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Qual A ImportNcia Da Filosofia Para O Pensamento?

Qual a importância Filosofia para o pensamento?

Por mais pensar.Porque Filosofia é essencial! Imagem: Internet Foto: Estadão O mundo tem assistido a uma avalanche de intolerâncias das mais diversas ordens, além de manifestações públicas de insatisfação e revolta, individuais ou coletivas, com relação a governos, instituições, ao outro ou mesmo com a própria vida.

A Filosofia permite ao ser humano compreender melhor a si mesmo, a sociedade e o mundo que o cerca, estimulando uma maior autonomia do pensar, agir e se comportar. A partir dela, e ao longo de séculos, foram e são fundamentados projetos, pesquisas, produções científicas, artísticas e culturais. A Filosofia nasceu da necessidade de orientar-se e encontrar um princípio norteador que ressalte o questionamento da existência do homem no mundo e do mundo no homem.

Ela é capaz de delimitar limites e, ainda assim, proporcionar liberdade. A experiência a partir de reflexões diversas estimula o exercício do espírito crítico, o qual permite um olhar interior para a relação consigo mesmo; com a comunidade e, acima de tudo, com o amplo sentido da existência – o que impacta no aprimoramento das relações.

  • A prática filosófica promove um diálogo aberto, dando maior significado ao ato de “escutar”.
  • O diálogo pode reforçar laços, sem abrir mão do princípio de não negar conflitos, mas sim, acolhê-los com equidade e bom senso, procurando-se ater às qualidades das dinâmicas relacionais.
  • Será dentro de uma instância ética e política que se favorecerá o impulso das interações coletivas de compreensão da realidade, destacando tanto o pensar quanto a conscientização no agir.

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O objetivo original da Filosofia é o da reflexão sobre as questões que envolvem o cotidiano e a maneira como é possível utilizar a capacidade de compreensão no delineamento de novas perspectivas para lidar com problemas e conflitos.Por meio do exercício do filosofar e do expandir da consciência, empregam-se maiores possibilidades na busca do reconhecimento das inquietações, para assim, transformá-las em respostas significativas.Diante de tudo isso, nota-se a importância do diálogo filosófico no processo de formação e transformação do indivíduo, considerando-o como simples intenção de quem procura mudar seu interior para, em contrapartida, mudar o modo de conviver consigo e com o outro.Para que isso aconteça positivamente, é imprescindível a construção de discursos que permitam orientar a percepção do que venha significar o ser e o estar no mundo e, neste exercício complexo, tecer oportunidades de estruturar juízos a partir de pré-conceitos para, dessa forma, reconhecê-los como impulsionadores da busca do entendimento, dos significados e das soluções.

Contribuição: Isaque Trevisam Braga Professor de Filosofia no Colégio Rio Branco Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em Filosofia Clínica pelo Instituto Interseção de São Paulo. Bacharel e Licenciado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Qual a importância da Filosofia para o desenvolvimento do pensamento crítico?

A filosofia faz com que o homem possa refletir de forma rigorosa e radical libertando-se do censo comum; a função da filosofia como muitos pensam não é só contemplar as coisas em si, mas, refletir cada ação humana nos possibilitando um entendimento coerente e crítico.

Quais as quatro características do pensamento filosófico?

Deve ser Radical a Filosofia?

Deve ser Radical a Filosofia? Ou A Filosofia e seus Pressupostos

A insatisfação com as certezas dogmáticas trazidas pelas explicações míticas do mundo fez nascer, com os gregos antigos, um novo vocabulário. Ao conjunto de expressões e conceitos recém-construídos por esse novo vocabulário convencionou-se chamar: Filosofia,

  • Este novo vocabulário começa a ser desenvolvido em colônias gregas, como a Jônia e a Magna Grécia (Península Itálica e Sicília), por volta do século VI a.C., e tem por intenção original uma busca pela racionalidade que regula e estrutura o universo e as coisas nele contidas.
  • Com isto, os primeiros pensadores gregos envolvidos nesta tarefa, posteriormente conhecidos como filósofos pré-socráticos, iniciam um processo de dessacralização da natureza.

Nesse processo, talvez mesmo sem se aperceberem, ofereceram as bases para o próprio pensar filosófico, Isto é, além de esboçarem um novo vocabulário, um novo arcabouço conceitual, ajudaram a desenvolver um novo pensar, A filosofia, portanto, é um outro pensar.

Um outro pensar no sentido de uma outra forma de enxergar e explicar o mundo. Um pensar que busca ultrapassar o dogmatismo mítico e o sagrado. Para que possa existir, entretanto, esta forma dessacralizada e não dogmática de pensar, alguns pressupostos precisam existir, algumas condições necessitam ser atendidas.

É o que será analisado neste breve Ensaio. Desde sua origem e até hoje, a filosofia estrutura-se em torno de um tipo de pensamento abstrato e sistematizado, marcado pela racionalidade, pela construção firme de conceitos e por uma rigorosa lógica interna de seus próprios argumentos.

Como a base, o ponto de partida, para essa estrutura de pensamento, para essa forma de pensar, ou dito de outra maneira, para que se possa mesmo chegar a esta forma de pensar, a filosofia precisa atender a alguns requisitos fundamentais. São quatro estes requisitos: rigorosidade, criticidade, totalidade e radicalidade,

Estas quatro características ou requisitos formam a condição de possibilidade da filosofia. Vejamos então um pouco mais detalhadamente cada uma destas características. Rigorosidade A análise filosófica deve ser, antes de mais nada, rigorosa, Rigorosa no sentido de um aprofundamento do método específico e determinado da pesquisa filosófica.

Uma pesquisa que exige a revisão de todos os conceitos e paradigmas anteriores acerca do tema ou assunto abordado. Pesquisa que deve ser seguida de uma análise que não se contente e nem se contenha naquilo já dito ou escrito. Análise esta que não se permita deter ao esbarrar em dogmas, tradições e certezas do passado.

Ao expor suas conclusões, o discurso filosófico deve estar centrado em conceitos que estejam dotados de uma estrutura interna coerente, concatenada e lógica. As conclusões obtidas da pesquisa e análise empreendidas devem ser claras, por mais complexo e abstrato que seja o tema estudado.

Rigorosidade, Criticidade A criticidade em filosofia nada mais é do que a busca de ultrapassagem do pensamento ingênuo. Ultrapassagem do pensamento que se contenta com as explicações já dadas e tidas como certas. Ultrapassagem de um pensamento que se acomode com o status quo existente. Ultrapassagem de um pensamento que não queira promover mudanças, que não objetive a transformação da realidade.

Toda a filosofia que não tenha a pretensão de contribuir com a construção de uma sociedade melhor, mais justa, mais equilibrada, mais humana, através da reflexão crítica, não-ingênua, não merece o título de filosofia. A filosofia não é neutra. A filosofia precisa ser construída sempre em bases de juízo de valor.

  • Talvez essa seja uma das principais distinções entre o pensar filosófico e o pensar próprio da Ciência.
  • Criticidade,
  • Totalidade ou Visão de Conjunto A percepção filosófica, o olhar filosófico, deve sempre buscar enxergar o todo, o conjunto,
  • Sua análise nunca pode ser parcial, fracionada, fragmentada.

Se for, não poderá pretender ser filosofia. O contexto e suas variantes devem ser levados em consideração. Os desdobramentos e as consequências daquela determinada perspectiva filosófica devem ser ponderados e pensados. Se as ciências são particulares, na medida em que se ocupam de forma mais centralizada em seu objeto específico de estudo, a filosofia é sempre de conjunto, isto é, relaciona e examina os problemas sob a perspectiva do todo, relacionando os diversos aspectos da realidade e das coisas entre si.

