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Qual A DiferenA?

Qual a diferença entre que é qual?

Que – interrogativo 1. Pronome interrogativo – usado sempre antes de um verbo, referindo-se sempre a coisas e nunca a pessoas: Ex. «Que compraste no mercado?» 2. Determinante interrogativo – usado sempre antes de um nome, podendo referir-se a coisas ou a pessoas: Ex.: «Que peixe compraste no mercado?» «Que médico operou o teu pai?» Qual – interrogativo O interrogativo qual tem um valor selectivo, ou seja, quando se pretende seleccionar, escolher uma entidade de entre várias.

O que é o conceito de diferença?

diferença di·fe·ren·ça sf 1 Qualidade ou estado de diferente; propriedade ou característica pela qual pessoas ou coisas diferem umas das outras.2 Falta de igualdade ou semelhança; desigualdade, dessemelhança, distinto.3 Mudança observada ou constatada; alteração, modificação, transformação.4 Propriedade ou natureza daquilo que se caracteriza pela variedade; diversidade, disparidade.5 Falta de harmonia; divergência, discrepância.6 Ausência de equilíbrio, equidade; desproporção, desconformidade.7 Heráld Alteração introduzida no brasão de uma família para diferenciar as armas de um de seus membros ou de seus vários ramos.8 Mat Resto que sobra quando se subtrai uma quantidade de outra; resultado de uma operação de subtração.9 fig Prejuízo significativo, perda considerável.10 Desconto ou abatimento no preço de uma mercadoria.11 Mat Conjunto indicado por A-B, formado pelos elementos de A que não pertencem a B.

  • Diferenças sf pl Divergências de ideias, de sentimentos; desacordos, discordâncias, dissensões, desavenças.
  • EXPRESSÕES Diferença ascensional : diferença entre a ascensão reta e a ascensão oblíqua de um astro.
  • Diferença de potencial, Eletr : diferença de tensão ou voltagem entre dois pontos de um circuito elétrico.

Diferença descensional, Astr : a que existe entre a ascensão oblíqua e a ascensão reta de um astro. Diferença específica, Lóg : um dos predicáveis característicos que distinguem uma espécie de outra do mesmo gênero. Diferença média, Mat, Estat : média aritmética entre os valores absolutos das diferenças dos termos de uma série estatística, tomados dois a dois de todas as maneiras possíveis.

Diferença simétrica, Mat : conjunto constituído pela soma das diferenças de dois conjuntos, isto é, pelos elementos de A que não pertencem a B e pelos elementos de B que não pertencem a A. Diferença tabular, Mat : diferença entre dois valores sucessívos de uma coluna em uma tabela numérica. À diferença de : com exceção de, ao contrário de, para se diferenciar de.

Fazer diferença : a) ser muito diferente de; b) tratar de forma diferente, julgar ou considerar de maneira diferente, com critérios desiguais; c) causar prejuízo, transtorno, dano; prejudicar; d) ser de grande valia; ser essencial, importante; e) detectar, perceber a diferença entre; discernir.

O que significa fazer toda a diferença?

Lendo algumas opiniões e frases compartilhadas nas redes sociais, deparei com esta: “É preciso coragem para ser diferente. E muita competência para fazer a diferença.” Refleti sobre o tema e sobre o que significa “fazer a diferença”? Será que fazer a diferença realmente demanda alguma competência a mais ou é apenas uma questão de atitude? Algumas pessoas acham que fazer a diferença é ressaltar suas competências, fazer seu melhor, custe o que custar, em busca de um “lugar melhor ao sol” e um reconhecimento profissional ou pessoal.

Outras acham que fazer a diferença é dar o melhor de si e surpreender as pessoas, fazendo algo não esperado, que encante o outro e supere suas expectativas, seja no contexto familiar, social, profissional, etc. Eu concordo com a 2ª. opinião, pois no final ela te leva para o mesmo reconhecimento profissional e pessoal, mas com uma importante diferença de que foi feita de forma positiva, visando o bem.

Fazer a diferença para mim não demanda necessariamente competências específicas, mas sim atitudes positivas. Fazer a diferença está no mesmo e sincero bom dia que damos às pessoas, desde ao cobrador do ônibus, à copeira da empresa, colegas de serviço, até ao Presidente da empresa.

Está no ouvir e dar atenção, e sentir que contribuiu para que a pessoa se sentisse melhor. É encantar o cliente com uma simples atenção inesperada, uma ligação para saber se está tudo bem ou uma resolução de um problema, antes mesmo que ele o tenha percebido. É ser proativo e não reativo. É ajudar ao próximo, desde exercer uma ação de caridade na comunidade até apoiar seu time a crescer e alcançar seus objetivos.

