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Quando Procurar Um Bucomaxilo?

Quando ir no Buco Maxilo?

Quando procurar a cirurgia bucomaxilo de caráter emergencial? – Esses procedimentos incluem os casos de fraturas nasais ou faciais. É recomendado quando o paciente esteve envolvido em algum acidente onde sofreu uma pancada muito forte na região do rosto.

  1. Deve-se procurar assistência médica especialmente se você experimentar sintomas como dores de cabeça, náuseas, dores fortes no rosto ou dificuldade de respirar por motivos obstrutivos.
  2. Mesmo incidentes “mais simples”, como quedas em casa, devem ser motivo de atenção, especialmente em caso de pessoas idosas.

Geralmente, a ação do especialista nesses casos é imediata e acompanha a atuação de médicos do hospital onde o paciente é encaminhado. Uma das prioridades é desbloquear as vias áreas.

O que trata o médico buco maxilar?

O que faz um bucomaxilo? O cirurgião bucomaxilofacial, ou bucomaxilo, como é popularmente conhecido, cuida de diversas patologias e condições relacionadas à região da face, do crânio, do pescoço, dos maxilares e da cavidade bucal.

Quais exames o bucomaxilo pede?

ARTIGOS ORIGINAIS Princípios de atendimento hospitalar em cirurgia buco-maxilo-facial Principles of manegement of hospitalized patients in oral and maxilo facial surgery Matheus Furtado de Carvalho I ; Rafael Kahale Ricieri Herrero II ; Diego Rocha Moreira III ; Eduardo Stehling Urbano IV ; Peter Reher V I Mestrando em Clínica Odontológica pela Universidade Federal de Juiz de Fora e residente em Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais II Aluno do curso de graduação da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora III Pós-graduado em Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais IV Doutorando em Implantodontia pela São Leopoldo Mandic.

Mestre em Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Professor do Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Juiz de Fora V Doutorado em Oral and Maxillofacial Surgery pela University College London Correspondência RESUMO As fraturas faciais frequentemente estão associadas a lesões de outras regiões do corpo humano.

O atendimento hospitalar e a assistência ao paciente politraumatizado envolvem uma série de etapas multidisciplinares, capazes de influenciar diretamente a sobrevivência da vítima. O atendimento é dado de forma sequencial, tendo início com a avaliação inicial, avaliação secundária, evolução, internação, alta hospitalar, e, por fim, o retorno ambulatorial e acompanhamento do paciente.

Sendo assim, é de suma importância que o Cirurgião Buco-maxilo-facial tenha amplo domínio no que diz respeito à estrutura funcional e organizacional do hospital onde atua, conhecendo toda a logística hospitalar, evitando perda de tempo durante o atendimento à vítima, contribuindo até mesmo para redução dos custos hospitalares no tratamento do paciente politraumatizado.

O objetivo deste trabalho é o de elucidar as etapas hospitalares presentes nos serviços de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial durante o atendimento ao politraumatizado, destacando sua importância no sucesso do tratamento e prognóstico do paciente.

  1. Descritores: admissão do paciente, alta do paciente, cirurgia maxilofacial.
  2. ABSTRACT Facial fractures are frequently associated with injuries to other body regions.
  3. Correct management of the hospitalized patient with multiple traumas involves a series of multidisciplinary steps that can directly influence the survival of the victim.

The manegement follows a sequence that starts with the initial evaluation, secondary evaluation, progress notes, discharge and finally, the outpatient treatment and monitoring of the patient. It is therefore extremely important that the oral and maxillofacial surgeon has a broad understanding of the functional and organizational structures of the hospital where he/she works.

  • This will reduce treatment time, contributing reduced hospital costs in the treatment of polytrauma patients.
  • The aim of this work is to elucidate the steps involved in the treatment of hospitalized patients in the departments of Oral and Maxillofacial Surgery during multiple trauma care, highlighting its importance in successful treatment and prognosis.

Descriptors: patient admission, patient discharge, maxilofacial surgery. INTRODUÇÃO O trauma determina graves consequências biopsi Sabe-se que, nos países industrializados, o número de pacientes vítimas de traumatismo vem aumentando significativamente nos últimos anos 1,2,3,4,5,6, representando, segundo Whitaker et al 7 e Pereira e Lima 8, a terceira maior causa de morte no Brasil.

  1. O trauma determina graves consequências biopsicossociais em suas vítimas, podendo ocasionar desde incapacidade temporária ou permanente a, até mesmo, o óbito do paciente.
  2. Fatores econômicos encontram-se diretamente envolvidos devido ao alto custo destinado à recuperação do indivíduo 7,
  3. Sendo assim, torna-se vital o desenvolvimento de um sistema efetivo, organizado e multidisciplinar, a fim de otimizar a qualidade do atendimento do paciente politraumatizado 9,10,11,6, que, segundo Miloro, 14 pode ser capaz de minimizar as taxas de mortalidade e morbidade hospitalar em até 10% dos casos.

Sob a ótica da organização dos serviços hospitalares, se encontra-se a Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CTBMF) 13, uma especialidade da Odontologia, que tem como um dos seus objetivos o diagnóstico e o tratamento, cirúrgico e coadjuvante, das doenças de origem traumática do sistema estomatognático e da região buco-maxilo-facial.

  • O atendimento aos pacientes politraumatizados deve ser realizado em ambiente hospitalar, e, para tal, é de fundamental importância que o cirurgião bucomaxilo-facial tenha um amplo conhecimento no que diz respeito à estrutura funcional e organizacional do hospital onde atua.
  • Sendo assim, o objetivo deste trabalho é o de apresentar, desde a admissão até a alta hospitalar, todos os caminhos percorridos pelo paciente vítima de traumatismo maxilofacial.

ADMISSÃO ATENDIMENTO INICIAL O paciente politraumatizado pode ser trazido ao hospital pela unidade de remoção de urgência/emergência, que é geralmente quem realiza o atendimento pré-hospitalar (APH) ou por demanda espontânea. O APH, como um serviço assistencial de saúde, tem sua entrada representada pela demanda recebida no serviço por meio das ligações telefônicas e a recepção, caracterizada pela Central de Regulação que recebe essas solicitações 14,

  • Após a chegada do paciente ao hospital, dá-se início ao processo de admissão hospitalar, que consiste na identificação e no registro do paciente.
  • Nos pacientes com trauma leve e moderado, a admissão é realizada antes do atendimento inicial, e nos casos de traumatismo grave, o paciente é encaminhado, imediatamente, ao atendimento inicial, sendo a admissão realizada posteriormente 15,

De posse da ficha de atendimento inicial, o paciente é encaminhado ao espaço destinado à classificação de risco, onde o socorrista–auxiliar ou técnico de enfermagem ou enfermeira avalia o paciente, classificando-o mediante protocolo adotado pelo hospital 14, encaminhando-o para o profissional especializado, responsável pela avaliação secundária e condução do caso 15,16,

  • Navarro et al 11 descreve que a cirurgia geral é a especialidade médica responsável pelo atendimento inicial ao paciente, aplicando o Suporte Avançado de Vida no Trauma (Advanced Trauma Life Support – ATLS) e solicitando posteriormente os serviços das demais clínicas.
  • Segundo o American College Of Surgeons 9, Perry 17 e Perry 18 o ATLS, é aceito como o “padrão ouro” do atendimento inicial de trauma no mundo todo.

