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Quando O Bebe ComeA A Sentar?

Quando O Bebe ComeA A Sentar

Pode sentar um bebê de 4 meses?

Sentar-se e comer: tudo a ver – Além da importância da aquisição da habilidade de se sentar para as seguintes, como engatinhar e andar, o bebê precisa dessa posição para se alimentar na fase da introdução alimentar. “O bebê que não consegue se sentar sem apoio, acaba tombando para os lados o tempo todo.

Esse movimento, portanto, é um impeditivo para a introdução de alimentos sólidos. A razão é que aumenta o risco de engasgo, por exemplo”, conta Walkíria. A capacidade de se sentar sem apoio se instala a partir dos 6 meses. Porém, cada criança tem o seu tempo. Há casos em que pode ocorrer um pouco antes e um pouco depois.

O interessante é que coincide com a fase de introdução dos sólidos.

Quantos meses o bebê já pode sentar?

Quando os bebês começam a se sentar? – Seu filho provavelmente começará a se sentar com ajuda de seis a oito meses. Aos oito ou nove meses, ele aprenderá a sentar sozinho. Lembre-se de que cada bebê é diferente, então o seu pode desenvolver essas habilidades um pouco mais cedo ou mais tarde.

Como saber se o bebê já está pronto para sentar?

Existe jeito certo de a criança sentar? Seu filho já aprendeu a sentar? Esse é um estágio intermediário do desenvolvimento neuromotor do bebê, que ocorre antes de ele aprender a engatinhar. Por volta dos 3 meses, a criança passa a ter o controle do movimento da cabeça.

  • Depois, é capaz de equilibrar o tronco, pela ação dos músculos eretores da coluna vertebral.
  • O primeiro sinal de que o seu filho está quase pronto para sentar é quando consegue equilibrar o pescoço e rolar de um lado para o outro.
  • A próxima etapa é a postura de semisentado, em que você usa um apoio nas costas dele para ajudá-lo a ficar nessa posição.

Nesse período, aliás, uma importante mudança ocorre para a criança. “Antes, quando só ficava deitada, costumava ver o teto. Agora, semisentada, passa a reconhecer o mundo na vertical e a fazer novas descobertas”, diz Antônio Carlos Fernandes, ortopedista pediátrico do Hospital Samaritano (SP). Depois de alcançar essa etapa, muitas crianças acabam sentando de forma inadequada. Com certeza você já viu uma delas na posição conhecida como W: quando se senta sobre as pernas, seguindo o desenho dessa letra. A grande questão de sentar dessa forma é que podem surgir problemas rotacionais (alterações no alinhamento dos joelhos, por exemplo, quando eles ficam voltados para dentro) nos membros inferiores, principalmente no fêmur.

Tem também aquelas que colocam um das pernas para trás e a outra para frente. “A melhor posição é a pose de índio: pernas cruzadas e joelhos à frente do corpo”, explica o ortopedista. Cabe a você corrigir o seu filho sempre que ele estiver em posição errada. Peça para os outros cuidadores da criança fazerem o mesmo.

E prepare-se: logo ele estará explorando a sua casa toda ao começar a engatinhar. : Existe jeito certo de a criança sentar?

Qual a idade que o bebê começa a engatinhar?

Com quanto tempo o bebê começa a engatinhar? – O desenvolvimento motor humano ocorre no chamado sentido craniocaudal, ou seja, da cabeça para os pés. “Sendo assim o bebê começa firmando o pescoço, depois o tronco, para depois firmar as pernas e ficar em pé”, explica a pediatra Ana Ligia Ribeiro (PR).

No terceiro mês, pode ser que o bebê já sustente a cabeça e também “descubra” as suas mãos, dando início ao famoso hábito de colocar as mãozinhas na boca. Com quatro meses, o pequeno consegue segurar objetos – outros itens que têm a boca como destino certo! Nessa idade, ainda, ele rola. De acordo com a pediatra Giovanna de Faria Rodrigues, do Hospital São Francisco, de Mogi Guaçu (SP), a habilidade de engatinhar pode surgir entre o sexto e o décimo mês.

Contudo, nem todos passam por ela. “As crianças podem pular essa fase e já passar do sentar e rolar para andar. Assim como podem ter formas diferentes de se locomover, como rastejar”, afirma. A médica explica que alguns pequenos podem não gostar da posição ou sentir dores nos joelhos por conta do ato de engatinhar, situações que levam essas crianças a criarem alternativas para se locomover.

O que bebê de 4 meses já pode fazer?