É se importar, respeitar as opiniões alheias, sejam elas do seu amigo ou seu concorrente. Fazer a diferença não é buscar status e sim sentir, acreditar e ser reconhecido como alguém que agrega valor em todos os sentidos. E dentre as inúmeras frases que eu li sobre “fazer a diferença”, a que mais me agradou foi “não precisa ser perfeito, basta fazer a diferença”.

Quando eu uso o qual?

‘O qual’ pode ser utilizado para substituir ou mencionar um substantivo e sempre é precedido de uma preposição, locução prepositiva e artigo. Exemplo: Entregamos o pacote para o cliente, o qual ficou feliz ao receber os produtos. Neste caso, ‘o qual’ evita a repetição de ‘o cliente’.

Porque é por que qual a diferença?

Dicas de Português: uso do porque, porquê, por que ou por quê O uso dos porquês é um dos assuntos da língua portuguesa que mais causa dúvidas entre os falantes. Para que o emprego dos porquês seja feito de forma correta, é essencial entender e distinguir as quatro formas: porque, porquê, por que ou por quê.

  • pois;
  • visto que;
  • uma vez que;
  • por causa de que;
  • dado que;

Exemplos com porque

  • Choro porque machuquei o pé.
  • Ela não foi à escola porque estava chovendo.

Substituição do porque

  • Choro pois machuquei o pé.
  • Choro visto que machuquei o pé.
  • Ela não foi à escola pois estava chovendo.
  • Ela não foi à escola uma vez que estava chovendo.
  • Porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa, unindo duas orações que dependem uma da outra para ter sentido completo.
  • Quando usar por que?
  • Por que (separado e sem acento) pode ser usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração.
  • Por que interrogativo
  • Possuindo um caráter interrogativo, por que é usado para iniciar uma pergunta, podendo ser substituído por:
  • por que motivo;
  • por qual motivo;
  • por que razão;
  • por qual razão.

Exemplos com por que (interrogativo)

  • Por que você não foi dormir?
  • Por que não posso sair com meus amigos?

Substituição do por que (interrogativo)

  • Por qual motivo você não foi dormir?
  • Por qual razão você não foi dormir?
  • Por qual motivo não posso sair com meus amigos?
  • Por qual razão não posso sair com meus amigos?
  1. Com este uso, por que é formado pela preposição por seguida do pronome interrogativo que.
  2. Por que relativo
  3. Estabelecendo uma relação com um termo antecedente, por que é usado como elo de ligação entre duas orações, podendo ser substituído por:
  • pelo qual;
  • pela qual;
  • pelos quais;
  • pelas quais;
  • por qual;
  • por quais.

Exemplos com por que (relativo)

  • Não achei o caminho por que passei.
  • As razões por que fui embora são pessoais.

Substituição do por que (relativo)

  • Não achei o caminho pelo qual passei.
  • Não achei o caminho por qual passei.
  • As razões pelas quais fui embora são pessoais.
  • As razões por quais fui embora são pessoais.

Com este uso, por que é formado pela preposição por seguida do pronome relativo que. Quando usar por quê? Por quê (separado e com acento) é usado em interrogações. Aparece sempre no final da frase, seguido de ponto de interrogação ou de um ponto final. Por quê pode ser substituído por:

  • por qual motivo;
  • por qual razão.

Exemplos com por quê

  • Você não comeu? Por quê ?
  • O menino foi embora e nem disse por quê,

Substituição do por quê

  • Você não comeu? Por qual motivo ?
  • Você não comeu? Por qual razão ?
  • O menino foi embora e nem disse por qual motivo,
  • O menino foi embora e nem disse por qual razão,
  • Por quê é formado pela preposição por seguida do pronome interrogativo tônico quê.
  • Quando usar porquê?
  • Porquê (junto e com acento) é usado para indicar o motivo, a causa ou a razão de algo.
  • Aparece quase sempre junto de um artigo definido (o, os) ou indefinido (um, uns), podendo também aparecer junto de um pronome ou numeral.
  • Porquê pode ser substituído por:
  • o motivo;
  • a causa;
  • a razão.

Exemplos com porquê

  • Todos riam muito e ninguém me dizia o porquê,
  • Gostaria de saber os porquês de ter sido mandada embora.

Substituição do porquê

  • Todos riam muito e ninguém me dizia o motivo,
  • Todos riam muito e ninguém me dizia a razão,
  • Gostaria de saber os motivos de ter sido mandada embora.
  • Gostaria de saber as causas de ter sido mandada embora.