ATENDIMENTO SECUNDÁRIO Durante o exame secundário, todos os aspectos do mecanismo do trauma, como a cena do acidente, a história clínica, o exame físico, exames complementares, hipótese de diagnóstico e a conduta a ser tomada devem ser anotadas no prontuário do paciente 9,19,20,21,12,

História da Moléstia Atual O cirurgião buco-maxilo-facial deve perguntar ao paciente ou acompanhante sobre a etiologia do trauma, data, hora, local, atendimentos anteriores, forma de transporte e diagnósticos já estabelecidos por outras clínicas 2,9,19,20,12,O examinador não deve conduzir a narrativa do paciente, apenas orientá-lo no foco e na cronologia dos fatos ocorridos 19,

A obtenção de dados sobre o mecanismo do trauma pode sugerir a intensidade das lesões, assim como alertar para a ocorrência de traumas específicos e lesões ocultas, ajudando no estabelecimento das prioridades clínicas para o tratamento efetivo e prevenção de maiores injúrias ao paciente 2,9,22,17,18,

  1. História Clínica Atual e Pregressa Uma vez diagnosticada qualquer comorbidade, o cirurgião buco-maxilo-facial deve solicitar uma interconsulta com o médico especialista.
  2. O American College Of Surgeons 9, Freitas 20 e Miloro 12 ressaltam que medicamentos em uso, alergias e outros dados relevantes devem ser anotados no prontuário.

Exame Físico O cirurgião buco-maxilo-facial deve realizar uma análise cuidadosa geral do paciente bem como uma análise específica da área de atuação através de recursos clínicos, quando aplicáveis, como: inspeção, palpação, percussão, auscultação 23,19,12,

Exame Geral A avaliação do estado físico geral do paciente pode revelar alterações no nível de consciência, respiração, coloração da pele e mucosas, temperatura, pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória, dentre outros 23,12,21, Exame Bucomaxilofacial O paciente vítima de traumatismo facial pode apresentar lesões de tecidos moles e/ou duros 23,24,12,

Sendo assim, deve ser realizado um exame extrabucal, avaliando não só os ossos da face mas também a função dos nervos cranianos, partes moles, músculos, articulação têmporo-mandibular (ATM), cadeias ganglionares e glândulas salivares maiores. Na inspeção, devem-se examinar os globos oculares, as narinas, a cavidade bucal, os ouvidos, a ATM, como também avaliar a presença ou não de assimetria facial, movimentação ocular e oclusão dentária.

  • Durante a palpação, é conveniente apalpar as proeminências ósseas, o contorno esquelético facial, os tecidos moles e as glândulas salivares, observando se há presença ou ausência de dor, crepitação, degraus, angulação e mobilidade nos ossos da face 9,23,12.
  • O exame intrabucal deve ser feito de maneira ordenada e com boa iluminação.

As estruturas como, lábios, mucosas, língua, dentes, rebordo alveolar, assoalho bucal, palato e orofaringe devem ser inspecionadas e palpadas para a conclusão do diagnóstico. Exames Complementares No paciente com traumatismo de face, Aguiar et al 23 descrevem que a imaginologia assume grande importância, pois o edema e hematoma que se instalam rapidamente dificultam a realização do exame físico.

  1. Miloro 12 complementa defendendo que, sempre que necessário, devemos lançar mão de outros recursos diagnósticos, tal como a Tomografia Computadorizada, principalmente em casos de fraturas complexas e fraturas do terço médio da face 25,26,18,
  2. Perry 18 cita outros exames utilizados que são a ressonância nuclear magnética e reconstruções em três dimensões.

Martínez et al 21 completam citando ecografia, estudos de laboratório, eletrocardiograma e ultrassonografia. -Hipótese de Diagnóstico e Conduta O diagnóstico preciso deve ser alcançado através da análise conjunta da anamnese, exame clínico e exames complementares.

Uma vez realizado, elabora-se o plano de tratamento 23, Importante lembrar que a hipótese de diagnóstico bem como a conduta devem ser claramente definidas e registradas no prontuário em toda evolução. EVOLUÇÃO O paciente deverá ser avaliado diariamente por todas as equipes envolvidas em seu atendimento.

As interconsultas na sala de emergência/politraumatizados geralmente são solicitadas verbalmente, devido à urgência, porém quando o paciente se encontra estabilizado ou quando ele já foi encaminhado a outro ambulatório, essas solicitações devem ser registradas no prontuário 15,

  • Se o paciente apresenta um trauma que necessita de internação para tratamento cirúrgico, ou mesmo, para observação, o cirurgião deverá preencher o formulário de solicitação de internação.
  • Ato cirúrgico A decisão do tratamento cirúrgico é de responsabilidade do cirurgião buco-maxilo-facial e sua equipe, porém, em se tratando de pacientes politraumatizados, esta responsabilidade poderá ser dividida com outros especialistas em decorrência de outras lesões associadas.

Os traumatismos maxilo-faciais, quando não estão associados à obstrução das vias aéreas ou a sangramentos importantes, só devem ser tratados após a completa estabilização do doente e quando as lesões que trazem risco de vida estiverem totalmente controladas.

  • O tratamento buco-maxilo-facial definitivo pode ser postergado com segurança, sem que, com isso, fique comprometida a reparação final 9,17,21,27,
  • Lesões de menor gravidade poderão ser abordadas conjuntamente 12, apesar da constante manipulação do paciente, dificultando o tratamento por ambas as equipes.

Sendo assim, aconselha-se a abordagem simultânea somente nos casos de urgência. A decisão do tratamento cirúrgico exige que o cirurgião buco-maxilo-facial solicite à equipe de enfermagem preparar o paciente em sua admissão no centro cirúrgico. São afazeres da equipe de enfermagem: trocar roupa, conferir o acesso venoso, administrar as drogas prescritas e encaminhar o paciente ao bloco cirúrgico, sob cuidados do anestesista.

