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Quem Criou O BrasO De Armas Do Brasil?

Quem Criou O BrasO De Armas Do Brasil

Quem criou o brasão brasileiro?

Concepção – O Brasão de Armas do Brasil foi concebido pelo engenheiro Artur Zauer, a pedido do Presidente Manuel Deodoro da Fonseca 1, Seu desenho obedece à proporção de 15 de altura por 14 de largura, e compõe-se de: “I – o escudo redondo será constituído em campo azul-celeste, contendo cinco estrelas de prata, dispostas na forma da constelação Cruzeiro do sul, com a bordadura do campo perfilada de ouro, carregada de estrelas de prata em número igual ao das estrelas existentes na Bandeira Nacional; (Redação dada pela Lei nº 8.421, de 1992) II – o escudo ficará pousado numa estrela partida-gironada, de 10 (dez) peças de sinopla e ouro, bordada de 2 (duas) tiras, a interior de goles e a exterior de ouro.

III – o todo brocante sobre uma espada, em pala, empunhada de ouro, guardas de blau, salvo a parte do centro, que é de goles e contendo uma estrela de prata, figurará sobre uma coroa formada de um ramo de café frutificado, à destra, e de outro de fumo florido, à sinistra, ambos da própria cor, atados de blau, ficando o conjunto sobre um resplendor de ouro, cujos contornos formam uma estrêla de 20 (vinte) pontas.

IV – em listel de blau, brocante sobre os punhos da espada, inscrever-se-á, em ouro, a legenda República Federativa do Brasil, no centro, e ainda as expressões “15 de novembro”, na extremidade destra, e as expressões “de 1889″, na sinistra” 2,

Quando foi criado o brasão de armas do Brasil?

Publicado em 27/03/2018 09h58 Atualizado em 20/11/2019 20h55 Quem Criou O BrasO De Armas Do Brasil A bandeira-insígnia da Presidência traz o Brasão da República, um dos quatro símbolos nacionais, aplicado sobre o fundo verde. Brasão de Armas do Brasil foi desenhado pelo engenheiro Artur Zauer, por encomenda do Presidente Manuel Deodoro da Fonseca. Foi instituída pelo Decreto número 4 de 19 de novembro de 1889 e desde então sofreu algumas alterações.

  1. O escudo tem cor azul-celeste e é apoiado sobre uma estrela de cinco pontas, com uma espada em riste.
  2. Ao seu redor, está uma coroa formada de um ramo de café frutificado e outro de fumo florido sobre um resplendor de ouro.
  3. O uso das Armas Nacionais é obrigatório no Palácio da Presidência da República e na residência do presidente da República; nos edifícios-sede dos ministérios; nas Casas do Congresso Nacional; no Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos; nos edifícios-sede dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário dos estados, territórios e Distrito Federal; nas prefeituras e Câmaras Municipais; na fachada dos edifícios das repartições públicas federais; nos quartéis das forças federais de terra, mar e ar e das polícias militares e corpos de bombeiros militares, nos seus armamentos, bem como nas fortalezas e nos navios de guerra; na fachada ou no salão principal das escolas públicas; nos papéis de expediente, nos convites e nas publicações oficiais dos órgãos federais.

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Como surgiu o brasão?

O início – A origem dos brasões está na Europa, por volta dos anos 1100. No início, deve ter sido uma forma de homenagear cavaleiros que tiveram grandes atos de coragem. Por volta do século 14, brasões passaram a ser pintados ou costurados nas malhas de proteção usadas nas batalhas para identificar grupos.

Qual é o significado do brasão das armas?

Armas Nacionais – As Armas Nacionais ou Brasão Nacional representam a glória, a honra e a nobreza do país e foram criadas na mesma data que a bandeira nacional. O uso do símbolo é obrigatório nos edifícios dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pelas Forças Armadas.

Também estão presentes em todos os prédios públicos, representando as características que compõem a República Federativa. O brasão é um escudo azul, apoiado sobre uma estrela de cinco pontas, disposta na forma da constelação Cruzeiro do Sul, com uma espada em riste. Ao seu redor, está uma coroa formada de um ramo de café frutificado e outro de fumo florido sobre um resplendor de ouro.