Porquê é um substantivo masculino, podendo sofrer flexão em gênero: o porquê, os porquês. Dicas para o uso dos porquês Por que = Usado no início das perguntas. Por quê? = Usado no fim das perguntas. Porque = Usado nas respostas. O porquê = Usado como um substantivo. Paulo Roberto Ribeiro DCOM : Dicas de Português: uso do porque, porquê, por que ou por quê

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O que é diferença exemplo?

Lexicgrafa responsvel: Flvia Neves 76 sinnimos de diferena para 10 sentidos da palavra diferena : Caracterstica do que diferente: 1 desigualdade, dessemelhana, dissemelhana, discrepncia, diferencial, dissimilitude, alteridade, Exemplo: No vejo qualquer diferena entre estas duas peas.

Parecem iguais. Antnimos: semelhana, igualdade Aquilo que distingue uma coisa de outra: 2 distino, diferenciao, discriminao, separao, segregao, diviso, Exemplo: Minha me me ensinou a ser educada para todos, sem diferena. Alterao importante, que chama a ateno: 3 alterao, mudana, modificao, transformao, transio, variao, mutao, muda,

Exemplo: Todos estavam comentando a diferena na atitude da diretora. Antnimos: constncia, manuteno Caracterstica do que diverso, variado: 4 diversidade, variedade, pluralidade, multiplicidade, heterogeneidade, sortimento, profuso, abundncia, Exemplo: A diferena cultural brasileira deve ser valorizada e preservada.

Antnimos: monotonia, mesmice Falta de harmonia e entendimento: 5 desavena, desentendimento, divergncia, discrdia, desacordo, desencontro, discordncia, dissentimento, dissenso, desarmonia, inconsonncia, dissenso, ciso, Exemplo: A diferena de opinies entre os membros da direo fez com que o projeto ficasse parado durante cinco meses.

Antnimos: acordo, concordncia, harmonia Falta de equidade e equilbrio: 6 desproporo, disparidade, desequilbrio, desconformidade, desnvel, desnivelamento, assimetria, contraste, distncia, defasagem, Exemplo: A diferena no trato dos avs aos netos to notria que me deixa incomodada.

Antnimos: conformidade, correspondncia No plural – divergncias de ideias e sentimentos: 7 divergncias, desavenas, desentendimentos, discordncias, discrdias, desacordos, dissentimentos, dissenses, Exemplo: Apesar de serem irmos gmeos, sempre tiveram as suas diferenas. Resultado de uma subtrao: 8 resto, saldo,

Exemplo: Aquele aluno no soube dizer a diferena entre 200 e 150. Desconto no preo: 9 desconto, reduo, diminuio, deduo, abatimento, decrscimo, baixa, rebaixamento, Exemplo: De quanto a diferena no preo do celular? Prejuzo ou perda considervel: 10 prejuzo, perda, rombo, dficit, dfice, bombada, Professora de portugus, revisora e lexicgrafa nascida no Rio de Janeiro e licenciada pela Escola Superior de Educao do Porto, em Portugal (2005). Atua nas reas da Didtica e da Pedagogia.

Como substituir a palavra diferença?

2 distinções, discriminações, separações, distâncias, oposições, contrastes, contradições, alteridades.

Quais são os três filósofos da diferença?

DELEUZE, Gilles e GUATTARI.

O que a Bíblia fala sobre fazer a diferença?

Amar os Outros e Conviver com as Diferenças Como seguidores de Cristo, devemos viver pacificamente com outras pessoas que não compartilham de nossos valores ou não aceitam os ensinamentos sobre os quais se baseiam. Nos últimos dias de Seu ministério mortal, Jesus deu a Seus discípulos o que chamou de “um novo mandamento” ().

Esse mandamento, repetido três vezes, era simples, mas difícil: “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (; ver também o ). O ensinamento de amar uns aos outros foi um dos mais importantes ensinamentos do ministério do Salvador. O segundo grande mandamento foi “amarás o teu próximo como a ti mesmo” ().

Jesus ensinou também: “Amai a vossos inimigos” (). Mas o mandamento de amar ao próximo como Ele amou Seu rebanho foi para Seus discípulos — e é para nós — um desafio ímpar. “Na verdade”, ensinou o Presidente Thomas S. Monson em abril, “o amor é a própria essência do evangelho, e Jesus Cristo é nosso Exemplo.

Sua vida foi um legado de amor”. Por que é tão difícil sentir amor cristão uns pelos outros? É difícil porque temos de viver entre pessoas que não compartilham das nossas crenças, dos nossos valores e dos nossos convênios. Em Sua grande Oração Intercessória, feita pouco antes de Sua Crucificação, Jesus orou por Seus seguidores: “Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo” ().

