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O Que Fazer Quando A Esposa Perde O Interesse Pelo Marido?

O que fazer quando a esposa perde o interesse no marido?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? O Que Fazer Quando A Esposa Perde O Interesse Pelo Marido Psicóloga (o) ou psicanalista. Ginecologista não é o mais indicado neste caso. Uma avaliação feito por um ginecologista nunca é demais haja vista este pode descartar ou não algum problema orgânico como alteração hormonal que pode sim causar uma diminuição da libido.

  • No entanto, um psicólogo é o profissional qualificado para buscar as causas psicológicas de diminuição do desejo e de como supera-la.
  • Olá! Tendo em vista o seu relato, trata-se de uma questão relacionada ao desejo, que é um aspecto psicológico.
  • Sugiro que comece pela busca de um psicólogo, o qual avaliará a situação e, caso perceba a necessidade, solicitará uma investigação médica do caso.

Inicialmente pesquise se há problema orgânico, com a ajuda de um ginecologista. Caso não sejam encontradas justificativas clínicas para o desejo sexual hipoativo, consulte um psicólogo para investigar as razões emocionais. Boa sorte e forte abraço Olá.

Pode ser interessante inicialmente buscar um/a profissional da psicologia, uma vez que baseado no seu relato, há algo da relação de vocês que pode não estar indo bem e com isso ela esteja com essa inibição. De qualquer forma, uma boa escuta poderá ajudar nessa questão. Olá. Eu trabalho com terapia sexual e sempre oriento os meus pacientes a buscar ajuda profissional do psicólogo e do ginecologista.

É necessária uma avaliação medica para investigar se há alterações orgânicas, hormonais ou outro problema que influencie na redução do desejo sexual. Simultaneamente é importante um acompanhamento com psicólogo para ajudar a entender as questões que a incomodam e que estão relacionadas a vida sexual.

  • Rotina estressante, ansiedade excessiva, autoestima reduzida e outros aspectos podem estar relacionados a variação no desejo.
  • Com o psicólogo ela irá aprender estratégias para lidar com isso.
  • Abraços Ola! Ela pode fazer alguns exames com genecologistas e paralelamente buscar uma psicoterapia.
  • Existe factores relacionados con a idade, hormônio que podem interferir nesse processo, mas as questões emocionais são em muitos casos determinantes e por isso deve-se cuidar com atenção.

A psicoterapia é fundamental nesse processo. Abraço Seria importante procurar os dois profissionais, os tratamentos podem atuar em conjunto para auxiliar sua esposa neste momento, seria importante que você também procurasse ajuda de um profissional de psicologia para auxilia-lo, pois este problema o afeta tanto quanto a ela.

No seu relato chamou-me a atenção dois pontos: 1) a afirmação de que sua esposa perdeu o interesse pelo sexo; 2) e que ela não vai mais fazer sexo COM VOCÊ. Além de se considerar questões da esfera biológica (ligadas ao campo médico) e do desejo dela em si, parece-me que algo da relação também pode estar contribuindo para essa queixa.

Como anda o casamento? Como essa situação veio a se apresentar? A relação sexual era prazerosa para os dois? Há algo que se modificou no dia a dia de vocês? Ela se sente mal por querer abdicar da vida sexual com você? O desejo sexual pode ser considerado um termômetro da relação, nesse sentido vale a pena vocês se questionarem o que isso quer dizer e o que vocês enquanto casal estão dispostos a fazer.

  1. É muito importante considerar de quem é a queixa para que se possa buscar uma ajuda.
  2. Se a queixa for do casal, recomendo terapia de casal, se for sua, busque um psicanalista para você, sobretudo se isso não se apresentar como um problema para ela.
  3. Olá! Vários fatores ocasionam a perda da libido; a investigação feita pelo ginecologista e a visita ao psicólogo podem se somar, um não excluí o outro.

Trabalhando de forma multidisciplinar há maior chance de resolver. Boa sorte Recomendo que a abordagem seja pelas duas vias concomitantemente, já que envolve questões tanto físicas quando psicológicas difíceis de serem separadas na prática. Cada uma das especialidades irá investigar o que está havendo e ajuda-la no que for necessário.

  1. No que se refere a parte psicológica estou a disposição.
  2. Olá, Sim, às razões do fato da sua esposa estar sem interesse sexual poderá estar atrelada a questões orgânicas e psicológicas.
  3. Recomendo, o agendamento de duas consultas: a primeira com uma psicóloga e a segunda com uma ginecologista.
  4. A partir da investigação destas profissionais, vocês conseguirão tratar esta demanda e assim supera-lá.

De fato, isto é mais comum do que imaginamos, porém é tratável tornando a vida mais feliz e plena! Um abraço, Katie Borteze Olá, Que bom que estão procurando ajuda! Comece pelos dois profissionais: psicólogo e ginecologista. Cada um contribuirá com sua clínica.

  1. O acompanhamento terapêutico costuma ser mais prolongado e é importante ainda que tenha uma questão fisiológica.
  2. Abraços Procure uma psicóloga especialista.
  3. A possibilidade de uma causa orgânica é vem remota.
  4. Saiba que pode contar comigo.
  5. Prezado, Neste caso seria interessante realizar uma investigação nos dois aspectos tanto no campo fisiológico com também no campo emocional e psicológico da sua esposa.

Ou seja, procurar os dois profissionais. Agora, é importante ela querer! Mas caso ela não queira, procure você ajuda de um psicólogo pra que você consiga ajuda-la também. Abçs Um ginecologista poderia avaliar a questão hormonal que pode ser responsável pela diminuição da libido.

Caso não haja alteração hormonal que justifique, um psicólogo pode ajudar sim. Existem muitos fatores que podem estar relacionados com sua queixa, os quais um profissional da área de psicologia poderia ajudá-lo. Prezado! Procure por um sexologo ou terapia de casal, seria de grande valia pra o ajustamento criativo entre vocês, desde que começou a perceber de que algo não vai bem no relacionamento,

Atenciosamente! É bem interessante procurar os dois profissionais o ginecologista e o psicólogo pois o problema de falta de libido posse se caracterizar como vc mesmo já disse tanto hormonal como emocional, e o fato de não estar mais tendo apetite sexual muitas vezes já traz um conflito emocional importante que precisa ser avaliado com cuidado e com muita responsabilidade pode também ser devido a estresse do dia a dia entre outros.Busque marcar uma consulta com psicólogo perto de vocês para poder ter ajuda de como lidar melhor com tudo isso.me deixo a disposição.

