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Gabapentina Para Que Serve?

Gabapentina Para Que Serve

Para que é indicado o uso da gabapentina?

Gabapentina é indicado para: tratamento da dor neuropática (dor devido à lesão e/ou mau funcionamento dos nervos e/ou do sistema nervoso) em adultos; como monoterapia ( uso apenas de gabapentina ) e terapia adjunta das crises epilépticas parciais (convulsões), com ou sem generalização secundária (crise com maior

Quais são os efeitos da gabapentina?

As reações adversas mais frequentemente documentadas foram: –

Geral: sensação de mal estar, fadiga /astenia ( cansaço ), febre, cefaleia ( dor de cabeça ), dor lombar (nas costas) e abdominal (na barriga), infecção viral, dor, sintomas de gripe, lesão acidental, edema (inchaço) generalizado. Cardiovascular: dor no peito, vasodilatação (manifesta-se por vermelhidão na pele ou pessoa fica mais corada), palpitação, aumento da pressão arterial. Digestivo: boca ou garganta seca, náusea e/ou vômito, flatulência (gases no estômago ou intestinos), anorexia (falta de apetite), dispepsia (má digestão), constipação ( prisão de ventre ), diarreia, anormalidades dentárias, aumento do apetite, inflamação nas gengivas ( gengivite ) e/ou no pâncreas ( pancreatite ). Hematológico (sistema sanguíneo): leucopenia é uma alteração descrita no exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição do número de leucócitos ou glóbulos brancos (células de defesa) circulantes, trombocitopenia (alteração do exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição das plaquetas (células do sangue que são ativadas quando há sangramento)), púrpuras (manchas roxas sob a pele devido à pequenos sangramentos) que podem ser confundidas com hematomas que são manchas roxas maiores decorrentes de traumas ou batidas sofridas no local. Metabólico e nutricional: edema (inchaço) nas extremidades do corpo, ganho de peso, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue) e hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue) mais frequente em pacientes diabéticos, hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), icterícia (coloração amarelada da pele, geralmente, devido a problemas no fígado ), alterações nos testes laboratoriais de funcionamento do fígado, hepatite (inflamação do fígado), ginecomastia (aumento do tamanho das mamas em homens), hipertrofia das mamas. Musculoesquelético: fratura, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas juntas). Sistema Nervoso: tinido ( zumbido no ouvido ), confusão mental, alucinações, amnésia (perda de memória), sonolência ou insônia, nervosismo, tremor, tontura, vertigem, alteração do humor, ataxia (falta de coordenação dos movimentos, principalmente ao caminhar), disartria (dificuldade de pronunciar as palavras), hipercinesia (movimentação excessiva), coreoatetose (movimentos involuntários e bruscos dos braços e pernas), discinesia (movimentos descoordenados localizados ou em todo corpo), distonia (espasmos musculares involuntários), mioclonia (contrações musculares), aumento, diminuição ou abolição de reflexos, coordenação anormal, depressão, instabilidade emocional, nistagmo (movimentação rítmica, involuntária dos olhos geralmente, em direção horizontal), pensamento anormal, abalos musculares, ansiedade, hostilidade, alteração da marcha, queda, perda de consciência ( desmaio ), hiperestesia (excesso de sensibilidade), agitação (alteração do comportamento). Visão: ambliopia (diminuição da visão), diplopia (visão dupla, estrábica ou popularmente olhar “vesgo”), visão anormal. Sistema Respiratório: tosse, inflamação da faringe (garganta) e/ou do nariz ( rinite ), pneumonia (infecção do pulmão), dispneia (falta de ar). Pele e anexos: escoriação (“pele ralada”), acne ( cravos e espinhas), prurido (coceira), rash (vermelhidão na pele) eritema multiforme (manchas vermelhas na pele com formas diferentes), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas em grandes áreas do corpo), alopecia ( queda de cabelo ), angioedema (inchaço do corpo devido à reação alérgica), reação alérgica incluindo urticária, Urogenital: impotência, infecção do trato urinário (uretra, bexiga, ureteres, rins), insuficiência renal aguda (parada súbita do funcionamento dos rins) e incontinência urinária (dificuldade em segurar a urina), disfunção sexual alterações no desejo sexual, distúrbios de ejaculação e falta de orgasmo).

Após a descontinuação do tratamento de curta e longa duração com gabapentina, foram observados sintomas de abstinência em alguns pacientes. Os sintomas notificados com mais frequência incluem ansiedade, insônia, náuseas, dores, sudorese (transpiração excessiva), tremores, dor de cabeça, depressão, sensação anormal, tontura e mal-estar.

Como gabapentina age na dor?

Revisão sobre o uso de gabapentina para controle da dor pós-operatória Artigo de Revisão • • JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A gabapentina tem sido utilizada como adjuvante no tratamento da dor pós-operatória com componente neuropático. É responsável pela inibição da sensibilização central, diminuindo a dor pós-operatória.

  1. CONTEÚDO: Foram selecionados todos os estudos clínicos com distribuição aleatória que avaliaram o efeito da gabapentina na dor pós-operatória em humanos entre 2002 e 2007.
  2. Foram encontrados 26 artigos publicados.
  3. Em 17 estudos os pacientes receberam dose única pré-operatória que variou de 300 a 1.200 mg entre 30 min e duas horas antes dos procedimentos.

Nos demais estudos a medicação foi iniciada entre uma e 24 horas antes dos procedimentos, foi continuada por dois a dez dias na dose de 1.200 a 1.800 mg.dia-1. Para medida de intensidade da dor foram utilizadas a Escala Analógica Visual ou Numérica. Em 75% dos que receberam somente dose pré os escores foram menores com uso de gabapentina e também em 55,6% dos que receberam dose pré e pós.

  1. O consumo de opióide foi menor em 82,4% dos que receberam dose pré e em 77,8% dos que receberam pré e pós.
  2. Em estudos que usaram pré, quatro não descreveram efeitos adversos; não houve diferença em 52,9%, mais náusea ou vômito em 11,8%, mais tontura em 5,9%, mais sedação em 5,9%, menos náusea ou vômito em um e menos retenção urinária em um.

Em estudos que usaram pré e pós, quatro não descreveram efeitos adversos; não houve diferença em 22,2%, mais náusea ou vômito em 11,1%, mais tontura em 22,2% e mais sedação em 11,1%. CONCLUSÕES: A gabapentina usada tanto antes como antes e após a operação promove diminuição da intensidade da dor e da necessidade de complementação analgésica.

Dor; DROGAS JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La gabapentina ha sido utilizada como adyuvante en el tratamiento del dolor postoperatorio con componente neuropático. Es responsable de la inhibición de la sensibilización central, disminuyendo el dolor postoperatorio. CONTENIDO: Fueron seleccionados todos los estudios clínicos con distribución aleatoria que evaluaron el efecto de la gabapentina en el dolor postoperatorio en humanos entre 2002 y 2007.

Se encontraron 26 artículos publicados. En 17 estudios, los pacientes recibieron dosis única preoperatoria que varió entre 300 y 1200mg y entre 30min y dos horas antes de los procedimientos. En los demás estudios, la medicación fue iniciada entre una y 24 horas antes de los procedimientos, y continuada por dos a 10 días en la dosis de 1.200 a 1.800 mg.día-1.

  • Para una medida de intensidad del dolor, fueron utilizadas la Escala Analógica Visual o Numérica.
  • En un 75% entre los que recibieron solamente la dosis pre, los puntajes fueron menores con el uso de la gabapentina y también en un 55,6% entre los que recibieron dosis pre y pos.
  • El consumo de opioide fue menor en un 82,4% de los que recibieron dosis pre y en un 77,8% en los que recibieron pre y pos.

En estudios que usaron pre, cuatro no arrojaron efectos adversos; no hubo diferencia en un 52,9%, más náusea o vómito en un 11,8%, más mareos en un 5,9%, más sedación en un 5,9%, menos náusea o vómito en uno y menos retención urinaria en uno. En estudios que usaron pre y pos, cuatro no arrojaron efectos adversos; no hubo diferencia en un 22,2%, más náusea o vómito en 11,1%, más mareo en 22,2% y más sedación en un 11,1%.

CONCLUSIONES: La gabapentina usada tanto antes, como antes y después de la operación, promueve la reducción de la intensidad del dolor y de la necesidad de complementación analgésica. BACKGROUND AND OBJECTIVES: Gabapentin has been used as adjuvant in the treatment of postoperative pain with a neuropathic component.

