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Aqueles Que Confiam No Senhor SO Como Monte De SiãO?

O que o Salmo 125 nos ensina?

Na vida muitas coisas acontecem que podem nos abalar. Mas, quando confiamos em Deus, temos um alicerce forte que não se abala! Tudo o resto pode desmoronar mas a fé em Deus nos firma e protege da destruição. Deus é nossa rocha, que nos protege.

O que significa os que confiam no Senhor serão como os montes de Sião?

“Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?” Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião? A Bíblia diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Isso significa que todos aqueles que colocam absoluta fé em Deus são inabaláveis, tal como é o monte Sião.

Essas palavras fazem parte dos Salmos de Romagem e por isso eram entoadas pelos peregrinos judeus (Salmo 125:1). Eles cantavam sobre a fé sólida e firme em Deus comparando os crentes ao monte Sião que lhes era tão significativo e importante. Os que confiam no Senhor A declaração: “Os que confiam no Senhor” é tão simples e ao mesmo tempo tão profunda.

O verbo confiar traduz uma palavra hebraica que transmite o sentido de “estar seguro”, “confiante”. Alguém pode perguntar: O que significa confiar em Deus? De fato esta é uma pergunta que exige uma resposta tão rica e ampla que pode ser abordada de diferentes aspectos; mas sem dúvida, seja qual for o sentido pretendido com a expressão “confiar em Deus”, sua essência comum não pode ser outra se não a ideia de se sentir seguro e despreocupado através da inabalável e genuína fé que leva o crente a descansar sob o alicerce da verdade de Deus.

  1. Como bem observa Derik Kidner, a declaração: “Os que confiam no Senhor” revela uma das muitas facetas do nosso relacionamento com Deus.
  2. Os que confiam no Senhor são também aqueles que o temem, o amam e o conhecem.
  3. São aqueles que compreendem sua total dependência d’Ele.
  4. O que mais podemos dizer daqueles que confiam no Senhor? John Gill explica que os que confiam no Senhor são aqueles que não confiam em si mesmos; são aqueles que não depositam sua confiança em seus próprios corações, em suas próprias forças e habilidades.

Uma pessoa que confia no Senhor não confia em sua própria sabedoria, riqueza ou retidão. Essa pessoa também jamais direciona a confiança que só pode ser depositada em Deus a qualquer outra pessoa; mesmo que seja o mais poderoso e notável dos homens. Os que confiam no Senhor são aqueles que erguem seus olhos para o Soberano do Universo e encontram conforto em sua providencia.

São como o monte de Sião que não se abala A cidade de Jerusalém é cercada por vários montes. Mas o monte de Sião citado pelo salmista sem dúvida é o que abrigava o Templo do Senhor que havia sido construído em Jerusalém; bem como o palácio real. Esse monte é usado frequentemente nas Escrituras como figura da habitação de Deus com seu povo e da estabilidade das promessas de sua aliança.

Saiba mais sobre o significado do monte Sião. Então quando o salmista diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, ele está falando da segurança e estabilidade espirituais que essas pessoas desfrutam. Vivemos num mundo em constante mudança; num mundo onde todas as coisas parecem ser tão passageiras e os valores tão descartáveis.

  • Porém, os que confiam no Senhor são inabaláveis e permanecem para sempre.
  • Mas permanece para sempre O relacionamento do verdadeiro crente com Deus não é um mero relacionamento superficial; mas é um vínculo que jamais poderá ser removido e se estenderá pela eternidade.
  • Permanecer para sempre é para sempre, não menos que isso.

Mas os crentes permanecem inabaláveis não porque há alguma capacidade neles que os preserva além dos incrédulos, mas porque é o próprio Deus quem os preserva até o fim (1 Coríntios 1:8; 2 Coríntios 1:21-24). Os que confiam no Senhor são inabaláveis porque eles são edificados sobre o fundamento que é Cristo, a Pedra principal da esquina (2 Pedro 2:4-8).

  • Pela fé salvadora, eles estão firmes na graça de Deus (Romanos 5:2; Gálatas 5:1).
  • Então os que confiam no Senhor permanecem firmes e atravessam com confiança as aflições, tentações, dificuldades e quaisquer que sejam as circunstancias adversas.
  • Eles sabem que não há nada que possa separá-los do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8:37-39).

: “Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?”

O que Davi estava passando quando escreveu o Salmo 125?

Como observamos no estudo de vários Salmos, não temos informações suficientes para identificar autores nem datas de muitos. Alguns comentaristas atribuem todos os Salmos de romagem (Salmos 120 a 134) a Davi ou contemporâneos dele. Pelas informações dos cabeçalhos, podemos identificar Davi como autor de quatro desses Salmos (122, 124, 131 e 133), e Salomão, o filho dele, como compositor de mais um (127).

Não sabemos quem escreveu os outros Rejeitando a ideia que todos esses Salmos pertencem ao período do primeiro templo, muitos outros estudiosos acreditam que alguns, inclusive o Salmo 125, se ajustam ao período pós exílico, tratando dos desafios que os judeus encararam quando voltaram para reconstruir o templo.

A divergência sobre essa questão serve para enfatizar o valor desse hino para todos os tempos, pois ensina princípios eternos sobre a comunhão dos fiéis com o Senhor. “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.

  1. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” (versos 1 e 2).
  2. Já ouviu alguém descrever uma pessoa vacilante como “firme igual a prego na areia”? Essa imagem de Deus é exatamente oposta à fraqueza e incerteza características de homens.

