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O Que DemêNcia?

O que leva uma pessoa a ter demência?

Publicado: 21 Novembro 2019 Última Atualização: 21 Novembro 2019 Descrição: É considerada uma síndrome, ou seja, é um grupo de sinais físicos e sintomas que a pessoa apresenta. Uma síndrome a demência apresenta três características principais: prejuízo da memória – podem ser desde um simples esquecimento leve até um prejuízo severo a ponto de não se recordar da própria identidade; problemas de comportamento – normalmente se caracteriza por agitação, insônia, choro fácil, comportamentos inadequados, perda da inibição social normal, alterações de personalidade; perda das habilidades – habilidades tais como: organizar os compromissos, dirigir, vestir a roupa, cuidar da vida financeira, cozinhar, etc.

Causa: Existem muitas doenças ou alterações orgânicas capazes de levar a um quadro demencial. Muitas dessas causas relacionadas à demência são reversíveis, principalmente o uso prolongado de alguns medicamentos, como por exemplo, drogas usadas para hipertensão arterial, diuréticos, alguns hipnóticos.

A depressão também pode esta associada à demência. Outras doenças relacionadas com a demência são: doenças vasculares do sistema nervoso central – SNC, doenças infecciosas, hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12, sífilis e HIV no SNC, doenças degenerativas do SNC, etc.

Prevenção: Como a demência não tem cura, a melhor coisa a fazer é tentar preveni-la ou retardá-la. Embora ninguém possa interromper o processo de envelhecimento nem mudar o curso da genética, muitos fatores de risco podem ser modificados, como parar de fumar, manter um peso saudável e baixar o colesterol e a pressão arterial.

Além disso, manter a mente em forma, sempre em busca de desafios. Sintomas: Os sintomas iniciais de demência variam, mas a perda de memória em curto prazo costuma ser a característica principal ou única a ser trazida à atenção do médico na primeira consulta.

Além do déficit de memória, também é comum: dificuldades de executar tarefas domésticas, problema com o vocabulário, desorientação no tempo e espaço, incapacidade de julgar situações, problemas com o raciocínio abstrato, colocar objetos em lugares equivocados, alterações de humor de comportamento, alterações de personalidade, perda da iniciativa – passividade.

Tratamento: O progresso de alguns tipos de demência pode ser retardado com o uso de medicamentos, mas a demência geralmente não pode ser revertida nem completamente interrompida. O tratamento da demência é dividido quanto à definição se a doença é primária, secundária, ou associada a outras enfermidades.

  1. Nos casos secundários, o tratamento específico da doença responsável pelo quadro de demência é suficiente para o alívio dos sintomas e melhora do paciente.
  2. Quando a demência encontra-se associada a outras enfermidades, o tratamento destas é de fundamental importância, melhorando consideravelmente os efeitos da doença sobre o indivíduo.

Em todas estas situações, e em particular nos casos de demência primária, existe a necessidade da aproximação entre os profissionais responsáveis pelo atendimento e os familiares. A honestidade sobre as reais condições do paciente ajuda a proporcionar um comprometimento sobre os cuidados indispensáveis para minimizar os efeitos da demência sobre o paciente e sobre a qualidade de vida dos que são responsáveis por ele.

O que é que significa demência?

Definição – Pessoas com Demência É uma síndrome clínica caracterizada por declínio cognitivo e/ou por alterações comportamentais (neuropsiquiátricas) em relação a um nível prévio de desempenho, importantes o suficiente para interferir nas atividades de vida diária (capacidade funcional) e na independência, e que não são explicáveis por delirium (estado confusional agudo) ou doença psiquiátrica maior.

  1. O diagnóstico de demência é clínico, não sendo necessários exames de neuroimagem para a confirmação diagnóstica, mas recomendáveis no processo de investigação e seguimento.
  2. A incidência e prevalência das demências aumentam exponencialmente com a idade, sendo mais comum em idosos.
  3. Em decorrência do declínio funcional progressivo e da perda gradual da autonomia e independência, ocasiona impacto físico, psicológico, social e econômico sobre os cuidadores, as famílias e a sociedade.