Quarto mês de vida: cada vez mais fofo e esperto! – O desenvolvimento do bebê de 4 meses é marcado por muita fofura. Ele sorri, faz barulhos fofos e reage muito bem aos estímulos dos pais e pessoas que o cercam. Sobre as habilidades, o bebê já consegue se manter ereto, começando a sentar, e fazer o movimento de pinça com as mãos, ou seja, o desenvolvimento motor está sendo constantemente trabalhado.

  • Sua coordenação motora está cada dia melhor, além de pegar os brinquedos e chacoalhar, ele consegue usar de forma coordenada as mãos e os olhos para pegar os objetos.
  • Presta atenção e abre a mão para receber o que está sendo ofertado e leva a mão facilmente a boca.
  • Essa é a etapa conhecida como “fase oral”, tudo vai à boca para conhecer texturas, novos sabores e objetos que ainda não teve contato, ou seja, as mãozinhas não saem de lá.

E tudo bem, mamãe! Na boca é onde existem mais terminações nervosas e os bebês descobrem e sentem o mundo através dela, não tente impedir esse movimento. Faz parte do aprendizado e desenvolvimento do seu bebê. Além disso, os dentes podem começar a sair e é normal que eles queiram coçar as gengivas com mordedores ou o que estiver disponível.

Estabeleça uma rotina; Converse com o seu bebê em cada momento que está com ele; Leia historinhas curtas e cante para ele; Brinque com as expressões faciais: que tal piscar, sorrir, fazer besourinho, brincar com fantoches, mandar beijo, brincar de esconde-esconde? Imite os sons do bebê, mas também converse com sua linguagem; Ofereça brinquedos adequados para sua idade, com textura, cores e que façam algum barulho (chocalho); Estimule o bebê a sentar, o apoie no seu corpo; Deixe-o em um ambiente livre, fora de carrinhos e berços; Coloque brinquedos a sua volta, para que ele tente pegá-los e consiga explorar o espaço;

Pode deixar o bebê de 3 meses sentado?

Sentar-se e comer: tudo a ver – Além da importância da aquisição da habilidade de se sentar para as seguintes, como engatinhar e andar, o bebê precisa dessa posição para se alimentar na fase da introdução alimentar. “O bebê que não consegue se sentar sem apoio, acaba tombando para os lados o tempo todo.

  1. Esse movimento, portanto, é um impeditivo para a introdução de alimentos sólidos.
  2. A razão é que aumenta o risco de engasgo, por exemplo”, conta Walkíria.
  3. A capacidade de se sentar sem apoio se instala a partir dos 6 meses.
  4. Porém, cada criança tem o seu tempo.
  5. Há casos em que pode ocorrer um pouco antes e um pouco depois.

O interessante é que coincide com a fase de introdução dos sólidos.

É normal um bebê de 4 meses engatinhar?

Meu bebê não engatinha! E agora? – Algumas crianças pulam a fase de engatinhar, é verdade. Em geral, não há nada de errado nisso, mas vale acompanhar sempre com o pediatra o desenvolvimento muscular do bebê. O sinal de alerta deve ser ligado se o bebê não conseguir ficar sentado ou sustentar o peso do pescoço até os 9 meses.

É normal bebê de 5 meses não sentar?

Conclusões – Sentar-se é apenas um dos muitos marcos de desenvolvimento que seu bebê alcançará no primeiro ano de vida, Para desenvolver essa habilidade, você deve passar muito tempo de cabeça para baixo. Não se preocupe se o seu filho ainda não conseguir se sentar com apenas seis meses, pois esse marco geralmente é alcançado entre seis e oito meses.

O que o bebê precisa fazer antes de sentar?

Quais são os sinais de que meu bebê está pronto para sentar? – Nos primeiros meses de vida, você deve ter percebido que seu bebê já estabeleceu o controle de alguns músculos, como os responsáveis por controlar os movimentos dos olhos e da cabeça. Assim, talvez ele já consiga, por exemplo, seguir objetos pelos quais se interessa.

Para conseguir se sentar, não é diferente: alguns músculos precisam ser trabalhados para que seu bebê consiga executar o movimento. Isso vai acontecendo gradativamente, ao passo em que os músculos do pescoço e das costas se fortalecem e ele desenvolve melhor o equilíbrio de seu torso, cabeça e pescoço.

Antes de se sentar, seu bebê vai aprender a levantar a cabeça enquanto estiver deitado de barriga para baixo. Você pode incentivá-lo a fazer isso colocando-o todos os dias nessa posição por alguns minutos. Baixe o Kinedu GRÁTIS e acompanhe o desenvolvimento do seu bebê! Para ele se exercitar de uma forma um pouco diferente, você pode colocar seu filho de bruços, estender os braços dele para frente e colocar algum brinquedo de que ele goste um pouco afastado, para chamar a atenção dele e tentar fazer com que ele sustente a cabeça para olhar para você.