É difícil imaginar algo mais firme do que uma montanha, uma figura que representa autoridade e poder nas Escrituras. O templo em Jerusalém foi construído sobre um monte, e o poder protetor de Deus é descrito aqui como montes cercando a cidade. “O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade” (verso 3).

  1. Montanhas permanecem, mas o poder dos injustos é passageiro.
  2. Podem dominar sobre pessoas boas por um tempo, mas não prevalecerão.
  3. Se não tivéssemos essa confiança da vitória do bem sobre o mal, a tentação de adotar as táticas dos ímpios seria muito forte.
  4. Quando acreditamos, porém, na justiça divina, temos um forte motivo para fazer o que é certo em todos os momentos.

Se esse Salmo for do tempo de Davi, uma referência imediata seria o livramento que Deus deu para esse servo diante das ameaças do rei Saul, quando Davi era jovem, e do próprio filho Absalão, quando já era mais velho. Se for do tempo da volta do cativeiro, os ímpios que não conseguiram dominar os fiéis incluiriam os adversários que tentaram impedir as obras em Jerusalém (Esdras 4 e 5; Neemias 6 etc.).

Sem saber o contexto histórico específico, ainda entendemos a importância de confiar em Deus para nos livrar da mão de homens maus. “Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração” (verso 4). A confiança dos justos é depositada em Deus, o único que sempre demonstra a justiça em tudo que se faz. Lembrando que esse Salmo era um hino de romagem ou subida, imaginamos os judeus fiéis chegando à casa do Senhor com esse desejo de serem abençoados por Deus.

“Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores” (verso 5). Tanto no tempo de Davi quanto no período depois do cativeiro na Babilônia, traidores ameaçaram o bem de Israel. Alguns servos de Davi viraram contra seu rei, e vários líderes, depois do cativeiro, tomaram passos que ameaçaram levar a nação de volta para a idolatria.

  1. A sobrevivência do reino de Davi e o sucesso da reconstrução do templo, 500 anos depois, dependeram da proteção e justiça do Senhor, que livrou os fiéis dessas ameaças.
  2. Paz sobre Israel!” (verso 5).
  3. Davi, Zorobabel, Esdras, Neemias e outros grandes líderes em Jerusalém, governando em séculos diferentes, procuraram a segurança e paz para o povo de Israel.

Os servos do Senhor hoje, aqueles que chegam a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22-24), buscam em Jesus Cristo a mesma paz na sua expectativa da vida eterna com Deus! -por Dennis Allan ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

O que são os montes de Sião na Bíblia?

O que significa Sião na Palavra de Deus? Quando lemos a Bíblia Sagrada, ou ouvimos alguma música cristã ou mesmo alguma reflexão, o nome ou a palavra Sião aparece muitas vezes e nos mostra diferentes significados e lugares descritos na Bíblia. O nome Sião simplesmente significa “fortaleza” para uma cidade, mas também é usado para se referir à colina em Jerusalém sobre a qual o Templo foi construído.

Sião também era conhecida como a sede do poder para o reino de Israel, mas também para o Reino de Deus. Sabemos que é um lugar que Deus ama e se preocupa profundamente, porque a cidade também está associada ao povo escolhido de Deus, Israel. Monte Sião A partir desta referência judaica, o Monte é a colina mais ao oriente da antiga Jerusalém.

A primeira vez que a palavra aparece na Bíblia está no livro de Samuel. “Davi, porém, tomou a fortaleza de Sião, que é a Cidade de Davi.” () Sobre esta faixa montanhosa de terra sagrada, no Antigo Testamento, em mais de uma centena de vezes, as Escrituras mostram uma rica herança da obra redentora de Deus mesmo antes do nome Sião surgir.

Lá, Abraão concordou em fazer o impensável; ele amarrou seu único filho e se preparou para sacrificá-lo, tendo fé de que Deus, em vez disso, “se forneceria um cordeiro para holocausto” (). Nesta montanha, Jacó teve seu sonho que lhe permitiu subir ao céu ( ). E também o local onde Salomão construiu o magnífico templo do Senhor ().

No Novo Testamento, o Monte Sião é um lugar onde aconteceu a última Ceia, a descida do Espírito Santo e onde Jesus apareceu ressuscitado. Wikipedia Aqueles Que Confiam No Senhor SO Como Monte De SiãO

Morada de Deus Principalmente no livro de Isaías, Sião era como casa de Deus, após a tomada da colina pelo Rei Davi e transformada na sua cidade. “Eis-me aqui com os filhos que Javé me deu: somos sinais e presságios em Israel, da parte de Javé dos exércitos que habita no monte Sião” ()

Wikipedia Aqueles Que Confiam No Senhor SO Como Monte De SiãO Jerusalém Celestial Wikipedia Aqueles Que Confiam No Senhor SO Como Monte De SiãO No livro de Apocalipse, São João diz que Nova Jerusalém descerá do céu e esse é o lugar central de onde Deus governará. O céu não é tanto um lugar, mas uma Pessoa e essa Pessoa é Jesus Cristo. “Vi depois o Cordeiro de pé sobre o monte Sião, e com ele os cento e quarenta e quatro mil que traziam na testa o nome dele e o nome de seu Pai.

” () A definição do Reino fica mais clara nesta parte revelada pelo apóstolo. “Lá não vi nenhum templo; pois seu templo é o Senhor, o Deus soberano do universo, e o Cordeiro. A cidade não precisa do sol nem da lua para iluminar; pois a glória de Deus a ilumina, e sua lâmpada é o Cordeiro. As nações caminharão a sua luz e os reis da terra virão trazer-lhe seus tesouros; suas portas nunca se fecharão de dia, pois lá não haverá noite; e virão trazer-lhe os tesouros e a riqueza das nações ” ().

