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Onde Fica O CoraO?

Qual é o lado que fica o coração?

Se o corpo humano for dividido ao longo de uma linha média, serão obtidas duas partes simétricas, cada uma com um olho, um ouvido e um braço, por exemplo. Essa simetria bilateral externa, no entanto, não se aplica a alguns órgãos internos, entre eles o coração.

Esse órgão normalmente está situado no lado esquerdo do peito, mas em um pequeno percentual das gestações ele pode se formar do lado direito, ou podem ocorrer outras anomalias de posicionamento, algumas incompatíveis com a vida. Tais alterações dependem de mecanismos desencadeados nas primeiras fases do desenvolvimento do embrião humano, antes da formação dos órgãos, e associados à ausência de certas moléculas no local correto ou à sua expressão em outros locais.

O estudo dessas anomalias ajuda a esclarecer os mecanismos que levam à assimetria cardíaca normal, ou seja, ao posicionamento correto do coração. Um aspecto fundamental do estudo do corpo de um animal é a sua forma ou geometria. A descrição mais simples da forma corporal é a simetria, ou seja, o arranjo das estruturas corporais em relação a algum eixo que divide o animal.

A maioria dos animais apresenta simetria bilateral, ou seja, seu corpo pode ser dividido em duas partes iguais em relação a uma linha média. Uma análise mais detalhada do corpo dos vertebrados revelará uma simetria bilateral para muitas estruturas (olhos, ouvidos e membros, por exemplo). Essa simetria externa, porém, não é acompanhada pelos órgãos internos, que, em sua maioria, se localizam de maneira assimétrica em relação aos lados direito e esquerdo do corpo.

Observando a anatomia interna da maioria dos vertebrados, nota-se a presença de apenas um coração, um estômago e um baço, situados à esquerda, mas existem também órgãos pares como, por exemplo, os pulmões. Entretanto, mesmo os pulmões apresentam assimetria — o pulmão direito é um pouco maior e apresenta três lobos, enquanto o esquerdo tem apenas dois.

Essa assimetria normal dos órgãos internos é chamada tecnicamente de situs solitus, Anomalias no posicionamento dos órgãos O situs solitus é a regra geral, mas existem raros indivíduos – um para 20 mil na espécie humana — que nascem com todos esses órgãos em posição invertida, como na imagem de um desenho em um espelho.

Essa condição, conhecida como situs inversus totalis, geralmente não causa problemas de saúde. Em humanos, situs inversus totalis ocorre algumas vezes na chamada síndrome dos cílios imóveis. Nos portadores dessa síndrome, os cílios existentes em células da mucosa das vias respiratórias, dos ouvidos e da faringe são imóveis ou têm motilidade reduzida.

  1. Isso acarreta freqüentes infecções respiratórias e sinusite crônica, já que o movimento rítmico dos cílios é responsável pela remoção do muco e das impurezas nele contidas (poeira, fuligem e microrganismos, por exemplo).
  2. A falta de movimento dos cílios, combinada com a inversão dos órgãos internos e com doenças do sistema respiratório, é chamada de síndrome de Kartagener, por ter sido descrita (em 1933) pelo pneumologista suíço Manes Kartagener (1897-1975).

Os cílios perdem motilidade porque a proteína motora dineína, essencial para o seu movimento regular, não está ativada ou não cumpre sua função adequadamente. A dineína também é responsável pelo movimento da ‘cauda’ dos espermatozóides, e por isso os indivíduos que têm a síndrome são inférteis.

  1. O gene que codifica essa proteína (ou seja, que contém as informações para a sua síntese) é conhecido como Lrd (sigla de left-right dynein, ou ‘dineína esquerda-direita’).
  2. Estudos com camundongos comprovaram que esse gene está envolvido na determinação da assimetria lateral dos órgãos.
  3. Embriões de camundongos de uma linhagem conhecida como iv/iv (caracterizada por mutações no gene Lrd) apresentam inversão aleatória do eixo direito-esquerdo – a posição dos órgãos não é especificada durante o desenvolvimento embrionário e estes podem se formar de qualquer lado, gerando uma anomalia conhecida como heterotaxia.

