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O Dio Que Você Semeia?

Onde assistir ao filme O ódio que você semeia?

O Ódio Que Você Semeia | Disney+

Tem o filme O ódio que você semeia na Netflix?

Filme: O ódio que você semeia, disponível na Netflix. #racismoécrime✊✊

O que se trata o livro O ódio que você semeia?

O livro ‘O ódio que você semeia’, escrito por Angie Thomas, é baseado na história real de Oscar Grant – um negro de 22 anos, morto em 2009, em uma abordagem policial. A obra literária busca retratar a discriminação sofrida pelos negros e mostrar como o racismo estrutural faz parte de nossa sociedade.

O que o ódio semeia?

Dizem que a justiça é cega, e é isso que Starr está prestes a descobrir. O ódio que você semeia conta uma história juvenil repleta de choques de realidade. É um livro contra o racismo em tempos tão cruéis e extremos.1º lugar na lista do New York Times e com roteiro adaptado para filme, estrelado por Amandla Stenberg,

  1. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.
  2. Não faça movimentos bruscos.
  3. Deixe sempre as mãos à mostra.
  4. Só fale quando te perguntarem algo.
  5. Seja obediente.
  6. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras.

Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto. Não demora e a morte do amigo é manchete em todos os jornais. Alguns o chamam de bandido, outros de traficante, e que fazia parte de uma gangue.

O julgamento ainda não ocorreu, mas não há quem não julgue ― no bairro, na escola, na TV. Protestos começam a tomar as ruas. Traficante? Negro. Bandido? Desarmado. Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos – no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz.

Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa. Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores.

Qual é o tema central do filme O ódio que você semeia?

A produção retrata os conflitos vivenciados por uma adolescente negra que testemunha o assassinato do amigo de infância por um policial branco, abordando o racismo, como ele se configura e está enraizado nas relações pessoais e sociais do contexto estadunidense.

Onde assistir o ódio que você semeia em 2023?

O Ódio Que Você Semeia | Disney+

Quais são os principais personagens do livro O ódio que você semeia?

Confira esta avaliação da Amazon sobre O ódio que você semeia Originalmente postada no blog Queria Estar Lendo.Alguns livros vão além de seu tempo. Eles existem e vão ser importantes para sempre. Essas obras atemporais falam sobre temas importantes, têm críticas que precisam ser discutidas, dão voz a situações que precisamos ver em destaque mais vezes.

  • O ódio que você semeia, best-seller da Angie Thomas, é esse tipo de história; atemporal, importante e que sempre será necessária.O livro acompanha a adolescente Starr.
  • Ela e Khalil, seu melhor amigo, saem de uma festa e são parados por uma viatura da polícia durante a noite.
  • Starr aprendeu desde cedo como uma pessoa negra deve se comportar frente a um policial: sem movimentos bruscos, mãos onde ele possa ver.
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A triste realidade do que o ódio e o julgamento podem fazer por causa da cor da sua pele. Um movimento errado, uma suposição e Khalil é assassinado, deixando para trás o trauma na garota e o peso da injustiça. Starr é a única testemunha do crime, e precisa aprender a própria voz para clamar justiça antes que as investigações levem a culpa para cima do garoto.O impacto que essa leitura trouxe é difícil de explicar.

  1. Não é um livro fácil, não é uma história simples.
  2. É a realidade nua e crua, é a ficção falando sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele – e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação, pelo preconceito.
  3. Starr vive a mesma realidade que muitos outros jovens.
  4. Halil foi assassinado pela mesma realidade que a de muitos outras vítimas.

A narrativa simpática e bem humorada de Angie bate de frente com os acontecimentos pesados que a trama explora, e aí está o ponto-chave do livro, o que o torna tão profundo: é verdadeiro. É verídico. Existe como tudo que aconteceu nele, como todos que viveram nele.Starr é uma das melhores protagonistas que já li.

Ela tem muita presença em cena, cheia de atitude e bom humor, dedicada à família e presente pelos amigos. É uma garota doce, gentil, enfezada e brusca. Ela vive grandes dilemas dentro da narrativa e tem alguns arcos de crescimento absurdamente bem trabalhados; Starr experimenta duas realidades todos os dias: a do seu bairro, pobre e marginalizado, mas cheio de pessoas com quem ela se importa, carregado de memórias que fizeram dela quem é, e a da sua escola, particular e elitista, onde Starr é 1 entre poucos alunos negros.

Mas tudo está muito bem no dia a dia dela, conciliando a realidade da família com a da escola – onde ela é um pouco menos expressiva, com medo que as amigas e os conhecidos julguem seu comportamento como o “da garota negra que veio do gueto”, certa de que se controlar e esconder alguns detalhes sobre sua casa e sua vivência não é ruim.Aí Khalil é assassinado e toda a tormenta começa.

Starr vive o medo, a tormenta, o luto e a raiva tudo em intervalos bem intercalados. Ela não pode descarregar suas emoções com as amigas da escola porque Maya e Hailey não sabem sobre o assassinato – e, quando elas descobrem, é através dos olhos do policial branco, aparentemente “injustamente” acusado.