It is responsible for the inhibition of central sensitization, decreasing postoperative pain. CONTENTS: All clinical, randomized studies that evaluated the effects of gabapentin on postoperative pain in humans between 2002 and 2007 for a total of 26 studies were selected.

In 17 studies, patients received a single preoperative dose, which ranged from 300 to 1,200 mg, 30 minutes to two hours before surgery. In the remaining studies, the administration of the drug was initiated one to 24 hours before the procedure and continued for 10 days, in doses that ranged from 1,200 to 1,800 mg.day-1.

To measure pain severity, the Visual Analog or Numeric Rating Scale was used. In 75% of patients who received a single dose of gabapentin, scores were lower, and the same was seen in 55.6¨% of patients who received the drugs pre- and postoperatively. Opioid consumption was reduced in 82.4% of patients who received a single dose, and in 77.8% of patients who received pre- and postoperative gabapentin.

Among the studies using a single dose of gabapentin, four did not describe adverse effects; 52.9% showed no differences, 11.8% detected more nausea or vomiting, 5.9% experienced more dizziness, 5.9% more sedation, less nausea or vomiting in one, and less urinary retention in one. Among the studies with pre- and postoperative administration of gabapentin, four did not describe adverse effects; 22.2% showed no differences, 11.1% had more nausea or vomiting, 22.2% more dizziness, and 11.1% more sedation.

CONCLUSIONS: Gabapentin, used before as well as before and after surgery, decreased pain severity and the need of analgesic supplementation. DRUGS; PAIN

  • ARTIGO DE REVISÃO
  • Revisão sobre o uso de gabapentina para controle da dor pós-operatória
  • Revisión sobre el uso de gabapentina para el control del dolor postoperatorio
  • Jefferson Clivatti I ; Rioko Kimiko Sakata, TSA II ; Adriana Machado Issy III
  • I Anestesiologista; Preceptor dos Residentes da Disciplina de Anestesiologia da UNIFESP
  • II Professora Assistente da Disciplina de Anestesiologia Dor e Terapia Intensiva; Responsável pelo Setor de Dor da UNIFESP
  • III Professora Adjunta da Disciplina de Anestesiologia Dor e Terapia Intensiva da UNIFESP
  • RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A gabapentina tem sido utilizada como adjuvante no tratamento da dor pós-operatória com componente neuropático. É responsável pela inibição da sensibilização central, diminuindo a dor pós-operatória. CONTEÚDO: Foram selecionados todos os estudos clínicos com distribuição aleatória que avaliaram o efeito da gabapentina na dor pós-operatória em humanos entre 2002 e 2007.

Foram encontrados 26 artigos publicados. Em 17 estudos os pacientes receberam dose única pré-operatória que variou de 300 a 1.200 mg entre 30 min e duas horas antes dos procedimentos. Nos demais estudos a medicação foi iniciada entre uma e 24 horas antes dos procedimentos, foi continuada por dois a dez dias na dose de 1.200 a 1.800 mg.dia -1,

Para medida de intensidade da dor foram utilizadas a Escala Analógica Visual ou Numérica. Em 75% dos que receberam somente dose pré os escores foram menores com uso de gabapentina e também em 55,6% dos que receberam dose pré e pós. O consumo de opióide foi menor em 82,4% dos que receberam dose pré e em 77,8% dos que receberam pré e pós.

  1. CONCLUSÕES: A gabapentina usada tanto antes como antes e após a operação promove diminuição da intensidade da dor e da necessidade de complementação analgésica.
  2. Unitermos: Dor: pós-operatória; DROGAS: gabapentina.
  3. RESUMEN

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La gabapentina ha sido utilizada como adyuvante en el tratamiento del dolor postoperatorio con componente neuropático. Es responsable de la inhibición de la sensibilización central, disminuyendo el dolor postoperatorio. CONTENIDO: Fueron seleccionados todos los estudios clínicos con distribución aleatoria que evaluaron el efecto de la gabapentina en el dolor postoperatorio en humanos entre 2002 y 2007.

Se encontraron 26 artículos publicados. En 17 estudios, los pacientes recibieron dosis única preoperatoria que varió entre 300 y 1200mg y entre 30min y dos horas antes de los procedimientos. En los demás estudios, la medicación fue iniciada entre una y 24 horas antes de los procedimientos, y continuada por dos a 10 días en la dosis de 1.200 a 1.800 mg.día -1,

Para una medida de intensidad del dolor, fueron utilizadas la Escala Analógica Visual o Numérica. En un 75% entre los que recibieron solamente la dosis pre, los puntajes fueron menores con el uso de la gabapentina y también en un 55,6% entre los que recibieron dosis pre y pos.

  1. El consumo de opioide fue menor en un 82,4% de los que recibieron dosis pre y en un 77,8% en los que recibieron pre y pos.
  2. En estudios que usaron pre, cuatro no arrojaron efectos adversos; no hubo diferencia en un 52,9%, más náusea o vómito en un 11,8%, más mareos en un 5,9%, más sedación en un 5,9%, menos náusea o vómito en uno y menos retención urinaria en uno.

En estudios que usaron pre y pos, cuatro no arrojaron efectos adversos; no hubo diferencia en un 22,2%, más náusea o vómito en 11,1%, más mareo en 22,2% y más sedación en un 11,1%. CONCLUSIONES: La gabapentina usada tanto antes, como antes y después de la operación, promueve la reducción de la intensidad del dolor y de la necesidad de complementación analgésica.

  1. INTRODUÇÃO A dor pós-operatória tem um componente nociceptivo e outro neuropático 1,2,
  2. O componente nociceptivo resulta da ativação de receptores periféricos e condução dos impulsos pelas vias da dor e percepção na região supra-espinal.
  3. Esse componente pode ser aliviado de forma adequada com antiinflamatórios e opióides.

O componente neuropático resulta da lesão de fibras nervosas, com alteração da modulação da dor e sensibilização central, que cria mecanismos de amplificação da dor, hiperalgesia e alodinia. O tratamento da dor pós-operatória consiste basicamente no uso de três classes de fármacos: os antiinflamatórios, os opióides e os anestésicos locais.

A maioria dos medicamentos dessas classes causa efeitos colaterais que limitam sua utilização clinica de forma isolada. As técnicas analgésicas podem agir em diferentes locais da via da dor, seja em nível periférico ou no sistema nervoso central. A combinação de fármacos de diferentes classes e com mecanismos de ação variados visa a obter efeito analgésico desejado com redução de efeitos colaterais.

A analgesia multimodal, utilizando associação de várias classes de analgésicos proporciona melhor efeito. O uso de associação de fármacos que possuem diferentes mecanismos pode melhorar o efeito analgésico e diminuir os efeitos colaterais, pois permite diminuir a dose total de cada medicamento.

  1. A analgesia balanceada representa uma maneira efetiva de tratar dor aguda, devendo ser usada sempre que for possível 3,
  2. Os estudos mostram o benefício das associações 4,5,
  3. A gabapentina com sua ação anti-hiperálgica e mecanismo de ação diferente dos fármacos classicamente utilizados, cria nova perspectiva no tratamento da dor pós-operatória.

A gabapentina (ácido 1-aminometil-ciclohexanoacético) é um aminoácido com a estrutura do neurotransmissor GABA, mas não interage de modo significativo com esse ou outro neurotransmissor 6,7, É um anticonvulsivante com efeitos colaterais bem tolerados.

  1. A absorção é boa após administração oral e independente da ingestão de alimentos.
  2. A concentração plasmática máxima ocorre após duas a três horas 7,8,
  3. A ligação a proteínas é baixa (menor que 3% a 5%) e sua distribuição ocorre amplamente, envolvendo quase todos os tecidos (volume de distribuição de 58 litros) 7,

Não é metabolizada, não provoca indução enzimática e atravessa com facilidade a barreira hematoencefálica. Sua eliminação é renal sob forma inalterada e uma pequena porção ocorre pelas fezes. A meia-vida de eliminação é de cinco a nove horas 9, O mecanismo de ação dos anti-hiperálgicos, como a gabapentina, consiste na redução da hiperexcitabilidade dos neurônios do corno dorsal da medula espinal induzida pela lesão que é responsável pela sensibilização central 10,

Acredita-se que a ação anti-hiperálgica ocorre por ligação pós-sináptica da gabapentina à subunidade alfa 2 -delta de canais de cálcio dependente da voltagem nos neurônios do corno dorsal da medula espinal, diminuindo a entrada de cálcio nas terminações nervosas e reduzindo a liberação de neurotransmissores.