O símbolo traz ainda a data da proclamação da República Federativa do Brasil, 15 de novembro de 1889.

Quantas bandeiras o Brasil já teve até hoje?

A primeira das 12 bandeiras históricas já utilizadas no território brasileiro foi a da Ordem da Cruz de Cristo, utilizada de 1332 a 1651, período das grandes navegações lusitanas. De 1500 a 1521, o País contou também com o Pavilhão Oficial do Reino Português.

Quais são as armas do Brasil?

As Armas dividem-se em dois grupos: as Armas-Base (Infantaria e Cavalaria) e as Armas de Apoio ao Combate (Artilharia, Engenharia e Comunicações).

Porque as cores da bandeira brasileira?

Significado das cores da Bandeira do Brasil verde – representa a vegetação brasileira; amarelo – representa o ouro e as riquezas; azul – representa o céu e os rios brasileiros; branco – representa o desejo pela paz.

Quais são as cores do brasão?

As cores têm significações heráldicas próprias. Verde é renovação e esperança; azul é alegria, saber e lealdade; vermelho é grandeza, coragem e valor; ouro (amarelo) é justiça, fé e constância; prata (branco) é beleza, pureza e vitória.

Por que os símbolos são importantes?

A importãncia dos símbolos – Diário do Amapá 17/9/2021 | 20:47 O símbolo fala e comunica por si. Mas, ao mesmo tempo em que comunica, ele esconde algo de misterioso. Os símbolos são irrenunciáveis na nossa vida. Eles têm uma linguagem própria de comunicar diferente da linguagem lógica e racional. Isto não quer dizer que a linguagem lógica não se sirva dos símbolos.

Desta forma, o símbolo aparece como dimensão transcendental na vida do ser humano. A linguagem humana é expressa através dos símbolos que falam, sem reduzir a conceitos e objetivos. Só a dimensão do simbólico permite transcender o aspecto da aparência de algo, para explicá-lo além de sua própria substância.

Um dos campos mais ricos do simbólico, certamente, é o campo religioso. O símbolo assume na vida humana uma importância relevante, pois, sem ele, o ser humano não teria capacidade de comunicar toda a sua expressividade. Portanto, é natural perguntar o que é na verdade o símbolo.

  1. Ele é um sinal, mas um sinal com um sentido próprio.
  2. No símbolo, impregnam-se muitos significados.
  3. É racional e se estrutura em âmbito hermenêutico, pois traz uma compreensão que rompe as barreiras do físico e se projeta além dele para mostrar o seu significado.
  4. Historicamente falando, a palavra símbolo é encontrada pela primeira vez no antigo Egito, que era uma espécie de marca de identidade, confeccionado de diferentes materiais.
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Mais tarde, o conceito se concentrou em um sinal e passou a ser usado em expressões que descreviam a ideia de reunir. Assim sendo, o símbolo passou a referir-se a união de duas coisas. Ora, se junta o que está separado, assim o símbolo expressa a união de coisas que estavam separadas.

Era comum, no mundo grego antigo, ao fazer um contrato, as pessoas quebrarem em duas partes um objeto de cerâmica e cada um levava um pedaço. Uma ulterior reclamação seria legitimada pela união das duas partes coincidentes. A questão, entretanto, não está no nível das coisas em si mesmas, mas no nível do sentido.

Além do mais, é bom precisar que o sinal não pode ser identificado como o símbolo, enquanto estrutura diversa. O sinal recoloca o próprio significado a algo que quer representá-lo. Portanto, não tem nunca um significado em si. No entanto, o símbolo recoloca, sim, o significado em algo que representa, mas também tem em si mesmo um significado.

Qual a diferença entre brasão e escudo?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Brasão de Armas do Rei D. Manuel I Brasão de armas do conde de Porto Alegre Brasão de armas do Império Alemão Brasão da Casa dos Távoras Brasão do Império Russo Brasão de armas ou, simplesmente, brasão, na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado — obedecendo às leis da heráldica — com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações.

O desenho de um brasão é normalmente colocado num suporte em forma de escudo que representa a arma de defesa homónima usada pelos guerreiros medievais. No entanto, o desenho pode ser representado sobre outros suportes, como bandeiras, vestuário, elementos arquitetónicos, mobiliário, e objetos pessoais.

