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Qual O Sintoma Da Menopausa?

Qual O Sintoma Da Menopausa

Qual é a idade para entrar na menopausa?

Menopausa e climatério | Biblioteca Virtual em Saúde MS A menopausa corresponde ao último ciclo menstrual, ou seja, a última menstruação. Ocorre, em geral, entre os 45 e 55 anos. Quando ocorre por volta dos 40 anos, é chamada de menopausa prematura ou precoce. O termo menopausa é, muitas vezes, utilizado indevidamente para designar o climatério, que é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher.

A principal característica da menopausa é a parada das menstruações. Ao falar dos sintomas da menopausa, algumas pessoas podem encará-la como como um problema de saúde. Apesar de poder apresentar dificuldades, o climatério é um período importante e inevitável na vida da mulher, devendo ser encarado como um processo natural, e não como doença.

Para muitas mulheres, a chegada da menopausa provoca irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos frequentes. Outros sinais e sintomas característicos como ondas de calor (fogachos), alterações do sono, da libido e do humor, bem como atrofia (enfraquecimento ou definhamento) dos órgãos genitais, aparecem em seguida.

Causas da menopausa: Todos os óvulos que a mulher produzirá ao longo da vida têm sua origem em células germinativas (ou folículos) dos ovários já presentes no momento em que nasce uma menina. Essa reserva é usada desde a primeira menstruação (menarca) até a última (menopausa). Mulher nenhuma é capaz de formar novos folículos para repor os que se foram.

Quando morrem os últimos deles, os ovários entram em falência e as concentrações dos hormônios femininos, estrogênio e progesterona, caem irreversivelmente.

  • Entre outras causas possíveis da menopausa, estão as cirurgias ginecológicas que incluem a retirada dos ovários.
  • Sintomas:
  • Para algumas mulheres a fase da menopausa e do climatério não apresenta sintomas, porém, a maioria delas começa a ter sintomas já no início do climatério e, com a diminuição progressiva dos hormônios femininos, os sintomas vão aumentando. Os mais comuns são:
  • – ondas de calor ou fogachos: episódios súbitos de sensação de calor na face, pescoço e parte superior do tronco, geralmente acompanhados de rubor facial, suores, palpitações no coração, vertigens, cansaço muscular. Quando mais intensos, podem atrapalhar as tarefas do dia a dia; – irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo; – manifestações como dificuldade para esvaziar a bexiga, dor e pressa para urinar, perda de urina, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor à penetração e diminuição da libido; – sintomas psíquicos: a redução dos níveis de hormônios femininos interfere com a liberação de neurotransmissores essenciais para o funcionamento harmonioso do sistema nervoso central, fazendo com que aumentem as queixas de irritabilidade, instabilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia; – alterações na pele, que perde o vigor, nos cabelos e nas unhas, que ficam mais finos e quebradiços; – alterações na distribuição da gordura o corpo, fazendo com que se concentre mais na região abdominal; – perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia;
  • – risco aumentado de doenças cardiovasculares: a doença coronariana é a principal causa de morte depois da menopausa.
  • Tratamento:

A terapia de reposição hormonal tem a vantagem de aliviar os sintomas físicos (fogachos), psíquicos (depressão, irritabilidade) e os relacionados com os órgãos genitais (secura vaginal, incontinência urinária) no climatério. Além disso, funciona como proteção contra a osteoporose e assegura melhor qualidade de vida para a mulher.

  1. Estudos científicos mostraram que a isoflavona de soja tem ação semelhante ao estrogênio no controle das ondas de calor.
  2. Alimentação saudável, atividade física regular, não fumar e evitar o consumo de álcool e cuidados com a saúde bucal são algumas medidas simples, que incorporadas aos hábitos diários de vida, podem ser úteis para minimizar os sintomas negativos do climatério.
  3. Outras recomendações:
  4. – mesmo após a menopausa a mulher deve manter o acompanhamento ginecológico regularmente; – evitar ganhar peso;

– encontrar tempo para a prática diária de atividade física. Além de ser importante para o bem-estar físico, é fundamental para o controlar a pressão arterial, prevenir a osteoporose, doenças cardiovasculares e atenuar as alterações do humor. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

  • Dica elaborada em setembro de 2020
  • Fontes:

: Menopausa e climatério | Biblioteca Virtual em Saúde MS

Quais são as dores causadas pela menopausa?

Outro problema que passa a ser percebido mais comumente no climatério é a fibromialgia, uma dor muscular generalizada e crônica. Problemas com o sono, cansaço, ansiedade, depressão e alterações de concentração e memória também são relatados pelas pacientes que sofrem da doença.

Qual exame é feito para saber se está na menopausa?

4. Outros exames de sangue – A verificação do nível sanguíneo do AMH (Hormônio Antimülleriano) ajuda a identificar se uma mulher entrou ou está perto de entrar na menopausa. Esse teste é útil para mulheres com sintomas de perimenopausa, que também podem apresentar impactos na saúde.

hemograma completo – para verificar se há um quadro de anemia; níveis de glicose (açúcar) no sangue; perfil lipídico; provas de função hepática ; níveis de colesterol ; nível de eletrólitos séricos para verificar se há comprometimento renal; testes de função tireoidiana; testes de função renal – como exame da urina, e também ureia e creatinina no sangue.

Como funciona o teste da menopausa?

No procedimento, o Confirme Menopausa é colocado em uma amostra de urina a ser absorvida pela tira. Se o FSH estiver presente na amostra de urina, ele reagirá com o conjugado de cor o qual se ligará ao anticorpo impregnado na membrana, formando uma linha visível na área Teste.

Pode engravidar no início da menopausa?

Como saber se posso engravidar na pré-menopausa? – A matemática é simples: se você ainda não atingiu a menopausa – definida como 12 meses consecutivos sem menstruação – você ainda pode engravidar. Muitas mulheres, quando deixam de fazer o controle da natalidade – e já estão há anos sem se preocupar em engravidar –, acabam desenvolvendo uma falsa sensação de segurança.

O que provoca a menopausa?

A menopausa é o fim permanente das menstruações e, consequentemente, da fertilidade.

Por vários anos antes e logo após a menopausa, os níveis de estrogênio variam muito, as menstruações tornam-se irregulares e podem ocorrer sintomas, como ondas de calor. Após a menopausa, a densidade óssea diminui. A menopausa é diagnosticada quando a mulher não teve uma menstruação por um ano, mas é possível que sejam feitos exames de sangue para confirmá-la. Algumas medidas, incluindo terapia hormonal e outros medicamentos, podem amenizar os sintomas.

A menopausa ocorre porque, com o avanço da idade, os ovários param de produzir estrogênio e progesterona, Durante os anos antes da menopausa, a produção de estrogênio e progesterona começa a variar e a menstruação e a ovulação ocorrem com menos frequência.

As menstruações e a ovulação acabam cessando permanentemente e não há mais a possibilidade de ocorrer gravidez de forma natural. A última menstruação pode ser identificada apenas posteriormente, quando não tiver ocorrido qualquer menstruação durante um período mínimo de um ano. (A mulher que não deseja engravidar deve usar métodos anticoncepcionais até um ano após sua última menstruação.) A perimenopausa diz respeito aos diversos anos antes e o primeiro ano depois da última menstruação.

O número de anos de perimenopausa que antecedem a última menstruação varia consideravelmente. Durante a perimenopausa, os níveis de estrogênio e progesterona variam muito. Essas variações são consideradas a causa dos sintomas da menopausa que afetam muitas mulheres na faixa dos 40 anos de idade.