Vários outros mecanismos celulares foram propostos para explicar analgesia da gabapentina, incluindo efeitos em receptores NMDA, canais de sódio, vias monoaminérgicas e no sistema opióide 6,7,11-13, Os efeitos colaterais mais comuns são sonolência, fadiga, ataxia, edema periférico e tontura 6,12,14,

  1. Diversos estudos mostraram que a utilização de gabapentina no período perioperatório contribuiu para a redução da dor pós-operatória.
  2. O objetivo do estudo foi avaliar evidências publicadas sobre o assunto.
  3. MÉTODO Foi realizado levantamento bibliográfico em bases de dados via Internet ( PubMed ) utilizando como descritores combinações dos seguintes termos: Gabapentin, Pain, Analgesia, Anesthesia and Postoperative,

Foram selecionados todos os estudos clínicos controlados com distribuição aleatória dos pacientes que avaliaram o efeito da gabapentina na dor aguda pós-operatória em humanos. RESULTADOS Foram encontrados 26 artigos, publicados entre 2002 e 2007, que avaliaram o efeito da gabapentina, em estudos clínicos com distribuição aleatória dos pacientes e controlados com grupo placebo.

O total de pacientes avaliados nos estudos foi 2.066, dentre os quais 1.020 receberam gabapentina. Em 17 estudos os pacientes receberam a medicação somente no período pré-operatório (grupo PRÉ) e nos demais (nove estudos) o grupo tratamento foi medicado no pré- e pós-operatório (Grupo PRÉ e PÓS). Descrição dos Estudos do Grupo PRÉ No Grupo PRÉ foram incluídos 17 estudos totalizando 1.437 pacientes de várias especialidades cirúrgicas (ginecologia, ortopedia, neurocirurgia, otorrinolaringologia e urologia) ().

Quanto à anestesia, em 13 desses estudos foi empregada anestesia geral; em um, local com sedação; em um, bloqueio interescalênico com anestesia geral; em um, bloqueio no neuroeixo com geral ou sedação e em um, anestesia venosa regional. As doses de gabapentina variaram entre 300 e 1.200 mg e em seis estudos foram associadas a algum benzodiazepínico e, em um deles, a anti-inflamatório não-hormonal.

Todos os estudos que associaram uma medicação à gabapentina utilizaram a mesma medicação como grupo-controle. O momento antes da operação em que foi administrada a medicação variou de 30 minutos a duas horas. Como instrumento de avaliação de efeito, todos os estudos utilizaram a quantidade de opióide consumida no período pós-operatório.

Na maioria dos estudos (16) foi utilizada alguma escala de avaliação da intensidade da dor, sendo Escala Analógica Visual (VAS) em 14; numérica (EN) em um; ambas as escalas em um, e em apenas um estudo não foi usada escala. O consumo de opióide no período pós-operatório no grupo gabapentina foi menor em 14 dos 17 estudos.

  1. Em 13 dos 15 estudos que utilizaram a VAS houve diferença em favor da gabapentina, mas nos dois estudos que utilizaram a EN não foi encontrada diferença.
  2. Descrição dos Estudos do Grupo PRÉ e PÓS No grupo PRÉ e PÓS foram incluídos nove estudos totalizando 629 pacientes.
  3. As especialidades cirúrgicas envolvidas foram ginecologia, otorrinolaringologia e ortopedia ().
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Em todos os estudos os pacientes foram submetidos à anestesia geral e a dose diária de gabapentina variou entre 1.200 e 1.800 mg administrados de forma fracionada. Em um dos estudos foi associado um benzodiazepínico à gabapentina como medicação pré-anestésica e a mesma medicação e dose foi administrada ao grupo-controle.

O tratamento foi iniciado entre uma e 24 horas antes da operação e continuou por um a dez dias no pós-operatório. Em todos os estudos o efeito foi avaliado por consumo de opióide e alguma escala de avaliação da intensidade da dor (VAS em seis; EN em três). O consumo de opióide foi menor nos pacientes tratados com gabapentina em sete estudos e não houve diferença nos outros dois.

Com relação à intensidade da dor, em cinco estudos os resultados apresentaram diferença estatística significativa em favor da gabapentina. Avaliação tardia da dor foi realizada em quatro estudos (após 30 dias em dois e após três meses em dois) e houve diferença somente em um deles.

  1. Primeira Dose O intervalo de tempo antes do início da operação em que foi administrada a primeira (ou única) dose de gabapentina variou entre 30 minutos e 24 horas.
  2. No Grupo PRÉ os intervalos mais freqüentes foram 60 e 120 minutos com sete estudos cada e no Grupo PRÉ e PÓS, 60 minutos e 24 horas com cinco e quatro estudos, respectivamente ().

Analgesia Complementar Houve redução significativa no consumo de opióide nos pacientes tratados com gabapentina em 14 (82,4%) dos 17 estudos do grupo PRÉ e em sete (77,8%) dos nove estudos do grupo PRÉ e PÓS ( e ). Agrupando os estudos de acordo com a dose utilizada observaram-se os seguintes resultados.

No grupo PRÉ a dose utilizada em 12 estudos foi de 1.200 mg de gabapentina e, entre eles, ocorreu redução significativa no consumo de opióide em nove (75,7%). Nos demais as doses utilizadas variaram entre 300 mg e 900 mg, com redução do consumo de opióide em 100% dos estudos com dose de 600 e 900 mg, mas não havendo diminuição do consumo de opióide com 800 mg.

No Grupo PRÉ e PÓS a dose diária de gabapentina variou entre 1.200 mg e 1.800 mg e na maioria dos estudos foram utilizados 1.200 mg ou 1.600 mg. O consumo de opióide no período pós-operatório foi menor em 100% dos estudos que utilizaram 1.200 mg e 1.800 mg, mas somente em 33% dos que utilizaram 1.600 mg.

  • Agrupando os estudos de acordo com a dose de gabapentina utilizada, os resultados foram muito semelhantes aos referentes ao consumo de opióide no pós-operatório.
  • Relatos de Efeitos Adversos

Os efeitos adversos relatados nos trabalhos foram náusea e vômito pós-operatórios (NVPO), sedação e tontura (). No Grupo PRÉ houve redução da incidência de náusea e vômito nos pacientes tratados com gabapentina em dois estudos e aumento da incidência em um estudo.

  1. Houve maior incidência de sedação em um estudo e de tontura em outro.
  2. No Grupo PRÉ e PÓS houve aumento da incidência de NVPO nos pacientes tratados com gabapentina em um estudo, de sedação em um estudo e de tontura em dois estudos.
  3. DISCUSSÃO Neste levantamento foram encontrados poucos estudos e as técnicas anestésicas, assim como os procedimentos cirúrgicos variaram bastante.

Foi encontrado desde laqueadura laparoscópica até laminectomia. Houve também grande variação nos esquemas posológicos de gabapentina utilizados pelos autores. As doses variaram de 300 mg em dose única até 1.800 mg.dia -1 fracionado por quatro dias. Outro fator que deve ser levado em consideração na análise das conclusões é que, em alguns estudos, a gabapentina foi utilizada associada ao midazolam ou lornoxicam e no grupo-controle também foi empregada associação de medicamentos.

Na grande maioria dos estudos ocorreu redução significativa no consumo de analgésico ou nos escores de intensidade da dor no grupo tratado com gabapentina. O efeito anti-hiperálgico do fármaco promoveu diminuição do componente neuropático da dor pós-operatória melhorando a qualidade da analgesia pós-operatória.

Poucos desses estudos avaliaram o efeito da gabapentina na dor pós-operatória crônica. Uma vez que esse medicamento inibe a sensibilização central, que é um dos mecanismos atribuídos ao desenvolvimento das síndromes dolorosas crônicas, pode-se esperar que o mesmo tenha lugar na prevenção dessas síndromes.

  1. Comparando os estudos que utilizaram dose única pré-operatória com os que utilizaram gabapentina pré- e pós-operatória, houve redução do consumo de analgésico em 82,4% dos estudos que usaram dose única, frente a 77,8% do outro grupo ().
  2. Resultado semelhante foi encontrado na avaliação das escalas de medida da intensidade da dor, com redução do escore em 70,6% nos que receberam tratamento somente no pré-operatório e 55,6% nos que receberam no pré e no pós-operatório ().

