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O Que Significa Ibge?

Que É IBGE e pra que serve?

Principais Funções – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do País, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal. O IBGE oferece uma visão completa e atual do País, através do desempenho de suas principais funções:

Produção e análise de informações estatísticas Coordenação e consolidação das informações estatísticas Produção e análise de informações geográficas Coordenação e consolidação das informações geográficas Estruturação e implantação de um sistema da informações ambientais Documentação e disseminação de informações Coordenação dos sistemas estatístico e cartográfico nacionais

O que a pesquisa do IBGE pergunta?

Mais ampla pesquisa sobre a população brasileira, o Censo Demográfico 2022 começou no dia 1º de agosto e estava previsto para ser encerrado em outubro. Mas dificuldades como a escassez de recenseadores e a recusa dos moradores em responder o questionário levaram a operação a ser estendida até dezembro para término da coleta dos dados.

  • A pesquisa traça um retrato dos brasileiros a cada dez anos é utilizada para a formulação de políticas públicas, mas ainda é vista com receio por parte da população.
  • Veja a seguir perguntas e respostas sobre o Censo 2022 e tire as suas dúvidas: O que é o Censo? O Censo é a mais ampla pesquisa sobre a população brasileira do IBGE e é feita mediante visita ou coleta de informações em todos os domicílios do país.

Previsto para ser realizado a cada dez anos, o Censo foi suspenso em 2020 por causa das restrições da pandemia. No ano passado, porém, cortes orçamentários inviabilizaram novamente o levantamento. Somente este ano os recursos foram garantidos no Orçamento, com a aprovação do valor de R$ 2,3 bilhões.

  1. Para que serve a pesquisa? A pesquisa realiza uma fotografia detalhada dos brasileiros ao realizar perguntas sobre idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outros.
  2. Essas informações são utilizadas por diferentes instituições e organizações sociais como base para formulação de políticas públicas em áreas como saúde e educação até segurança pública, planejamento urbano, transferências de renda e saneamento básico, por exemplo.

Como identificar um recenseador(a) do IBGE? Os recenseadores estarão sempre uniformizados com o colete do IBGE, boné do Censo, crachá de identificação e o Dispositivo Móvel de Coleta (DMC). É possível confirmar a identidade do agente do IBGE no site Respondendo ao IBGE (respondendo.ibge.gov.br) ou pelo telefone 0800 721 8181.

Ambos constam no crachá do entrevistador, que também traz um QR code que leva à área de identificação no site. Para realizar a confirmação, o cidadão deve fornecer o nome, matrícula ou CPF do recenseador. O que o IBGE pergunta? Há dois tipos de questionário: o básico, com 26 quesitos, leva em torno de 5 minutos para ser respondido.

Já o questionário ampliado, com 77 perguntas e respondido por cerca de 11% dos domicílios, leva cerca de 16 minutos. O questionário básico traz os seguintes blocos de perguntas: identificação do domicílio, informações sobre moradores, características do domicílio, identificação étnico-racial, registro civil, educação, rendimento do responsável pelo domicílio, mortalidade.

Já o questionário da amostra, além dos blocos contidos no questionário básico, investiga também: trabalho, rendimento, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, pessoas com deficiência, migração interna e internacional, deslocamento para estudo, deslocamento para trabalho e autismo.

Quem pode responder a pesquisa? É preciso ser morador do domicílio investigado para responder ao IBGE. De acordo com o instituto, qualquer morador, acima de 12 anos, capaz de fornecer as informações, pode responder ao recenseador por todos os demais moradores do lar.

Para que serve a entrevista do Censo?

Censo 2022: O que o IBGE quer saber? Quanto tempo dura a visita? Veja perguntas e respostas 1 de 3 IBGE inicia pesquisa do Censo 2022 — Foto: Reprodução/Prefeitura de Praia Grande IBGE inicia pesquisa do Censo 2022 — Foto: Reprodução/Prefeitura de Praia Grande Programado para acontecer em 2020, o Censo está sendo realizado com dois anos de atraso em razão da pandemia de Covid-19 e de cortes orçamentários. O Que Significa Ibge Coleta de dados do censo 2022 começa nesta segunda (1º) em todo o Brasil O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo, e a última foi feita em 2010. O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.

Além saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores – idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações. A população brasileira é estimada atualmente em cerca de 215 milhões de pessoas.

O calcula que existam hoje cerca de 75 milhões de domicílios no país.

Quem pode ter acesso aos dados do IBGE?

Tratamento de Dados Pessoais no IBGE – As atividades do IBGE são regidas pelas seguintes legislações: A Lei nº 5.534, de 14 de novembro de 1968, dispõe sobre a obrigatoriedade da prestação de informações estatísticas e dá outras providências. O artigo primeiro e seu parágrafo único estão apresentados a seguir: “Art.1º.

Toda pessoa natural ou jurídica de direito público ou de direito privado que esteja sob a jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pela Fundação IBGE para a execução do Plano Nacional de Estatística (Decreto-lei número 161, de 13 de fevereiro de 1967, artigo 2º, §2º).

Parágrafo único. As informações prestadas terão caráter sigiloso, serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, e não poderão ser objeto de certidão, nem, em hipótese alguma, servirão de prova em processo administrativo, fiscal ou judicial, excetuado apenas, no que resultar de infração a dispositivos desta lei.” Ou seja, de acordo com essa Lei, todas as pessoas físicas e jurídicas têm garantido o sigilo estatístico e o seu dever de prestar informações estatísticas ao IBGE, cientes de que toda informação fornecida terá fins exclusivamente estatísticos.

Lei da obrigatoriedade de prestação de informações estatísticas Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais Códigos e Princípios que norteiam os trabalhos do IBGE Guia de boas práticas

Quais são as perguntas feitas pelo Censo?

Durante a coleta do Censo 2022 nos domicílios do país serão utilizados dois tipos de questionário: básico, com 26 quesitos, e o ampliado, com 77 perguntas. Até o início de novembro, os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ) vão visitar cada um dos domicílios nos 5.570 municípios do país, incluindo aldeias indígenas e territórios quilombolas.

