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FGado Onde Fica?

FGado Onde Fica

Qual é o lado que fica o fígado?

FGado Onde Fica Publicado em: Revisado em: Considerado a maior glândula do corpo humano, o fígado executa funções fundamentais para o organismo. O fígado é considerado a maior glândula do corpo humano. Tem coloração vermelho-escuro e pode ser dividido em dois lobos, sendo o direito bem maior que o esquerdo.

Secretar a bile: a bile é produzida pelo fígado, armazenada na vesícula biliar e enviada ao intestino, onde funciona como detergente e ajuda na dissolução e aproveitamento das gorduras; Armazenar glicose: a glicose extraída dos alimentos é armazenada no fígado sob a forma de glicogênio, que fica à disposição do organismo para quando ele precisar de energia; Produzir proteínas nobres, como a albumina, que mantém a água dentro do organismo; Desintoxicar o organismo; Sintetizar o colesterol, que é metabolizado e excretado pela bile; Filtrar micro-organismos; entre outras. É um órgão com intensa capacidade de se regenerar.

Como no interior do fígado não há nervos, o órgão não dói e, portanto, apesar da cápsula que o envolve ser bastante enervada, costuma não apresentar sintomas quando atingido por alguma doença.

Onde se localiza a dor no fígado?

Realmente existe cólica no fígado? A cólica de fígado existe sim e ela é um problema que se manifesta na região superior direita no abdome. Portanto, dependendo de qual região da barriga o paciente sente a dor, mais clara será a origem do seu problema.

Quando o fígado começa a doer?

A hepatite é a inflamação do fígado e pode ter origem viral. As hepatites A, D e E se manifestam em quadro agudo. As do tipo B e C são crônicas, mas o tratamento atualmente já conta com medicações eficazes. Assim como os vírus, o abuso de álcool e drogas também pode causar o problema.

Quais os sintomas de que o fígado não está bem?

Principais sintomas de problemas no fígados – Em um primeiro momento, os sinais costumam ser dor e inchaço abdominal. A pele e os olhos também podem ganhar um tom amarelado, característico das doenças hepáticas, sendo também o sintoma mais famoso, junto com a urina em tonalidade escura e as fezes esbranquiçadas, acompanhadas ou não por odor forte.

  • É comum que os pacientes com suspeita de doença hepática também sofram com tonturas e enjoos, além de dor de cabeça frequente e uma sensação de cansaço que não tem motivo.
  • Como esses sintomas, em particular, são comuns a outras doenças, como as viroses, grande parte dos pacientes acaba não procurando um diagnóstico preciso”, explica o dr.

Henrique Sérgio.

Onde se localiza a dor no pâncreas?

Dor – Normalmente a dor surge na parte superior do abdômen e atrás do estômago, do lado esquerdo, debaixo da costela, e a sensação é de ardência. A dor pode ser mais forte depois do paciente ingerir algum alimento, e costuma ser mais intensa se é ingerido alto teor de gordura. A dor costuma intensificar-se quando o paciente deita de barriga para cima pois comprime o órgão.

Como é a dor de pâncreas?

1 – Pancreatite – É uma modalidade de inflamação associada a ingestão excessiva de álcool, obstrução das vias biliares e fibrose cística. Ela é classificada conforme sua evolução e gravidade:

  1. Pancreatite aguda : sintomas aparecem de repente e podem ser controlados com o tratamento adequado.
  2. Pancreatite crônica : sintomas aparecem ao decorrer dos anos como efeito do avanço da pancreatite aguda ou consumo excessivo de álcool.

Os principais sintomas são: dores abdominais que irradiam para as costas, vômitos, náuseas, inchaço, diarreia, perda de peso, fezes amareladas e febre.

O que a pessoa sente quando está com gordura no fígado?

Dor no canto superior direito da barriga/abdômen (sobre o lado direito inferior das costelas) Cansaço. Perda de peso inexplicável. Fraqueza.

Quando o fígado está inflamado tem cura?

O tratamento depende da gravidade da doença. Em casos simples, o sistema imunológico geralmente consegue combater os vírus sozinho em até 6 meses. Já para casos crônicos não há cura, mas realizar tratamento é essencial para controlar a inflamação e evitar o agravamento do cenário.

O que pode atacar o fígado?

