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Quanto Custa Um Canal De Dente?

Quanto Custa Um Canal De Dente

Quanto custa o canal de 1 dente?

Quanto custa um canal de dente em 2022? O preço do tratamento de canal costuma variar entre R$ 700,00 e R$ 2000,00. A variação de valores acontece por diversos fatores.

Quanto tempo leva para fazer um canal de dente?

Tratamento de Canal: Uma alternativa segura para salvar seu dente Algumas pessoas insistem em adiar a ida ao dentista mesmo sentido algum tipo de incomodo nos dentes. Esse adiamento acaba comprometendo a saúde bucal, provocando intervenções mais evasivas, como uma extração, por exemplo.

  1. Quais são os sintomas que indicam que é preciso de um tratamento de canal
  2. Quando é indicada uma extração
  3. Como é feito passo a passo ?(consultas,radiografias, enfim)
  4. Se tratamento de canal dói
  5. Quanto tempo demora para a execução desse tratamento
  6. Qual é a durabilidade desse tratamento
  7. Quais são os cuidados que deve-se ter para manter o canal perfeito

Um dos sintomas mais comuns que indica que o paciente precisará fazer um tratamento de canal é a dor de dente. Normalmente começa com uma sensibilidade e vai aumentando, principalmente quando há contato com alimentos quentes. Outro sinal de indicação de tratamento de canal é uma fístula vista também como uma bolinha que estoura e sai pus, localizado normalmente na gengiva próximo ao dente, que pode ou não estar relacionado com dor.

  • Em alguns casos como fratura, mobilidade causada por doença periodontal, cárie extensa, entre outras, não serão mais indicado o tratados de canal, é sim indicado a exodontia do dente (extração).
  • O tratamento de canal é um procedimento que requer conhecimento, e sempre será executado pelo cirurgião dentista, pode ser feito em uma ou mais seções vai depender da questão de tempo de consulta ou da extensão da infecção.
  • Passo a passo para fazer o Tratamento de Canal

Primeiro passo é fazer um Raio X de diagnóstico. Logo após, o paciente é submetido a anestesia local, depois de feito o acesso no dente, com instrumentos específicos é feito a localização e exploração dos canais. Um novo Raio X é realizado para verificar o comprimento do dente, depois a limpeza, modelagem dos canais, em seguida a obturação dos canais com material específico, finalizando a restauração do dente.

  1. Durante o processo de tratamento de canal o cliente não sentirá dor, porque será administrado anestesia no local e após será avaliado a necessidade ou não de medicamentos, mas o mais comum é o cliente relatar um alívio de não sentir mais à dor.
  2. O tempo de tratamento vai depender muito da característica do dente ou da técnica a ser empregada, pode ser uma sessão de média uma hora na técnica rotacional, até três sessões de trinta minutos usando técnica manual.
  3. Uma vez que tratamento de canal foi realizado com sucesso não haverá mais a necessidade de ser retratado tendo os cuidados igual a outro dente, ele terá a mesma durabilidade de outro.

Pelo fato do dente já ter uma indicação de tratamento de canal, seja por motivo de cárie, fratura, etc.ou até mesmo pelo próprio acesso que é feito no dente, que pode, em alguns casos, fragiliza-lo, necessita-se muitas vezes de pinos intra canal que vão dar resistência para uma restauração e retenção para possível coroa dental(prótese ).

  • Veja aqui nesse vídeo como é realizado um tratamento de canal
  • Tratamento de Canal em Blumenau
  • Há mais de 14 anos fazendo tratamentos de canal em Blumenau, percebi que,várias extrações poderiam ter sido evitadas se os pacientes não adiassem, por tando tempo, uma simples consulta.
  • Quer evitar a extração de um dente desnecessariamente?

Agende sua consulta conosco. Estaremos aqui para recebe-lo.47 3340-4679 Forte Abraço : Tratamento de Canal: Uma alternativa segura para salvar seu dente

O que é canal no dente dói?

O tratamento de canal dói? Anestesia e medicação | Colgate® Você precisa de um tratamento de canal para salvar um dente? O tratamento de canal dói? Não precisa ter medo desse procedimento. Com a ajuda de medicamentos anestésicos, você não vai sentir nenhuma dor intensa.

Após o tratamento, é preciso cuidar bem da boca. Talvez você sinta algum desconforto pós-procedimento, mas nada que um analgésico não possa aliviar. Esqueça o medo e a preocupação e concentre-se em melhorar sua saúde bucal. O tratamento de canal resolve a dor? O tratamento de canal é feito para salvar o dente.

Nos Estados Unidos, esse procedimento salva cerca de 24 milhões de dentes todos os anos. Se a polpa (tecido mole que contém os vasos sanguíneos e nervos do dente) for infectada ou danificada, um procedimento de canal é realizado para removê-la. A necessidade do tratamento de canal geralmente é mais dolorosa do que passar pelo procedimento em si.

  1. Os sinais de polpa infeccionada incluem inchaço, sensibilidade e dor ao morder ou pressionar o dente.
  2. Depois que o tecido afetado é removido pelo endodontista, um dentista especializado no diagnóstico, prevenção e tratamento da polpa do dente, você não precisa se preocupar com a dor e o desconforto decorrentes da polpa infeccionada ou com a piora da infecção.

Se não tiver lesões ou outros problemas dentários, você provavelmente conseguirá manter o dente natural pelo resto da vida. A polpa afetada é substituída por um material semelhante à borracha, chamado guta-percha. Após a conclusão do procedimento, geralmente depois de uma ou duas consultas, você pode ir ao dentista para restaurar o dente com uma coroa ou obturação.

Você conseguirá retomar seus hábitos bucais diários, como mastigar, sorrir, escovar os dentes e usar fio dental. Anestesia e medicação De acordo com a, a maioria dos pacientes sente pouca ou nenhuma dor durante o procedimento de canal radicular. Antes de iniciar o procedimento, o dente e a área circundante são anestesiados para evitar a sensação de dor.

Você poderá sentir dor e sensibilidade por alguns dias depois do tratamento. O endodontista deve prescrever um analgésico para aliviar qualquer desconforto temporário. Não é normal a dor não desaparecer após alguns dias ou retornar meses ou até anos depois do tratamento – isso pode ser sinal de uma nova infecção.

Se isso acontecer, informe o dentista imediatamente. O tratamento de canal dói? Com anestesia local, o procedimento em si não é doloroso. A necessidade do tratamento de canal, no entanto, pode causar algum desconforto. Embora a ideia de ter que fazer um tratamento de canal possa deixá-lo nervoso, o tratamento em si é a solução para um problema.