  1. A transição da menopausa é a fase da perimenopausa que ocorre em preparo à última menstruação.
  2. Ela é caracterizada por mudanças no padrão das menstruações.
  3. A transição da menopausa dura de quatro a oito anos.
  4. Ela dura mais tempo em mulheres que fumam e em mulheres que eram mais jovens quando ela começou.

A pós-menopausa diz respeito à época após a última menstruação. Nos Estados Unidos, a idade média para a menopausa é de aproximadamente 52 anos. Entretanto, a menopausa pode ocorrer normalmente em mulheres entre 45 (ou até 40) anos e 55 anos de idade. A menopausa pode ter início em uma idade mais jovem em mulheres que

Fumar Vivem em altitudes elevadas São desnutridas

Durante a perimenopausa, os sintomas podem ser inexistentes, leves, moderados ou graves. Os sintomas podem durar de seis meses a 10 anos e, às vezes, até mais tempo. A menstruação irregular pode ser o primeiro sintoma de perimenopausa. Normalmente, as menstruações vêm com mais frequência, depois passam a vir com menos frequência, mas qualquer padrão é possível.

As menstruações podem ser de curta ou longa duração, com fluxo mais fraco ou mais intenso. Às vezes, elas podem ficar meses sem vir e depois voltam a ficar regulares. Em algumas mulheres, as menstruações ocorrem regularmente até a menopausa. As ondas de calor afetam 75% a 85% das mulheres. Elas normalmente começam antes das menstruações cessarem.

Elas duram em média quase sete anos e meio, mas podem durar mais de dez anos. As ondas de calor costumam se tornar menos intensas e ocorrer com menos frequência à medida que o tempo passa. As causas das ondas de calor são desconhecidas. Porém, elas talvez envolvam a restauração do termostato do cérebro, o hipotálamo, que controla a temperatura corporal.

  • Consequentemente, aumentos muito baixos de temperatura podem fazer com que a mulher sinta calor.
  • As ondas de calor talvez estejam relacionadas a variações nos níveis hormonais.
  • Não existem evidências convincentes de que bebidas alcoólicas desencadeiam ondas de calor.
  • Durante uma onda de calor, os vasos sanguíneos próximos à superfície da pele aumentam (dilatam-se).

Consequentemente, o fluxo sanguíneo aumenta, deixando a pele, principalmente da cabeça e do pescoço, vermelha e quente (ruborizada). A mulher sente calor e ela pode transpirar intensamente. Às vezes, as ondas de calor são chamadas de fogacho, pois a pele do rosto pode ficar vermelha.

Dor nos seios Mau humor Piora da enxaqueca que ocorre logo antes, durante ou logo após a menstruação (enxaquecas menstruais)

Depressão, irritabilidade, ansiedade, nervosismo, distúrbios do sono (incluindo insônia), perda de concentração, dor de cabeça e fadiga também podem ocorrer. Muitas mulheres sofrem desses sintomas durante a perimenopausa e presumem que a causa é a menopausa.

  • Entretanto, a evidência que corrobora a relação entre a menopausa e esses sintomas é heterogênea.
  • Esses sintomas não estão relacionados diretamente à diminuição dos níveis de estrogênio que ocorrem na menopausa.
  • Muitos outros fatores, como o próprio envelhecimento ou certos distúrbios, podem explicar os sintomas.

Os suores noturnos podem perturbar o sono, contribuindo para a fadiga, irritabilidade, perda de concentração e alterações de humor. Nesses casos, tais sintomas podem estar relacionados indiretamente, em decorrência dos suores noturnos, à menopausa. Entretanto, durante a menopausa, os distúrbios do sono são comuns mesmo entre mulheres que não sofrem de ondas de calor.

Os estresses da meia-idade (por exemplo, conflitos com adolescentes, preocupações com envelhecimento, cuidados com pais idosos e mudanças nas relações conjugais), podem contribuir para os distúrbios do sono. Assim, a relação entre a fadiga, a irritabilidade, a perda de concentração e as alterações de humor e a menopausa parece menos evidente.

Muitos dos sintomas que ocorrem durante a perimenopausa, apesar de perturbadores, tornam-se menos frequentes e intensos após a menopausa. Entretanto, a diminuição da concentração de estrogênio causa mudanças que podem prosseguir e afetar negativamente a saúde (por exemplo, o aumento do risco de ter osteoporose).

Trato urinário: O revestimento da uretra torna-se mais fino; e a uretra, mais curta. Por causa dessas mudanças, micro-organismos podem entrar no corpo e algumas mulheres apresentam infecções das vias urinárias mais facilmente. A mulher com infecção do trato urinário Considerações gerais sobre infecções do trato urinário (ITUs) Em pessoas saudáveis, a urina na bexiga é estéril – não tem bactérias ou outros micro-organismos infecciosos. O tubo que transporta a urina da bexiga até o exterior do corpo (uretra) não contém. leia mais pode ter uma sensação de ardência ao urinar. Após a menopausa, a necessidade de urinar pode subitamente se tornar irresistível (denominada incontinência urinária de urgência Urgência urinária Uma necessidade urgente de urinar (urgência), que pode ser sentida quase como um esforço constante e doloroso (tenesmo), pode ser provocada por uma irritação da bexiga. Perda incontrolada de. leia mais ), o que às vezes dá origem à incontinência urinária Incontinência urinária em adultos A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. A incontinência pode ocorrer em homens e mulheres em qualquer idade, mas é mais comum em mulheres e idosos, afetando cerca de 30% das. leia mais, que é a micção involuntária. A incontinência urinária torna-se mais comum e grave com o avanço da idade. Entretanto, ainda não se sabe o quanto a menopausa contribui para a incontinência. Muitos outros fatores, como consequências do parto, obesidade e utilização de terapia hormonal, contribuem para a incontinência.

Cútis: A redução nos níveis de estrogênio, bem como o próprio envelhecimento, causam uma diminuição na quantidade de colágeno (uma proteína que fortalece a pele) e de elastina (uma proteína que confere elasticidade à pele). Assim, a pele pode tornar-se mais fina, seca, menos elástica e mais suscetível a lesões.

Níveis de gordura (lipídios): Após a menopausa, os níveis do colesterol de lipoproteína de baixa densidade Níveis de colesterol A aterosclerose é um quadro clínico no qual depósitos irregulares de material gorduroso (ateromas ou placas ateroscleróticas) se desenvolvem nas paredes das artérias de médio e grande porte. (LDL, o colesterol ruim), aumentam nas mulheres. Os níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade Dislipidemia (HDL, o colesterol bom) continuam a ser aproximadamente os mesmos que antes da menopausa. A alteração nos níveis de LDL talvez explique, em parte, por que a aterosclerose Aterosclerose A aterosclerose é um quadro clínico no qual depósitos irregulares de material gorduroso (ateromas ou placas ateroscleróticas) se desenvolvem nas paredes das artérias de médio e grande porte. leia mais e, consequentemente, a doença arterial coronariana Considerações gerais sobre a doença arterial coronariana (DAC) A doença arterial coronariana é um quadro clínico no qual o suprimento de sangue para o músculo cardíaco é bloqueado parcial ou completamente. O músculo cardíaco precisa de um fornecimento constante. leia mais ocorrem com mais frequência em mulheres após a menopausa. Entretanto, ainda não se sabe se essas mudanças são causadas pelo envelhecimento ou pela diminuição da concentração de estrogênio após a menopausa. Até a menopausa, é possível que a alta concentração de estrogênio proteja contra a doença arterial coronariana.