Como a Virgem Maria é compreendida pelo Islamismo? : O que significa Sião na Palavra de Deus?

O que significa o monte Sião do Salmo 125?

Última modificação 2020-05-13T12:37:31-03:00 Reflexões – Pastoral Universitária O salmo 125: 01-03 nos diz: Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.

  1. O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade.
  2. Li este Salmo esta semana e fiquei pensando no sentido dele.
  3. Geralmente, assim como sugere o salmista, pensamos na proteção do Senhor sobre o seu povo.
  4. E é realmente muito reconfortante nos inspirarmos N’ele para suportar as dificuldades e desafios da vida.

Em meio a este pensamento me veio a imagem dos montes em volta de Jerusalém. São eles, montes Sião, Moriá, das Oliveiras. O salmista afirma que assim como os montes estão em volta de Jerusalém, assim o Senhor, em volta do seu povo. E em vez de pensar em proteção, pensei em presença.

  • Um monte pode representar uma barreira protetora, mas também, uma presença clara e incontestável.
  • E entendi que assim é Deus, sempre presente ao nosso redor.
  • Mas o salmo não inicia falando de Deus.
  • Na verdade, começa falando dos que confiam no Senhor.
  • Se nós cremos em um Deus que é presente e forte, precisamos imaginar esta imagem em nós.
See also:  Como Consolar AlguM Que Perdeu Um Ente Querido?

Pessoas presentes e fortes. Quando somos fortes? Quando confiamos no Senhor! Quando somos presentes? Quando não abandonamos a nossa realidade. Confiantes no Senhor e na Sua orientação, vivemos a vida. Aleluia! Deus é presente! Deus se relaciona com a gente e permanece conosco, seja onde for.

O que a Bíblia diz sobre confiar no senhor?

Última modificação 2020-05-13T12:37:31-03:00 Reflexões – Pastoral Universitária O salmo 125: 01-03 nos diz: Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o Senhor, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.

  • O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade.
  • Li este Salmo esta semana e fiquei pensando no sentido dele.
  • Geralmente, assim como sugere o salmista, pensamos na proteção do Senhor sobre o seu povo.
  • E é realmente muito reconfortante nos inspirarmos N’ele para suportar as dificuldades e desafios da vida.

Em meio a este pensamento me veio a imagem dos montes em volta de Jerusalém. São eles, montes Sião, Moriá, das Oliveiras. O salmista afirma que assim como os montes estão em volta de Jerusalém, assim o Senhor, em volta do seu povo. E em vez de pensar em proteção, pensei em presença.

Um monte pode representar uma barreira protetora, mas também, uma presença clara e incontestável. E entendi que assim é Deus, sempre presente ao nosso redor. Mas o salmo não inicia falando de Deus. Na verdade, começa falando dos que confiam no Senhor. Se nós cremos em um Deus que é presente e forte, precisamos imaginar esta imagem em nós.

Pessoas presentes e fortes. Quando somos fortes? Quando confiamos no Senhor! Quando somos presentes? Quando não abandonamos a nossa realidade. Confiantes no Senhor e na Sua orientação, vivemos a vida. Aleluia! Deus é presente! Deus se relaciona com a gente e permanece conosco, seja onde for.

O que fazer para confiar em Deus?

Como confiar em Deus – O conceito de confiança, está expresso na ideia de dependência, de entregar-se à Ele sem hesitar, como um filho pequeno que se entrega aos cuidados da sua mãe. Se desejamos ter uma família que não se abala facilmente, que procura aprender com as dificuldades, que entende que para tudo existe um tempo determinado, que aprende a ser grato por todas as coisas, que se entrega e confia em Deus, esta permanecerá sempre unida, em paz e inabalável! Todos os dias, temos uma escolha a fazer, podemos escolher alimentarmos a tristeza, ou nos refugiarmos e confiar em Deus. : Como confiar em Deus pode ajudar as famílias em tempos de insegurança

Quem era o povo de Sião?

A palavra Sião tem vários significados nas escrituras. A definição mais geral da palavra é “o puro de coração” (D&C 97:21). A palavra Sião é frequentemente usada para referir-se ao povo do Senhor ou à Igreja e a suas estacas (ver D&C 82:14). Também foi usada para referir-se a locais geográficos específicos.

Onde é que fica o Monte Sião?

O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG O nome Monte Sião tem um significado bíblico e muitos quando o escutam perguntam a sua relação com a cidade de Jerusalém, em Israel. Neste conteúdo, vamos explicar um pouco da origem da Capital Nacional do Tricô e o que ela tem a ver com uma das mais antigas cidades do mundo.

Vamos embarcar nesta viagem cheia de história e curiosidades. Está preparado(a)? Origem do nome de Monte Sião – MG Em 1815, esta região era chamada de “Lotério Acima”, por causa do rio Eleutério que nasce no centro de Monte Sião. Após cinco anos, um povoamento começou a se formar aos pés do Morro Pelado e, posteriormente, em 1838, a localidade recebeu o nome de Arraial do Jabuticabal.

No local foi construída uma capela, no ano de 1849, onde atualmente existe o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, na Praça Prefeito Mário Zucato. De acordo com o IBGE, existem duas versões relacionadas ao nome do município. Conforme narração do professor José Penachi, a primeira era de que o lugar era conhecido como “Monte Silhão” por, provavelmente, o Morro Pelado imitar o formato de um objeto esportivo feminino.