Tais evidências sugerem que o citoesqueleto – a rede de microscópicos tubos e filamentos entrelaçados e interligados que sustenta a estrutura interna de uma célula — está envolvido no desenvolvimento do eixo direito-esquerdo. A síndrome dos cílios imóveis, portanto, pode servir como modelo molecular para explicar as anormalidades de lateralidade.

Outra anomalia conhecida é o isomerismo: nesse caso, alguns órgãos internos que deveriam ter estrutura assimétrica, como o coração e os pulmões, desenvolvem-se com os dois lados (ou lobos, no caso dos pulmões) iguais, o que traz complicações para o seu funcionamento. Alguns indivíduos podem ainda nascer com uma condição denominada situs ambiguus, na qual um ou mais órgãos internos têm sua posição invertida, enquanto os demais se formam na posição normal.

Essas pessoas geralmente morrem ainda muito jovens, por causa de complicações pulmonares ou cardíacas associadas a essa anomalia. Silvia Dantas Cangussú Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Ouro Preto, e Laboratório de Neuroimunopatologia Experimental, Departamento de Patologia Geral, Universidade Federal de Minas Gerais; Gregory Thomas Kitten Laboratório de Matriz Extracelular e Desenvolvimento, Departamento de Morfologia, Universidade Federal de Minas Gerais Você leu apenas a introdução do artigo publicado na CH 234.

Porque o coração fica do lado esquerdo do peito?

Este artigo tem mais de 5 anos O corpo humano é aparentemente simétrico no exterior, mas no interior a conversa é outra. Investigadores espanhóis, com 25 anos de experiência, descobriram o porquê do coração estar à esquerda. Onde Fica O CoraO i iStockphoto/janulla iStockphoto/janulla Um grupo de investigadores do Instituto de Neurociências de Alicante publicou um trabalho onde explica o processo de formação do ser humano e o motivo pelo qual o coração está do lado esquerdo do corpo. O artigo, que surge na revista científica Nature, garante que no início do desenvolvimento embrionário os órgãos aparecem centrados, ao meio do corpo — se em alguns invertebrados esse é o local que ocupam já na vida adulta dos animais, em vertebrados como os seres humanos ocorre um sistema mais complexo, que leva os órgãos a ocupar lugares diferentes no corpo, incluindo o coração à esquerda e o fígado à direita.

Os investigadores espanhóis, que estudam a mobilidade das células há 25 anos, descobriram que o coração fica à esquerda devido a uma espécie de empurrão, escreve o ABC. “Nos primórdios da formação do coração (as primeiras estruturas do órgão, uma espécie de tubo), células precursoras chegam dos dois lados do embrião até ao centro, mas são incorporadas muito mais células do lado esquerdo, o que desloca o polo inferior do coração para a esquerda”, explica a investigadora Ángela Nieto.

Isto é, durante o processo embrionário uma série de genes empurra o órgão para a esquerda. Experiências feitas com embriões de frangos, peixes-zebra e ratos comprovam que o mesmo sucede nestes animais, razão pela qual os investigadores acreditam que tal mecanismo seja aplicável a todos os vertebrados, humanos incluídos.

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Mais, quando os investigadores anularam a função de genes chamados Snail e Prrx, o coração ficava no centro — isto aconteceu nas três espécies em causa e diz respeito a uma anomalia congénita de nome mesocardia. É muito importante que o coração esteja no lugar certo, garantem os investigadores, para que este se conecte de forma adequada às veias e às artérias.

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O que faz o coração se contrair?

Dentro do coração O estudo do transporte e regulação do íon cálcio no coração é um tema que vem mobilizando, há mais de dez anos, o Laboratório de Pesquisa Cardiovascular (LPCv) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Um novo projeto temático, Transporte de cálcio em miócitos ventriculares de ratos durante o desenvolvimento pós-natal, financiado pela FAPESP, está ampliando, com resultados animadores, os conhecimentos nessa área.