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A síndrome genito-urinária da menopausa é um termo novo e mais preciso utilizado para indicar os sintomas que afetam a vagina e o trato urinário e que são causados pela menopausa. Esses sintomas incluem secura vaginal, dor durante a relação sexual, urgência miccional e infecções do trato urinário.

Avaliação médica Em algumas raras ocasiões, exames de sangue para medir os níveis hormonais

A menopausa é evidente em aproximadamente 75% das mulheres. Assim, análises laboratoriais são normalmente desnecessárias. Se a menopausa começar vários anos antes dos 50 ou os sintomas não forem nítidos, é possível que exames sejam realizados para constatar distúrbios que podem interromper as menstruações.

Faz perguntas à mulher sobre seu histórico médico e familiar

O histórico médico e familiar da mulher ajuda o médico a determinar se ela tem risco de ter determinados distúrbios após a menopausa. Caso uma mamografia não tenha sido realizada recentemente, ela será realizada como parte dos cuidados de rotina. É possível que sejam feitos exames de sangue. A densidade óssea é medida nas mulheres que cumprem com os seguintes critérios:

Aquelas com alto risco de osteoporose Fatores de risco para osteoporose primária ou que tiveram uma fratura que resultou de uma queda ou esforço relativamente pequeno que não causaria uma fratura em um osso saudável (chamado uma fratura por fragilidade) Aquelas que fumam ou consomem grandes quantidades de álcool Aquelas que têm utilizado corticosteroides por um muito tempo ou medicamentos que bloqueiam a produção de estrogênio, como, por exemplo, inibidores de aromatase (usados para tratar o câncer de mama) e, com isso, causar a redução da densidade óssea Todas as mulheres com 65 anos ou mais

Medidas gerais Certos medicamentos Medicina complementar e alternativa Terapia hormonal

Compreender o que ocorre durante a perimenopausa pode ajudar a mulher a lidar com os sintomas. Conversar com outras mulheres que já tenham passado pela menopausa ou com o médico também pode ajudar. O enfoque do tratamento da menopausa é aliviar os sintomas, como as ondas de calor e a secura vaginal.

Hipnose por um profissional de saúde qualificado para ajudar a aliviar as ondas de calor Terapia cognitivo-comportamental Outros medicamentos, como dois tipos de antidepressivos (inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina e noradrenalina ) ou o anticonvulsivante gabapentina

A terapia cognitivo-comportamental foi adaptada para ser utilizada durante a transição entre a menopausa e a pós-menopausa. Ela pode ajudar a mulher a controlar ondas de calor e suores noturnos. As medidas a seguir talvez ajudem a aliviar as ondas de calor:

Usar peças de roupas que possam ser tiradas quando se sente calor e colocadas quando se sente frio pode ajudar a mulher a lidar com as ondas de calor. Vestir roupas que permitam a transpiração (como roupas íntimas e pijamas de algodão) ou que absorvam a umidade (como certos tipos de roupa íntima e de ginástica) pode aumentar o conforto. Evitar coisas que desencadeiam sintomas (como ambientes quentes, alimentos condimentados e luzes fortes) também pode ajudar. Utilizar ventiladores e abaixar a temperatura no termostato talvez ajude. Utilizar um forro de colchão com gel de resfriamento (um forro recheado com gel que é colocado sobre o colchão e atrai o calor do corpo da pessoa) Utilizar um dispositivo de resfriamento (por exemplo, ao redor do pulso, cabeça ou pescoço) Exercitar-se regularmente e perder de peso pode ajudar a controlar as ondas de calor, além de ter outros benefícios para a saúde.

Embora a prática de mindfulness (a prática de estar ciente do momento presente), técnicas de relaxamento e/ou ioga possam ser geralmente benéficos para mulheres, não está claro se elas aliviam as ondas de calor.

Limitar a ingestão de líquidos em certos horários (por exemplo, antes de sair ou três a quatro horas antes de dormir) Evitar consumir alimentos que irritam a bexiga (por exemplo, líquidos que contenham cafeína e alimentos salgados ou apimentados)

Caso a secura vaginal cause dores durante a relação sexual, o uso de lubrificantes vaginais de venda livre talvez ajude. Para algumas mulheres, aplicar hidratante vaginal a cada um a três dias ajuda. Continuar sexualmente ativa ou masturbar-se também ajuda, pois estimula o fluxo sanguíneo para a vagina e os tecidos ao redor e preserva a flexibilidade dos tecidos.

Vários tipos de medicamentos podem ajudar a aliviar alguns dos sintomas associados à menopausa. Paroxetina (um antidepressivo) pode ajudar a aliviar as ondas de calor. Gabapentina, um anticonvulsivante, e outros antidepressivos (como desvenlafaxina, fluoxetina, sertralina ou venlafaxina) apresentam algum efeito no alívio das ondas de calor.

Os antidepressivos Farmacoterapia para depressão também talvez ajudem a aliviar a depressão, a ansiedade e a irritabilidade. No entanto, nenhum desses medicamentos é tão eficaz em aliviar os sintomas da menopausa quanto a terapia hormonal. Algumas mulheres tomam ervas medicinais e outros suplementos para aliviar ondas de calor, irritabilidade, alterações de humor e perda de memória. Contudo, o cohosh negro, outras ervas medicinais (como dong quai, óleo de prímula, ginseng e erva-de-são-joão) e outros medicamentos de venda livre não parecem ser mais eficazes que placebo Placebos Os placebos são substâncias fabricadas com o objetivo de se assemelharem aos medicamentos, mas não contêm princípio ativo.

(Consulte também Considerações gerais sobre medicamentos.) Um placebo. leia mais, que funciona aproximadamente 50% das vezes. Além disso, esses remédios não possuem regulamentação da mesma maneira que os medicamentos. Ou seja, os fabricantes não precisam comprovar sua segurança ou eficácia e não existe padronização dos ingredientes e das respectivas quantidades no produto (consulte Considerações gerais sobre suplementos alimentares/segurança e eficácia Segurança e eficácia Suplementos alimentares são usados por aproximadamente 75% dos americanos.

Eles representam as terapias mais frequentemente incluídas na medicina e saúde integrativa (MSI) e na medicina complementar. leia mais ). Estudos com a proteína de soja obtiveram resultados incongruentes. Um produto de soja chamado S-equol talvez ajude a aliviar ondas de calor em algumas mulheres.

Alguns suplementos, como kava, podem ser prejudiciais. Ademais, alguns complementos podem reagir com outros medicamentos e agravar alguns distúrbios. Preocupações sobre a utilização da terapia hormonal padrão levaram a um aumento no interesse em utilizar hormônios derivados de plantas, como o inhame e a soja.

Esses hormônios têm quase a mesma estrutura molecular de hormônios produzidos pelo organismo e, por isso, são chamados de hormônios bioidênticos. Muitos hormônios utilizados na terapia hormonal padrão também são os denominados hormônios bioidênticos derivados de plantas.

  1. Contudo, os hormônios utilizados na terapia hormonal padrão foram testados e aprovados, e sua utilização é monitorada com atenção.
  2. Às vezes, os farmacêuticos manipulam hormônios bioidênticos para uma paciente de acordo com a receita médica.
  3. São os chamados hormônios bioidênticos de manipulação.
  4. Sua fabricação, não é devidamente regulamentada.