E, do lado da família, do bairro e da sua própria consciência, Starr vê sua raiva dando lugar à sede por justiça. Essa justiça pede que Starr fale, que erga sua voz, que mostre o crime e o responsável por ele, que mostre ao mundo que Khalil era só um garoto e que nada, absolutamente nada justificaria sua morte.

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Mas, claro, a vida não é fácil e encontrar justiça menos ainda.Eu amei a interação da Starr com a sua família, e como eles foram o alicerce para ela encontrar sua coragem e aceitar seus medos como parte dela. Seu pai, Maverick, principalmente, foi um personagem chave para o crescimento da garota. O relacionamento deles foi tão natural e emocionante, cheio de altos e baixos, mas construído em cima de um amor incondicional que nada poderia quebrar.

Sua mãe, Lisa, é o coração da família, mas também uma parte bem racional dela. Ela e o marido têm um relacionamento lindo, um elo que equilibra todos os perrengues pelos quais a Starr e os outros dois filhos passam – os irmãos da Starr, inclusive, são maravilhosos.

Seven é o mais velho, o primeiro filho do Maverick e praticamente adotado pela Lisa como seu, já que a mãe está em um relacionamento perigoso e deu as costas aos filhos – e Sekani ainda é a alma inocente em toda a situação. Ele é muito ativo e cheio de comentários afiados, mas em relação à realidade que a família vive, ao pesadelo que a Starr enfrentou e vem enfrentando, ainda é ingênuo.

E não dá pra deixar de citar o tio Carlos que, apesar de não dividir mais a realidade do bairro com eles, divide seu coração com todo mundo, especialmente a Starr. Ele ajudou a Lisa a criá-la e está ali pela garota nos momentos em que ela mais precisa.Tudo que a Starr era e se tornou dentro do livro aconteceu por causa do apoio da família.

  • Acho que foi o primeiro livro que li em que isso foi 100% trabalhado, que a família era mais do que personagens coadjuvantes ao lado da protagonista, mas parte do protagonismo dela.
  • Chorei e ri abertamente com eles em vários momentos da trama, e com certeza me apaixonei pelo amor que saltou das páginas entre eles.Quanto aos outros personagens que aparecem, há muitos nomes a serem citados, uma vez que todos ganham importância na trama.

Chris, namorado da Starr, vive algumas realizações importantes com ela – a relação entre os dois tem alguns receios, uma vez que Starr vive hesitações a respeito da cor de suas peles, do julgamento alheio, do que seu pai e as outras pessoas pensarão ao ver um garoto branco com uma garota negra.

  1. Foram dúvidas e questionamentos legais e bem trabalhados dentro do psicológico e emocional da personagem, e eu amei os dois.
  2. Chris é um bobão apaixonado muito gentil e atencioso.”Qual é o sentido de ter voz se você vai ficar em silêncio nos momentos que não deveria?”As amigas de escola da Starr também ganharam destaque nos momentos certos – especialmente a Maya.

Hailey, por outro lado, foi o suprassumo de tudo que há de desprezível em uma pessoa. Junte “all lives matter” + “nem todo homem” + “racismo reverso” em uma personagem e você tem a Hailey. Sim, deu vontade de esfregar a cara dela no asfalto algumas vezes, mas a Starr tirou todas as situações de letra.

  • Minha neném!Toda a questão em cima do julgamento do policial e do clamor por justiça desenvolve uma tensão interessante no livro.
  • O que esse crime ergueu sobre a sociedade, sobre os olhos de quem não assistiu, mas ouviu sobre a história, tudo gera desconforto para o leitor, mas é um desconforto bem-vindo porque traz empatia.
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Nos faz pensar, questionar e, principalmente, entender. É um livro importante porque não é fácil, não é gentil. É engraçado, é simples e é questionador. É um soco no estômago porque aconteceu. Porque é real. Impõe situações horríveis do dia a dia, discute o alcance do preconceito, critica a visão de uma maioria sobre as minorias, e está muito certo em fazer tudo isso.Queria ficar falando sobre como essa história me impactou, sobre como a jornada da Starr e dos outros personagens, do bairro em que ela vive, da voz que ela carrega, como tudo isso foi importante e magistral, mas esse é um livro difícil de descrever.

Quantas páginas tem o livro O ódio que você semeia?

Ficha Técnica

Código 132394849
Edição 20° Ed.
Editora Galera
Número de páginas 378
Autor Angie Thomas

Quem é o autor do livro O ódio que você semeia?

Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. O ódio que você semeia é um livro que não se pode ignorar.

O que deve conter em uma resenha de filme?

Geralmente, na resenha, são apresentados pontos de vista sobre o conteúdo de determinada obra; sua estética, em caso de filmes ; sobre a intenção do trabalho; o contexto de sua produção, entre outros aspectos que variam a depender do objeto avaliado.

Como usar a web no rave?

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