  1. Importantes conclusões estão previstas para o próximo ano”, informa o pesquisador José Wilson Magalhães Bassani, diretor do Centro de Engenharia Biomédica e professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, coordenador do projeto.
  2. A importância do projeto é maior do que parece à primeira vista.

O íon cálcio é responsável pela contração do músculo cardíaco. Há fortes indicações de que muitas doenças que levam a insuficiências nas funções do coração, como hipertensão arterial, isquemia miocárdica, hipertrofia e distúrbio de ritmo, estão ligadas a alterações nos transportadores de cálcio.

  • Para caracterizar definitivamente essas alterações, porém, é preciso pesquisar de maneira mais profunda os mecanismos básicos da célula sadia.
  • É justamente este o objetivo do projeto, iniciado há três anos.
  • Até o fim de 1999, ele pretende apresentar uma descrição quantitativa precisa e completa da participação relativa dos transportadores de cálcio em animais jovens e recém-nascidos.

Os objetivos do projeto ficam dentro da pesquisa pura. Mas não há dúvidas de que suas descobertas poderão levar, posteriormente, a pesquisas sobre tratamentos mais eficazes para os problemas cardíacos, responsáveis, segundo dados da Fundação Interamericana do Coração (IHF), por 34% das mortes que ocorrem no Brasil.

  • Metodologia O projeto, mesmo no estágio atual, já tem o que mostrar.
  • Por exemplo, para sua realização, foi desenvolvida uma metodologia totalmente nova.
  • Esse desenvolvimento foi realizado no laboratório do professor Donald Martin Bers, na Universidade Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos, com a participação de Bassani e da doutora Rosana Almada Bassani, também da Unicamp.

O desdobramento desse trabalho no Brasil também contou com um financiamento da FAPESP. Nas primeiras etapas do projeto temático, os pesquisadores se concentraram no desenvolvimento e aprimoramento de métodos e instrumentos destinados a permitir que fossem medidas as participações relativas dos diversos mecanismos de transporte de cálcio nas células cardíacas, além da parte liberada pelo retículo sarcoplasmático, a principal fonte do cálcio destinado às contrações do músculo existente nessas células.

Além do estoque de cálcio existente no retículo sarcoplasmático, as células contam com vários mecanismos para o transporte do íon, como as bombas de cálcio existentes no retículo e na membrana das células, a troca sódio-cálcio e o transportador mitrocondrial. Todos esses fatores estão sendo pesquisados como parte do projeto.

Contração O íon cálcio tem diversas funções no organismo. Ele regula a transcrição genética e controla a produção de energia nas células. Uma de suas funções mais importantes, porém, é controlar o processo de contração do coração, que bombeia o sangue para todo o organismo.

“O íon cálcio atua como fator de ligação entre a excitação elétrica e a contração em células musculares cardíacas, além de modular a força desenvolvida pelas células”, explica o professor Bassani. Uma falha no processo pode ter conseqüências fatais. Estudos recentes documentaram uma ligação entre a hipertensão severa, um estado que pode levar ao aumento exagerado e à falência do coração, e alterações no processo de ligação entre excitação e contração, especialmente com relação à quantidade de cálcio liberada pelo retículo sarcoplasmático, onde fica seu estoque principal.

“Esse é o conceito que temos defendido como possível explicação alternativa para o controle do inotropismo (função contrátil) cardíaco”, afirma o professor. Em estudos anteriores, o grupo de trabalho da Unicamp determinou, a partir de pesquisas em coelhos adultos, que, durante uma contração, cerca de 70% do cálcio é transportado pelo retículo sarcoplasmático, 28% pela troca sódio-cálcio e apenas 2% por mecanismos mais lentos, como as bombas de cálcio da membrana e os transportadores mitocondriais.

  1. Essas participações podem ser muito diferentes em animais jovens ou recém-nascidos”, comenta o professor Bassani, “e o impacto de tratamentos que afetem o transporte de cálcio será certamente dependente da importância relativa dos diversos transportadores.” Daí a importância do trabalho em curso.
  2. Fluorescência Várias etapas do projeto já foram vencidas.