  1. As informações que dispomos são muito poucas para compreendermos melhor os vínculos afetivos reinantes entre os cônjuges.
  2. Assim, sugiro, inicialmente, descartar qualquer questão ligada a taxas hormonais fora dos valores de referência, que estejam interferindo na libido da sua esposa, consultando um clínico geral que, por certo, irá solicitar alguns exames ou encaminhá-la a um endocrinologista.

Descartada essa hipótese, sugiro uma terapia de casal, para que sejam levantadas questões voltadas para a vida conjugal do casal em tela. Um abraço Conforme os colegas Já citaram acima, procure um psicólogo Inicialmente pois nesta avaliação o profissional irá investigar tais causas no que se refere às questões psicológicas.

  • Tenho visto no consultório está queixa e maioria já fizeram exames clínico e não apresenta alterações.
  • Geralmente pode está associada a rotina do casal, ou a esposa pode está com depressão ou ansiedade no qual ambas podem contribuir com diminuição da libido.
  • Vale ressaltar que é importante avaliar também as alterações hormonais.

Se puder ir simultaneamente nos dois profissionais é o ideal. Espero ter ajudado. Olá! Concordo com todas as opiniões anteriores. De certo modo questões médicas podem interferir na qualidade do relacionamento sexual. O que não descarta a necessidade de uma avaliação médica.

Porém, no que se refere a qualidade do relacionamento de vocês enquanto casal é importante saber se isto pode estar interferindo no desejo sexual de sua esposa. Desta forma, no que tange o relacionamento do casal a consulta com o psicólogo pode ajudá-los a entender e modificar os problemas do relacionamento de vocês que possam estar interferindo neste ponto.

Olá! Busque por uma boa terapia sexual com um bom sexólogo e Psicoterapia Cognitivo Comportamental, para o casal, somado a um bom ginecologista, também, para o casal.Paz e Bem! Ola bom dia!!! acredito que inicialmente você deveria procurar um ginecologista para verificar aspectos biológicos.

Não sei a idade de sua esposa, mas alterações hormonais importantes, causam esse tipo de sintoma. No mais, a ajuda de um psicólogo para avaliar questões emocionais, complementaria muito o tratamento. abraços Existem multiplas fontes de ajuda. Utilize todas que tenham valor. As contribuicoes psicologicas sao importantes.

Sugiro acompanhamento com ginecologista, psicologa(o) e terapia de casal. Estes 3 atendimentos são prioridades. Abraço! Ola, é sempre interessante buscar uma avaliação medica(ginecologista) pra descartar algum problema orgânico. Posteriormente, uma ajuda psicológica irá ajudar a buscar a raiz desse desinteresse sexual.

  1. Para o companheiro, tb e recomendável um dialogo sincero sobre a relação do casal.
  2. De acordo com seu relato, eu acredito que seja importante procurar por profissional de psicologia.
  3. Caso sua esposa declarasse sentir desconforto durante o sexo, seria o caso de buscar ginecologista, mas me parece que não é o caso.

O relacionamento entre o casal pode ser o foco da questão, e não o sexo apenas. O diálogo com o (a) parceiro (a) é muito importante para que as atividades realizadas por ambos sejam prazerosas e para que haja interesse em compartilhar momentos. Olá, tudo bom? Sim, esta é uma queixa bastante recorrente em psicoterapia e podemos observar que vários aspectos podem estar associados a este problema, como por ex: influências dos hormônios, saúde ginecológica e geral, idade, gestação e outras, assim como o estado emocional.

Qualquer disfunção em uma dessas áreas podem causar baixa na libido ( falta de desejo por sexo), portanto é importante uma avaliação ginecológica e se tiver tudo em ordem, recomendo procurar um psicólogo para ajudar nas questões emocionais verificando a necessidade da psicoterapia individual ou do casal.

Boa sorte! Abraços. Pela sua descrição pode ser que seja necessário um acompanhamento psicológico para o casal. Em nos atendimentos vocês possam ter um espaço de escuta sobre as questões em torno deste problema. Mas não se deve descartar a possibilidade de haver um problema físico com ela, sendo assim além da psicoterapia é importante buscar a ajuda de um ginecologista.

Att, Luzlaine Carvalho. Sempre indico primeiramente buscar um ginecologista para descartar ou verificar se há alguma causa fisiológica. Se não houver, aí o psicólogo deve ser buscado, pois é uma questão psicológica. Recomendo que na procura do psicólogo, busque um com enfoque na sexualidade, ou seja, um terapeuta sexual.

Desejo que busquem a solução. Cuidem-se !

Ola tenho 40 anos nunca cheguei ao orgasmo,com penetração e com o sexo oral demoro muito isso é normal?sempre foi assim! É normal o marido querer só oral ou masturbação? Tem dias que sinto vontade mas ele quer apenas isso, daí termina, ele goza e pronto. Já questionei e ele afirmou que gosta de variar. Isso acontece com os outros homens tbm? Sou mulher, tenho uma namorada (a primeira que tive relação em minha vida). Tenho dois problemas que não sei ao certo o que é, um deles é que só consigo ter um orgasmos e demora bastante para conseguir começar a me excitar novamente e ir para o segundo enquanto ela acaba e já continua excitada e ir direto, Sou mulher, tenho 19 anos, virgem e apenas consigo ter orgasmos com vibrador do tipo bullet (estimulação direta do clitóris). Tenho receio de que o fato de não conseguir um orgasmo com estímulos mais próximos à realidade do sexo (usando as mãos, por exemplo) me atrapalhe quando tiver minha primeira Boa tarde. Fiz relação sexual com minha namorada e era a primeira vez dela e a mestruaçao dela já está atrasada a 5 dias, será uma gravidez ou será o siclo mestrual dela mudando ? Poderia me tirar essa dúvida ? Sinto muito desejo com minha namorada, principalmente na hora de dormir, tirando até meu sono por horas quando ela não reage o mesmo desejo que eu. Muitas vezes até já chorei por não ter saciado o desejo enorme de transar com ela, meu humor caí de forma muito rápida e o estresse vem consequentemente. Sou casada a 25 anos e recentemente descobri que meu marido só sente prazer com sexo anal. Ele diz não se satisfazer com sexo vaginal. Isso tem alguma razão ou é apenas preferência sexual? Tenho 45 anos, durante mais de metade da minha vida acreditei ser hetero sexual, no entanto após 16 anos sem uma relação amorosa estável (ou relações sexuais), e a chegada da pré-menopausa, questionei fortemente a minha orientação sexual. Atualmente tenho um relacionamento com outra mulher e o meu “apetite Olá, Estou alguns anos com uma pessoa e não consigo chegar ao orgasmo, praticamente fingo ele. Por qual motivo isso acontece? Estou bastante tempo com ele mas fingo muito sentir, ele foi o primeiro e até hoje juntos, não tive outras experiencias, não sei o que fazer. É normal a esposa evitar o sexo mesmo tendo um forte libido? Por exemplo: Durante a relação, há muita excitação, fluídos, lubrificação, tudo ocorre normal, porém, mesmo assim ela evita a relação sempre que pode. Mesmo o relacionamento estando perfeito, ela sempre falando bem da relação para todo mundo?