Para se conseguir melhora na analgesia pós-operatória imediata, parece ser suficiente a utilização de dose única no pré-operatório. A utilização de gabapentina em doses maiores e por um período maior aumentou a incidência de efeitos colaterais relacionados, como sedação e tontura.

  • Para tentar encontrar a melhor dose e o melhor intervalo antes da operação para administrar o fármaco os dados foram organizados nas,, e,
  • A administração de dose única de 600 mg foi a menor a mostrar resultado significativo em todos os estudos em que foi utilizada; no entanto, essa dose foi utilizada em apenas dois estudos.

Na maioria dos estudos a medicação foi administrada uma hora antes do procedimento cirúrgico, o que facilita o seu uso na prática clínica. CONCLUSÕES A gabapentina administrada tanto antes do procedimento cirúrgico como antes e após promove diminuição da intensidade da dor e da necessidade de complementação analgésica.

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  • Endereço para correspondência: Rua Três de Maio, 61/51 — Vila Clementino
  • * Recebido da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), SP
    • Publicação nesta coleção 16 Fev 2009
    • Data do Fascículo Fev 2009
    • Aceito 07 Out 2008
    • Recebido 16 Jun 2008

    : Revisão sobre o uso de gabapentina para controle da dor pós-operatória

    O que a gabapentina faz no cérebro?

    Provavelmente atua também bloqueando a subunidade alfa2 e delta dos canais de cálcio tipo L (modulando a transmissão neuronal) ² e reduzindo discretamente a síntese de glutamato. A gabapentina atua na dor relacionada à sensibilização periférica (hiperalgesia, queimor, choque) ou central (alodínea, disestesia).

    Pode tomar gabapentina para dormir?

    Como tomar gabapentina – Como mencionei na abertura do texto, a gabapentina pode ser adquirida em cápsulas de 300 mg e 400 mg ou comprimidos de 400 mg e 600 mg. Procure tomar o medicamento sempre no mesmo horário, começando por doses noturnas – pois um dos efeitos colaterais é aumento do sono. Gabapentina Para Que Serve Geralmente, a prescrição segue o indicado:

    Epilepsia : dose eficaz entre 900 mg/dia e 3600 mg/dia. É sugerido o uso de 300 mg, 3 vezes ao dia no 1º dia, ou ajustando-se a dose conforme de forma progressiva, após análise da resposta ao tratamento. O intervalo máximo entre as doses não deve ultrapassar 12 horas para evitar a reincidência de convulsões Dor neuropática : a dose eficaz estudada fica entre 900 mg/dia e 3600 mg/dia. A quantidade costuma ser administrada em 3 doses diárias de 300 mg no 1º dia, ou ajustando-se a dose de acordo com o objetivo e resposta ao tratamento.

    A seguir, esclareço sobre a receita de gabapentina.

    Quem não deve tomar gabapentina?

    Quais as contraindicações do Gabapentina? Gabapentina é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade à gabapentina ou a outros componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

    Para que este medicamento é indicado?

    Uso de medicamentos – orientações | Biblioteca Virtual em Saúde MS Medicamentos são substâncias que objetivam curar doenças ou aliviar sintomas. São usados para trazer bem estar, porém, se os devidos cuidados não forem tomados, podem causar problemas.

    – verifique sempre o prazo de validade dos medicamentos antes de usá-los; – não use medicamentos com embalagens estragadas, sem rótulo ou bula; – não utilize a mesma receita médica mais de uma vez, pois um medicamento que foi usado antigamente pode não ser o correto hoje; – não compre medicamentos que foram indicados por vizinhos ou amigos; fale primeiro com seu médico; – não misture medicamentos sem a devida orientação; – ao comprar um medicamento peça informações sobre possíveis reações indesejáveis; – só use medicamentos com orientação de seu médico; – se apresentar algum sintoma diferente ao tomar um medicamento, procure seu médico; – siga sempre as orientações do médico quanto ao modo de usar e a dosagem; – bebês, mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem tomar medicamentos sem orientação médica; – evite consumir bebidas alcoólicas quando estiver fazendo uso de medicamentos.Todo medicamento deve ser guardado em locais seguros, arejados, secos e protegidos da luz; nunca em cima da geladeira, no banheiro, embaixo de pias ou próximo de materiais de limpeza; sempre longe do alcance de crianças e de animais domésticos.Crianças e idosos devem ter cuidados especiais com a sua medicação. Riscos de se ter uma “farmácia” em casa: – risco de usar medicamentos vencidos ou estragados; – risco de tomar medicamentos receitados para outras pessoas da família; – envenenamento acidental de crianças e de animais domésticos.Plantas medicinais podem auxiliar no tratamento de doenças, mas devem ser usadas com orientação adequada, pois também podem causar danos à saúde.

    IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em dezembro de 2.009.

    O que é uma dor neuropática?

    Dor neuropática | Pfizer Brasil Home Sua Saúde Dor E Inflamação Dor Neuropática Principais características da dor neuropática A dor neuropática é um tipo de dor crônica que ocorre quando os nervos sensitivos do Sistema Nervoso Central e/ou periférico são feridos ou danificados.

    • Esse tipo de problema está presente em até 10% da população e pode ser incapacitante, causando diferentes sensações de dor.
    • Continue a leitura e veja as principais características da dor neuropática.
    • Tipos de dor neuropática Mononeuropatia – quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face).

    Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). Polineuropatia – quando vários nervos estão alterados ou danificados, a dor aparece de forma generalizada, podendo, por exemplo, surgir no tronco, braços e pernas ao mesmo tempo.

    Sinais e sintomas da dor neuropática A dor neuropática é uma sensação de incômodo evidente. Pode ser contínua (presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados). A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

    Os sintomas da dor neuropática podem trazer sensações como:

    See also:  Onde Fica O Vaticano?

    Queimação; Agulhadas; Choques, Formigamento ou adormecimento.

    Ter um ou mais dos sintomas da dor neuropática não significa que você necessariamente tem a doença. Em casos de suspeita, consulte um médico. Apenas ele poderá avaliar o caso e dar o diagnóstico correto. Quais são as principais causas da dor neuropática? Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo.

    1. Traumas – acidentes, fraturas ou cirurgias podem causar lesões nos nervos que levam a dores agudas, de grande intensidade, no período pós-operatório.
    2. Essas dores podem se tornar crônicas caso não sejam tratadas adequadamente.
    3. Diabetes mellitus – na fase degenerativa, a doença pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a chamada neuropatia diabética.

    Alcoolismo e deficiência nutritiva – afetam a função nervosa de forma significativa, podendo causar o desenvolvimento da dor neuropática. Tratamento para dor neuropática O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra.

    Anticonvulsivantes – diminuem a atividade elétrica dos nervos ou bloqueam as dores por determinadas passagens nervosas. São administrados por via oral. Anestésicos – diminuem a atividade elétrica dos nervos, reduzindo a sensação de dor. Podem ser administrados por via oral, intravenosa ou peridural (na medula espinhal). Antidepressivos – estimulam partes do sistema nervoso que impedem a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. São administrados por via oral. Atenção – para as medicações usadas por via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, que cedem dentro de cinco a sete dias.

    Cirurgia – para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tratamento cirúrgico no nervo, medula espinhal ou até no cérebro. O objetivo do tratamento para dor neuropática é a cura da doença ou quando não é possível, o alívio dos sintomas.

    Quanto tempo leva para fazer efeito a gabapentina?

    Entenda como ela age no seu corpo – Após tomar a gabapetina, a absorção se dá por meio de transportadores de compostos (transportadores de aminoácidos) existentes no intestino, que distribuem o medicamento por todos os tecidos. Como o remédio não é metabolizado, após cumprir sua função, ele será completamente eliminado por meio da urina.

    1. Até o momento não foi esclarecido totalmente o mecanismo de ação da gabapentina, mas sabe-se que ela é capaz de agir no SNC (Sistema Nervoso Central), inibindo a liberação de neurotransmissores excitantes responsáveis pelas crises de convulsão e dores neuropáticas.
    2. A explicação é do farmacêutico e farmacologista Marcelo Polacow, presidente do CRF-SP.