Depois de tratar o dente, cuide bem do seu sorriso com escovação e uso do fio dental diários e não deixe de consultar o dentista regularmente. : O tratamento de canal dói? Anestesia e medicação | Colgate®

Quanto tempo o dente dói depois do canal?

Essa dor recorrente não é normal. Na verdade, o tempo de desconforto varia caso a caso, mas, até 15 dias depois do tratamento, pode haver incômodo. Neste período é aconselhável tomar o analgésico e o antiinflamatório orientados pelo dentista.

Porque o tratamento de canal é tão caro?

Quanto custa um canal de dente em 2023? – O preço do tratamento de canal costuma variar entre R$ 700,00 e R$ 2000,00. A variação de valores acontece por diversos fatores. Uma das principais variantes é a localização da peça dentária que deverá ser tratada.

  • Os dentes da frente, por exemplo, têm apenas uma raiz, o que torna o tratamento de canal mais simples e rápido.
  • Logo, o preço é mais barato.
  • Em contrapartida, os dentes molares podem ter até três raízes.
  • Ou seja, o dentista terá mais trabalho e precisará usar mais material para tratar o canal, o que faz com que o preço fique mais caro.

A região em que você mora e o tipo de estabelecimento escolhido para fazer o tratamento também faz com que o preço varie. Em clínicas populares, por exemplo, tratar o canal pode ser mais barato do que em consultórios particulares de dentistas. É claro que você pode fazer orçamentos e escolher o profissional que passar mais confiança e tenha um preço competitivo.

Quem faz canal tem que ficar de repouso?

Cuidado com alimentos duros – Nas primeiras semanas após o tratamento de canal dentário, evite alimentos duros para não sobrecarregar o dente que passou pelo procedimento. Esse dente precisa ficar em repouso, evitando fraturas, traumas e infecções. Os cuidados pós-operatórios fazem toda a diferença no sucesso do resultado.

É possível fazer canal em um dia?

Em que casos o tratamento de canal pode ser feito em uma única sessão? – Se o nervo ainda está vivo, ou seja, sem lesão, é possível realizar o tratamento em uma sessão única. Isso representa 90% dos casos. O meu compromisso é com o paciente. Se for possível fazer um tratamento bem feito em um dia, ótimo.

  • Porém, em alguns casos, é imprescindível fazer mais uma sessão para optar pela qualidade do procedimento ao invés do tempo.
  • Às vezes, no raio-X é possível ver uma lesão ou necrose que impede que o tratamento seja feito de uma vez só.
  • Outro exemplo é em caso de bactérias, que precisam ser tratadas com medicação antes de realizar o procedimento.

Existe também a possibilidade de detectar problemas durante o tratamento, que precisam de mais consultas para serem resolvidos corretamente. Se existe uma lesão, reabsorção óssea ou se o dente ficou muito tempo aberto, é recomendável fazer em duas ou três sessões.

O que dói mais extrair um dente ou fazer canal?

O tratamento de canal dói? Anestesia e medicação | Colgate® Você precisa de um tratamento de canal para salvar um dente? O tratamento de canal dói? Não precisa ter medo desse procedimento. Com a ajuda de medicamentos anestésicos, você não vai sentir nenhuma dor intensa.

  1. Após o tratamento, é preciso cuidar bem da boca.
  2. Talvez você sinta algum desconforto pós-procedimento, mas nada que um analgésico não possa aliviar.
  3. Esqueça o medo e a preocupação e concentre-se em melhorar sua saúde bucal.
  4. O tratamento de canal resolve a dor? O tratamento de canal é feito para salvar o dente.

Nos Estados Unidos, esse procedimento salva cerca de 24 milhões de dentes todos os anos. Se a polpa (tecido mole que contém os vasos sanguíneos e nervos do dente) for infectada ou danificada, um procedimento de canal é realizado para removê-la. A necessidade do tratamento de canal geralmente é mais dolorosa do que passar pelo procedimento em si.

Os sinais de polpa infeccionada incluem inchaço, sensibilidade e dor ao morder ou pressionar o dente. Depois que o tecido afetado é removido pelo endodontista, um dentista especializado no diagnóstico, prevenção e tratamento da polpa do dente, você não precisa se preocupar com a dor e o desconforto decorrentes da polpa infeccionada ou com a piora da infecção.

Se não tiver lesões ou outros problemas dentários, você provavelmente conseguirá manter o dente natural pelo resto da vida. A polpa afetada é substituída por um material semelhante à borracha, chamado guta-percha. Após a conclusão do procedimento, geralmente depois de uma ou duas consultas, você pode ir ao dentista para restaurar o dente com uma coroa ou obturação.

Você conseguirá retomar seus hábitos bucais diários, como mastigar, sorrir, escovar os dentes e usar fio dental. Anestesia e medicação De acordo com a, a maioria dos pacientes sente pouca ou nenhuma dor durante o procedimento de canal radicular. Antes de iniciar o procedimento, o dente e a área circundante são anestesiados para evitar a sensação de dor.

Você poderá sentir dor e sensibilidade por alguns dias depois do tratamento. O endodontista deve prescrever um analgésico para aliviar qualquer desconforto temporário. Não é normal a dor não desaparecer após alguns dias ou retornar meses ou até anos depois do tratamento – isso pode ser sinal de uma nova infecção.

Se isso acontecer, informe o dentista imediatamente. O tratamento de canal dói? Com anestesia local, o procedimento em si não é doloroso. A necessidade do tratamento de canal, no entanto, pode causar algum desconforto. Embora a ideia de ter que fazer um tratamento de canal possa deixá-lo nervoso, o tratamento em si é a solução para um problema.

Depois de tratar o dente, cuide bem do seu sorriso com escovação e uso do fio dental diários e não deixe de consultar o dentista regularmente. : O tratamento de canal dói? Anestesia e medicação | Colgate®

Pode fazer dois canal no mesmo dia?

É feito em uma única sessão – Verdade! Geralmente, o tratamento de canal dentário é realizado em uma única sessão. Entretanto, poderá ser necessária mais de uma visita ao dentista, mas isso vai depender do quadro clínico do paciente.

É perigoso ficar com o dente aberto?

Quando o dente está aberto, ele fica com um espaço vazio em seu interior e ele pode dificultar a higienização do dente. A dificuldade na hora da limpeza pode causar o acúmulo de partículas de alimentos no interior do dente, o que acaba gerando mau hálito e podem levar ao aparecimento de cáries.

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O que acontece se não fizer o tratamento de canal?

O que acontece se eu não fizer o tratamento de canal? – Imagina que você tem uma infecção no seu organismo, mas resolve não tratar. O que acontece? Essa infecção não piora? As bactérias não se multiplicam e o processo piora?

