrelas. O poeta compara a bandeira a um estandarte e deseja que ele represente o amor eterno. O verso está invertido. Deve-se ler: Brasil, o lábaro que ostentas estrelado seja símbolo de amor eterno.

O poeta está tentando dizer: tomara que as estrelas da tua bandeira sejam símbolo de amor eterno.12. E diga ao verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Flâmula aqui, é sinônimo de bandeira. O louro é uma planta. Com seus galhos e folhas os imperadores romanos eram coroados.

  1. Portanto, simboliza poder e glória.
  2. Mais uma vez, vamos olhar para a bandeira.
  3. Duque Estrada torce para que o louro da bandeira simbolize um poder que venceu batalhas gloriosas no passado, quando isso foi necessário para se conseguir a independência, mas só deseja paz daquele momento em diante, pois o verde, além da esperança, também simboliza a paz.13.

Mas se ergues da justiça a clava forte Verás que o filho teu não foge à luta, Nem teme quem te adora a própria morte. Clava é um pedaço de pau pesado (mais grosso numa ponta que na outra), que era usado como arma. Vimos que, no verso anterior, o poeta sonha com a paz no futuro.

De repente, entretanto, este novo verso diz: mas se ergues (levantas) a clava forte da justiça, ou seja, se o país tiver de lutar contra a injustiça, verás que um brasileiro (filho teu) não foge à luta (enfrenta a guerra). E quem te adora não teme nem a própria morte, quer dizer, os brasileiros adoram tanto o seu país que seriam capazes de sacrificar suas próprias vidas para defendê-lo.14.

Terra adorada, entre outras mil, És tu, Brasil, ó pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria Amada, Brasil! Este trecho é mais fácil de se entender, embora também utilize algumas inversões: Brasil, tu és nossa terra adorada e te escolhemos entre outras mil terras; tu és nossa pátria amada, mãe gentil (carinhosa) dos filhos deste solo (de nós, brasileiros).

Qual é o significado da palavra impávido colosso?

Quem Escreveu O Hino Nacional Impavid Colossus. Crédito: Divulgação Notícias Impavid Colossus se prepara para o lançamento do álbum de estreia da carreira, Prologue, 13 de julho, via Wikimetal Music, Enquanto isso, o baixista Guilherme Malanga foi convidado pelo podcast Papa G’s House para comentar sobre o processo criativo e origem do nome da banda.

Questionado sobre a potência do nome, o músico explicou que o termo foi retirado do Hino Nacional do Brasil, uma tradução do termo “impávido colosso”. “É um pouco diferente e original, então achamos que seria legal”, explicou Malanga. “Para os brasileiros, é 100% reconhecível quando se escuta isso. significa sem medo, corajoso, e colosso fala do tamanho do país”.

Os paulistanos misturam diversos estilos do rock na sonoridade do grupo, com grunge, punk, metal e hard rock entre os gêneros já explorados. “Temos muitas influências, cada um dos integrantes, tentamos fazer essa mistura diferente com baterias rápidas e tipos de vocais”, continuou.

“Era o que a gente queria: trazer coisas diferentes porque é isso que somos, todo mundo escuta várias bandas. Depende até do humor, você tem humores diferentes e escuta tipos diferentes de música. É legal e divertido misturar tudo isso”. Além de Guilherme Malanga no baixo, Impavid Colossus também é formado por Enrico Minelli ( vocais), Marcelo Barchetta (guitarra), Felipe Ruiz (guitarra) e Alexandre Iafelice (bateria).

Antes de formar a banda, cada integrante já tinha trilhado os próprios caminhos na música em bandas renomadas no cenário nacional e internacional, como Cruz, Owl Company, Rancore e Supla, LEIA TAMBÉM: Impavid Colossus aborda egocentrismo da sociedade em novo single “Claim Your Existence ” Este site utiliza cookies.

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O que significa a palavra lábaro no hino nacional?

Criado em 18/11/14 08h34 e atualizado em 16/07/20 19h36 Por Plenarinho Edição: Saraiva Quem Escreveu O Hino Nacional Crianças devem cantar o Hino Nacional nas escolas. (Fotos Gov/Ba / Creative Commons) Mas pra que tanto termo complicado? Na verdade, a letra do Hino Nacional tal qual conhecemos hoje foi escrita em 1909 pelo poeta Osório Duque Estrada, e só foi oficializada em 1922, pelo presidente Epitácio Pessoa.

A música do hino foi composta bem antes, em 1822, por Francisco Manuel da Silva, para comemorar a Independência do Brasil. O palavreado difícil, pouco comum à nossa fala do dia-a-dia, vem de um estilo poético do começo do século passado. Vemos versos enfeitados e na ordem invertida (exemplo: em vez de “As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico”, o poeta preferiu escrever “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante”).