Uma delas foi a determinação dos sítios de ligação passiva dos íons, os chamados buffers de cálcio, no interior das células. Outras foram a determinação de parâmetros e o desenvolvimento de métodos de calibração do sinal de fluorescência usado para medir as concentrações intracelulares de cálcio.

A metodologia das pesquisas envolve o isolamento de células cardíacas, ou miócitos, por digestão enzimática; medição de correntes iônicas por patch-clamps (técnica que utiliza microeletrodos para essa medição); medição de encurtamento celular por detecção de borda de sinal de vídeo e de concentração intracelular de cálcio por fluorescência.

De acordo com Bassani, os pesquisadores, a certa altura, depararam com a necessidade de desenvolver uma técnica própria de estimulação elétrica. Essa nova técnica já levou a dois subprodutos: um modelo matemático, com base na teoria eletromagnética, para explicar o processo de excitação elétrica das células de animais recém-nascidos; e um estimulador elétrico de alta potência.

“A partir de agora, não só o nosso laboratório, mas outros, no Brasil e no exterior, poderão beneficiar-se do conhecimento de que miócitos de animais neonatos podem ser estimulados eletricamente, por campo elétrico, desde que se usem estimuladores capazes de fornecer correntes superiores a 500 miliampères”, afirma o professor da Unicamp.

Essa corrente, superior a 500 miliampères, é cerca de dez vezes maior que a necessária para estimular miócitos de animais adultos nas mesmas condições. Há mais. A equipe desenvolveu um microfotômetro, instrumento completo (óptico, mecânico e eletrônico) para medir a concentração de cálcio no interior das células, mais compacto e, aparentemente, mais adequado aos ambientes hospitalares do que equipamentos importados.

O aparelho, capaz de monitorar a concentração intracelular de cálcio numa célula isolada, é uma das melhores opções nesse campo, inclusive em nível internacional. Considerando-se que o projeto ainda não chegou ao final, são resultados amplos e importantes. Muitos outros, provavelmente, vão aparecer até o projeto chegar à sua conclusão, no fim do ano que vem.

Além do professor Bassani, a equipe multidisciplinar envolvida no projeto temático inclui Rosana Almada Bassani, bióloga, mestre em Ciências Biológicas e doutora em Ciências, da Unicamp, que atua como vice-coordenadora do projeto; o professor Aníbal Vercesi, médico, doutor em Ciências, da Unicamp; Márcia Fagian, bióloga, doutora em Ciências, da Unicamp; o professor Carlos Marcelo Gurjão de Godoy, engenheiro-eletrônico, da Universidade de Moji das Cruzes; e o professor Paulo Alberto Paes Gomes, físico, da Universidade de Moji das Cruzes.

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Nos Estados Unidos, o projeto tem o apoio do professor Donald Martin Bers, da Universidade Loyola, de Chicago. Participam ainda os alunos de doutoramento Sandro Aparecido Ferraz, tecnólogo em saúde, e Josemar Gurgel da Costa, biólogo; os alunos de mestrado Katherine Almeida Lima, engenheira-eletrônica, e Nivaldo Zafalon Júnior, tecnólogo em saúde; e, em iniciação científica, os estudantes Christianne Basílio e Silva, Gustavo Shingai Sinzato e Ana Carolina Silveira.

Fornecem apoio técnico Alexandre Tedeschi, técnico em eletrônica, Gílson Barbosa Maia Júnior, biólogo, e Rubia Franchi, estagiária em Bioquímica. O íon que faz o coração se contrair Quando o coração é ativado eletricamente, o íon cálcio entra nas células cardíacas, por meio dos canais de cálcio, desempenhando dois papéis: ativar diretamente o mecanismo de contração e provocar a liberação maciça de cálcio vindo dos estoques existentes no retículo sarcoplasmático.

A concentração intracelular de cálcio eleva-se, então, do nível de repouso para um pico, de cerca de dez vezes maior. O íon liga-se a proteínas contráteis e o processo de contração é desencadeado. O cálcio é removido do citoplasma por transportadores, a concentração volta ao nível de repouso e o ciclo se repete.