  1. É a mesma coisa com o dente.
  2. Quando há uma infecção, ou seja, bactérias se multiplicando, inflamando e infeccionando a região interna do dente, é essencial que haja tratamento quanto antes.
  3. Caso isso não seja feito, uma série de consequências pode ocorrer, desde a piora do quadro, com abcessos e fístulas, como o desenvolvimento de lesões mais sérias.
  4. Em pacientes com a imunidade comprometida, as bactérias bucais podem cair na corrente sanguínea e podem levar a outros problemas no organismo.
  5. No caso da infecção localizada, quando há formação de pus, o organismo pode tentar realizar a drenagem desse pus.

Com isso, se forma a fístula. Mas, infelizmente, nem sempre a drenagem ocorre de maneira simples, para dentro da boca. Em alguns casos, a drenagem procura o caminho mais fácil para ocorrer, o que significa abrir uma fístula para o lado externo do rosto. Quanto Custa Um Canal De Dente

Pode ter cárie em dente com canal?

Sim.

Qual é o remédio mais forte para dor de dente?

Remédios anestésicos – Remédios como a benzocaína ou xylocaína anestesiam os nervos juntos do dente, sendo uma ótima opção para quem quer se aliviar da dor de forma rápida. A xylocaina pode ser comprada em farmácias como pomada ou gel, enquanto a benzocaína pode ser usada em soluções orais, spray, pomada e pastilhas. Como resultado do uso, alguns efeitos colaterais podem ser:

nervosismo;tonturas;convulsões;dificuldade para respirar;queda de pressão arterial;batimentos lentos no coração;irritações da pele; sensação de ardor na boca;cianose;endurecimento das mucosas;

Assim como os demais, esses medicamentos são contraindicados para grávidas durante a gestação e amamentação, também para crianças com menos de 5 anos (ou menos de 20kg). Pessoas que já tiveram hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula também não devem utilizar.

Pode trabalhar depois de fazer canal no dente?

Tratamento de canal: 5 dúvidas mais comuns sobre o procedimento odontológico Quanto Custa Um Canal De Dente Posted at 06:00h in by Você foi ao dentista e descobriu que precisa fazer um tratamento de canal. Na hora em que recebeu a notícia, rolou aquela preocupação quanto ao procedimento, que costuma ser temido por muitos pacientes. Mas não há com o que se amedrontar, o método em si é bem tranquilo: o dentista remove a polpa do dente que foi danificada, aliviando qualquer incômodo ou dor de dente.

Tratamento de canal dói? Não. Na verdade, o que dói é não fazer o tratamento de canal. A dor de dente é causada pela infecção da polpa e, quanto mais tempo o paciente demorar a fazer do procedimento, maior poderá ser esse incômodo. Durante o procedimento cirúrgico, não há com o que se preocupar! A partir do momento que você toma anestesia, o tratamento é totalmente indolor. Fazer tratamento de canal deixa o dente amarelado ou manchado? Corre o risco de ficar, mas tudo vai depender da técnica e do dentista que realizará esse procedimento. O estado da lesão no momento do tratamento também pode influenciar na aparência, fazendo com que o dente fique com um aspecto manchado. A boa notícia é que hoje já existem diferentes opções de materiais e procedimentos para evitar esse resultado e deixar seu sorriso harmonioso. O que comer após o tratamento de canal? Após fazer o tratamento de canal é importante priorizar os alimentos mais macios, pastosos e líquidos nos primeiros dias. Então prefira comer uma sopinha, purês, além de sucos e bastante água. O consumo das refeições mais consistentes devem ser deixadas para alguns dias depois do procedimento para não causar nenhum tipo de acidente e o paciente se acostumar com o dente reabilitado. Preciso ficar em casa após o tratamento de canal? Não é necessário. Depois do tratamento de canal, você pode exercer as atividades normais do seu dia a dia: trabalho, estudos com exceção à mastigação de alimentos duros. Nesse caso, é importante esperar mais tempinho para que a restauração fique mais assentada no dente. Posso voltar a ter o mesmo problema no dente após fazer o tratamento de canal? É uma possibilidade! Caso o dente volte a passar por algum trauma ou fratura, por exemplo, pode ser que o elemento precise, de um novo tratamento de canal. Mas você pode evitar que essa situação aconteça praticando os bons hábitos de higiene bucal, como a escovação e o uso do fio dental, e indo ao dentista com regularidade.

: Tratamento de canal: 5 dúvidas mais comuns sobre o procedimento odontológico

Quando faz canal o dente fica fraco?

Quando faz canal o dente fica fraco? – Não. Tratar o canal de um dente significa remover a polpa dentária, limpar e modelar o canal. O que faz um dente ser forte ou não é sua estrutura, composta por outros tecidos dentários (no caso, esmalte e dentina).

Qual o valor de uma limpeza de dente?

A limpeza de tártaro já está inclusa no processo de limpeza dental, ou seja, pode custar a partir de R $200,00 podendo chegar até os R $1.000,00, dependendo da experiência e qualificações do profissional e da região onde o consultório se encontra.

É normal o rosto inchar depois de um canal?

Dúvidas corriqueiras sobre tratamento de canal O que é Endodontia ? Endodontia é a especialidade responsável pelo estudo da polpa dentária, de todo o sistema de canais, bem como das doenças que os afligem. Em casos de alterações por cárie, fraturas, trauma dentário, lesões, abscessos, necessidades protéticas e outras, o tratamento endodôntico (ou o tratamento de canal) é indicado, visando a manutenção do dente na cavidade bucal, e a saúde dos tecidos.

Essa especialidade é mais conhecida como “tratamento de canal”, que é o procedimento onde o dentista intervém na parte mais interna do dente: a cavidade pulpar. É ali que fica “o nervo” do dente e o profissional precisa limpar bem e alargar o canal onde se aloja este nervo/polpa pra poder fechar totalmente e vedar este espaço.

Hoje em dia, o tratamento é feito de uma forma muito mais simples e rápida, pois temos a tecnologia como aliada através do uso de microscopio,instrumentação mecânica, localizadores apicais e técnicas anestésicas mais eficazes. O paciente realiza o tratamento de canal sem dor e sem turmas em duas ou três sessões de uma hora e meia cada.

Em alguns casos é possível realizar em sessão única também. Existem algumas dúvidas corriqueiras sobre as possíveis ocorrências após o tratamento de canal:1 – É comum surgir inchaço após o tratamento de canal?Sim. Pode ocorrer edema/inchaço da região onde foi tratado o canal apesar de não acontecer com frequência.Na ponta da raiz, existe um ” furo” que chama se forame.