Ao término do procedimento, o cirurgião bucomaxilo-facial deve preencher a folha de sala, o relato do ato cirúrgico, a evolução, a prescrição pós-operatória, a ficha do consumo de órtese e prótese e a solicitação de exames de imagem, quando necessários. Após reversão da anestesia e extubação, o paciente é levado à sala de recuperação pós-anestésica, onde será acompanhado pelo anestesiologista e encaminhado ao leito ou à unidade de tratamento intensivo (UTI), dependendo da gravidade do caso 28,

-Prescrição Todo paciente internado, seja para tratamento conservador ou cirúrgico, deverá receber uma prescrição diária, que deve conter todos os cuidados que ele receberá neste dia bem como as drogas que serão administradas pela equipe de enfermagem 28,

Cuidados da Enfermagem Todos os cuidados e todas as recomendações que o cirurgião deseja que sejam transmitidos ao paciente devem estar prescritos, como anotação dos dados vitais, monitorização da diurese, elevação da cabeceira, higienização oral, administração de O2 no leito, troca de curativos entre outros 28,

Dieta Pacientes com fraturas de face muitas vezes requerem repouso funcional do sistema mastigatório, e, para tal, a dieta oral não pode ser sólida, devendo ser administrada sob a forma pastosa, ou até mesmo, líquida 28, 29, Há casos em que o paciente não está apto para receber dieta oral, seja por uma fratura panfacial ou por grande dano nos tecidos moles intraorais.

Nesses casos, a nutrição enteral está indicada e deverá ser introduzida por uma sonda oro ou naso-entérica 28, 29, A nutrição parenteral não é muito utilizada em CTBMF, mas está indicada quando o paciente não pode, não consegue ou não deve alimentar-se utilizando o aparelho digestivo. Medicação O fornecimento de medicamentos para pacientes internados é um caso especial de prescrição.

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Para cada medicamento, é necessário detalhar a indicação de dosagem, intervalo de dose, via de administração e cuidados de administração. Farmacêutico e enfermeiro compartilham com o cirurgião buco-maxilo-facial a responsabilidade de verificar a disponibilidade dos medicamentos no hospital, correção da prescrição e de sua execução 30,

Aguiar et al 23, Prado e Salim 28 e Freitas 20 citam analgésicos, antiinflamatórios não esteroidais, anti-inflamatórios esteroidais, costicosteroides, antibióticos, protetores gástricos, antieméticos entre outros, como medicamentos que podem ser prescritos pelo cirurgião buco-maxilo-facial de acordo com as exigências do paciente.

Muitos pacientes possuem comorbidades, como cardiopatias, hipertensão arterial sistêmica dentre outras, e fazem uso constante de alguns medicamentos para seu tratamento. A sua prescrição deve ser continuada, a menos que o clínico assistente do paciente interrompa sua administração 30,

Soroterapia e Equilíbrio Hidroeletrolítico Prado e Salim 28, defendem que a soroterapia é o conjunto de fluidos administrados ao paciente, para que ele mantenha uma boa volemia e equilíbrio hidroeletrolíticos, necessários para pacientes que não estejam se alimentando normalmente. Alterações nos sinais vitais do paciente, estado respiratório e circulatório e nas funções neurológicas são esperadas nas primeiras 12 horas.

Dessa forma, durante toda a permanência do paciente no hospital, o cirurgião buco-maxilo-facial deverá proceder à evolução clínica diária do paciente, realizando o exame físico, acompanhando sua progressão clínica, até que ele se encontre em condições de obter alta hospitalar 12,

  1. ALTA HOSPITALAR A alta hospitalar é um procedimento que deve ser planejado pela equipe multidisciplinar responsável pelo atendimento do paciente.
  2. Envolve todas as maneiras pelas quais o paciente pode deixar o hospital: decorrente de liberação médica, da vontade do próprio paciente ou resultante de óbito 31,

Antes que o sumário de alta seja preenchido, deve ser realizado um levantamento de dados, em que o cirurgião buco-maxilo-facial avalia suas condições físicas, psicológicas e sociais, orienta o paciente, responde todas as suas dúvidas, fornecendo informações orais e escritas e prescreve os medicamentos que deverão ser administrados em regime domiciliar 31,

  • Para que o paciente tenha condições de receber alta, alguns parâmetros devem ser avaliados, como o estado de consciência, os sinais vitais, presença de diurese espontânea e a alimentação por via oral.
  • Pacientes com fixação maxilomandibular podem ter dificuldade na ingestão de medicamentos na forma sólida (comprimidos, drágeas, cápsulas), requerendo assim que estes sejam prescritos em solução ou em gotas.

No sumário de alta hospitalar, deve estar claramente definido o retorno ambulatorial do paciente assim como um telefone de contato do cirurgião responsável para eventuais situações de emergência. CONCLUSÃO O atendimento hospitalar ao paciente vítima de traumatismo envolve diversas etapas que podem influenciar diretamente os resultados do tratamento ao politraumatizado, determinando a rápida recuperação ou até mesmo o óbito do paciente, caso sejam negligenciadas.

Portanto, é de fundamental importância que toda a equipe responsável pelo atendimento ao trauma em ambiente hospitalar, incluindo o cirurgião buco-maxilofacial, tenha amplo domínio sobre a logística que se estende desde a admissão, evolução e alta hospitalar do paciente. REFERÊNCIAS 1. Malvestio MAA, Sousa RMC.

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Quais cirurgias o buco maxilo faz?

Você já ouviu falar em cirurgia bucomaxilofacial ? O nome pode assustar quem nunca ouviu falar dessa especialidade odontológica, mas afinal, o que faz um cirurgião bucomaxilofacial ? Para responder essa questão é necessário entender que essa propriedade cirúrgica consiste no tratamento de doenças ou lesões da cavidade bucal, rosto e maxilar. O cirurgião bucomaxilofacial é responsável pelo tratamento de problemas como traumatismos faciais, deformidades oriundas de doenças (AIDS, câncer, sífilis ou tuberculose), tumores (benignos e malignos) e alterações do desenvolvimento (aumento ou diminuição dos maxilares).

Os traumas faciais podem ser causados por agressões físicas, acidentes no carro ou moto, quedas de bicicleta, acidentes domésticos e esportivos. Por fator de curiosidade, uma pesquisa realizada em Porto Alegre concluiu que os principais fatores de traumatismos faciais entre adultos são: 1°- Violência Urbana; 2°- Acidentes de Trânsito; 3°- Acidentes Esportivos.