Segundo o IBGE, o questionário o básico leva em torno de 5 minutos para ser respondido. Já o questionário ampliado, com 77 perguntas e respondido por cerca de 11% dos domicílios, leva cerca de 16 minutos. Imagem da página inicial do questionário básico do Censo 2022 — Foto: Reprodução/IBGE O questionário básico traz os seguintes blocos de perguntas: identificação do domicílio, informações sobre moradores, características do domicílio, identificação étnico-racial, registro civil, educação, rendimento do responsável pelo domicílio, mortalidade.

Já o questionário da amostra, além dos blocos contidos no questionário básico, investiga também: trabalho, rendimento, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, pessoas com deficiência, migração interna e internacional, deslocamento para estudo, deslocamento para trabalho e autismo.

Segundo o IBGE, a seleção da amostra que irá responder o questionário ampliado é aleatória e feita automaticamente no Dispositivo Móvel de Coleta (DMC) do recenseador. No Censo 2022, além da coleta presencial, será possível responder ao Censo também pelo telefone ou optar pelo autopreenchimento via internet.

Programado para acontecer em 2020, o Censo está sendo realizado com dois anos de atraso em razão da pandemia de Covid-19 e de cortes orçamentários. O Que Significa Ibge Censo 2022 começa em todo o Brasil As entrevistas para a construção do Censo deveriam ter sido realizadas em 2020, mas foram suspensas por causa da pandemia de coronavírus, O Censo Demográfico tem por objetivo contar os habitantes do território nacional, identificar suas características e revelar como vivem os brasileiros,

As informações do Censo são essenciais para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas e para a realização de investimentos públicos e privados. A população brasileira é estimada atualmente em cerca de 215 milhões de pessoas. O IBGE calcula que existam hoje cerca de 75 milhões de domicílios no país.

Os primeiros resultados do Censo 2022 estão previstos para serem divulgados ainda no final deste ano, Outras análises e cruzamentos de dados serão divulgados ao longo de 2023 e 2024.

Porque o IBGE faz suas pesquisas?

Qual a importância do IBGE? – O IBGE realiza o levantamento de informações que nos permitem caracterizar o país e a população brasileira, o que é fundamental para o planejamento e para a gestão pública dos municípios, estados, regiões e do território nacional como um todo.

  1. Assim, o IBGE é importante porque é o órgão que centraliza, analisa e torna públicos esses dados, disponibilizando-os para gestores, pesquisadores, estudantes, empresários e todos os demais membros da sociedade civil interessados em conhecer com detalhes o país em que vivemos.
  2. O banco de dados criado pelo IBGE viabiliza a realização de pesquisas e estudos científicos de diversas áreas do conhecimento e fornece uma base cartográfica ampla e detalhada importante no meio acadêmico-científico e na gestão em todas as suas escalas territoriais.

Além da sociedade civil, esse banco de dados alimenta órgãos e instituições públicas e entes privados, como as empresas e investidores em potencial. Indicadores como o IPCA e o INPC, pelos quais o IBGE é responsável, são importantes para o cálculo da inflação,

Já outros indicadores socioeconômicos são essenciais para a governança do território nacional, utilizados para a elaboração e no direcionamento de políticas públicas e estratégias de desenvolvimento para determinadas localidades ou parcelas específicas da população brasileira, cuja necessidade é identificada, justamente, por meio das informações levantadas pelo IBGE.

Veja também: Mercosul — um bloco econômico composto por países da América do Sul

O que acontece se eu não responder a pesquisa do IBGE?

Lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968 – Dispõe sobre a obrigatoriedade da prestação de informações estatísticas e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art 1º. Toda pessoa natural ou jurídica de direito público ou de direito privado que esteja sob a jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pela Fundação IBGE para a execução do Plano Nacional de Estatística (Decreto-lei número 161, de 13 de fevereiro de 1967, artigo 2º, §2º).

Parágrafo único. As informações prestadas terão caráter sigiloso, serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, e não poderão ser objeto de certidão, nem, em hipótese alguma, servirão de prova em processo administrativo, fiscal ou judicial, excetuado apenas, no que resultar de infração a dispositivos desta lei.

Art 2º. Constitui infração à presente Lei: a) a não prestação de informações nos prazos fixados; b) a prestação de informações falsas. §1º. O infrator ficará sujeito à multa de até 10 (dez) vezes o maior salário-mínimo vigente no País, quando primário; e de até o dobro desse limite, quando reincidente.

§2º. O pagamento da multa não exonerará o infrator da obrigação de prestar as informações dentro do prazo fixado no auto de infração que for lavrado. §3º. Ficará dispensado do pagamento da multa o infrator primário que prestar as informações no prazo fixado no auto de infração. §4º. Se a infração for praticada por servidor público, no exercício de suas funções, as penalidades serão as fixadas no artigo 4º desta Lei.

Art 3º. Competirá, privativamente, à Fundação IBGE, na forma do regulamento a ser baixado, lavrar e processar os autos de infração, bem como aplicar as multas previstas nesta Lei. §1º. Constituirão receita da União as importâncias correspondentes às multas impostas.

§2º. Incumbirá à Fundação IBGE remeter à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, para cobrança judicial, os processos findos relativos às multas que não forem pagas na instância administrativa. Art 4º. Será passível das penas pecuniárias cominadas nesta Lei, até a importância máxima correspondente a 1 (um) mês de seu vencimento ou de seu salário, o servidor público que, no exercício de suas atribuições, praticar infração nela prevista.

Parágrafo único. A Fundação IBGE comunicará ao órgão ou entidade a que estiver vinculado o servidor, o valor da multa aplicada para o fim da competente cobrança, mediante desconto em folha em até 10 (dez) prestações mensais, iguais e sucessivas. Art 5º.

  • Das penalidades aplicadas pela Fundação IBGE na forma desta lei e do regulamento a ser baixado, caberá recurso, no prazo de 15 (quinze) dias contados da intimação, ao Ministério do Planejamento e Coordenação-Geral independente de garantia da instância.
  • Parágrafo único.
  • As multas afinal devidas poderão ser parceladas, a requerimento do autuado, em até 10 (dez) prestações mensais, iguais e sucessivas.
See also:  Quando Sai Resultado Enem 2022?

Art 6º. O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. Art 7º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Art 8º. Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 14 de novembro de 1968; 147º da Independência e 80º da República.A.