Por isso, muitas doses, apresentações e muitos compostos são possíveis e a pureza, consistência e potência dos produtos variam. Os hormônios bioidênticos de manipulação são frequentemente comercializados como substitutos para a terapia hormonal padrão e, às vezes, apresentados como uma alternativa melhor e mais segura que aquela.

  1. Porém, não há evidência de que esses produtos de manipulação sejam melhores e mais eficazes, ou mesmo eficazes, em comparação à terapia hormonal padrão.
  2. Às vezes, a mulher não é informada de que os produtos de hormônios bioidênticos de manipulação possuem os mesmos riscos que os hormônios padrão.
  3. Aconselha-se às mulheres que estejam considerando tomar essas terapias hormonais compostas que discutam a respeito com o médico.

A terapia hormonal pode aliviar tanto sintomas moderados quanto graves da menopausa, como ondas de calor, suores noturnos e secura vaginal. Entretanto, a terapia hormonal pode aumentar o risco de desenvolvimento de certos distúrbios graves. A terapia hormonal melhora a qualidade de vida de muitas mulheres ao aliviar os sintomas, mas ela não melhora a qualidade de vida de mulheres que não têm sintomas.

Assim, a terapia hormonal não é administrada rotineiramente a mulheres na pós-menopausa. Seguir ou não uma terapia hormonal é uma decisão que precisa ser tomada em conjunto pela paciente e seu médico tomando por base a situação individual da mulher. A mulher deve perguntar ao médico quais os riscos e benefícios da terapia hormonal antes de começar a tomar os medicamentos.

Para muitas mulheres, há mais riscos do que benefícios em potencial, então não se recomenda essa terapia. Entretanto, em algumas mulheres, dependendo dos problemas de saúde e dos fatores de risco, é possível que os benefícios sejam superiores aos riscos.

Idade inferior a 60 anos. A menopausa foi diagnosticada há menos de 10 anos. A mulher não pode tomar outros medicamentos (como bifosfonatos) para prevenir a perda óssea e fraturas.

A terapia hormonal reduz a perda óssea e o risco de fratura nessas mulheres. Geralmente, o médico não recomenda à mulher que comece a tomar terapia hormonal se

A idade for superior a 60 anos. A menopausa foi diagnosticada há mais de 10 a 20 anos.

Nessas mulheres, o risco de doença arterial coronariana Considerações gerais sobre a doença arterial coronariana (DAC) A doença arterial coronariana é um quadro clínico no qual o suprimento de sangue para o músculo cardíaco é bloqueado parcial ou completamente. O músculo cardíaco precisa de um fornecimento constante. leia mais, acidente vascular cerebral Considerações gerais sobre o acidente vascular cerebral Um acidente vascular cerebral ocorre quando uma artéria no cérebro fica bloqueada ou se rompe, resultando na morte de uma área do tecido cerebral devido à perda do suprimento sanguíneo (infarto., coágulos sanguíneos nos pulmões Embolia pulmonar (EP) A embolia pulmonar é a obstrução de uma artéria do pulmão (artéria pulmonar) pelo acúmulo de material sólido trazido através da corrente sanguínea (êmbolo), geralmente um coágulo de sangue, leia mais e demência Demência A demência é uma diminuição, lenta e progressiva, da função mental, que afeta a memória, o pensamento, o juízo e a capacidade para aprender.

Estrogênio Um progestogênio (como progesterona ou acetato de medroxiprogesterona) Ambos

Todos os hormônios usados na terapia hormonal são produzidos em laboratório. Podem ou não ser idênticos aqueles produzidos pelo corpo, mas a forma como agem no organismo é muito similar. Os progestogênios se assemelham à progesterona, um hormônio feminino produzido pelo organismo.

Ondas de calor e outros sintomas: o estrogênio é o tratamento mais eficaz para ondas de calor. Ressecamento e adelgaçamento dos tecidos vaginais e trato urinário: O estrogênio pode prevenir o ressecamento e adelgaçamento desses tecidos. Assim, ele reduz as dores durante a relação sexual. Quando o único problema da mulher é o ressecamento e adelgaçamento desses tecidos, é possível que o médico recomende uma apresentação farmacêutica de estrogênio que é inserida na vagina. Essas apresentações farmacêuticas incluem comprimidos de estrogênio de baixa dose, um anel de estrogênio de baixa dose e um creme de estrogênio de baixa dose e supositórios. Quando uma baixa dose de estrogênio for usada, a mulher que ainda tem o útero não precisa tomar um progestogênio. Caso estejam tomando altas doses de estrogênio, as mulheres com útero precisam tomar um progestogênio. Uma necessidade urgente de urinar e infecções recorrentes do trato urinário: As apresentações farmacêuticas de estrogênio que são inseridas na vagina (cremes, comprimidos ou anéis) ajudam a aliviar esses problemas.

A mulher que ainda possui o útero e toma estrogênio sem um progestogênio tem um risco maior de ter câncer de endométrio. O risco aumenta ainda mais por causa de doses altas e uso prolongado do estrogênio. A ingestão de um progestogênio com estrogênio quase sempre elimina o risco de ter câncer de endométrio; no caso de mulheres que não seguem uma terapia hormonal, a redução do risco é inferior.

Câncer de mama: Começa a ocorrer um aumento muito leve no risco de ter câncer de mama depois de ela tomar estrogênio com um progestogênio por aproximadamente três a cinco anos. Porém, caso o estrogênio seja tomado isoladamente no início da menopausa, o aumento do risco talvez demore dez ou mesmo 15 anos para ocorrer. Acidente vascular cerebral

Para alguns distúrbios, é difícil determinar se o risco aumenta com o estrogênio isolado ou estrogênio com um progestogênio (terapia combinada). Embora seguir uma terapia hormonal aumente o risco de todos os distúrbios acima, o risco ainda é baixo em mulheres saudáveis que seguiram uma terapia hormonal por pouco tempo ou logo após a perimenopausa.

  1. O risco da maioria desses distúrbios aumenta com a idade, principalmente 10 anos ou mais após a menopausa, independentemente de seguir ou não uma terapia hormonal.
  2. Em mulheres mais velhas, tomar estrogênio com um progestogênio também aumenta o risco de ter doença arterial coronariana.
  3. Pensa-se que os riscos da terapia hormonal são menores quando se utilizam doses baixas de estrogênio,

As apresentações de estrogênio para inserção na vagina (como cremes ou anéis com estrogênio ou comprimidos de estrogênio ) normalmente possuem doses menores em relação aos comprimidos de uso oral. O estrogênio administrado por meio de um adesivo na pele (por via transdérmica) parece ter um risco menor de causar coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e distúrbios da vesícula biliar (como cálculos biliares) que outras apresentações que são tomadas por via oral.

Osteoporose Câncer colorretal

Os progestogênios têm alguns benefícios:

Câncer de endométrio: Tomar um progestogênio com estrogênio quase sempre elimina o risco de câncer de endométrio na mulher que ainda possui o útero. Ondas de calor: Os progestogênios de alta dose podem aliviar as ondas de calor. Porém, eles não são tão eficazes quanto o estrogênio.

Os progestogênios podem aumentar o risco de:

Um aumento nos níveis de colesterol LDL (o colesterol ruim): Os progestogênios podem ter esse efeito. Contudo, a progesterona micronizada (uma forma de progesterona natural em vez de sintética) parece exercer um efeito menos negativo sobre os níveis de LDL que as progestinas sintéticas. Coágulos sanguíneos nas pernas e nos pulmões.