Entre as crianças, a maior causa de traumatismo são acidentes domésticos, quedas e acidentes esportivos. Já na população da terceira idade, o caso de traumatismo mais comum é oriundo de quedas domiciliares. Quando Procurar Um Bucomaxilo Outra curiosidade é que pessoas que sofrem de apneia do sono também podem se beneficiando do tratamento imposto pelo cirurgião bucomaxilofacial, Mas qual é a ligação? A correção do posicionamento da arcada dentária pode ser responsável pela diminuição ou sumiço dos roncos patológicos.

A cirurgia em uma área tão visível como a boca pode gerar, em aspecto inicial, certo desconforto com possíveis cicatrizes aparentes deixadas pela cirurgia. No entanto, as técnicas na área têm sido extremamente aprofundadas, o que permite que os pacientes saiam sem lesões aparentes, dependendo do procedimento feito.

Entre os procedimentos realizados por um cirurgião bucomaxilofacial, podem ser destacados: cirurgia ortognática, cirurgia bucal, implantes, enxertos, transplantes, reimplantes e biópsias. Quando Procurar Um Bucomaxilo Além da boca, o cirurgião bucomaxilofacial tem conhecimento suficiente para conduzir procedimentos de correção em problemas nas regiões de toda a face, que inclui estruturas ósseas atrás das orelhas e entre as sobrancelhas. Os tipos de cirurgia podem ser divididas em duas, sendo elas: Cirurgia Oral Menor e Cirurgia Oral Maior.

A Cirurgia Oral Menor são procedimentos mais simples que necessitam apenas de uma anestesia local e são realizadas no próprio consultório. Alguns exemplos são a extração de dentes, biópsias e enxertos ósseos. No que tange a Cirurgia Oral Maior, os procedimentos são mais complexos, geralmente realizados em hospitais e com anestesia geral.

Podem ser citados como exemplos a remoção de tumores e cistos, correção de traumas no rosto e reconstruções ósseas.

Qual o valor de uma consulta com o buco maxilo?

Quanto custa uma cirurgia bucomaxilo facial? – O custo de uma cirurgia dessas varia conforme a clínica, as necessidades do paciente, o número de horas necessárias, o tipo de material que usou e o risco cirúrgico. Antes de mais nada, o ideal é fazer uma avaliação clínica para avaliar a operação. O valor da consulta tende a ser R$ 150.00 e dura 30 minutos.

Quanto custa uma cirurgia de buco maxilo?

O valor da cirurgia ortognática pode variar de clínica para clínica de região e até mesmo de profissional, no entanto o preço está entre R$ 20 mil a R$ 30 mil.

Qual médico coloca o maxilar no lugar?

Homepage Doenças Doenças Da Boca Quando Abre A Boca E Sente Dor No Maxilar E Fica Estralando Qual Medico Tenho Que Procurar?

3 respostas quando abre a boca e sente dor no maxilar e fica estralando qual medico tenho que procurar? Dor e alterações nos maxilares em movimentos de abertura e fechamento de boca deve ser cuidadosamente avaliados por um cirurgião Bucomaxilofacial.Esse profissional é especializado e capacitado a tratar as alterações relacionadas aos ossos da face. Boa sorte

Qual médico procurar para o maxilar?

Sinusite com inflamação no maxilar – A sinusite é uma inflamação nos seios nasais. A maxila possui seios que podem se inflamar com certa frequência. Essas inflamações são responsáveis por provocar sintomas como dor de cabeça, corrimento nasal e sensação de peso no rosto na região da testa e das maçãs do rosto.

Como é a recuperação da cirurgia buco maxilo?

Buco Maxilo, essa cirurgia dói? Qual o tempo médio para recuperação? Dando continuidade a série de perguntas sobre Buco Maxilo, vamos atender a questões sobre a cirurgia, e as perguntas são relacionadas ao grau de dor dessa cirurgia e ao tempo médio de recuperação: Buco maxilo, essa cirurgia dói? As cirurgias que são de competência da especialidade de cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial podem ser realizadas através de anestesia local ou geral, dependendo da extensão da cirurgia.

Quando é realizada uma boa técnica anestésica, consegue-se bloquear totalmente a sensibilidade do paciente, que não vai sentir dor durante a cirurgia. No entanto, no pós-operatório é normal haver dor, que pode ser combatida facilmente através de medicamentos analgésicos. Quanto tempo dura em média a recuperação da cirurgia do buco maxilo? As cirurgias faciais ou bucais podem variar em extensão e gravidade.

A recuperação dessas cirurgias também varia de acordo com o tipo de cirurgia, o que pode levar de 3 dias a 30 dias. Se você também tem dúvidas, envie para [email protected], ou pelo Twitter para @MaxilloFCenter que na medida do possível iremos respondendo e publicando em nosso site.

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Quais os sintomas da ATM inflamada?

– vertigens; – barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca; – desgaste dental excessivo; – sensação de travar a mandíbula.

Qual exame detecta problema na mandíbula?

Qual é o exame mais indicado para avaliar a ATM quando se deseja pesquisar anormalidades de tecidos moles? | 11 outubro 2019 | ID: sofs-42860 A ressonância magnética (RM) é o exame de eleição para o estudo da articulação temporomandibular (ATM) quando se deseja pesquisar anormalidades de tecidos moles (1),

  1. É o único exame que possibilita a visualização do disco articular e tecidos moles circunjacentes (1),
  2. Informações a respeito do contorno ósseo cortical também são obtidas por meio do exame de RM (1),
  3. Além disso, anormalidades na intimidade da medula óssea do côndilo também podem ser evidenciadas (1),

É uma técnica não-invasiva que, apesar do custo elevado, fornece uma série de informações referentes às estruturas intra-articulares, em diversos planos (2), Uma vez que a RM apresenta alta acurácia na identificação das posições do disco da ATM, além das vantagens já referidas, muitos autores relatam que a RM deveria ser reconhecida como padrão-ouro para propósitos de identificação da posição do disco articular da ATM (2),

  1. Para pacientes que apresentam sinais e sintomas de dor articular e/ou facial, estalidos, crepitação e limitação da abertura da boca associados à ATM e que, ao exame físico, suspeita-se de DIA (distúrbios intra-articulares) por interferência do disco, a RM é indicada como método de escolha(2).
  2. Exames para avaliação óssea, como radiografias ou tomografia computadorizada (TC), também podem ser indicados, principalmente quando se suspeita de deslocamento crônico de disco (2),