  • A filosofia deve pretender visar ao todo, à totalidade.
  • Evidentemente que a perspectiva e o referencial teórico adotados por cada filósofo irá influenciar sua abordagem e conclusões, atribuindo sempre um viés a sua análise.
  • Afinal, o pensar filosófico se posiciona.
  • Mas este determinado viés não deve deixar de levar em consideração ou negligenciar outros vieses, e mesmo o conjunto de vieses.

Totalidade, Radicalidade Aqui deve ser oferecida, enfim, a resposta à indagação proposta no título deste Ensaio: deve ser radical a filosofia? E a resposta é sim, Sim, o pensar filosófico precisa ser radical. Radical no sentido de uma reflexão que busque a raiz, a origem, os fundamentos, do problema ou da questão analisada.

  1. Um pensar que não vá às raízes de uma determinada questão, é um pensar ingênuo, fruto de uma consciência ingênua.
  2. Um pensar assim não é filosófico.
  3. O pensar filosófico precisa aprofundar sua reflexão até à fonte primeira daquela pretensão de verdade, desconstruindo e reconstruindo conceitos e fundamentos, mesmo que para manter ou defender sua validade.

O pensar filosófico, o filosofar, precisar ser Radical, Assim como a ciência, as artes, a espiritualidade, a filosofia é uma conquista da humanidade. Mas para que ela exista, a filosofia, para que ela pretenda ser filosofia, ela deve ser construída e pensada a partir destes pressupostos: rigorosidade, criticidade, totalidade e radicalidade,

Qual é o objeto de estudo da Filosofia?

A Filosofia tem como OBJECTO de estudo vários PROBLEMAS acerca da natureza, do conhecimento, do valor, etc., e as respostas que dá a esses problemas são as TEORIAS ou TESES que se defendem com argumentos.

Qual a grande importância da filosofia?

A filosofia faz com que o homem possa refletir de forma rigorosa e radical libertando-se do censo comum ; a função da filosofia como muitos pensam não é só contemplar as coisas em si, mas, refletir cada ação humana nos possibilitando um entendimento coerente e crítico.

Qual é o sentido da filosofia?

Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia O QUÊ É FILOSOFIA? A palavra Filosofia é de origem grega, e significa “amor à sabedoria”. Filosofar quer dizer refletir sobre questões fundamentais da vida humana porque quem o faz sente que precisa de uma resposta a essas questões para viver melhor.

Filosofa – mesmo sem saber o nome dessa atividade – quem se pergunta, por exemplo, como deveria ser uma sociedade justa, ou como distinguir entre o que verdadeiramente sabemos e o que apenas opinamos. Também filosofa que busca a maneira correta de enfrentar um dilema moral, ou quem quer saber se a existência humana tem um significado.

É possível que todo ser humano – não importando a época ou a cultura – tenha formulado para si tais perguntas, como o atesta a literatura: “Ser ou não ser, eis a questão” (Shakespeare) é uma inquietação filosófica. Podemos denominar a essa ocupação universal de Filosofia espontânea.

Dela se diferencia a Filosofia acadêmica, uma atividade intelectual que foi, por assim dizer, inventada pelos gregos séculos antes de Cristo e que faz parte importante da tradição cultural ocidental. É a Filosofia estudada, ensinada e discutida nas Universidades. E os filósofos (profissionais, poderíamos dizer) são aquelas pessoas que dedicam sua vida a refletir de maneira sistemática e rigorosa sobre as questões filosóficas.

A Filosofia acadêmica tem diversas áreas, sendo as principais: a Lógica, que estuda as formas de raciocínio correto, diferenciando-as das formas equivocadas pelas que podemos ser enganados. A Epistemologia ou Teoria do Conhecimento, em que se indaga sobre a natureza do conhecimento humano, seus fundamentos, variedades e limites.

A Ontologia, o ramo da Filosofia em que tratamos de esclarecer em que consiste dizer que algo existe, ou que é real, à diferença de ficções (os números, por exemplo, existem?). A Ética, que pesquisa os fundamentos dos juízos morais. A Filosofia Política, endereçada a compreender e questionar a organização da vida social e o exercício do poder.

A Filosofia da Linguagem, que analisa esse instrumento básico da humanidade. E a Estética, cujo interesse gira em torno da experiência artística. Como se pode advertir, a Filosofia é uma atividade intelectual muito abrangente. À diferença das ciências, ela não está limitada a um setor ou aspecto da realidade.

Pode-se filosofar a propósito de tudo quanto desperta nossa admiração ou provoca nossa dúvida. E filosofamos, não apenas na solidão do nosso pensamento, mas em diálogo com os demais homens. Em particular, lendo as obras dos filósofos famosos (Platão, Aristóteles, Descartes, Kant, Nietzsche, Habermas) que são aqueles pensadores que formularam de maneira particularmente rigorosa as questões filosóficas, de tal modo que suas ideias ainda hoje podem nos ajudar a compreendê-las e respondê-las.

O currículo do curso de Filosofia, em qualquer universidade, está integrado por diversas disciplinas que correspondem às áreas filosóficas, e prepara, seja para ser um pesquisador profissional nessas matérias, seja para ensinar na escola ou na própria universidade.

  1. Os estudos filosóficos podem ser também um valioso complemento de qualquer formação científica, técnica ou artística, porque filosofar capacita a pessoa para exercitar a sua atividade, seja ela qual for, de maneira mais lúcida e rigorosa.
  2. Um físico que reflete sobre o que seja ciência, um engenheiro que o faz sobre a natureza da tecnologia, um pintor que pensa o propósito da criação, são melhores profissionais.

E ser melhor é o ganho que promete a Filosofia, que não é útil em sentido material nem econômico, porém valiosa para a qualidade da existência. Porque, como afirmou o filósofo Sócrates, “uma vida sem exame não é digna do homem”. : Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia

Qual a importância da filosofia para nossa vida nossa existência nossa convivência em sociedade?

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO – A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA FILOSOFIA EM NOSSAS VIDAS!! – Em primeiro lugar devemos destacar que todos os seres humanos querem ser e ter alegria fundamental para continuidade de uma vida próspera e feliz. Assim sendo, relembramos do grande filósofo Pitágoras no século IV a.C, que como todos conhecemos, destacava que a própria palavra filosofia tem como significado a arte do amor, da amizade e da sabedoria.

Uma junção de sabedoria amada, e ou amiga da sabedoria. Logo, quem não quer tem uma vida cheia de alegria, amor, amizades e sabedoria? Todos! Em nosso cotidiano é notório a nossa vivência bem perto das ações filosóficas, ou seja, sempre com a participação da filosofia. Podemos destacar como o próprio filósofo Nietzsche destaca em vários de seus feitos e ensinos, que que há sempre dúvidas, e nessas dúvidas que o filósofo destaca, é que podemos viver em nossos dias, procurando a certeza de nossas buscas e curiosidades a fim de adquirimos a verdade do que buscamos.

Outrossim, podemos destacar ainda a sempre presença da filosofia em nossas vidas, como o próprio filósofo William MacAskill, da Universidade de Oxford, em um de seus livros, nos aconselha a sempre fazermos nos, perguntas como se estamos ajudando uma área que está esquecida e, portanto, carente de recursos? Ou doamos quando ocorre uma catástrofe e, portanto, já existem muitas pessoas dando uma mãozinha? William destaca esse seu conceito no sentido de queremos ajudar o próximo de modo em geral.

Veja, que no fundo é uma verdade que nos acompanha em nosso dia a dia, e que por sinal tem seus pontos de verdades em nosso cotidiano. Várias outras situações poderíamos destacar aqui junto as nossas ações cotidianas com a participação da filosofia, como; a política, as conquistas, as lutas, os amores, a vida e até a morte.