O efeito de um progestogênio isolado no risco de outros distúrbios ainda é desconhecido. Os efeitos colaterais do estrogênio e dos progestogênios, principalmente em doses altas, podem incluir náuseas, dor na mama, dor de cabeça, retenção de líquidos e alterações de humor. O estrogênio e/ou um progestogênio podem ser tomados de várias maneiras:

Comprimidos de estrogênio ou de um progestogênio tomados pela boca (por via oral) Comprimidos, cremes, anéis ou supositórios de estrogênio inseridos na vagina (via vaginal) Loções, sprays ou géis de estrogênio aplicados externamente sobre a pele (via tópica) Adesivos cutâneos (por via transdérmica) de estrogênio ou de combinação de estrogênio e progestogênio

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Na apresentação de comprimidos de uso oral, o estrogênio e um progestogênio podem ser tomados separadamente em dois comprimidos ou em um comprimido combinado. Normalmente, o estrogênio e um progestogênio são tomados todos os dias. Esse esquema pode causar sangramento vaginal irregular durante o primeiro ano ou nos anos seguintes de terapia (no entanto, se o sangramento continuar por mais de um ano, a mulher deve consultar o médico).

Outra opção é tomar o estrogênio diariamente e tomar um progestogênio durante 12 a 14 dias por mês. A maioria das mulheres que segue esse esquema apresenta sangramento vaginal mensalmente nos dias após elas terem tomado progestogênio. As apresentações vaginais do estrogênio são inseridas dentro da vagina.

Essas apresentações farmacêuticas incluem

Um creme que é inserido com um aplicador plástico Um comprimido que é inserido com um aplicador plástico Um supositório que contém estrogênio

Há diversos produtos, com diferentes dosagens e tipos de estrogênio, Cremes e anéis podem conter doses altas ou baixas de estrogênio, A mulher também recebe um progestogênio para reduzir o risco de ter câncer de endométrio, caso uma alta dose de estrogênio seja administrada por via vaginal.

Geralmente uma baixa dose é suficiente para tratar os sintomas vaginais. A utilização de estrogênio aplicado por via vaginal para tratar os sintomas que afetam a vagina (por exemplo, a secura ou adelgaçamento vaginal) pode ser mais eficaz que a ingestão do estrogênio por via oral. Esse tratamento ajuda a evitar que as relações sexuais sejam dolorosas, diminui a urgência de urinar e reduz o risco de ter infecções da bexiga.

O estrogênio pode ser aplicado na pele na forma de loção, spray ou gel, O estrogênio ou estrogênio mais um progestogênio também pode ser aplicado na pele na forma de adesivo transdérmico, SERMs, como raloxifeno e tamoxifeno, funcionam como o estrogênio em alguns aspectos, mas revertem seus efeitos em outros.

  • O raloxifeno é utilizado para tratar osteoporose e prevenir o câncer de mama.
  • O tamoxifeno é utilizado para tratar o câncer de mama.
  • O ospemifeno pode ser utilizado para aliviar a secura vaginal.
  • Quando a mulher toma um SERM, é possível que as ondas de calor piorem temporariamente.
  • O bazedoxifeno é um SERM que é administrado junto com estrogênio através de um comprimido combinado.

Ele pode aliviar as ondas de calor e os sintomas de atrofia vaginal, reduz a dor nos seios, melhora o sono e previne a perda óssea. Assim como o estrogênio, este medicamento aumenta o risco de desenvolver coágulos sanguíneos nas pernas e nos pulmões, mas ele pode reduzir o risco de apresentar câncer de endométrio e ele tem menos efeitos sobre a mama.

  • A desidroepiandrosterona (DHEA) é um esteroide que é produzido nas glândulas adrenais e que é convertido em hormônios sexuais ( estrogênios e androgênios).
  • Ela está disponível em supositórios que são colocados na vagina.
  • Aparentemente, a DHEA alivia a secura vaginal e outros sintomas da atrofia vaginal.

Ela também é utilizada para reduzir a dor durante as relações sexuais devido à atrofia vaginal.

Como é a última menstruação antes da menopausa?

Menstruação irregular O principal sintoma que define a proximidade da menopausa é a irregularidade na menstruação. Pode acontecer de não descer em um mês, ficar meses sem descer ou descer duas vezes no mesmo mês.

O que inflama o corpo na menopausa?

Estrogênio e articulações: qual a relação? – A queda dos níveis de estrogênio é uma das principais causas de dor nas articulações durante a menopausa. “O estrogênio é responsável por regular os níveis de fluidos no corpo. Portanto, se os níveis desse hormônio estiverem baixos, o corpo torna-se menos capaz de reter água, o que pode afetar a hidratação e lubrificação dos tecidos articulares, incluindo as cartilagens, ligamentos e tendões”, comenta Walkíria.

A água também é uma parte natural do líquido sinovial, substância semelhante a um gel que lubrifica a cartilagem e ajuda as articulações a se moverem sem criar atrito. Dessa maneira, sem água suficiente, a flexibilidade e a lubrificação dos tecidos articulares podem ser afetadas e, como resultado, surgem as dores articulares.

Outro fator de risco para as dores articulares é o ganho de peso, algo muito comum na época da menopausa. “O excesso de peso coloca pressão adicional nas articulações que suportam o peso, como joelhos e quadris”, diz Walkíria.

Por que a barriga cresce na menopausa?

Como perder barriga na menopausa O período da menopausa na vida da mulher traz um grande risco de ficar com sobrepeso e obesidade devido às alterações hormonais que ocorrem no corpo. Descubra como evitar isso! Qual O Sintoma Da Menopausa Perder a “barriga” é principalmente uma questão de exercício. O seu tecido adiposo não vai ajudar por causa de todas as mudanças que já tem que lidar. Mas uma nutrição saudável deve fazer maravilhas! É de conhecimento geral que perder uns quilos aos 20 anos, é bem mais fácil do que aos 50.

  • Não só pelos níveis de energia, como por questões hormonais.
  • Durante a altura da menopausa, a distribuição do tecido adiposo muda de forma específica, acumulando excesso de gordura no abdómen, causando a famosa “barriga” – aquela que mói e demora a ir embora.
  • A melhor estratégia é não esperar que ela se instale, mas sim contrariá-la aos primeiros sinais(2).

Surge a questão: “mas como?”. Damos-lhe as três dicas essenciais que precisa de ter do seu lado. Evite as dietas supostamente milagrosas – o jejum, as dietas de fruta ou rica em proteínas. Deve basear-se numa dieta rica em fibras e equilibrar com o consumo de vegetais e frutas.

  • As dietas extremistas geralmente causam um rápido declínio no peso corporal, porém podem causar deficiências de vitaminas e minerais, perda de proteína e até mesmo perturbações no equilíbrio de água.
  • Perde-se não apenas gordura, mas também massa muscular.
  • Personalize a sua dieta e faça exercício físico Além disso, seguir um plano racional de perda de peso aconselhado individualmente por um nutricionista pode contribuir para a melhoria, não apenas na aparência, mas também naquilo que é mais importante, o seu estado de saúde(1).

Bem sabemos que, como quase em tudo, o difícil é começar! Criando regras e assumindo o compromisso, metade do caminho fica feito. Limite a ingestão de açúcar ou elimine-o por completo. Para quem não o consegue fazer a 100%, opte por usar açúcar natural – presente na fruta – ou opções saudáveis como chocolate preto acima dos 70% de cacau, açúcar de coco, mel, canela ou stevia.

Nunca se esqueça de ler os rótulos dos produtos. Adeus alimentos processados, assados, fritos, margarinas e tudo o que contém gorduras produzidas industrialmente. Além de prevenir a acumulação de gordura no abdómen, estará também a precaver doenças cardiovasculares! A primeira regra é muito importante: não saltar nenhuma refeição.

