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Como Falar Para PsicLoga Que NãO Quer Ir Mais?

Como falar que quero parar a terapia?

Por que as pacientes interrompem o tratamento? – Nunca é fácil precisar exatamente o motivo das pessoas pararem de ir na terapia, mas consigo observar duas situações mais comuns. Na primeira, o paciente está desanimado com o progresso do tratamento e se sente desanimado, pois entende que sua queixa já deveria ter melhorado.

  1. E por outro lado, existem aqueles que enxergam uma melhora na sua condição e acreditam estar aptos para largar o procedimento.
  2. Nos casos em que o paciente se sente desencorajado com a terapia é recomendado conversar sobre isso com o próprio psicólogo, pois este pode sugerir outras opções e entender o motivo dessa frustração.

Essa solução é melhor do que simplesmente cancelar a próxima sessão e não aparecer mais. LEIA MAIS: É melhor fazer terapia com um psicólogo parecido comigo? Além disso, existem situação em que o paciente pode estar sentindo uma estagnação com o processo terapêutico.

  • Nesses casos, o melhor a se fazer é conversar com o terapeuta, pois se realmente parar for a melhor opção, o profissional irá conduzir as sessões de forma a se desligar gradualmente do paciente.
  • Tal tratativa é importante para a pessoa não sentir o efeito que tanto tememos: a recaída.
  • Portanto, esses sinais deverão ser discutidos com seu terapeuta antes do encerramento do processo de psicoterapia.

Caso esse capítulo ainda não tenha encerrado, converse com o profissional sobre as razões pelas quais você deseja parar.

Como terminar com a psicóloga?

Algumas dicas para ajudar a decidir quando encerrar a psicoterapia – Idealmente, a psicoterapia deve ser encerrada por um acordo mútuo entre terapeuta e paciente. Em caso de não existir esse acordo, a opinião do paciente deve ser preponderante, por duas razões principais:

  • Ele não deve ceder ao (como a qualquer outra pessoa) o direito de tomar decisões sobre si mesmo.
  • Uma psicoterapia não progride se não conta com a vontade e o empenho do paciente. E não adianta ela ser fruto da vontade de outra pessoa, ainda que fundamentada.

Algumas dicas podem ajudar o paciente a decidir pelo fim da terapia. Para começar, façamos uma comparação com os exercícios físicos, embora a comparação não valha integralmente. A ginástica tem parâmetros objetivos: quantos quilos perdeu? Quanto ganhou de massa muscular? Como melhorou seu desempenho físico? Etc.

Mas, naquilo que pode ser comparado, essa comparação entre elas talvez seja de alguma utilidade: por quanto tempo se deve fazer ginástica? Quando parar? Idealmente, deve-se fazer ginástica pela vida inteira. No entanto, quase ninguém faz ginástica pela vida inteira. Normalmente, a pessoa começa a fazer atividades físicas instigada por algum sintoma 4 ou condição que se acredita que ela possa corrigir como, por exemplo, dores, defeitos de posturas e obesidade 5, e para de fazer ginástica quando esses motivos desaparecem.

Pode ser, também, que a pessoa procure fazer ginástica para melhorar seu condicionamento físico e, nestes casos, é ainda mais difícil determinar o momento de parar. Algo parecido ocorre com a psicoterapia. No entanto, algumas ponderações podem ser úteis:

  1. Reconhecer que encerrar uma psicoterapia é quase tão difícil quanto encerrar qualquer relacionamento social, mesmo os relacionamentos amorosos. Haverá inevitavelmente uma “síndrome de abstinência” e os sintomas 1 mais agudos só cederão com o tempo (em geral não muito longo).
  2. Assumir que nunca experimentará um estado de felicidade plena e de total ausência de problemas, porque isso não existe. Enfrentar alguns problemas e conseguir superá-los ou conviver com eles faz parte de uma vida normal, desde que não afete os desempenhos cotidianos da pessoa.
  3. A razão mais ostensiva que indica o momento de parar uma psicoterapia é a consolidação (permanência) do desaparecimento dos sintomas 1, se existentes. Não basta que os sintomas 1 simplesmente tenham desaparecido, assim como não basta que em um tratamento de ortodontia, por exemplo, os dentes tenham voltado à sua posição normal. É preciso maior tempo para que as correções se fixem.
  4. Geralmente o terapeuta é visto como uma pessoa especial, idealizado como dotado de condições excepcionais, livre de problemas, cujas ideias sobre o término da psicoterapia devem preponderar sobre as do paciente. Supostamente, ele conhece, melhor que o paciente, os indicativos do momento de interromper a psicoterapia. No entanto, embora essa idealização possa ser útil à terapia, isso não deve continuar assim. O terapeuta é uma pessoa real que tem tantos problemas quanto o paciente e às vezes ainda mais. Alguns autores chegam mesmo a dizer que o bom terapeuta não é aquele que não tenha problemas, mas aquele que os tenha ou tenha tido e os tenha solucionado por meio de uma psicoterapia. Em resumo: uma terapia deve terminar com a desidealização do terapeuta.
  5. O momento de parar uma psicoterapia pode ser reconhecido por alguns outros indicadores: o paciente sente-se mais livre dos sintomas 1 e das amarras, mais seguro e sem ansiedades em situações que antes lhe eram estressantes e sente-se mais à vontade nos seus relacionamentos gerais, sendo mais capaz de produzir, criar e amar. Numa frase: sente-se mais feliz.

É normal não querer ir na terapia?

Não ter o que falar na terapia é normal e não deve impedi-lo de ir à sessão O medo de um novo vírus, a dificuldade em lidar com o distanciamento físico, a sensação de isolamento e ainda a mudança brusca na rotina: esses foram apenas alguns dos sentimentos que a pandemia do novo despertou em muitas pessoas desde que surgiu, há pouco mais de um ano.

  • Na tentativa de lidar com essas sensações, muitas pessoas buscaram o divã para falar sobre o que sentem e tentar lidar com a situação de alguma forma.
  • Mas é bastante comum que, no processo de evolução da terapia, algumas pessoas se encontrem numa situação desconfortável: é o dia da sessão e não têm o que falar.
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E aí? Se você chegou nesse ponto, fique tranquilo: isso é absolutamente normal e quase todo mundo passa ou já passou por isso e faz parte do processo terapêutico. É importante saber disso pois muitas pessoas acham que, uma vez sem ter o que falar, é hora de parar com as sessões.

  • E isso não é verdade.
  • Mesmo nesse dia de aparente paz interior você deve ir ao encontro do seu terapeuta.
  • Isso porque os dias em que o paciente chega sem assunto são geralmente os de sessões extremamente profundas e reflexivas.
  • A razão disso seria justamente essa liberdade em chegar para aquele momento de forma mais aberta e livre, permitindo que a discussão saia da superficialidade e entre em sentimentos mais profundos, com a percepção de novas possibilidades e interpretações para velhas questões —o que é uma das funções da terapia.

“As pessoas costumam planejar o que vão falar, o que querem trabalhar na sessão para deixá-la mais produtiva”, afirma Valéria Amodio, psicanalista fundadora da Clínica Poliniza, em São Paulo (SP), “Muitas vezes, esse ‘assunto’ é justamente uma forma de esconder o que deve realmente ser falado”, afirma.

  1. A especialista diz que costumo comparar momentos como esses com a meditação, em que precisamos esvaziar a mente para alcançar lugares mais profundos do nosso mundo interno.
  2. Na terapia é assim também, quando passamos por esse vazio momentâneo, surge uma riqueza emocional relevante para ser trabalhada.” O início da terapia também pode provocar momentos de “branco”.

Isso porque a pessoa pode se sentir constrangida em abordar certos temas ou até estar tão desconectada da própria vivência emocional que não sabe muito bem por onde começar. “Esse impasse pode durar alguns meses, mas pode ser transposto se a pessoa seguir a rotina das sessões”, avalia a especialista.

Quantas vezes devo passar no psicólogo?

Qual o tempo e a frequência da sessão de terapia e duração do tratamento? – Uma sessão de terapia dura, em média, 50 minutos, podendo ser aumentada em função da necessidade do dia, mas isso precisa ser pactuado com o profissional. Já o tempo de duração de um tratamento psicológico depende de vários fatores:

Tipo da queixa ou do transtorno mental;Características e histórico do paciente;Metas do tratamento;Frequência;Progresso individual do paciente;Tipo de metodologia e terapia; e

Há casos que a pessoa se sente atendida na demanda com apenas uma única sessão de terapia. Mas, via de regra, de forma geral, a duração do tratamento é uma questão pessoal, que varia de pessoa para pessoa. Contudo, em alguns diagnósticos mais leves e quando uma pessoa tem restrição de tempo ou de recursos financeiros, a duração do tratamento pode ser definida já na primeira sessão do tratamento.