Schopenhauer acreditava que o amor era um mal necessário, O erro estaria em esperar demais dele e acreditar que só amamos uma vez na vida. “Para ele, o amor era terrível, instável, dilacerante, mas fundamental. Ainda assim, Schopenhauer tem dicas muito atuais a respeito de relacionamentos.

  1. Em linhas gerais, ele defende: desista do sonho do amor para toda a vida.
  2. Se um relacionamento deu errado (e, em algum momento, ele provavelmente vai dar), parta para outro, sem culpas.
  3. CORDEIRO, 2016).
  4. Outrossim, desde que oficializada como obrigatoriedade do ensino de filosofia no ensino médio, e não só em decorrência desse aval de lei, mas devemos destacar a importância para a educação em nosso contexto, até porque, como destacou o Pitágoras, que essa mesma filosofia é um aprofundamento de sabedoria e união estável junto ao amor, alegria etc.
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Ademais, o conceito da Filosofia é, sem dúvida fundamental na vida de todos os seres humanos, proporcionando a prática de análise, reflexão e crítica em benefício do encontro do conhecimento do mundo e do homem de forma em geral. Com certeza, a filosofia é de suma importância em todas as fases da educação escolar como um todo.

É nela que se desperta o aguçamento para o seu senso crítico, levando o mesmo, desde cedo a adquirir seus questionamentos, busca de valores e ter uma participação ativa dentro de uma sociedade, seja ela onde ele estiver. Sócrates foi grande defensor das buscas dos conhecimentos, assim, que enunciava o despertar para a busca dos diálogos nas praças de Atenas na Grécia antiga, por volta dos séculos IV e V a.C.

Sócrates defendia as habilidades argumentativas e dialéticas. Valorizando assim, o uso da palavra e da razão. Sócrates e os socráticos apreciavam analisar questões humanas, seus valores, verdades e fundamentos. Os homens fariam melhor se investigassem a si mesmos: a verdadeira descoberta estava no interior da alma humana, e não fora dela.

  • TANCREDI, 2020).
  • Veja, que desde séculos atrás, a filosofia já fazia participação na área pedagógica, diga se, ao ponto em que Sócrates e seus discípulos participava ativamente na missão de ensinar e alto declarar apoios a aprendizagem, todas as áreas pedagógicas eram afetas para bem comum da discriminação do contexto intuitivo de aprender a se comunicar, a ter valores com deveres e responsabilidades.

Nos dias de hoje da mesma forma acontece, onde a filosofia em si coloca cidadãos a ser tornarem verdadeiros atuantes de suas participações com alguém quem tenha escolhas, tenha o senso crítico aguçado e participativo, assim como, sujeitos discentes em todos os níveis da educação, para se tornaram pessoas conscientes e formadoras de opinião no presente e futuro com os seus descendentes.

  1. No entanto, é preciso compreender as formas variadas do saber que vamos conhecendo dia após dia; o saber cientifico assim como o filosófico, tem suas atuações, atenuações e particípio como um todo.
  2. Onde o conhecimento científico pode compreender as informações e os fatos que são comprovados por meio da ciência como um todo; já o conhecimento filosófico nasce a partir das reflexões que todos os seres humanos fazem sobre questões subjetivas.

Dessa forma, destacamos o papel da ciência com seus estudos lógicos de valor e comprovações em decorrência de variadas situações, desde as questões do evolucionismo até a própria formação do mundo, dos seres e sucessivamente as demais situações de até conquistas em nosso dia a dia.

  • Tendo como base análises e testes científicos.
  • No entanto, o saber filosófico tem concomitação com a natureza, razão e coerência com as mais variadas realidades.
  • Valorativo, pois lida com hipóteses que não podem ser observadas, como o imaterial e o subjetivo.
  • Baseados nas reflexões de conceitos e ideias construídas, a partir do uso do raciocínio em busca do saber dentro do conhecimento filosófico.

Santo Agostinho destacava que era preciso; “Crer para compreender e compreendo para crer melhor.” Nisso resumimos o pensamento filosófico em crer, analisar e refletir. “De modo que se os homens filosofaram para se libertarem da ignorância, é evidente que buscavam o conhecimento unicamente em vista do saber e não por alguma utilidade prática” (Aristóteles, Metafísica, Livro Alpha, 19-21).

Outrossim, a filosofia antiga e a moderna contemporânea se delineiam de acordo com seus frutos e atuações em decorrência de suas funções receptivas pelos sujeitos, não abstendo a questão temporal, haja visto que, tanto na questão antiga como na moderna e ou contemporânea, podemos dizer que tem seus feitos e efeitos aprazível no quesito construtor de uma mentalidade aberta, crítica e esclarecedora de seu mundo e momento atual vivido.

Seja ela na Grécia antiga, ainda nos séculos V, IV, III a.C, com Protágoras, Sócrates, Platão e ou outros; até nos dias de hoje em pleno século XXI, onde notadamente precisamos ter o objetivo de ensinar esse componente para fins de termos assim, uma sociedade que saiba diferenciar os papeis de condutas e suas acessões, com criticidade e reconhecimentos democráticos desse ou daquele pensamento e ação.

  1. Assim, os ensinamentos de Sócrates no século IV, sobre a busca da sabedoria, ter suas condutas ilibadas, ter métodos para poder confrontar as ideias e por si só, a defesa de seus direitos e deveres.
  2. Assim, esses mesmos ensinamentos devemos ter em nossos dias e temos! Imortalizado nos diálogos de Platão, Sócrates tornou-se um mestre e um exemplo da conduta ética até nossos dias.

Suas lições expressam -se em frases como: “Penso que não ter necessidade é coisa divina e ter as menores necessidades possíveis é o que mais se aproxima do divino”. (COTRIM; FERNDES.2016, p.222). Entretanto, é notório destacar que existem os chamados períodos filosóficos e seus autores por cada tempo determinado.

  • Não que mude seus pontos de vistas, mas, que agrega mais saberes do período antigo para com o moderno e contemporâneo.
  • Veja, que no período antigo poderemos destacar os já citados; Sócrates, Platão, Aristóteles e Tales de Mileto, o “Pai da Filosofia”.
  • Ele propunha que a água era a substância primordial da vida, denominada de arché.

Para ele “Tudo é água”. Esse período que tinha como base o conceito do ser, com o período do metafísico ontológico. De lá, para o período moderno, já nos séculos XV a seguir, se destaca o período epistemológico transcendental, com base conceitual da verdade, objetividade e validez.

  1. Nesse período se estaca os filósofos Descartes, Nicolau Maquiavel, John Locke, Montesquieu, Voltaire e Kant.
  2. Esse último, filósofo alemão com influência iluminista, tendo como busca, a explicação dos tipos de juízos e conhecimentos desenvolvendo um “exame crítico da razão”.
  3. A filosofia moderna começou no século XV quando tem início a Idade Moderna.

Teve como marca uma transição do pensamento medieval, fundamentado na fé e nas relações entre os homens e Deus, para um novo tipo de pensamento antropocêntrico, marca da modernidade. Permaneceu até o século XVIII, com a chegada da Idade Contemporânea.

  1. Essa com outros nomes importantes dentro da filosofia; Alguste Comte, Karl Marx, Friedrich Nietzsche, Jean Paul Sartre e Michel Foucault Filósofo francês, Foucault buscou analisar as instituições sociais, a cultura, a sexualidade e o poder.
  2. Essa Filosofia Contemporânea é aquela desenvolvida a partir do final do século XVIII, que tem como marco a Revolução Francesa, em 1789.