    No tratamento de epilepsia, algumas pessoas poderão observar seus efeitos já após a ingestão das primeiras doses; no tratamento de dor neuropática, porém, a ação sobre o sistema da dor se dá de forma mais lenta e, portanto, poderá ser notada após cerca de 2 semanas do início da terapia.

    Que horas devo tomar gabapentina?

    Como tomar gabapentina – Como mencionei na abertura do texto, a gabapentina pode ser adquirida em cápsulas de 300 mg e 400 mg ou comprimidos de 400 mg e 600 mg. Procure tomar o medicamento sempre no mesmo horário, começando por doses noturnas – pois um dos efeitos colaterais é aumento do sono. Gabapentina Para Que Serve Geralmente, a prescrição segue o indicado:

    Epilepsia : dose eficaz entre 900 mg/dia e 3600 mg/dia. É sugerido o uso de 300 mg, 3 vezes ao dia no 1º dia, ou ajustando-se a dose conforme de forma progressiva, após análise da resposta ao tratamento. O intervalo máximo entre as doses não deve ultrapassar 12 horas para evitar a reincidência de convulsões Dor neuropática : a dose eficaz estudada fica entre 900 mg/dia e 3600 mg/dia. A quantidade costuma ser administrada em 3 doses diárias de 300 mg no 1º dia, ou ajustando-se a dose de acordo com o objetivo e resposta ao tratamento.

    A seguir, esclareço sobre a receita de gabapentina.

    Quanto tempo eu posso tomar gabapentina?

    Adultos e pacientes pediátricos a partir de 12 anos de idade – Em estudos clínicos, a faixa de dose eficaz variou de 900 mg/dia a 3600 mg/dia. O tratamento pode ser iniciado com a administração de 300 mg, três vezes ao dia no 1º dia, ou ajustando-se a dose (Tabela 2).

    • Então, a dose pode ser aumentada em três doses igualmente divididas até um máximo de 3600 mg/dia.
    • Doses de até 4800 mg/dia foram bem toleradas em estudos clínicos abertos de longo prazo.
    • O intervalo máximo entre as doses no esquema de três vezes ao dia não deve ultrapassar 12 horas, para minimizar o risco de convulsões.

    Tabela 2: Esquema de dosagem – titulação inicial

    Dose Dia 1 Dia 2 Dia 3
    Manhã 300 mg 300 mg
    Tarde 300 mg
    Noite 300 mg 300 mg 300 mg

    Pode tomar gabapentina para dor de cabeça?

    Está claro que a gabapentina é eficaz no tratamento da dor neuropática e que o topiramato é usado na profilaxia e no tratamento de crises de enxaqueca, porém muitas vezes não são totalmente eficazes sem modificações no estilo de vida e comportamental do paciente.

    Quais são os males da gabapentina?

    As reações adversas mais frequentemente documentadas foram: –

    Geral: sensação de mal estar, fadiga /astenia ( cansaço ), febre, cefaleia ( dor de cabeça ), dor lombar (nas costas) e abdominal (na barriga), infecção viral, dor, sintomas de gripe, lesão acidental, edema (inchaço) generalizado. Cardiovascular: dor no peito, vasodilatação (manifesta-se por vermelhidão na pele ou pessoa fica mais corada), palpitação, aumento da pressão arterial. Digestivo: boca ou garganta seca, náusea e/ou vômito, flatulência (gases no estômago ou intestinos), anorexia (falta de apetite), dispepsia (má digestão), constipação ( prisão de ventre ), diarreia, anormalidades dentárias, aumento do apetite, inflamação nas gengivas ( gengivite ) e/ou no pâncreas ( pancreatite ). Hematológico (sistema sanguíneo): leucopenia é uma alteração descrita no exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição do número de leucócitos ou glóbulos brancos (células de defesa) circulantes, trombocitopenia (alteração do exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição das plaquetas (células do sangue que são ativadas quando há sangramento)), púrpuras (manchas roxas sob a pele devido à pequenos sangramentos) que podem ser confundidas com hematomas que são manchas roxas maiores decorrentes de traumas ou batidas sofridas no local. Metabólico e nutricional: edema (inchaço) nas extremidades do corpo, ganho de peso, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue) e hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue) mais frequente em pacientes diabéticos, hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), icterícia (coloração amarelada da pele, geralmente, devido a problemas no fígado ), alterações nos testes laboratoriais de funcionamento do fígado, hepatite (inflamação do fígado), ginecomastia (aumento do tamanho das mamas em homens), hipertrofia das mamas. Musculoesquelético: fratura, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas juntas). Sistema Nervoso: tinido ( zumbido no ouvido ), confusão mental, alucinações, amnésia (perda de memória), sonolência ou insônia, nervosismo, tremor, tontura, vertigem, alteração do humor, ataxia (falta de coordenação dos movimentos, principalmente ao caminhar), disartria (dificuldade de pronunciar as palavras), hipercinesia (movimentação excessiva), coreoatetose (movimentos involuntários e bruscos dos braços e pernas), discinesia (movimentos descoordenados localizados ou em todo corpo), distonia (espasmos musculares involuntários), mioclonia (contrações musculares), aumento, diminuição ou abolição de reflexos, coordenação anormal, depressão, instabilidade emocional, nistagmo (movimentação rítmica, involuntária dos olhos geralmente, em direção horizontal), pensamento anormal, abalos musculares, ansiedade, hostilidade, alteração da marcha, queda, perda de consciência ( desmaio ), hiperestesia (excesso de sensibilidade), agitação (alteração do comportamento). Visão: ambliopia (diminuição da visão), diplopia (visão dupla, estrábica ou popularmente olhar “vesgo”), visão anormal. Sistema Respiratório: tosse, inflamação da faringe (garganta) e/ou do nariz ( rinite ), pneumonia (infecção do pulmão), dispneia (falta de ar). Pele e anexos: escoriação (“pele ralada”), acne ( cravos e espinhas), prurido (coceira), rash (vermelhidão na pele) eritema multiforme (manchas vermelhas na pele com formas diferentes), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas em grandes áreas do corpo), alopecia ( queda de cabelo ), angioedema (inchaço do corpo devido à reação alérgica), reação alérgica incluindo urticária, Urogenital: impotência, infecção do trato urinário (uretra, bexiga, ureteres, rins), insuficiência renal aguda (parada súbita do funcionamento dos rins) e incontinência urinária (dificuldade em segurar a urina), disfunção sexual alterações no desejo sexual, distúrbios de ejaculação e falta de orgasmo).

    Após a descontinuação do tratamento de curta e longa duração com gabapentina, foram observados sintomas de abstinência em alguns pacientes. Os sintomas notificados com mais frequência incluem ansiedade, insônia, náuseas, dores, sudorese (transpiração excessiva), tremores, dor de cabeça, depressão, sensação anormal, tontura e mal-estar.

    Precisa de receita para comprar gabapentina?

    O Gabapentina 300mg Genérico Biosintética é indicado para o tratamento de dor neuropática e de crises epiléticas. O medicamento promove ação sobre o sistema nervoso central, reduzindo o aparecimento das crises. Só pode ser comprado com retenção de receita médica.

    O que é melhor gabapentina ou pregabalina?

    Estudo compara uso de Pregabalina e Gabapentina para dor do ciático – Singular – Centro de Controle da Dor Gabapentina Para Que Serve Gabapentina e Pregabalina são dois dos remédios mais utilizados no tratamento da dor do nervo ciático. Pela primeira vez, a utilização desses medicamentos foi colocada a prova em um estudo prospectivo de coorte. A pesquisa buscou comparar os níveis de dor, incapacidade e efeitos colaterais de 18 pacientes após 8 semanas de tratamento com cada medicamento.

    Os principais critérios para inclusão no estudo foram dor há mais de 3 meses, com irradiação para uma perna, e idade superior a 18 anos. Os pacientes foram aleatoriamente incluídos em um de dois grupos. Um grupo recebeu primeiro a Gabapentina (400 a 800 mg 3 vezes por dia). O outro grupo, Pregabalina (150 a 300 mg 2 vezes ao dia).

    Cada tratamento durou 8 semanas. Logo após as 8 semanas, os grupos ficaram uma semana sem medicação e na sequência, começaram a tomar o outro medicamento. Com isso, ambos os grupos tomaram os dois medicamentos, apenas a ordem em que tomaram foi diferente para os grupos.