É a principal causa de morbidade entre idosos e responde por cerca de 25% da soma do número de anos vividos com incapacidade. A doença de Alzheimer e a demência vascular são as principais formas de demência no idoso, correspondendo a cerca de 80% a 90% das causas.

Evolutiva: Declínio progressivo por doenças neurodegenerativas, vascular ou infecciosa crônica Estática: Demência vascular com fator de risco controlado, sequela de lesão cerebral aguda por trauma ou infecção Potencialmente reversível: Doenças clínicas (por exemplo: hipotireoidismo, depressão), fatores nutricionais (por exemplo:deficiência vitamina B12) e medicações (biperideno, benzodiazepínico, entre outras)

Comprometimento Cognitivo Leve: representa o estágio entre o declínio cognitivo esperado do envelhecimento normal e o declínio mais grave da demência. Deve haver queixa de declínio cognitivo reportada pelo paciente, informante ou impressão do médico; evidência objetiva de declínio cognitivo em um ou mais domínios cognitivos; independência nas atividades diárias de vida (não demência).

  1. O profissional de saúde deve identificar se há declínio cognitivo, alteração de humor e de comportamento como forma de rastreamento.
  2. Quando há alterações presentes, uma anamnese completa deverá ser realizada, identificando as áreas que precisam ser melhor investigadas, avaliando comorbidades, efeitos medicamentosos e depressão.

: Definição – Pessoas com Demência

Como é o comportamento de uma pessoa que tem demência?

Os principais sintomas neuropsiquiátricos ou transtornos do comportamento que aparecem no curso de uma demência são: agressividade, agitação, delírios, alucinações visuais e auditivas, depressão, ansiedade, euforia, apatia, irritabilidade, desinibição, deambulação, problemas do sono.

Delírios: o paciente pode se sentir perseguido, desconfiar das pessoas, recusar os tratamentos, apresentar uma grandiosidade ou ciúmes;Alucinações: os pacientes podem ver pessoas, animais ou sentir uma presença, além de ouvir vozes ou barulhos;Depressão: cursa com tristeza, sofrimento;Apatia: desinteresse em relação às pessoas próximas e às atividades que antes eram prazeirosas, falta de iniciativa, falta de motivação;Ansiedade: ansiedade e preocupação excessivas, pode se manifestar em crises mas também em situações específicas, como à noite, quando o paciente está sozinho;Euforia: exaltação, bem-estar, aumento da energia;Agressividade: pode ser verbal ou física;IrritabilidadeAgitação: pode ser diurna mas muito comumente noturna ou no pôr do sol;Desinibição: falta de conveniência social, descontrole dos impulsos, comportamentos socialmente inadequados;Deambulação: caminhar sem objetivo durante longos períodos de tempo;Problemas do sono: falta de sono com despertares noturnos ou dormir muitas horas;

O que é delirium ou confusão mental no idoso? Esta manifestação pode ser confundida com os sintomas neuropsiquiátricos. O delirium ou confusão mental é caracterizado por uma piora aguda de poucas horas a alguns dias das capacidades cognitivas ou do comportamento do paciente – geralmente idoso- e que está ligado a uma doença clínica em curso, como infecções, constipação, dores, entre outras.

  • Nós reconhecemos o delirium quando observamos um quadro de início agudo, com sonolência excessiva, dificuldade de concentração, desorganização do pensamento, flutuações da cognição e do comportamento durante um mesmo dia.
  • Esta condição indica que uma doença clinica está em curso e que o paciente deve ser avaliado.

Algumas patologias são comuns em pacientes confusos e com demência, a saber: constipação, infecções de pulmão ou urinárias, desidratação, dores, doenças neurológicas ou cardíacas agudas, entre muitas outras causas possíveis.

Quais são os três tipos de demência?

É uma síndrome clínica caracterizada por declínio cognitivo e/ou por alterações comportamentais (neuropsiquiátricas) em relação a um nível prévio de desempenho, importantes o suficiente para interferir nas atividades de vida diária (capacidade funcional) e na independência, e que não são explicáveis por delirium (estado confusional agudo) ou doença psiquiátrica maior.