Pode dar presente ao psicólogo?

Pacientes podem dar presentes para psicólogo/a? – Como já mencionamos, se você for paciente, deverá ter atenção ao presentear o seu psicólogo. Isso porque, de acordo com o, esses profissionais não podem receber nenhum tipo de gratificação, além do acordado.

  • Normalmente os psicólogos buscam manter uma relação estritamente profissional com os seus pacientes, apesar do material emocional que é discutido em cada sessão.
  • Em razão disso, alguns podem deixar bem claro que não aceitam presentes, enquanto outros podem ser mais maleáveis com essa questão.
  • Para evitar constrangimentos, pergunte diretamente ao profissional se ele aceita receber um mimo.

Caso ele aceite, você precisa presenteá-lo com algo simples e de baixo valor. Ou seja, fique distante de joias e presentes com significado especial. Os melhores presentes para psicólogos devem refletir o gosto dele e não o seu.

Quanto tempo pode ficar com a mesma psicóloga?

O que acontece quando o paciente decide trocar de psicólogo? – Todo paciente pode trocar de psicólogo e dificilmente um profissional tenta impedir ou dificultar essa mudança. Como dito mais acima, o sucesso da terapia depende de confiança. Por isso, caso não haja segurança por parte do atendido, a melhor escolha é trocar de profissional e procurar outra clínica ou psicólogo para avançar no tratamento.

Você, enquanto paciente, pode trocar de psicólogo a qualquer momento sem arcar com prejuízos à terapia. Pelo contrário, o novo profissional pode oferecer um relacionamento mais adequado e garantir avanços mais significativos. A mudança não precisa ser necessariamente justificada por desentendimentos. Ao invés disso, diferentes motivos podem abalar a relação entre paciente e psicólogo.

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Por exemplo, a sensação de apatia em relação aos acontecimentos, sensação de estagnação na vida pessoal, falta de sinergia na entrevista, perda de oportunidades de intervenção, entre outros tantos casos. No geral, o motivo é bastante subjetivo. Sendo assim, cabe ao próprio paciente julgar e decidir o que pode justificar a troca de psicólogo.

Como saber se eu seria uma boa psicóloga?

Teste vocacional: Psicologia – Apesar de focar na saúde do ser humano, a Psicologia é um curso que faz parte da área de Humanas. Portanto, a primeira dica para saber se você tem afinidade com essa profissão é ser sensível aos problemas enfrentados pelas pessoas, principalmente os emocionais,

Além de gostar de ler e ser motivado por disciplinas que inspiram reflexões, como Filosofia, Sociologia, História e Antropologia, o estudante que pretende fazer Psicologia precisa gostar de ouvir as pessoas, Outra dica importante é observar se você tem facilidade de argumentação assim como de reflexão.

Afinal, psicólogos precisam analisar com muito cuidado cada situação, destinando as orientações corretas para ajudar quem está enfrentando dificuldades. Por isso, a empatia é outra qualidade que faz parte do dia a dia desse profissional,Afinal, é preciso se colocar no lugar do outro para compreender os abalos emocionais.

Pode fazer terapia com dois psicólogos?

Quando se tratar de trabalho multiprofissional e a intervenção fizer parte da metodologia adotada, conforme artigo 7º do CEPP, alínea ‘d’, é possível que mais de um(a/e) profissional de Psicologia preste serviços a uma mesma pessoa.

Como convencer uma pessoa com depressão a ir ao médico?

Tenha cuidado com o modo de falar – Transtornos mentais, transtornos alimentares e dependência química são temas extremamente delicados, sobre os quais há na sociedade muitos tabus. É normal, por exemplo, nesse contexto, que você conviva com alguém por muito tempo até que se dê conta de que pode haver algo errado com o do indivíduo.