Isso também é um bom jeito de checar sua audição e visão. Depois que for capaz de levantar a cabeça, seu filho vai começar a empurrar os bracinhos como se fizesse flexões, tentando levantar o peito do chão. Isso irá fortalecer a parte superior do torso, para que ele consiga se manter sentadinho. Ao mesmo tempo, ele pode ficar se balançando tentando virar de barriga para cima, ficar chutando ou mesmo fazendo movimentos de natação com os braços.

Quando ele conseguir virar de barriga para cima e ao contrário, pode ser que ele esteja pronto para se sentar.

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É normal um bebê de 6 meses não sentar?

Conclusões – Sentar-se é apenas um dos muitos marcos de desenvolvimento que seu bebê alcançará no primeiro ano de vida, Para desenvolver essa habilidade, você deve passar muito tempo de cabeça para baixo. Não se preocupe se o seu filho ainda não conseguir se sentar com apenas seis meses, pois esse marco geralmente é alcançado entre seis e oito meses.

Quando o bebê começa a entender seu nome?

ARTIGOS ORIGINAIS Investigação do reconhecimento do próprio nome em bebês de 4 a 5 meses: estudo piloto Nárli Pereira Machado I ; Renato Oliveira Alves II ; Cynthia Ribeiro do Nascimento III ; Aline Moreira Lucena IV ; Patrícia Reis Ferreira V ; Erika Parlato-Oliveira VI ; Sirley Alves da Silva Carvalho VII I Fonoaudióloga; Pós-graduanda em Neurociências pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil II Fonoaudiólogo formado pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil III Acadêmica de Fonoaudiologia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil IV Fonoaudióloga formada pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix – IMIH, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil; Mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Saúde da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Brasil V Fonoaudióloga formada pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil; Mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Saúde da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Brasil VI Fonoaudióloga; Professora Adjunto do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil; Doutora em Ciências Cognitivas pela École des Hautes Études em Sciences Sociales – EHEESS, França e em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, Brasil VII Fonoaudióloga; Professora Adjunto do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil; Doutora em Biofísica Sensorial pela Université d’Auvergne – UdA, França Endereço para correspondência Endereço para correspondência: Nárli Pereira Machado R.

  1. José Soares, 65 – sala 103 – Floramar Belo Horizonte – MG – Brasil.
  2. CEP 31840-260 E-mail: [email protected] RESUMO OBJETIVO: verificar se as crianças na faixa etária entre quatro e cinco meses reconhecem o próprio nome.
  3. MÉTODO: estudo transversal, realizado com 16 bebês com idade entre quatro e cinco meses, avaliados pelo programa Estadual de Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) no Ambulatório de Fonoaudiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG).

Foram realizadas avaliações auditiva e de linguagem, além do teste de reconhecimento do próprio nome. Realizou-se análise descritiva das variáveis utilizadas no estudo e análise estatística. As variáveis contínuas foram comparadas por meio do teste T pareado e considerou-se nível de significância de 5% e coeficiente de confiança de 95%.

RESULTADOS: verificou-se predominância das respostas dos bebês à evocação do próprio nome, na maioria dos bebês avaliados. CONCLUSÕES: com base nos critérios utilizados neste estudo, entre quatro e cinco meses as crianças já são capazes de reconhecer seu próprio nome. Descritores: Fonoaudiologia; Desenvolvimento Infantil; Audição; Linguagem; Percepção da Fala; Percepção Auditiva INTRODUÇÃO A audição é uma importante via sensorial para o desenvolvimento humano, principalmente relacionada ao desenvolvimento da linguagem, da fala e dos aspectos psicossociais.

A linguagem é permeada por processos biológicos, fisiológicos, psíquicos e sociais, nos quais a audição atua como um dos facilitadores na sua aquisição e no seu desenvolvimento 1, Nesse sentido, o reconhecimento do próprio nome dá indícios do processo de aquisição da linguagem da criança, pois fornece dados acerca da acuidade auditiva, dos fatores perceptuais fonéticos, fonológicos e prosódicos da linguagem e da relação da criança com seu entorno.

Para que a percepção da fala ocorra, é necessário que haja associação do som com a fonte sonora, o que constitui a etapa final de todo o processo perceptual. A ausência de associação de sons com a fonte sonora fornece pistas acerca do processo perceptual do indivíduo, que poderá apresentar alterações na linguagem em função da não integridade das habilidades cognitivas, tais como memória auditiva, localização e discriminação de sons.