  • O diagnóstico de demência é clínico, não sendo necessários exames de neuroimagem para a confirmação diagnóstica, mas recomendáveis no processo de investigação e seguimento.
  • A incidência e prevalência das demências aumentam exponencialmente com a idade, sendo mais comum em idosos.
  • Em decorrência do declínio funcional progressivo e da perda gradual da autonomia e independência, ocasiona impacto físico, psicológico, social e econômico sobre os cuidadores, as famílias e a sociedade.
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É a principal causa de morbidade entre idosos e responde por cerca de 25% da soma do número de anos vividos com incapacidade. A doença de Alzheimer e a demência vascular são as principais formas de demência no idoso, correspondendo a cerca de 80% a 90% das causas.

Evolutiva: Declínio progressivo por doenças neurodegenerativas, vascular ou infecciosa crônica Estática: Demência vascular com fator de risco controlado, sequela de lesão cerebral aguda por trauma ou infecção Potencialmente reversível: Doenças clínicas (por exemplo: hipotireoidismo, depressão), fatores nutricionais (por exemplo:deficiência vitamina B12) e medicações (biperideno, benzodiazepínico, entre outras)

Comprometimento Cognitivo Leve: representa o estágio entre o declínio cognitivo esperado do envelhecimento normal e o declínio mais grave da demência. Deve haver queixa de declínio cognitivo reportada pelo paciente, informante ou impressão do médico; evidência objetiva de declínio cognitivo em um ou mais domínios cognitivos; independência nas atividades diárias de vida (não demência).

Que idade começa a demência?

A demência ocorre principalmente em pessoas com mais de 65 anos. A demência, particularmente o comportamento perturbador que muitas vezes a acompanha, é a razão para mais de 50% das internações nos asilos. No entanto, a demência é uma perturbação e não é uma parte do envelhecimento normal.

Qual é a fase final da demência?

Demência na fase avançada – Na fase final da demência, as pessoas perdem progressivamente a capacidade de se envolverem no mundo externo, de manter conversas e de controlar os seus músculos. Podem ainda ser capazes de falar, mas comunicar e expressar pensamentos torna-se difícil, mesmo para algo básico como a dor.

Necessitam de ajuda 24 horas por dia com as atividades diárias e cuidados pessoaisUma dificuldade crescente em comunicarPerda do conhecimento das experiências recentes e do seu ambienteGradual e progressivamente perder capacidades físicas, incluindo a capacidade de andar, sentar-se e engolirÉ mais fácil desenvolver infeções, especialmente pneumonia

Qual a demência mais comum?

É uma síndrome clínica caracterizada por declínio cognitivo e/ou por alterações comportamentais (neuropsiquiátricas) em relação a um nível prévio de desempenho, importantes o suficiente para interferir nas atividades de vida diária (capacidade funcional) e na independência, e que não são explicáveis por delirium (estado confusional agudo) ou doença psiquiátrica maior.

  1. O diagnóstico de demência é clínico, não sendo necessários exames de neuroimagem para a confirmação diagnóstica, mas recomendáveis no processo de investigação e seguimento.
  2. A incidência e prevalência das demências aumentam exponencialmente com a idade, sendo mais comum em idosos.
  3. Em decorrência do declínio funcional progressivo e da perda gradual da autonomia e independência, ocasiona impacto físico, psicológico, social e econômico sobre os cuidadores, as famílias e a sociedade.

É a principal causa de morbidade entre idosos e responde por cerca de 25% da soma do número de anos vividos com incapacidade. A doença de Alzheimer e a demência vascular são as principais formas de demência no idoso, correspondendo a cerca de 80% a 90% das causas.

Evolutiva: Declínio progressivo por doenças neurodegenerativas, vascular ou infecciosa crônica Estática: Demência vascular com fator de risco controlado, sequela de lesão cerebral aguda por trauma ou infecção Potencialmente reversível: Doenças clínicas (por exemplo: hipotireoidismo, depressão), fatores nutricionais (por exemplo:deficiência vitamina B12) e medicações (biperideno, benzodiazepínico, entre outras)

Comprometimento Cognitivo Leve: representa o estágio entre o declínio cognitivo esperado do envelhecimento normal e o declínio mais grave da demência. Deve haver queixa de declínio cognitivo reportada pelo paciente, informante ou impressão do médico; evidência objetiva de declínio cognitivo em um ou mais domínios cognitivos; independência nas atividades diárias de vida (não demência).