Uma limitação da ressonância magnética (RM) é a inabilidade de demonstrar perfurações de disco (2), No entanto, o contato de osso com osso (côndilo mandibular com a porção escamosa do osso temporal), associado a doença articular degenerativa, é sinal indireto de perfuração discal à RM (2),

  • Ocasionalmente, com imagens ponderadas em T2 e na presença de efusão articular, é possível demonstrar a presença de perfurações no ligamento posterior do disco (2,3),
  • Apesar da constante preocupação no diagnóstico das perfurações de disco, esta não é a característica principal de um DIA (distúrbios intra-articulares) (2,3),

O deslocamento e/ou deformação do disco são os maiores parâmetros que determinam a conduta terapêutica (3), A RM tem assumido importância fundamental no campo da odontologia, neste caso, especificamente, no diagnóstico por imagem dos diferentes tipos de deslocamentos do disco articular da ATM (3),

  1. O diagnóstico correto é necessário para um planejamento de tratamento adequado.
  2. Atributos da APS: Acesso – Assegurar o acesso a consulta odontológica é um importante atributo da atenção básica.
  3. O acompanhamento odontológico da comunidade assistida pela estratégia saúde da família(ESF) faz parte do processo de promoção da saúde bucal das populações, e o acesso aos exames necessários deve ser garantido para que este objetivo se realize.

Coordenação – Encaminhar os casos que necessitem de tratamento especializado aos Centros de Especialidades Odontológicos (CEOs) de cada região, mantendo o acompanhamento na APS. : Qual é o exame mais indicado para avaliar a ATM quando se deseja pesquisar anormalidades de tecidos moles?

Como saber se tenho problema na mandíbula?

Disfunção da articulação temporomandibular (ATM) | Biblioteca Virtual em Saúde MS A ATM é responsável pelo movimento de abrir e fechar a boca; é o encaixe da mandíbula com o resto dos ossos do crânio. É uma das articulações mais complexas do corpo humano. Para localizá-la, posicione seus dedos logo em frente das orelhas, abra e feche a boca e você sentirá as articulações temporomandibulares, uma de cada lado do rosto, movimentarem-se sob seus dedos.

  • Diagnóstico:
  • O paciente deve fazer um detalhado relato sobre os antecedentes, detalhes e evolução da doença, desde o aparecimento dos sintomas; o profissional de saúde deverá realizar um minucioso exame clínico para obter um correto diagnóstico, pois, muitas vezes, as disfunções da ATM podem ser confundidas com outras condições dolorosas, como dores de origem dentária e infecções bucais.
  • Sintomas mais comuns da disfunção da ATM:
  • – dores de cabeça na região da testa, fundo de olho e nas têmporas; – dores de ouvido; – zumbidos no ouvido; – dificuldade para mastigar, principalmente alimentos duros; – dores durante a mastigação; – tonturas; – vertigens; – barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca; – desgaste dental excessivo;
  • – sensação de travar a mandíbula.

A ATM é uma articulação muito particular, pois é a única no corpo humano que é interligada, isto é, quando se movimenta a articulação direita, a esquerda também se move. Por sua vez, essas duas articulações têm uma íntima relação com outra: a articulação dos dentes. Portanto, as causas mais comuns de disfunção da ATM estão relacionadas com:

  1. – a mordida (encaixe dos dentes superiores e inferiores); – a falta de dentes; – próteses mal-adaptadas ou “gastas” (toda prótese deve ser avaliada anualmente para controlar o seu desgaste);
  2. – aperto ou ranger de dentes durante o dia ou durante a noite.
  3. Outros fatores podem levar as pessoas a desenvolverem os sintomas citados, tais como:
  4. – acidentes de carro com algum tipo de traumatismo, tanto na face como no pescoço; – traumas no local da articulação (boladas, quedas, etc.); – traumas na região do queixo; – artrites e artroses; – estresse emocional; – entubamento para cirurgias e endoscopias;
  5. – cirurgias de siso.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em janeiro de 2.009.

Qual a diferença entre dentista e buco maxilo?

O cirurgião bucomaxilo é um profissional da odontologia especializado no tratamento cirúrgico de patologias que acometem a cavidade bucal, em especial traumas e deformidades dentofaciais.

Quanto tempo leva uma cirurgia de bucomaxilo?

1 Por que a cirurgia ortognática é necessária? Isto é, por que não é possível tratar o meu caso exclusivamente com os aparelhos ortodônticos? Muitos pacientes portadores de má-oclusões podem ser tratados exclusivamente com ortodontia. Porém, em alguns casos, a deformidade óssea associada impede a movimentação dos dentes para uma posição aceitável de mordida.

Pode existir também, a possibilidade de se conseguir uma movimentação dentária aceitável, porém não estável ao longo do tempo, acarretando perda de dentes e sérios problemas para a articulação têmporo-mandibular (ATM). Além disto, pacientes submetidos ao tratamento não cirúrgico, podem terminar com uma exagerada desarmonia facial.2 Eu entendo que a solução de meu problema está no tratamento conjunto, ortodontia + cirurgia, porém o que aconteceria se eu não realizasse o tratamento? Problemas importantes de oclusão não se corrigem por si só, isto é, sem a interferência profissional.

Na melhor das hipóteses, sua má-oclusão e problemas associados com o osso de sustentação e a ATM não vão piorar. Porém você deve saber que existe uma possibilidade real de haver uma piora com o tempo que leva a perda precoce do osso de sustentação e finalmente dos dentes.

Não devemos desconsiderar a possibilidade da má-oclusão provocar um “stress” na ATM o que levaria a uma deterioração articular acompanhada de dor, disfunção muscular e processos inflamatórios (artrites).3 Qual é a melhor idade para realização do tratamento cirúrgico? A cirurgia ortognática é normalmente realizada no final da adolescência ou na idade adulta.4 Por quanto tempo deverei usar o aparelho ortodôntico antes da cirurgia? A duração da fase ortodôntica pré-operatória varia muito.

Depende, basicamente do grau da deformidade que você tem. Na maioria dos casos esta fase varia de 12 a 24 meses.5 O que acontece quando chega o momento da cirurgia? No momento apropriado, você fará novamente radiografias e modelos de gesso para o preparo cirúrgico.

Ao mesmo tempo você passará por uma avaliação clínica (check-up), composta de exames laboratoriais, radiografias de tórax, eletrocardiograma e outros exames que forem necessários.6 Quanto tempo leva a cirurgia? Normalmente uma cirurgia de mandíbula ou maxila isoladas levam de 2 a 3 horas. Procedimentos combinados maxilo-mandibulares requerem mais tempo, algo em torno de 4 a 6 horas de cirurgia.7 Qual o tipo da anestesia que serei submetido? Você será submetido a anestesia geral para a realização do procedimento.