A percepção, a compreensão, a decodificação e a associação da linguagem falada são facilitadas pela redundância da mensagem e dependem da integridade das vias auditivas 1, Alguns autores afirmam que o reconhecimento do nome ocorre a partir dos seis meses de vida 2, mas não foram encontradas pesquisas empíricas acerca do tema.

Considerando que aos quatro meses de vida ocorre a inibição das respostas reflexas e o desenvolvimento da habilidade de discriminação e busca da fonte sonora 1, decidiu-se investigar, de forma experimental, o reconhecimento do nome nesta faixa etária. Estudos apontam para a preferência pelo som do próprio nome 3 e para a importância da avaliação da percepção auditiva no que tange à memória, à fala e às habilidades auditivas das crianças 4,

Outros autores observaram que é por meio do reconhecimento do próprio nome que se torna mais fácil a compreensão de outras palavras pelas crianças 5, Os estudos que investigaram o reconhecimento do próprio nome pelos bebês 3 e utilizaram metodologia para a detecção das respostas das crianças a estímulos auditivos 4 foram realizados com a população americana, o que evidencia a necessidade de investigação destas respostas na população brasileira.

A importância dos achados desta pesquisa reside na possibilidade de aplicação do teste de reconhecimento do próprio nome na prática clínica, de forma a instrumentalizar os profissionais da atenção primária à saúde, no sentido de que estes possam detectar possíveis alterações no desenvolvimento auditivo e de linguagem da criança, de forma simples e eficaz.

O presente trabalho tem o objetivo de verificar se crianças na faixa etária de quatro e cinco meses reconhecem o próprio nome, relacionando os dados obtidos por meio das avaliações auditivas, de linguagem e de reconhecimento do nome. MÉTODO Trata-se de estudo transversal.

Para a realização da pesquisa foram recrutadas 22 crianças com desenvolvimento global normal, na faixa etária entre quatro e cinco meses, selecionadas por meio de análise dos prontuários do Programa Estadual de Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), realizado no Ambulatório de Fonoaudiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG) e no Serviço de Audiologia do Hospital São Geraldo, anexo HC-UFMG.

Houve exclusão de seis crianças, que não atenderam aos critérios de inclusão da pesquisa e, desta forma, a amostra final foi composta por 16 crianças, dentre as quais nove delas estavam com cinco meses e sete com quatro meses de idade, no dia da avaliação.

Os critérios de inclusão desta pesquisa foram: ter idade entre quatro e cinco meses no momento da coleta; apresentar resultados normais na avaliação da TANU; não apresentar indicadores de risco para a deficiência auditiva; não apresentar indicadores de risco para o desenvolvimento global; possuir nome que constasse na lista dos 100 nomes mais frequentes (50 indivíduos do sexo feminino e 50 do sexo masculino), verificados nos prontuários da TANU, no período de janeiro de 2010 a março de 2011; ter família falante de língua materna portuguesa, além de preencher os critérios solicitados no Questionário sobre experiência linguística da criança e da família em relação ao prenome, Figura 1, quais sejam: ter nome igual ao dos pais ou cuidador e ser chamada por apelido.

Os critérios de exclusão foram: apresentar comprometimento neurológico e visual, comprovado mediante laudo médico; a não assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), pelos responsáveis, ou ter apresentado resultados inadequados nas avaliações de audição e de linguagem.

A seleção da amostra compreendeu as seguintes etapas: levantamento dos nomes mais frequentes das crianças atendidas na TANU; elaboração de uma lista que continha os 100 nomes, 50 femininos e 50 masculinos, para posterior gravação; estudo dos prontuários e seleção dos bebês, de acordo com os critérios de inclusão e de exclusão da pesquisa.

A gravação dos estímulos, lista de pares de nomes, foi realizada com enunciado de apelo e prolongamento da última sílaba, características do manhês 6, por uma locutora feminina, de língua materna portuguesa. Para a gravação dos estímulos, foram consideradas três categorias de evocação, a saber: categoria 1 (duração diferente) – nomes com diferente número de sílabas, ou seja, contraposição entre palavras dissílabas e polissílabas (exemplo: Júlia e Maria Eduarda); categoria 2 (mesma duração) – nomes com o mesmo número de sílabas, mas com composição fonológica diferente (exemplo: Lucas e Vitor); categoria 3 (mesma duração e semelhança fonética) – nomes com o mesmo número de sílabas e apenas um fonema diferente (exemplo: Luan e Ruan).