O que é bom para a demência?

Comer alimentos mais naturais e não processados, manter-se ativo e ter uma boa vida social são maneiras de combater a demência à medida que envelhece, de acordo com dois novos estudos publicados na quarta-feira (27) em Neurology, revista médica da Academia Americana de Neurologia. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Inscrever-se O outro estudo analisou o impacto da ingestão de alimentos ultraprocessados ​​no risco futuro de demência,

Como é uma crise de demência?

Decidir quais ações constituem um transtorno do comportamento é extremamente subjetivo. A tolerabilidade (quais ações podem ser toleradas pelos cuidadores) depende em parte do preparo do meio de vida dos pacientes, em particular da segurança. Por exemplo, a perambulação pode ser tolerável se um paciente vive em um ambiente seguro (com trancas e alarmes em todas as portas e saídas); entretanto, se o paciente vive em uma casa de saúde ou hospital, a perambulação pode ser inadmissível, pois perturba outros pacientes ou interfere no funcionamento da instituição.

Muitos comportamentos (p. ex., perambulação, questionamento repetitivo, atuar de modo não cooperativo) são mais bem tolerados durante o dia. Não se sabe se o fenômeno de confusão noturna (sundowning — exacerbação de comportamentos perturbadores ao pôr do sol ou anoitecer) é um problema de tolerabilidade ou uma variação diurna real.

Em casas de saúde, 12 a 14% dos pacientes com demência apresentam mais distúrbios de comportamento durante a noite do que durante o dia. Os transtornos de comportamento podem resultar de alterações funcionais relacionadas à demência:

Capacidade reduzida de controlar o comportamento (p. ex., os pacientes podem tirar as roupas em público) Interpretação errônea de pistas visuais e auditivas (p. ex., podem resistir ao tratamento, que percebem como uma agressão) Deficiência da memória de curto prazo (p. ex., os pacientes pedem repetidamente coisas que já receberam) Capacidade reduzida ou incapacidade de expressar necessidades (p. ex., vagueiam porque estão sozinhos, amedrontados ou procurando por algo ou alguém)

Muitas vezes, pacientes com demência apresentam difícil adaptação à regulamentação da vida institucional. Horários de refeições, sono e uso do banheiro não são individualizados. Para muitos pacientes idosos com demência, desenvolvem-se ou se agravam sintomas comportamentais e psicológicos após sua mudança para ambientes mais restritos e estranhos.

Problemas físicos (p. ex., dor, falta de ar, retenção urinária, constipação, abuso físico) podem exacerbar em parte os transtornos de comportamento, pois os pacientes podem ser incapazes de comunicarem adequadamente qual é o problema. Além disso, problemas físicos podem provocar delirium Delirium Delirium é um distúrbio agudo, transitório e geralmente reversível, flutuante da atenção, da cognição e do nível de consciência.

As causas incluem quase todos os distúrbios ou drogas. O diagnóstico. leia mais ; o delirium sobreposto à demência crônica pode piorar o transtorno de comportamento.

Caracterização do comportamento (p. ex., pelo Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield) Registro de comportamentos específicos Avaliação de coexistência de depressão e psicose

A melhor abordagem ao paciente visa caracterizar e classificar o comportamento, em vez de classificar todos os comportamentos alterados como agitação, um termo com muitos significados para ser útil. O Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield ( Cohen-Mansfield Agitation Inventory ) é habitualmente utilizado; ele classifica da seguinte maneira os comportamentos:

Fisicamente agressivos: por exemplo, bater, empurrar, chutar, morder, arranhar ou agarrar indivíduos ou coisas Fisicamente não agressivo: por exemplo, manipular coisas de forma inadequada, vestir ou despir inadequadamente, caminhar, repetir maneirismos ou sentenças, agir agitadamente ou tentar ir para outros lugares Verbalmente agressivo: por exemplo, xingar, fazer barulhos estranhos, gritar ou apresentar crises de temperamento Não agressivo verbalmente: por exemplo, queixa-se, geme, exige atenção constante, não gosta de nada, interrompe com observações relevantes ou irrelevantes ou é negativo ou do tipo mandão

Devem ser registradas as informações a seguir:

