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Bilastina Para Que Serve?

Bilastina Para Que Serve

Para que é indicado o medicamento bilastina?

Para que serve o Bilastina? como espirros, nariz entupido (congestão nasal), coceira e secreção nasal, olhos vermelhos e lacrimejantes, e ao tratamento dos sintomas da urticária crônica, tais como erupções da pele com placas avermelhadas (eritemas) e pápulas, acompanhadas de coceira.

Qual o efeito colateral do bilastina?

Reações com frequência desconhecida: palpitações no coração, taquicardia (rápido batimento do coração), reações alérgicas, cujos sinais podem incluir dificuldade para respirar, tontura, desmaio ou perda de consciência, inchaço da face, lábios, língua ou garganta e/ou inchaço e vermelhidão da pele e vômitos.

Quem não pode tomar bilastina?

Contra-indicação – QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida à bilastina ou aos demais componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos de idade.

Quanto tempo a bilastina faz efeito?

Estudos em animais e em humanos confirmaram que a bilastina não se acumula no SNC. O início de sua ação ocorre dentro de uma hora após a administração da primeira dose, embora em um modelo farmacodinâmico se tenha observado que já aos 30 minutos ocorre inibição significativa da pápula e do eritema.

Pode tomar bilastina todo dia?

A posologia recomendada é de um comprimido de Bilastina 20 mg ao dia, em dose única, uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de sucos de frutas.

Quantos dias devo tomar bilastina?

Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas – Em estudo para avaliar os efeitos de Bilastina sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas demonstrou que o tratamento com 20 mg não afetou o desempenho. Entretanto, os pacientes devem ser informados que muito raramente algumas pessoas apresentaram sonolência, que pode afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas. Em estudos clínicos realizados em pacientes adultos e adolescentes com rinoconjuntivite alérgica (sazonal e perene), a Bilastina 20 mg administrada uma vez ao dia por 14-28 dias foi eficaz no alívio de sintomas como espirros, secreção nasal, prurido nasal, congestão nasal, prurido ocular, lacrimejamento e vermelhidão ocular 1,2,3, A Bilastina controlou eficazmente os sintomas por 24 horas 4, Em um estudo duplo-cego, randomizado, multicêntrico, de grupos paralelos, controlado com placebo, em pacientes adultos (12-70 anos) com intermitente (RAI), o tratamento de duas semanas com Bilastina 20 mg reduziu significantemente o escore total de sintomas em relação a placebo (98,4 com Bilastina vs 118,4 com placebo; P<0,001). Foi ainda mais eficaz que placebo na melhora dos escores de sintomas nasais (ESN), dos escores de sintomas não-nasais (ESNN) e dos escores de desconforto associado à (P<0,05), bem como no questionário global de qualidade de vida em rinoconjuntivite (P<0,005) 1, Em outro estudo com metodologia similar, a média do escore total de sintomas (escore x dia) foi reduzida de forma estatisticamente significativa nos pacientes tratados com Bilastina em comparação com o tratamento com placebo (76,5, 100,6; P<0,001) e em todos os desfechos secundários 2, O potencial de melhora dos sintomas da rinite alérgica com Bilastina foi avaliado em câmara de prova de Viena ( Vienna Challenge Chamber - VCC) em dois dias consecutivos de provocação alergênica. A Bilastina teve um rápido início de ação, dentro de uma hora, sem diferença estatística em relação aos demais anti-histamínicos. A duração da ação da Bilastina, avaliada pela soma dos escores em tempos determinados, foi de pelo menos 26 horas (P<0,001 em relação a placebo).4 Em dois estudos clínicos realizados em pacientes com urticária idiopática crônica, Bilastina 20 mg administrada uma vez ao dia por 28 dias foi eficaz no alívio da intensidade do prurido, do número e do tamanho de eritemas, bem como do desconforto dos pacientes em razão da urticária. Pacientes melhoraram as condições de sono e qualidade de vida5, A média de redução do escore total de sintomas refletivo e instantâneo a partir do segundo dia em relação ao basal foi significantemente melhor que aquela com placebo (P<0,001). Os pacientes melhoraram suas condições de desconforto geral e de sono e a qualidade de vida (P<0,001 em todos os parâmetros).5 Não se observou prolongamento clinicamente relevante do intervalo QTc ou qualquer outro efeito cardiovascular nos estudos clínicos realizados com a Bilastina, mesmo com doses de 200 mg ao dia (10 vezes a dose clínica) por 7 dias em 9 indivíduos pesquisados ou quando coadministrada com inibidores da glicoproteína P, tais como cetoconazol (24 indivíduos) e eritromicina (24 indivíduos) 6, Além disso foi efetuado um estudo completo sobre o QT em 30 voluntários, sem relato de alterações relevantes.7 Em estudos clínicos controlados com a dose recomendada de 20 mg uma vez ao dia, o perfil de segurança no Sistema Nervoso Central (SNC) de Bilastina foi similar ao placebo e a incidência de sonolência não foi estatisticamente diferente daquela com placebo. A Bilastina em doses de até 40 mg uma vez ao dia não afetou o desempenho psicomotor nos estudos clínicos e não afetou o desempenho ao dirigir em teste padrão de direção 8,9, Os pacientes idosos (≥ 65 anos de idade) incluídos nos estudos de fase II e III não apresentaram diferença na eficácia ou na segurança em relação aos pacientes mais jovens 10, Um estudo após autorização em 146 pacientes idosos não demonstrou diferenças no perfil de segurança com relação à população de adultos.11 Adolescentes (12 anos a 17 anos) foram incluídos no desenvolvimento clínico; 128 adolescentes receberam Bilastina durante os estudos clínicos (81 em estudos duplo-cego em rinoconjuntivite alérgica). Adicionalmente, 116 adolescentes foram randomizados para comparadores ativos ou placebo. Nenhuma diferença na eficácia e segurança foi observada entre adultos e adolescentes.12