    1. O estudo foi realizado por pesquisadores australianos e os resultados foram publicados no site do periódico JAMA Neurology no dia 15/10.
    2. Ambas as medicações geraram reduções significantes nos níveis de dor e incapacidade.
    3. A média de redução da dor foi maior para a Gabapentina (7,54 para 5,82) do que para a Pregabalina (7,33 para 6,38).

    A redução nos níveis de incapacidade foi semelhante para as duas medicações. Já quanto aos efeitos colaterais, estes foram mais frequentes com o uso de pregabalina (31) do que gabapentina (7), principalmente quando a pregabalina foi usada antes. Os autores concluíram que ambas as medicações foram eficazes para a dor do ciático, porém a Gapabentina apresentou resultados superiores, com menores índices de dor e menos efeitos colaterais.

    Pode tomar gabapentina todos os dias?

    O intervalo máximo entre as doses no esquema de três vezes ao dia não deve ultrapassar 12 horas, para minimizar o risco de convulsões.

    Qual o melhor remédio para dor neuropática?

    Anticonvulsivantes† Carbamazepina 200–400 mg duas vezes ao dia Monitorar a leucometria e a função hepática durante o tratamento Pode diminuir a eficácia dos contraceptivos orais Gabapentina 300–1.200 mg 3 vezes ao dia Dose inicial geralmente de 300 mg uma vez ao dia Dose alvo: 600–1.200 mg 3 vezes ao dia Ajustar a dose em pacientes com insuficiência renal Oxcarbazepina 600–1200 mg duas vezes ao dia Dose inicial geralmente de 300 mg uma vez ao dia Considerada tão eficaz quanto a carbamazepina para a neuralgia do trigêmeo e útil para outras dores neuropáticas paroxísticas Pode causar hiponatremia ou diminuir a eficácia dos contraceptivos orais Diferentemente da carbamazepina, não é necessário monitorar o hemograma ou a função hepática Fenitoína 300 mg, uma vez ao dia Dados limitados; fármaco de 2ª linha Pregabalina 150–300 mg duas vezes por dia Em geral, dose inicial de 75 mg duas vezes ao dia, aumentada na mesma dosagem semanalmente conforme necessário até o máximo de 300 mg por via oral duas vezes ao dia Mecanismo similar ao da gabapentina, mas com farmacocinética mais estável Ajustar a dose em pacientes com insuficiência renal Valproato 250–500 mg duas vezes ao dia Dados limitados, mas com forte suporte para o tratamento da enxaqueca Antidepressivos Amitriptilina 10–25 mg ao deitar (dose inicial), aumentando semanalmente pela mesma dose até o máximo de 150 mg ao deitar Dose alvo: ~ 100 mg/dia (é improvável que a dose analgésica seja adequada para aliviar a depressão ou a ansiedade) Não recomendada para idosos ou pacientes com doença cardíaca porque tem efeitos anticolinérgicos potentes Pode-se aumentar a dose para 150 mg ou mais em alguns casos Desipramina ou nortriptilina 10–25 mg ao deitar (dose inicial), aumentando semanalmente pela mesma dose até o máximo de 150 mg ao deitar Mais bem tolerada que a amitriptilina; perfil de efeitos adversos melhor com a desipramina do que com a nortriptilina Dose alvo: ~ 100 mg/dia (é improvável que a dose analgésica seja adequada para aliviar a depressão ou a ansiedade) Não recomendada para idosos ou pacientes com doença cardíaca porque tem efeitos anticolinérgicos potentes Pode-se aumentar a dose para 150 mg ou mais em alguns casos Duloxetina 20–60 mg uma vez ao dia (dose inicial) Iniciar com 20–30 mg uma vez ao dia e aumentar na mesma dose semanalmente para uma dose alvo de 60 mg/dia; em alguns casos, aumentar para 60 mg duas vezes ao dia (especialmente para os pacientes com depressão ou ansiedade concomitante) Mais bem tolerada que os antidepressivos tricíclicos A dose alvo para dor (60 mg/dia) costuma ser suficiente para tratar a depressão ou a ansiedade concomitantes Milnacipran 12,5 mg, uma vez ao dia no dia 1, então aumentada para 12,5 mg, duas vezes ao dia nos dias 2 e 3, aumentando ainda mais para 25 mg, duas vezes ao dia nos dias 4 a 7, então 25 mg até 4 vezes ao dia, sem exceder 200 mg/dia Eficaz para fibromialgia; não utilizado para estados de dor neuropática Venlafaxina Liberação prolongada (mais fácil de usar): 37,5–75 mg, uma vez ao dia, aumentada para uma dose alvo de 150–225 mg uma vez ao dia Maior inibição da recaptação de noradrenalina em doses mais altas (≥ 150 mg/dia); doses mais baixas são ineficazes para a dor neuropática Mecanismo de ação semelhante ao da duloxetina Eficaz para dor, depressão e ansiedade nessa dose Agonistas adrenérgicos alfa-2 de ação central Clonidina 0,1 g uma vez ao dia Também pode ser usada por via transdérmica ou intratecal Tizanidina 2 mg a cada 6–8 horas (máximo de 3 doses ao dia), aumentada para 2–4 mg a cada 1–4 dias, conforme necessário (máximo: 36 mg por dia) Tem menor probabilidade de causar hipertensão que a clonidina Corticoides Dexametasona 0,5–4 mg 4 vezes ao dia Utilizada apenas para dor com um componente inflamatório Prednisona 5–60 mg, uma vez ao dia Utilizada apenas para dor com um componente inflamatório Antagonistas de receptor NMDA Memantina 10–30 mg, uma vez ao dia Limitada evidência de eficácia Dextrometorfano 30–120 mg 4 vezes ao dia Pode desempenhar algum papel na dor neuropática em pacientes que desenvolveram tolerância ou têm menor limiar de dor por causa da sensibilização central Em > 90% de pessoas brancas, metabolismo rápido via citocromo hepático P-450 2D6, reduzindo o efeito terapêutico Metabolismo do dextrometorfano bloqueado pela quinidina A associação de dextrometorfano/quinidina está disponível para acometimento pseudobulbar nos pacientes com esclerose lateral amiotrófica Bloqueadores orais do canal de sódio Mexiletina 150 mg, uma vez ao dia, até 300 mg, a cada 8 horas Usada apenas para dor neuropática Para pacientes com doenças cardíacas significativas, recomenda-se avaliação cardíaca antes de iniciar o fármaco Tópica Capsaicina de 0,025–0,075% (p. ex., creme ou loção) Aplicar 3 vezes ao dia Algumas evidências da eficácia na dor neuropática e artrite Adesivo de capsaicina a 8% Até 4 de uma só vez† Causa reação grave da pele semelhantes a queimaduras solares; opioides orais são frequentemente necessários por até 1 semana após a aplicação da capsaicina a 8% para controlar o agravamento da dor cutânea Alívio significativo da dor durante 3 meses após uma única aplicação EMLA Aplicar 3 vezes ao dia, se possível com curativo oclusivo Utilizada geralmente para testes quando o emplastro de lidocaína é ineficaz; caro Lidocaína a 5% Diariamente Disponível em emplastros Outros Baclofeno Inicialmente 5–10 mg 3 vezes ao dia; titulado para 60–120 mg em 3 doses divididas Pode agir por meio do receptor GABAB útil na neuralgia do trigêmeo; usada em outros tipos de dor neuropática Pamidronato (injeção) 60–90 mg/month IV Evidência de eficácia na síndrome da dor regional complexa *Todas por via oral, salvo se indicada via diferente. † Lidocaína tópica a 4% a 5% aplicada 1 hora antes do uso de capsaicina pode ajudar a limitar a irritação. EMLA = mistura eutéctica de anestésicos locais; GABA = acido gama-aminobutírico; NMDA = N -metil- d -aspartato.

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    Para que serve gabapentina e pregabalina?

    Tempo de leitura: minutos. Os gabapentinoides têm algumas indicações apoiadas pela Food and Drugs Adimistration (FDA). Na neuralgia pós-herpética, estão indicadas tanto a gabapentina quanto a pregabalina, enquanto que na neuropatia diabética, lesão medular e fibromialgia, há comprovação de uso apenas da pregabalina.

    Porém, tem sido observado um aumento importante do uso dessas drogas, principalmente no manejo de situações de dor não aprovadas pela FDA. É importante ressaltar que a prescrição de drogas off-label, ou seja, sem apoio de evidências científicas, expõe os pacientes a efeitos adversos indesejáveis. Este aumento no uso de gabapentinoides surge no contexto de restrições governamentais nos Estados Unidos ao uso de opioides, devido à crise de abuso destas drogas.