Depois, rogou ao Pai: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (). Temos de viver no mundo, mas não ser do mundo. Temos de viver no mundo porque, como ensinou Jesus numa parábola, Seu reino é “semelhante ao fermento”, cuja função é levedar toda a massa com sua influência (ver ; ; ver também ).

Seus seguidores não podem fazer isso se as únicas pessoas com quem se relacionam compartilham de suas crenças e seus costumes. O Salvador também ensinou que, se O amarmos, guardaremos Seus mandamentos (ver ). O evangelho tem muitos ensinamentos sobre guardar os mandamentos entre pessoas de crenças e costumes diferentes.

Os ensinamentos sobre a discórdia são essenciais. Quando o Cristo ressuscitado viu que os nefitas estavam discutindo sobre a maneira de batizar, Ele deu orientações claras a respeito de como essa ordenança deve ser realizada. Depois, ensinou este grande princípio:

  • “E não haverá disputas entre vós, como até agora tem havido; nem haverá disputas entre vós sobre os pontos de minha doutrina, como até agora tem havido.
  • Pois em verdade, em verdade vos digo que aquele que tem o espírito de discórdia não é meu, mas é do diabo, que é o pai da discórdia e leva a cólera ao coração dos homens, para contenderem uns com os outros.
  • Eis que esta () é minha doutrina: que estas coisas devem cessar” (; grifo do autor).

O Salvador não limitou Sua admoestação sobre a discórdia àqueles que não estavam cumprindo o mandamento sobre o batismo. Ele proibiu a discórdia entre quaisquer pessoas. Mesmo aqueles que cumprem os mandamentos não devem levar a cólera ao coração dos homens.

O “pai da discórdia” é o diabo; o Salvador é o Príncipe da Paz. De maneira semelhante, a Bíblia ensina que “os sábios desviam a ira” (). Os primeiros apóstolos ensinaram que devemos ” () as coisas que servem para a paz” () e ” a verdade em amor” (), “porque a ira do homem não opera a justiça de Deus” ().

Na revelação moderna, o Senhor ordenou que as boas novas do evangelho restaurado fossem declaradas “cada homem a seu próximo, com brandura e mansidão” (), “com toda humildade, () não ofendendo ofensores” (). Mesmo ao procurarmos ser mansos e evitar a discórdia, não devemos fazer concessões ou diminuir nosso compromisso com a verdade que compreendemos.

Não devemos abrir mão de nossa condição e de nossos valores. O evangelho de Jesus Cristo e os convênios que fizemos nos colocam inevitavelmente como combatentes na eterna disputa entre a verdade e o erro. Não há terreno neutro nessa batalha. O Salvador mostrou o caminho quando Seus adversários O confrontaram com a mulher que tinha sido “apanhada, no próprio ato, adulterando” ().

Quando foram envergonhados por sua própria hipocrisia, os acusadores se retiraram e deixaram Jesus a sós com a mulher. Ele a tratou com bondade, deixando de condená-la naquele momento. Mas também a orientou com firmeza dizendo: “Não peques mais” (). Bondade amorosa é importante, mas um seguidor de Cristo, assim como o Mestre, será firme na verdade.

Como o Salvador, Seus seguidores frequentemente se defrontam com comportamentos pecaminosos e, hoje, às vezes são chamados de “beatos” ou “fanáticos” quando defendem o certo e lutam contra o errado, conforme seu entendimento. Muitas práticas e muitos valores mundanos apresentam esses desafios para os santos dos últimos dias.

Hoje em dia há uma forte tendência em legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em muitos estados e em muitas províncias dos Estados Unidos, do Canadá e em muitos outros países do mundo. Vivemos também entre pessoas que não acreditam de maneira alguma no casamento.

  1. Alguns não acreditam em ter filhos.
  2. Outros se opõem a quaisquer restrições contra a pornografia ou as drogas.
  3. Outro exemplo conhecido da maioria dos fiéis é o desafio de viver com um cônjuge ou um familiar descrente, ou relacionar-se com colegas de trabalho que não creem em nada.
  4. Em lugares que foram dedicados, como os templos, as casas de adoração e o nosso próprio lar, devemos ensinar a verdade e os mandamentos de maneira clara e completa como os entendemos, conforme o plano de salvação revelado no evangelho restaurado.

Nosso direito de fazer isso é protegido por garantias constitucionais de liberdade de expressão e liberdade religiosa, bem como pela privacidade que é respeitada mesmo em países onde não existem garantias constitucionais formais. Em público, o que as pessoas religiosas dizem e fazem envolvem outras considerações.