Quando fazemos a instrumentação dos condutos, dentina contaminada por bactérias raspada de dentro do canal, pode sair por este forame causando este edema.2 – Existe alguma sensibilidade após o procedimento?Sim. É importante lembrar que,apesar de ser um procedimento tranquilo, é normal haver uma sensibilidade pós operatória por um período de 3 a 5 dias após o procedimento.3 – Quando o tratamento de canal é realmente necessário?É necessário tratar o canal do dente em casos onde o dente sofreu uma inflamação irreversível por cárie ou trauma, quando percebemos que o dente está sofrendo calcificação, por finalidade proteica ou por reabsorções radiculares (são mais raras) Por: Dra.

Precisa tomar antibiótico para tratamento de canal?

Quais cuidados se deve ter após o procedimento? – De maneira geral, trata-se de um procedimento que não exige cuidados complexos. O endodontista normalmente recomenda o uso de analgésico e/ou anti-inflamatório nos primeiros dias. Se o paciente tiver alguma condição específica, como uma doença ou problema cardíaco, o dentista pode recomendar o uso de antibiótico.

É normal sentir dor após o canal?

Dente com canal pode doer depois de anos ou depois de meses da conclusão do tratamento de canal? – Até, ficou esclarecido quanto tempo o dente fica dolorido depois do canal, ou seja, é normal que o tempo que o dente fica dolorido depois do tratamento de canal seja de alguns dias no máximo, que é o tempo previsto como parte do processo inflamatório que ocorre nos tecidos de suporte em torno do dente após o canal ter sido tratado.

  1. Neste período imediatamente após as consultas do tratamento, o dente pode ficar dolorido ao toque ou o dente com canal dói quando morde algum alimento, e é comum sinais de dente com canal inflamado.
  2. Agora que você sabe quanto tempo o dente fica dolorido depois do canal, entenda que não é normal o dente com canal doer depois de anos ou depois de meses desde que o tratamento de canal foi finalizado, e se isso ocorrer, é sempre necessário que o dentista examine o local para descobrir a causa o mais rapidamente possível e decidir qual a conduta mais adequada a ser seguida,

Vejamos algumas das principais causas para a existência de dor de dente com o canal tratado depois de anos ou meses de concluído o tratamento:

Demora na realização da restauração definitiva do dente que passou por tratamento de canal : m uitas vezes, ao terminar o tratamento de canal e se livrar da dor de dente, o paciente acaba adiando por muito tempo a reabilitação definitiva do dente com canal tratado, que ocorre com a confecção de uma restauração/prótese nesse dente, deixando-o somente com um curativo. Além de não proteger o dente contra fraturas, o curativo não é capaz de manter o dente bem fechado por muito tempo, o que significa que ele permite, após um período, a recontaminação do interior do dente pela entrada de saliva/alimentos/bactérias dentro do canal do dente, e uma nova infecção pode ser ocasionada, com ocorrência de dor e perda dos resultados obtidos pelo tratamento de canal, levando à necessidade de realizar novo tratamento;

Restaurações/próteses “altas” no dente com canal tratado : seja porque foram confeccionadas mais altas ou porque a mordida do paciente se alterou ao longo do tempo, é possível haver dor nestes casos devido a uma pressão excessiva nos tecidos de suporte durante a mordida – essa é uma das causas mais comuns para o dente com canal tratado doer quando morde;

Fratura ou trinca no dente: dentes com canal tratado, normalmente, já têm histórico estarem mais fragilizados (por já terem sofrido grandes destruições por cáries ou traumas) e são, por isso, mais suscetíveis a trincas e fraturas após o tratamento de canal ;

Presença de canais secundários ou acessórios: em alguns casos, o dente pode apresentar outros canais além dos principais e, caso eles não sejam limpos e obturados como os principais, o dente continua com infecção interna, isto é, bactérias permanecem dentro deles, e os sintomas dolorosos podem persistir ou retornar com o tempo. Há, por exemplo, casos de canais secundários ou acessórios microscópicos, que não podem ser visualizados por exames normais e acessados por meios convencionais e, por isto, necessitam de métodos mais avançados para solução do problema;

Variações anatômicas das raízes: Algumas vezes, os dentes podem apresentar uma variação no formato de suas raízes, o que pode impedir uma limpeza suficiente dos canais e, por isto, bactérias podem permanecer nessas regiões, o que exige avaliação das alternativas a serem utilizadas para solução do problema;

Bactérias resistentes: existem bactérias que são muito resistentes e podem sobreviver aos produtos utilizados para limpar o interior dos canais, o que significa que a infecção persiste após o tratamento de canal e gera necessidade de adotar técnicas diferentes para tratar a infecção resistente;

Cárie no dente com canal tratado: a lesão de cárie nos dentes é ocasionada por bactérias. Quando o dente com canal tratado tem uma lesão de cárie, a dor pode ocorrer devido a uma nova infecção do interior do canal, o que ocorre quando a situação já está em grau avançado de infecção (diferente dos dentes que não passaram por tratamento de canal, em que a dor ocasionada pela lesão de cárie é ocasionada por estímulo à polpa dentária ou nervo do dente, que ainda está presente).

Como é feito o canal no dente quebrado?

SaluDigital Clínicas Online • out.11, 2021 Um dente quebrado é considerado nada menos do que um tipo de trauma, pois impede você de sorrir e abala a confiança. Algumas das causas comuns de quebra de dente são comer alimentos duros, como doces ou um cubo de gelo, acidentes de queda, lesão dentária ou cárie.

  1. No entanto, a boa notícia é que a odontologia moderna tem soluções para a maioria dos problemas odontológicos devido ao uso de tecnologia avançada.
  2. Existem serviços odontológicos, fornecendo tratamentos odontológicos de emergência para os pacientes em todo o mundo.
  3. Tudo o que o paciente precisa é consultar um dentista em primeiro lugar se ele tiver um dente quebrado ou fraturado.
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O dentista irá orientá-los profissionalmente sobre a melhor opção para tratar a doença. Existem muitas opções para consertar um dente quebrado Algumas dessas opções de tratamento dentário para dente quebrado incluem o seguinte: 1. Coroa dentária – tipo coroa de zirconia, coroa Emax, coroa de cerâmica, coroa de porcelana As coroas podem ser úteis para cobrir toda a parte afetada.

  1. Eles são uma solução conveniente para dentes quebrados.
  2. Eles são mais grossos do que facetas dentais e restauram a forma e a aparência do dente.
  3. Normalmente, as coroas são feitas de metal, porcelana e cerâmica.
  4. Os dentistas consideram a opção mais segura para consertar ou restaurar dentes cariados ou quebrados.2.