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O que leva uma mulher a perder o interesse no marido?

Como tudo que não é bom, tendemos a deixar de fazer. O sexo vai ficando escasso, e o casal, cada vez mais, vai se afastando. – 30/11/2015 – 20h01min Atualizada em: 30/11/2015 – 20h01min O Que Fazer Quando A Esposa Perde O Interesse Pelo Marido Divulgação / Inmagine Royalty Free Desde o começo do ano, a minha namorada já não é mais a mesma, me trata com rispidez, às vezes. Estamos brigando muito por nada e não fazemos mais sexo há dois meses. Ela diz que o seu ex abusava dela. Eu só faço o que ela quer, e a transa é uma mesmice.

Só sei que eu gosto dela e quero mudar tudo. Há 11 meses, me separei, pois ele tinha uma relação fora há quatro anos. Voltamos em janeiro, mas não tenho mais vontade nem tesão por ele. Muitos casais, com o passar dos anos, deixam de investir no erotismo, não procuram formas de sair da rotina e até de conversar sobre assuntos variados.

E isso abre a porta para que a relação balance. Vocês já falaram um com o outro sobre o que está havendo? Quando as mulheres se queixam de uma diminuição ou da ausência do desejo sexual, podem ter como causas problemas emocionais, depressão, brigas, mágoas no relacionamento, traumas e sentimento de culpa.

  1. No entanto, a principal razão parece estar na qualidade da relação.
  2. Como tudo que não é bom, tendemos a deixar de fazer.
  3. O sexo vai ficando escasso, e o casal, cada vez mais, vai se afastando.
  4. Desabafe Ter raiva, dor e sentimentos ruins momentaneamente é uma resposta normal depois de sofrer ações negativas como a sentida em uma traição.

Sofrer humilhações é terrível e pode resultar em vários problemas psicológicos. A amargura corrói todas as coisas boas. Sabe o que ela pode fazer para o seu corpo? Interfere nos sistemas hormonal e imunológico. Por isso, dê um tempo para você mesmo e libere o que está sentindo.

O que fazer quando a mulher não quer mais fazer sexo?

Ana Canosa – Minha mulher não quer mais sexo comigo e diz que o problema é com ela. É? Pergunta do leitor: Eu tenho 52 anos e minha esposa, 48. Nos últimos meses, não consigo manter uma vida sexual normal. Toda vez que eu a procuro para fazermos “um amorzinho” ela diz que está com dores no corpo e indisposição física e mental.

  1. Ela diz que o problema é ela, mas não especifica.
  2. O que está acontecendo, Ana? “O problema sou eu, não você” é uma frase que me provoca dois sentimentos.
  3. O primeiro é de alívio.
  4. Ótimo, o motivo não sou eu especificamente, não estou cometendo equívocos, não fiz nenhuma besteira, não é meu corpo, não é a minha pessoa.

Legal. Só que isso não resolve o problema. O segundo sentimento é de indignação: se não é você, então, o que é? Como não conheço o leitor, farei uma panorâmica sobre o assunto. Para começar, não busque uma única motivação: por vezes somos assolados por questões que se somam e tentar encontrar uma justificativa exclusiva nos provoca cegueira.

  • A resposta dela pode corresponder à mais pura realidade.
  • Dores no corpo e indisposição física e mental já são um conjunto capaz de afastar do sexo qualquer ser humano transante.
  • Você não ficaria um tanto inapetente se estivesse desesperançoso com a vida, mau humorado, ansioso, com medo, triste, à beira da exaustão? Será que a sua companheira está assim? Ela tem motivos para estar vivendo um momento existencial extenuante? Quando você me diz que ela está com 48 anos, me faz pensar em,

Cerca de metade das mulheres no mundo vai apresentar sintomas que vão dos famosos “fogachos” (calores abruptos), até dores de cabeça, humor depressivo, irritabilidade, insônia, além de alteração na libido, problemas de lubrificação e maior lentidão na resposta sexual.

  1. É uma fase sensível, inclusive do ponto de vista emocional, quando as mulheres tem que lidar com essa percepção de mudança corporal e com esse lugar social da mulher na menopausa: a invisibilidade, como se deixassem de existir sexualmente.
  2. Sério, os sintomas físicos nos empurram para isso.
  3. Cabe à mulher lutar contra, por gostar muito de sexo e valorizar o prazer.

Você pode pensar “poxa, mas eu a desejo, continuo querendo fazer sexo com ela”. Infelizmente, isso não basta. Há mulheres que simplesmente desligam a chave da interação sexual, até como uma defesa para quem precisa organizar a casa interna antes de convidar alguém para visitá-la.

Vamos imaginar que o sexo de vocês não a contempla, porque ela não goza, ou ela tem dor durante a penetração porque não se excita tanto com o jogo erótico de vocês. Que motivo ela teria para se motivar? Nem sempre as pessoas se sentem livres para falar o que gostam, sentem culpa, tem dó do parceiro se disserem que estão fingindo há anos.

Antes de avaliar se é a falta de comunicação no sexo, será que vocês desenvolveram intimidade emocional suficiente para aceitarem a vulnerabilidade do outro, compreender empaticamente suas dores, medos e anseios? Como reagem ao outro quando ele não está bem e não atende às expectativas? Não sei se é o seu caso, mas muitas pessoas ficam tão frustradas com negativas sexuais, que reagem com uma raiva absoluta, ficam de cara feia, param de falar, se tornam ríspidos e agressivos.

  • Pior são os que começam a acusar a pessoa de infidelidade.
  • Quem simplesmente está menos desejante na vida sente que o sexo virou uma pressão e passa a criar sentimentos de raiva pela falta de capacidade compreensiva da parceria.
  • Às vezes desenvolvem verdadeira repulsa sexual pelo parceiro.
  • Então, eu sugiro que você, ao invés de perguntar por que ela não tem vontade de fazer sexo, questione como vai a vida dela.

Se ela está feliz no trabalho, se tem projetos novos, como vão seus pais. Como ela está percebendo os filhos de vocês, caso os tenham. Inteire-se sobre os assuntos de que ela gosta, sugira atividades que sejam do interesse dela. Abrace-a durante a noite e diga que a ama, que está do seu lado.