O livre exercício da religião cobre a maioria dos atos públicos, mas está sujeito a qualificações necessárias para acomodar as crenças e práticas dos outros. As leis podem proibir comportamentos que geralmente são reconhecidos como errados ou inaceitáveis, como a exploração sexual, a violência ou o comportamento terrorista, mesmo quando praticados por extremistas em nome da religião.

Comportamentos menos graves, mesmo que inaceitáveis para alguns fiéis, talvez tenham simplesmente que ser tolerados se tiverem sido legalizados pelo que o profeta do Livro de Mórmon chamou de “a voz do povo” (). Sobre a questão do discurso público, todos nós deveríamos seguir os ensinamentos do evangelho de amar ao próximo e evitar a discórdia.

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Os seguidores de Cristo devem ser exemplos de civilidade. Devemos amar todas as pessoas, ser bons ouvintes e mostrar respeito por suas crenças genuínas. Embora discordemos, não devemos ser desagradáveis. Nossa posição e comunicação em assuntos controversos não devem ser contenciosas. Devemos ser sábios ao explicar e seguir nossos padrões e em exercer nossa influência.

Dessa forma, pedimos que os outros não se ofendam com nossas sinceras crenças religiosas e o livre exercício de nossa religião. Incentivamos todos a praticar a Regra de Ouro do Salvador: “Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós” ().

  1. Quando nossa posição não prevalece, devemos aceitar os resultados desfavoráveis de maneira respeitosa e ser civilizados para com os adversários.
  2. Em qualquer situação, devemos agir com boa vontade para com todos, rejeitando qualquer tipo de perseguição, incluindo aquelas relacionadas à raça, à etnia, à crença ou à descrença religiosa e às diferenças de orientação sexual.

Falei sobre vários princípios gerais. Agora vou falar sobre como esses princípios devem aplicar-se em várias situações familiares, nas quais os ensinamentos do Salvador devem ser seguidos mais fielmente. Vou começar com o que nossos filhos pequenos aprendem quando brincam.

  • Muitos não membros aqui em Utah foram ofendidos e discriminados por alguns membros que não permitem que seus filhos sejam amigos de crianças de outras religiões.
  • Com certeza, podemos ensinar nossos filhos sobre valores e padrões de comportamento sem que tenham de se distanciar ou desrespeitar qualquer pessoa que seja diferente.

Muitos professores nas escolas e na Igreja têm ficado desapontados com a maneira pela qual alguns adolescentes, incluindo jovens SUD, tratam uns aos outros. O mandamento de amar uns aos outros com certeza inclui amar e respeitar além das diferenças religiosas, raciais, culturais e econômicas.

Desafiamos todos os jovens a evitar bullying, insultos, linguajar ou práticas que deliberadamente causam dor aos outros. Tudo isso viola o mandamento do Salvador de amar uns aos outros. O Salvador ensinou que a discórdia é uma ferramenta do diabo. Isso sem dúvida vai contra certa linguagem e certas políticas atuais.

Conviver com as diferenças políticas é essencial para a política, mas as diferenças políticas não precisam envolver ataques pessoais que envenenam o processo de governo e punem os participantes. Todos nós devemos banir o ódio da comunicação e ser civilizados quando houver diferenças de opinião.

  1. O ambiente mais importante para abster-se da discórdia e praticar o respeito pelas diferenças é o lar e os relacionamentos familiares.
  2. Diferenças são inevitáveis — algumas grandes, outras pequenas.
  3. Quanto às grandes diferenças, vamos supor que um membro de sua família esteja coabitando com alguém.
  4. Isso coloca dois valores importantes em conflito: nosso amor pelo membro da família e nosso compromisso com os mandamentos.

Seguindo o exemplo do Salvador, podemos mostrar bondade amorosa e ainda ser firmes na verdade, abstendo-nos de ações que facilitam ou parecem condenar o que sabemos ser errado. Vou concluir com outro exemplo de relacionamento familiar. Numa conferência de estaca no Centro-Oeste há cerca de 10 anos, conheci uma irmã cujo marido não era membro e que ia com ela à igreja havia 12 anos, mas nunca se filiara à Igreja.

O que ela deveria fazer? Ela me perguntou. Eu a aconselhei a continuar a fazer as coisas certas e a ser paciente e bondosa com o marido. Cerca de um mês depois, ela me escreveu o seguinte: “Pensei que 12 anos eram uma boa mostra de paciência, mas não sabia se estava sendo muito bondosa com meu marido.

Por isso, esforcei-me muito para ser bondosa por um mês, e ele foi batizado”. A bondade é algo poderoso, especialmente no ambiente familiar. A carta continua: “Estou tentando ser ainda mais bondosa, porque estamos nos preparando para ser selados no templo este ano!” Seis anos depois, ela me escreveu outra carta: “Meu marido ser chamado e designado bispo “.