Comportamentos específicos Eventos precipitantes (p. ex., alimentação, toilete, administração de fármacos, visitas) O momento em que o comportamento iniciou e desapareceu

Essas informações ajudam a identificar alterações no padrão ou intensidade de um comportamento e a planejar uma estratégia mais fácil de tratamento. Se o comportamento se alterar, deve-se realizar um exame físico para excluir transtornos e abusos físicos, mas as alterações ambientais (p.

ex., um cuidador diferente) também devem ser verificadas, pois, em vez de um fator relacionado com o paciente, essas alterações ambientais podem ser as razões. A depressão Transtornos depressivos Caracterizam-se por tristeza suficientemente grave ou persistente para interferir no funcionamento e, muitas vezes, para diminuir o interesse ou o prazer nas atividades.

A causa exata é desconhecida. leia mais, comum entre os pacientes com demências, pode alterar o comportamento e deve ser identificada. Manifesta-se inicialmente como alteração abrupta da cognição, diminuição do apetite, degeneração do humor, alterações no padrão de sono (em geral, hipersonolência), afastamento, diminuição do nível de atividade, crises de choro, falar sobre morte ou morrer, desenvolvimento súbito de irritabilidade ou psicose e outras alterações súbitas de comportamento.

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Delírios sem paranoia podem ser confundidos com desorientação, mas geralmente os delírios são fixos (p. ex., uma casa de saúde é chamada de prisão repetidas vezes) e a desorientação varia (p. ex., uma casa de saúde é chamada de prisão, restaurante, lar). As alucinações ocorrem sem estímulos sensitivos externos; as alucinações devem ser diferenciadas de delírios, que envolvem interpretação equivocada de estímulos sensitivos externos (p. ex., telefones celulares, bipes).

Medidas ambientais e de suporte ao cuidador Fármacos apenas quando necessárias

A gestão dos sintomas comportamentais e psicológicos da demência é controversa e tem sido inadequadamente estudada. Há preferência por medidas de suporte; entretanto, fármacos são comumente utilizados. As medidas utilizadas para tratar a demência geralmente também ajudam a minimizar transtornos de comportamento:

Fornecer pistas sobre tempo e local Explicar cuidadosamente antes de fornecê-las Encorajar atividades físicas

Se uma instituição não consegue promover um ambiente adequado a um determinado paciente, transferi-lo para uma que promove esse ambiente mais apropriado pode ser preferível ao uso de medicações. Aprender como a demência provoca transtornos de comportamento e como responder a um comportamento perturbador pode ajudar os familiares e outros cuidadores a proporcionarem melhores cuidados e a atenderem melhor o paciente.

Aprender a lidar com o estresse, o qual pode ser considerável, é essencial. Cuidadores estressados devem ser encaminhados aos serviços de apoio (p. ex., assistentes sociais, grupos de apoio a cuidadores, auxiliares das casas de saúde) e devem saber como obter cuidados de repouso. Os membros da família, que são cuidadores, devem ser monitorados para depressão, que ocorre em praticamente metade deles.

A depressão nos cuidadores deve ser tratada imediatamente. A escolha do antipsicótico depende da toxicidade relativa. Entre os antipsicóticos convencionais, o haloperidol tem relativa ausência de efeito sedativo e tem menos efeitos anticolinérgicos potentes, mas tem maior probabilidade de causar sintomas extrapiramidais; a tioridazina e o tiotixeno têm menor probabilidade de causar sintomas extrapiramidais, mas têm maior efeito sedativo e mais efeitos anticolinérgicos que o haloperidol.

  1. Os antipsicóticos atípicos ou de segunda geração (p.
  2. Ex., aripiprazol olanzapina, quetiapina risperidona) têm efeito anticolinérgico mínimo e produzem menos sintomas extrapiramidais que os antipsicóticos convencionais; entretanto, esses fármacos, quando utilizados por um período prolongado, podem causar ganho de peso e hiperlipidemia e aumentar o risco de diabetes tipo 2.

Em pacientes idosos com psicose relacionada à demência, esses fármacos podem aumentar o risco de acidente vascular encefálico e morte. Os antipsicóticos utilizados devem ser administrados em pequenas doses (p. ex., olanzapina 2,5 a 15 mg por via oral uma vez ao dia; risperidona 0,5 a 3 mg por via oral a cada 12 horas; haloperidol 0,5 a 1,0 mg por via oral, IV ou IM duas vezes ao dia ou conforme necessário) e por curto período.