Era comum, sobretudo nos séculos XIV e XV, os brasões serem pintados ou cosidos sobre as cotas de malha, o vestuário de proteção usado pelos homens de armas. Por isso, os brasões também são, ocasionalmente, designados por cotas de armas, Em sentido restrito, o termo brasão refere-se apenas à descrição do desenho inserido no escudo de armas,

  • No entanto, em sentido lato, pode designar-se por brasão a descrição do conjunto das armas, incluindo, além do escudo, os elementos exteriores (coronel, timbre, virol, paquifes, etc.).
  • Por extensão, o termo brasão, passou a aplicar-se não só à descrição, mas, também ao próprio objecto descrito: o escudo ou o conjunto armorial completo.

Não se sabe, com rigor, quando é que esta prática teve início. O campo de estudo dos brasões denomina-se heráldica, Os brasões não eram fornecidos ao acaso para as pessoas. Tiveram as suas origens em actos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros.

  1. Era uma maneira de os homenagear e às suas famílias.
  2. Com o passar do tempo, como era um ícone de status, passou a ser conferido a famílias nobres no intuito de identificar o grau social delas, assim sendo, somente os heróis ou a nobreza possuíam tal ícone e o poderiam transmitir a seus descendentes,

A partir do século XIX, com a ascensão ao poder da burguesia e o declínio da aristocracia, o brasão foi perdendo a sua importância. No século XX o brasão renasceu, mas, desta vez, aplicado na simbologia de municípios, corporações, estados e outras entidades colectivas.

De observar que, desde o século XIX, por tradição, muitas dessas entidades chamaram “brasões” aos seus emblemas distintivos. No entanto, trata-se de emblemas e não propriamente brasões, já que, apesar da denominação formal de “brasão”, não obedecem às regras da heráldica. Atualmente é frequente o uso de brasões como símbolo de freguesias, município ou regiões, que têm sua bandeira, onde normalmente figura um Brasão.

Associações, clubes (especialmente clubes de futebol ), empresas e mesmo pessoas físicas continuam a usar brasões de armas como elemento gráfico de identificação.

O que é brasão em inglês?

Coat of arms

Qual o plural de brasão?

Brasões | Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa.

O que significa 5 estrelas no brasão?

Publicada em: 26/09/2017 00:00. Atualizada em: 26/09/2017 00:00. Início do corpo da notícia. #NoutrosTempos | Brasão de Armas do Brasil Escudo azul-celeste, apoiado sobre uma estrela de cinco pontas, com uma espada em riste. Ao seu redor, uma coroa formada por um ramo de café frutificado e outro de fumo florido sobre um resplendor de ouro.

  1. Essa é a descrição do Brasão de Armas do Brasil, ou “Brasão da República”, como é mais comumente conhecido por praticamente todo cidadão brasileiro.
  2. Impresso em documentos como carteira de identidade, título de eleitor, páginas de processos e outros documentos oficiais, o Brasão de Armas do Brasil, segundo informações do próprio portal da Presidência da República, na internet, foi desenhado pelo engenheiro Artur Zauer, por encomenda do Presidente Manuel Deodoro da Fonseca em 1889.

A inscrição “República Federativa do Brasil”, contudo, somente passou a ser utilizada no brasão após 1967, com a nova Constituição. Até então, era impressa no brasão a expressão “Estados Unidos do Brasil”, nome oficial da nação à época. Segundo se sabe, a cor verde representava a Casa dos Bragança, de D.

  1. Pedro I. O amarelo, por sua vez, representaria a Casa dos Habsburgos, do imperador austríaco pai de Imperatriz Leopoldina, casada com D. Pedro I.
  2. A espada em riste representaria a presença dos militares no movimento republicano que derrubou a monarquia em 15 de novembro de 1889.
  3. No punho dela, a estrela dentro de um quadrado vermelho simboliza o Distrito Federal, que, na época, se localizava na cidade do Rio de Janeiro.

No acervo do Memorial já há algum tempo, uma representação desse objeto chama a atenção: trata-se de uma impressão colorida em relevo do Brasão sobre uma pesada chapa de metal. Pesando aproximadamente dois quilos, o brasão que consta no Acervo do Memorial já foi utilizado em algumas exposições promovidas pelo setor.