Problemas no fígado podem evoluir de maneira silenciosa Exagerou na cerveja no fim de semana e agora está com aquela ressaca? Em geral, é o estômago que reclama de excessos assim – com as dores abdominais e enjoos. Mas saiba que, nessas situações, é o seu fígado que está mais sobrecarregado, trabalhando firme e silenciosamente para trazer de volta o seu bem-estar.

Tudo que se ingere, seja alimento, bebida, remédio ou mesmo uma droga é metabolizado pelo fígado. Significa dizer que, depois de digeridas pelo estômago e absorvidas pelo intestino delgado, as substâncias são transformadas no fígado. A s ben é ficas são convertidas, por exemplo, em nutrientes. Já as prejudiciais, são inativadas e eliminadas.

Nesse contexto, o álcool é o principal vilão e está relacionado a boa parte das doenças do fígado. O órgão é responsável por produzir a enzima que metaboliza o álcool e que permite, ao final do processo, a eliminação dessa substância tóxica através da urina.

A médica gastroenterologista e hepatologista Carmem Alves Pereira, do Hospital de Base de Brasília, explica que a história de que cerveja não faz mal como o uí sque, por exemplo, é mito. – Uma lata de cerveja de 300 ml tem 13 g de álcool e uma dose de destilado tem 20 g. Os prejuízos come çam a acontecer quando o volume de álcool ingerido é maior do que o fígado consegue metabolizar – explica.

E ela alerta: a produção dessa enzima nas mulheres é menor, então elas são mais suscetíveis a esses danos. Fatos O órgão tem grande capacidade de regeneração, tanto que, em alguns casos, é poss ível doar parte dele em vida para algu é m que necessite de transplante.

Nesse caso, o fígado saudável do doador volta posteriormente ao tamanho original. Outra caracterí stica interessante é que n ã o h á nervos no fígado, por isso não há dor associada a esse órgão. Isso ajuda a explicar por que os problemas hepáticos muitas vezes evoluem de maneira silenciosa ao longo do tempo.

Quando há um sintoma, em geral, o quadro já está agravado. Doenças A hepatite é a inflamação do fígado e pode ter origem viral. As hepatites A, D e E se manifestam em quadro agudo. As do tipo B e C são crônicas, mas o tratamento atualmente já conta com medicações eficazes.

Assim como os vírus, o abuso de álcool e drogas também pode causar o problema. Ela também adverte para o uso de medicações sem conhecimento médico. – É um erro pensar que medicamentos naturais e suplementos alimentares não podem trazer problemas. Eles podem causar toxicidade hepática, assim como medicamentos em geral usados sem orientação profissional, a exemplo dos antiinflamatórios – esclarece a médica.

Outra condição que causa inflamação no fígado é o acúmulo de gordura no órgão, relacionado à má alimentação, obesidade e consumo excessivo de álcool, entre outros. É a chamada esteatose hepática. Indivíduos que têm síndrome metabólica, que é a associação de diabetes, hipertensão e obesidade, são mais propensos.

  1. Mas é importante dizer que pessoas magras também podem apresentar esse quadro em função de colesterol alto por herança familiar ou acúmulo de gordura abdominal ­– completa Carmem.
  2. Em um quadro de inflamação, o tecido sadio do fígado é substituído por um tecido fibroso, que dificulta a irrigação sanguínea e compromete o funcionamento do órgão.
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Ao longo do tempo, o fígado se torna progressivamente menor, mais rígido e perde a capacidade de regeneração. Esse grave comprometimento caracteriza a cirrose, uma condição, em geral, irreversível. Em situação extrema, ela leva à insuficiência hepática.

  1. O fígado ainda consegue se recuperar quando a fibrose está em estágio inicial e não há complicações maiores.
  2. Nesses casos, é preciso, por exemplo, tratar a hepatite viral logo no início, tratar a obesidade por meio do controle de peso, cessar o álcool.
  3. Mas é difícil se recuperar da cirrose em está gio avan çado, em geral é necessário um transplante – complementa a hepatologista.

Prevenção Aqui valem os conselhos gerais que envolvem um estilo de vida saudável. Entre eles, ter uma alimentação balanceada, consumir álcool de forma comedida e praticar atividade física regularmente. De acordo com a médica, o mínimo recomendado é de 150 minutos de atividade física por semana, sendo que 300 minutos seriam o ideal.