Faça massagem no corpo dela sem intenção sexual, só para lhe aplacar as dores. Pergunte sobre o seu humor, se ela precisa de algum profissional para assisti-la. Eu também não posso deixar de associar 8 meses com essa pandemia do inferno, as pessoas lidando com sentimentos muito difíceis. Há vários índices de aumento de transtornos depressivos e de,

Muitas pessoas foram completamente tomadas pelo sentimento de solidão, já que perderam momentos deliciosos com colegas e amigos por causa do home office. Há quem seja motivado pelo grupo; dentro de casa, só com o cotidiano familiar, murcham. Problemas financeiros? Pais idosos que ela teme que morram? Agora, uma coisa você não me disse: o que ela tem feito ou pensa em fazer para melhorar sua qualidade de vida? Porque se ela não está bem e você a está acompanhando com carinho e atenção, tem uma parte que ela precisa fazer.

  1. Existem determinados momentos que são bem complexos, mas é preciso disposição para cuidar de si mesma.
  2. Se ela está se abandonando e a você também, isso deve ter algum significado.
  3. A você cabe acolher, ajudar, motivar e, sim, colocar suas necessidades.
  4. Senão vocês provavelmente poderão se perder um do outro.

Quer que Ana Canosa analise sua dúvida em sua coluna? Mande perguntas para [email protected] com o assunto #sexoterapia. Mantemos o anonimato. : Ana Canosa – Minha mulher não quer mais sexo comigo e diz que o problema é com ela. É?

Porque a mulher não tem vontade de fazer sexo?

O transtorno de desejo/interesse sexual é uma falta ou diminuição do interesse na atividade sexual e de pensamentos sexuais e/ou a falta de resposta à estimulação sexual, tanto mental ou emocional (subjetiva) como física.

Depressão, ansiedade, estresse, problemas de relacionamento, experiências passadas, doenças, medicamentos e, às vezes, alterações hormonais podem reduzir o interesse da mulher em sexo. O médico faz o diagnóstico do transtorno de desejo/interesse sexual com base na descrição da mulher sobre o problema e critérios específicos. Melhorar a relação e o ambiente para a atividade sexual e identificar o que estimula a mulher sexualmente pode ajudar. É possível que alguns tipos de psicoterapia, sobretudo a terapia cognitiva baseada na atenção plena, ou às vezes terapia à base de estrogênio sejam recomendadas

Uma redução temporária do interesse sexual é comum, muitas vezes causada ​​por problemas temporários, como fadiga. Por outro lado, o transtorno de desejo/interesse sexual causa a ausência ou a diminuição no interesse em atividades sexuais e na resposta à estimulação por mais tempo e sejam menores do que seria esperado para a idade da mulher e a duração da relação sexual.

  • Falta de interesse sexual e incapacidade de ficar sexualmente excitada são considerados um transtorno apenas se eles causarem angústia à mulher e se não houver nenhum interesse durante todo o ato sexual.
  • Normalmente, quando a mulher é sexualmente estimulada, ela se sente sexualmente excitada, tanto mental quanto emocionalmente.

É possível que ela também esteja ciente de algumas mudanças físicas. Por exemplo, a vagina libera secreções que fornecem lubrificação (gerando umedecimento). O fluxo sanguíneo para os órgãos genitais aumenta, fazendo com que os tecidos ao redor da abertura vaginal (lábios) e o clitóris (que corresponde ao pênis) fiquem inchados, os seios inchem um pouco e pode haver uma sensação de formigamento nessas regiões.

Subjetivo: A mulher não se sente excitada por nenhum tipo de estimulação sexual, incluindo beijar, dançar, assistir a um vídeo erótico ou estimulação física da região genital. No entanto, a mulher com transtorno de desejo/interesse sexual subjetivo pode ter uma reposta física à estimulação sexual. Por exemplo, o fluxo de sangue para o clitóris aumenta (fazendo com que ele inche) e o aumento do fluxo sanguíneo faz com que as secreções vaginais aumentem. Genital: A mulher se sente excitada em resposta à estimulação que não envolve os órgãos genitais (por exemplo, um vídeo erótico), mas ela não responde à estimulação física dos órgãos genitais. Ocorre uma redução das secreções vaginais e/ou da sensibilidade dos órgãos genitais. Combinado: A mulher sente pouca ou nenhuma excitação sexual em resposta a qualquer tipo de estimulação sexual. A resposta física (aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos genitais e a produção de secreções vaginais) é mínima ou inexistente. É possível que a mulher relate que ela precisa de lubrificantes externos e que o inchaço do clitóris não ocorre mais.

As causas comuns do transtorno de desejo/interesse sexual são

Fatores psicológicos, tais como depressão, ansiedade, baixa autoestima, estresse, distrações, falta de comunicação entre os parceiros e outros problemas de relacionamento Ter experiências sexuais insatisfatórias, o que pode ocorrer por falta de habilidade de um ou ambos os parceiros ou porque a mulher não comunica suas necessidades sexuais Fatores físicos, tais como algumas doenças crônicas, síndrome genito-urinária da menopausa Sintomas após a menopausa, alterações na pele da vulva (a região ao redor da abertura da vagina), mudanças nos níveis dos hormônios sexuais, alguns medicamentos, fadiga e debilidade

Tanto o uso de certos medicamentos, incluindo antidepressivos Tratamento medicamentoso para depressão A agomelatina, um novo tipo de antidepressivo, é um possível tratamento para episódios depressivos maiores. Vários tipos de medicamentos podem ser usados para tratar a depressão: Inibidores.

leia mais (sobretudo inibidores seletivos de recaptação da serotonina), opioides, alguns anticonvulsivantes Medicamentos anticonvulsivantes Nas doenças convulsivas, a atividade elétrica cerebral é periodicamente alterada, derivando, em algum grau, de uma disfunção transitória do cérebro. Muitas pessoas têm sensações estranhas logo.

leia mais e betabloqueadores Bloqueadores adrenérgicos A hipertensão arterial é muito comum. Ela geralmente não causa sintomas; no entanto, a hipertensão arterial pode aumentar o risco de um acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e insuficiência.

  1. Leia mais como a ingestão de quantidades excessivas de álcool podem reduzir o desejo sexual.
  2. A redução dos níveis estrogênio que ocorre na menopausa pode dar origem à síndrome genito-urinária da menopausa (que causa sintomas que afetam a vagina, vulva e o trato urinário).
  3. Nessa síndrome, os tecidos da vagina podem ficar finos, secos e sem elasticidade.

Assim, a relação sexual pode ser desconfortável ou dolorosa. As mulheres com essa síndrome também podem sentir uma necessidade urgente de urinar (urgência urinária) e têm infecções do trato urinário com frequência. Esses sintomas fazem com a que mulher sinta menos interesse em sexo.