Facetas dentais tipo facetas de porcelana, facetas de resina, lentes de contato dental, facetas de cerâmica Emax As conchas coloridas feitas sob medida usam porcelana, cerâmica ou material de resina composta. As facetas dentais são a solução estética e restauradora mais indicados para melhorar o seu sorriso. Quanto Custa Um Canal De Dente 3. Implante dentário – É um procedimento extensivo usado para restaurar os dentes quebrados – particularmente os dentes próximos à linha da gengiva. É um processo elaborado em que os dentistas removem o dente quebrado e colocam um implante no seu lugar.4.

Obturações – de resina Muitos dentistas consideram os obturações de resina composta como o procedimento odontológico menos invasivo e complicado para o dente danificado. Essa restauração é bom pra dentes com pequenas fraturas ou lascas. Assim consegue corrigir e melhorar a aparência do dente. Uma luz azul então endurece a moldagem do compósito e fixa o dente.

As obturações estão entre os procedimentos odontológicos mais seguros que os dentistas usam para consertar dentes quebrados. O dentista conserta dentes trincados ou quebrados provisoriamente usando o material restaurador. O processo dentário é benéfico se o dente sofreu cárie.

  • É indolor e econômico.5.
  • Tratamento do Canal – Endodontia Os dentes quebrados e rachados podem causar polpa infecciosa que se desenvolve no espaço vazio do dente.
  • Os dentistas sugerem tratamento de canal para tratar os dentes quebrados em tal situação.
  • Eles removem a infecção primeiro e, em seguida, colocam uma coroa ou um incrustação de cerâmica tipo inly ou onlay para restaurar o dente para evitar a quebra pos tratamento do canal.6.

Selantes dentais Ideal para consertar orifícios dentais, os selantes dentais protegem seus dentes infectados e rachados. Os selantes também atuam como uma barreira contra bactérias causadoras de cáries que danificam os dentes. Seu dentista coloca um selante dental na parte de trás de sua molar e prémolares.

  • Resumindo, um dente rachado, quebrado ou lascado pode ser uma emergência odontológica.
  • É vital entrar em contato com um dentista o mais cedo possível.
  • Os pacientes não devem hesitar em ligar para o dentista ao descobrirem um dente danificado.
  • Isso pode ajudá-los a explorar a opção adequada para o tratamento dentário.

Os procedimentos mencionados acima o ajudarão a decidir a melhor opção. Quanto Custa Um Canal De Dente Perguntas odontológicas sobre seu dente quebrado nunca são uma coisa ruim! Estamos aqui para ajudar a orientá-lo sobre a opção que é melhor para você. Nunca hesite em entrar em contato com nosso escritório, e nossa equipe treinada terá prazer em ajudá-lo a responder a quaisquer perguntas e aliviar sua mente sobre o que você deve fazer para resolver qualquer problema que esteja tendo.

  1. Após o tratamento de um dente rachado, meu dente sarará completamente? Ao contrário de ossos quebrados, a rachadura em um dente nunca cicatriza completamente.
  2. Após o tratamento, a fratura pode piorar e você ainda pode perder o dente.
  3. Ainda é importante que você receba tratamento, porque a maioria dos dentes rachados pode funcionar normalmente por anos após o tratamento.

A sua equipa dentária poderá informá-lo mais sobre o seu problema específico e recomendar um tratamento. Os dentes lascados voltam a crescer? Infelizmente, os dentes lascados e rachados não voltam a crescer. Depois que um pedaço de dente se solta, ele não volta a crescer, não importa o que você faça.

É por isso que é tão importante tomar tantas medidas preventivas quanto possível. Quanto custará o meu tratamento? O custo varia de acordo com o tratamento de que você precisa. Pode haver custos extras se houver complicações e você precisar de mais tratamento. Peça à sua equipe dentária um plano de tratamento e um orçamento por escrito antes de iniciar o tratamento.

Se você procura um dentista em santos a CLINICA DR ARYA tem uma tabela acessível para facilitar os tratamentos para a maioria da população. A clínica praticar o sistema de odontologia norte-americano por ser um sistema mais completo no sentido preventivo e tratamentos.

  • EVITANDO RACHADURAS.
  • Existem várias maneiras de evitar rachaduras nos dentes, como evitar alimentos duros e usar protetor bucal como uma placa de mordida durante a prática de esportes.
  • Cuidar bem dos dentes ( veja os vídeos de técnica correta de escovação fio dental na pagina inicial de nosso site, e ir ao dentista para visitas regulares o ajudará a manter os dentes saudáveis e em boa forma.

Quanto mais você demorar para consertar um dente rachado, maior será o risco de desenvolver uma infecção. Se você estiver sentindo dor nos dentes devido a uma possível trinca, entre em contato com o dentista para que ele possa examinar seus dentes e aplicar o tratamento adequado o mais rápido possível.

Quantas vezes pode fazer canal em um dente?

É preciso tratar o canal novamente? – Sim, é possível. Casos em que existe a necessidade de refazer o tratamento de canal o índice de sucesso é extremamente mais baixo do que na primeira cirurgia. Isso acontece porque o processo cirúrgico altera naturalmente o dente e pode dificultar a sua cicatrização após uma segunda cirurgia.

  • Se o primeiro tratamento de canal não funcionar e os sintomas persistirem, é necessário um tempo de espera para saber se realmente os sintomas não desapareceram.
  • O dentista explica: “Essa espera é necessária porque o dentista precisa saber se a causa do problema não foi removida ou se o tempo biológico de reparação do organismo ainda não havia acontecido”, finaliza.

Converse com seu dentista pare receber as orientações certas sobre o que fazer e evitar riscos mais graves, como uma extração dentária, Este artigo tem a contribuição do especialista: Silvio Pardo – Cirurgião-Dentista e Especialista em Periodontia e Implantodontia e pós-graduado em Odontologia Estética São José do Rio Preto – SP CRO-SP: 29.597

Quantos canais pode ter um dente?

Breve Revisão de Anatomia Interna dos Dentes Humanos Endodontics – Endodoncia Prof. Dr. Jesus Djalma Pécora Prof. Titular de Endodontia da FORP-USP Prof. Dr. Ricardo Gariba Silva Prof. Associado de Endodontia da FORP-USP Prof. Manoel Damião de Sousa Neto Prof Titular de Endodontia da UNAERP

Introdução Dentes Superiores: Incisivos – Caninos – Pré-Molares – Molares Dentes Inferiores: Incisivos – Caninos – Pré-Molares – Molares Referências

INTRODUÇÃO O objetivo desta breve revisão de anatomia interna dos dentes humanos consiste em avivar os conhecimentos adquiridos nos primeiros anos de Faculdade, pois têm importância fundamental para se obter sucesso na terapia endodôntica. A anatomia do sistema dos canais radiculares dita os parâmetros sob os quais o tratamento endodôntico será realizado e afeta as possibilidades de sucesso.