Ele reflete de forma fidedigna os elementos do brasão de armas oficial, à exceção das estrelas que constam nas laterais circulares do escudo. No brasão do acervo do Memorial, constam apenas 22 estrelas, ao passo que, no brasão oficial, são 27 as estrelas que representam os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal.

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Além disso, em seu interior, cinco estrelas brancas representam a constelação do Cruzeiro do Sul. Embora não se tenha grandes registros do objeto, sabe-se que ele teria sido trazido ao Memorial por alguns artífices do TRT quando em serviço pelas redondezas do Bairro Bom Fim.

Inclusive, pede-se que, caso alguém tenha mais informações a respeito, entre em contato com o Memorial pelo telefone 51 3314.2310 ou pelo e-mail [email protected]. As “armas nacionais”, como refere a Constituição Federal de 1988, juntamente à bandeira, ao hino e ao selo nacional são um dos quatro símbolos da República, e a aposição e o uso do Brasão são obrigatórios pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e também pelas Forças Armadas.

Ele está presente também em todos os prédios públicos. O TRT da 4ª Região, por ser integrante do Poder Judiciário, deve utilizar o Brasão da República em seus documentos oficiais. _ A série “Noutros Tempos” é um projeto desenvolvido em parceria da Secretaria de Comunicação Social com o Memorial da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul.

Tem por finalidade apresentar alguns objetos e temas que fizeram parte da trajetória da nossa instituição, preservados no Acervo do Memorial. O Memorial é aberto ao público e pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas, na Rua João Telles, nº 369, 2º andar, no Bairro Bom Fim, em Porto Alegre/RS.

Fonte: Memorial da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Texto, pesquisa e fotos: Fernando Allgayer e Lara Martins. Fim do corpo da notícia. Fim da listagem de tags.

O que significa a espada do brasão?

A armadura, incorporada ao brasão, evoca a ideia de um guardião destemido, enquanto as espadas cruzadas adicionam um toque de poder e intriga.

O que significa a espada no brasão?

ESPADA: em primeiro lugar, a espada é o símbolo do estado militar e de sua virtude, a barreira, bem como de sua função, o poderio.

Quando o Brasil deixou de se chamar Estados Unidos do Brasil?

Em 1967, com a constituição elaborada durante a Ditadura Militar, o nome passou a ser República Federativa do Brasil, por conta do sistema federativo então já consolidado. Esse nome foi mantido na Constituição de 1988 e prevalece até os dias de hoje.

Qual é a bandeira mais antiga do Brasil?

Primeira bandeira do Brasil – Quem Criou O BrasO De Armas Do Brasil A Bandeira Nacional do período imperial foi implantada dias após a independência do Brasil. A primeira bandeira do Brasil foi criada e apresentada poucos dias depois da independência do Brasil, que aconteceu em 7 de setembro de 1822. A criação da bandeira do Brasil foi ratificada pelo decreto de d.

Pedro (ainda não havia sido aclamado e coroado imperador), em 18 de setembro de 1822. As cores da bandeira foram escolhidas por d. Pedro, e o desenho da bandeira foi obra do pintor francês Jean-Baptiste Debret, A inspiração do pintor francês foram bandeiras utilizadas por tropas militares francesas durante o período da Revolução Francesa e do período napoleônico,

A bandeira do Brasil Império continha o losango amarelo (em dimensão diferente) e o fundo verde. O centro do losango era preenchido pelo brasão de Armas do Império que também foi criado por Debret. Acesse também: Conheça a história do Hino Nacional do Brasil

Qual foi a primeira bandeira do Estado brasileiro?

Na primeira versão da bandeira atual do Brasil havia 21 estrelas, que era o número de estados mais o Distrito Federal na época. As 21 estrelas foram desenhadas na posição em que estavam no céu na cidade do Rio de Janeiro às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República.

Qual arma representa o Brasil?

Símbolos nacionais representam a identidade de uma nação, diz consultor Da Redação | 17/09/2020, 21h01 No dia 18 de setembro é comemorado o Dia dos Símbolos Nacionais. A data homenageia os símbolos que representam o Brasil e a identidade da nação no mundo.