A linguagem poética era mais trabalhada do que a comum e, por isso, estranhamos tanto a letra do hino. Significado da letra Atendendo ao pedido de alguns Plenamigos, vamos explicar a letra do Hino Nacional. Afinal, precisamos saber direitinho o que quer dizer a música que representa a nossa pátria, não é? Na pesquisa, usamos o livro Para compreender o Hino e os Símbolos Nacionais, escrito pela professora Margarida Patriota e publicado pela Editora Saraiva.

  • Você vai ver que o nosso hino é uma verdadeira aula de história e uma bela declaração de amor ao Brasil! Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
  • A primeira parte do nosso hino explica que, no dia 7 de setembro de 1822, as calmas margens do rio Ipiranga, em São Paulo, ouviram o grito da Independência, proclamado por Dom Pedro I.

E foi ouvido o grito forte do valente povo brasileiro. Nesse instante, no céu da Pátria, o sol da liberdade brilhou em raios intensos. Assista aqui ao vídeo ilustrado do Hino com narração em Libras: Creative Commons – CC BY 3.0 – Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Quem Escreveu O Hino Nacional Torcedor brasileiro exibe bandeira do país (Marcello Casal Jr/Agência Brasil) Se conquistamos, com o braço forte, a garantia da igualdade política com Portugal, agora que somos livres e independentes, que conhecemos a liberdade, lutaremos até a morte por ela.

O poeta dirige-se à liberdade como se ela fosse uma pessoa: “em teu coração, ó Liberdade, o nosso peito é capaz de desafiar a própria morte”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! (Refrão) O poeta fala com a Pátria como se ela fosse uma pessoa: “Ó Pátria amada, eu te amo. Viva! Viva! Tenha sempre saúde”.

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à Terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido A imagem do Cruzeiro resplandece. O poeta fala diretamente ao País: “Brasil, quando a imagem do Cruzeiro do Sul brilha em teu belo céu risonho e límpido, um sonho intenso, um raio ardente de amor e de esperança desce à Terra”.

  1. O Cruzeiro do Sul é um grupo de estrelas em forma de cruz que só pode ser visto no céu do Hemisfério Sul, e está sempre presente no céu do Brasil.
  2. Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza.
  3. O Brasil é o quinto país do mundo em tamanho; portanto, já é um gigante pela própria natureza de seu território.

Além disso, é belo, graças às matas, rios, praias, cachoeiras, belas paisagens que contém. É forte, porque tem muitas riquezas naturais. E no futuro, nossa história vai refletir, como um espelho, essa grandeza natural. Terra adorada Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! A nossa pátria é uma mãe gentil para com seus filhos brasileiros e muito amada por eles. Quem Escreveu O Hino Nacional Cerimônia de troca da Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes (Elza Fiúza / Abr) O nosso país está deitado em berço esplêndido, isto é, fica muito bem localizado: metade de nossa terra ouve o embalo das ondas do mar; outra metade está emendada à Cordilheira dos Andes e a diversos países da América do Sul.

No continente, o Brasil brilha como um florão (espécie de enfeite de pedras preciosas), banhado pelo sol do continente americano. Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores. “Nossos bosques têm mais vida”, “Nossa vida” no teu seio “mais amores”. O homem garrido era um sujeito elegante, charmoso, bonito.

Naquele tempo, também se usava dizer que um lugar agradável era risonho. Nesse trecho, o poeta situa nossa terra entre as regiões mais belas do planeta. Diz ainda que nossos campos são mais floridos, nossos bosques são mais ricos e nossa vida é mais amorosa (como já cantava o poeta maranhense Gonçalves Dias no poema “Canção do exílio”).

Refrão Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. O poeta quer que as estrelas estampadas na bandeira nacional sejam símbolo de amor eterno. Daí faz votos para que o verde e o amarelo da bandeira possam um dia indicar que o futuro do Brasil será de paz, assim como seu passado foi glorioso.

Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. O poeta deseja amor e paz. Mas se o País tiver de entrar em guerra por motivo de justiça, certamente os brasileiros enfrentarão a luta, sem vacilar em arriscar a vida pela pátria.

  • Se você ainda tem dúvida quanto ao significado exato de algumas palavras do Hino, veja o glossário abaixo: Brado : grito, clamor.
  • Clava : arma primitiva de guerra, pau pesado e mais grosso numa das pontas usado pelos indígenas como arma de guerra.
  • Colosso : grande, enorme.
  • Cruzeiro : constelação (conjunto de estrelas) do Cruzeiro do Sul.

Espelha : reflete. Flâmula : bandeira. Florão : flor de ouro, decoração de ouro ou pedras preciosas em forma de flor. Formoso : lindo, belo. Fúlgido : que brilha, cintilante. Fulguras : brilhas, desponta com importância. Garrida : vistosa, graciosa, bela. Gentil : generoso, acolhedor.