    O manejo farmacológico da dor é um desafio, especialmente devido à atual crise de opioides. Os analgésicos comuns como dipirona e acetominofeno, são muitas vezes ineficazes para a dor severa, e os antiinflamatórios não-esteroidais são problemáticos ou contraindicados em muitos pacientes com condições médicas complexas.

    Cada vez mais, os médicos estão prescrevendo as drogas gabapentinoides (gabapentina e pregabalina) para preencher esse vazio no controle da dor. Leia mais : Lombalgia: atualização sobre o manejo de pacientes com dor lombar Foi publicada uma revisão no JAMA Internal Medicine que avaliava o uso off-label destas drogas.

    Nesta, os pesquisadores identificaram 34 estudos randomizados controlados por placebo (com ≈4200 pacientes) usando gabapentinoides para condições de dor não cancerígenas e não aprovadas pela FDA. A duração da maioria dos ensaios foi de quatro a 12 semanas.

    São fracas as evidências que suportam o uso de gabapentina para neuropatia diabética (somente a pregabalina é aprovada para esta indicação). Evidência mínima apoia o uso de gabapentina para neuropatias dolorosas não diabéticas. Estudos de gabapentinoides para controlar a dor lombar ou ciática foram amplamente negativos. Este ponto é importante ressaltar, pois observa-se uma certa tendência ao incentivo do uso destas drogas neste contexto, no Brasil. Apenas uma evidência mínima suporta um benefício clinicamente significativo do uso off-label de gabapentina para fibromialgia (para o qual a pregabalina é aprovada). Porém, aumentou o uso de gabapentina para esta indicação por ser mais barata que a pregabalina. Tanto a gabapentina quanto a pregabalina são aprovadas para o tratamento da neuralgia pós-herpética, mas ambas são usadas com frequência para dor aguda do zoster, para as quais os estudos não mostraram benefícios. Um pequeno número de estudos de uso de gabapentinoides para outras síndromes dolorosas (por exemplo, lesão nervosa traumática, síndrome dolorosa regional complexa, queimadura, dor falciforme) não apresentou benefícios clinicamente importantes.

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    A Clinical Overview of Off-label Use of Gabapentinoid Drugs; Christopher W. Goodman, MD; Allan S. Brett, MD; JAMA Intern Med. doi:10.1001/jamainternmed.2019.0086. Published online March 25, 2019. https://www.jwatch.org/na48857/2019/04/02/markedly-increased-label-use-gabapentinoid-drugs-pain?query=etoc_jwgenmed&jwd=000020039906&jspc=IM

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    É perigoso tomar gabapentina?

    Quais cuidados devo ter ao usar o Gabapentina EMS? – Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. A gabapentina só deve ser usada por gestantes se o benefício potencial para a mãe superar claramente o risco potencial para o feto.

    • Você deve informar ao seu médico caso esteja grávida, planejando engravidar ou engravide durante o tratamento com gabapentina.
    • A medicação atravessa a placenta humana e é excretada (eliminada) no leite materno, o que significa que o uso por mulheres grávidas ou lactantes só deve ser feito sob estrita orientação e observação médica.

    Avise ao seu médico se você estiver grávida, amamentando ou começará a fazê-lo durante o uso de gabapentina. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Este tipo de atividade só poderá ser feita após avaliação médica que constate ausência de prejuízo, sobre suas habilidades, secundária ao medicamento.

    O uso de gabapentina não deve ser interrompido abruptamente (de um dia para o outro). Recomenda-se que a interrupção seja gradual (aos poucos) ao longo de – no mínimo – 1 semana. Isso porque a interrupção abrupta pode desencadear o aparecimento de crises convulsivas que podem precipitar o estado de mal epiléptico (crises convulsivas que acontecem uma atrás da outra, sem intervalos, e que são de difícil controle).

    Após iniciar o tratamento com gabapentina, erupção cutânea (vermelhidão da face ou outras partes do corpo) ou outros sinais ou sintomas de hipersensibilidade (alergia) como febre ou linfadenopatia (aparecimento de ínguas ou gânglios) podem indicar um problema de saúde grave e você deve relatar qualquer ocorrência ao médico imediatamente.

    Casos de abuso e dependência (vício a substâncias químicas) foram relatados no banco de dados pós-comercialização. Como acontece com qualquer medicamento ativo do sistema nervoso central, seu médico deve avaliar cuidadosamente seu histórico quanto ao abuso de medicamentos bem como possíveis sinais de abuso de gabapentina.

    O tratamento com gabapentina tem sido associado com tonturas e sonolência, que podem aumentar a ocorrência de lesões acidentais (quedas). Há também relatos, na pós-comercialização, de confusão, perda de consciência e comprometimento mental. Assim, os pacientes devem ser avisados para tomarem precauções até que estejam familiarizados com os potenciais efeitos da medicação.

    Não foram realizados estudos controlados em pacientes portadores de epilepsia menores de 12 anos e em portadores de dor neuropática os estudos envolveram apenas adultos. Pacientes portadores de comprometimento renal, fazendo ou não tratamento com diálise (modalidade de tratamento que visa filtrar o sangue para compensar a falta de funcionamento dos rins), podem necessitar de ajuste de dosagem.

    Exclusivo Cápsula 400 mg: a gabapentina cápsula dura de 400 mg contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico,

    Qual tem menos efeito colateral pregabalina ou gabapentina?

    Estudo compara uso de Pregabalina e Gabapentina para dor do ciático – Singular – Centro de Controle da Dor Gabapentina Para Que Serve Gabapentina e Pregabalina são dois dos remédios mais utilizados no tratamento da dor do nervo ciático. Pela primeira vez, a utilização desses medicamentos foi colocada a prova em um estudo prospectivo de coorte. A pesquisa buscou comparar os níveis de dor, incapacidade e efeitos colaterais de 18 pacientes após 8 semanas de tratamento com cada medicamento.

    Os principais critérios para inclusão no estudo foram dor há mais de 3 meses, com irradiação para uma perna, e idade superior a 18 anos. Os pacientes foram aleatoriamente incluídos em um de dois grupos. Um grupo recebeu primeiro a Gabapentina (400 a 800 mg 3 vezes por dia). O outro grupo, Pregabalina (150 a 300 mg 2 vezes ao dia).

    Cada tratamento durou 8 semanas. Logo após as 8 semanas, os grupos ficaram uma semana sem medicação e na sequência, começaram a tomar o outro medicamento. Com isso, ambos os grupos tomaram os dois medicamentos, apenas a ordem em que tomaram foi diferente para os grupos.

    O estudo foi realizado por pesquisadores australianos e os resultados foram publicados no site do periódico JAMA Neurology no dia 15/10. Ambas as medicações geraram reduções significantes nos níveis de dor e incapacidade. A média de redução da dor foi maior para a Gabapentina (7,54 para 5,82) do que para a Pregabalina (7,33 para 6,38).

    A redução nos níveis de incapacidade foi semelhante para as duas medicações. Já quanto aos efeitos colaterais, estes foram mais frequentes com o uso de pregabalina (31) do que gabapentina (7), principalmente quando a pregabalina foi usada antes. Os autores concluíram que ambas as medicações foram eficazes para a dor do ciático, porém a Gapabentina apresentou resultados superiores, com menores índices de dor e menos efeitos colaterais.

    Pode tomar morfina é gabapentina juntos?

    O uso de gabapentina com morfina (analgésico) pode aumentar a concentração de gabapentina no sangue. A gabapentina usado junto com outros medicamentos anticonvulsivantes pode alterar exames laboratoriais, tais como proteinúria (proteína aumentada na urina).

    Para que este medicamento é indicado?

    Uso de medicamentos – orientações | Biblioteca Virtual em Saúde MS Medicamentos são substâncias que objetivam curar doenças ou aliviar sintomas. São usados para trazer bem estar, porém, se os devidos cuidados não forem tomados, podem causar problemas.