  1. Os critérios utilizados nesta etapa partem do pressuposto de que os bebês têm capacidade de discriminar a duração dos estímulos sonoros 3,7,
  2. A próxima etapa da pesquisa foi a elaboração de um questionário, acerca da experiência linguística da criança e da família, em relação ao prenome.
  3. Em seguida, os responsáveis pelos bebês foram convidados, via telefone, para participarem do estudo.
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Neste momento, caso houvesse concordância em participar, a primeira parte do Questionário sobre experiência linguística da criança e da família em relação ao prenome era preenchida e a data para a realização das avaliações auditiva, de linguagem e de reconhecimento do próprio nome era agendada.

  1. A aplicação dos instrumentos desta pesquisa ocorreu no Ambulatório de Fonoaudiologia do HC-UFMG e no Serviço de Audiologia do Hospital São Geraldo, anexo HC-UFMG.
  2. No dia agendado com os responsáveis, para a realização da coleta, foram dadas informações a respeito da pesquisa e a segunda parte do Questionário sobre experiência linguística da criança e da família em relação ao prenome foi preenchida.

Em seguida, os responsáveis assinaram o TCLE, mediante concordância de participação na pesquisa. As avaliações compreenderam os aspectos auditivos, de linguagem e de reconhecimento do próprio nome. A avaliação da audição foi composta por: a) meatoscopia (realizada com otoscópio marca Kole, de luz óptica), cujo objetivo foi verificar as alterações do meato acústico externo e da membrana timpânica; b) exame de Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (EOAT), para verificar a integridade coclear.

  • Para tanto, utilizou-se o aparelho AuDiX marca Biologic; e c) avaliação do comportamento auditivo (com os instrumentos sino, agogô e guizo, da marca Quino), a fim de investigar as habilidades auditivas.
  • As crianças que apresentaram respostas dentro dos padrões de normalidade foram encaminhadas para a avaliação de linguagem.

A avaliação da linguagem foi realizada por meio do protocolo adaptado para crianças de 0 a 24 meses 8, Caso a criança apresentasse respostas dentro dos padrões de normalidade, ela era encaminhada para a avaliação do reconhecimento do nome. Caso apresentasse alguma alteração nas avaliações auditiva ou linguística, a criança era encaminhada à Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e conduta.

  • A avaliação para o reconhecimento do próprio nome seguiu o seguinte procedimento: 1.
  • A criança foi encaminhada para um ambiente acusticamente tratado, que continha um decibelímetro digital, marca Icel – modelo dl-4020, para controle da intensidade das emissões sonoras; 2.
  • Durante a testagem a criança permaneceu sentada no colo da mãe ou do cuidador; 3.

A mãe ou o cuidador permaneceu com um equipamento de proteção auricular e com fone de ouvido (marca C3 Tech – modelo voicer confort), em ambas as orelhas, do qual foi emitido estímulo sonoro musical, em intensidade confortável, a fim de que não houvesse interferência nas respostas dos bebês; 4.

  1. Em frente à criança havia uma tela, na qual foi exibido um DVD infantil, baby Einstein: Baby Bach/ Aventura Musical (The Walt Disney Company, 2004), sem áudio, apropriado à idade da população alvo.
  2. As mesmas imagens foram exibidas a todas as crianças; 5.
  3. Foram apresentados à criança pares de nomes em sequências variadas e de forma aleatória, quanto à ordem e aos lados; 6.

Cada par de nomes (o nome da criança e outro nome) foi apresentado e cada nome foi repetido três vezes, com intervalo de 3 segundos a uma intensidade média de 60 decibels, nível de intensidade sonora (dBNIS). Os estímulos foram oferecidos à distância de 30 centímetros do pavilhão auricular da criança, por meio de duas caixas de som (marca Polk Audio – modelo Subwoofer PSW125).

  • A evocação do nome foi feita com o enunciado de apelo e prolongamento da última sílaba, características do manhês.7.
  • Durante o teste do reconhecimento do nome a criança foi filmada com o uso de uma filmadora, marca Sony – modelo HDR-CX12, posicionada em face e acima do nível da cabeça da criança, à 60 centímetros de distância.

Posteriormente, os vídeos foram analisados. Na análise foram considerados como critérios para o reconhecimento do nome: a) o deslocamento de cabeça e do olhar em direção à fonte sonora; b) o tempo de permanência do olhar para a fonte sonora e c) a atenção às evocações.

  • Todas as avaliações descritas ocorreram em único encontro.
  • Para análise das filmagens foram convidados dois juízes, previamente treinados que, de forma individual, registraram o comportamento dos bebês, configurando o método como duplo-cego.
  • Os dados obtidos foram digitados em um banco de dados no programa Excel, versão 2007, e posteriormente conferidos.