  1. Idolatrada : cultuada, amada acima de tudo.
  2. Impávido : corajoso, destemido.
  3. Ipiranga : rio em cujas margens D.Pedro I proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822.
  4. Lábaro : bandeira, estandarte, pavilhão, pendão, flâmula.
  5. Límpido : puro, que não está poluído.
  6. Ostentas : mostras, exibes com orgulho.

Penhor : garantia, segurança, prova. Plácidas : calmas, tranqüilas, mansas. Resplandece : que brilha, iluminada. Retumbante : ruidoso, barulhento, estrondoso. Vívido : intenso, significativo, luminoso. Creative Commons – CC BY 3.0

Porque o Brasil tem 2 hinos?

Cel Veterano (FAB) Jacintho Mendes Lopes Júnior Quem Escreveu O Hino Nacional Muitos acreditam que o Brasil teve apenas dois hinos nacionais – o primeiro, do Império, com a letra do político e jornalista Evaristo da Veiga, com a música do próprio Imperador, D. Pedro I, e outro, da República, com a Letra de Joaquim Osório Duque-Estrada e a música de Francisco Manuel da Silva. Esta visão, entretanto, é equivocada. Fig.1 – D. Pedro I executando a música do Hino da Independência (Pintura de Augusto Bracet) Este artigo aborda a história do símbolo musical do Brasil – o Hino Nacional-, mostrando seu antecessor, que passou a ser o Hino da Independência, e como se chegou ao que hoje cantamos em eventos cívicos.

Qual é o hino mais famoso do mundo?

Hino mais conhecido do mundo: a história do You’ll Never Walk Alone.

Qual é o hino mais antigo do Brasil?

Conheça todos os hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o País Publicado em 04/07/2011 19h51 Atualizado em 20/11/2019 20h52 Em 1890, por meio do Decreto nº 171, a composição musical do maestro Francisco Manoel da Silva é conservada como o Hino Nacional e durante um período aproximado de 32 anos, cantavam o hino com letras diferentes e inadequadas, nem sempre ajustadas à beleza e a dignidade da música.

Somente às vésperas do 1º Centenário da Independência, em 6 de setembro de 1922, o Decreto nº 15.671 oficializa a letra definitiva do Hino Nacional, escrita por Osório Duque Estrada em 1909. Existem também outros hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o país. O mais antigo é o Hino da Independência, composto pelo próprio D.

Pedro I. O Hino da Bandeira, escrito pelo poeta Olavo Bilac, foi apresentado pela primeira vez em 1906. Há ainda a Canção do Expedicionário, o hino cantado pelos pracinhas que lutaram a 2a Guerra Mundial na Europa. Hino Nacional Poema de: Joaquim Osório Duque Estrada Música de: Francisco Manoel da Silva Hino Nacional – letra PDF 18.2 Kb Hino Nacional – MP3 3.2 Mb Hino da Independência do Brasil Letra de: Evaristo da Veiga Música de: D.

Quem mudou o hino nacional?

Quem escreveu o Hino Nacional? – Assim, no período republicano, o Hino Nacional manteve-se apenas como uma composição instrumental, pois não possuía letra. A partir de 1906, o maestro Alberto Nepomuceno passou a envolver-se com a elaboração de uma letra para o hino. Quem Escreveu O Hino Nacional Foi durante o governo de Epitácio Pessoa (1919-1922) que a letra do Hino Nacional, escrita por Joaquim Osório Duque-Estrada, foi oficializada. O centenário da independência criou as condições políticas para que a letra de Osório Duque-Estrada fosse oficializada como parte do Hino Nacional, pois não havia tempo para um novo concurso.

Qual o hino nacional que não tem letra?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Um hino nacional geralmente é uma composição musical patriótica que rememora e exalta a história, as tradições e as lutas de seu povo reconhecidas pelo governo de um país como a canção nacional oficial símbolo do Estado, ou por convenção, através do uso pelo povo.

Qual país tem o maior hino nacional?

A Copa das Confederações começa no sábado, com o duelo entre Brasil e Japão, em Brasília. E, com ela, começa também uma trilha sonora bem particular das grandes competições: os hinos nacionais. LEIA MAIS Manifestantes ateiam fogo em frente ao estádio Mané Garrincha Fifa, chuva e trânsito tiram ‘título da logística’ do Uruguai Na África do Sul, mais perigosa, seleção tinha menos segurança do que em Brasília O perfil de cada seleção, as sedes, o craque; tudo sobre a Copa das Confederações aqui Japão Chamado “Kimigayo”, o hino japonês é baseado em um poema que teve origem entre os anos de 794 e 1185.

A música foi acrescentada no período imperial, e a melodia atual acabou incorporada em 1880. Com apenas 11 sílabas e 32 caracteres no alfabeto japonês, o hino é considerado um dos menores do mundo. Assista ao hino do Japão Letra original Kimigayo wa Chiyo ni yachiyo ni Sazareishi no Iwao to narite Koke no musumade Tradução Possa seu reinado Continuar por mil, oito mil gerações, Até que seixos Cresçam nos penhascos Cobertos de musgo.