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  • De um modo global, o perfil de segurança da Bilastina 20 mg foi comparável ao do placebo e significantemente melhor que o da cetirizina.13
  • Referências bibliográficas

1 – Bachert C, Kuna P, Sanquer F, Ivan P, Dimitrov V, Gorina MM, van de Heyning P, Loureiro A. Comparison of the efficacy and safety of bilastine 20 mg vs desloratadine 5 mg in seasonal allergic rhinitis patients. Allergy.2009;64(1):158-65.2 – Kuna P, Bachert C, Nowacki Z, van Cauwenberge P, Agache I, Fouquert L, Roger A, Sologuren A, Valiente R; Bilastine International Working Group.

  • Efficacy and safety of bilastine 20 mg compared with cetirizine 10 mg and placebo for the symptomatic treatment of seasonal allergic rhinitis: a randomized, double-blind, parallel-group study.
  • Clin Exp Allergy.2009;39(9):1338-47.3 – Sastre J, Mullol J, Valero A, Valiente R; on behalf of Bilastine Study Group.

Efficacy and safety of bilastine 20 mg compared with cetirizine 10 mg and placebo in the treatment of perennial allergic rhinitis. Curr Med Res Opin.2012;28(1):121-130.4 – Horak F, et al. The effects of bilastine compared with cetirizine, fexofenadine, and placebo on allergen-induced nasal and ocular symptoms in patients exposed to aeroallergen in the Vienna Challenge Chamber.

Inflamm Res.2010; 59(5): 391-8.5 – Zuberbier T, Oanta A, Bogacka E, Medina I, Wesel F, Uhl P, Antepara I, Jauregui I, Valiente R; The Bilastine International Working Group*. Comparison of the efficacy and safety of bilastine 20 mg vs levocetirizine 5 mg for the treatment of chronic idiopathic urticaria: a multi-centre, double-blind, randomized, placebo controlled study.

Allergy.2010;65(4):516-528.6 – Crean C, Sologuren A, Valiente R, McLaverty D. The drug-drug interaction of ketoconazole on Bilastina pharmacokinetics.8th Congress of the European Association of Clinical Pharmacology and Therapeutics. Amsterdam (The Netherlands) Aug.29-Sep.1, 2007.