Essa anatomia de cada dente apresenta características comuns, bem como variações muito complexas. A radiografia do dente pode revelar boa parte da anatomia interna que, associada aos conhecimentos teóricos, ditam o tamanho da broca a ser utilizada na cirurgia de acesso, sua direção, o tamanho do primeiro instrumento a ser utilizado no interior do canal radicular e, ainda, quais as modificações que devem ser empregadas para realizar o preparo da cavidade endodôntica, de modo a facilitar a localização dos canais radiculares.

Assim, o conhecimento da anatomia dos canais radiculares ajuda sobremaneira o profissional, desde a cirurgia de acesso até a obturação dos canais e é uma rota segura para se obter muito sucesso e evitar situações desagradáveis. Recordaremos, neste texto, de modo bastante simples, a anatomia interna de cada grupo de dentes. DENTES SUPERIORES Incisivos Superiores Os incisivos centrais e laterais superiores são freqüentemente considerados dentes muito fáceis de serem tratados endodonticamente, porque apresentam anatomia bastante simples. Para se obter uma boa instrumentação dos canais radiculares desses dentes, o ombro lingual da região cervical do canal deve ser removido com o uso de broca de Batt.

Isso possibilita boa visibilidade do canal radicular e, ainda, proporciona a ação dos instrumentos em todas as paredes do canal, de modo a facilitar a sua limpeza e desinfecção. Os incisivos centrais superiores podem apresentar curvatura de suas raízes para a vestibular. Esse fato não é detectado na radiografia ortorradial e, portanto, deve-se tomar radiografias em várias angulações.

Esses dentes só oferecem dificuldades na localização de seus canais caso estes estejam bastante atresiados. Os incisivos laterais superiores apresentam curvatura das raízes para a distal na maioria dos casos. Portanto, deve-se pensar em uma técnica de instrumentação adequada, de modo a evitar perfurações.

  1. Esses dentes estão situados em uma área de grande risco embriológico e inúmeros pesquisadores têm relatados casos de anomalias neles.
  2. São, normalmente, apresentam-se unirradiculados, mas foram relatados casos de incisivos laterais superiores com duas raízes (Madeira 1973, Christie et al.1981) Entre as anomalias de desenvolvimento observadas nesses dentes, pode-se citar: Dens invaginatus, Cúspide Talão, radicular grooves (depressão radicular) e dentes com coroas cônicas.

O Dens invaginatus é também conhecido como Dens in dente, podendo ocorrer em qualquer dente. Mas, sua maior incidência ocorre nos incisivos laterais superiores. Normalmente, esses dentes podem apresentarem-se coniformes (peg shape). Existem três tipos de Dens invaginatus, de acordo com a classificação de Oehler (1957): Tipo I – a invaginação do esmalte está circunscrita à área da coroa dental.

  • Tipo II – a invaginação do esmalte estende-se até o terço médio da raiz, terminando em um saco cego.
  • Tipo III – a invaginação do esmalte estende-se até a região apical do dente, de modo a formar diversos forames apicais.
  • O Dens invaginatus do tipo I não oferece dificuldade ao tratamento endodôntico, uma vez que a invaginação é pequena e está situada na coroa dental.

O do tipo II oferece certa dificuldade ao tratamento endodôntico, uma vez que faz-se necessária a remoção da invaginação do esmalte do interior do canal radicular. Pécora et al.(1987) e Vansan et al. (1990) relatam casos de tratamento endodôntico de Dens invaginatus tipo II.

O Dens Invaginatus tipo III oferece dificuldade ao tratamento endodôntico, pois deve ser complementado com retro-obturação. Nem sempre é possível salvar um dente com esse tipo de anomalia. Costa et al. (1990) relatam um caso de Dens invaginatus do tipo III em um segundo molar superior. Outra anomalia que tanto pode ocorrer no incisivo central como no lateral superior é Dens Evaginatus ou Cúspide Talão,

Essa anomalia consiste na evaginação da área do cíngulo desses dentes, promovendo uma cúspide extra. A presença da cúspide extra nos incisivos superiores pode causar problemas de estética, cárie em virtude da dificuldade de higienização, trauma de oclusão e, ainda, irritação traumática da língua durante o ato mastigatório.

  1. Ao contrário do Dens Invaginatus, o tratamento de um dente com cúspide Talão é bastante simples, uma vez que a remoção da evaginação transforma a intervenção nesse dente igual àquela realizada em um dente normal.
  2. Caso haja comunicação com o órgão pulpar durante a remoção da cúspide extra, realiza-se o tratamento endodôntico de modo convencional.

O incisivo lateral superior pode apresentar uma anomalia de difícil diagnóstico, que é a presença da depressão radicular (radicular grooves). Essa depressão normalmente está presente na lingual dos incisivos laterais, na área do cíngulo e se estende para a raiz, podendo cessar em diferentes pontos da região radicular.

A presença da depressão radicular constitui uma via de penetração de microrganismos, que alimenta de modo definitivo um problema periodontal. O diagnóstico precoce dessa anomalia é importante pois o paciente pode ser orientado para higienizar seus dentes de modo a evitar a instalação de uma bolsa periodontal.

A confecções de próteses fixas sobre um dente que apresenta depressão radicular deve ser evitado, pois o problema periodontal não terá fácil solução. Caninos Superiores Pela configuração anatômica, esses dentes apresentam canais com dimensões maiores no sentido vestíbulo-lingual do que no sentido mésio-distal. Eles podem apresentar comprimento muito longo, Em nossos estudos, observamos que os caninos superiores podem apresentar um comprimento médio de 25.5 mm, variando de 20 mm até 32 mm.

Os caninos apresentam ombro na região cervical do canal radicular, que deve ser removido para possibilitar uma boa instrumentação, Eles podem apresentar curvaturas de suas raízes, Essas curvaturas podem ser, em muitos casos, bastante acentuadas. Para detectar a direção da curvatura das raízes, deve-se tirar radiografias em diferentes angulações.

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Se a curvatura apical da raiz mover em direção oposta à movimentação do cone de raio X, a curvatura estará para a vestibular. Caso a curvatura mova-se na mesma direção que o cone de raio X, a raiz apresenta curvatura para a lingual. Os caninos superiores podem apresentar Dens Invaginatus.