O papel dos transportadores é fundamental para que a concentração de cálcio na célula aumente e volte aos níveis iniciais após a ativação elétrica, constituindo uma variação transitória chamada transiente de cálcio. O tempo em que ocorre o processo e a amplitude do transiente de cálcio determinam a força desenvolvida e a potência da contração do músculo cardíaco.

Os estudos para a medição de cálcio dentro das células ganharam força a partir de 1985, quando empresas dos Estados Unidos colocaram no mercado indicadores de cálcio mais eficientes e que podiam ser usados mais facilmente. Os indicadores, atualmente, são fluorescentes e emitem luz quando a célula é iluminada com luz ultravioleta.

Quanto maior a quantidade de cálcio, mais intensa é a luz emitida. O controle das contrações do músculo cardíaco não é a única função do íon cálcio no organismo. Ele tem importantes funções como mensageiro intracelular. Sinaliza processos vitais no organismo e pode ser mobilizado de fontes tanto dentro como fora das células.

Entre as atividades reguladas pelo cálcio, estão a divisão das células, a transcrição genética e a produção de energia celular. Mas seu excesso representa um perigo. Uma sobrecarga de cálcio, por períodos prolongados, pode levar à morte da célula. O professor José Wilson Magalhães Bassani tem 45 anos. Bacharelou-se em Ciências de Computação e fez mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica e Biomédica na Unicamp.

Depois de um pós-doutoramento na Universidade da Califórnia, em Riverside, foi professor-assistente da Universidade Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos. Atualmente, é professor livre-docente do Departamento de Engenharia Biomédica da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp e dirige o Centro de Engenharia Biomédica.

Quais são os nomes das cavidades do coração?

O coração é um órgão muscular, oco que funciona como uma bomba contrátil-propulsora. Tem a forma aproximada de um cone, apresentando uma base, um ápice e faces (esternocostal, diafragmática e pulmonar). Situa-se na cavidade torácica, atrás do osso esterno e acima do músculo diafragma, no espaço compreendido entre os dois sacos pleurais (mediastino).

Sua maior parte esta à esquerda do plano mediano do corpo (DANGELO; FATTINI, 2006). As paredes do coração são constituídas por três camadas distintas, sendo a camada mais externa o epicárdio. A camada média espessa é o miocárdio, constituído por tecido muscular cardíaco que se contrai causando compressão nas câmaras cardíacas e, consequentemente, ejeção de sangue.

A camada mais interna é o endocárdio que recobre as válvulas cardíacas (DANGELO; FATTINI, 2006). O pericárdio é um saco seroso de tecido conjuntivo fibroso que envolve e protege o coração, separando-o dos outros órgãos do mediastino. Contém liquido pericárdico com a finalidade de proteger o coração contra atritos durante as movimentações das contrações (VAN DE GRAAFF, 2003; DANGELO; FATTINI, 2006). O coração. Fonte: fotosearch.com.br Os vasos condutores do sangue são as artérias, as veias e os capilares sanguíneos (DANGELO; FATTINI, 2006). Estrutura dos vasos sanguíneos. Fonte: http://simbiotica.org/circulatorio.htm

São tubos cilindróides, elásticos, nos quais o sangue circula centrifugamente em relação ao coração. Tendo em vista seu calibre, podem ser classificadas em artérias de grande, médio e pequeno calibre e arteríolas. Levando em conta a estrutura e função, as artérias classificam-se em: elásticas ou de grande calibre (ex.: aorta, tronco braquiocefálico, subclávia) distribuidoras ou de tamanho médio (maioria das artérias do corpo) e arteríolas (menores ramos das artérias) (DANGELO; FATTINI, 2006). São tubos nos quais o sangue circula centripetamente em relação ao coração, fazendo sequência aos capilares e transportando o sangue que já sofreu trocas com os tecidos, da periferia para o centro do sistema circulatório, que é o coração. Sua forma é variável, dependendo da quantidade de sangue em seu interior. Como para as artérias, as veias podem ser classificadas em veias de grande, médio e pequeno calibre e vênulas (DANGELO; FATTINI, 2006). São vasos microscópicos, interpostos entre as artérias e veias, onde se processam as trocas entre o sangue e os tecidos (DANGELO; FATTINI, 2006).