Funções do fígado Além de atuar na desintoxicação do corpo, o fígado: – produz bile, necessária para a digestão de gorduras; – remove o excesso de glicose do sangue e mantém a glicemia entre as refeições; – produz proteínas que participam de funções como a regulação do volume de sangue no corpo e a coagulação sanguínea; – produz e metaboliza colesterol, essencial para a produção de hormônios como testosterona e estrogênio; – armazena as vitaminas A, B12, D, E e K e também e minerais, como o ferro.

: Problemas no fígado podem evoluir de maneira silenciosa

Qual o exame que detecta problemas no fígado?

Também conhecida por esteatose hepática, a gordura no fígado pode ser causada pelo consumo excessivo de álcool ou por hábitos e estilos de vida inadequados, trazendo sintomas como fadiga, barriga inchada, aumento do fígado, confusão mental e tremores.

  • Para avaliar a possível presença da doença o médico poderá solicitar exames de sangue, ultrassonografia e até mesmo uma biópsia para coletar todas as informações necessárias sobre o órgão.
  • O fígado é responsável pela metabolização de todas as substâncias presentes no sangue e por isso, cuidar dele é tão importante.

Ao realizar os exames você poderá identificar alterações ou problemas ainda no começo. Evitando assim, que elas evoluam para um quadro de cirrose ou câncer, por exemplo. O exame de sangue indicado nestes casos é o hepatograma, no qual avalia o funcionamento do fígado e das vias biliares, verificando a dosagem de AST (aspartato aminotransferase) e ALT (alanina aminotransferase), também conhecidas por TGO e TGP, em pacientes com suspeita de doença hepática.

  • Nele, é necessário o jejum de quatro horas apenas para o TGP.
  • A TGO e TGP são enzimas presentes no interior das células de todo o nosso organismo se concentrando no fígado, responsáveis pela metabolização de algumas proteínas.
  • Tais enzimas, facilitam o diagnóstico de doenças hepáticas dado que, toda vez que uma célula que contenha TGO e TGP sofre uma lesão, essas enzimas “vazam” para o sangue, podendo ser identificadas através do exame.

Através delas é possível diagnosticar hepatites virais, cirrose, esteato-hepatite, abuso de bebidas alcoólicas, lesão do fígado por drogas e medicamentos (hepatite medicamentosa), insuficiência cardíaca, isquemia do fígado (hepatite isquêmica) e câncer do fígado.

O que não pode comer quando o fígado está inflamado?

A esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado, é uma doença silenciosa e que faz inúmeras vítimas todos os anos. Como a gordura pode se acumular ao longo do tempo no fígado, algumas pessoas tomam conhecimento do problema mais tardiamente.

Por isso, o acompanhamento médico periódico é fundamental em quem tem doenças crônicas, como Obesidade e Síndrome Metabólica, por exemplo. Mantenha uma dieta equilibrada Para minimizar o problema, é fundamental evitar alguns tipos de alimentos na sua dieta. São eles: embutidos, bacon, frituras, carnes gordurosas, sorvetes, doces e açúcares em excesso.

O ideal é dar preferência para as preparações com pouca gordura (cozidos, assados, grelhados e ao molho) e adotar uma alimentação saudável e equilibrada no dia a dia. O consumo de peixes e gérmen de trigo também são boas opções para controlar o fígado gorduroso.

  • Além disso, como o excesso de peso está diretamente relacionado a esse problema de saúde, a recomendação é começar a praticar exercícios físicos que ajudem a diminuir a circunferência abdominal, a famosa “barriguinha”.
  • Nesse caso, é importante buscar o auxílio de um profissional da saúde que vai te orientar sobre a alimentação e atividade física indicada para seu caso.

O consumo de peixes e gérmen de trigo também são boas opções para controlar o fígado gorduroso. Converse com seu médico e peça o apoio de uma nutricionista para criar uma dieta balanceada para seu caso. Com certeza, isso vai fazer toda diferença na sua saúde.

Quem tem problema no fígado sente dor nas costas?