O que constitui comportamentos perturbadores é subjetivo e variável, mas distúrbios comportamentais são a razão de até 50% das internações em clínicas de repouso. O comportamento muitas vezes se deteriora quando os pacientes são transferidos de seu ambiente familiar. Distúrbios comportamentais podem ser desencadeados por um problema físico que o paciente não consegue comunicar. Categorizar os distúrbios comportamentais usando o Inventário de Agitação de Cohen-Mansfield. Reconhecer os sinais de depressão, como alterações abruptas na cognição, diminuição do apetite, degeneração do humor, alterações no padrão de sono (em geral, hipersonolência), afastamento, diminuição do nível de atividade, crises de choro, e falar sobre morte e morrer, e estar alerta quanto ao desenvolvimento súbito de irritabilidade ou comportamento psicótico. Tratar com medidas ambientais, evitando fármacos quando possível.

O recurso em inglês a seguir pode ser útil. Observe que este Manual não é responsável pelo conteúdo deste recurso.

BPSD Algorithm : essa ferramenta visa ajudar a fornecer cuidados interdisciplinares baseados em evidências para pacientes com sintomas comportamentais e psicológicos causados pela demência. Fornece orientações para avaliação e uso dos fármacos, bem como um fluxograma.

Quando suspeitar de demência?

Devemos suspeitar de quadro demencial quando o paciente apresentar alterações cognitivas (principalmente perda de memória), sintomas psiquiátricos, alterações de personalidade, mudanças no comportamento ou diminuição na capacidade de realizar atividades da vida diária.

Como fazer teste de demência?

Não há um único teste específico para diagnosticar a demência. Para fazê-lo, é preciso colher um histórico médico cuidadoso do paciente, investigando casos na família, doenças pré-existentes e sintomas manifestados.

Tem diferença entre Alzheimer e demência?

Sobre o Alzheimer e demência – A doença de Alzheimer é o tipo de demência mais comum e também é um termo geral usado para descrever as condições que ocorrem quando o cérebro não mais consegue funcionar corretamente. O Alzheimer causa problemas na memória, pensamento e comportamento.

Nos estágios iniciais, os sintomas de demência podem ser mínimos, mas pioram conforme a doença causa mais danos ao cérebro. A taxa de progresso da doença é variável conforme a pessoa, contudo, pessoas portadoras de Alzheimer vivem em média até oito anos após o início dos sintomas. Apesar de não haver atualmente tratamentos que impeçam o progresso da doença de Alzheimer, há medicamentos para tratar os sintomas de demência.

Nas últimas três décadas, as pesquisas sobre demência proporcionaram uma compreensão muito mais profunda sobre como o Alzheimer afeta o cérebro. Hoje em dia, os pesquisadores continuam a buscar tratamentos mais eficientes e a cura, além de formas para impedir o Alzheimer e melhorar a saúde cerebral.

Como diagnosticar a demência?

Exame neurológico dirigido – Para avaliação breve da cognição, consulte testes de rastreamento, Além da avaliação cognitiva, o exame neurológico sumário, dirigido para alguns sinais, é muito útil no diagnóstico diferencial das demências. Avalie alterações de fala, movimentação ocular, força, coordenação motora, sinais de parkinsonismo (rigidez de membros ou axial, lentidão dos movimentos, tremor de repouso), marcha, equilíbrio.

Quando internar uma pessoa com demência?

Internação para quem tem Demência – A internação para pacientes com demência é uma decisão dolorosa para a família, mas pode se tratar, em estágios mais avançados, de uma questão de vida ou morte, ou por uma descompensação de alguma outra doença associada.

Qual demência é reversível?

Demências potencialmente reversíveis Em muitos casos, a demência está relacionada com doenças neurodegenerativas cuja progressão, até ao momento, não pode ser interrompida, ou com acidentes vasculares cerebrais cujas lesões são irreversíveis. No entanto, numa pequena percentagem de casos, as causas são potencialmente reversíveis, podendo responder em parte ou na totalidade a um tratamento específico.