  1. Abstract P253.
  2. Basic Clin Pharmacol Toxicol.2007;101(Suppl 1):148-9.7 – Tyl B, Kabbaj M, Azzam S, Sologuren A, Valiente R, Reinbolt E, Roupe K, Blanco N, Wheeler W.
  3. Lack of Significant Effect of Bilastine Administered at Therapeutic and Supratherapeutic Doses and Concomitantly With Ketoconazole on Ventricular Repolarization: Results of a Thorough QT Study (TQTS) With QTConcentration Analysis.
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J Clin Pharmacol.2012;52(6):893-903.8 – Garcia-Gea C, Martinez-Colomer J, Antonijoan RM, Valiente R, Barbanoj MJ. Comparison of peripheral and central effects of single and repeated oral dose administrations of bilastine, a new H1 antihistamine: a dose-range study in healthy volunteers with hydroxyzine and placebo as control treatments.

J Clin Psychopharmacol.2008;28(6):675-85.9 – Conen S, Theunissen EL, Van Oers AC, Valiente R, Ramaekers JG. Acute and subchronic effects of bilastine (20 and 40 mg) and hydroxyzine (50 mg) on actual driving performance in healthy volunteers. J Psychopharmacol.2011;25(11):1517-23.10 – Sologuren A, Vinas R, Cordon E, Elisabeth S, Fores MM, Senan MR.

Simposio Internacional Sociedad espanola de alergologia e inmunologia clinica (SEAIC), Sevilla (Spain), October 22-24, 2015. J Investig Allergol Clin Immunol.2015;25(Suppl.1):65.11 – Clinical Study FAE-BIL-2012-02 in Module 5.3.5 Reports of Efficacy and Safety Studies: Post-authorization study to assess the safety profile of Bilastine 20 mg in patients ≥65 years old; 2014 13 – Church MK.

Qual melhor horário para tomar bilastina?

O comprimido de bilastina deve ser tomado em condição de jejum, uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de suco de frutas. O comprimido da bilastina deve ser tomado com água em quantidade suficiente para facilitar a deglutição.

Qual o princípio ativo da bilastina?

Este medicamento contém bilastina, um anti-histamínico de segunda geração, altamente seletivo, que apresenta também atividade anti-inflamatória. Inibe os receptores periféricos H1 da histamina, sem efeitos sedativos ou cardiotóxicos.

Qual a diferença entre Alektos e bilastina?

Para que serve o Alektos? O que ele trata? – Alektos contém bilastina, um anti-histamínico (antialérgico), que apresenta também ação anti-inflamatória. Portanto, o medicamento inibe os receptores periféricos H1 da histamina, sem causar sono ou danos ao coração.

Pode tomar Alektos todo dia?

Como tomar Alektos? – O medicamento deve ser ingerido por via oral. Os comprimidos devem ser tomados com água, em jejum, uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de suco de frutas. A linha de divisão encontrada no meio do comprimido pode ser usada para dividir o medicamento em duas partes caso haja dificuldade de engoli-lo.

Pacientes idosos: Não é necessário ajuste de dose.Pacientes com problemas nos rins: Não é necessário ajuste de dose.Pacientes com problemas no fígado: Não é necessário ajuste de dose nestes pacientes.Pacientes pediátricos: A eficácia e a segurança do uso do produto em crianças abaixo de 12 anos de idade ainda não foram estabelecidas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Pode tomar cerveja tomando bilastina?

Interação com álcool: Não se observaram alterações no desempenho psicomotor após a ingestão concomitante de álcool e 20 mg de bilastina. Ingestão com alimentos: O produto não deve ser ingerido com alimentos ou bebidas (inclusive suco de frutas e suco de toranja ‘grapefruit’), pois seu efeito pode ser diminuído.

Quando não devo tomar Alektos?

ALEKTOS® não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida à bilastina ou aos demais componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos de idade.

Porque o Alektos tem que tomar em jejum?

Interação – Bilastina não induz atividade enzimática da família das isoenzimas do CYP450 (CYP2B6, CYP2A6, CYP2C8, CYP2C19, CYP3A4, CYP1A2, CYP2C9 e CYP2E1). A administração de alimentos e de suco de frutas interfere na eficácia da Bilastina, Por isso, o produto deve ser administrado uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos.

O que é a rinoconjuntivite alérgica?

O que é rinoconjuntivite? – A rinoconjuntivite alérgica é a junção das duas doenças que formam o seu nome, rinite e conjuntivite, que acontece por conta da reação do corpo humano em contato com agentes alérgenos presentes no ar. Ela possui esse nome por conta das reações, que são comuns nas duas alergias e acontecem após a inflamação das mucosas do nariz e dos olhos.