  1. Os padres missionários, na época, ainda teriam orientado o povo a alterar o nome “Silhão” para Sião, em designação dada a um lugar em Jerusalém.
  2. Já a segunda hipótese seria a de que três frades franciscanos, os freis Eugênio Maria de Gênova, Arcanjo e Francisco teriam sugerido durante as primeiras missas realizadas, o nome do município, por causa da semelhança do Morro Pelado, que está localizado ao sul de Monte Sião, na fronteira com Águas de Lindóia, com o monte bíblico de Jerusalém, do qual sabiam como era.

O povo teria aceitado bem esta sugestão. Com isso, o primeiro capelão sempre descrevia os acontecimentos religiosos da cidade com o nome de ‘Monte Sion’, apesar da comunidade pronunciar o nome “Sião”. Em 1854, o arraial transformou-se em distrito, recebendo a denominação de “Monte Sião”, como a população assim chamava.

  • Como é o Monte Sião de Jerusalém? O Monte Sião (do hebraico Tzion ) está localizado no sudeste de Jerusalém.
  • O local era uma fortaleza dos jebuseus e passou a ter uma importante papel quando foi conquistado pelo rei Davi.
  • De acordo com os textos bíblicos, passou a ser chamado de cidade de Davi e, posteriormente, o termo Sião foi utilizado para designar todo o terreno e o Templo de Salomão (construído no local).

A única diferença deste morro com as colinas de Jerusalém é que o primeiro tem bastante vegetação, enquanto que em Israel o cenário é retratado por pouca vegetação. Fundação do Município de Monte Sião A data oficial da fundação da cidade é 29 de março de 1849.

Anos depois, as primeiras famílias que se instalaram na cidade foram as italianas, a partir de 1887. Um povo cheio de vigor, criatividade e com disposição para trabalhar, tanto é que influenciaram diversas atividades dentro do município. No início do século XX havia cerca de 300 famílias imigrantes de italianos que contribuiam para o crescimento da cidade de Monte Sião – MG.

Gostou de saber um pouco mais da formação do município de Monte Sião? Continue acompanhando o nosso blog para mais novidades e história! : O que Monte Sião (MG) tem a ver com Jerusalém? – Guarany Eco Resort – Hotel em Monte Sião / MG

O que aconteceu no monte de Sião?

Monte Sião – A partir desta referência judaica, o Monte é a colina mais ao oriente da antiga Jerusalém. A primeira vez que a palavra aparece na Bíblia está no livro de Samuel.

“Davi, porém, tomou a fortaleza de Sião, que é a Cidade de Davi.” (2Sm 5,7)Sobre esta faixa montanhosa de terra sagrada, no Antigo Testamento, em mais de uma centena de vezes, as Escrituras mostram uma rica herança da obra redentora de Deus mesmo antes do nome Sião surgir.Lá, Abraão concordou em fazer o impensável; ele amarrou seu único filho e se preparou para sacrificá-lo, tendo fé de que Deus, em vez disso, “se forneceria um cordeiro para holocausto” (Gn 22, 1).Nesta montanha, Jacó teve seu sonho que lhe permitiu subir ao céu ( Gn 28, 11).E também o local onde Salomão construiu o magnífico templo do Senhor (2Cr 3).No Novo Testamento, o Monte Sião é um lugar onde aconteceu a última Ceia, a descida do Espírito Santo e onde Jesus apareceu ressuscitado.

O que significa confiança no senhor?

M uito se fala sobre confiar em Deus. De forma que muitas pessoas dizem “Eu Confio em Ti” a todo momento, mas o que de fato significa confiar em Deus? Como saber se eu confio ou não em Deus? Neste artigo vamos estudar sobre isso e que a minha oração é que o Espírito Santos esteja falando ao seu coração e esclareça a dúvida que você tiver lhe fortalecendo.

Qual é o significado do salmo 126?

Fortalecendo o Casamento – No casamento, encontramos um paralelo com o Salmo 126. O casal que se compromete em matrimonio entra em uma jornada de unidade, onde as bênçãos e desafios são compartilhados. Como o povo de Israel no Salmo 126, há momentos de alegria e também de lágrimas.

Mas é através desses tempos que o casamento é fortalecido. A promessa final do Salmo 126 é poderosa: “Aquele que sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cantos de alegria, trazendo os seus feixes.” Nossos relacionamentos conjugais também passam por estações de dificuldades, mas quando plantamos com fé e amor, mesmo em lágrimas, colhemos com alegria.

Esta promessa divina serve de encorajamento para os casais que estão passando por dificuldades, reforçando que, em Cristo, a alegria virá.

Por que o monte Sião é tão importante?

“Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?” Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião? A Bíblia diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Isso significa que todos aqueles que colocam absoluta fé em Deus são inabaláveis, tal como é o monte Sião.

  1. Essas palavras fazem parte dos Salmos de Romagem e por isso eram entoadas pelos peregrinos judeus (Salmo 125:1).
  2. Eles cantavam sobre a fé sólida e firme em Deus comparando os crentes ao monte Sião que lhes era tão significativo e importante.
  3. Os que confiam no Senhor A declaração: “Os que confiam no Senhor” é tão simples e ao mesmo tempo tão profunda.