As artérias e as veias. Fonte: fotosearch.com.br É formado por vasos e órgãos linfoides e nele circula a linfa, fluido tissular que penetra nos vasos, sendo basicamente um sistema auxiliar de drenagem do sistema venoso. Não possui órgão central bombeador, apenas conduzindo a linfa para vasos mais calibrosos que desembocam nas veias. O Sistema Linfático. Fonte: http://www.afh.bio.br/imune/linfa1.asp O sangue é composto por um líquido rico em proteínas, o plasma e por células, os leucócitos, eritrócitos e plaquetas. A média do volume sanguíneo em um adulto é em torno de 7% do peso corporal, aproximadamente cinco litros sangue. As células sanguíneas. Fonte: www.sobiologia.com.br

Qual a diferença de dor muscular e dor de infarto?

A dor pode ser do tipo aperto/pressão, queimação ou ’em facada’ e pode vir acompanhada de outros sintomas, como falta de ar, sudorese, palidez e tontura. Já a dor no peito provocada por lesões musculares se dá em decorrência da prática de alguma atividade física, na maioria das vezes.

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O que a pessoa sente quando tem problema no coração?

Dor no peito Sintoma clássico de infarto, a dor no peito também pode ser sinal de outros problemas no coração. Fique alerta se a dor for aguda e prolongada, durar mais de 10 minutos e irradiar para o pescoço, costas, mandíbula e braço. Nesses casos, vá ao pronto-socorro mais próximo.

Quantas veias têm um coração?

Câmaras do coração – O coração é formado por duas câmaras superiores, os átrios, e duas câmaras inferiores, os ventrículos. Os átrios estão separados pelo septo interatrial, e os ventrículos separam-se pelo septo interventricular. Os átrios apresentam como função principal receber o sangue que vem de diversas partes do corpo, funcionando, portanto, como câmaras coletoras.

  • Já os ventrículos são os responsáveis por garantir o bombeamento do sangue para outros locais, sendo, portanto, câmaras bombeadoras.
  • Tendo em vista o papel de cada câmera do coração, fica fácil compreender por que os ventrículos apresentam paredes mais desenvolvidas, e os átrios, paredes mais delgadas.

As paredes espessas proporcionam uma contração com muito mais vigor do que as paredes delgadas, garantindo, assim, que o sangue seja enviado para diversas partes do corpo. O átrio direito é uma câmera que recebe sangue de diversas partes do corpo, exceto os pulmões.

  • Nele desembocam três veias: veia cava superior, veia cava inferior e seio coronário.
  • O ventrículo direito comunica-se com o átrio direito e dele parte a artéria pulmonar, que leva sangue aos pulmões.
  • O átrio esquerdo recebe sangue vindo dos pulmões por meio de quatro veias pulmonares.
  • O ventrículo esquerdo recebe o sangue do átrio esquerdo e dele parte a artéria aorta, que é responsável por levar sangue para o restante do corpo, exceto os pulmões.

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O que tem dentro do coração humano?

SBC-SC / Público em Geral

Sobre o coração humano Conheça a anatomia e a fisiologia básica de um coração humano. Circulação, localização e posição Constituição Funcionamento Fonte: Wikipedia

O coração humano é responsável pelo percurso do sangue bombeado através de todo o organismo, que é feito em aproximadamente 45 segundos em repouso. Neste tempo o órgão bombeia sangue suficiente a uma pressão razoável, para percorrer todo o corpo nos sentidos de ida e volta, transportando assim, oxigênio e nutrientes necessários às células que sustentam as atividades orgânicas.

O coração é o órgão central da circulação, localizado na caixa toráxica, levemente inclinado para esquerda e para baixo (mediastino médio), sendo constituído por uma massa contráctil, o miocárdio, revestido interiormente por uma membrana fina, o endocárdio, é envolvido por um saco fibro-seroso, o pericárdio.