É normal IBGE pedir CPF?

Que documentos o Censo pode pedir? – O recenseador irá pedir seu nome, telefone, e-mail e CPF. Vale ressaltar que todas as informações coletadas são confidenciais, protegidas por sigilo e usadas exclusivamente para fins estatísticos, conforme estabelece a legislação pertinente: Lei nº 5.534/68, Lei nº 5.878/73 e o Decreto nº 73.177/73.

Sou obrigado a responder a pesquisa do IBGE?

Lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968 – Dispõe sobre a obrigatoriedade da prestação de informações estatísticas e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art 1º. Toda pessoa natural ou jurídica de direito público ou de direito privado que esteja sob a jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pela Fundação IBGE para a execução do Plano Nacional de Estatística (Decreto-lei número 161, de 13 de fevereiro de 1967, artigo 2º, §2º).

Parágrafo único. As informações prestadas terão caráter sigiloso, serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, e não poderão ser objeto de certidão, nem, em hipótese alguma, servirão de prova em processo administrativo, fiscal ou judicial, excetuado apenas, no que resultar de infração a dispositivos desta lei.

Art 2º. Constitui infração à presente Lei: a) a não prestação de informações nos prazos fixados; b) a prestação de informações falsas. §1º. O infrator ficará sujeito à multa de até 10 (dez) vezes o maior salário-mínimo vigente no País, quando primário; e de até o dobro desse limite, quando reincidente.

§2º. O pagamento da multa não exonerará o infrator da obrigação de prestar as informações dentro do prazo fixado no auto de infração que for lavrado. §3º. Ficará dispensado do pagamento da multa o infrator primário que prestar as informações no prazo fixado no auto de infração. §4º. Se a infração for praticada por servidor público, no exercício de suas funções, as penalidades serão as fixadas no artigo 4º desta Lei.

Art 3º. Competirá, privativamente, à Fundação IBGE, na forma do regulamento a ser baixado, lavrar e processar os autos de infração, bem como aplicar as multas previstas nesta Lei. §1º. Constituirão receita da União as importâncias correspondentes às multas impostas.

  • §2º. Incumbirá à Fundação IBGE remeter à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, para cobrança judicial, os processos findos relativos às multas que não forem pagas na instância administrativa. Art 4º.
  • Será passível das penas pecuniárias cominadas nesta Lei, até a importância máxima correspondente a 1 (um) mês de seu vencimento ou de seu salário, o servidor público que, no exercício de suas atribuições, praticar infração nela prevista.

Parágrafo único. A Fundação IBGE comunicará ao órgão ou entidade a que estiver vinculado o servidor, o valor da multa aplicada para o fim da competente cobrança, mediante desconto em folha em até 10 (dez) prestações mensais, iguais e sucessivas. Art 5º.

Das penalidades aplicadas pela Fundação IBGE na forma desta lei e do regulamento a ser baixado, caberá recurso, no prazo de 15 (quinze) dias contados da intimação, ao Ministério do Planejamento e Coordenação-Geral independente de garantia da instância. Parágrafo único. As multas afinal devidas poderão ser parceladas, a requerimento do autuado, em até 10 (dez) prestações mensais, iguais e sucessivas.

Art 6º. O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. Art 7º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Art 8º. Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 14 de novembro de 1968; 147º da Independência e 80º da República.A.

É obrigado a responder o Censo?

Multa e sigilo – Responder ao IBGE é um dever legal de todos os brasileiros. Aqueles que se recusarem poderão ser multados. De acordo com a Lei nº 5.534, de 14 de novembro de 1968, quem se negar a prestar informações solicitadas “ficará sujeito à multa de até 10 (dez) vezes o maior salário-mínimo vigente no País, quando primeiro; e de até o dobro desse limite quando reincidente.

Quanto tempo dura a entrevista do Censo?

No Censo 2022, há dois tipos de questionário: o básico, com 26 quesitos, leva em torno de 5 minutos para ser respondido. Já o questionário ampliado, com 77 perguntas e respondido por cerca de 11% dos domicílios, leva cerca de 16 minutos.

Sou obrigado a dar meus dados ao IBGE?

Através da Lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968, o cidadão tem garantido seu direito de sigilo estatístico e seu dever de prestar informações estatísticas ao IBGE.

O que o IBGE faz com os nossos dados?

Principais Funções – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do País, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal. O IBGE oferece uma visão completa e atual do País, através do desempenho de suas principais funções:

Produção e análise de informações estatísticas Coordenação e consolidação das informações estatísticas Produção e análise de informações geográficas Coordenação e consolidação das informações geográficas Estruturação e implantação de um sistema da informações ambientais Documentação e disseminação de informações Coordenação dos sistemas estatístico e cartográfico nacionais

O que é feito com os dados do IBGE?

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é um órgão federal brasileiro vinculado ao Ministério da Economia. Criado na década de 1930, o IBGE tem como objetivo a coleta, análise e divulgação de dados estatísticos sobre o território brasileiro e a sua população, sendo o responsável também pela realização de levantamentos e estudos ambientais, socioeconômicos e cartográficos do Brasil,

Quando será realizado o próximo Censo do IBGE?

Após adiamentos, IBGE vai divulgar resultado do Censo em 28 de junho Censo 2022 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que, após adiamentos, os dados definitivos do Censo Demográfico de 2022 serão divulgados até 28 de junho. O Que Significa Ibge Foto: Leonardo Sá/Agência Senado Transcrição APÓS ADIAMENTOS, O IBGE COMUNICA QUE VAI DIVULGAR O RESULTADO DO CENSO DE 2022 NO DIA 28 DE JUNHO. O RELATOR DA MEDIDA PROVISÓRIA QUE PRORROGOU POR ATÉ DOIS ANOS OS CONTRATOS TEMPORÁRIOS DOS ANALISTAS CENSITÁRIOS DESTACA A RELEVÂNCIA DO CENSO PARA AÇÕES PÚBLICAS.

  1. REPÓRTER BIANCA MINGOTE.
  2. Após adiamentos, por conta do baixo número de respostas obtidas pelos analistas censitários, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, anunciou que o resultado do Censo de 2022 será divulgado no dia 28 de junho deste ano.
  3. O último levantamento realizado pelo órgão foi em 2010.