O verbo confiar traduz uma palavra hebraica que transmite o sentido de “estar seguro”, “confiante”. Alguém pode perguntar: O que significa confiar em Deus? De fato esta é uma pergunta que exige uma resposta tão rica e ampla que pode ser abordada de diferentes aspectos; mas sem dúvida, seja qual for o sentido pretendido com a expressão “confiar em Deus”, sua essência comum não pode ser outra se não a ideia de se sentir seguro e despreocupado através da inabalável e genuína fé que leva o crente a descansar sob o alicerce da verdade de Deus.

Como bem observa Derik Kidner, a declaração: “Os que confiam no Senhor” revela uma das muitas facetas do nosso relacionamento com Deus. Os que confiam no Senhor são também aqueles que o temem, o amam e o conhecem. São aqueles que compreendem sua total dependência d’Ele. O que mais podemos dizer daqueles que confiam no Senhor? John Gill explica que os que confiam no Senhor são aqueles que não confiam em si mesmos; são aqueles que não depositam sua confiança em seus próprios corações, em suas próprias forças e habilidades.

Uma pessoa que confia no Senhor não confia em sua própria sabedoria, riqueza ou retidão. Essa pessoa também jamais direciona a confiança que só pode ser depositada em Deus a qualquer outra pessoa; mesmo que seja o mais poderoso e notável dos homens. Os que confiam no Senhor são aqueles que erguem seus olhos para o Soberano do Universo e encontram conforto em sua providencia.

São como o monte de Sião que não se abala A cidade de Jerusalém é cercada por vários montes. Mas o monte de Sião citado pelo salmista sem dúvida é o que abrigava o Templo do Senhor que havia sido construído em Jerusalém; bem como o palácio real. Esse monte é usado frequentemente nas Escrituras como figura da habitação de Deus com seu povo e da estabilidade das promessas de sua aliança.

Saiba mais sobre o significado do monte Sião. Então quando o salmista diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, ele está falando da segurança e estabilidade espirituais que essas pessoas desfrutam. Vivemos num mundo em constante mudança; num mundo onde todas as coisas parecem ser tão passageiras e os valores tão descartáveis.

Porém, os que confiam no Senhor são inabaláveis e permanecem para sempre. Mas permanece para sempre O relacionamento do verdadeiro crente com Deus não é um mero relacionamento superficial; mas é um vínculo que jamais poderá ser removido e se estenderá pela eternidade. Permanecer para sempre é para sempre, não menos que isso.

Mas os crentes permanecem inabaláveis não porque há alguma capacidade neles que os preserva além dos incrédulos, mas porque é o próprio Deus quem os preserva até o fim (1 Coríntios 1:8; 2 Coríntios 1:21-24). Os que confiam no Senhor são inabaláveis porque eles são edificados sobre o fundamento que é Cristo, a Pedra principal da esquina (2 Pedro 2:4-8).

Pela fé salvadora, eles estão firmes na graça de Deus (Romanos 5:2; Gálatas 5:1). Então os que confiam no Senhor permanecem firmes e atravessam com confiança as aflições, tentações, dificuldades e quaisquer que sejam as circunstancias adversas. Eles sabem que não há nada que possa separá-los do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8:37-39).

: “Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?”

Como está o monte Sião hoje?

Sol com algumas nuvens. Não chove.

Qual a importância de Sião na Bíblia?

O que significa “Sião” na palavra de Deus? – Santuário Basílica de São Sebastião Frades Capuchinhos Wikipedia Alberto Andrade / A12 Redação Quando lemos a Sagrada Escritura, ou ouvimos alguma música cristã ou mesmo alguma reflexão, o nome ou a palavra Sião, aparece muitas vezes e nos mostrar diferentes significados e lugares descritos na Bíblia. O nome Sião, simplesmente significa “fortaleza” para uma cidade, mas também é usado para se referir à colina em Jerusalém sobre a qual o Templo foi construído.

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Porque os que esperam no Senhor?

Isaías 40:31 mas aqueles que esperam no SENHOR renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam. ©2023 Life.Church / YouVersion : Isaías 40:31 mas aqueles que esperam no SENHOR renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.

Quem foi o salmista que escreveu o Salmo 125?

Spurgeon: Salmo 125 TÍTULO Um cântico de degraus. Mais um passo é dado na subida, outra estação é alcançada na peregrinação: certamente uma elevação no sentido é perceptível, visto que a plena segurança em relação aos anos que virão é uma forma mais elevada de fé do que as atribuições que ventilamos como sendo chegadas ao Senhor.

A fé louvou a Jeová por livramentos passados, e ali ela se levantou perante um júri que confiou na segurança presente e futura de crentes. Ela afirma que para sempre estarão protegidos aqueles que se confiam ao Senhor. Podemos imaginar os peregrinos cantarolando este cântico quando caminhavam pelos muros da cidade.

Não afirmamos que Davi escreveu este salmo, mas temos tanta base para fazer isso como outros têm para declarar que foi escrito depois do cativeiro. Parece provável que todos os Salmos de Peregrinação foram compostos, ou pelo menos compilados, pelo mesmo escritor, e como alguns deles são certamente da autoria de Davi, então não há razão para negar-lhe os outros.

DIVISÃO Primeiro temos um cântico de confiança santa (Sl 125.1-2); depois uma promessa, Sl 125.3; seguida de uma oração, Sl 125.4; e uma nota de advertência. DICAS PARA O PREGADOR O salmo todo.1. A marca da aliança: “Os que confiam”.2. A certeza da aliança (Sl 125.1-2).3. A vara, o cetro da aliança (Sl 125.3).4.