A incidência de reacções secundárias aos fármacos aumenta em função da idade, do uso simultâneo de diferentes medicamentos ( polifarmácia ) e à existência de doenças concomitantes (especialmente renais, hepáticas e cardíacas) e por isso os idosos são mais propensos a esta situação.Outras causas adicionais de demência “reversível” podem ser as perturbações metabólicas /endócrinas como o hipotiroidismo, os défices graves de vitamina B12 ou de ácido fólico ou ainda algumas infecções sistémicas mas podem ser diagnosticadas mediante análises laboratoriais. É possível identificar as causas de demências potencialmente reversíveis?

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É importante procurar assistência médica quando existem queixas de mudança nas capacidades cognitivas como, por exemplo, esquecimentos, desorientação e dificuldade de concentração. O médico avaliará a evolução dos sintomas, medicação e interacções medicamentosas e fará um exame clínico que orientará o pedido de exames complementares.

Quando o idoso repete a mesma coisa várias vezes?

Terça-feira, 23/05/2017, às 06:00, Já escrevi sobre dicas para cuidadores conseguirem se proporcionar pequenos momentos de relaxamento. Mas as “horas de recreio” são poucas, ao passo que as dificuldades são muitas – e uma delas, especialmente desafiadora, é como manter a comunicação com o idoso com algum tipo de demência ou Alzheimer.

  1. O que fazer com as perguntas que se repetem, como reagir diante de acusações infundadas, o que responder quando pedem para ir para casa mesmo estando dentro dela.
  2. Nesse exercício de dedicação e paciência, opte por usar frases curtas, diretas, que serão mais facilmente assimiladas.
  3. Não se pode esquecer que o declínio de cognição afeta a habilidade para ouvir e manter uma conversa normal.

Aqui vão dois exemplos: 1) 1) Na hora da refeição, o mais eficiente é dizer: “hora de macarronada com almôndega, vamos para a cozinha!”. E não algo como: “você está com fome? Já faz algum tempo que não se alimenta e você sempre gostou de espaguete, não? Que tal depois darmos uma voltinha para ajudar na digestão?” – o volume de informações é grande e dá margem a uma reação negativa da pessoa.2) 2) Numa saída para uma consulta médica, o padrão também deve ser de concisão: “temos médico agora.

Tome seu agasalho, estamos saindo”. O modo mais complicado, que daria margem a atrasos, seria: “hoje vamos ao consultório do dr. Fulano, lembra que a consulta já está marcada há mais de um mês? Está fresquinho, melhor pôr este casaco para não se resfriar.” Os comportamentos de repetição frequentemente são causados por estresse, ansiedade ou medo.

Idosos repetem as perguntas porque não se sentem seguros em relação ao que está acontecendo. Não é que precisem da informação, necessitam mesmo é de serem tranquilizados, por isso a resposta deve ter esse poder de trazer segurança. Novamente, frases curtas farão mais sentido – se alguém lhe perguntar várias vezes que horas são, o melhor é só dar a hora, sem tentar acrescentar que isso já foi dito há poucos minutos.

  1. Outra possibilidade é buscar uma distração, como um lanchinho.
  2. Dependendo do estado do paciente, se ele ainda puder colaborar, pode ser incumbido de uma pequena tarefa.
  3. Da mesma forma, se o idoso pede para ir para casa, essa é uma demanda para ser reconfortado.
  4. Portanto, aferre-se a este objetivo e inclusive se prepare para ser criativo, porque nem sempre o que funcionou uma vez dará certo na ocasião seguinte.

O fundamental é se aproximar com calma, porque o tom relaxado vai ajudá-lo a se sentir mais seguro. O contato físico também ajuda: um abraço, ou um aperto de mão, pode diminuir o estresse – das duas partes. Evite explicações: dizer que está em casa, ou que há meses mudou-se para seu apartamento porque não podia mais viver só, não vai ajudar.

A melhor estratégia é concordar e redirecionar a situação. Você pode dizer que esta é uma boa ideia e que em breve vocês irão, assim que acabar de lavar os copos ou algo trivial e dentro da rotina. Aproveite para dar outro rumo à atenção do doente, sugerindo uma atividade que seja agradável e o distraia, como observar o movimento da janela, tomar um suco.