Itália Oficialmente, o hino italiano chama-se Il Canto degli Italiani – “A música dos italianos”, em tradução livre. Mas ele ficou conhecido mundialmente como Fratelli d’Italia, devido à famosa primeira frase. Composto pela letra de Goffredo Mameli e a música de Michele Novaro, o hino foi escolhido provisoriamente como o oficial do país em 1946; apenas em 2005 ele passou a ser oficialmente reconhecido como hino do país, embora já fosse adotado informalmente havia quase 60 anos Assista ao hino da Itália Letra original Fratelli d’Italia, l’Italia s’è desta, dell’elmo di Scipio s’è cinta la testa.

Dov’è la Vittoria? Le porga la chioma, ché schiava di Roma Iddio la creò. Stringiamci a coorte, siam pronti alla morte. Siam pronti alla morte, l’Italia chiamò. Stringiamci a coorte, siam pronti alla morte. Siam pronti alla morte, l’Italia chiamò! Noi fummo da secoli calpesti, derisi, perché non siam popolo, perché siam divisi.

Raccolgaci un’única bandiera, una speme: di fonderci insieme già l’ora suonò. Uniamoci, amiamoci, l’unione e l’amore rivelano ai popoli le vie del Signore. Giuriamo far libero il suolo natio: uniti, per Dio, chi vincer ci può? Dall’Alpi a Sicilia dovunque è Legnano, ogn’uom di Ferruccio ha il core, ha la mano, i bimbi d’Italia si chiaman Balilla, il suon d’ogni squilla i Vespri suonò.

Son giunchi che piegano le spade vendute: già l’Aquila d’Austria le penne ha perdute. Il sangue d’Italia, il sangue Polacco, bevé, col cosacco, ma il cor le bruciò. Tradução Irmãos da itália, A Itália acordou Com o elmo de scipio Cingiu sua cabeça Onde está a vitória? Lhe estenda a coma Que escrava de roma Deus a criou, estreitamo-nos em coorte, Estamos prontos para a morte.

Estamos prontos para a morte A Itália chamou. Estreitamo-nos em coorte, Estamos prontos para a morte. Estamos prontos para a morte A Itália chamou, sim! Nós fomos há séculos Pisados, escarnecidos, Porque não somos povo Porque estamos divididos. Reúna-nos uma única Bandeira, uma esperança: De fundirmo-nos juntos Já é hora.

  1. Unimo-nos, amemo-nos A união e o amor Revelam aos povos Os caminhos do senhor.
  2. Juremos libertar O solo nativo: Unidos, por deus Quem nos pode vencer? Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou.
  3. Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou, sim! Dos alpes à sicília, Qualquer lugar é legnano Todo homem ferruccio Tem o coração e a mão; As crianças da itália Se chamam balilla; O som de cada sino As vésperas tocou.

São juncos que dobram As espadas vendidas; Já a águia da Áustria As penas perdeu. O sangue da Itália O sangue polonês Bebeu com o cossaco, Mas o coração lhe queimou. Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte, A itália chamou.

Estreitamo-nos em coorte! Estamos prontos para a morte; Estamos prontos para a morte; A itália chamou, sim! México O Hino Nacional Mexicano, também conhecido como “Mexicanos, al grito de guerra”, foi composto em 1853, por Francisco González Bocanegra; a música, de Jaime Nuno Roca, foi acrescentada um ano depois.

A letra foi escolhida após um concurso nacional organizado pelo governo do país, à época comandado pelo presidente Antonio López de Santa Anna. Muito extenso, o hino é cortado para a execução em jogos de futebol e olimpíadas. Assista ao hino do México Letra original Mexicanos, al grito de guerra el acero aprestad y el bridón.

  • Y retiemble en sus centros la Tierra, al sonoro rugir del cañón.
  • Y retiemble en sus centros la Tierra, al sonoro rugir del cañón! Ciña ¡Oh Patria! tus sienes de oliva De la paz el arcángel divino, Que en el cielo tu eterno destino Por el dedo de Dios se escribió.
  • Mas si osare un extraño enemigo profanar con su planta tu suelo, Piensa ¡Oh Patria querida! que el cielo Un soldado en cada hijo te dió.

En sangrientos combates los viste Por tu amor palpitando sus senos, Arrostrar la metralla serenos, Y la muerte o la gloria buscar. Si el recuerdo de antiguas hazañas, De tus hijos imflama la mente, Los laureles del triunfo, tu frente, Volverán inmortales a ornar.

  • Como el golpe del rayo la encina Se derrumba hasta el hondo torrente La discordia vencida, impotente, A los pies del arcángel cayó.
  • Ya no mas de tus hijos la sangre se derrame en contienda de hermanos; Solo encuentre el acero en tus manos Quien tu nombre sagrado insulto.
  • Del guerrero inmortal de Zempoala Te defiende la espada terrible, Y sostiene su brazo invencible Tu sagrado pendón tricolor.