À medida que a mulher envelhece, os níveis de testosterona diminuem, o que possivelmente contribui para uma diminuição da libido (desejo sexual). Em mulheres mais jovens, a remoção de ambos os ovários provoca tanto uma queda muito súbita nos níveis de hormônios sexuais ( estrogênio, progesterona e testosterona ) como infertilidade.

Além disso, o motivo para remoção pode ser câncer de ovário. Todos esses efeitos podem diminuir o interesse da mulher em sexo. Mesmo quando essas mulheres tomam estrogênio, o interesse no sexo pode ser mínimo. A estimulação sexual inadequada ou o ambiente errado para a atividade sexual (por exemplo, não há privacidade suficiente) também podem contribuir para o transtorno de desejo/interesse sexual.

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Avaliação de um médico com base em critérios específicos

O médico faz o diagnóstico do transtorno de desejo/interesse sexual tomando por base o histórico mulher e na descrição do problema, além dos critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª Edição (DSM-5), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria. Esses critérios exigem que no mínimo três dos itens a seguir estejam ausentes ou diminuídos:

Interesse na atividade sexual Dar início à atividade sexual e responder ao início da atividade sexual pelo parceiro Sentir excitação ou prazer durante quase toda a atividade sexual Ter fantasias ou pensamentos eróticos Ter sensações físicas na região genital ou em outros locais durante a atividade sexual Sentir interesse ou excitação sexual em resposta a estímulos, tanto escritos, falados ou visuais

Esses sintomas precisam estar presentes por no mínimo seis meses e precisam causar angústia significativa à mulher.

Medidas gerais Psicoterapias Tratamento da causa Terapia hormonal

A melhor maneira de tratar a mulher com transtorno de desejo/interesse sexual é por meio de uma equipe com vários tipos de profissionais de saúde (uma equipe multidisciplinar). É possível que a equipe multidisciplinar inclua terapeutas sexuais, especialistas em dor, psicoterapeutas e fisioterapeutas.

Uma das medidas mais úteis para o transtorno de desejo/interesse sexual é que a mulher identifique e diga ao parceiro aquilo que a estimula. É possível que a mulher precise relembrar ao parceiro de que ela precisa de atividades preparatórias, que podem ou não envolver toque, para se preparar para a atividade sexual.

Por exemplo, talvez ela queira ter uma conversar íntima, assistir a um vídeo romântico ou erótico ou dançar. Talvez ela queira beijar, abraçar ou acariciar. Talvez ela queira que o parceiro toque várias partes do seu corpo, em seguida, os seios ou genitais (preliminares) antes de passar para a relação sexual ou outra atividade sexual que envolva penetração.

Talvez o casal queira experimentar diferentes técnicas ou atividades (incluindo fantasia e brinquedos sexuais) para descobrir estímulos eficazes. Em geral, as medidas recomendadas para tratar a disfunção sexual Tratamento também podem ajudar a aumentar o interesse em sexo. Por exemplo, eliminar distrações (por exemplo, televisão no quarto) e tomar medidas para melhorar a privacidade e a noção de segurança podem ajudar.

É possível que o médico recomende o uso de estímulos intensamente eróticos (por exemplo vídeos) e fantasiar. O tratamento costuma dar enfoque a fatores que contribuem para a falta de interesse em sexo e a falta de resposta à estimulação sexual, como, por exemplo, depressão, baixa autoestima e problemas de relacionamento.

  • Alguns tipos de psicoterapia, sobretudo a terapia cognitiva baseada na atenção plena (MBCT, do inglês mindfulness-based cognitive therapy), podem ajudar algumas mulheres.
  • Atenção plena envolve concentrar-se no que está acontecendo no momento.
  • A MBCT, geralmente feita em grupos pequenos, combina atenção plena e terapia cognitivo-comportamental.

Pode ajudar com a excitação, o orgasmo e o desejo pela atividade sexual. É possível que o médico encaminhe a mulher com transtorno de desejo/interesse sexual a um terapeuta sexual ou a um psicoterapeuta. Outros tratamentos dependem da causa. Por exemplo, se o uso de medicamentos talvez esteja contribuindo, deve ser interrompido, se possível. pode ser usada para tratar excitação/interesse sexual caso a mulher tenha síndrome genito-urinária da menopausa. É possível que seja recomendado o uso de estrogênio tomado por via oral ou aplicado na forma de adesivo transdérmico ou gel no braço ou na perna.

Essas formas de estrogênio afetam todo o corpo, portanto podem ajudar a melhorar o humor, diminuir as ondas de calor e problemas de sono, manter a vagina saudável e manter a lubrificação adequada para a relação sexual. Todos esses efeitos podem aumentar a chance de a mulher ter interesse pelo sexo. O adesivo transdérmico ou gel de estrogênio é preferível aos comprimidos tomados por via oral por mulheres na pós-menopausa.

Se uma mulher com útero (ou seja, não realizou uma histerectomia) tomar estrogênio por via oral ou por meio de adesivo transdérmico ou gel, ela também recebe progestogênio (uma versão do hormônio progesterona), porque tomar estrogênio isoladamente aumenta o risco de ter câncer do revestimento do útero Câncer do útero O tipo de câncer do útero mais comum se desenvolve no revestimento do útero (endométrio) e é denominado câncer de endométrio. (câncer de endométrio). São usadas doses baixas de estrogênio, A terapia à base de estrogênio pode ser iniciada assim que a menopausa ocorre ou nos poucos anos seguintes. No entanto, o médico geralmente recomenda à mulher na pós-menopausa que use formas de estrogênio que afetam principalmente a vagina.

Por exemplo, o estrogênio pode ser inserido na vagina na forma de creme (com aplicador plástico), comprimido ou um anel (semelhante a um diafragma). Essas formas de estrogênio podem manter a vagina saudável, mas não ajudam no humor, ondas de calor ou problemas de sono relacionados. Porém, quando essas apresentações contêm uma dose baixa de estrogênio, a mulher que tem útero não precisa tomar um progestogênio.

Porém, quando essas apresentações contêm uma dose alta de estrogênio, a mulher que tem útero precisa tomar um progestogênio. O estrogênio tem possíveis riscos e benefícios, portanto a mulher deve conversar com o médico sobre os riscos e benefícios antes de começar a tomá-lo.

A testosterona pode também ser aplicada diretamente na região ao redor da abertura da vagina e na vagina. É possível que essas formas não tenham efeitos colaterais. A testosterona tomada por via oral não é recomendada. Caso a testosterona seja receitada, os médicos explicam que a eficácia do tratamento é incerta e quais os riscos dessa terapia.