Engloba, portanto, os séculos XVIII, XIX e XX. Igualmente, de período em período, podemos destacar o importante papel dos pensamentos e suas atenuações, comprometidos, nesse caso com o processo ensino aprendizagem. Nisso se dá a grande importância do desenvolvimento de aplicação desse conceito filosófico no âmbito educação assim como, em nossa vida de forma em geral.

Como prova destaca se a origem da lógica ou o chamado “logos”. Que diz respeito ao pensamento verdadeiro e dentro de uma certa lógica, que determina a forma geral das proposições enunciadas. Assim sendo, uma ferramenta a ser utilizada do correto pensar e sucessivamente, o agir “logos”. Criada pelo filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) o estudo da lógica, chamado de analítica, a ser compreendida como um instrumento do correto pensar e a definição de elementos lógicos que fundamentam o conhecimento verdadeiro.

Basta destacar que são elementos ainda usados em nosso dia, em especial no que diz respeito a aplicabilidade contextual pedagógico no processo de educação aprendizagem. Veja, que ao aplicarmos essa temática como conteúdo aos sujeitos alunos, os mesmos estarão sendo provocas a buscarem sua compreensão como definidor logico do conhecimento.

Assim, sucessivamente em todos os meios da vida humana, fato não egresso para uma sociedade que deve sim, buscar meios lógicos de definição e não de afastamento dos mesmo para termos condição de melhores perspectivas de conhecimentos de todas as formas de lógicas existente usadas em tempos modernos.

Destacando a necessidade de em cada vez mais, se propusermos em buscas e aceitação de lógicas suficientemente para o bem comum e crescimento de conhecimentos verdadeiros dentro dos princípios lógicos em geral, assim como Aristóteles desencadeara. Para o filósofo grego Aristóteles, qualquer conhecimento que pretenda ser um conhecimento verdadeiro e universal deveria respeitar alguns princípios, os princípios lógicos.

Ele desenvolveu três princípios básicos que orientam a lógica clássica; o de identidade, da não-contradição e do terceiro excluído, ou terceiro excluso. (MENEZES, 2020). “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Quem ensina aprende ao ensinar.

E quem aprende ensina ao aprender”. Com esse dizer do grande professor e mestre Paulo Freire, destacamos que não há aprendizado em exagero. Ademais, o papel da filosofia em todos os âmbitos do ensino aprendizagem é um instrumento de valor agregador no desenvolvimento no ambiente escolar.

Como já mencionado na introdução; o ensino de filosofia foi promulgado pela da Lei 11.684, de 2 de junho de 2008, a Filosofia volta a ser uma disciplina obrigatória nas escolas brasileiras, em especial para alunos do ensino médio. Diga se de passagem, é notadamente o momento dos anos finais nesse ensino, e automaticamente a preparação para seu lançamento junto ao campo universitário e vida profissional, por conseguinte as suas ações em busca de seus objetivos.

Sendo assim, temos o ensino da filosofia como parte instrumental desse desenvolvimento intelectual, emocional e didático aprendizagem. Buscando assim, desenvolver a estimulação e reflexão do pensamento críticos dos sujeitos alunos, destacando assim, a consolidação desses sujeitos com suas personalidades, formação, desejos e ao mesmo tempo, provocando os, no desenvolvimento “desenrolado” para a busca e compreensão de seus métodos questionadores e capazes de se desenvolveres os seus próprios pensamentos e ações.

Formando cidadãos capacitados para enfrentar as diversas situações que poderão surgir em suas vidas. A Filosofia é fundamental na vida de todo ser humano, proporcionando assim, a prática de análise, reflexão e crítica em busca de vários benefícios rumo ao puro encontro do conhecimento do homem e do mundo e suas transfigurações.

Reconhecemos que a Filosofia é um produto não material, mas o conhecimento produzido nessa área materializa-se na linguagem, em conceitos filosóficos, organizados em um sistema de conceitos, assim como concebe Vigotski (2001) e Gorski (1959). Ademais, é dentro a aplicação do pensamento teórico que se chegará as ações práticas futuras.

Quando aplicado no ensino médio o componente segundo a BNCC, os sujeitos alunos em anos finais, estarão praticando ensaios para uma vida acadêmica e mundo profissional prático. Assim sendo, a extrema importância do ensino de filosofia como total instrumento de aprendizagem e desenvolvimento na vida dos discentes.

o pensamento teórico pode chegar à complexidade de manifestação do todo, reproduzir o processo de desenvolvimento e formação do sistema que integra o objeto do pensamento, expressar encadeamentos, leis e necessidades das coisas singulares em relação com o universal.

  • Considerando a unidade na diversidade, capta essencialmente a transição de um fenômeno a outro (MARTINS; ABRANTES, 2006, p.11).
  • Sendo assim, Davidov, pensa teoricamente a realidade implicaria para o indivíduo ultrapassar os fenômenos, vistos como ” manifestação imediata, externa da essência das coisas” (DAVIDOV, 1988, p.146-147).

E podemos destacar essa essência mencionada por Davidov como, o processo da aplicação do componente aos sujeitos no ambiente educacional escolar e automaticamente em vossas vidas como integração de objetivo do pensamento expresso como seres de pensamentos únicos e objetivos.

A inserção do componente do ensino da Filosofia no Ensino médio demonstra a lacuna existente para a construção do ser crítico e categoricamente preparado para interagir de forma complexa na sociedade como um todo. Destacando assim, que o ensino do componente da filosofia no ensino médio e outros ensinos, contribui como um todo, com aos demais conhecimentos e componentes propostos pelo currículo escolar, junto a compreensão das demais realidades apresentadas aos sujeitos alunos como forma de orientação, desenvolvimento, pensamento, criticidade e outros mais, como forma de lhes dá em todos os âmbitos de uma sociedade que precisa aprender muito em vários quesitos.

Sendo assim, é notório o poder transformador da filosofia no desenvolvimento de aprendizagem. Constituindo assim, total desafio na aprendizagem, mas valoroso sacerdócio! Pois, nesse contexto, “podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes humanos” (CHAUI, 2000, p.17).

  1. É onde encontramos meios e métodos para a compreensão pensante, refletida, disseminada nas escolhas e participações no meio em comum etc.
  2. Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela.
  3. Estar longe ou, pior, fora da ética, entre nós, mulheres e homens, é uma transgressão” (FREIRE, 2011, p.34).

A filosofia é necessária como um instrumento libertador, não somente para o ensino médio, mais em toda a educação básica no processo de compreensão de sua função social, política e educacional. Os objetivos educacionais, expressões, portanto, propósitos defendidos explícitos quanto ao desenvolvimento das qualidades humanas que todos os indivíduos precisam adquirir para se capacitarem para as lutas sociais de transformação da sociedade (LIBÂNEO, 1991, p.120).

O que é pensamento fisiológico?

O pensamento filosófico é usado para construção de conceitos, ideias e usos do raciocínio. Estuda as questões mais básicas e profundas da existência humana e de negócios e visa tomar decisões consistentes.

Onde a Filosofia está presente nos dias atuais?

4 exemplos práticos de que a filosofia serve para a vida cotidiana A disciplina de deixou de ser considerada uma “área prioritária” e tem sido questionada por sua natureza pouco prática. Mas, como lembrava a filósofa Marina Garcés, “a filosofia não é útil ou inútil.

É necessária”. Trata-se de uma “linguagem fundamental” para aprender a pensar de forma crítica. De qualquer forma, neste momento haverá leitores dizendo algo como: “Ok, tudo bem. A filosofia é bonita. Pode ser um hobby, como jogar xadrez ou fazer palavras cruzadas. Mas não se traduz em nada que possa me servir.

Nunca me verei na situação de duvidar se o mundo existe, como Descartes”. Mas a reflexão e a análise de questões fundamentais têm muito mais consequências práticas do que parece. A filosofia não só nos ajuda a ver o mundo de maneira diferente, mas também pode mudar a forma como interagimos com ele.