O próximo deveria ter sido em 2020, mas a coleta foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2022, o Senado aprovou a medida provisória que prorrogou por até dois anos os contratos temporários de 393 analistas censitários do Instituto, justamente para a conclusão do processo.

O relator da medida, senador Mecias de Jesus, do Republicanos de Roraima, destacou a relevância do Censo para a criação de políticas públicas. Vale salientar que o censo demográfico qualifica a gestão pública do país, sendo instrumento de extrema relevância para implementação de políticas públicas e compreensão do Brasil pelos seus líderes e população em geral.

De acordo com o IBGE, as ações especiais finais da etapa de coleta de informações irão ocorrer até o dia 28 de maio. Sob a supervisão de Rodrigo Resende, da Rádio Senado, Bianca Mingote. : Após adiamentos, IBGE vai divulgar resultado do Censo em 28 de junho

Como fazer a pesquisa do IBGE?

O Censo 2022 oferece ao cidadão três possibilidades de participação – presencial, por telefone ou pela internet. Responder ao questionário de forma remota, no entanto, só é possível após visita do recenseador ao domicílio, mediante um tíquete eletrônico.

  • Esta é a primeira vez que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ) oferece a possibilidade de participação no Censo por telefone – na operação censitária de 2010 já havia a opção de participação pela internet.
  • De acordo com o IBGE, ao receber a visita de um agente censitário o morador poderá fazer a escolha pelo autopreenchimento via internet ou telefone.

A partir daí, será gerado um e-ticket para que a pessoa responda ao questionário remotamente no prazo máximo de sete dias. O Que Significa Ibge Começa o Censo 2022; recenseadores visitarão 75 milhões de domicílios Para auxiliar a sociedade a preencher remotamente o questionário da pesquisa foi criado o Centro de Apoio ao Censo (CAC), que funciona por meio do número 0800 721 8181. Lá, 180 agentes censitários se dividem, diariamente, para atender às demandas.

  • O serviço funciona todos os dias, das 8h às 21h30.
  • Para evitar que o morador se esqueça de responder e o e-ticket perca a validade, no segundo dia após a visita do recenseador ele receberá uma mensagem por SMS e e-mail alertando sobre o prazo.
  • Caso não responda à pesquisa, no quarto dia receberá uma ligação telefônica para verificar por que não começou a preencher o questionário.

Se mesmo após a ligação a pessoa não responder, o CAC fará o último contato no sexto dia. Se o prazo de sete dias expirar e o questionário permanecer sem resposta, o domicílio retorna aos aparelhos dos recenseadores para que possa ser realizada nova visita para realização da entrevista presencial.

Qual a função do questionário na coleta de informações?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Alguns questionários. Questionário é um instrumento de coleta de informação, utilizado numa sondagem ou inquérito, O questionário é frequentemente confundido com entrevista, teste, formulário, inquérito e escala, Tecnicamente, questionário é uma técnica de investigação composta por um número grande ou pequeno de questões apresentadas por escrito que tem por objetivo propiciar determinado conhecimento ao pesquisador.

  1. Diferencia-se da entrevista pois nesta última as perguntas e respostas são feitas de maneira oral.
  2. Diferencia-se de formulário, pois este pode ser qualquer impresso com campos próprios para anotação de dados, não importando por quem são preenchidos os dados.
  3. Já o teste, embora possa ser efetuado por intermédio de questionário, tem por objetivo incentivar determinadas reações através de perguntas.

Diferencia-se também das enquetes pois estas tratam de reunir testemunhos de pessoas sobre determinados assuntos.

Quantas cidades existem no Brasil?

Portal FNP – Cidades até 10 mil Habitantes Ao todo, o Brasil possui 5.565 municípios, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, 73% desses municípios tem entre 10 e 20 mil habitantes. Por conta disso, a vice-presidência para Assuntos de Cidades ate 10 mil Habitantes trabalha para fortalecer as políticas públicas para esses municípios menores.

Qual a região brasileira com maior número de habitantes?

A região Sudeste é a que concentra o maior número de residentes no Brasil. Em 2018, eram 42,2% do total de 207,9 milhões de pessoas no país. Em 2012, os residentes eram 197,7 milhões.

Quantos municípios tem no Brasil em 2023?

Além da população dos 5.570 municípios do país, a publicação traz o total populacional de cada uma das 27 unidades da federação e das cinco grandes regiões.

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Quais são os critérios utilizados para a divisão atual do Brasil segundo o IBGE?

Geografia – Conexões e escalas: regionalização brasileira. Olá, educando(a). Esta videoaula de Geografia foi veiculada na TV no dia 04 de Maio de 2021 (Terça-Feira). Aqui no Portal Conexão Escola, ela está disponível juntamente com a proposta de atividade. Na aula de hoje vamos compreender os critérios de regionalização adotados pelo IBGE para determinar as macrorregiões brasileiras. O Que Significa Ibge Temática – Geografia – Conexões e escalas: Regionalização brasileira. Disponível em:, Assista a videoaula abaixo, com a temática – Geografia – Conexões e escalas: Regionalização brasileira. AGRUPAMENTO G | 7º ANO | CICLO DA ADOLESCÊNCIA |GEOGRAFIA | PROF.: AILTON Regionalização brasileira Não é incomum ouvir dizer que o Brasil é um país continente, devido a sua grande extensão territorial o Brasil é conhecido como um país de dimensões continentais isso significa que sozinho já poderíamos ser um continente.

Para se ter uma ideia, retirando a Rússia todos os outros países europeus caberiam dentro do nosso território. Somos o quinto maior país do mundo em extensão territorial ficando atrás apenas da Rússia, Canadá, Estados Unidos e China. Por ser assim tão grande, se faz necessário dividir o território em regiões, para facilitar administração, criação de políticas públicas, a divulgação de dados estatísticos e a compreensão das dinâmicas que ocorrem em nosso país.