El será del feliz mexicano en la paz y en la guerra el caudillo, Porque el supo sus armas de brillo Circundar en los campos de honor. ¡Guerra, guerra sin tregua al que intente De la patria manchar los blasones! ¡Guerra, guerra! Los patrios pendones en las olas de sangre empapad.

  • ¡Guerra, guerra! En el monte, en el valle, los cañones horrísonos truenen, Y los ecos sonoros resuenen con las voces de ¡Unión! ¡Libertad! Antes, Patria, que inermes tus hijos bajo el yugo su cuello dobleguen, Tus campiñas con sangre se rieguen.
  • Sobre sangre se estampe su pie.
  • Y tus templos, palacios y torres se derrumben con hórrido estruindo Y sus ruinas existan diciendo: De mil héroes la Patria aquí fué.

Si a la lid contra hueste enemiga Nos convoca la trompa guerrera, De Iturbide la sacra bandera ¡Mexicanos! valientes seguid. Y a los fieros bridones les sirvan Las vencidas enseñas de alfombra: Los laureles del triunfo den sombra A la frente del bravo adalid.

Vuelva alivio a los patrios hogares El guerrero a contar su victoria, Ostentando las palmas de gloria Que supiera en la lid conquistar. Tornarásen sus lauros sangrentos En guirnaldas de mirtos y rosas, Que el amor de las hijas y esposas También sabe a los bravos premiar. Y el que golpe al de ardiente metralla De la Patria en las aras sucumba Obtendrá en recompensa una tumba Donde brille de gloria la luz.

Y de Iguala la enseña querida A su esposa sangrienta enlazada, De laurel inmortal coronada, Formará de su fosa la cruz. ¡Patria! ¡Patria! tus hijos te juran exhalar en tus aras su aliento, Si el clarín con su bélico assento Los convoca a lidiar con valor.

  1. ¡Para tí las guirnaldas de oliva; Un recuerdo para ellos de gloria! ¡Un laurel para tí de victoria; Un sepulcro para ellos de honor! Espanha A Marcha Real, adotada como hino nacional da Espanha, é um dos mais antigos hinos do mundo.
  2. A primeira partitura é datada de 1761, com o título de La Marcha Granadera, sem menção ao nome do compositor.
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Em 1770, o rei Carlos III declarou a marcha como hino oficial do país. Entre a Segunda República Espanhola (1931-1939) e o Triênio Libertal (1820-1823), o Himno del Riego foi adotado como canção nacional. Com o fim da Guerra Civil Espanhola, o general Francisco Franco instaurou novamente a Marcha Real como hino do país.

  1. Em 2007, foi criado um concurso de letras para o hino espanhol.
  2. Mais de 7 mil sugestões foram feitas.
  3. Mas a Marcha Real continua sem letra.
  4. Veja o hino da Espanha, campeã mundial e europeia Taiti O Taiti, por ser um território francês, tem como hino oficial a Marselhesa.
  5. Mas, desde 1992, foi adotado o Hino da Polinésia Francesa, conjunto de ilhas que tem o Taiti como seu maior território.

É este hino que os taitianos utilizarão antes das partidas na Copa das Confederações. O hino polinésio ainda causa polêmica nas outras ilhas do arquipélago por um motivo: o título “Ia Ora ´O Tahiti Nui (Vida longa ao grande Taiti) só faz referência à maior ilha.

  • A última frase da letra também faz referência aos taitianos.
  • Letra original Ua rahu te atua (i) tou aiá Honono anoá o te motu rau Heihei itepua rii au é E firi nape morohi ore O tauiá e faateniteni nei Te Tuoro nei te reo here O te huia A hií to aroha Ia ora o Tahiti Nui e Tradução Deus criou meu país, Grinalda de múltiplas ilhas, Com tais delicadas fragrâncias Ligadas como uma memorável trança Deixe-me hoje elogiá-la Ouvir a voz das suas crianças Gritando “Generoso seu amor” Então o Grande Taiti pode viver Nigéria O hino nigeriano é relativamente jovem.

Foi apenas em 1978 que o país adotou o atual “Arise, O compatriots” como canção nacional do país. Até então, o hino era “Nigéria, we all hail thee”. As frases que compõem o hino foram retiradas das cinco finalistas de uma competição organizada pelo governo do país.