O que é pensamento crítico para a Filosofia?

O que é pensamento crítico? – O pensamento crítico é a capacidade de análise dos fatos, experiências, comentários ou situações com o objetivo de formar uma opinião própria. Para isso é necessário construir argumentos com base em dados e informações confiáveis, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

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Qual o principal pensamento filosófico?

O que é o conhecimento filosófico: – Conhecimento filosófico é o tipo de conhecimento baseado na reflexão e construção de conceitos e ideias, a partir do uso do raciocínio lógico em busca do saber. O conhecimento filosófico surgiu a partir do abandono da mitologia como forma de explicar a realidade.

  • A curiosidade e a vontade de conhecer gerou a necessidade de desenvolver explicações lógicas e racionais a partir capacidade humana de refletir e criar conceitos e ideias.
  • O conhecimento filosófico utiliza-se da razão, mas dispensa a necessidade da verificação científica, visto que os seus objetos de estudo são os próprios conceitos.

A principal preocupação do conhecimento filosófico é questionar e encontrar respostas racionais para determinadas questões, mas não necessariamente comprovar algo. Neste sentido, pode-se afirmar que este modelo de conhecimento é crítico e especulativo.

Qual é a base do pensamento filosófico?

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Isso porque, a Mettzer pode te ajudar a procurar bibliografias e referências bibliográficas para usar como fonte de pesquisa, É só usar o Hub da Mettzer. É só digitar as palavras-chave referentes ao seu tema, Assim como uma pesquisa no Google. Pronto! Nós te apresentamos uma lista de trabalhos sobre esse tema para te ajudar.

E a melhor parte: o Hub da Mettzer é completamente livre e gratuito 🙂 O que é conhecimento filosófico? É um conhecimento racional, que tem como base questionamentos sobre questões da existência humana. Ou seja: esse tipo de conhecimento se caracteriza pelo esforço em questionar os problemas da vida humana, a partir da razão e da lógica.

Quais são as características do conhecimento filosófico? – Sistemático – Racional – Crítico e questionador – Especulativo e reflexivo Exemplos de conhecimento filosófico – Qual é o sentido da vida? – O que é tempo? – Qual é o futuro da humanidade? – De onde seres humanos vieram – O que é moral? – O que é ética? Qual é a diferença entre conhecimento filosófico e científico? O conhecimento científico se baseia em comprovações de hipóteses a partir de experiências, enquanto o conhecimento filosófico tem caráter puramente racional e lógico e não precisa ser testado ou validado.

Qual é a importância do conhecimento filosófico? A grande importância desse tipo de conhecimento é desenvolver a capacidade das pessoas refletirem e raciocinarem sobre as questões de existência. É por isso que esse conhecimento é fundamental para analisar costumes, práticas, paradigmas da sociedade e, depois, mudar as questões prejudiciais e violentas. Pesquisadora. Mestra em Direito pela UFSC. Acredita que conhecimentos acadêmicos só servem se ultrapassarem os muros das universidades e que conhecimento bom é conhecimento compartilhado e construído por todas as pessoas.

Qual o modo de pensar da filosofia?

A filosofia é um modo de pensar, é uma postura diante do mundo. A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. Ela é, antes de tudo, uma prática de vida que procura pensar nos acontecimentos além de sua pura aparência. Assim, ela pode se voltar para qualquer objeto.

O que é Filosofia breve resumo?

Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia O QUÊ É FILOSOFIA? A palavra Filosofia é de origem grega, e significa “amor à sabedoria”. Filosofar quer dizer refletir sobre questões fundamentais da vida humana porque quem o faz sente que precisa de uma resposta a essas questões para viver melhor.

  • Filosofa – mesmo sem saber o nome dessa atividade – quem se pergunta, por exemplo, como deveria ser uma sociedade justa, ou como distinguir entre o que verdadeiramente sabemos e o que apenas opinamos.
  • Também filosofa que busca a maneira correta de enfrentar um dilema moral, ou quem quer saber se a existência humana tem um significado.

É possível que todo ser humano – não importando a época ou a cultura – tenha formulado para si tais perguntas, como o atesta a literatura: “Ser ou não ser, eis a questão” (Shakespeare) é uma inquietação filosófica. Podemos denominar a essa ocupação universal de Filosofia espontânea.

Dela se diferencia a Filosofia acadêmica, uma atividade intelectual que foi, por assim dizer, inventada pelos gregos séculos antes de Cristo e que faz parte importante da tradição cultural ocidental. É a Filosofia estudada, ensinada e discutida nas Universidades. E os filósofos (profissionais, poderíamos dizer) são aquelas pessoas que dedicam sua vida a refletir de maneira sistemática e rigorosa sobre as questões filosóficas.

A Filosofia acadêmica tem diversas áreas, sendo as principais: a Lógica, que estuda as formas de raciocínio correto, diferenciando-as das formas equivocadas pelas que podemos ser enganados. A Epistemologia ou Teoria do Conhecimento, em que se indaga sobre a natureza do conhecimento humano, seus fundamentos, variedades e limites.

A Ontologia, o ramo da Filosofia em que tratamos de esclarecer em que consiste dizer que algo existe, ou que é real, à diferença de ficções (os números, por exemplo, existem?). A Ética, que pesquisa os fundamentos dos juízos morais. A Filosofia Política, endereçada a compreender e questionar a organização da vida social e o exercício do poder.

A Filosofia da Linguagem, que analisa esse instrumento básico da humanidade. E a Estética, cujo interesse gira em torno da experiência artística. Como se pode advertir, a Filosofia é uma atividade intelectual muito abrangente. À diferença das ciências, ela não está limitada a um setor ou aspecto da realidade.

  • Pode-se filosofar a propósito de tudo quanto desperta nossa admiração ou provoca nossa dúvida.
  • E filosofamos, não apenas na solidão do nosso pensamento, mas em diálogo com os demais homens.
  • Em particular, lendo as obras dos filósofos famosos (Platão, Aristóteles, Descartes, Kant, Nietzsche, Habermas) que são aqueles pensadores que formularam de maneira particularmente rigorosa as questões filosóficas, de tal modo que suas ideias ainda hoje podem nos ajudar a compreendê-las e respondê-las.

O currículo do curso de Filosofia, em qualquer universidade, está integrado por diversas disciplinas que correspondem às áreas filosóficas, e prepara, seja para ser um pesquisador profissional nessas matérias, seja para ensinar na escola ou na própria universidade.

Os estudos filosóficos podem ser também um valioso complemento de qualquer formação científica, técnica ou artística, porque filosofar capacita a pessoa para exercitar a sua atividade, seja ela qual for, de maneira mais lúcida e rigorosa. Um físico que reflete sobre o que seja ciência, um engenheiro que o faz sobre a natureza da tecnologia, um pintor que pensa o propósito da criação, são melhores profissionais.

E ser melhor é o ganho que promete a Filosofia, que não é útil em sentido material nem econômico, porém valiosa para a qualidade da existência. Porque, como afirmou o filósofo Sócrates, “uma vida sem exame não é digna do homem”. : Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia

Como a Filosofia busca explicar a realidade?

Conhece-te a ti mesmo Ser e não ser Ideias de Platão Aristóteles e o papel da razão Ceticismo Dialética Os universais

Diz o provérbio que as aparências enganam. Enganam justamente porque não nos contentamos só com o que aparece. Aristóteles dizia que o ser humano tem o desejo natural de saber. Quando algo aparece para nós através dos sentidos, queremos logo saber: Como é? Para que serve? Como funciona? Isso é assim desde que o homem é sapiens,

  1. Nossa curiosidade se estendeu, inclusive, para outros limites.
  2. O homem está sempre se perguntando: Será que existe uma ordem por trás do que aparece? Será que o que aparece é uma mera ilusão que encobre uma verdade oculta? Alguns povos encontraram uma resposta bastante convincente na religião.
  3. Várias mitologias falam de um passado imemorial, em que uma ou várias divindades teriam transformado o caos em um cosmos, que significa “ordem”.