Antes de conhecer a atual regionalização do território brasileiro, vamos recordar o significado de região que é um importante conceito geográfico. Compreendemos a regionalização como o agrupamento de elementos semelhantes do espaço geográfico a partir de critérios, é como dividir o espaço em partes que abrigam elementos iguais ou semelhantes, e ao dividir o espaço em partes formamos as regiões,

  • A divisão regional do Brasil
  • Atualmente o Brasil é composto por 27 unidades da federação (26 estados e o distrito federal) que estão distribuídas em cinco Grandes Regiões, também conhecidas como Macrorregiões, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi o órgão federal responsável por estabelecer a regionalização oficial do Brasil.
  • No entanto, o território brasileiro nem sempre apresentou a atual regionalização. Podemos observar ao longo da história do nosso país outras configurações territoriais, veja a Figura I:

Figura I: Brasil: regiões (1940). Fonte: EDITORA MODERNA. MAESTU J. (Org.) OBRA COLETIVA. Projeto Buriti Geografia 5º ano.4ª ed. São Paulo: Moderna, 2019. Em 1940, como apresenta a Figura I, considerando os aspectos físicos e econômicos, o IGBE apresentou a proposta de divisão do território brasileiro em cinco regiões: Norte, Nordeste, Centro, Este e Sul. Figura II: Brasil: regiões (1960). Fonte: EDITORA MODERNA. MAESTU J. (Org.) OBRA COLETIVA. Projeto Buriti Geografia 5º ano.4ª ed. São Paulo: Moderna, 2019. Em 1960, pautado pelos mesmo critérios de regionalização, o IBGE apresenta a divisão regional do Brasil em: Norte, Nordeste, Centro- Oeste, Leste e Sul. Figura III: Brasil: regiões (atualmente). Fonte: EDITORA MODERNA. MAESTU J. (Org.) OBRA COLETIVA. Projeto Buriti Geografia 5º ano.4ª ed. São Paulo: Moderna, 2019. Atualmente a regionalização do IBGE considera aspectos naturais, sociais e econômicos. Na Figura III, observamos o surgimento de novos estados como Tocantins, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia e Mato Grosso do Sul, além da extensão da região nordeste até a Bahia e o surgimento da região Sudeste.

  1. Uma das principais características da regionalização oficial do Brasil, proposta pelo IBGE, é o respeito às fronteiras das unidades da federação, observe que em nenhuma das regionalizações apresentadas pelo IBGE desde 1940 um estado faz parte de duas regiões ao mesmo tempo.
  2. Regionalizações não oficiais
  3. Existem outras possibilidades de regionalização do território brasileiro, no entanto, ainda que muito discutidas por estudiosos, são propostas não oficiais, é preciso compreender que o Governo Federal reconhece e adota como divisão oficial do Brasil apenas a proposta pelo IBGE. Veja a Figura IV:

Figura IV: Brasil: regiões geoeconômicas. Fonte: EDITORA MODERNA. MAESTU J. (Org.) OBRA COLETIVA. Projeto Buriti Geografia 5º ano.4ª ed. São Paulo: Moderna, 2019. A Figura IV apresenta os Complexos Regionais ou Macrorregiões Geoeconômicas, a regionalização foi proposta em 1967 pelo geógrafo Pedro Pinchas Geiger e considera as características econômicas dos espaços geográficos como critério de regionalização. Figura V: Brasil: regiões geoeconômicas. Fonte: commons.wikimedia.org/wiki/File:Mapa_das_4_regi%C3%B5es_do_Brasil.svg#/media/File:Regi%C3%B5es_do_Brasil_(Milton_Santos).svg. O geógrafo Milton Santos, no início dos anos 2000, propôs a regionalização brasileira segundo o meio técnico- científico- informacional os critérios de regionalização estão ligados a inserção das regiões brasileiras ao meio técnico- científico- informacional sendo as regiões diferenciadas pela densidade de recursos técnicos, informacionais e pela rede de transporte e comunicação integradas às atividades econômicas. Figura V: Mesorregiões de Goiás. Fonte: Como observamos na Figura V, o estado de Goiás está dividido em cinco Mesorregiões: Centro Goiano, Leste Goiano, Noroeste, Norte Goiano e Sul Goiano. No entanto, essa não foi a primeira proposta de regionalização administrativa do território goiano e nem a última, o próprio IBGE em 2017 propõe o fim das Mesorregiões e passa a propor as Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias.

Ainda assim, o mapa presente na Figura V, é visto com frequência na imprensa ou sendo utilizado pelo poder público. Antônio Teixeira Neto aponta a existência de regiões geoeconômicas (Sudoeste Goiano, Mato Grosso Goiano, Sudeste Goiano e o Corredor da “Belém-Brasília”), apresentando outra possibilidade de regionalização administrativa para o estado de Goiás.

Existem diversas possibilidades de regionalização do espaço geográfico, ao longo deste texto apresentamos apenas algumas regionalizações administrativas do estado de Goiás e do Brasil. Vale ressaltar que o agente regionalizador é quem estabelece os critérios de regionalização que vão formar uma nova região.

  • Atividade
  • Responda as questões abaixo e registre as respostas no seu caderno.
  • Questão 1 – Observe as Figuras I e II, aponte quais são as diferenças entre as duas imagens?
  • Questão 2 – Quais critérios de regionalização foram adotados para estabelecer as regionalização oficial do Brasil?
  • Questão 3 – Vamos regionalizar o setor em que você mora, estabeleça critérios e crie regiões dentro do seu bairro.
Habilidade estruturante: (GO-EF07GE13) Compreender a importância e os diferentes critérios de regionalizar o Brasil e o estado de Goiás, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais e físico-naturais.
Referências: ADAS, M; ADAS, S. Expedições Geográficas: 7° ano.3° Edição. São Paulo: Moderna, 2018. ARRAIS, T. Goiás: Novas regiões, ou novas formas de olhar velhas regiões. Disponível em:, Acesso em: 20 de março de 2021.EDITORA MODERNA. MAESTU J. (Org.) OBRA COLETIVA. Projeto Buriti Geografia 5º ano.4ª ed. São Paulo: Moderna, 2019. IBGE. Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas Intermediárias 2017,Disponível em:, Acesso em: 19 de março de 2021. SALGADO, T. O processo histórico de regionalização administrativa do estado de Goiás: Experiências de 1956 a 1989. Disponível em:, Acesso em: 20 de março de 2021.