  • Veja o hino da Nigéria, campeã da Copa das Nações Africanas Arise, O compatriots, Nigeria’s call obey To serve our fatherland With love and strength and faith The labor of our heroes past Shall never be in vain To serve with heart and might One nation bound in freedom, peace and unity.
  • Oh God of creation, direct our noble cause Guide our leaders right In love and honesty to groy Great lofty heights attain To build a nation where peace and justice shall reign Tradução Levatai ó compatriotas, o chamado da Nigéria obedecei Para servir a nossa Pátria Com amor, força e fé O trabalho dos nossos heróis que se foram Nunca será em vão Para servir com coração e poder Uma nação de liberdade, paz e união Oh Deus da criação, guia-nos na nossa causa Guiai nossos lideres Ajudai nossa juventude a saber a verdade No amor e honestidade para crescer e a viver na justiça e verdade Para atingir grandes aspirações E construir uma nação onde a paz e a justiça reinarão.

Uruguai O hino uruguaio é o mais longo do mundo, com 105 estrofes e quase 6 minutos. Por isso, foi feita uma versão encurtada, para execução pública. Composto por Francisco Acuña de Figueroa, em 1833, o hino tem trechos que remetem a guerras e batalhas – já na primeira frase, isso fica claro, com a famosa frase “Orientales, la Patria o la Tumba”.

Curiosamente, Francisco Acuña foi, também, o compositor do hino nacional paraguaio, igualmente belicoso, chamado “Paraguayos, República o Muerte” Veja o hino do Uruguai, campeão da última edição da Copa América Letra (versão reduzida para execução pública) Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Libertad, libertad Orientales! Este grito à la Patria salvó.

Que a sus bravos en fieras batallas De entusiasmo sublime inflamó. Libertad, libertad Orientales! Este grito à la Patria salvó. Que a sus bravos en fieras batallas De entusiasmo sublime inflamó. De este don sacrosanto la gloria Merecimos: tiranos temblad! Tiranos temblad! Tiranos temblad! Libertad en la lid clamaremos, Y muriendo, también libertad! Libertad en la lid clamaremos, Y muriendo, también libertad! Y muriendo, también libertad! También libertad! También libertad! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Orientales la Patria o la Tumba! Libertad o con gloria morir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Es el voto que el alma pronuncia, Y que heroicos sabremos cumplir! Que sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir! Sabremos cumplir!

Qual é o hino mais curto do mundo?

Chamado ‘Kimigayo’, o hino japonês é baseado em um poema que teve origem entre os anos de 794 e 1185. A música foi acrescentada no período imperial, e a melodia atual acabou incorporada em 1880. Com apenas 11 sílabas e 32 caracteres no alfabeto japonês, o hino é considerado um dos menores do mundo.

Qual o hino mais conhecido do Brasil?

Entre os vários atributos pessoais de D. Pedro I, um deles foi relativamente pouco explorado pela historiografia brasileira: o de compositor musical. Pode parecer exagero, mas há registros de músicos conhecidos de sua época – como o maestro e compositor italiano Rossini (1792-1868) – elogiando não só peças eruditas compostas pelo primeiro imperador brasileiro como seu talento em apresentá-las em público.

  • De acordo com inúmeros relatos de fontes nacionais e estrangeiras, D.
  • Pedro I cantava bem e tocava vários instrumentos, como piano, flauta, clarinete, violino, baixo, trombone, harpa e violão, sendo ainda capaz de reger as composições de sua autoria.
  • Sua produção também surpreende para quem tinha a música como hobby.

Além de várias peças sacras, D. Pedro compôs nada menos que três hinos, incluindo letra e música do Hino da Carta Constitucional (1821) – que depois seria instituído oficialmente como hino nacional português até a proclamação da república do país, em 1910 – e a música do nosso Hino da Independência, sua obra mais conhecida no Brasil.

“D. Pedro provavelmente gostava mais de música do que de governar”, afirma o historiador e pesquisador Lino de Almeida Cardoso, que conseguiu reunir farta documentação sobre o papel musical do primeiro imperador brasileiro, incluindo sua mais conhecida e polêmica composição: o Hino da Independência. Duzentos anos depois, ainda há muita confusão em torno dessa obra.

A música foi criada tendo como referência um poema de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (1799-1837), denominado “Hino Constitucional Brasiliense”, escrito menos de um mês antes do Grito do Ipiranga. Cardoso publicou um artigo acadêmico em 2012 — “Subsídios para a gênese da imprensa musical brasileira e para a história do Hino da Independência, de Dom Pedro I” – no qual cita vários documentos indicando que a música de D.

Pedro na verdade foi feita depois de outra composição sobre os mesmos versos, produzida pelo maestro português Marcos Portugal, professor de música de D. Pedro. “O poema do Evaristo foi criado semanas antes do 7 de setembro e rapidamente disseminado; com o Grito do Ipiranga, é possível que D. Pedro tenha incumbido Marcos Portugal de compor uma música para esse poema”, afirma o pesquisador.

Documentos confirmam que o maestro compôs uma música sobre os versos de Evaristo da Veiga e a apresentou em 12 de outubro de 1822, no dia da aclamação e do aniversário de D. Pedro I e pouco mais de um mês após a independência — talvez em primeira audição, por ter sido ele cantado no teatro repleto, apenas por um pequeno grupo da elite palaciana.