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Os principais sintomas da rinoconjuntivite são: espirros frequentes, obstrução nasal, coceira no nariz e nos olhos, inchaço nas pálpebras e olhos lacrimejando. Os sintomas de rinoconjuntivite e asma podem estar relacionados, já que ambas as doenças apresentam reações alérgicas persistentes e fortes crises no sistema respiratório.

A asma, por exemplo, pode ser letal. Os problemas de umidade em excesso podem ser causados por diversos fatores. Casas no litoral, por exemplo, sofrem com a proliferação de mofo nos móveis e nas paredes, além de oxidação de equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos.

Ácaros Fungos Pelo de animais domésticos Poluição Fumaça de cigarro Produtos de limpeza e higiene

Como tomar Alektos bilastina 20 mg?

A posologia recomendada é de 1 comprimido de Alektos® 20 mg ao dia, em dose única, uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de sucos de frutas.

Tem genérico de Alektos?

Bilastina 20mg Genérico Neo Química 30 Comprimidos.

Pode tomar antialérgico sempre?

Dose errada pode ser perigosa – Verdade, É preciso respeitar a dose diária prescrita ou indicada na bula do medicamento, já que ultrapassar a dosagem pode acarretar efeitos colaterais. No caso dos anti-histamínicos de primeira geração, a superdosagem pode trazer eventos adversos importantes.

Pode tomar Antihistaminico todo dia?

Dose errada pode ser perigosa – Verdade, É preciso respeitar a dose diária prescrita ou indicada na bula do medicamento, já que ultrapassar a dosagem pode acarretar efeitos colaterais. No caso dos anti-histamínicos de primeira geração, a superdosagem pode trazer eventos adversos importantes.

Pode tomar antialergico por quantos dias?

Conheça as apresentações disponíveis – A marca de referência é o Claritin®, mas existem várias outras com o mesmo princípio ativo, além das versões genéricas. Aliás, a loratadina consta da Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais), por isso tem distribuição gratuita em todas as UBS (Unidades Básicas de Saúde).

Comprimido – 10 mgXarope – 1 mgSolução oral – 1 mg

Mayra de Freitas Centelhas Martinelli, otorrinolaringologista do corpo clínico da Amil, explica que há muita experiência do uso desse medicamento na prática clínica, o que lhe confere grande segurança. Contudo, isso não significa que ele possa ser usada indiscriminadamente, e por tempo indeterminado.

Qual o princípio ativo do Alektos?

Alektos® contém bilastina, um anti-histamínico de segunda geração, altamente seletivo, que apresenta também atividade anti-inflamatória. Inibe os receptores periféricos H1 da histamina, sem efeitos sedativos ou cardiotóxicos.

Como tomar Alektos bilastina?

A posologia recomendada é de 1 comprimido de ALEKTOS® 20 mg ao dia, em dose única, uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de sucos de frutas.

O que é bilastina e corticóide?

Composto pela substância bilastina, este medicamento é um anti-histamínico (antialérgico) que também possui ação anti-inflamatória. Confira, a seguir, todas as informações encontradas na bula sobre Alektos.

O que é a rinoconjuntivite alérgica?

O que é rinoconjuntivite? – A rinoconjuntivite alérgica é a junção das duas doenças que formam o seu nome, rinite e conjuntivite, que acontece por conta da reação do corpo humano em contato com agentes alérgenos presentes no ar. Ela possui esse nome por conta das reações, que são comuns nas duas alergias e acontecem após a inflamação das mucosas do nariz e dos olhos.

Os principais sintomas da rinoconjuntivite são: espirros frequentes, obstrução nasal, coceira no nariz e nos olhos, inchaço nas pálpebras e olhos lacrimejando. Os sintomas de rinoconjuntivite e asma podem estar relacionados, já que ambas as doenças apresentam reações alérgicas persistentes e fortes crises no sistema respiratório.

A asma, por exemplo, pode ser letal. Os problemas de umidade em excesso podem ser causados por diversos fatores. Casas no litoral, por exemplo, sofrem com a proliferação de mofo nos móveis e nas paredes, além de oxidação de equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos.

Ácaros Fungos Pelo de animais domésticos Poluição Fumaça de cigarro Produtos de limpeza e higiene