Eles fazem exames de sangue para verificar a função renal e hepática e para medir os níveis de lipídios antes de a pessoa começar a tomar testosterona, A testosterona não será receitada se os resultados desses exames indicarem que a mulher tem risco de apresentar problemas de fígado ou dislipidemia (por exemplo, ter níveis muito elevados de colesterol LDL, o colesterol “ruim”).

Caso a testosterona seja receitada, o médico agenda consultas de acompanhamento em intervalos regulares para verificar quanto à presença de efeitos colaterais, como acne, hirsutismo Pilosidade Nos homens, a quantidade de pelos no corpo varia bastante (consulte também Considerações gerais sobre o crescimento capilar), porém poucos deles estão suficientemente preocupados com o excesso.

leia mais e virilização Virilização A virilização é o surgimento de características masculinas exageradas, normalmente em mulheres, frequentemente causado pela superprodução de andrógenos (hormônios esteroides sexuais masculinos. leia mais, A flibanserina pode ser usada para tratar mulheres na pré-menopausa que tenham transtorno de desejo/interesse sexual feminino.

  • No entanto, há poucas evidências demonstrando sua eficácia e segurança.
  • Dispositivos como, por exemplo, vibradores ou dispositivos de sucção clitoriana podem ajudar, mas há poucas evidências para respaldar sua eficácia.
  • Alguns desses produtos estão disponíveis para venda livre e podem ser tentados.
  • OBS.: Esta é a versão para o consumidor.

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O que provoca a perda de interesse?

A falta de interesse em atividades que costumavam dar prazer, como ir ao cinema com os amigos, sair para passear com o par ou mesmo passar uma tarde vendo televisão com os pais, exige atenção. Quadros de estresse, depressão, ansiedade e até mesmo algumas doenças podem engatilhar sentimentos de insatisfação com a vida.

O que fazer para voltar a ter prazer com o marido?

Perdeu o tesão pelo marido? Veja o que fazer para reacender a chama | DG O Que Fazer Quando A Esposa Perde O Interesse Pelo Marido Arte / DG Preciso muito de ajuda. Sou casada e temos uma filha de seis anos. Sou apaixonada pelo meu marido, mas, depois que tivemos a nossa filha, não tenho mais vontade de fazer sexo. Invento de tudo para fugir dele: durmo antes, finjo que estou dormindo, digo que estou cansada, ou com alguma dor.

  • Não está legal, e, daqui a pouco, posso perder o meu marido, mas eu não quero isto! O que eu posso fazer, meninas? O primeiro passo, querida leitora, já está sendo dado, que é esta vontade de mudar de atitude e pedir ajuda.
  • Existem fatores que podem influenciar na sua falta de apetite sexual.
  • Quando falamos em desejo, nos referimos a uma atitude psíquica formada por três componentes: biológico, psicológico e social.

É bom lembrarmos que o organismo feminino sofre uma intensa influência hormonal. Estes hormônios oscilam muito, e estas variações podem interferir nas emoções, inclusive no desejo. Verifique se tem algum desequilíbrio. Mas o fato de ser mãe não pode fazer com que se esqueça de ser mulher.

E a primeira coisa que deve ter em mente é o seguinte: nada de ficar esperando que o tesão bata à sua porta naturalmente. Tem que provocá-lo, aprender a se estimular! E, aí, deve estar se perguntando: como? Comece com leituras sobre diferentes temas relacionados a sexo. Faça histórias e crie as suas próprias fantasias sobre momentos em que você e seu marido tiveram muita excitação.

Também veja filmes românticos, depois, passe para outros mais picantes e, na sequência, assista aos eróticos, mas nunca aos pornográficos. Se tiver intimidade, conte tudo isto para o seu marido e deixe o clima rolar. Dúvidas e sugestões, escreva para [email protected] : Perdeu o tesão pelo marido? Veja o que fazer para reacender a chama | DG

Quando a pessoa não tem vontade de fazer nada?

Não sinto vontade e fazer nada. Por que? Resposta do especialista Rick perguntou Publicado em 20 de julho de 2016 A apatia (falta de vontade) é um sintoma comum de, No entanto, não ter vontade de fazer nada NÃO significa que você esteja passando por um momento depressivo.

  1. É possível que vários fatores estejam convergindo para te deixar mais desanimado/a e com menos energia.
  2. Uma coisa legal a se fazer em momentos como esse é uma auto investigação: se observe atentamente, e busque encontrar algo que te motive (ou que te pareça menos desinteressante nesse momento).
  3. Ao encontrar, mesmo que não esteja seguro/a de que isso realmente te motive a algo, invista nisso que tiver encontrado.

Pode ser algo bem pequeno e aparentemente de pouca importância, mas não deixe escapar! É possível que a partir disso você vá encontrando outras coisas, e crie uma cadeia de possibilidades que despertem seu interesse. E, claro, um profissional da área de psicologia pode te ajudar nesse processo. Escrito por Psicologia CRP 56802/SP Psicóloga formada em 1998 pela Faculdade de Ciências e Letras, com validação e equivalência de diploma pela Universidade. i A falta de vontade de fazer as coisas pode estar ligado a falta de:

organização interna das emoções; falta de energia; falta de motivação.

A “energia” pode estar ligada a questão física, alguma falta de nutriente, alteração hormonal, ou outra doença.A “motivação” costuma estar ligada a questões emocionais, mas pode ser sintoma de alterações física também.Justamente, por haver muitas e muitas possibilidades o melhor que você pode fazer é buscar uma orientação psicológica e física.

Aproveito sua pergunta e vou explicar um pouco sobre o tema, que é uma doença que costuma dar sensação de mal estar e baixa de energia. Não podemos ainda dizer se é ou não seu caso, mas vale a investigação para compreensão. é distúrbio psíquico que determina períodos de tristeza e baixa de energia, tendo como associação questões reais ou imaginários.

envolve uma distorção do pensamento (que podem ser confusões sentimentais); baixa de energia; falta vitalidade para agir e pensar; as ideias são mais ligadas a questões passadas e no que já se viveu; perda da concentração no momento presente; normalmente, a dor de algo ruim permanece no presente, como se não houve tido uma “atualização” da mente, e com isso, o que é dor passada, passa a ser vivida como dor presente e sem capacidade de ação, pois o passado não se muda, só a percepção dele; tristeza; pode acontecer choro e angustia; algumas pessoas com depressão relatam sentir muito medo, pois se sentissem desamparadas.

Os profissionais qualificados e especialistas para o tratamento são: psiquiatras e psicólogos. Em alguns casos se faz necessário o uso de medicamento para combater o problema. E somado a isso, sessões de psicoterapia. Explicando de modo simples e preciso: a medicação ajuda que a mente funcione melhor e as sessões são direcionadas para o encontro do bem estar, a solução de problemas e adaptação ao que se faz necessário.