  1. A primeira menção documentada de D.
  2. Pedro como autor do Hino da Independência é de 13 de dezembro de 1824, registrada pelo Diário Mercantil, que traz a notícia do “surgimento do Hino Imperial e Constitucional, composto por S.M.
  3. O Imperador”, sacramentado como primeira denominação do Hino da Independência.

Cardoso reproduz em seu paper a partitura do imperador brasileiro, que de fato era diferente da composta por Portugal. “A partitura da composição de D. Pedro foi divulgada em 1824, mas se perdeu, sendo reproduzida num livro de memórias publicado apenas em 1830, pelo reverendo inglês Robert Walsh (1772-1852)”, diz o pesquisador.

Segundo ele, a confusão em torno da autoria da melodia se deve ao fato de existirem dois hinos sobre a mesma letra, um composto por Marcos Portugal e outra pelo imperador. Fora isso, existe também uma lenda, repetida desde o século 19, de que D. Pedro teria composto o que ficaria conhecido como Hino da Independência, horas depois de declarar a separação do Brasil de Portugal.

Assim, na tarde de 7 de setembro de 1822, num ímpeto de inspiração, ele teria musicado a letra do poema de Evaristo da Veiga e a melodia teria sido colocada às pressas numa partitura e executada na mesma noite na Casa da Ópera de São Paulo, sala de espetáculos situada no Pátio do Colégio, por cantores e uma pequena orquestra.

“Essa lenda obviamente não faz sentido”, afirma Cardoso. O historiador acredita que o que pode ter sido apresentado na Casa de Ópera foi uma versão cantada do poema de Evaristo da Veiga, mas sem relação com o que depois seria conhecido como Hino da Independência. Segundo ele, um quadro muito posterior – “Primeiros Sons do Hino da Independência” –, de autoria de Augusto Bracet (1881-1960) e atualmente exposto no Museu Histórico Nacional, do Rio, retratando D.

Pedro I ao piano, com várias mulheres à sua volta e sob o olhar de Evaristo da Veiga, teria ajudado a alimentar ainda mais a lenda. O fato é que D. Pedro teve tutores musicais desde a infância – além de Marcos Portugal, recebeu aulas do italiano Giuseppe di Foiano Totti, de Januário da Silva Arvelos, do compositor e pianista austríaco Sigismund Neukomm e do padre José Maurício Nunes Garcia, o mais notável compositor brasileiro da época, mestre da Real Capela do Rio de Janeiro.

Uma das primeiras obras conhecidas de D. Pedro é de 1814, quando a banda da Brigada Real da Marinha recebeu a ordem de tocar uma “nova composição” do príncipe na semana anterior ao seu 16º aniversário. A segunda obra data de 1817: trata-se do Hino a D. João, exaltação patriótica ao pai, elevado ao trono no ano anterior, e que também pode ser visto como uma celebração da vitória da monarquia sobre a Revolução Pernambucana, republicana e separatista.D.

Pedro compôs várias músicas sacras: Responsório para São Pedro de Alcântara ( Mortuus est ); Antífona de Nossa Senhora, em Dó maior ( Sub tuum praesidium ); e Credo do Imperador (Credo, Sanctus e Agnus Dei da Missa de Nossa Senhora do Carmo, em Dó maior), além de vários Te Deum – hinos cristãos usados principalmente na liturgia católica e outros eventos solenes de ações de graças,

Outras duas curiosidades marcam a biografia musical de D. Pedro I. A primeira é a composição da Marcha Triunfal, que o imperador enviou para as tropas brasileiras comemorarem a vitória contra as Províncias Unidas do Rio da Prata (atual Argentina), na Batalha do Passo do Rosário (ou de Ituzaingó), de 20 de fevereiro de 1827.

Apesar de a batalha ter acabado indefinida para ambos os lados, os argentinos não só também se julgaram vencedores como se apropriaram da marcha, devidamente rebatizada de Marcha de Ituzaingó – que ainda hoje é tocada na chegada do presidente da República Argentina a eventos oficiais.

  • A outra revelação, incluída pelo pesquisador Lino de Almeida Cardoso no livro Som social: música, poder e sociedade no Brasil (Rio de Janeiro, séculos XVIII e XIX), publicado em 2011, indica que a paixão de D.
  • Pedro I pela música pode ter acelerado sua abdicação ao trono, em 7 de abril de 1831.
  • Citando uma referência registrada pelo historiador e escritor Octavio Tarquínio de Souza (1889-1959), Cardoso observa que a decisão do imperador de demitir todo o ministério, evento que precipitou sua queda e sua partida para a Europa, teria sido motivada pela suposta conivência dos então ministros Manuel José de Sousa França, da Justiça, e José Manuel de Morais, da Guerra, com as arruaças ocorridas no dia 4 de abril, próximo à Quinta da Boa Vista, enquanto Dom Pedro I — na sua “melomania”, como bem lembrou Tarquínio de Souza — ali apreciava um concerto musical.