Para quem convive com essas realidades, além do estigma comumente atribuído, há o temor do julgamento. Assim, se notar algum sintoma atípico, como um quadro duradouro de tristeza excessiva, o qual pode sinalizar uma, pense bem na forma com que for falar. Evite um tom acusatório e procure não invadir demais a privacidade da pessoa.

Explique que notou alguns comportamentos diferentes e demonstre que se preocupa com o bem-estar, de forma a não romper nem tampouco desestabilizar o laço de confiança que têm. Pode-se falar aqui sobre um familiar, amigo, namorado, cônjuge, colega de trabalho, entre outros.

Porque o paciente abandona a terapia?

Resumo – Introdução: O abandono em psicoterapia se refere a interrupção das sessões e pode ser motivado por vários fatores como: posturas relacionadas ao paciente, ao terapeuta, a técnica utilizada pelo psicólogo. Revisão e Discussão: O objetivo geral desse artigo foi uma revisão da literatura a partir da análise de possíveis causas de abandono no tratamento psicológico embasado especificamente na teoria da Terapia Cognitiva Comportamental.

Na terapia cognitiva um aspecto importante é aliança que deve ocorrer entre paciente e terapeuta, e assim trabalhar juntos engajados no processo de aceitação e profissionalismo. O sucesso da terapia vai depender do vínculo estabelecido pelo cliente e terapeuta. A aliança é tão relevante que facilita ou dificulta o tratamento.

Considerações finais: Durante a análise e descrição dos referencias teóricos alguns fatores são constados para esclarecer as razões de um paciente abandonar a terapia. O primeiro é não cumprir até o final o número de sessões indicado e estabelecido pelo terapeuta.

  • A percepção de uma pequena melhora contribui para o afastamento do paciente do setting terapêutico, pois os mesmo se dão alta.
  • Outro motivo para o abandono é por falta de esclarecimento ao paciente quanto ao tratamento que está ou será realizado, mas isso é papel exclusivamente do psicólogo.
  • Palavras-chave : abandono da terapia, aliança terapêutica, terapia cognitivo-comportamental.

Autores: Geovana Santos Ferreira, Andriza Corrêa Citação: Ferreira, G.S., & Corrêa, A.2022. Quando o paciente abandona a psicoterapia: uma análise na perspectiva da terapia cognitivo-comportamental. Pubsaúde, 11, a379. DOI: https://dx.doi.org/10.31533/pubsaude11.a379 Editor: Pubsaúde.

Recebido: 5 ago.2022; Revisado e aceito: 23 out.2022; Publicado: 23 out.2022 Licenciamento: Este artigo é publicado na modalidade Acesso Aberto sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 (CC-BY 4.0), a qual permite uso irrestrito, distribuição, reprodução em qualquer meio, desde que o autor e a fonte sejam devidamente creditados.

Disponibilidade de dados: Todos os dados relevantes estão presentes no artigo. Conflito de interesses: Os autores declaram não haver conflito de interesse. Versão em PDF

É normal ficar triste depois da terapia?

É normal se sentir esgotado depois da terapia? Saiba como lidar com isso Não é apenas tristeza, raiva ou ansiedade que podem ser acionadas durante uma sessão de terapia. Existem assuntos que podem provocar um esgotamento como se toda a energia tivesse sido sugada ou até mesmo como se o corpo tivesse levado uma surra.

E esse tipo é chamado pelos especialistas de ressaca pós-terapia, sendo ainda considerada bastante natural durante o processo de autoconhecimento. “Algumas sessões de terapia são particularmente desafiadoras e podem até provocar reações físicas como dores musculares, de cabeça e de estômago, fadiga, sonolência e até dificuldade para pensar e agir”, confirma a psicóloga Márcia Maria de Oliveira Zuzarte, membro da SBPSP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo) e especialista na Clínica Medicina da Mulher.

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É importante explicar que esse terno não é reconhecido cientificamente, mas acabou popular pela sensação provocada. Também é válido reforçar que, esse esgotamento, é muito natural e produtivo. Para a psicóloga Adriana Nunan, doutora em psicologia clínica pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), após uma sessão difícil em que temas intensos foram abordados, esse cansaço pode indicar que houve um progresso.