Em muitos relacionamentos e situações da vida, devemos conviver com as diferenças. Quando essencial, nosso lado dessas diferenças não deve ser rejeitado ou abandonado, mas, como seguidores de Cristo, devemos viver pacificamente com outras pessoas que não compartilham de nossos valores ou não aceitam os ensinamentos sobre os quais se baseiam.

O plano de salvação do Pai, que conhecemos por revelação profética, coloca-nos em uma situação mortal em que devemos guardar Seus mandamentos. Isso inclui amar nosso próximo de diferentes culturas e crenças como Ele nos ama. Como ensinou um profeta do Livro de Mórmon, devemos prosseguir, tendo “amor a Deus e a todos os homens” ().

  1. Thomas S. Monson, “Amor: A Essência do Evangelho”, A Liahona, maio de 2014, p.91.
  2. Cartas a Dallin H. Oaks, 23 de janeiro de 2006 e 30 de outubro de 2012.

: Amar os Outros e Conviver com as Diferenças

O que significa fazer a diferença na vida de alguém?

🔹Fazer a diferença na vida de alguém significa dar sempre o melhor de si naquilo que você já faz. 🔹Às vezes ficamos esperando a melhor oportunidade para fazer o bem, exemplo: ‘No dia que eu tiver dinheiro para ajudar financeiramente aquela comunidade’.

O que substitui a qual?

1 sinônimo da palavra a qual: Pronome relativo: 1 que.

Qual o sinônimo de o qual?

2 sinônimos de o qual para 1 sentido da expressão o qual: Pronome relativo: 1 que, a qual.

Como usar no qual exemplos?

Exemplo: «A universidade onde estudei é muito boa.» No entanto, pode ser substituído por em que ou na qual: «A universidade em que estudei é muito boa»; «A universidade na qual estudei é muito boa.» Nestes casos, a escolha deve recair sobre a melhor sonoridade.

Qual a diferença entre onde é aonde?

Quando usar aonde? – Aonde possui lógica semelhante à da palavra onde : mesmas funções e ideia de lugar. Porém, sua diferença está no fato de apresentar noção de movimento, Aonde não apresenta ideia de permanência, mas de movimento, transporte. Isso acontece porque acrescenta-se a preposição a à palavra onde, o que dá indicação de movimento de acordo com a regência dos verbos que acompanham essa palavra.

Aonde você o levou ?

(Advérbio interrogativo)

O local aonde eu preciso ir fica no centro da cidade. O local ao qual eu preciso ir fica no centro da cidade.

No lugar aonde cheguei faz calor. No lugar a que cheguei faz calor.

(Pronome relativo) Leia também: Regência verbal e regência nominal: conheça as regras

Qual é a diferença entre mal é mau?

Então vamos simplificar esta dica de português e você vai aprender o assunto de uma maneira muito simples e rápida. Antes de tudo, memorize o seguinte: a palavra mau, é escrita com a letra u significa o contrário de bom. Por outro lado, a palavra mal, escrita com a letra l significa o contrário de bem.

Qual a origem da palavra diferença?

Palavra Diferença, Diferente Ela vem do Latim DIFFERENS, ‘que não é igual, diferente’, de DIFFERRE, ‘colocar de lado’, de DIS, ‘fora, afastado de’, mais FERRE, ‘levar, portar, carregar’.

Qual é a diferença entre desigualdade e diferença?

Os protestos dos “indignados” da Europa e do movimento Ocupe Wall Street, nos Estados Unidos, colocaram a desigualdade social na agenda internacional. No Brasil, um dos países com maior disparidade de renda, o tema também está na ordem do dia. Mas, do mesmo modo que se discute o assunto mais abertamente, uma reação em contrário trabalha silenciosamente no sentido de naturalizar as desigualdades – o que dificulta o enfrentamento do problema.

E isso se verifica por meio do raciocínio de que, se na natureza há diferenças, a desigualdade é natural. E, se é natural, consequentemente não pode ou não deveria ser superada. Porém, o argumento da naturalidade da desigualdade é equivocado. Não considera uma sutileza: “diferença” não é o mesmo que “desigualdade”, embora os dois termos até sejam usados como sinônimos.

Uma boa distinção entre os dois conceitos é dada pelo historiador brasileiro José D’Assunção Barros. Algo é “diferente” quando sua essência se difere da essência do outro – seja no todo ou em algum aspecto particular. A “desigualdade”, no entanto, não se refere a essências distintas, mas sim a uma circunstância que privilegia algo ou alguém em relação ao outro – independentemente de os dois serem iguais ou diferentes.