Isso significa fazer 4-5 refeições por dia a cada três horas, baseadas em alimentos ricos em fibras : frutas, legumes, frutos secos e grãos integrais (por exemplo aveia e arroz integral). É importante lembrar que batatas, batatas doces e outras raízes não são classificadas como frutas ou vegetais! Segunda regra: uma dieta saudável passa também por reduzir a quantidade total de gordura ingerida.

  1. E reduzi-la pode passar por algumas alterações na forma de cozinhar os seus pratos,
  2. Opte sempre por retirar a parte gordurosa da carne, usar óleo vegetal (e não óleo animal) e prefira cozer em vez de fritar.
  3. Além disso, limite o consumo de alimentos que contenham grandes quantidades de gorduras saturadas, como queijo, gelados, carne gordurosa e manteiga.

Por último, mas não menos importante, opte usar menos de 5g de sal (equivalente a uma colher de chá) por dia, Pequenas alterações que podem fazer toda a diferença no funcionamento do seu corpo e no seu bem-estar físico!

A menopausa é uma mudança importante, mas algumas regras não mudam muito! Para perder a barriga, as regras são estas:· Faça exercício regularmente · Opte por uma nutrição saudável · Não coma doces e alimentos gordurosos Regras para uma dieta saudável:

1. Coma um número certo de refeições por dia 2. Coma produtos ricos em fibra 3. Evite açucar 4. Evite refeições gordurosas Se estas regras não são o suficiente, procure ajuda de um especialista. Um nutricionista deverá ser uma prioridade. COM O SKINCONSULT AI Identifica as necessidades da tua pele COMEÇA O TEU DIAGNÓSTICO : Como perder barriga na menopausa

Quais os sintomas da menopausa e quanto tempo dura?

A palavra “pausa” no termo “menopausa” pode sugerir que esta fase da vida é breve ou temporária, pouco mais do que uma interrupção irritante. Mas, na realidade, os sintomas associados a ela podem durar uma década ou mais, e há chances de que um sintoma ou outro nunca melhore.

  • Segundo Stephanie Faubion, diretora da Mayo Clinic Women’s Health, a menopausa teoricamente começa após o último período menstrual.
  • Mas, como não há sinais claros de que o momento chegou e os ciclos menstruais geralmente são irregulares durante essa fase, os profissionais de saúde geralmente não diagnosticam a menopausa até que a pessoa tenha passado um ano inteiro sem menstruar.

E então, você está na pós-menopausa para o resto de sua vida, o que, de acordo com Faubion, pode ser de um terço a metade da vida de uma mulher. Nos Estados Unidos, a idade média para ter o último período menstrual é de 52 anos, de acordo com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do país.

Mas acima de 45 anos já é considerado normal, e cerca de 95% das mulheres atingem esse marco aos 55 anos. No entanto, os sintomas podem começar vários anos antes e continuar por anos depois. A intensidade e duração deles também pode variar muito; algumas mulheres experimentam pouco incômodo e outras acham que os sintomas interferem significativamente em suas vidas e trabalho.

O primeiro sinal de que você está entrando na transição da menopausa geralmente é uma mudança em seus ciclos menstruais. Os períodos podem ficar mais próximos ou mais distantes, e o sangramento pode ser mais leve ou mais pesado, explica Siobán Harlow, diretora do Centro de Ciências da Meia-idade da Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan.

Essas mudanças podem ser imprevisíveis e enervantes, e em mulheres que experimentam períodos mais intensos, é possível ter uma quantidade perigosa de perda de sangue, exigindo cuidados médicos. Ao mesmo tempo, as flutuações no estrogênio podem fazer com que elas “comecem a ter ondas de calor e suores noturnos, ou tenham enxaqueca, ou não durmam bem, ou se sintam super irritável”, diz Faubion.

Então, elas podem ter alguns ciclos normais e uma pausa nos sintomas, seguido do ressurgimento deles. Uma série de outros sintomas também pode ocorrer com a transição da menopausa, incluindo depressão, ansiedade, confusão mental, alterações na pele e no cabelo, dor nas articulações e secura vaginal.

Uma vez que você passa 60 dias sem sangramento, você está no que é conhecido como a transição da menopausa tardia; a partir daqui, a maioria das mulheres terá seu período final dentro de dois anos, disse Nanette Santoro, professora de obstetrícia e ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado.

Nesse estágio, os sintomas tendem a aumentar, de modo que, se foram irritantes no início da transição, eles pioram um pouco. Ondas de calor, às vezes acompanhadas de suores noturnos, estão entre os sintomas mais comuns da menopausa, experimentados por até 80% das mulheres.

  • Em um estudo de 2015 com cerca de 1.500 mulheres americanas que experimentaram ondas de calor frequentes ou suores noturnos, esses sintomas duraram em média 7,4 anos no total, geralmente começando vários anos antes do período final e continuando por uma média de 4,5 anos depois.
  • As mulheres que começaram a sentir ondas de calor no início da transição da menopausa – antes de atingirem o marco de 60 dias sem menstruação – tiveram que suportar esses sintomas por mais tempo, um total de 11,8 anos em média.

— Se começar cedo, pode ser uma menopausa muito longa e irritante. E, considerando isso, você pode procurar ajuda mais cedo ou mais tarde — afirma Santoro. Dos vários grupos raciais e étnicos incluídos no estudo de 2015, as mulheres de ascendência japonesa e chinesa tiveram a duração mais curta dos sintomas de ondas de calor (média de 4,8 e 5,4 anos, respectivamente), e as mulheres negras tiveram a mais longa, com média de 10,1 anos.

Em um estudo publicado em fevereiro, Harlow e seus colegas revisaram evidências de que mulheres negras nos EUA também tiveram, em média, menopausa precoce e maior incidência de depressão e distúrbios do sono associados à menopausa quando comparadas com mulheres brancas. Os autores propuseram que essas disparidades poderiam estar ligadas, pelo menos em parte, a uma maior tensão financeira e estresse na vida, experiências com discriminação e menos atividade física — todos esses fatores, observaram os autores no estudo, “têm raízes no racismo sistêmico”.

De acordo com Faubion, a maioria dos sintomas da menopausa diminuirá após uma média de 7 a 9 anos, mas cerca de um terço das mulheres terão sintomas por uma década ou mais. Um profissional de saúde especializado em menopausa pode ajudar a buscar opções de tratamento, incluindo terapia hormonal, que pode tornar os sintomas muito mais gerenciáveis, acrescentou.

Um sintoma que normalmente não melhora é a secura vaginal, que também pode ser acompanhada por dor ou incômodo na hora do sexo, maior urgência urinária e, às vezes, infecções do trato urinário mais frequentes, explica Faubion. Esses sintomas só pioram com o tempo, por isso vale a pena procurar tratamento imediatamente.

Isso pode incluir lubrificantes ou hidratantes vendidos sem receita ou tratamentos de estrogênio vaginal prescritos, completou. Uma vez que você atinge a menopausa, você tecnicamente está nela para a vida toda. Mas você saberá que terminaram as mudanças da menopausa quando os outros sintomas melhorarem.

As flutuações hormonais se acalmam e, quando chegam aos 65 ou 70 anos, as mulheres estão lidando mais com as mudanças do envelhecimento do que com as mudanças nos hormônios reprodutivos. — simplesmente desaparecem, e algumas mulheres descrevem uma sensação de alegria pós-menopausa neste estágio — afirma Santoro.