O teor da aliança (Sl 125.4).5. O espírito da aliança – “paz”. VERS.1. Spurgeon intitulou um sermão sobre o salmo: “A imortalidade do crente”. VERS.1-2.1. A qualidade singular do crente: ele confia em Jeová.2. A estabilidade do crente: “permanece para sempre”.3.

  1. A segurança do crente: “Como os montes”. VERS.2.
  2. A presença de Jeová que a tudo circunda, a glória, segurança e eterna bem-aventurança de seu povo.
  3. Contudo para os maus isso seria inferno. VERS.2.
  4. Tema de um sermão: “A segurança da igreja”. VERS.2.
  5. A misericórdia durável: “desde agora e para sempre”. VERS.2.

Santos cercados de amor infinito.1. A Cidade dentro do Cinturão de Proteção, ou os símbolos separados. (a) Jerusalém representando o povo de Deus. Escolhidos na antigüi-dade; honrados singularmente; muito amados; o santuário de Deus. (b) Circunvalação Onipotente, sugerindo: o propósito firme de Deus; o desalento de Satanás.

  • Esse anel montanhesco é imutável (W.B.
  • Haynes, de Stafford). VERS.3.
  • Observe: 1.
  • A permissão implícita.
  • A vara dos maus pode cair em cima da sorte dos justos.
  • Por quê? (a) Para que a maldade possa ter a liberdade de manifestar-se.
  • B) Para que os justos possam ser forçados a odiar o pecado.
  • C) Para que a justiça da retribuição de Deus seja vista.

(d) Para que as consolações dos justos possam existir em abundância (2Co 1.5).2. A permanência negada: “O cetro dos ímpios não prevalecerá”. Ilustrar com a história de Jó, José, Davi, Daniel, Cristo, mártires.3. A probidade experimentada e preservada: “Se assim fosse, até os justos praticariam a injustiça”.

  • Por rebelião, comprometimento pecaminoso.
  • A) Deus fará com que ela seja experimentada, para testar seu valor, beleza.
  • B) Mas não testada mais do que o suficiente (John Field, de Sevenoaks).
  • VERS.3-4.1.
  • Os bons definidos: “Os que fazem o bem”; “que não se desviam”, e não “praticam a injustiça”.2.
  • Os bons são afligidos: pelo “cetro dos ímpios”.3.

Os bons são livrados: “Faze o bem”; cumpra sua promessa (Sl 125.3) (W.H.J. Page). VERS.4.1. O que é ser bom.2. O que é Deus nos fazer bem. VERS.5. Os que professam temporariamente.1. O teste crucial: “Eles se desviam”.2. A política torta: fazem seus os caminhos tortos.3.

  • A condenação esmagadora: “serão conduzidos para fora com os malfeitores”. VERS.5.
  • Hipócritas.1.
  • Seus caminhos: “tortuosos”.
  • A) Como o caminho sinuoso de um ribeiro, buscando o nível ou a descida fácil.
  • B) Como o curso de uma embarcação manobrando habilmente para fazer com que todo vento a leve à frente.

(c) Caminhos construídos sobre nenhum princípio senão o do puro egoísmo.2. Sua conduta sob experiência. Eles se “voltam”, desviando-se: (a) De sua confissão religiosa. (b) De seus antigos companheiros. (c) Para se tornarem os piores desprezadores de coisas espirituais, e os mais violentos caluniadores de homens voltados ao espiritual.2.

Sua sentença: “O Senhor infligirá”. (a) No juízo serão classificados junto com os mais flagrantes dos pecadores; “com os malfeitores”. (b) Serão desmascarados por um poder irresistível: “O Senhor infligirá o castigo”. (c) Eles enfrentarão a terrível execução com os malfeitores no inferno (J. Field). VERS.5.

(última cláusula). A quem a paz pertence. A “Israel”; os escolhidos, o ex-lutador, agora o príncipe que prevalece. Considere a vida de Jacó depois que obteve o nome de Israel; observe suas provações, e a segurança nessas condições como ilustração deste texto.

  • Então aceite o texto como sendo uma promessa segura. VERS.5.
  • Última cláusula).
  • Pergunte: 1.
  • Quem são o Israel? (a) Pessoas convertidas.
  • B) Os circuncisos no coração.
  • C) Os verdadeiros adoradores.2.
  • O que é a paz? (a) Paz de consciência.
  • B) De amizade com Deus.
  • C) De um coração abalizado e satisfeito.
  • D) De glória eterna, como posse futura.3.

Por que a certeza daquilo que haverá “para sempre”? (a) Cristo fez a paz para eles. (b) O Espírito Santo lhes traz paz. (c) Eles andam no caminho da paz (J. Field). : Spurgeon: Salmo 125

Quando foi escrito o Salmo 125?

Quando o Senhor reconduzia os cativos de sião – Diário do Amapá 9/3/2019 | 16:41 O salmo 125 das Sagradas Escrituras é um cântico do povo de Israel que fez ao retorno à própria pátria depois do exílio em terra babilonense. Isto ocorreu em 538 a.C. quando o rei Ciro ordenava a enviar de volta à Judeia todos os judeus cativos. É um hino alegre de agradecimento pela liberdade adquirida, mas, ao mesmo tempo, uma intercessão por um futuro incerto que podia acontecer.