  • A diferença pode ser tanto nata e natural como cultural.
  • Já a desigualdade – as circunstâncias que privilegiam alguns – é construída socialmente.
  • E, muitas vezes, implica a ideia de injustiça.
  • A própria natureza pode ajudar a esclarecer os conceitos e mostrar como a desigualdade não é natural, mas social.

Os seres vivos têm códigos genéticos (a essência) diferentes entre si. A diversidade genética coloca as espécies em posições distintas no meio ambiente para competirem entre si pela vida. Alguns animais são caçadores e outros, a caça. Isso é natural. E ninguém discute que haja injustiça na natureza.

Mas, em cada espécie, há compartilhamento de uma mesma genética. Um leão é igual a outro leão, bem como todos os homens são essencialmente iguais entre si. Ou seja, nascem com características comuns que lhes asseguram condições de lutar pela sobrevivência na natureza. A regra natural, portanto, é a igualdade de atributos numa mesma espécie.

Os indivíduos largam dispondo de uma mesma genética na corrida pela vida. Obviamente, há diferenças dos humanos entre si – não no todo, mas em aspectos particulares (força, altura, inteligência, sexo). Não é desejável que sejam eliminadas. Essas diferenças levam os homens a resultados diversos em uma disputa justa, em igualdade de condições.

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O que é diferença na sociologia?

Diferença ou desigualdade A diferença não significa desigualdade. A diferença faz descobrir o outro, enriquece, aumenta o potencial de partilha e favorece a complementaridade. A desigualdade afasta, empobrece as pessoas e os povos, dificulta a solidariedade e é pretexto para o abuso de poder e a exploração.

A diferença de género não pode justificar as desigualdades sociais, económicas e até políticas que ainda hoje marcam a relação entre homens e mulheres. Há quem procure na biologia, no instinto ou num quadro mais ou menos fixo de funções psicoafetivas, uma explicação para justificar a condição social de género.

Levantam-se vozes para culpabilizar as mulheres pela baixa de natalidade, pela diminuição da taxa de fecundidade, pelo envelhecimento do país. E, chega-se ao ponto de propor que voltem para casa, que tenham filhos e se dediquem a eles deixando a vida económica e a participação política aos homens, que esses não têm tais responsabilidades; a eles não lhes cabe mudar fraldas ou ensinar as gerações futuras a respeitar valores de igualdade e tolerância.

  • Reduzem as vidas das mulheres à sua capacidade procriativa, como se esta fosse uma responsabilidade feminina e não um desígnio do ser humano.
  • Apesar da taxa de fecundidade calcular os nascimentos em função do número de mulheres em idade reprodutiva (15 a 49 anos), a decisão de ter um filho devia ser uma escolha consciente.

Porque, a relação que daí resulta, é mais do que a maternidade ou a paternidade, consubstancia o que hoje se designa por parentalidade, ou seja, a relação de duas pessoas, que podem ser pais biológicos ou não, com os filhos. Os filhos não nascem por causa das mulheres, nem pela vontade única destas.

  • São a realização dos seres humanos que assim passam testemunho, dão continuidade à própria vida em sociedade e transmitem uma herança social, mais do que genética, garantindo a sobrevivência da espécie e dos povos.
  • A diferença gera complementaridade.
  • Homens e mulheres complementam-se na criação, nas funções familiares, nas tarefas, no pensar e no transformar o mundo que os rodeia.

E a complementaridade é sinónima de partilha de responsabilidades. E, partilhar responsabilidades é assumir a construção da sociedade e os seus problemas. Por isso, não há problemas das mulheres que também não sejam problemas de homens. Na violência doméstica há 80% de mulheres vítimas, mas há 80% de homens agressores; na prostituição, por ventura 80% são mulheres, mas um grande número destas vive na dependência de homens que as exploram ou controlam as suas vidas.

  • Na gravidez precoce, jovens mães acabam por ser vítimas da irresponsabilidade dos parceiros, quase sempre mais velhos, que as seduzem para uma relação sexual não protegida.
  • Na monoparentalidade, um número elevado de mulheres fica legalmente com o encargo de sustentar os filhos, após um divórcio, uma viuvez ou simplesmente uma relação conjugal que não se concretizou.

Todos os problemas das mulheres são problemas dos homens. Mas, enquanto a diferença de género for pretexto para desigualdades sociais, desrespeito por direitos humanos, exploração e abusos de poder, estaremos longe de uma cidadania plena. A diferença de género devia multiplicar e não dividir, enriquecer a partilha e nunca excluir ou discriminar.

Quando usar no qual é o qual?