Nos casos de discordância entre avaliadores um terceiro juiz foi convocado. Os juízes também assinaram o TCLE, mediante concordância de participação na pesquisa. Esse estudo foi analisado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (COEP-UFMG), sob o parecer nº 0418.0.203.000-11.

Para a análise estatística, adotou-se o software Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 15.0 for windows – SPSS Incorporation, Chicago, Illinois, Estados Unidos da América, 2008. Além disso, foi realizada análise descritiva das variáveis utilizadas no estudo. Para as variáveis categóricas foram feitas tabelas de distribuição de frequências.

Para as variáveis contínuas foram utilizadas medidas de tendência central e variabilidade (média, desvio padrão, mínimo e máximo). As variáveis contínuas foram comparadas por meio do teste T pareado, pois trata-se de variáveis com resposta contínua, amostra dependente e com distribuição normal.

  • Considerou-se nível de significância (valor de p) de 5% e coeficiente de confiança de 95%.
  • RESULTADOS Em relação à aplicação da 1ª parte do Questionário sobre experiência linguística da criança e da família em relação ao prenome, os 22 responsáveis contatados responderam às questões relacionadas ao conhecimento linguístico em torno da família.

Entretanto, uma criança, de família de língua materna japonesa, foi excluída do estudo. Na data fixada para o início das avaliações auditiva, de linguagem e de reconhecimento do nome, os outros 21 responsáveis compareceram e assinaram o TCLE. Das 21 crianças encaminhadas para a avaliação auditiva, apenas duas delas não completaram esta etapa, pois choraram durante a realização do exame de EOAT.

Contudo, as outras 19 crianças foram avaliadas e apresentaram resultados dentro dos padrões de normalidade. Na próxima etapa, que consistiu na avaliação de linguagem, duas crianças choraram durante todo o procedimento, o que inviabilizou a conclusão da avaliação. Os 17 bebês restantes foram encaminhados para o teste de reconhecimento do próprio nome.

Nesta etapa, uma das crianças chorou durante o teste e não foi possível registrar outras reações, que não o choro. Em relação à amostra final de 16 bebês, verificou-se que todas as crianças, submetidas ao teste de reconhecimento do próprio nome, apresentaram as reações de localização e de atenção à fonte sonora, durante a apresentação das evocações para o próprio como para o outro nome.

Com base nestas reações, analisou-se o tempo de permanência do olhar durante a atenção e a localização da fonte sonora, cujos dados estatísticos estão descritos na Tabela 1 e na Figura 2, DISCUSSÃO Este estudo teve como objetivo verificar se as crianças com idade entre quatro e cinco meses reconhecem o próprio nome.

Constatou-se que, embora a literatura relate que os bebês reconhecem e respondem ao chamado do próprio nome, dos seis aos nove meses de idade 2, a maioria das crianças, participantes deste estudo, reconheceu o próprio nome. Os resultados da Tabela 1 apontam para a predominância do tempo de permanência do olhar para o próprio nome na categoria 2, o que está relacionado ao fato de que todas as crianças da amostra se encaixaram nesta categoria, pois os nomes apresentados como estímulo possuíam o mesmo número de sílabas.

  1. Nas categorias 1 e 3 nem todos os nomes das crianças da amostra atendiam aos critérios de duração e de semelhança.
  2. Desta forma, o número de crianças, nas duas categorias foi menor, o que justifica a menor média em relação à categoria 2.
  3. Verificou-se que em todas as categorias houve predominância do tempo de permanência do olhar para o chamado do próprio nome.

A Figura 2 mostra que houve respostas dos bebês às evocações do próprio nome em todas as categorias de evocação, mas houve maior número de respostas para a categoria 1 (contraposição entre nomes dissílabos e polissílabos). A predominância de respostas ao próprio nome – 66% – nesta categoria confirma o que é descrito na literatura, acerca da capacidade dos bebês em discriminar a duração 3,7,9,

Na comparação entre o maior número de respostas – 56% – das crianças aos estímulos apresentados na categoria 2 (mesma duração, mas com composição fonológica diferente) com o número de respostas – 43% – dos bebês aos estímulos apresentados na categoria 3 (semelhança fonética, com apenas um fonema diferente) observou-se que há maior habilidade da criança para discriminar palavras com variação fonológica mais extensa.

Verificou-se, por meio do Questionário sobre experiência linguística da criança e da família em relação ao prenome, que todas as famílias tinham a percepção de que o reconhecimento do próprio nome pelos bebês está relacionado apenas ao fato da criança apresentar ou não audição normal.