O coração é constituído por duas porções: a metade direita ou coração direito, onde circula o sangue venoso e a metade esquerda, onde circula sangue arterial. Cada uma destas metades do coração é constituída por duas cavidades, uma superior – o átrio – e uma inferior – o ventrículo.

Estas cavidades comunicam entre si pelos orifícios auriculo-ventriculares. Os dois Átrios encontram-se separadas pelo septo interauricular e os dois ventrículos pelo septo interventricular. Na cavidade atrioventricular esquerda encontra-se a valva mitral, e no orifício atrioventricular direito a valva tricúspede (são valvas que se abrem em direção ao ventrículo e se fecham para evitar o refluxo do sangue).

A circulação sanguínea é assegurada pelo batimento cardíaco, ou seja, o batimento do coração, que lança o sangue nas artérias. O coração é um órgão musculoso que, no Homem, tem o tamanho aproximado de um punho. A parte musculosa do coração tem o nome de miocárdio ou músculo cardíaco.

O coração humano apresenta quatro partes ou cavidades: na parte superior estão as aurículas, divididas entre a direita e a esquerda, na parte inferior estão os ventrículos, também direito e esquerdo. Na metade direita do coração só circula sangue venoso, na esquerda sangue arterial. A circulação do sangue nestas quatro cavidades está controlada pelas valvas.

As valvas também servem de meio de comunicação entre as aurículas e os ventrículos. A parte direita do coração está separada da parte esquerda por um septo. O pericárdio é a membrana que reveste todo o coração. O endocárdio é a membrana que reveste o interior do coração.

O coração está constantemente a contrair e a relaxar, para bombear todo o sangue do nosso corpo. É uma bomba hidráulica, em que os tubos de saída são as artérias e os tubos de entrada as veias; o líquido que anda a circular é o sangue. Seu sincronismo atua como se fossem duas bombas trabalhando simultaneamente.

Uma das bombas engloba a aurícula e o ventrículo direitos e a outra a aurícula e o ventrículo esquerdos. A função da aurícula e do ventrículo direitos é arrastar o sangue para os pulmões, onde se liberta o dióxido de carbono e se fornece de oxigênio. Por outro lado, a aurícula e o ventrículo esquerdos têm o trabalho de arrastar o sangue enriquecido de oxigênio para todas as partes do corpo.

Como saber se estou tendo um infarto teste?

Eletrocardiograma – O eletrocardiograma (ou ECG) é feito para avaliar a existência de arritmias cardíacas, infarto do miocárdio ou bloqueios do sistema de condução cardíaco. Geralmente, é um exame realizado como diagnóstico inicial do paciente, pois costuma apresentar a condição cardíaca do(a) paciente em repouso.

Onde é a pontada do infarto?

Diferenças dos sintomas de infarto entre homens e mulheres – O infarto não atinge igualmente homens e mulheres. Os sintomas e até mesmo as faixas etárias mais atingidas são diferentes. “O pico de incidência costuma ser em homens com mais de 45 anos e mulheres após os 55 anos, no período da menopausa,

  • Infarto em homens: em homens a dor do infarto geralmente é percebida como uma pressão no peito.
  • Não é possível localizar com um dedo.
  • A dor pode ser acompanhada de suor sem estar sentindo calor, o “suor frio”, dor em braços, dor na boca do estômago e até dor na mandíbula.
  • Tonturas e desmaios durante a dor podem acontecer.

Infarto em mulheres: os sintomas de infarto em mulheres variam mais. As dores podem ser descritas como queimação e pontadas em região do peito. As dores em mulheres geralmente são subvalorizadas, pois classicamente, antes da menopausa, elas têm menos chance de infarto do que os homens da mesma idade.

Quais são os sintomas de uma pessoa que está infartando?

Dor ou desconforto em membros superiores – pode ser em um ou ambos os braços, costas, estômago, pescoço ou mandíbula; Falta de ar – pode vir acompanhada ou não de dor no peito; Outros sintomas – incluem tontura, suor, indigestão ou náusea.