E há várias vantagens em passar pela menopausa. Condições dolorosas como miomas e endometriose geralmente melhoram, por exemplo, e você não precisa mais se preocupar com menstruação ou gravidez, diz Faubion. Embora ela tenha enfatizado que as infecções sexualmente transmissíveis continuam sendo um risco e uma razão para continuar usando preservativo durante o sexo.

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O que acontece com o nosso corpo na menopausa?

– Alterações no vigor da pele, dos cabelos e das unhas, que ficam mais finos e quebradiços; – Alterações na distribuição da gordura corporal, que passa a se concentrar mais na região abdominal; – Perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia; – Risco aumentado de doenças cardiovasculares.

É possível sentir prazer na menopausa?

Você também pode sentir prazer na menopausa! Qual O Sintoma Da Menopausa Alguém ainda acredita que na menopausa não se pode sentir prazer? Esse é um mito antigo e repleto de tabus, mas não se engane: a menopausa também pode render ótimas experiências sexuais! Uma das mudanças mais evidentes nessa fase da vida são as alterações hormonais.

Isso afeta na libido? Infelizmente, as alterações podem afetar a libido, sim, principalmente porque diminui a produção de hormônios que são muito importantes para a lubrificação vaginal. Entretanto, não pense que isso significa que não há alternativa, pois hoje em dia há tratamentos variados que restabelecem a sua libido, como a terapia de reposição hormonal, por exemplo.

A diminuição dos hormônios também reduz a lubrificação vaginal, o que pode inclusive deixar as relações desconfortáveis. Nesse caso, uma das opções é o laser ginecológico, que atua de forma minimamente invasiva para restabelecer a lubrificação, especialmente quando combinado aos exercícios pélvicos.

O melhor método sempre dependerá de cada caso: enquanto em algumas mulheres o ideal é a reposição hormonal, outras podem optar pelo laser ginecológico como tratamento para o problema.Se você está na menopausa, não deixe de conversar com o seu ginecologista e entender o que é melhor para garantir o que você merece: o prazer em qualquer fase da vida!#obstetricia #mastologia #cirurgiaplastica #saudesp #bemestar #saude #ginecologiasp #mastologiasp #obstetriciaperdizes #ginecologiaperdizes #mastologiapedizes #ginecologiamooca #obstetriciamooca #mastologiamooca #drmarcelodaia #draliviadaia #saudedamulher #saudefeminina #menopausa #laserginecologico #reposicaohormonal #vidasexual

: Você também pode sentir prazer na menopausa!

Qual a idade limite para engravidar naturalmente?

Até que idade a mulher pode engravidar naturalmente? – Como foi dito, atualmente, a mulher demora mais para planejar a ter filhos motivada geralmente pela vida profissional. No entanto, há questões biológicas que precisam ser consideradas, afinal, quanto mais avançada for a idade da mulher, mas difícil é a concepção natural.

Isso acontece principalmente porque ela nasce com um número determinado de folículos e óvulos, que também perdem qualidade com o passar do tempo. O pico da sua vida reprodutiva é entre 20 e 30 anos, mas ela tem boas condições de engravidar até os 37 anos. A partir dos 37 os níveis da reserva ovariana já estão mais baixos e fica mais difícil engravidar.

O período reprodutivo se encerra na menopausa, que ocorre entre os 45 e 50 anos, quando os ovários entram em falência. Assim, mesmo a mulher que não tem nenhum problema relacionado à fertilidade pode levar mais tempo para engravidar naturalmente após os 37 anos.

  1. E, depois dos 40 anos, a dificuldade é ainda maior.
  2. Além de uma menor quantidade de óvulos, os gametas envelhecem e perdem qualidade, o que pode comprometer a saúde do embrião e levar a abortamentos espontâneos.
  3. Óvulos de mulheres mais velhas também têm uma zona pelúcida mais espessa, camada de glicoproteínas que os protege, dificultando a fecundação, uma vez que o espermatozoide precisa rompê-la para que isso aconteça.

Apesar de a idade ser o principal fator de infertilidade feminina, mulheres mais novas também podem ter dificuldades para engravidar como consequência de diferentes doenças ou condições.

Quanto tempo pode ficar sem menstruar na menopausa?

Um ano sem menstruacao estarei na menopausa Deixar de menstruar equivale mesmo à entrada na menopausa? Saiba como confirmar se as duas coisas estão associadas. Descubra mais com os Laboratórios Vichy! Qual O Sintoma Da Menopausa Deixar de menstruar equivale mesmo à entrada na menopausa? Saiba como confirmar se as duas coisas estão associadas. Quando a menstruação começa a parar, esta é uma das primeiras perguntas que normalmente surgem na cabeça de qualquer mulher, sobretudo a partir dos 45 anos.

Seguem-se outras questões como: “Como é que uma coisa que me acontece há mais de 30 anos está, de repente, a parar? Quantos meses tenho de esperar para que possa considerar que acabou de vez? O que acontece a seguir a isto? O que preciso de saber?”. Na verdade, embora deixar de menstruar seja um dos sinais mais evidentes da entrada neste período, poderá demorar alguns meses até essa realidade corresponder, de facto, a uma confirmação.

A atividade ovárica não corresponde a uma ciência exata e, como tal, pode ser assimétrica e resultar em períodos irregulares. Por esse motivo, a primeira coisa a reter quando a menstruação começa a parar é não perder a noção do tempo. É fundamental perceber se são episódios isolados, associados a alguma outra questão, ou se é algo regular e há quanto tempo assim o é: 12 meses consecutivos é o tempo pré-estabelecido para determinar esta fase.

Para algumas mulheres, o retorno da funcionalidade dos ovários é uma realidade ainda que, geralmente, temporária. De qualquer forma, e para despiste, poderá submeter-se a um exame ultrassom pélvico, até para despistar outras causas possíveis para este regresso. E, claro, independentemente do exame, é fundamental não descurar as consultas de ginecologia.

É também importante que esta questão não se torne um foco de stress e de ansiedade – trata-se de um processo normal na vida de todas as mulheres, ainda que apresente contornos distintos em cada caso. Em resumo

● Recorra a um acompanhamento ginecológico regular para observação da sua atividade ovárica; ● Se estiver 12 meses seguidos sem menstruar, é extremamente provável que esteja na menopausa, pelo que deve ficar atenta ao tempo; ● Se passado um ano voltar a menstruar, deverá realizar um exame ultrassom pélvico.

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É normal sentir dor de cólica na menopausa?

O climatério é o período na vida da mulher que marca a transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva. Ele é caracterizado pela redução progressiva dos hormônios sexuais, principalmente o estrogênio, que pode levar a sintomas desagradáveis e impactar a qualidade de vida.

  1. Esse período pode durar vários anos e é dividido em quatro fases: pré-menopausa, perimenopausa, menopausa e pós-menopausa.
  2. Pré-menopausa A pré-menopausa começa alguns anos antes da última menstruação e é caracterizada pela diminuição gradual da produção hormonal.
  3. Nesta fase, os ciclos menstruais podem se tornar irregulares, podendo haver variações no fluxo menstrual e sintomas como cólicas, inchaço e irritabilidade.

Além disso, podem ocorrer alterações de humor, insônia, diminuição da libido e ondas de calor. Perimenopausa A perimenopausa é a fase que começa cerca de um ano antes da menopausa e se estende por alguns anos após a última menstruação. Nesta fase, a produção hormonal diminui ainda mais e pode haver um aumento nos sintomas, como ondas de calor, suores noturnos, irritabilidade, ansiedade, insônia e diminuição da libido.