Descritos na, os quatro símbolos oficiais do Brasil são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais (ou Brasão Nacional) e o Selo Nacional. A apresentação e a regulamentação dos símbolos nacionais brasileiros foram estabelecidos pela, que padroniza e define as dimensões, padrões, cores e representações dos símbolos.

Para o consultor legislativo de Cultura e Esportes do Senado, Gabriel Firme, os símbolos nacionais representam a nação brasileira e os fundamentos constitucionais: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo político.

Os símbolos nacionais exaltam os valores positivos de uma nação. A nação brasileira compartilha um conjunto de culturas e práticas. Nação significa união de um povo com sentimento de pertencimento e sentimento de unidade entre si. Exaltar os símbolos nacionais é importante para manter tudo que faz parte da Constituição da nação brasileira — declarou.

O consultor observou ainda que é importante incentivar modos de criar e de manter os símbolos como representação da nação. Ele afirmou que nacionalismo pode ir de uma linha positivista, ou até mesmo para um discurso de violência. — Em algumas situações de representações políticas o nacionalismo começa a ir contra os próprios princípios da nação, como a liberdade e democracia, e volta da ditadura, violência e discurso de ódio — disse.

Qual é a arma mais poderosa do Exército Brasileiro?

A Infantaria é considerada a arma mais versátil, a base dos exércitos, e é imprescindível em um campo de batalha, no combate a pé Em 24 de maio, o Exército Brasileiro comemora o Dia da Infantaria, data que faz alusão ao nascimento do patrono da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro, Brigadeiro Sampaio.

Quais são as cores do brasão?

As cores têm significações heráldicas próprias. Verde é renovação e esperança; azul é alegria, saber e lealdade; vermelho é grandeza, coragem e valor; ouro (amarelo) é justiça, fé e constância; prata (branco) é beleza, pureza e vitória.

Qual é a cor do brasão da República?

Variantes de uso Variantes de uso https://www12.senado.leg.br/identidadevisual/armas-nacionais/variantes-de-uso https://www12.senado.leg.br/identidadevisual/logo.png O Brasão da República possui três variações: colorida chapada, colorida com degradês e monocromática filetada. Deve-se somente aplicar o arquivo original do brasão que está na versão digital do manual. A versão monocromática pode ser aplicada em preto, dourado ou branco.O uso de outras cores é permitido em impressão monocromática. : Variantes de uso

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Qual a importância dos símbolos para a sociedade?

A importãncia dos símbolos – Diário do Amapá 17/9/2021 | 20:47 O símbolo fala e comunica por si. Mas, ao mesmo tempo em que comunica, ele esconde algo de misterioso. Os símbolos são irrenunciáveis na nossa vida. Eles têm uma linguagem própria de comunicar diferente da linguagem lógica e racional. Isto não quer dizer que a linguagem lógica não se sirva dos símbolos.

Desta forma, o símbolo aparece como dimensão transcendental na vida do ser humano. A linguagem humana é expressa através dos símbolos que falam, sem reduzir a conceitos e objetivos. Só a dimensão do simbólico permite transcender o aspecto da aparência de algo, para explicá-lo além de sua própria substância.

Um dos campos mais ricos do simbólico, certamente, é o campo religioso. O símbolo assume na vida humana uma importância relevante, pois, sem ele, o ser humano não teria capacidade de comunicar toda a sua expressividade. Portanto, é natural perguntar o que é na verdade o símbolo.

Ele é um sinal, mas um sinal com um sentido próprio. No símbolo, impregnam-se muitos significados. É racional e se estrutura em âmbito hermenêutico, pois traz uma compreensão que rompe as barreiras do físico e se projeta além dele para mostrar o seu significado. Historicamente falando, a palavra símbolo é encontrada pela primeira vez no antigo Egito, que era uma espécie de marca de identidade, confeccionado de diferentes materiais.

Mais tarde, o conceito se concentrou em um sinal e passou a ser usado em expressões que descreviam a ideia de reunir. Assim sendo, o símbolo passou a referir-se a união de duas coisas. Ora, se junta o que está separado, assim o símbolo expressa a união de coisas que estavam separadas.