  • Não é fácil falar daquilo que mais dói, medos, traumas, tristezas, frustrações.
  • Mas é justamente ao abordar essas questões que elas podem começar a ser trabalhadas e resolvidas”, diz.
  • Pois, essa fadiga mostra que foi possível atingir um nível mais profundo do problema.
  • Durante um processo de terapia, é importante ampliar a condição de pensar e de sentir e isso traz consequências.

O paciente pode se aproximar de algo profundo e desconfortável, despertando uma situação que estava adormecida. “Isso pode ser perturbador e extenuante, por isso também pode incomodar, tirar a pessoa de uma zona de conforto e se manifestar sob a forma de mal-estar, e até de resistência à terapia”, alerta Zuzarte.

Quantas sessões de terapia são necessárias por semana?

Quando tempo dura o tratamento? – As sessões, normalmente, são semanais ou quinzenais, mas o tempo de frequência pode variar. Na maioria das vezes, uma sessão por semana é o suficiente, mas pode acontecer de o psicólogo recomendar mais que isso por semana, ou até mesmo, que as sessões sejam quinzenais.

  • Muitos pacientes chegam na sessão questionando o tempo de duração do tratamento, mas isto depende de vários fatores.
  • Dessa forma, a avaliação ocorrerá de sessão e sessão e o psicólogo irá verificar os tipos de queixa e a sua frequência, além do progresso individual do paciente.
  • LEIA MAIS: Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra? Sim, há casos em que a pessoa se sente atendida na demanda com apenas uma única sessão de terapia, porém, de forma geral, a duração do tratamento varia de pessoa para pessoa.

Dessa forma, o contato com o psicólogo oferece uma nova visão e perspectiva de vida, ajuda a ver a situação sob uma perspectiva diferente e ensinar a lidar melhor com os problemas e emoções.

Qual a diferença de um psicólogo e um terapeuta?

Um psicólogo pode também atuar em área hospitalar, escolar, organizacional e outras, e em nenhuma dessas áreas são considerados terapeutas. Já o terapeuta é todo profissional que é formado em uma ou outras áreas voltadas para a assistência à saúde humana, seja essa física ou emocional.

Quando terminar terapia?

A quantidade e o espaçamento das sessões da terapia dependerão da disponibilidade de tempo do paciente e da forma como ele lida com as situações no cotidiano. No geral, é indicado de 4 a 6 meses de terapia, mas como já mencionado, depende muito da situação.

O que falar na terapia quando não tem oque falar?

Como lidar com isso? – Pode parecer desconfortável, mas o ideal é que você comece falando ao terapeuta o que está sentindo e vocês conversem sobre as razões que podem ter levado a esse sentimento de “nada para falar”. Um motivo bastante comum seria justamente uma resistência natural em trabalhar questões mais profundas e, possivelmente, mais doloridas ou complexas.

  • Algumas pessoas não estão prontas para trabalhar aquilo naquele momento, ou até, inconscientemente, não querem se deparar com algumas conclusões durante o processo terapêutico”, afirma o psicólogo e psicanalista Ueliton Pereira, diretor técnico da Holiste Psiquiatria, em Salvador (BA).
  • Se for esse o caso, o ideal é que o profissional oriente a conversa para que vocês possam trabalhar isso, derrubando a resistência e conseguindo avançar no processo.

“E costuma ser um momento muito rico, pois, sem estar preso a um planejamento, a pessoa consegue fazer associações livres e ir mais fundo na discussão”, acredita. : Não ter o que falar na terapia é normal e não deve impedi-lo de ir à sessão

Por que as pessoas desistem da terapia?

Essa dificuldade, diz a psicóloga, decorre de dois fatores: um é o fato de que mexer em problemas requer desacomodar-se, e ninguém quer sair da sua zona de conforto. O outro é a preguiça: – Fazer terapia é algo doloroso. É preciso descortinar certas questões, e as pessoas querem muito encontrar receitas prontas.

Como saber se o seu terapeuta é bom?

7- Faça uma avaliação da primeira sessão – Por último, como não poderia deixar de ser, há a dica de fazer uma avaliação da primeira sessão com o psicólogo, para então saber se o profissional realmente é bom. Você deve observar se há uma química com o terapeuta e se ele te ouve sem fazer julgamentos, pontos mais do que essenciais para garantir que a terapia realmente irá fazer efeito, e vai gerar bons resultados.