    – verifique sempre o prazo de validade dos medicamentos antes de usá-los; – não use medicamentos com embalagens estragadas, sem rótulo ou bula; – não utilize a mesma receita médica mais de uma vez, pois um medicamento que foi usado antigamente pode não ser o correto hoje; – não compre medicamentos que foram indicados por vizinhos ou amigos; fale primeiro com seu médico; – não misture medicamentos sem a devida orientação; – ao comprar um medicamento peça informações sobre possíveis reações indesejáveis; – só use medicamentos com orientação de seu médico; – se apresentar algum sintoma diferente ao tomar um medicamento, procure seu médico; – siga sempre as orientações do médico quanto ao modo de usar e a dosagem; – bebês, mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem tomar medicamentos sem orientação médica; – evite consumir bebidas alcoólicas quando estiver fazendo uso de medicamentos.Todo medicamento deve ser guardado em locais seguros, arejados, secos e protegidos da luz; nunca em cima da geladeira, no banheiro, embaixo de pias ou próximo de materiais de limpeza; sempre longe do alcance de crianças e de animais domésticos.Crianças e idosos devem ter cuidados especiais com a sua medicação. Riscos de se ter uma “farmácia” em casa: – risco de usar medicamentos vencidos ou estragados; – risco de tomar medicamentos receitados para outras pessoas da família; – envenenamento acidental de crianças e de animais domésticos.Plantas medicinais podem auxiliar no tratamento de doenças, mas devem ser usadas com orientação adequada, pois também podem causar danos à saúde.

    IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em dezembro de 2.009.

    O que é uma dor neuropática?

    Dor neuropática | Pfizer Brasil Home Sua Saúde Dor E Inflamação Dor Neuropática Principais características da dor neuropática A dor neuropática é um tipo de dor crônica que ocorre quando os nervos sensitivos do Sistema Nervoso Central e/ou periférico são feridos ou danificados.

    1. Esse tipo de problema está presente em até 10% da população e pode ser incapacitante, causando diferentes sensações de dor.
    2. Continue a leitura e veja as principais características da dor neuropática.
    3. Tipos de dor neuropática Mononeuropatia – quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face).

    Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). Polineuropatia – quando vários nervos estão alterados ou danificados, a dor aparece de forma generalizada, podendo, por exemplo, surgir no tronco, braços e pernas ao mesmo tempo.

    1. Sinais e sintomas da dor neuropática A dor neuropática é uma sensação de incômodo evidente.
    2. Pode ser contínua (presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados).
    3. A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

    Os sintomas da dor neuropática podem trazer sensações como:

    Queimação; Agulhadas; Choques, Formigamento ou adormecimento.

    Ter um ou mais dos sintomas da dor neuropática não significa que você necessariamente tem a doença. Em casos de suspeita, consulte um médico. Apenas ele poderá avaliar o caso e dar o diagnóstico correto. Quais são as principais causas da dor neuropática? Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo.

    • Traumas – acidentes, fraturas ou cirurgias podem causar lesões nos nervos que levam a dores agudas, de grande intensidade, no período pós-operatório.
    • Essas dores podem se tornar crônicas caso não sejam tratadas adequadamente.
    • Diabetes mellitus – na fase degenerativa, a doença pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a chamada neuropatia diabética.

    Alcoolismo e deficiência nutritiva – afetam a função nervosa de forma significativa, podendo causar o desenvolvimento da dor neuropática. Tratamento para dor neuropática O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra.

    Anticonvulsivantes – diminuem a atividade elétrica dos nervos ou bloqueam as dores por determinadas passagens nervosas. São administrados por via oral. Anestésicos – diminuem a atividade elétrica dos nervos, reduzindo a sensação de dor. Podem ser administrados por via oral, intravenosa ou peridural (na medula espinhal). Antidepressivos – estimulam partes do sistema nervoso que impedem a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. São administrados por via oral. Atenção – para as medicações usadas por via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, que cedem dentro de cinco a sete dias.

    Cirurgia – para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tratamento cirúrgico no nervo, medula espinhal ou até no cérebro. O objetivo do tratamento para dor neuropática é a cura da doença ou quando não é possível, o alívio dos sintomas.

    Quais os efeitos colaterais da Gabaneurin?

    As reações adversas mais frequentemente documentadas foram: –

    Geral: sensação de mal estar, fadiga /astenia ( cansaço ), febre, cefaleia ( dor de cabeça ), dor lombar (nas costas) e abdominal (na barriga), infecção viral, dor, sintomas de gripe, lesão acidental, edema (inchaço) generalizado; Cardiovascular: dor no peito, vasodilatação (manifesta-se por vermelhidão na pele ou pessoa fica mais corada), palpitação, aumento da pressão arterial; Digestivo: boca ou garganta seca, náusea e/ou vômito, flatulência (gases no estômago ou intestinos), anorexia (falta de apetite), dispepsia (má digestão), constipação ( prisão de ventre ), diarreia, anormalidades dentárias, aumento do apetite, inflamação nas gengivas ( gengivite ) e/ou no pâncreas ( pancreatite ); Hematológico (sistema sanguíneo): leucopenia é uma alteração descrita no exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição do número de leucócitos ou glóbulos brancos (células de defesa) circulantes, trombocitopenia (alteração do exame de sangue (hemograma) que indica uma diminuição das plaquetas (células do sangue que são ativadas quando há sangramento)), púrpuras (manchas roxas sob a pele devido à pequenos sangramentos) que podem ser confundidas com hematomas que são manchas roxas maiores decorrentes de traumas ou batidas sofridas no local; Metabólico e nutricional: edema (inchaço) nas extremidades do corpo, ganho de peso, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue) e hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue) mais frequente em pacientes diabéticos, hiponatremia (redução da concentração de sódio no sangue), icterícia (coloração amarelada da pele, geralmente, devido a problemas no fígado ), alterações nos testes laboratoriais de funcionamento do fígado, hepatite (inflamação do fígado), ginecomastia (aumento do tamanho das mamas em homens), hipertrofia das mamas; Musculoesquelético: fratura, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas juntas); Sistema Nervoso: tinido ( zumbido no ouvido ), confusão mental, alucinações, amnésia (perda de memória), sonolência ou insônia, nervosismo, tremor, tontura, vertigem, alteração do humor, ataxia (falta de coordenação dos movimentos, principalmente ao caminhar), disartria (dificuldade de pronunciar as palavras), hipercinesia (movimentação excessiva), coreoatetose (movimentos involuntários e bruscos dos braços e pernas), discinesia (movimentos descoordenados localizados ou em todo corpo), distonia (espasmos musculares involuntários), mioclonia (contrações musculares), aumento, diminuição ou abolição de reflexos, coordenação anormal, depressão, instabilidade emocional, nistagmo (movimentação rítmica, involuntária dos olhos geralmente, em direção horizontal), pensamento anormal, abalos musculares, ansiedade, hostilidade, alteração da marcha, queda, perda de consciência ( desmaio ), hiperestesia (excesso de sensibilidade), agitação (alteração do comportamento); Visão: ambliopia (diminuição da visão), diplopia (visão dupla, estrábica ou popularmente olhar “vesgo”), visão anormal; Sistema Respiratório: tosse, inflamação da faringe (garganta) e/ou do nariz ( rinite ), pneumonia (infecção do pulmão), dispneia (falta de ar); Pele e anexos: escoriação (“pele ralada”), acne ( cravos e espinhas), prurido (coceira), rash (vermelhidão na pele), eritema multiforme (manchas vermelhas na pele com formas diferentes), síndrome de StevensJohnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas em grandes áreas do corpo), alopecia ( queda de cabelo ), angioedema (inchaço do corpo devido à reação alérgica), reação alérgica incluindo urticária ; Urogenital: impotência, infecção do trato urinário (uretra, bexiga, ureteres, rins), insuficiência renal aguda (parada súbita do funcionamento dos rins) e incontinência urinária (dificuldade em segurar a urina), disfunção sexual (alterações no desejo sexual, distúrbios de ejaculação e falta de orgasmo).

    Após a descontinuação do tratamento de curta e longa duração com gabapentina, foram observados sintomas de abstinência em alguns pacientes. Os sintomas notificados com mais frequência incluem ansiedade, insônia, náuseas, dores, sudorese (transpiração excessiva), tremores, dor de cabeça, depressão, sensação anormal, tontura e mal-estar Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

    Para que serve pregabalina e quais os efeitos colaterais?

    Para que serve a pregabalina? – Esse medicamento tem efeitos anticonvulsivante, ansiolítico, analgésico e antiepilético, Assim sendo, ele regula a transmissão de mensagens entre as células nervosas e serve para o tratamento em adultos de:

    Epilepsia; Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG); Dor causada pela fibromialgia; Dor neuropática.