3. Dor abdominal – A dor no abdômen, especialmente na parte de cima e do lado direito, também pode ser um sinal de problemas no fígado. Muitas vezes, a dor abdominal pode se estender para as costas (na região abaixo das costelas) ou resultar ainda em inchaço, ardor ou até mesmo febre.

Qual exame para saber se o pâncreas está bem?

Exames de imagem para câncer de pâncreas – Instituto Oncoguia Os exames de imagem ajudam a localizar a lesão e são extremamente úteis para determinar a extensão da doença, o que se denomina estadiamento do câncer de pâncreas.

Tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame.

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Essa mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia. A tomografia computadorizada é frequentemente usada para o diagnóstico do câncer de pâncreas, porque pode mostrar o pâncreas com bastante clareza. Também ajudar a mostrar se a doença se disseminou para os linfonodos ou outros órgãos.

A tomografia computadorizada pode determinar se a cirurgia pode ser uma boa opção terapêutica. Alguns exames de tomografia são realizados em duas etapas: sem e com contraste. A administração intravenosa de contraste deve ser realizada quando se deseja delinear melhor as estruturas do corpo, tornando o diagnóstico mais preciso.

Muitas vezes a tomografia computadorizada é utilizada para guiar precisamente o posicionamento de uma agulha de biópsia em uma área suspeita de câncer. A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização de um tumor de pâncreas, bem como a presença de metástases.

A maioria dos médicos prefere visualizar o pâncreas com tomografia computadorizada, mas a ressonância magnética também pode ser feita. Os tipos de ressonância magnética que podem ser usados em pacientes com câncer de pâncreas ou em alto risco são a colangiopancreatografia, que pode ser usada para examinar os ductos pancreáticos e biliares; e, a angiografia, que examina os vasos sanguíneos.

Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo.

Os dois tipos mais usados para câncer de pâncreas são:

  1. Ultrassom abdominal. Se não estiver claro o que pode estar provocando os sintomas abdominais, esse pode ser o primeiro exame a ser feito por ser fácil de ser realizado e não expor o paciente às radiações. Mas se os sinais e sintomas forem de câncer de pâncreas, a tomografia computadorizada é o exame indicado.
  2. Ultrassom endoscópico. A ultrassonografia endoscópica é mais precisa que o ultrassom abdominal e é provavelmente a melhor maneira de diagnosticar o câncer de pâncreas. Esse exame é realizado com uma sonda de ultrassom junto com o endoscópio para visualizar o interior do trato intestinal e obter amostras de biópsia de um tumor.

A colangiopancreatografia é um exame de imagem que avalia se existem anormalidades (bloqueio, estreitamento ou dilatação) nos ductos pancreáticos e biliares. Também mostram se o bloqueio no ducto é devido a um tumor no pâncreas. Colangiopancreatografia endoscópica retrógrada.

  1. Nesse procedimento é utilizado um endoscópio que é introduzido pela boca até a primeira parte do intestino delgado.
  2. Uma pequena quantidade de contraste é injetada no ducto biliar e as radiografias são realizadas.
  3. As imagens obtidas podem mostrar qualquer estreitamento ou obstrução causada pela doença.

Durante esse exame, se necessário é realizada uma biópsia para remover material de áreas suspeitas. Esse procedimento é geralmente realizado com o paciente sob anestesia. Colangiopancreatografia por ressonância magnética. É uma forma não invasiva para avaliar os ductos pancreáticos e biliares usando a ressonância magnética padrão.

Tomografia por emissão de pósitrons

A tomografia por emissão de pósitrons mede variações nos processos bioquímicos, quando alterados por uma doença, e que ocorrem antes que os sinais visíveis da mesma estejam presentes em imagens de tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O PETscan é uma combinação de medicina nuclear e análise bioquímica, que permite uma visualização da fisiologia humana por detecção eletrônica de radiofármacos emissores de pósitrons de meia-vida curta.

  1. O PETscan é usado, às vezes, para diagnosticar a disseminação do câncer de pâncreas exócrino. PET/CT.
  2. Equipamentos especiais podem fazer um scan PET e CT simultaneamente.
  3. Isso permite a comparação de áreas de maior radioatividade na PET com a aparência mais detalhada da área na tomografia computadorizada.