Geografia – Conexões e escalas: regionalização brasileira.

Qual é a região mais populosa do país?

De 2010 a 2022, população brasileira cresce 6,5% e chega a 203,1 milhões

A população do país chegou a 203,1 milhões em 2022, com aumento de 6,5% frente ao censo demográfico anterior, realizado em 2010. Isso representa um acréscimo de 12,3 milhões de pessoas no período.De 2010 a 2022, a taxa de crescimento anual da população do país foi de 0,52%. Trata-se da menor taxa desde o primeiro Censo do Brasil, em 1872.A região Sudeste tem 84,8 milhões de habitantes, o que representa 41,8% da população do país. Os três estados brasileiros mais populosos – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – concentram 39,9% da população brasileira.A região Centro-Oeste é a menos populosa, com 16,3 milhões de habitantes, ou 8,0% da população do país.Em 2022, as concentrações urbanas abrigavam 124,1 milhões de pessoas, 61%.Cerca de 44,8% dos municípios brasileiros tinham até 10 mil habitantes, mas apenas 12,8 milhões de pessoas, ou 6,3% da população do país, viviam em cidades desse porte.

O Que Significa Ibge Em 2022, os habitantes do estado de São Paulo representavam cerca de um quinto da população brasileira – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Em 1º de agosto de 2022, o Brasil tinha 203.062.512 habitantes. Desde 2010, quando foi realizado o Censo Demográfico anterior, a população do país cresceu 6,5%, ou 12.306.713 pessoas a mais.

Isso resulta em uma taxa de crescimento anual de 0,52%, a menor já observada desde o início da série histórica iniciada em 1872, ano da primeira operação censitária do país. Os dados são dos primeiros resultados do Censo Demográfico de 2022, divulgados hoje (28) pelo IBGE. Nos 150 anos que separam a primeira operação censitária da última, o Brasil aumentou a sua população em mais de 20 vezes: ao todo, um acréscimo de 193,1 milhões de habitantes.

O maior crescimento, em números absolutos, foi registrado entre as décadas de 70 e 80, quando houve uma adição de 27,8 milhões de pessoas. Mas a série histórica do Censo mostra que a média anual de crescimento vem diminuindo desde a década de 60. “Em 2022, a taxa de crescimento anual foi reduzida para menos da metade do que era em 2010 (1,17%)”, afirma o coordenador técnico do Censo, Luciano Duarte. O Que Significa Ibge O Sudeste continua sendo a região mais populosa do país, atingindo, em 2022, 84,8 milhões de habitantes. Esse contingente representava 41,8% da população brasileira. Já o Nordeste, onde viviam 54,6 milhões de pessoas, respondia por 26,9% dos habitantes do país.

  1. As duas regiões foram as que tiveram a menor taxa de crescimento anual desde o Censo 2010: enquanto a população do Nordeste registrou uma taxa crescimento anual de 0,24%, a do Sudeste foi de 0,45%.
  2. Por outro lado, o Norte era a segunda região menos populosa, com 17,3 milhões de habitantes, representando 8,5% dos residentes do país.

Essa participação da região vem crescendo sucessivamente nas últimas décadas. A taxa crescimento anual foi de 0,75%, a segunda maior entre as regiões, mas bem inferior àquela apresentada no período intercensitário anterior (2000/2010), quando esse percentual era de 2,09%.

  1. Isso significa que, embora a população continue aumentando, o ritmo de crescimento do número de habitantes do Norte é menor em relação à década anterior.
  2. A taxa de crescimento anual do Norte, frente aos dados de 2010, só foi menor do que a do Centro-Oeste (1,23%), região que chegou a 16,3 milhões de habitantes, o menor contingente entre as regiões.

Isso significa um aumento de 15,8% em 12 anos. O Sul, que concentrava 14,7% dos habitantes do país, aumentou seu contingente populacional em 9,3% no mesmo período, alcançando 29,9 milhões de pessoas. São Paulo segue sendo o estado mais populoso do país Os primeiros resultados do Censo 2022 também apontaram que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro seguem sendo os estados mais populosos do país.

  1. Juntos, os três concentravam 39,9% da população brasileira.
  2. São Paulo, o maior deles em termos de população, tinha 44,4 milhões de habitantes.
  3. Cerca de um quinto da população brasileira (21,8%) vivia no estado.
  4. Roraima também continua sendo o estado menos populoso, com 636,3 mil habitantes, ainda que tenha apresentado a maior taxa de crescimento anual no período de 12 anos (2,92%).

Na sequência, os estados com menor número de habitantes foram Amapá (733,5 mil) e Acre (830 mil). O Que Significa Ibge Catorze estados e o Distrito Federal registraram taxas de crescimento anual acima da média nacional (0,52%) em 2022. Além de Roraima (2,92%), que passou de uma população de 450.479, em 2010, para 636.303 em 2022, destacaram-se no crescimento populacional Santa Catarina (1,66%), Mato Grosso (1,57%), Goiás (1,35%), Amazonas (1,03%) e Acre (1,03%).

Entre os estados que menos cresceram (com variação de 0,1% ou menos) está o Rio de Janeiro (0,03%), o terceiro mais populoso do país. A população fluminense passou de 15,9 milhões, em 2010, para 16,1 milhões, em 2022. Os demais foram Alagoas (0,02%), Bahia (0,07%) e Rondônia (0,10%). Quase metade dos municípios do país tem até 10 mil habitantes Há 5.570 municípios no país e quase metade (44,8%) desse total tinha até 10 mil habitantes em 2022.

Nesses 2.495 municípios viviam 12,8 milhões de pessoas. A maior parte da população do país (57% do total) habitava apenas 319 municípios, o que, de acordo com a publicação, evidencia que as pessoas estão concentradas em centros urbanos acima de 100 mil habitantes. O Que Significa Ibge Os 20 municípios mais populosos do país concentravam 22,1% do total da população e 17 deles são capitais. Os demais foram Guarulhos e Campinas, em São Paulo, e São Gonçalo, no Rio de Janeiro. A capital paulista aparece em primeiro lugar no ranking, com 11,5 milhões de habitantes, seguida do Rio de Janeiro (6,2 milhões) e Brasília (2,8 milhões).