Menopausa A menopausa é definida como a ausência de menstruação por um período de 12 meses consecutivos. Nesta fase, a produção hormonal está muito reduzida, o que pode levar a sintomas como ressecamento vaginal, dor durante a relação sexual, incontinência urinária, insônia, irritabilidade, diminuição da libido, osteoporose e aumento do risco cardiovascular.

Pós-menopausa A pós-menopausa é a fase que começa um ano após a última menstruação e dura até o fim da vida. Nesta fase, os sintomas podem continuar, mas geralmente são menos intensos. Além disso, as mulheres nesta fase têm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares e osteoporose.

É possível amenizar os sintomas de todas as fases do climatério de maneira segura e natural. Muitas mulheres para amenizar os sintomas do climatério, recorrem a terapias de reposição hormonal. No entanto, as terapias hormonais podem apresentar riscos e efeitos colaterais. Por isso, cada vez mais crescem as alternativas naturais para aliviar estes sintomas.

A suplementação natural com compostos bioativos, pode ajudar a equilibrar os níveis hormonais e reduzir os sintomas do climatério desde antes de eles se iniciarem. Como medida preventiva, as mulheres podem buscar a suplementação a partir dos 35 anos (desde que devidamente acompanhada por um profissional de saúde).

  • A Ages acredita no uso de compostos bioativos naturais como o caminho adequado para se alcançar uma longevidade ativa e saudável, livre das questões relacionadas ao natural processo de envelhecimento.
  • Por isso, pensando na preservação e manutenção da saúde feminina, desenvolvemos o Ormona®, um complexo bioativo inédito composto por geranilgeraniol, tocotrienóis, daidzeína e genisteína, C3G e ácido gálico, que atua diretamente na preservação da Saúde Ovariana, modulando o equilíbrio hormonal feminino e contribuindo com a mitigação dos sintomas em todas as fases do climatério.

Ormona® é comercializado ao consumidor final nas melhores farmácias de manipulação em todo o país, vide prescrição. Fale conosco para saber mais sobre ele.

Quantos anos a pessoa para de menstruar?

Saiba o que é a menstruação, quando ela acontece e quais as principais características Na segunda publicação da série especial “Saúde da Menstrual”, entenda o que é a menstruação, quando ela acontece, quais as principais características e os sintomas mais comuns.

O objetivo é orientar mulheres sobre os cuidados com a própria saúde. Processo natural do corpo da mulher, a menstruação marca o início da puberdade e é caracterizada pelo sangramento causado pela descamação do útero quando não há fecundação. É nesse processo de amadurecimento que ocorre o aumento gradual na secreção de determinados hormônios, que começa em torno dos 8 anos de idade.

A menarca, nome dado à primeira menstruação, ocorre geralmente entre 11 e 16 anos. A partir dela, todo mês o corpo feminino se prepara para a fecundação do óvulo. Quando não ocorre, o endométrio se desprende do interior do útero. Alguns dias antes da menstruação, a mulher apresenta os primeiros sintomas da Tensão Pré-Menstrual, popularmente conhecida como TPM.

  1. Trata-se de uma síndrome causada pela variação hormonal, que acontece durante o período pré-menstrual, especificamente uma alteração iniciada após o período ovulatório.
  2. Essa mudança pode interferir no sistema nervoso central, causando uma série de sintomas.
  3. Em algumas mulheres, duram dias antes da menstruação, em outras, se estendem durante o fluxo menstrual, se encerrando com o fim dele.

Alguns sintomas de TPM são: cólicas, dor de cabeça, inchaço, dor nas mamas, retenção de líquido, irritabilidade, ansiedade, insônia ou sonolência, dificuldade de concentração, fome exagerada, falta de apetite e até depressão. Entretanto, não é necessária a ocorrência de todos esses fatores para caracterizar a síndrome.

  • Durante o ciclo menstrual, que engloba o ciclo do endométrio/uterino e ciclo ovariano, a variação nos níveis hormonais de estrogênio e progesterona provoca alterações no endométrio, que é preparado para a fecundação do óvulo.
  • Como existem receptores hormonais em outros órgãos, esse processo pode causar diversos sintomas, a depender da fase do ciclo.

Periodicidade, intensidade e duração, são as três principais características da menstruação:

A periodicidade corresponde ao intervalo entre um fluxo e outro; A intensidade refere-se à quantidade de sangue que é liberada a cada menstruação; A duração é o número de dias que a menstruação dura; grande parte das mulheres apresenta fluxo com duração entre 3 e 7 dias.

É comum evacuar mais e também ter um aumento da frequência urinária nos dias de fluxo menstrual, por questões hormonais. Os fluxos menstruais, geralmente, se encerram definitivamente na menopausa, entre 45 e 55 anos de idade. Algumas mulheres podem parar de menstruar antes dos 40 anos, o que é conhecido como menopausa precoce.

  • A menopausa é reconhecida após 12 meses da sua ocorrência e marca a transição entre o período reprodutivo da mulher e o não reprodutivo.
  • Depois desse processo, não ocorrem mais ciclos menstruais e, na grande maioria das vezes, a mulher não pode mais ter filhos.
  • No entanto, pode acontecer que, após alguns meses de falha da menstruação, a mulher tenha a falsa impressão de estar na menopausa.

Esse período é chamado de pré-menopausa ou climatério e é marcado por ondas de calor. Nesse contexto, é possível que, com a liberação de um óvulo no mesmo período de uma relação sexual desprotegida, ocorra uma gravidez. Fran Martins Ministério da Saúde : Saiba o que é a menstruação, quando ela acontece e quais as principais características

É possível sentir prazer na menopausa?

Você também pode sentir prazer na menopausa! Qual O Sintoma Da Menopausa Alguém ainda acredita que na menopausa não se pode sentir prazer? Esse é um mito antigo e repleto de tabus, mas não se engane: a menopausa também pode render ótimas experiências sexuais! Uma das mudanças mais evidentes nessa fase da vida são as alterações hormonais.

  1. Isso afeta na libido? Infelizmente, as alterações podem afetar a libido, sim, principalmente porque diminui a produção de hormônios que são muito importantes para a lubrificação vaginal.
  2. Entretanto, não pense que isso significa que não há alternativa, pois hoje em dia há tratamentos variados que restabelecem a sua libido, como a terapia de reposição hormonal, por exemplo.

A diminuição dos hormônios também reduz a lubrificação vaginal, o que pode inclusive deixar as relações desconfortáveis. Nesse caso, uma das opções é o laser ginecológico, que atua de forma minimamente invasiva para restabelecer a lubrificação, especialmente quando combinado aos exercícios pélvicos.

O melhor método sempre dependerá de cada caso: enquanto em algumas mulheres o ideal é a reposição hormonal, outras podem optar pelo laser ginecológico como tratamento para o problema.Se você está na menopausa, não deixe de conversar com o seu ginecologista e entender o que é melhor para garantir o que você merece: o prazer em qualquer fase da vida!#obstetricia #mastologia #cirurgiaplastica #saudesp #bemestar #saude #ginecologiasp #mastologiasp #obstetriciaperdizes #ginecologiaperdizes #mastologiapedizes #ginecologiamooca #obstetriciamooca #mastologiamooca #drmarcelodaia #draliviadaia #saudedamulher #saudefeminina #menopausa #laserginecologico #reposicaohormonal #vidasexual

: Você também pode sentir prazer na menopausa!