Esse exame permite determinar o estadiamento da doença, podendo ser especialmente útil no diagnóstico da doença disseminada e não seria possível de tratar por cirurgia. Este é um procedimento que utiliza raios X para visualizar os vasos sanguíneos. Nesse exame é injetado um contraste para delinear os vasos sanguíneos, em seguida, são realizadas as radiografias.

A angiografia pode mostrar se o fluxo de sangue numa determinada área está obstruída ou sendo comprimida pelo tumor, ou a presença de vasos sanguíneos anormais. Esse exame é útil para diagnosticar a presença de tumores que possam ter se desenvolvido nas paredes dos vasos sanguíneos. Texto originalmente publicado no site da, em 02/01/2020, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

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O que a pessoa sente quando está com gordura no fígado?

Dor no canto superior direito da barriga/abdômen (sobre o lado direito inferior das costelas) Cansaço. Perda de peso inexplicável. Fraqueza.

Qual é o lado que fica a vesícula?

Pedra na vesícula (cálculo biliar) | Biblioteca Virtual em Saúde MS A vesícula biliar é um órgão em forma de saco, parecida com uma pera, localizada abaixo do lobo direito do fígado. Sua função é armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão de gorduras no intestino. A bile é formada pela mistura de várias substâncias, entre elas o colesterol, responsável pela imensa maioria da formação de cálculos (pedras), que podem impedir o fluxo da bile para o intestino e causar uma inflamação chamada colecistite.

Sintomas: Alguns casos de pedra na vesícula podem não ter sintomas, mas outros provocam dor intensa do lado direito superior do abdômen que se irradia para a parte de cima da caixa torácica ou para as costelas. A dor normalmente aparece meia hora após uma refeição, atinge um pico de intensidade e diminui depois.

Pode vir ou não acompanhada de febre, náuseas e vômitos.

  • Causas:
  • Muitos fatores podem alterar a composição da bile e acionar o gatilho de formação de pedra na vesícula. Alguns fatores que aumentam o risco são: – dieta rica em gorduras e carboidratos e pobre em fibras; – vida sedentária, com elevação do LDL (mau colesterol) e diminuição do HDL (bom colesterol); – diabetes; – obesidade; – hipertensão (pressão alta); – fumo; – uso prolongado de anticoncepcionais; – elevação do nível de estrogênio – o que explica a incidência maior de cálculos biliares nas mulheres;
  • – predisposição genética.
  • Diagnóstico:
  • O diagnóstico é feito através do exame de ultrassom.
  • Tratamento:
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O tratamento, tanto para quem apresenta sintomas quanto para quem não apresenta, é a remoção cirúrgica da vesícula biliar (colecistectomia). A cirurgia é feita por videolaparoscopia, com anestesia geral, habitualmente com recuperação rápida e baixos riscos quando comparado aos riscos das possíveis complicações.

Os pacientes não operados correm o risco de 30 a 50% de sofrerem complicações graves, tendo que se submeter à cirurgia de emergência, como, por exemplo: – colecistite aguda – ocorre quando um cálculo (pedra) obstrui o ducto cístico causando inflamações e acúmulo de pus, peritonite (inflamação do peritônio – tecido que reveste a parede interna do abdômen) ou acúmulo de muco; – fístulas (perfurações) para o intestino delgado ou cólon causando obstrução intestinal (íleo biliar), sangramento e infecções; – coledocolitíase (cálculos no ducto que transporta a bile); – colangite e papilites (inflamação das vias biliares); – pancreatite (inflamação no pâncreas).

A mortalidade nesses casos é de 7 a 15%. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

  1. Dica elaborada em outubro de 2.018
  2. Fontes:

: Pedra na vesícula (cálculo biliar) | Biblioteca Virtual em Saúde MS

O que pode atacar o fígado?

Problemas no fígado podem evoluir de maneira silenciosa Exagerou na cerveja no fim de semana e agora está com aquela ressaca? Em geral, é o estômago que reclama de excessos assim – com as dores abdominais e enjoos. Mas saiba que, nessas situações, é o seu fígado que está mais sobrecarregado, trabalhando firme e silenciosamente para trazer de volta o seu bem-estar.

Tudo que se ingere, seja alimento, bebida, remédio ou mesmo uma droga é metabolizado pelo fígado. Significa dizer que, depois de digeridas pelo estômago e absorvidas pelo intestino delgado, as substâncias são transformadas no fígado. A s ben é ficas são convertidas, por exemplo, em nutrientes. Já as prejudiciais, são inativadas e eliminadas.