Começa o salmo exultando a liberdade: “Estávamos como sonhando. Em nossa boca só havia expressões de alegria, e em nossos lábios canto de triunfo.” Perante essa libertação da terra babilonense, os judeus reconhecem que esse prodígio de Deus com o seu povo é uma manifestação da potência do Deus deles sobre os povos pagãos: “O Senhor fez por eles grandes coisas”.

É a profissão de fé de Israel ao seu Deus. Em seguida, o salmo focaliza uma imagem típica da cultura do campo: “Os que semeiam entre lágrimas, recolherão com alegria.” Revela que Israel, perante a opressão, derrama lágrimas e, assim, parece que esteja cumprindo uma semeação cujos frutos não sabe se acontecerão, porque na sua própria ação não tem esperança.

  1. Porém, chegando a libertação, pode realizar uma abundante e alegre colheita.
  2. E a história da salvação pode ser resumida na alternância das estações da natureza: tempo de outono, período não resplandecente, é tempo da semeadura e o verão, resplandecente, acontece a colheita.
  3. Imagem simbólica da salvação.

Assim sendo, podemos resumir que a semeadura representa o tempo da espera e, portanto, também da prova. Uma expectativa que foge do controle humano. Por isso, o salmista invoca: “Mudai, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes nos desertos do sul.” Isso para evitar o deserto da vida, a infelicidade.

  • No entanto, a colheita representa a alegria, a liberdade e prosperidade.
  • Nesse sentido que os rios se tornem cheios de águas para que a estepe árida possa reflorescer: “Virão com alegria, quando trouxerem os seus feixes.” Essa imagem ajuda a compreender quanto é grande a ação de Deus na nossa vida.
  • Uma vida que se torna frutuosa e repletas de produtos, quais símbolos da vida eterna.

Assim sendo, confortados dessa esperança, somo impelidos a fazer o bem sem nos cansar. Portanto, não podemos nos desanimar perante as provas da vida porque Deus nunca vai nos abandonar e nos vai conduzir pelos caminhos da vida sem fim. O papa Francisco falou na Audiência geral de 12.09.2018: “A misericórdia de Deus nos liberta e quando você se encontra com a misericórdia de Deus tem uma grande liberdade interior e tem capacidade de transmiti-la.

() Há uma escravidão que aprisiona mais que uma prisão, mais do que uma crise de pânico, mais do que uma imposição de qualquer tipo: a escravidão do próprio ego. O ego pode se tornar um torturador que tortura o homem onde quer que esteja e lhe causa a mais profunda opressão, aquela que se chama “pecado”, que não é uma simples violação de um código, mas fracasso da existência”.

: Quando o Senhor reconduzia os cativos de sião – Diário do Amapá

O que Jesus falou sobre confiança?

‘ Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas’.

Quais os benefícios de confiar em Deus?

A confiança em Deus é algo de suma importância para superar momentos difíceis. É ela que nos dá forças para fazer brotar a persistência e criatividade necessárias para seguirmos em frente. É nela que germina a nossa certeza de que os planos divinos nos reservam um amanhã melhor.

Como confiar em Deus de todo o coração?

Provérbios 3:5-7 NVI – Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o SENHOR em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas. Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o SENHOR e evite o mal.

O que quer dizer os que confiam no Senhor serão como monte de Sião que não se abala mas permanece para sempre?

“Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?” Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião? A Bíblia diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Isso significa que todos aqueles que colocam absoluta fé em Deus são inabaláveis, tal como é o monte Sião.

  1. Essas palavras fazem parte dos Salmos de Romagem e por isso eram entoadas pelos peregrinos judeus (Salmo 125:1).
  2. Eles cantavam sobre a fé sólida e firme em Deus comparando os crentes ao monte Sião que lhes era tão significativo e importante.
  3. Os que confiam no Senhor A declaração: “Os que confiam no Senhor” é tão simples e ao mesmo tempo tão profunda.

O verbo confiar traduz uma palavra hebraica que transmite o sentido de “estar seguro”, “confiante”. Alguém pode perguntar: O que significa confiar em Deus? De fato esta é uma pergunta que exige uma resposta tão rica e ampla que pode ser abordada de diferentes aspectos; mas sem dúvida, seja qual for o sentido pretendido com a expressão “confiar em Deus”, sua essência comum não pode ser outra se não a ideia de se sentir seguro e despreocupado através da inabalável e genuína fé que leva o crente a descansar sob o alicerce da verdade de Deus.

Como bem observa Derik Kidner, a declaração: “Os que confiam no Senhor” revela uma das muitas facetas do nosso relacionamento com Deus. Os que confiam no Senhor são também aqueles que o temem, o amam e o conhecem. São aqueles que compreendem sua total dependência d’Ele. O que mais podemos dizer daqueles que confiam no Senhor? John Gill explica que os que confiam no Senhor são aqueles que não confiam em si mesmos; são aqueles que não depositam sua confiança em seus próprios corações, em suas próprias forças e habilidades.

Uma pessoa que confia no Senhor não confia em sua própria sabedoria, riqueza ou retidão. Essa pessoa também jamais direciona a confiança que só pode ser depositada em Deus a qualquer outra pessoa; mesmo que seja o mais poderoso e notável dos homens. Os que confiam no Senhor são aqueles que erguem seus olhos para o Soberano do Universo e encontram conforto em sua providencia.

  • São como o monte de Sião que não se abala A cidade de Jerusalém é cercada por vários montes.
  • Mas o monte de Sião citado pelo salmista sem dúvida é o que abrigava o Templo do Senhor que havia sido construído em Jerusalém; bem como o palácio real.
  • Esse monte é usado frequentemente nas Escrituras como figura da habitação de Deus com seu povo e da estabilidade das promessas de sua aliança.