Antes da cirurgia, você passará por uma consulta pré-anestésica na qual poderá tirar todas as suas dúvidas sobre a anestesia com o médico anestesiologista.8 Quanto tempo eu ficarei internado? Como regra os pacientes ficam internados de 1 a 2 dias. Porém isto pode variar de acordo com o procedimento e da medicação que você deverá receber e de eventuais imprevistos trans e pós-operatórios.9 Quanto tempo será necessário para eu voltar a comer normalmente? Os procedimentos cirúrgicos podem requerer uma situação chamada bloqueio maxilo-mandíbular.

Na realidade é união forçada da maxila com a mandíbula por meio de uma placa de acrílico, que guia os dentes para sua nova posição, e de sua manutenção por meio de elásticos. Isto é necessário para permitir uma acomodação da musculatura em sua nova posição e facilitar a cicatrização óssea. Esta situação poderá ser mantida por 6 a 8 semanas.

Ao final deste prazo você poderá voltar ao regime normal de alimentação. Com a utilização de placas e parafusos de titânio para a fixação das osteotomias, esta situação é minimizada porém não totalmente eliminada.10 Isto significa, então, que durante o período de bloqueio maxilo-mandibular eu só vou me alimentar de líquidos? Durante os primeiros dias, após a cirurgia, você receberá apenas alimentos líquidos.

Com o passar dos dias, você terá condições de usar alimentos mais consistentes do tipo liquidificados e alimentos infantis pastosos. O retorno à mastigação deverá ocorrer entre 4 e 6 semanas depois da cirurgia.11 Quantos quilogramas eu vou perder durante a fase de tratamento? A maioria dos pacientes perde de 2 a 5 quilogramas nas primeiras semanas.

Isto é consequência de uma série de fatores e não afeta, de maneira alguma, o processo de cicatrização óssea e reparação tecidual. Perdas superiores a 10% de seu peso corporal serão atendidas com reposição alimentar e calórica específicas.12 Eu vou ter dificuldade de respirar enquanto estou com minha boca bloqueada? Durante o primeiro ou segundo dia após a cirurgia, você vai sentir seu nariz edemaciado e sua garganta irritada.

  • O uso de descongestionantes nasais diminuirá estes problemas e, em poucos dias, a situação se normalizará.
  • Em caso de dificuldade respiratória durante a fase de uso dos elásticos, você poderá abrir os lábios e respirar pela boca.13 O que acontece se eu sofrer de náuseas durante o período de bloqueio? Alguns pacientes podem sofrer de náuseas durante o pós-operatório imediato.

Como o estômago não contém nenhum alimento sólido, em função do jejum pré-operatório, qualquer líquido que retorne do estômago pode ser expelido pelo canto da boca ou pelos espaços entre os dentes.14 Como vou conseguir lubrificar meus lábios? Você não vai ser capaz de manter seus lábios lubrificados pela saliva, um movimento instintivo que temos, porém o uso de lubrificantes labiais resolve satisfatoriamente este problema.15 Como eu vou conseguir escovar meus dentes depois da cirurgia? Durante os primeiros dias após a cirurgia você limpará sua boca com bochechos de uma solução antisséptica.

Rapidamente você será capaz de iniciar uma escovação delicada da parte externa dos dentes com uma escova infantil. A parte interna dos dentes pode ser limpa com bochechos, auxiliados pelo atrito da língua com os dentes. O uso de aparelhos de higiene (water pik ou dental jet) está contraindicado nas primeiras duas semanas, porém, após isto, eles podem ser usados.16 Eu vou ter algum sangramento depois da cirurgia? Em muitos casos, pequenos sangramentos podem ocorrer durante os primeiros dias, tanto pelo nariz como pela boca, um sangramento não intenso, porém suficiente para manchar o travesseiro durante vários dias.17 O meu rosto vai ficar muito inchado após a cirurgia? O edema (inchaço) que ocorre após o procedimento cirúrgico varia muito de paciente para paciente.

O edema geralmente é maior nos procedimentos cirúrgicos da mandíbula do que da maxila. O edema é mais acentuado ao final do terceiro dia pós-operatório, permanecendo inalterado por uma semana e iniciando sua regressão ao final dos primeiros 10 dias. Somente após três semanas é que ocorre a regressão de 80% do quadro.

  1. Normalmente utiliza-se medicação pré-operatória para minimizar este problema, porém a resposta a este procedimento é igualmente variável.
  2. Você será devidamente orientado após a cirurgia, nos procedimentos de uso de gelo e compressas de calor úmido.
  3. A posição elevada da cabeça durante a primeira semana pós-operatória constitui-se em um excelente auxiliar para esta situação.

Associado ao edema, ocorrem com muita frequência hematomas em várias regiões da face e pescoço. Estas marcas desaparecem normalmente ao final da terceira semana.18 Vai ficar alguma cicatriz da cirurgia? A maioria dos procedimentos cirúrgicos é realizada dentro da boca o que leva a ausência de cicatrizes externas, isto é, fora da boca.

  • Em alguns casos, contudo, há necessidade de um acesso extra-bucal, através da pele.
  • Se isto for necessário, as incisões serão pequenas (8mm) realizadas em locais favoráveis a elas, isto é, em áreas de pregas faciais onde elas ficam praticamente escondidas.19 Como eu vou me sentir após a cirurgia? Esta fase varia muito de paciente para paciente e de procedimento para procedimento.
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É frequente alguma dor pós-operatória, controlada adequadamente por medicação, bem como dor de garganta e cefaléia (dor de cabeça). Os pacientes são orientados para saírem da cama o mais cedo possível. Isto visa devolvê-los às atividades normais de antes da cirurgia no mais curto espaço de tempo.

  1. Também é importantíssimo beber a maior quantidade possível de líquidos para manter as funções orgânicas e acelerar a recuperação tecidual.
  2. Em média, os pacientes estão em perfeitas condições após quatro semanas.20 Quanto tempo eu vou ficar inativo após a cirurgia? Você vai ser encorajado a retornar a suas atividades o mais cedo possível.

Situações individuais farão variar este tempo, no entanto é muito comum o retorno às atividades em média de 10 a 15 dias após a cirurgia. Atividades físicas como ginástica, natação e futebol só serão liberadas após 8 ou 10 semanas.21 Uma vez removido o bloqueio maxilo-mandibular eu vou ser capaz de falar e mastigar normalmente? Quando o período de bloqueio termina, alguma limitação de abertura bucal e incapacidade muscular permanecerá.