Nesse contexto, o álcool é o principal vilão e está relacionado a boa parte das doenças do fígado. O órgão é responsável por produzir a enzima que metaboliza o álcool e que permite, ao final do processo, a eliminação dessa substância tóxica através da urina.

A médica gastroenterologista e hepatologista Carmem Alves Pereira, do Hospital de Base de Brasília, explica que a história de que cerveja não faz mal como o uí sque, por exemplo, é mito. – Uma lata de cerveja de 300 ml tem 13 g de álcool e uma dose de destilado tem 20 g. Os prejuízos come çam a acontecer quando o volume de álcool ingerido é maior do que o fígado consegue metabolizar – explica.

E ela alerta: a produção dessa enzima nas mulheres é menor, então elas são mais suscetíveis a esses danos. Fatos O órgão tem grande capacidade de regeneração, tanto que, em alguns casos, é poss ível doar parte dele em vida para algu é m que necessite de transplante.

Nesse caso, o fígado saudável do doador volta posteriormente ao tamanho original. Outra caracterí stica interessante é que n ã o h á nervos no fígado, por isso não há dor associada a esse órgão. Isso ajuda a explicar por que os problemas hepáticos muitas vezes evoluem de maneira silenciosa ao longo do tempo.

Quando há um sintoma, em geral, o quadro já está agravado. Doenças A hepatite é a inflamação do fígado e pode ter origem viral. As hepatites A, D e E se manifestam em quadro agudo. As do tipo B e C são crônicas, mas o tratamento atualmente já conta com medicações eficazes.

Assim como os vírus, o abuso de álcool e drogas também pode causar o problema. Ela também adverte para o uso de medicações sem conhecimento médico. – É um erro pensar que medicamentos naturais e suplementos alimentares não podem trazer problemas. Eles podem causar toxicidade hepática, assim como medicamentos em geral usados sem orientação profissional, a exemplo dos antiinflamatórios – esclarece a médica.

Outra condição que causa inflamação no fígado é o acúmulo de gordura no órgão, relacionado à má alimentação, obesidade e consumo excessivo de álcool, entre outros. É a chamada esteatose hepática. Indivíduos que têm síndrome metabólica, que é a associação de diabetes, hipertensão e obesidade, são mais propensos.

Mas é importante dizer que pessoas magras também podem apresentar esse quadro em função de colesterol alto por herança familiar ou acúmulo de gordura abdominal ­– completa Carmem. Em um quadro de inflamação, o tecido sadio do fígado é substituído por um tecido fibroso, que dificulta a irrigação sanguínea e compromete o funcionamento do órgão.

Ao longo do tempo, o fígado se torna progressivamente menor, mais rígido e perde a capacidade de regeneração. Esse grave comprometimento caracteriza a cirrose, uma condição, em geral, irreversível. Em situação extrema, ela leva à insuficiência hepática.

– O fígado ainda consegue se recuperar quando a fibrose está em estágio inicial e não há complicações maiores. Nesses casos, é preciso, por exemplo, tratar a hepatite viral logo no início, tratar a obesidade por meio do controle de peso, cessar o álcool. Mas é difícil se recuperar da cirrose em está gio avan çado, em geral é necessário um transplante – complementa a hepatologista.

Prevenção Aqui valem os conselhos gerais que envolvem um estilo de vida saudável. Entre eles, ter uma alimentação balanceada, consumir álcool de forma comedida e praticar atividade física regularmente. De acordo com a médica, o mínimo recomendado é de 150 minutos de atividade física por semana, sendo que 300 minutos seriam o ideal.

Funções do fígado Além de atuar na desintoxicação do corpo, o fígado: – produz bile, necessária para a digestão de gorduras; – remove o excesso de glicose do sangue e mantém a glicemia entre as refeições; – produz proteínas que participam de funções como a regulação do volume de sangue no corpo e a coagulação sanguínea; – produz e metaboliza colesterol, essencial para a produção de hormônios como testosterona e estrogênio; – armazena as vitaminas A, B12, D, E e K e também e minerais, como o ferro.

: Problemas no fígado podem evoluir de maneira silenciosa