Como usar o qual? – Para usar o pronome relativo qual e suas flexões, o termo deve vir acompanhado de um artigo. Desta forma, ele é usado depois de preposições com duas sílabas ou mais e de locuções prepositivas. De acordo com a coordenadora de do Stoodi, Marina Sestito, no é a junção do termo em + o,

EM QUE OU NO QUAL?

No exemplo, devemos escrever «no qual desenvolve», «onde desenvolve», «em que desenvolve»? Ex.: Friedrich Froebel (1782-1852) funda os “jardins de infância” (1840), aplicando um novo método educacional, essencialmente antiformalista, onde desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.

A frase correta deverá ser: « Friedrich Froebel (1782-1852) funda os “jardins de infância” (1840), aplicando um novo método educacional, essencialmente antiformalista, em que desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.» Caso a intenção do enunciador fosse associar a oração «desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais» a «jardins de infância», poder-se-ia utilizar onde ; ou seja, se se pretende inferir que se utilizam recursos didáticos nos jardins de infância em vez de no método educacional: «.

funda os “jardins de infância” (1840), onde desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.» Porém, parece pouco provável que fosse essa a sua intenção. Muitas vezes, as três possibilidades são consideradas sinónimas, aplicadas no mesmo contexto corretamente.

  • Porém, nem sempre é assim.
  • O termo onde deve empregar-se quando se está perante a referência a lugares.
  • Exemplo: «A universidade onde estudei é muito boa.» No entanto, pode ser substituído por em que ou na qual : «A universidade em que estudei é muito boa»; «A universidade na qual estudei é muito boa.» Nestes casos, a escolha deve recair sobre a melhor sonoridade.

Ou seja, utiliza-se sempre onde para se referir a lugares, mas pode substituir-se por em que ou no qual, permanecendo a frase correta do ponto de vista gramatical e semântico. O mesmo não acontece com em que e no qual, que devem ser aplicados em situações que não se referem a lugares.

  1. Passa-se a exemplificar: «O processo em que tal foi referido foi arquivado»; «O contexto no qual isso foi dito era justificável.» Nestes casos não se deve utilizar o advérbio de lugar onde,N.E.
  2. 27/09/2016) – No Facebook, um consulente sugere «com que.» e «com o qual», em alternativa a «em que» e «no qual».

Trata-se de uma opção correta, de valor instrumental, que evitaria os problemas levantados pela ocorrência de onde por «em que» ou «no qual». Com efeito, entre normativistas, este advérbio relativo deve ter por antecedente uma expressão de valor locativo («trabalhava na faculdade onde foi dada a conferência»); contudo, a linguística descritiva (cf.

  • Gramática do Português, Fundação Calouste Gulbenkian, 2013, p.2102, nota 55) tem evidenciado que “onde” é compatível com expressões tratadas metaforicamente como espaços físicos (cf.
  • «A parte do discurso onde a Ana foi mais convincente foi aquela em enumerou as promessas não cumpridas do Governo», exemplo apresentado como gramatical por João A.

Peres e Telmo Móia, em Áreas Críticas da Língua Portuguesa, 2.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 2003, p.305). Observe-se, mesmo assim, que nem sempre é claro o critério que permite considerar substantivos de conteúdo mais abstrato – como acontece com método na frase em causa – como palavras que se prestem à extensão metafórica de um valor locativo.

Vem, portanto, a propósito citar o Guia de Uso do Português (São Paulo, Editora Unesp, 2003), de Maria Helena de Moura Neves, que, sobre onde e a respetiva doutrina prescritiva, faz notar o seguinte: « como pronome relativo onde vem sendo usado sem referência a lugar, simplesmente equivalendo a em que, no qual, o que é condenado nas lições normativas,

Exemplos desse uso condenado são estes: Nos casos ONDE ocorrem pressão de artesianismo no lençol freático ou fuga de água no furo deverão ser anotadas as profundidades das ocorrências e do tubo de revestimento, A edição de 16 de abril traz um artigo sobre a lógica fuzzy, teoria matemática ONDE elementos podem pertencer apenas parcialmente a conjuntos.

Quando usar a expressão de que?

O ‘que’ retoma toda frase anterior: ‘Minha mãe tem muitas coisas para fazer’. Então, todas as vezes que houver a necessidade de retomar um antecedente, use ‘que’ e não ‘de’. Logo, em frases que não há necessidade de retomar algo, ou seja, não há um antecedente, use ‘de’.

Qual é a diferença entre eu te amo e te amo?

Ao menos no português coloquial brasileiro, a diferença entre ‘Eu te amo’ e ‘Te amo’ é bem sútil ‘Te amo’ é usado de maneira boba, já ‘Eu te amo’ é mais forte, mais intenso.