  1. Ver Dens invaginatus Tipo III com tratamento por retro-obturação e um Dens Invaginatus TipoIII em dente extraido.
  2. Os caninos muito longos apresentam dificuldades para serem limpos.
  3. Portanto, utilize muita solução irrigante e instrumente com muita atenção.
  4. Durante a obturação, leve pouco cimento de cada vez, até preencher todo o canal radicular.

Quando se coloca muito cimento obturador no interior do canal radicular de uma só vez, há a possibilidade de o cimento ficar todo na região cervical, não atingindo as regiões média e apical do canal. Esses dentes não estão isentos da possibilidade de apresentar anomalias de desenvolvimento. Pré-Molares Superiores Primeiro Pré-Molar Superior Normalmente, esses dentes são birradiculares, sendo uma raiz localizada na vestibular e outra na lingual. A cirurgia de acesso à câmara pulpar deve ter forma oval, sendo maior no sentido vestíbulo lingual do que no sentido mésio-distal.

  • Quando esses dentes apresentam-se com raiz única, normalmente apresentam dois canais: um na vestibular e o outro na lingual, que podem terminar em um único forame ou em dois forames distintos.
  • Os pré-molares birradiculados podem apresentar as suas raízes terminando em uma ponta bem fina, especialmente a raiz vestibular.

A instrumentação desses canais não deve ser exagerada, para não causar perfurações. Algumas vezes, os primeiros pré-molares superiores podem se apresentar com três raízes e, portanto, três canais. Quando isto ocorre, a instrumentação dos três canais torna-se uma tarefa bastante difícil, em virtude da pequena dimensão da coroa deste dente.

Para evitar complicações durante o tratamento endodôntico desses dentes, faça várias radiografias de diagnóstico e as estude com atenção. Só inicie o tratamento endodôntico após ter certeza das variações anatômicas que podem estar presentes no dente a ser intervido. Segundo Pré-Molar Superior Esses dentes apresentam-se com uma única raiz na maioria dos casos (90 %), mas somente poucos apresentam-se com um único canal.

Tudo o que foi relatado sobre os primeiros pré-molares superiores deve ser observado nos segundos pré-molares superiores. Molares Superiores Primeiro Molar Superior Estes dentes têm sido bastante estudado quanto às suas anatomias internas, principalmente em relação ao número de canais presentes na raiz mésio-vestibular. Antigamente, os dentistas acreditavam que eles apresentavam-se com três canais e, infelizmente, essa crença predomina até os dias de hoje.

  1. Inúmeras pesquisas têm demostrado a alta incidência de dois canais na raiz mésio-vestibular.
  2. Hoje, o primeiro molar superior deve ser encarado como um dente que apresenta, normalmente, quatro canais, que podem estar distribuídos do seguinte modo: um canal na raiz palatina (na literatura há casos citados de dois canais nessa raiz), um canal na raiz vestíbulo-distal e dois canais na raiz vestíbulo-mesial.

A presença de dois canais na raiz palatina é bastante rara mas pode ser encontrada, e isto exige do operador bastante atenção. A presença de dois canais na raiz vestíbulo-mesial é bastante alta. O canal principal dessa raiz é mais amplo que o segundo canal.

O segundo canal, normalmente, está localizado mais para a porção lingual da raiz vestíbulo-mesial. A presença de um sulco no assoalho pulpar, saindo do canal principal, é um forte indicativo da presença do segundo canal nesta raiz. Para localizar o segundo canal da raiz vestíbulo-mesial mais facilmente, estenda a cavidade de acesso mais para a mesial e para a vestibular.

No lugar de uma cavidade de forma triangular, faça uma cavidade de forma de coração. Esquema da cirurgia de acesso que facilita a localização do segundo canal na raiz vestíbulo-mesial Procure com bastante atenção o segundo canal da raiz mésio-vestibular, pois a sua não localização e, portanto, a sua não instrumentação e obturação comprometem seriamente o sucesso do tratamento endodôntico.

  • Observar que a raiz palatina pode apresentar curvatura para a vestibular em 54,6% dos casos Segundo Molar Superior Esses dentes apresentam variação no número de raízes.
  • Eles podem apresentar duas raízes, três raízes e até mesmo quatro raízes.
  • A fusão de raízes no segundo molar superior é um fato comum, principalmente nos pacientes de origem mongólica.

A presença de três raízes é um fator indicativo de que a raiz mésio-vestibular deva ser muito bem pesquisada, pois ela pode apresentar dois canais, como nos primeiros molares superiores. Dens invaginatus pode ser encontrados nos segundos molares superiores (Costa et al, 1990). DENTES INFERIORES Incisivos Inferiores Esses dentes têm alta incidência de dois canais em sua raiz. No passado, eles eram conhecidos como dentes com um só canal e essa crença, infelizmente, persiste até os dias atuais. A incidência de dois canais é maior nos incisivos laterais do que nos incisivos centrais, mas o fato não pode ser esquecido.

Tenha sempre em mente que a possibilidade de encontrar incisivos inferiores com dois canais é bastante grande. As técnicas radiográficas de dissociação de imagem são bastante úteis para revelar a presença de dois canais nesses dentes. Quando dois canais estão presentes, um estará situado na vestibular da raiz e o outro na lingual.

Na presença de incisivos inferiores com dois canais, amplie a cavidade de acesso no sentido vestíbulo lingual para se obter maior visibilidade dos canais. Normalmente o canal lingual está situado abaixo do ombro. Portanto a sua remoção faz-se necessária. Canino Inferior Esses dentes apresentam achatamento mésio-distal de suas raízes e, desse modo, o canal é mais largo no sentido vestíbulo-lingual do que no sentido mésio-distal. A área de dentina na região vestibular e lingual do canal radicular é mais permeável que as paredes mesiais e distais.

A instrumentação do canal radicular deve ser feita atuando em todas as paredes dos canais radiculares, principalmente na parede vestibular e lingual, pois nestas áreas estão presentes os microrganismos em maiores números. Os caninos inferiores podem se apresentar do seguinte modo: a) uma raiz e um canal; b) uma raiz com dois canais, que podem terminar em um único forame ou em dois forames independentes e c) com duas raízes e dois canais, que podem estar bifurcados na região média ou na região apical ou, ainda, fusionados.

Observe muito bem a radiografia de diagnóstico para saber como é o canino inferior que você vai intervir. Cuidado com os caninos inferiores, pois eles não são simples como parecem. Pré-Molares Inferiores Primeiro Pré-Molar Inferior Os primeiros pré-molares inferiores são, provavelmente, os mais difíceis de serem tratados endodonticamente, em virtude de apresentarem uma anatomia externa e interna bastante complexa. Eles podem se apresentar do seguinte modo: a) um canal e um forame; b) um canal que se bifurca no terço apical, terminando em dois forames independentes; c) um canal que se bifurca no terço médio da raiz terminando em dois forames independentes; d) dois canais separados desde o terço cervical da cavidade pulpar, terminando em dois forames independentes, e) dois canais separados desde o terço cervical, terminando em um único forame; f) dois canais que se bifurcam em quaisquer dos terços e terminam em um único forame.