O site dailycaring.com propõe ainda que se peça à pessoa para falar da sua casa, encorajando-a a compartilhar sentimentos e memórias positivas, com perguntas como: “sua casa parece muito agradável, me conte sobre ela”; “qual vai ser a primeira coisa que você vai fazer quando chegar em lá?”.

Acusações infundadas machucam e são difíceis de lidar, mas não se deve perder o controle. Ponha-se no lugar de quem busca um objeto, mas não consegue achá-lo – o cérebro pode levá-lo a acreditar que foi roubado. Em primeiro lugar, não tome como algo pessoal; também não discuta ou tente usar argumentos racionais.

Deixe que ele fale, expresse seus sentimentos, enquanto você mantém um tom relaxado e acolhedor. Assim será mais fácil propor algo que o distraia. Uma providência simples é ter itens em duplicata: se a carteira é o objeto que mais “desaparece”, compre outra igual e se prontifique a ajudar a encontrá-la.

É possível evitar a demência?

A existência de fatores de risco potencialmente modificáveis significa que a prevenção da demência é possível por meio de uma abordagem de saúde pública, incluindo a implementação de intervenções específicas para prevenir ou desacelerar a evolução da demência.

Qual a demência mais comum?

Definição – Pessoas com Demência É uma síndrome clínica caracterizada por declínio cognitivo e/ou por alterações comportamentais (neuropsiquiátricas) em relação a um nível prévio de desempenho, importantes o suficiente para interferir nas atividades de vida diária (capacidade funcional) e na independência, e que não são explicáveis por delirium (estado confusional agudo) ou doença psiquiátrica maior.

O diagnóstico de demência é clínico, não sendo necessários exames de neuroimagem para a confirmação diagnóstica, mas recomendáveis no processo de investigação e seguimento. A incidência e prevalência das demências aumentam exponencialmente com a idade, sendo mais comum em idosos. Em decorrência do declínio funcional progressivo e da perda gradual da autonomia e independência, ocasiona impacto físico, psicológico, social e econômico sobre os cuidadores, as famílias e a sociedade.

É a principal causa de morbidade entre idosos e responde por cerca de 25% da soma do número de anos vividos com incapacidade. A doença de Alzheimer e a demência vascular são as principais formas de demência no idoso, correspondendo a cerca de 80% a 90% das causas.

Evolutiva: Declínio progressivo por doenças neurodegenerativas, vascular ou infecciosa crônica Estática: Demência vascular com fator de risco controlado, sequela de lesão cerebral aguda por trauma ou infecção Potencialmente reversível: Doenças clínicas (por exemplo: hipotireoidismo, depressão), fatores nutricionais (por exemplo:deficiência vitamina B12) e medicações (biperideno, benzodiazepínico, entre outras)

Comprometimento Cognitivo Leve: representa o estágio entre o declínio cognitivo esperado do envelhecimento normal e o declínio mais grave da demência. Deve haver queixa de declínio cognitivo reportada pelo paciente, informante ou impressão do médico; evidência objetiva de declínio cognitivo em um ou mais domínios cognitivos; independência nas atividades diárias de vida (não demência).

O profissional de saúde deve identificar se há declínio cognitivo, alteração de humor e de comportamento como forma de rastreamento. Quando há alterações presentes, uma anamnese completa deverá ser realizada, identificando as áreas que precisam ser melhor investigadas, avaliando comorbidades, efeitos medicamentosos e depressão.

: Definição – Pessoas com Demência

O que é bom para a demência?

Comer alimentos mais naturais e não processados, manter-se ativo e ter uma boa vida social são maneiras de combater a demência à medida que envelhece, de acordo com dois novos estudos publicados na quarta-feira (27) em Neurology, revista médica da Academia Americana de Neurologia. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Inscrever-se O outro estudo analisou o impacto da ingestão de alimentos ultraprocessados ​​no risco futuro de demência,

Quando suspeitar de demência?

Devemos suspeitar de quadro demencial quando o paciente apresentar alterações cognitivas (principalmente perda de memória), sintomas psiquiátricos, alterações de personalidade, mudanças no comportamento ou diminuição na capacidade de realizar atividades da vida diária.