De tal forma que, mesmo que muitas vezes as aparências digam o contrário, há uma ordem que rege todos os fenômenos do universo, como a sucessão do dia pela noite e as estações durante o ano. Qual o princípio de tudo? Com a ampliação do conhecimento em várias áreas – como a astronomia, a matemática, etc.

-, os primeiros filósofos começaram a pensar se a razão humana não poderia ir um pouco mais longe na resposta à grande questão: qual o princípio de tudo o que existe? Um dos primeiros filósofos a tentar dar uma resposta, sem fazer recurso aos deuses, foi Tales de Mileto (cerca de 625-558 a.C.), muito mais conhecido por seu teorema sobre a propriedade dos triângulos do que como filósofo.

Na verdade, do que Tales pensou não sobrou muito além de alguns fragmentos. Ele inaugurou a filosofia ao afirmar que tudo é água. Frase que, hoje, pode soar estranha e até mesmo absurda, mas que marca a forma propriamente filosófica de pensar, que difere tanto da ciência quanto da religião.

Difere da ciência por não se preocupar em explicar fenômenos particulares, como o comportamento de estrelas binárias ou de que maneira o colesterol pode afetar nossa saúde. A filosofia trata do geral, do que está à vista de todo mundo, do que nos é comum. Quando Tales diz que tudo é água, por exemplo, ele quer dizer que há algo de comum a tudo o que existe, uma unidade que pode ser encontrada em meio à diversidade que nos cerca.

Tal resposta também o afasta da religião, por não buscar uma explicação para esse mundo fora dele. Ao atribuir à água a origem de tudo (não podemos esquecer que a vida começou na água), Tales questiona se, através de uma investigação racional e criteriosa, não poderíamos encontrar respostas para as grandes perguntas que nos cercam.

Sem dogmatismos Outra característica importante da filosofia que se inaugura com Tales é sua capacidade de revisão e crítica interna, distanciando-se de posições rígidas ou dogmáticas, muitas vezes de origem mítica ou religiosa, que são impermeáveis às mudanças ou às críticas. Anaximandro, um discípulo de Tales, considerava difícil aceitar a ideia de que um elemento como a água tivesse gerado todos os outros, pois o princípio teria que ser indestrutível e não-engendrado, do contrário, como tudo, estaria ele também sujeito à mudança e decomposição.

A esse princípio, Anaximandro dá o nome de apeíron, que pode ser traduzido por infinito ou ilimitado. Já Anaxímenes, também de Mileto, considerava que tudo teria se formado a partir do ar infinito, por um processo de rarefação e condensação. Empédocles de Agrigento achava que tudo era um composto de quatro elementos (fogo, terra, água e ar) em diferentes combinações, movidos por forças de repulsão (ódio) e atração (amor).

  • Demócrito de Abdera achava que tudo era formado de partículas infinitamente pequenas e indivisíveis, as quais denominou de átomos (do grego, não-divisível).
  • De certa forma, as teorias desses filósofos, entre outros do mesmo período, aproximam-se em algum grau daquilo que hoje consideramos verdade científica.

Independentemente disso, o mais importante é a forma como trataram a pergunta sobre o princípio comum de tudo e o encaminhamento da resposta que tentaram dar a ela. O fundamento da realidade Os primeiros filósofos, assim como os filósofos de hoje, estavam interessados não sobre a forma como conhecemos este ou aquele fato em particular, mas sobre como podemos conhecê-los em geral.

Quais as três perspectivas para a filosofia?

Se você trabalha com pesquisa qualitativa ou é estudante de pós-graduação, este post pode ser interessante para você. – A Escola de Atenas ( Scuola di Atene no original). Pintura do renascentista italiano Rafael Sanzio, Constantemente trazemos crenças e pressupostos filosóficos para a nossa abordagem de pesquisa (estando conscientes disso ou não). Os pressupostos filosóficos são a base da escolha das teorias que orientam a nossa pesquisa qualitativa.

  1. A filosofia é importante, pois molda como formulamos o problema, as perguntas de pesquisa e como buscamos as informações para responder às perguntas.
  2. Um paradigma de pesquisa está relacionado a determinadas crenças e pressupostos que temos sobre a realidade, sobre como as coisas são (ontologia) e sobre a forma como acreditamos que o conhecimento humano é construído (epistemologia),

O paradigma resultante dessas crenças e pressupostos é que deverá guiar o método de pesquisa a ser adotado. A partir de diferentes visões ontológicas e epistemológicas, geram-se diferentes paradigmas de pesquisa. “Um paradigma é a instância filosófica que irá informar o método de pesquisa.” — Crotty, 1998. Existem outras perspectivas, mas gostaria de focar em três muito importantes: Positivismo, Pós-positivismo e Construtivismo Social.

Qual é a origem da filosofia?

A filosofia surge na Grécia no período compreendido entre o final do século VII a.C e o início do século VI a.C. e foi a maneira pela qual os gregos antigos encontraram para explicar o mundo, os fenômenos e os acontecimentos de maneira racional.

Qual a importância da filosofia para nossa vida nossa existência nossa convivência em sociedade?

FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO – A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA FILOSOFIA EM NOSSAS VIDAS!! – Em primeiro lugar devemos destacar que todos os seres humanos querem ser e ter alegria fundamental para continuidade de uma vida próspera e feliz. Assim sendo, relembramos do grande filósofo Pitágoras no século IV a.C, que como todos conhecemos, destacava que a própria palavra filosofia tem como significado a arte do amor, da amizade e da sabedoria.

  • Uma junção de sabedoria amada, e ou amiga da sabedoria.
  • Logo, quem não quer tem uma vida cheia de alegria, amor, amizades e sabedoria? Todos! Em nosso cotidiano é notório a nossa vivência bem perto das ações filosóficas, ou seja, sempre com a participação da filosofia.
  • Podemos destacar como o próprio filósofo Nietzsche destaca em vários de seus feitos e ensinos, que que há sempre dúvidas, e nessas dúvidas que o filósofo destaca, é que podemos viver em nossos dias, procurando a certeza de nossas buscas e curiosidades a fim de adquirimos a verdade do que buscamos.

Outrossim, podemos destacar ainda a sempre presença da filosofia em nossas vidas, como o próprio filósofo William MacAskill, da Universidade de Oxford, em um de seus livros, nos aconselha a sempre fazermos nos, perguntas como se estamos ajudando uma área que está esquecida e, portanto, carente de recursos? Ou doamos quando ocorre uma catástrofe e, portanto, já existem muitas pessoas dando uma mãozinha? William destaca esse seu conceito no sentido de queremos ajudar o próximo de modo em geral.

  • Veja, que no fundo é uma verdade que nos acompanha em nosso dia a dia, e que por sinal tem seus pontos de verdades em nosso cotidiano.
  • Várias outras situações poderíamos destacar aqui junto as nossas ações cotidianas com a participação da filosofia, como; a política, as conquistas, as lutas, os amores, a vida e até a morte.

Schopenhauer acreditava que o amor era um mal necessário, O erro estaria em esperar demais dele e acreditar que só amamos uma vez na vida. “Para ele, o amor era terrível, instável, dilacerante, mas fundamental. Ainda assim, Schopenhauer tem dicas muito atuais a respeito de relacionamentos.