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Municípios com as maiores populações
UF Município População Variação
2010 2022
SP São Paulo 11.253.503 11.451.245 1,80%
RJ Rio de Janeiro 6.320.446 6.211.423 -1,70%
DF Brasília 2.570.160 2.817.068 9,60%
CE Fortaleza 2.452.185 2.428.678 -1,00%
BA Salvador 2.675.656 2.418.005 -9,60%
MG Belo Horizonte 2.375.151 2.315.560 -2,50%
AM Manaus 1.802.014 2.063.547 14,50%
PR Curitiba 1.751.907 1.773.733 1,20%
PE Recife 1.537.704 1.488.920 -3,20%
GO Goiânia 1.302.001 1.437.237 10,40%
RS Porto Alegre 1.409.351 1.332.570 -5,40%
PA Belém 1.393.399 1.303.389 -6,50%
SP Guarulhos 1.221.979 1.291.784 5,70%
SP Campinas 1.080.113 1.138.309 5,40%
MA São Luís 1.014.837 1.037.775 2,30%
AL Maceió 932.748 957.916 2,70%
MS Campo Grande 786.797 897.938 14,10%
RJ São Gonçalo 999.728 896.744 -10,30%
PI Teresina 814.230 866.300 6,40%
PB João Pessoa 723.515 833.932 15,30%

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Municípios com as menores populações UF Município População Variação 2010 2022 MG Serra da Saudade 815 833 2,20% SP Bora 805 907 12,70% GO Anhanguera 1.020 924 -9,40% MT Araguainha 1.096 1.010 -7,80% SP Nova Castilho 1.125 1.062 -5,60% MG Cedro do Abaete 1.210 1.081 -10,70% RS Andre da Rocha 1.216 1.135 -6,70% TO Oliveira de Fátima 1.037 1.164 12,20% RS União da Serra 1.487 1.170 -21,30% MG São Sebastião do Rio Preto 1.613 1.259 -21,90% RS Coqueiro Baixo 1.528 1.290 -15,60% RS Engenho Velho 1.527 1.296 -15,10% PI Miguel Leão 1.253 1.318 5,20% PR Nova Aliança do Ivai 1.431 1.323 -7,50% PR Jardim Olinda 1.409 1.343 -4,70% RS Carlos Gomes 1.607 1.368 -14,90% RS Tupanci do Sul 1.573 1.374 -12,70% SP Uru 1.251 1.387 10,90% GO Lagoa Santa 1.254 1.390 10,80% MG Grupiara 1.373 1.392 1,40%

Entre os municípios de mais de 100 mil habitantes com maior aumento percentual no contingente populacional estão Senador Ganedo, em Goiás, que passou de 84,4 mil residentes, em 2010, para 155,6 mil, em 2022 (crescimento de 84,3%), e Fazenda Rio Grande, no Paraná, cuja população era de 81,7 mil e chegou a 148,9 mil (82,3%).

Já os municípios com população acima de 100 mil pessoas que tiveram maior retração percentual da população foram São Gonçalo, no Rio de Janeiro, que chegou a 896,7 mil habitantes (queda de 10,3%), Salvador (-9,6%) e Itabuna (-8,8%), ambos na Bahia. A capital baiana passou de 2,7 milhões de habitantes para 2,4 milhões no período intercensitário.

O diretor de geociências do IBGE, Claudio Stenner, reforça que a redução do número de habitantes nas metrópoles é algo inédito no país. “Muitas vezes o município núcleo da metrópole, daquela concentração urbana, perde população, mas as cidades vizinhas ganham.

  • Isso tem a ver com o espalhamento do tecido urbano para além dos limites municipais.
  • Isso quer dizer que há expansões novas, até pelo esgotamento de área desse município.
  • É uma parte importante da explicação desse fenômeno”, diz.
  • Em números absolutos, as três cidades acima de 100 mil habitantes que registraram maior aumento populacional são capitais, com destaque para Manaus, no Amazonas, que passou de 1,8 milhão para 2,1 milhões, um aumento de 261,5 mil pessoas em 12 anos.

Nesse período, a população de Brasília, capital federal, teve uma adição de 246,9 mil pessoas, enquanto o crescimento de São Paulo foi de 197,7 mil habitantes. Entre as reduções, considerando os números absolutos, também aparecem Salvador, com retração de 257,7 mil pessoas, e São Gonçalo (-102,9 mil), municípios que se destacaram na redução percentual entre aqueles com mais de 100 mil habitantes.

  1. A capital do Rio de Janeiro (-109 mil) foi o segundo município que mais perdeu população desde 2010.
  2. Cerca de 124 milhões vivem em concentrações urbanas Em 2022, havia 124,1 milhões de pessoas vivendo em concentrações urbanas, que são arranjos populacionais ou municípios isolados com mais de 100 mil habitantes.

Os arranjos populacionais são formados por municípios com forte integração, geralmente conurbados. Essa aglutinação de cidades forma unidades espaciais, como é o caso da capital paulista, núcleo de uma concentração urbana que reúne 37 municípios. Outros exemplos de concentrações do país são Belo Horizonte, em Minas Gerais (23), e Rio de Janeiro (21).

  1. As concentrações urbanas podem ser formadas por um único município ou por um conjunto de municípios fortemente integrados e articulados entre si que funcionam como uma cidade só.
  2. É importante analisar essas informações urbanas porque, por exemplo, muitas vezes o crescimento demográfico se dá pelo espalhamento do tecido urbano de um município para um município vizinho.

Então para se entender a taxa de crescimento demográfico desses municípios mais conurbados é preciso olhar para a concentração urbana e as relações que existem ali”, explica Stenner. Comparado aos dados do Censo 2010, o aumento da população que vivia em concentrações urbanas foi de 9,2 milhões de pessoas, o que representa parte expressiva do crescimento do país.

No Brasil, são 185 concentrações urbanas e a maior parte delas (80) estava no Sudeste. Em seguida, aparecem Nordeste e Sul, com 37 cada. Na outra ponta estavam 4.218 municípios com menos de 25 mil habitantes. Cerca de 19,7% da população do país viviam neles. Mais sobre a pesquisa O Censo Demográfico é a maior e mais completa operação estatística realizada no país.