Além dessas variações anatômicas, eles podem ainda apresentar raízes fusionadas com dois, três ou quatro canais. Mais uma vez, insistimos na atenção que deve ser dada ao estudo da radiografia de diagnóstico antes de se iniciar o tratamento endodôntico desses dentes. Muitas vezes, dependendo do número de canais presentes, devemos ampliar a cavidade de acesso à câmara pulpar no sentido vestíbulo-lingual, para facilitar a instrumentação e obturação dos canais radiculares.

Segundo Pré-Molar Inferior A anatomia desses dentes pode apresentar-se bastante complexa, de modo semelhante aos primeiros pré-molares inferiores. Molares Inferiores Primeiro Molar Inferior Os primeiros molares inferiores também fazem partes dos dentes onde o mito de apresentarem três canais é bastante forte. Hoje, após inúmeras pesquisas desenvolvidas no decorrer deste século, esse mito não corresponde à realidade.

Nos primeiros molares inferiores, apesar de sua grande maioria apresentar-se com duas raízes, o número de canais radiculares pode variar do seguinte modo: a) dois canais na raiz mesial e um canal na raiz distal ; b) dois canais na raiz mesial e dois canais na raiz distal ; c)três canais na raiz mesial e um na raiz distal; d) três canais na raiz mesial e dois canais na raiz distal.

Além dessas variações, esses dentes podem se apresentar com três raízes e todas as variações anteriormente citadas. Desse modo, é possível verificar a enorme variação anatômica que pode estar presente no primeiro molar inferior. A incidência de três raízes nesse dente é baixa nos povos de origem caucasiana (5%) e alta nos povos de origem mongólica (20%).

  • A terceira raiz está situada na posição disto-lingual.
  • Ao iniciar um tratamento endodôntico em um primeiro molar inferior, tenha em mente todas essas possibilidades.
  • Segundo Molar Inferior Esses dentes podem apresentar anatomia interna e externa semelhantes aos primeiros molares inferiores.
  • Na região da furca, eles podem apresentar uma pequena raiz acessória na vestibular( forma peduncular ).

Terceiro Molar Inferior Muitas vezes, faz-se necessário o tratamento endodôntico desses dentes e, então, é importante considerar que eles não seguem um padrão anatômico característico. Toda atenção é necessária para se obter um sucesso na terapêutica endodôntica.

Para finalizar esse breve lembrete sobre a anatomia interna dos dentes humanos, queremos deixar bem claro o fato que um dente pode apresentar um canal a mais do que o esperado. Você pode colaborar com a pesquisa de anatomia interna, documentando e publicando todas as variações detectadas nos dentes humanos.

Sugerimos a leitura de artigos sobre anatomia interna publicados nas Revistas Especializadas. Referências Pinheiro Jr EC, Leite APP, Silva RG, Pécora JD : Relação entre sulcos radiculares e número de canais em pré-molares inferiores. Rev. ABO Nac., 2(4): 265-269 ago./set., 1994 Rocha LFC, Sousa Neto MD, Fidel SR, Costa WF, Pécora JD: External and Internal Anatomy of Mandibular Molars.

Braz Dent.J.7(1):33-40, 1996. Leite APP, Silva RG, Cruz Filho AM, Pécora, JD: In Vitro Study of Cervical Enamel Projection in human molars. Braz Dent.J.6(1):25-28, 1995 Pécora JD, Sousa Neto MD, Saquy PC: Internal Anatomy, Direction and Number of Roots and Size of Human Mandibular Canines. Braz Dent.J.4(1):53-57, 1993 Pécora JD, Sousa Neto MD, Saquy PC, Woelfel JB: In Vitro Atudy of Root Canal Anatomy of Maxillary Second Premolars.

Braz. Dent.J.3(2): 81-85, 1992. Pécora JD, Woelfel JB, Sousa Neto MD, Issa EP: Morphology Study of the Maxillary Molars. Part II: Internal Anatomy. Braz. Dent.J.3(1): 53-57, 1992. Pinheiro Jr EC, Leite APP, Silva RG, Pécora JD: Pré Molares Superiores Trirradiculares: Anatomia Externa e Interna.

Rev. ABO Nac., 1(3): 164-168, nov./dez., 1993. Pécora JD, Saquy PC, Sousa Neto MD, Woelfel JB: Root Form and Canal Anatomy of Maxillary First Premolars. Braz. Dent.J.2(2): 87-94, 1991. Pécora JD & Santana SVS: Maxillary Lateral Incisors with Two Roots. Case report. Braz. Dent.J.2(2):151-153, 1991. Madeira MC: Raízes bifurcadas em incisivos superiores.

Rev. Fac. Odont. Araçatuba, 2:249-250, 1973. Christie WH, Peikoff MD, Acheson DW: Endodontic treatment of two maxillary lateral incisor with anomalous root formations.J. Endod., 7:528-534, 1981. Pécora JD, Sousa Neto MD, Saquy PC, Leite APP: Endodontic treatment of a Maxillary lateral incisors with a Talon Cusp: A Case Report 4(2): 127-130, 1993.

Pécora JD, Sousa Net MD, Santos TC, Saquy PC: In vtro study of the Incidence of radicular Grooves in Maxillary Incisors. Braz. Dent J 2(1):69-73, 1991. Pécora JD, Saquy PC, Sousa Neto MD: Endodontic treatment of a Maxillary Lateral incisor presenting Dens Invaginatus and Transposition to the region of the Canine.

A Case Report. Braz Dent J., 2(1):5-8, 1991. Costa WF, Sousa Neto MD, Pécora JD: Upper Molar Dens In dente – Case Report Braz. Dent.J.1:45-49, 1990. Pécora JD, Macchetti DD, Costa WF: Caso Clínico Dens in dente. Rev. odonto. USP 1:46-49, 1987 Vansan LP, Pécora JD, Gariba RS, Aiello JSS: Dens invaginatus. Fotografias: Hermano T. Machado OBRIGADO POR SUA VISITA Voltar à página de Temas de Endodontia Webmaster Jesus Djalma Pécora Copyright 1997 Department of Restorative Dentistry Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto USP. Update 03 de novembro de 2004 Esta página foi elaborada com o apoio do Programa Incentivo à Produção de Material Didático do SIAE – Pró-reitorias de Graduação e Pós-Graduação da USP