Em linhas gerais, ele defende: desista do sonho do amor para toda a vida. Se um relacionamento deu errado (e, em algum momento, ele provavelmente vai dar), parta para outro, sem culpas. (CORDEIRO, 2016). Outrossim, desde que oficializada como obrigatoriedade do ensino de filosofia no ensino médio, e não só em decorrência desse aval de lei, mas devemos destacar a importância para a educação em nosso contexto, até porque, como destacou o Pitágoras, que essa mesma filosofia é um aprofundamento de sabedoria e união estável junto ao amor, alegria etc.

Ademais, o conceito da Filosofia é, sem dúvida fundamental na vida de todos os seres humanos, proporcionando a prática de análise, reflexão e crítica em benefício do encontro do conhecimento do mundo e do homem de forma em geral. Com certeza, a filosofia é de suma importância em todas as fases da educação escolar como um todo.

  1. É nela que se desperta o aguçamento para o seu senso crítico, levando o mesmo, desde cedo a adquirir seus questionamentos, busca de valores e ter uma participação ativa dentro de uma sociedade, seja ela onde ele estiver.
  2. Sócrates foi grande defensor das buscas dos conhecimentos, assim, que enunciava o despertar para a busca dos diálogos nas praças de Atenas na Grécia antiga, por volta dos séculos IV e V a.C.
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Sócrates defendia as habilidades argumentativas e dialéticas. Valorizando assim, o uso da palavra e da razão. Sócrates e os socráticos apreciavam analisar questões humanas, seus valores, verdades e fundamentos. Os homens fariam melhor se investigassem a si mesmos: a verdadeira descoberta estava no interior da alma humana, e não fora dela.

TANCREDI, 2020). Veja, que desde séculos atrás, a filosofia já fazia participação na área pedagógica, diga se, ao ponto em que Sócrates e seus discípulos participava ativamente na missão de ensinar e alto declarar apoios a aprendizagem, todas as áreas pedagógicas eram afetas para bem comum da discriminação do contexto intuitivo de aprender a se comunicar, a ter valores com deveres e responsabilidades.

Nos dias de hoje da mesma forma acontece, onde a filosofia em si coloca cidadãos a ser tornarem verdadeiros atuantes de suas participações com alguém quem tenha escolhas, tenha o senso crítico aguçado e participativo, assim como, sujeitos discentes em todos os níveis da educação, para se tornaram pessoas conscientes e formadoras de opinião no presente e futuro com os seus descendentes.

No entanto, é preciso compreender as formas variadas do saber que vamos conhecendo dia após dia; o saber cientifico assim como o filosófico, tem suas atuações, atenuações e particípio como um todo. Onde o conhecimento científico pode compreender as informações e os fatos que são comprovados por meio da ciência como um todo; já o conhecimento filosófico nasce a partir das reflexões que todos os seres humanos fazem sobre questões subjetivas.

Dessa forma, destacamos o papel da ciência com seus estudos lógicos de valor e comprovações em decorrência de variadas situações, desde as questões do evolucionismo até a própria formação do mundo, dos seres e sucessivamente as demais situações de até conquistas em nosso dia a dia.

  1. Tendo como base análises e testes científicos.
  2. No entanto, o saber filosófico tem concomitação com a natureza, razão e coerência com as mais variadas realidades.
  3. Valorativo, pois lida com hipóteses que não podem ser observadas, como o imaterial e o subjetivo.
  4. Baseados nas reflexões de conceitos e ideias construídas, a partir do uso do raciocínio em busca do saber dentro do conhecimento filosófico.

Santo Agostinho destacava que era preciso; “Crer para compreender e compreendo para crer melhor.” Nisso resumimos o pensamento filosófico em crer, analisar e refletir. “De modo que se os homens filosofaram para se libertarem da ignorância, é evidente que buscavam o conhecimento unicamente em vista do saber e não por alguma utilidade prática” (Aristóteles, Metafísica, Livro Alpha, 19-21).

Outrossim, a filosofia antiga e a moderna contemporânea se delineiam de acordo com seus frutos e atuações em decorrência de suas funções receptivas pelos sujeitos, não abstendo a questão temporal, haja visto que, tanto na questão antiga como na moderna e ou contemporânea, podemos dizer que tem seus feitos e efeitos aprazível no quesito construtor de uma mentalidade aberta, crítica e esclarecedora de seu mundo e momento atual vivido.

Seja ela na Grécia antiga, ainda nos séculos V, IV, III a.C, com Protágoras, Sócrates, Platão e ou outros; até nos dias de hoje em pleno século XXI, onde notadamente precisamos ter o objetivo de ensinar esse componente para fins de termos assim, uma sociedade que saiba diferenciar os papeis de condutas e suas acessões, com criticidade e reconhecimentos democráticos desse ou daquele pensamento e ação.

  • Assim, os ensinamentos de Sócrates no século IV, sobre a busca da sabedoria, ter suas condutas ilibadas, ter métodos para poder confrontar as ideias e por si só, a defesa de seus direitos e deveres.
  • Assim, esses mesmos ensinamentos devemos ter em nossos dias e temos! Imortalizado nos diálogos de Platão, Sócrates tornou-se um mestre e um exemplo da conduta ética até nossos dias.

Suas lições expressam -se em frases como: “Penso que não ter necessidade é coisa divina e ter as menores necessidades possíveis é o que mais se aproxima do divino”. (COTRIM; FERNDES.2016, p.222). Entretanto, é notório destacar que existem os chamados períodos filosóficos e seus autores por cada tempo determinado.

Não que mude seus pontos de vistas, mas, que agrega mais saberes do período antigo para com o moderno e contemporâneo. Veja, que no período antigo poderemos destacar os já citados; Sócrates, Platão, Aristóteles e Tales de Mileto, o “Pai da Filosofia”. Ele propunha que a água era a substância primordial da vida, denominada de arché.

Para ele “Tudo é água”. Esse período que tinha como base o conceito do ser, com o período do metafísico ontológico. De lá, para o período moderno, já nos séculos XV a seguir, se destaca o período epistemológico transcendental, com base conceitual da verdade, objetividade e validez.

Nesse período se estaca os filósofos Descartes, Nicolau Maquiavel, John Locke, Montesquieu, Voltaire e Kant. Esse último, filósofo alemão com influência iluminista, tendo como busca, a explicação dos tipos de juízos e conhecimentos desenvolvendo um “exame crítico da razão”. A filosofia moderna começou no século XV quando tem início a Idade Moderna.

Teve como marca uma transição do pensamento medieval, fundamentado na fé e nas relações entre os homens e Deus, para um novo tipo de pensamento antropocêntrico, marca da modernidade. Permaneceu até o século XVIII, com a chegada da Idade Contemporânea.

  • Essa com outros nomes importantes dentro da filosofia; Alguste Comte, Karl Marx, Friedrich Nietzsche, Jean Paul Sartre e Michel Foucault Filósofo francês, Foucault buscou analisar as instituições sociais, a cultura, a sexualidade e o poder.
  • Essa Filosofia Contemporânea é aquela desenvolvida a partir do final do século XVIII, que tem como marco a Revolução Francesa, em 1789.

Engloba, portanto, os séculos XVIII, XIX e XX. Igualmente, de período em período, podemos destacar o importante papel dos pensamentos e suas atenuações, comprometidos, nesse caso com o processo ensino aprendizagem. Nisso se dá a grande importância do desenvolvimento de aplicação desse conceito filosófico no âmbito educação assim como, em nossa vida de forma em geral.