  • Era comum, no mundo grego antigo, ao fazer um contrato, as pessoas quebrarem em duas partes um objeto de cerâmica e cada um levava um pedaço.
  • Uma ulterior reclamação seria legitimada pela união das duas partes coincidentes.
  • A questão, entretanto, não está no nível das coisas em si mesmas, mas no nível do sentido.

Além do mais, é bom precisar que o sinal não pode ser identificado como o símbolo, enquanto estrutura diversa. O sinal recoloca o próprio significado a algo que quer representá-lo. Portanto, não tem nunca um significado em si. No entanto, o símbolo recoloca, sim, o significado em algo que representa, mas também tem em si mesmo um significado.

O que são os símbolos?

Os símbolos e o comportamento humano na antropologia de Leslie White Antropologia, como o próprio nome sugere (antropo = homem; logia = estudo) é a ciência que se desvinculou da filosofia e ganhou objeto específico de estudo, que é a análise da origem, desenvolvimento, evolução do homem, a partir das suas condições físicas, biológicas, anatômicas e histórico-culturais.

  1. Para o estudioso Leslie White, o símbolo é a unidade básica do comportamento humano.
  2. A civilização só existe em razão do comportamento simbólico, característico do homem.
  3. A partir da teoria da evolução de Darwin, muito se questionou sobre o que é o homem e qual a sua diferença em relação aos demais animais (mamíferos superiores).

Diante de dados anatômicos, percebeu-se que a caixa craniana do homem era maior e que, por essa razão, seu cérebro também o era. Dessa forma, o pensamento, o raciocínio, a compreensão etc. estavam vinculados a um maior poder de associação de ideias derivado das faculdades mentais humanas.

No entanto, Leslie constatou que a diferença entre os homens e os outros animais era uma diferença qualitativa e não quantitativa. Isto quer dizer que o homem usa símbolos para existir, mas que estes símbolos são criados, inventados, pelos próprios humanos, diferente do animal, que pode ser condicionado por símbolos, mas jamais poderá criá-los.

Esse poder de criar símbolos é especificamente humano (não há outros seres que o façam, nem graus intermediários). Símbolo é uma coisa cujo valor ou significado é atribuído pelos seus usuários. Este valor nunca é determinado pelas características físicas do objeto em questão, isto é, de suas propriedades intrínsecas, mas sempre por algo arbitrário que se torna convencional.

Por exemplo, a palavra VER. Nenhuma destas letras, juntamente ou separadas, indica uma ação de visualizar algo (em francês se diz VOIR, em inglês, TO SEE etc.). O sentido faz parte da valoração coletiva sobre algo, é imaterial, mas é preciso que alguma coisa física represente o sentido, perpassando nossa experiência.

Leslie também faz a distinção entre símbolo e signo. O primeiro é a criação do valor de algo. O signo é a indicação de um valor já criado. É uma forma física cuja função é indicar alguma outra coisa, qualidade ou fato. O sentido de um signo pode ser inseparável de sua forma física (como, por exemplo, o termômetro com a coluna de mercúrio que indica a quantidade de calor) ou apenas separado, desde que analogamente evidencie a coisa (previsão do tempo, por exemplo).

  1. Não pare agora.
  2. Tem mais depois da publicidade 😉 Vejamos um exemplo: tanto um cachorro quanto um homem podem ser condicionados a perceber um som através das letras S-E-N-T-A e desenvolver um comportamento.
  3. No entanto, o sentido dessa palavra só o homem pode dar, criar ou inventar, já que o animal é incapaz.

Outro exemplo: para nós da civilização judaico-cristã ocidental, o preto é a cor do luto, representando tristeza, saudade de quem se foi, enquanto que para alguns países orientais, é o amarelo, pois a morte é um momento de alegria em razão da libertação do corpo e da alma.

Fica evidenciado, então, que a natureza do homem e a dos animais são diferentes e que estudar o homem vai além das suas condições físicas, mas também das condições históricas, porque a nossa história é a história que construímos livremente a partir de símbolos que chamamos valores culturais. Por João Francisco P. Cabral Colaborador Brasil Escola Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP

: Os símbolos e o comportamento humano na antropologia de Leslie White