  • Entretanto, é importante que o estado geral de saúde da criança seja verificado, antes que seja observado se ela reconhece ou não o próprio nome.
  • Da mesma forma, é necessário que, caso a criança não reconheça o próprio nome, os resultados das avaliações de audição e de linguagem sejam confirmados.
  • Cabe ressaltar que os critérios adotados para o reconhecimento do próprio nome, neste estudo, compreenderam: o deslocamento de cabeça e do olhar em direção à fonte sonora; o tempo de permanência do olhar para a fonte sonora e a atenção às evocações.
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Entretanto, apenas o critério de tempo de permanência do olhar apresentou valor significante. Em relação ao método utilizado neste estudo, salienta-se que, além de rigoroso, ele é inédito no Brasil. Os estudos que utilizaram metodologia semelhante 3,4 foram realizados em países anglofonos.

  1. Desta forma não há descrição na literatura de sua utilização com a população brasileira.
  2. Verificou-se que o desenvolvimento da audição e de linguagem, de todas as crianças avaliadas nesta pesquisa, está dentro do esperado para a idade e que há relação entre a audição, o desenvolvimento da linguagem e o reconhecimento do próprio nome.

Em outras palavras, o reconhecimento do próprio nome depende da percepção de fala, que por sua vez depende do desenvolvimento da linguagem e, todos estes fatores, estão atrelados à integridade do sistema auditivo. Por se tratar de um estudo piloto, com amostra reduzida, os resultados obtidos até o momento direcionam para a necessidade de continuidade da pesquisa, a fim de obter resultados por meio de amostra maior, em número e em faixas etárias.

  • CONCLUSÕES Verificou-se que o desenvolvimento da audição e de linguagem, da maioria das crianças, avaliadas nesta pesquisa, está dentro do esperado para a idade e que há relação entre a audição, o desenvolvimento de linguagem e o reconhecimento do próprio nome.
  • Com base nos critérios utilizados nesta pesquisa, as crianças de quatro e cinco meses de idade já são capazes de reconhecer o próprio nome.

AGRADECIMENTOS Às fonoaudiólogas do Programa de Triagem Auditiva Neonatal Universal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e aos bebês e suas famílias, por tornarem possível a realização deste trabalho. Recebido em: 15/05/2012 Aceito em: 27/08/2012 Conflito de interesses: inexistente

O que esperar de um bebê de 5 meses?

Muitos sorrisos e caretas com certeza! Nesse período o bebê desenvolve ainda mais suas habilidades sociais imitando sons como os de fazer bolinhas com a boca(cuspe) e assoprar. – Falta pouco para ele sentar Depois de muito rolar, os músculos do bebê estão aos poucos mais fortes.

  1. Ao ficar de bruços, ele levanta pernas e braços, deixando as costas arqueadas; quando de barriga para cima ele vai fazer de tudo para levantar a cabeça e os ombros.
  2. Seu bebê pode até sentar sozinho por alguns segundos.
  3. Fica a dica nesse momento, de fazer pequenos fortes com almofadas e travesseiros para que nessas tentativas ele fique seguro.

Aos poucos recuperando o sono Com tantas descobertas e novas brincadeiras, os bebês de 5 mêses ficam mais tempo acordados durante o dia e por isso durante a noite s dormem por mais horas seguidas. O recomendado nesse período é que o bebê durma 10 horas seguidas.

  1. Durante esse período é interessante colocar o bebê no berço antes de ele estar dormindo, para que ele possa aprender a “pegar no sono”.
  2. Claro sempre respeitando uma rotina de sono continua que ele já tenha.
  3. O jogo da imitação Bebês de 5 mêses amam fazer caretas e sons, e eles ficam bem focados nisso podendo ficar repetindo o mesmo som por dias.

É muito legal, que nesse momento os cuidadores brinquem com seus bebês, principalmente imitando de volta o som que eles fazem Habilidades em desenvolvimento:

Rola, geralmente apenas numa direção;Vira a cabeça ao mesmo tempo em que rola;Começa a ter preferência por um dos lados, mas até o primeiro ano a criança poderá ser ambidestra, ou seja, experimentar desenhar e escrever com as duas mãos;Pode sentar-se com ajuda;

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O que é esperado para um bebê de 5 meses?

Visão cada vez melhor – A visão está se desenvolvendo e ficando cada vez melhor, tanto que, nessa fase, já conseguem enxergar mais longe e a capacidade de foco está muito mais afiada. Os bebês, aos cinco meses, já conseguem avaliar melhor se um objeto está mais afastado ou mais próximo deles.

O que é a crise dos 4 meses?