  • Como prova destaca se a origem da lógica ou o chamado “logos”.
  • Que diz respeito ao pensamento verdadeiro e dentro de uma certa lógica, que determina a forma geral das proposições enunciadas.
  • Assim sendo, uma ferramenta a ser utilizada do correto pensar e sucessivamente, o agir “logos”.
  • Criada pelo filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) o estudo da lógica, chamado de analítica, a ser compreendida como um instrumento do correto pensar e a definição de elementos lógicos que fundamentam o conhecimento verdadeiro.

Basta destacar que são elementos ainda usados em nosso dia, em especial no que diz respeito a aplicabilidade contextual pedagógico no processo de educação aprendizagem. Veja, que ao aplicarmos essa temática como conteúdo aos sujeitos alunos, os mesmos estarão sendo provocas a buscarem sua compreensão como definidor logico do conhecimento.

Assim, sucessivamente em todos os meios da vida humana, fato não egresso para uma sociedade que deve sim, buscar meios lógicos de definição e não de afastamento dos mesmo para termos condição de melhores perspectivas de conhecimentos de todas as formas de lógicas existente usadas em tempos modernos.

Destacando a necessidade de em cada vez mais, se propusermos em buscas e aceitação de lógicas suficientemente para o bem comum e crescimento de conhecimentos verdadeiros dentro dos princípios lógicos em geral, assim como Aristóteles desencadeara. Para o filósofo grego Aristóteles, qualquer conhecimento que pretenda ser um conhecimento verdadeiro e universal deveria respeitar alguns princípios, os princípios lógicos.

Ele desenvolveu três princípios básicos que orientam a lógica clássica; o de identidade, da não-contradição e do terceiro excluído, ou terceiro excluso. (MENEZES, 2020). “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Quem ensina aprende ao ensinar.

E quem aprende ensina ao aprender”. Com esse dizer do grande professor e mestre Paulo Freire, destacamos que não há aprendizado em exagero. Ademais, o papel da filosofia em todos os âmbitos do ensino aprendizagem é um instrumento de valor agregador no desenvolvimento no ambiente escolar.

Como já mencionado na introdução; o ensino de filosofia foi promulgado pela da Lei 11.684, de 2 de junho de 2008, a Filosofia volta a ser uma disciplina obrigatória nas escolas brasileiras, em especial para alunos do ensino médio. Diga se de passagem, é notadamente o momento dos anos finais nesse ensino, e automaticamente a preparação para seu lançamento junto ao campo universitário e vida profissional, por conseguinte as suas ações em busca de seus objetivos.

Sendo assim, temos o ensino da filosofia como parte instrumental desse desenvolvimento intelectual, emocional e didático aprendizagem. Buscando assim, desenvolver a estimulação e reflexão do pensamento críticos dos sujeitos alunos, destacando assim, a consolidação desses sujeitos com suas personalidades, formação, desejos e ao mesmo tempo, provocando os, no desenvolvimento “desenrolado” para a busca e compreensão de seus métodos questionadores e capazes de se desenvolveres os seus próprios pensamentos e ações.

  • Formando cidadãos capacitados para enfrentar as diversas situações que poderão surgir em suas vidas.
  • A Filosofia é fundamental na vida de todo ser humano, proporcionando assim, a prática de análise, reflexão e crítica em busca de vários benefícios rumo ao puro encontro do conhecimento do homem e do mundo e suas transfigurações.

Reconhecemos que a Filosofia é um produto não material, mas o conhecimento produzido nessa área materializa-se na linguagem, em conceitos filosóficos, organizados em um sistema de conceitos, assim como concebe Vigotski (2001) e Gorski (1959). Ademais, é dentro a aplicação do pensamento teórico que se chegará as ações práticas futuras.

  • Quando aplicado no ensino médio o componente segundo a BNCC, os sujeitos alunos em anos finais, estarão praticando ensaios para uma vida acadêmica e mundo profissional prático.
  • Assim sendo, a extrema importância do ensino de filosofia como total instrumento de aprendizagem e desenvolvimento na vida dos discentes.

o pensamento teórico pode chegar à complexidade de manifestação do todo, reproduzir o processo de desenvolvimento e formação do sistema que integra o objeto do pensamento, expressar encadeamentos, leis e necessidades das coisas singulares em relação com o universal.

  1. Considerando a unidade na diversidade, capta essencialmente a transição de um fenômeno a outro (MARTINS; ABRANTES, 2006, p.11).
  2. Sendo assim, Davidov, pensa teoricamente a realidade implicaria para o indivíduo ultrapassar os fenômenos, vistos como ” manifestação imediata, externa da essência das coisas” (DAVIDOV, 1988, p.146-147).

E podemos destacar essa essência mencionada por Davidov como, o processo da aplicação do componente aos sujeitos no ambiente educacional escolar e automaticamente em vossas vidas como integração de objetivo do pensamento expresso como seres de pensamentos únicos e objetivos.

A inserção do componente do ensino da Filosofia no Ensino médio demonstra a lacuna existente para a construção do ser crítico e categoricamente preparado para interagir de forma complexa na sociedade como um todo. Destacando assim, que o ensino do componente da filosofia no ensino médio e outros ensinos, contribui como um todo, com aos demais conhecimentos e componentes propostos pelo currículo escolar, junto a compreensão das demais realidades apresentadas aos sujeitos alunos como forma de orientação, desenvolvimento, pensamento, criticidade e outros mais, como forma de lhes dá em todos os âmbitos de uma sociedade que precisa aprender muito em vários quesitos.

Sendo assim, é notório o poder transformador da filosofia no desenvolvimento de aprendizagem. Constituindo assim, total desafio na aprendizagem, mas valoroso sacerdócio! Pois, nesse contexto, “podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes humanos” (CHAUI, 2000, p.17).

  1. É onde encontramos meios e métodos para a compreensão pensante, refletida, disseminada nas escolhas e participações no meio em comum etc.
  2. Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela.
  3. Estar longe ou, pior, fora da ética, entre nós, mulheres e homens, é uma transgressão” (FREIRE, 2011, p.34).

A filosofia é necessária como um instrumento libertador, não somente para o ensino médio, mais em toda a educação básica no processo de compreensão de sua função social, política e educacional. Os objetivos educacionais, expressões, portanto, propósitos defendidos explícitos quanto ao desenvolvimento das qualidades humanas que todos os indivíduos precisam adquirir para se capacitarem para as lutas sociais de transformação da sociedade (LIBÂNEO, 1991, p.120).

O que significa pensar do ponto de vista filosófico?

Por outro lado, pensar é refletir acerca de problemas e questões sobre os quais os filósofos já pensaram, sem compreender a relação do problema o qual o conceito foi criado.

O que a filosofia pode mudar a vida das pessoas?

4 exemplos práticos de que a filosofia serve para a vida cotidiana A disciplina de deixou de ser considerada uma “área prioritária” e tem sido questionada por sua natureza pouco prática. Mas, como lembrava a filósofa Marina Garcés, “a filosofia não é útil ou inútil.

É necessária”. Trata-se de uma “linguagem fundamental” para aprender a pensar de forma crítica. De qualquer forma, neste momento haverá leitores dizendo algo como: “Ok, tudo bem. A filosofia é bonita. Pode ser um hobby, como jogar xadrez ou fazer palavras cruzadas. Mas não se traduz em nada que possa me servir.

Nunca me verei na situação de duvidar se o mundo existe, como Descartes”. Mas a reflexão e a análise de questões fundamentais têm muito mais consequências práticas do que parece. A filosofia não só nos ajuda a ver o mundo de maneira diferente, mas também pode mudar a forma como interagimos com ele.

Qual é a relação que existe entre o pensamento e linguagem?

O pensamento tipicamente humano é constituído pela linguagem, pois é a partir do momento em que a linguagem entra em cena, no curso do desenvolvimento, que o pensamento se torna verbal e a fala racional.