A pesquisa busca bater à porta de todos os domicílios dos 5570 municípios brasileiros para produzir um retrato fiel da sociedade. Nos primeiros resultados, o Censo traz dados sobre população, domicílios, área dos municípios e densidade demográfica para o país, Grandes Regiões, Estados, Distrito Federal, Municípios e concentrações urbanas.

Qual é o site do IBGE?

Solicitar acesso à sala de dados restritos – IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE disponibiliza uma vasta gama de estatísticas sobre a realidade brasileira em vários formatos de produtos, que podem ser acessados por meio do portal do IBGE na internet: www.ibge.gov.br.

No entanto, apesar da ampla disseminação de dados em variados formatos, há uma demanda crescente, tanto nacional como internacional, por parte da comunidade científica e de analistas de políticas públicas, para acesso a microdados, para o aprofundamento do estudo de fenômenos de seu interesse. Acompanhando as práticas e experiências de institutos de pesquisas estatística de outros países, e com o objetivo de atender a demanda por informações em níveis individuais, o IBGE passou a disponibilizar o uso da Sala de Acesso a Dados Restritos, um local onde os pesquisadores podem acessar arquivos de microdados não desidentificados, em um ambiente seguro, sem colocar em risco a confidencialidade dos respondentes do IBGE.

Desta forma, o IBGE assegura o sigilo das informações individuais. A definição de critérios e a institucionalização de práticas de disponibilização de microdados, seja para fins estatísticos ou de pesquisa científica, são primordiais neste cenário frente ao desafio de garantir a confidencialidade dos dados individuais, princípio primordial dos institutos nacionais de estatística, e elemento fundamental para manutenção da confiança dos respondentes e, por conseguinte, da qualidade dos dados.

Para obter autorização de acesso, os pesquisadores devem submeter um projeto de pesquisa, sujeito à aprovação pelo Comitê de Avaliação de Acesso a Dados não Desidentificados, além de assinar um Termo de Compromisso de aceitação das condições de uso da sala, que inclui, dentre outras coisas, o compromisso de manter o sigilo das informações disponibilizadas.

Caso o projeto seja aprovado, o usuário irá realizar seu projeto dentro de uma sala segura, nas dependências do IBGE. Após o término do trabalho, o IBGE irá avaliar os resultados obtidos para que não haja possibilidade de identificação de informante. Todas as informações necessárias para a submissão do projeto e a explicação das diversas etapas do processo se encontram no Guia do Usuário de Acesso a Dados Restritos disponibilizado abaixo: : Solicitar acesso à sala de dados restritos – IBGE

Qual a importância da estatística para o estudo da geografia?

Estatística para Geografia A Estatística é ensinada na maioria das grandes universidades do mundo. Seus fundamentos contribuem para a compreensão mais precisa da realidade, bem como permitem avaliar a probabilidade de ocorrência de acontecimentos futuros a partir da observação dos padrões existentes no cotidiano. Na atualidade, o BIG DATA ou “mineração de dados” já é aplicado a muitas áreas do conhecimento. No Filme “Moneyball”, por exemplo, é possível conhecer uma aplicação desse conceito pela primeira vez ao mundo dos esportes. O surgimento desse livro se deu a partir de um caderno de exercícios com 100 questões resolvidas, que foi elaborado para facilitar a compreensão da matéria pelos estudantes da disciplina de Estatística e Probabilidades do Curso de Engenharia de Telecomunicações no ano de 2014.

A inspiração para esse trabalho foram as notas de aula do prof. Armando Albertazzi da UFSC. Surgiu também a partir da preocupação em tornar os conteúdos de Estatística aliados para a compreensão da realidade. Por esse motivo apresentamos dezenas de exemplos aplicados à área de Geografia. Na Geografia é importante saber interpretar e representar fenômenos no espaço, observando suas escalas e diferentes intensidades.

Realizar a leitura estatística dessas intensidades é fundamental para se analisar eventuais relações de causa e efeito. O profissional que domina os princípios estatísticos tem em suas mãos uma poderosa ferramenta que poderá ser uma aliada ao longo da carreira.

  • O livro tem finalidade didática, sem a preocupação com o aprofundamento dos assuntos, o que provavelmente afastaria os estudantes iniciantes na área.
  • Para facilitar a análise dos dados e a construção dos gráficos foram introduzidos vários exemplos elaborados com apoio do software livre de estatística R.
  • Também foram organizados 100 exercícios resolvidos e mais de 50 vídeos de curta duração – disponibilizados em:
  • Bom estudo para todos !
  • Prof. Jesué Graciliano das SIlva
  • Planejamento de vendas – O que é BIG DATA
  1. Olá colegas, nesse blog vamos compartilhar algumas informações sobre como a Estatística pode ser uma grande aliada para a área de Geografia.
  2. Basta uma busca no google para obter diferentes definições para Estatística:
  3. “Estatística é a ciência que utiliza-se das teorias probabilísticas para explicar a frequência da ocorrência de eventos, tanto em estudos observacionais quanto em experimentos para modelar a aleatoriedade e a incerteza de forma a estimar ou possibilitar a previsão de fenômenos futuros”.
  4. E o mesmo pode ser realizado para a definição de Geografia:
  5. “A Geografia é a ciência que estuda o conjunto de fenômenos naturais e humanos, os quais são aspectos da superfície da Terra, considerada na sua distribuição e relações recíprocas”.

Mesmo que existam divergências em suas definições é importante perceber que existem interfaces claras no uso destas duas ciências. Tanto que no Brasil há o IBGE, que é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Atualmente há uma série de ferramentas digitais, softwares e bancos de dados disponíveis na internet.

  • 1- Estatística Básica
  • 2- Construção de mapas no QGIS
  • 3- Usando software R
  • 4- Usando Atlas do Desenvolvimento Humano PNUD
  • 5- Obtendo dados primários a partir da RAIS
  • 6- Utilizando dados do IBGE CIDADES
  • 7- Utilizando dados do Setor Censitário do IBGE

A princípio pode parecer que esses temas não se relacionam diretamente, mas ao se aproximar mais de cada um deles vocês vão perceber as conexões. Na geografia é importante saber representar fenômenos no espaço. Esses fenômenos têm intensidades diferentes.