  • Embora a fala retorne imediatamente à situação de normalidade, a mastigação ficará comprometida por mais algum tempo.
  • Exercícios musculares serão recomendados ao seu tempo acompanhados de fisioterapia específica para cada caso.22 Por quanto tempo continuará o tratamento ortodôntico após a cirurgia? A continuação do tratamento dependerá do grau da deformidade, no entanto, como a cirurgia é realizada em uma fase planejada da ortodontia, normalmente este tempo é inferior ao que decorreu entre o início da ortodontia e a cirurgia.

Em média você precisará de 12 a 18 meses de ortodontia para a finalização do caso. Mesmo após terminado todo o tratamento ortodôntico, tanto o ortodontista quanto o cirurgião vão acompanhá-lo periodicamente para certificarem-se que seus dentes e estruturas ósseas estão adequadamente alinhadas.23 Riscos e complicações das cirurgias ortognáticas: Como todo e qualquer procedimento cirúrgico, certas complicações e alguns riscos estão envolvidos nestas cirurgias.

Todos estes fatores devem ser amplamente conhecidos e discutidos antes de você autorizar o início do tratamento. Os riscos e complicações mais frequentes são: Edema: certo grau de edema ou inchaço é normal após qualquer cirurgia. Sua intensidade varia de paciente para paciente e está diretamente relacionado à extensão do procedimento.

Sua regressão deve ocorrer em torno de 4 a 6 dias após a cirurgia e, pequenas alterações de volume podem levar até 5 semanas para desaparecer. Náusea e vômito: são complicações geralmente resultantes da anestesia geral e controladas por medicamentos específicos.

Como você estará usando elásticos por um período de tempo e sua dieta será líquida nos primeiros dias, tudo que possa “voltar” da alimentação será líquido e passível de eliminação pelos espaços dentários. Dor: normalmente é moderada após a cirurgia e controlada por medicamentos. Sangramento: podem ocorrer após cirurgias, principalmente maxilares.

São normalmente associados ao grau e extensão do trauma cirúrgico. Perda ou alteração da sensibilidade nervosa: resulta em parestesia ou anestesia prolongada na face, lábios, língua e dentes. Durante a fase de recuperação pós-operatória sensações como “agulhadas, ferroadas ou queimação local” podem ocorrer nas áreas citadas acima.

  • Estas sensações desaparecem, na maioria dos casos, após 8 ou 12 meses, contudo alguns pacientes podem experimentar perda total ou alterações permanentes de sensibilidade principalmente nas cirurgias mandibulares.
  • Infecção: é um risco potencial destas cirurgias principalmente pelo fato de serem realizadas dentro da boca, aonde existe uma flora bacteriana própria que pode desenvolver complicações no pós-operatório.

Sinusites: podem ocorrer nas cirurgias da maxila em razão da utilização de placas e parafusos de fixação das osteotomias ou mesmo, em razão de quadro preexistente que possa tornar-se agudo. Traumatismo e lesões a dentes e raízes adjacentes às áreas de osteotomia: que são condições que podem requerer atenção e atendimento específico no pós-operatório.

São geralmente decorrentes de cortes ósseos próximos a estas estruturas ou, da colocação de placas e parafusos de fixação. Recidiva na posição dos dentes: é uma complicação que algumas vezes ocorre e não pode ser prevista com antecedência. Seu aparecimento requer tratamento apropriado e, muitas vezes, nova cirurgia.

Limitação na movimentação mandibular e dificuldade de deglutição: são complicações normalmente relacionadas à falta de adaptação da musculatura em sua nova posição. Seu tratamento pode requerer fisioterapia específica no pós-operatório. Dor, desconforto e presença de ruídos na articulação têmporo-mandibular (ATM): são complicações que podem aparecer, principalmente em pacientes que apresentam estes sintomas antes da cirurgia.

Eventualmente uma intervenção específica na ATM pode ser necessária. Complicações pulmonares: são raras mas podem aparecer. Pneumonias e presença de ar nos espaços pulmonares (pneumotórax) são complicações associadas à anestesia geral e requerem tratamento específico. Complicações circulatórias: do tipo trombose venosa profunda (TVP) são raras e aparecem em pacientes com história familiar ou episódios prévios deste problema.

São decorrentes do tempo de fatores genéticos e do tempo da intervenção cirúrgica. Recuperação prolongada: é uma situação relacionada ao indivíduo. Alguns pacientes simplesmente apresentam uma velocidade de recuperação reduzida. Para estes tudo é mais difícil e mais lento.

Orthognatic Surgery Patient information and instructions. Howe,R.P., McNamara,J.A., Ellis III,E.

A patient´s guide to Orthognathic Surgery American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons 1997, USA.

Tem bucomaxilo pelo SUS?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Quando Procurar Um Bucomaxilo Olá bom dia, atualmente temos muitas opções de residencias espalhadas pelo Brasil que podem ser úteis para você. Sugiro que busque informacões em seu estado e cidades próximas da sua residência. A fila normalmente é grande, porém vale a pena tentar! Você pode encontrar Hospitais de qualidade para realização de sua cirurgia pelo SUS.

Alguém pode mim dizer se faz cirurgia ortognática pelo SUS e aonde faz ? Fiz uma cirurgia na face, mandíbula e maxilar com platina qual tempo médio pra pode a jogar bola? Oi, fraturei minha mandíbula tem 1 mês hj e no processo peguei catapora e ficou uma fibrose e meu rosto tá bem inchado ainda, sofri fraturas de ângulo mandíbula e parassinfise mandibular, como posso tratar a fibro e enquanto tempo meu rosto vai levar para desinchar e ficar normal? Tenho classe 3, queria saber se da pra fzr a cirgurgia pelo SUS, sou da PB Oi gente. Estou marcando consultas sobre a cirurgia ortognatica (terei que realizar). Gostaria de saber se tem algum benefício em fazer a cirurgia ortognatica com um médico cirurgião crânio-maxilo-facil acompanhado por um cirurgião dentista buco-maxilo-facial. Tem algum ônus? Algum benefício comparada Sou classe 3 e perdi todos os dentes posso fazer protocolo inferior e superior sem fazer cirurgia ortognática? Sou classe 2 e percebo que tenho um pouco de assimetria facial, com um lado maior que o outro. Isso tem a ver com a minha má oclusão? Sou classe III, e tenho assimetria fácil, mas perdi todos os dentes, ainda consigo fazer a cirurgia ortognática ? extração ou perda de dente afeta algo na maxila ou mandíbula? Agora Tive um tumor na boca, na mandíbula, fiz radioterapia e o tumor sumiu deixando um buraco, esse buraco tem chance de fechar sozinho ou preciso fazer algo? Se fechar sozinho demora quantos meses? Obrigada

Como saber se preciso de uma cirurgia ortognática?