Mudança no sono: um dos sintomas mais comuns – Um dos pontos críticos mais frequentemente relatados pelos pais é a questão do sono. Por isso, a crise dos 4 meses é, muitas vezes, conhecida como a regressão do sono do bebê, Alguns dos sintomas incluem:

Maior distração com o ambiente ao redor do berço ;Interrupção da rotina estabelecida de horários de sono;Alteração nos horários dos cochilos do dia;Aumento da frequência com que a criança desperta durante a noite;Possível agitação no momento de adormecer e ao acordar;Redução no total de horas de sono.

Segundo a pediatra, o motivo é justamente esse fluxo novo de mudanças que estão ocorrendo, além de fatores hormonais. Nessa idade, o bebê já tem um ciclo circadiano estabelecido, e seu organismo passa a responder melhor a mudanças de temperatura, luminosidade e alimentação.

Quantos quilos pesa um bebê de 4 meses?

4 meses: 62 centímetros e 6,3 quilos.5 meses: 63 centímetros e 6,9 quilos.6 meses: 64 centímetros e 7,5 quilos.7 meses: 66 centímetros e 8 quilos.

Qual é o peso normal de um bebê de 4 meses?

Tabela de peso e altura por idade, para meninas de até 2 anos

Idade (meses) Peso mínimo Peso médio
1 mês 3,2 kg 4,2 kg
2 meses 3,9 kg 5,1 kg
3 meses 4,5 kg 5,8 kg
4 meses 5,0 kg 6,4 kg

Pode dar frutas para bebê de 4 meses?

O início da introdução alimentar como papinhas e frutas se dá a partir dos 6 meses de vida.

Qual fruta pode dar para bebê de 4 meses?

Quais são os alimentos que o bebê pode comer com 4 meses? – De modo geral, a recomendação para a introdução alimentar em bebês de 4 meses é a mesma para bebês de 6 meses. A diferença é que os pediatras recomendam que as papinhas sejam mais amassadinhas nessa idade para evitar riscos de engasgos. os bebês de 4 meses podem consumir todas as frutas, que são os primeiros alimentos apresentados na introdução alimentar Outra recomendação é iniciar a introdução alimentar com frutas mais docinhas nos intervalos das mamadas e antes de oferecer o leite materno ou fórmula láctea, considerando que o leite infantil é levemente adocicado e a aceitação seria mais fácil.

  • Comece com bananas, mamão e peras amassadas ou raspadas, e evite misturar mais de uma fruta junta de início.
  • Assim o bebê consegue identificar o sabor de cada fruta individualmente, sendo também mais fácil de observar quadros de alergia ou diarréia.
  • Alguns especialistas permitem que as mamães iniciem a introdução alimentar com vegetais amassados no horário de almoço ao invés das frutinhas, seguindo a mesma ideia de oferecer um vegetal de cada vez, começando pelos mais molinhos como batata, mandioca, batata doce, cenoura.

Fique atenta a alimentos como mandioquinha, brócolis e couve-flor, que tendem a causar quadros de gases nos bebês, especialmente nos mais novos. No entanto, é importante que você ofereça esses alimentos e observe a reação do organismo do seu filho, já que são alimentos extremamente nutritivos.

Pode deixar bebê de 4 meses sentado no carrinho?

Com quantos meses pode colocar o bebê sentado no carrinho sem um assento redutor? – Normalmente, colocar o bebê sentado no carrinho é seguro a partir do momento em que ele aprende a sustentar e controlar a cabeça, Isso geralmente acontece por volta dos 4 meses de idade, embora possa acontecer um pouco mais cedo ou mais tarde. Quando O Bebe ComeA A Sentar Antes disso, é necessário anexar um assento redutor ao carrinho, Isso ajuda a manter o bebê na posição correta enquanto está sentado e evita que ele se mova para posições potencialmente perigosas que podem causar sufocamento ou outros riscos à saúde. Outra opção para bebês pequenos que ainda não têm controle completo da cabeça é usar um carrinho que recline totalmente,

É normal um bebê de 4 meses engatinhar?

Meu bebê não engatinha! E agora? – Algumas crianças pulam a fase de engatinhar, é verdade. Em geral, não há nada de errado nisso, mas vale acompanhar sempre com o pediatra o desenvolvimento muscular do bebê. O sinal de alerta deve ser ligado se o bebê não conseguir ficar sentado ou sustentar o peso do pescoço até os 9 meses.

Como estimular o bebê de 4 meses?

Ofereça um brinquedo que o estimule – Utilize um brinquedo que chacoalhe ou faça sons e veja a reação dele quando o agarra. Brinquedos que o ajudam a aprender sobre os diferentes sentidos são tanto educacionais quanto mágicos para um bebê. Passar um brinquedo para frente e para trás deixa tudo mais divertido.