Por conta da abdicação, o Hino da Independência — que estava associado ao governo monárquico de D. Pedro I — acabou perdendo o status de símbolo nacional e foi substituído pelo Hino Nacional Brasileiro, permanecendo, no entanto, no repertório, como obra secundária.

  • Mais tarde, já na Era Vargas (1930-1945), foi formada uma comissão organizadora a fim de estabelecer os hinos brasileiros.
  • Na comissão estava o maestro Heitor Villa-Lobos, que foi o responsável em definir o Hino da Independência com a música feita pelo imperador D.
  • Pedro I e a letra de Evaristo da Veiga.

Desde então, é essa a versão do hino executada na comemoração da Semana da Pátria em todo o país. De acordo com o pesquisador Lino de Almeida Cardoso, a partitura do hino composta por D. Pedro e publicada no livro de Walsh é diferente da versão final, hoje conhecida e tocada.

Qual foi o primeiro hino do Mundo?

Conheça todos os hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o País Publicado em 04/07/2011 19h51 Atualizado em 20/11/2019 20h52 Em 1890, por meio do Decreto nº 171, a composição musical do maestro Francisco Manoel da Silva é conservada como o Hino Nacional e durante um período aproximado de 32 anos, cantavam o hino com letras diferentes e inadequadas, nem sempre ajustadas à beleza e a dignidade da música.

  1. Somente às vésperas do 1º Centenário da Independência, em 6 de setembro de 1922, o Decreto nº 15.671 oficializa a letra definitiva do Hino Nacional, escrita por Osório Duque Estrada em 1909.
  2. Existem também outros hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o país.
  3. O mais antigo é o Hino da Independência, composto pelo próprio D.

Pedro I. O Hino da Bandeira, escrito pelo poeta Olavo Bilac, foi apresentado pela primeira vez em 1906. Há ainda a Canção do Expedicionário, o hino cantado pelos pracinhas que lutaram a 2a Guerra Mundial na Europa. Hino Nacional Poema de: Joaquim Osório Duque Estrada Música de: Francisco Manoel da Silva Hino Nacional – letra PDF 18.2 Kb Hino Nacional – MP3 3.2 Mb Hino da Independência do Brasil Letra de: Evaristo da Veiga Música de: D.

Por que o rio do Ipiranga foi citado no Hino Nacional?

Marco da independência, Rio Ipiranga é protegido pelo Jardim Botânico de SP | Governo do Estado de São Paulo O Jardim Botânico de São Paulo, na zona sul da Capital, abriga diversas coleções de plantas, inclusive algumas ameaçadas de extinção. Sua área de 360 mil m² de Mata Atlântica contém 380 espécies de árvores, muitas delas utilizadas para pesquisa, e protege parte da biodiversidade paulista e brasileira.

  • Mas o local abriga ainda os três afluentes que formam o riacho do Ipiranga, curso d’água que faz parte da história do Brasil.
  • Teria sido às suas margens, em 1822, que o imperador Dom Pedro I declarou a Independência do país, então colônia de Portugal.
  • O fato foi imortalizado no verso “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas”, do Hino Nacional, escrito por Joaquim Osório Duque Estrada ( veja o vídeo acima ).

Quem for até lá, poderá caminhar por uma trilha suspensa, com 350 metros de comprimento, que leva até o local onde brota o riacho Pirarungauá, o maior dos afluentes do Ipiranga. Com sorte, nesse percurso é possível ver vários animais, como exemplares do macaco bugio, além de muitas aves.

É um pedaço de São Paulo que resguarda uma época remota. Cerca de um quilômetro do Rio Ipiranga percorre o Jardim Botânico. Depois, ele entra na área urbana e passa próximo ao monumento da Independência – o ponto exato onde Dom Pedro I teria selado o destino do Brasil como país livre dos domínios portugueses.

O Ipiranga segue seu caminho até desaguar no Rio Tamanduateí. SERVIÇO Jardim Botânico de São Paulo Av. Miguel Stéfano, 3031, Água Funda – São Paulo – SPAberto de 3ª feira a domingo (incluindo feriados que caem na 2ª feira), das 9h às 17h : Marco da independência, Rio Ipiranga é protegido pelo Jardim Botânico de SP | Governo do Estado de São Paulo

Qual é o significado da palavra plácidas do Hino Nacional?

Plácidas: tranquilas, calmas, serenas. Brado Retumbante: grito forte que se espalha com barulho. Fúlgidos: brilhante, cintilante. Penhor: garantia segurança de que haverá liberdade.

Quantos são os hinos do Brasil?

4 Hinos do Brasil (Nacional, Independência, Bandeira e República) – YouTube.