Conclusão – A cirurgia ortognática é uma opção importante para pessoas com graves problemas de desalinhamento da mandíbula e da oclusão dentária. Ela pode ajudar a melhorar a aparência facial e a funcionalidade da mandíbula, dos dentes e da mordida, além de reduzir a dor crônica, problemas respiratórios e apneia do sono.

Como é feita a cirurgia de DTM?

Cirurgia Aberta Também chamada de ‘clicatura de disco’ é feita a partir de uma pequena incisão próxima a orelha, em uma região chama tragus, deixando uma cicatriz mínima, praticamente invisível. O especializa pega o disco articular e o coloca na posição de volta e usa uma âncora para mantê-lo nessa posição.

Qual é o preço de uma cirurgia de ATM?

O valor da cirurgia ortognática pode variar de clínica para clínica de região e até mesmo de profissional, no entanto o preço está entre R$ 20 mil a R$ 30 mil.

Quais os exames que o dentista pode solicitar?

As solicitações de exames laboratoriais complementares como por exemplo os de sangue e de urina, os radiográficos, os tomográficos, os de ressonância magnética e as internações solicitadas por cirurgiões-dentistas não poderão mais ser recusadas pelos planos de saúde.

A determinação, vale também para profissionais que não pertençam à rede credenciada. A decisão foi publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na Súmula Normativa número 11, de 20 de agosto 2010. De acordo com a Súmula Normativa N0 11, o cirurgião-dentista tem autonomia inclusive para solicitar a internação em casos pertinentes à odontologia e/ou à medicina conjuntamente.

Neste último caso, a equipe cirúrgica continua a ser chefiada por um médico, conforme determina o artigo 6° da Resolução CFO 003/99, respaldada pela Resolução CFM 1536/98. A cobertura dos procedimentos odontológicos se dará respeitando o rol de procedimentos previstos pela ANS- Agência Nacional de Saúde.

A ANS, apenas ratificou o que diz a Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego n° 397 de 2002, que estabelece, dentro da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), a competência do cirurgião-dentista em solicitar exames complementares, como radiografias, ressonância magnética, solicitação de risco cirúrgico e exames de laboratório em geral, e internação dentro de sua área de atuação.

Tal medida vem a resguardar e a respeitar o direito dos pacientes possuidores ou não de planos de saúde, uma vez que na maioria das vezes quando recebia do seu cirurgião-dentista uma prescrição, solicitação de exames, ou internação, o mesmo tinha que “revalida-los” junto a um médico, através de uma consulta, encarecendo com isso os custos das operadoras e aumentando o tempo de espera para o início do tratamento das enfermidades e das lesões bucais de repercussão sistêmica, muitas vezes de evolução rápida ou em estágios avançados da doença.

As operadoras de planos e seguros de saúde, e respectivas redes credenciadas já estão devidamente notificadas sobre Súmula Normativa N0 11. O ofício, assinado pelo procurador da República Fabiano de Moraes, lista ainda as seguintes recomendações solicitando que seja dada ampla publicidade aos entendimentos exarados, comunicando-se a abusividade da conduta em não autorizar exames e / ou procedimentos sob internação:  Adote-se as medidas legais e administrativas visando coibir práticas abusivas por parte das operadoras no cumprimento da interpretação adotada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar;  Comunique-se imediatamente ao Ministério Público Federal quando constatado o descumprimento das condutas por qualquer operadora”.

Luiz Alberto Ferraz de Caldas & Carla Gonçalves Gamba: Cirurgiões-Dentistas, Mestres em Saúde Pública UNICAMP e Farmacologia UFLA Fonte: Panorama Regional – 04/07/2011

Qual exame fazer para DTM?

Se as respostas do paciente se adequarem à possibilidade de uma DTM, então o profissional deve realizar um exame físico com a palpação muscular e da Articulação Temporomandibular.

Quem pode diagnosticar ATM?

A ATM é responsável pelo movimento de abrir e fechar a boca; é o encaixe da mandíbula com o resto dos ossos do crânio. É uma das articulações mais complexas do corpo humano. Para localizá-la, posicione seus dedos logo em frente das orelhas, abra e feche a boca e você sentirá as articulações temporomandibulares, uma de cada lado do rosto, movimentarem-se sob seus dedos.

  1. A disfunção da ATM é uma anormalidade da articulação temporomandibular e/ou dos músculos responsáveis pela mastigação.
  2. Diagnóstico: O paciente deve fazer um detalhado relato sobre os antecedentes, detalhes e evolução da doença, desde o aparecimento dos sintomas; o profissional de saúde deverá realizar um minucioso exame clínico para obter um correto diagnóstico, pois, muitas vezes, as disfunções da ATM podem ser confundidas com outras condições dolorosas, como dores de origem dentária e infecções bucais.

Sintomas mais comuns da disfunção da ATM: – dores de cabeça na região da testa, fundo de olho e nas têmporas; – dores de ouvido; – zumbidos no ouvido; – dificuldade para mastigar, principalmente alimentos duros; – dores durante a mastigação; – tonturas; – vertigens; – barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca; – desgaste dental excessivo; – sensação de travar a mandíbula.

  1. A ATM é uma articulação muito particular, pois é a única no corpo humano que é interligada, isto é, quando se movimenta a articulação direita, a esquerda também se move.
  2. Por sua vez, essas duas articulações têm uma íntima relação com outra: a articulação dos dentes.
  3. Portanto, as causas mais comuns de disfunção da ATM estão relacionadas com: – a mordida (encaixe dos dentes superiores e inferiores); – a falta de dentes; – próteses mal-adaptadas ou “gastas” (toda prótese deve ser avaliada anualmente para controlar o seu desgaste); – aperto ou ranger de dentes durante o dia ou durante a noite.

Outros fatores podem levar as pessoas a desenvolverem os sintomas citados, tais como: – acidentes de carro com algum tipo de traumatismo, tanto na face como no pescoço; – traumas no local da articulação (boladas, quedas, etc.); – traumas na região do queixo; – artrites e artroses; – estresse emocional; – entubamento para cirurgias e endoscopias; – cirurgias de siso.