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Para quem sofre com o problema é fundamental entender quais pontos lhe causam maior preocupação. Como você lida com a ansiedade e problemas do seu dia a dia? Como você tem organizado suas ações para que possa combater a tensão, desânimo e pensamentos negativos? Para alívio e cura dos sintomas, sugiro técnicas de relaxamento corporal, respiração, atividade física, hipnose, meditação, psicoterapia e uma boa avaliação com um médico ou psicólogo que será capaz de indicar um tratamento qualificado para você.

Uma dessas técnicas, como a hipnose, por exemplo, ou mais quando combinadas e indicadas por um profissional qualificado surtirá efeito na cura e bem estar. Sua melhora virá e os benefícios serão rapidamente sentidos. O meu livro: O Segredo Para Vencer a Depressão – Ed.

  1. Universo dos Livros, pode ser um bom aliado para o processo e bem estar e cura.
  2. Ali você encontrará informações e ferramentas para o bem estar e melhoria pessoal.
  3. Tenho também no mesmo site: curadalma um áudio de hipnose para combater a depressão e outro para se curar da ansiedade.
  4. A ideia é que a pessoa possa ter mais uma ferramenta ou técnica complementar ao tratamento para obter mais rapidamente a cura.

A depressão tem cura e merece atenção e tratamento. Avalie se é ou não seu caso. Boa sorte! Sucesso naquilo que você busca e até breve! 1 Pessoa perguntou Não necessariamente é depressão. Pode ser um transtorno de ansiedade devido a algum trauma ou situação negativa relacionada ao ambiente de trabalho, que faz com que você apresente esses sintomas quando está no ambiente ou se aproxima dele.1 Pessoa perguntou A ajuda de um profissional como psiquiatra e psicólogo, é sempre um ótimo caminho para se chegar a um diagnóstico completo, seguro e eficaz.1 Pessoa perguntou Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5).

O que fazer para chamar a atenção do meu marido?

Fique linda: a maneira mais rápida de chamar a atenção dele é mudando o visual. Aposte no imprevisível, faça um make profissional e melhore as roupas, mas não tente loucamente chamar a atenção. Deixe que ele note e te pergunte o que tem de diferente.

Quando a esposa evita o marido na Bíblia?

Rev. Angus Stewart Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto 1 Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os incrédulos também. Não ter sexo no casamento (sob as circunstâncias ordinárias) também é pecado; talvez nem todos estejam cientes disso.

De acordo com I Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida. Negligenciar ou recusar fazer sexo com o seu cônjuge é roubo, uma quebra do oitavo mandamento: “Não furtarás.” A Bíblia tem coisas importantes para dizer sobre solteirismo, casamento e sexo. Dessa forma, a igreja deve ensinar esses assuntos, bem como as verdades da Santa Trindade, o fim dos tempos e a graça irresistível.

A igreja ensina esses assuntos em sermões, salas de catecismo, aulas para noivos e (como agora) mediante escritos. Pais sábios também falam com seus filhos sobre essas questões, como fez Salomão com seu filho em Provérbios (e.g., Pv.2:16-19; 5:3-23; 6:24-35; 7:6-27; 9:13-18).

  1. Sem dúvida, a maneira, bem como o conteúdo, do ensino cristão sobre casamento e sexo é bem diferente daquela do mundo.
  2. Não objetivamos instigar ou excitar os santos, nem somos pudicos, simplesmente ignorando o assunto.
  3. Em vez disso, proclamamos o ensino bíblico sobre sexualidade com pureza e autoridade.

Jesus Cristo é Senhor, e isso significa que Ele é Senhor do casamento e do lar do casal também. Ele tem coisas a dizer aqui. Assim, nosso objetivo é a glória de Deus em Jesus Cristo e a edificação dos santos. Dentro dessa estrutura e com esse espírito, consideremos o dever do sexo no casamento.

  • I Coríntios 7 fala de marido e esposa dando a “devida benevolência” um ao outro.
  • O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.” “Devida benevolência” aqui não significa que marido e esposa devem mostrar um ao outro apenas bondade em geral.
  • Considere o contexto.
  • Um propósito do casamento é “evitar a fornicação” (2).

No casamento, seu cônjuge tem autoridade sobre o seu corpo, especialmente no leito matrimonial (4). A “incontinência” no versículo 5 refere-se a falta de auto-controle sexual. Assim, “devida benevolência” em I Coríntios 7:3 refere-se especificamente à bondade devida ao cônjuge na relação sexual.

  1. Essa “benevolência” sexual é ” devida ” ao seu cônjuge.
  2. É uma dívida, algo que você deve ao seu marido ou esposa.
  3. Não é meramente um favor que você faz caso seu cônjuge tenha sido bom.
  4. Obviamente alguns, por causa da idade avançada ou debilidade, etc., são incapazes de cumprir essa dívida, mas cônjuges cristãos normais devem pagar esse débito.

Você está pagando esse débito ao seu marido ou esposa? Pessoas casadas são donos das roupas e comidas que compram, e também da relação sexual com o seu cônjuge: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).

Seu cônjuge tem autoridade sobre o seu corpo sexualmente falando; não você. Alguns podem objetar que eles não se lembram de jurar entregar a autoridade dos seus corpos nos votos de casamento. Provavelmente isso não foi mencionado em tantas palavras, mas a natureza do casamento como uma união de “uma só carne” implica que seu cônjuge tem autoridade sobre o seu corpo sexualmente, e não você.

Esse é um pensamento cristão sóbrio. Sem dúvida, isso reflete também o grande casamento que nossos casamentos devem refletir. A igreja, a noiva de Cristo, é dona do seu próprio corpo? Não, a noiva de Cristo está sob a posse e autoridade de Cristo, seu esposo.

Estamos agora numa posição mais adequada para analisar o pecado de um casamento sem sexo (assumindo que o sexo é fisicamente possível). É roubo não entregar o que é devido. É roubar o seu próximo mais chegado, a saber, o seu próprio cônjuge. É defraudar ele ou ela (5). Isso introduz a idéia de engano e fraude.

O casamento, por definição, inclui dar-se ao seu cônjuge. Ao recusar se entregar sexualmente, como prometeu, você comete traição. Isso está fundamentado no egoísmo, o desejo de fazer o que quiser com o seu corpo e não o que o seu cônjuge quer. Esse egoísmo brota da incredulidade, a falta de fé na união vital e espiritual entre Cristo e a Sua igreja que o seu casamento e relação sexual deveriam retratar.

  1. O pecado tem conseqüências.
  2. Deus julgará e castigará você por ele.
  3. Seu cônjuge será ferido, seriamente ferido.
  4. Recusar seus desejos sexuais é algo cruel.
  5. Ignorar ou ser indiferente para com ele ou ela é impiedade.
  6. Cristo não trata assim a Sua esposa! Seu cônjuge se sentirá insatisfeito, trapaceado e provavelmente se tornará (pecaminosamente) amargo e ressentido.

Assim, seu casamento sofrerá. A intimidade física de todos os tipos se secará e você perderá a intimidade emocional e espiritual também. Pecados maritais impendem as suas orações (I Pedro 3:7). As orações nas devoções em família se tornam difíceis; as orações ficam sem resposta.

  1. A leitura da Escritura também se torna um dever árduo.
  2. Eventualmente isso pode levar a devoções em família infreqüentes ou à completa negligência.
  3. Nenhuma relação sexual no casamento também torna o seu cônjuge mais vulnerável ao pecado de adultério Lembre-se: um dos propósitos do casamento é evitar a fornicação (2; cf.

Pv.5:18-20). Satanás tem um interesse no seu leito matrimonial. Ele anda em derredor, “buscando a quem possa tragar” (I Pedro 5:8). Não vos defraudeis! I Coríntios 7:3-5 ensina parte do chamado de maridos e esposas. Eles não devem permitir que se tornem sexualmente indiferentes para com seus cônjuges.

  • Não há lugar para escusas mentirosas: “Estou com dor de cabeça”.
  • Isso não é uma licença para explorar ou abusar do seu cônjuge.
  • Nem é um incentivo à tirania masculina.
  • O marido é o cabeça que deve “alimentar” e “sustentar” a sua esposa (Ef.5:29).
  • I Coríntios 7:3-4 enfatiza a igualdade entre marido e mulher: o marido deve dar a “devida benevolência” à sua esposa, e “igualmente” a esposa ao seu marido (3), e o marido tem autoridade sobre o corpo da sua esposa, “também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher” (4).

Assim, no sexo – como em todas as coisas, exceto no pecado—o marido e a esposa cristãos devem procurar agradar um ao outro, e não a si mesmos, pois o amor “não busca os seus interesses” (I Co.13:5). Qual então é o papel do sexo no casamento? Primeiro, sexo não é a única coisa no casamento.

Êxodo 21:10, uma lei regulando (embora não requerendo ou aceitando) a poligamia, declara: “Se lhe tomar outra, não diminuirá o mantimento desta, nem o seu vestido, nem a sua obrigação marital.” A “obrigação marital” (Ex.21:10) é a “devida benevolência” (I Co.7:3), ou relação sexual. Providenciar comida e roupa para a esposa também é mencionado.

(Incidentalmente, por que jovens cristãos estão namorando ou noivando, se não estão numa posição de sustentar uma esposa, mesmo num futuro previsto?) Ainda mais fundamental, os maridos devem amar suas esposas e as esposas devem se submeter aos seus maridos (Ef.5:22-33).

Além do mais, os maridos devem governar suas esposas em amor e elas devem ser auxiliadoras de seus maridos (Ef.5:22-33; Gn.2:20s.). Isso envolve 101 deveres de um para com o outro. Segundo, o sexo não é a principal coisa no casamento. A coisa principal é o relacionamento pactual no Senhor (Ml.2:14). Aqueles que fazem do sexo a coisa principal no casamento ficarão dolorosamente desapontados.

Terceiro, sexo não é a base para o casamento. A verdade da Palavra de Deus é o fundamento do casamento cristão. A amizade pactual de um pelo outro é baseada sobre essa unidade na doutrina da Palavra de Deus em Cristo. Onde então o sexo entra no casamento? Primeiro, deve haver o amor de Deus em seu coração por seu cônjuge.

  • Fluindo desse amor, e como uma expressão desse amor, está a bênção da relação sexual.
  • Assim, embora o sexo no casamento seja um chamado e um dever, ele é mais que um dever.
  • É uma coisa alegre e prazerosa, deliberada e natural, uma expressão de amor mútuo e um retrato da união de Cristo com a Sua noiva, a igreja.

Há uma exceção ao dever do sexo no casamento (além daquele da impossibilidade física) se três condições forem satisfeitas. Primeiro, deve ser “por consentimento mútuo” (I Co.7:5)—não uma decisão unilateral do marido ou da esposa, mas de ambos. Segundo, deve ser “por algum tempo” (5)—não para o resto de suas vidas, ou por anos, mas por um período específico.

  • Mais tarde eles devem se “ajuntar outra vez” sexualmente (5).
  • Terceiro, a abstinência sexual deve ser “para vos aplicardes ao jejum e à oração” (5)—não porque eles simplesmente estavam com vontade.
  • Deus colocou certo peso em seus corações, de forma que os prazeres de comer e ter sexo são postos de lado por um tempo, para que possam se focar melhor em buscar a Deus.

Todas as três condições devem ser satisfeitas—consentimento mútuo, curta duração e propósito religioso (para oração e jejum)—para um período de abstinência sexual. Onde todas as três condições não são satisfeitas, a “devida benevolência” da relação sexual permanece.

I Coríntios 7:3-5 contém várias lições vitais. Primeiro, a relação sexual é a regra no casamento (e a exceção é rara e curta). Segundo, Maria não foi uma virgem perpétua. O Concílio de Trento de Roma lançou um anátema sobre todos aqueles que negassem que Maria jamais teve relação sexual com o seu marido, José, após o nascimento de Cristo, mas Deus requer que as esposas dêem a “devida benevolência” aos seus maridos (3-5).

Terceiro, a passagem assume que um casal cristão pode escolher jejuar e orar juntos. Você alguma vez já desistiu de comida e sexo, para buscar a face de Deus com maior fervor? Quarto, não há nada vergonhoso ou impuro numa relação sexual. Aparentemente, alguns em Corinto enalteciam a virgindade até o céu e/ou exigiam o celibato no casamento, visto que a relação sexual era vista como de certo modo questionável em santidade ou pureza.

  • Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula” (Hb.13:4).
  • Essa visão deturpada sobre casamento e sexo não é encontrada apenas no Romanismo.
  • John Wesley ensinou a superioridade da virgindade ao casamento, e em geral aconselhava contra o casamento.
  • Ele foi irremediavelmente influenciado por sua leitura dos pais da igreja primitiva e de autores católico-romanos (que lançam dúvidas sobre a bondade do casamento e do sexo).

Mesmo quando Wesley se casou, ele mostrou um mau exemplo, pois, em geral, negligenciava sua esposa e o relacionamento deles era “distante e infeliz” (Stephen Tomkins, John Wesley, p.167). Quinto, I Coríntios 7 implica que marido e esposa falam sobre assuntos sexuais juntos, pois entram em “consentimento” para se abster por um tempo por razões religiosas (5).