Saiba mais sobre o significado do monte Sião. Então quando o salmista diz que os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, ele está falando da segurança e estabilidade espirituais que essas pessoas desfrutam. Vivemos num mundo em constante mudança; num mundo onde todas as coisas parecem ser tão passageiras e os valores tão descartáveis.

Porém, os que confiam no Senhor são inabaláveis e permanecem para sempre. Mas permanece para sempre O relacionamento do verdadeiro crente com Deus não é um mero relacionamento superficial; mas é um vínculo que jamais poderá ser removido e se estenderá pela eternidade. Permanecer para sempre é para sempre, não menos que isso.

Mas os crentes permanecem inabaláveis não porque há alguma capacidade neles que os preserva além dos incrédulos, mas porque é o próprio Deus quem os preserva até o fim (1 Coríntios 1:8; 2 Coríntios 1:21-24). Os que confiam no Senhor são inabaláveis porque eles são edificados sobre o fundamento que é Cristo, a Pedra principal da esquina (2 Pedro 2:4-8).

  • Pela fé salvadora, eles estão firmes na graça de Deus (Romanos 5:2; Gálatas 5:1).
  • Então os que confiam no Senhor permanecem firmes e atravessam com confiança as aflições, tentações, dificuldades e quaisquer que sejam as circunstancias adversas.
  • Eles sabem que não há nada que possa separá-los do amor de Deus que está em Cristo Jesus (Romanos 8:37-39).
See also:  Quando O Homem NO Ejacula O Que Pode Ser TraiçãO?

: “Por Que os Que Confiam no Senhor São Como o Monte de Sião?”

Quem foi o salmista que escreveu o Salmo 125?

Spurgeon: Salmo 125 TÍTULO Um cântico de degraus. Mais um passo é dado na subida, outra estação é alcançada na peregrinação: certamente uma elevação no sentido é perceptível, visto que a plena segurança em relação aos anos que virão é uma forma mais elevada de fé do que as atribuições que ventilamos como sendo chegadas ao Senhor.

  • A fé louvou a Jeová por livramentos passados, e ali ela se levantou perante um júri que confiou na segurança presente e futura de crentes.
  • Ela afirma que para sempre estarão protegidos aqueles que se confiam ao Senhor.
  • Podemos imaginar os peregrinos cantarolando este cântico quando caminhavam pelos muros da cidade.

Não afirmamos que Davi escreveu este salmo, mas temos tanta base para fazer isso como outros têm para declarar que foi escrito depois do cativeiro. Parece provável que todos os Salmos de Peregrinação foram compostos, ou pelo menos compilados, pelo mesmo escritor, e como alguns deles são certamente da autoria de Davi, então não há razão para negar-lhe os outros.

  • DIVISÃO Primeiro temos um cântico de confiança santa (Sl 125.1-2); depois uma promessa, Sl 125.3; seguida de uma oração, Sl 125.4; e uma nota de advertência.
  • DICAS PARA O PREGADOR O salmo todo.1.
  • A marca da aliança: “Os que confiam”.2.
  • A certeza da aliança (Sl 125.1-2).3.
  • A vara, o cetro da aliança (Sl 125.3).4.

O teor da aliança (Sl 125.4).5. O espírito da aliança – “paz”. VERS.1. Spurgeon intitulou um sermão sobre o salmo: “A imortalidade do crente”. VERS.1-2.1. A qualidade singular do crente: ele confia em Jeová.2. A estabilidade do crente: “permanece para sempre”.3.

  1. A segurança do crente: “Como os montes”. VERS.2.
  2. A presença de Jeová que a tudo circunda, a glória, segurança e eterna bem-aventurança de seu povo.
  3. Contudo para os maus isso seria inferno. VERS.2.
  4. Tema de um sermão: “A segurança da igreja”. VERS.2.
  5. A misericórdia durável: “desde agora e para sempre”. VERS.2.

Santos cercados de amor infinito.1. A Cidade dentro do Cinturão de Proteção, ou os símbolos separados. (a) Jerusalém representando o povo de Deus. Escolhidos na antigüi-dade; honrados singularmente; muito amados; o santuário de Deus. (b) Circunvalação Onipotente, sugerindo: o propósito firme de Deus; o desalento de Satanás.

  • Esse anel montanhesco é imutável (W.B.
  • Haynes, de Stafford). VERS.3.
  • Observe: 1.
  • A permissão implícita.
  • A vara dos maus pode cair em cima da sorte dos justos.
  • Por quê? (a) Para que a maldade possa ter a liberdade de manifestar-se.
  • B) Para que os justos possam ser forçados a odiar o pecado.
  • C) Para que a justiça da retribuição de Deus seja vista.

(d) Para que as consolações dos justos possam existir em abundância (2Co 1.5).2. A permanência negada: “O cetro dos ímpios não prevalecerá”. Ilustrar com a história de Jó, José, Davi, Daniel, Cristo, mártires.3. A probidade experimentada e preservada: “Se assim fosse, até os justos praticariam a injustiça”.

  • Por rebelião, comprometimento pecaminoso.
  • A) Deus fará com que ela seja experimentada, para testar seu valor, beleza.
  • B) Mas não testada mais do que o suficiente (John Field, de Sevenoaks).
  • VERS.3-4.1.
  • Os bons definidos: “Os que fazem o bem”; “que não se desviam”, e não “praticam a injustiça”.2.
  • Os bons são afligidos: pelo “cetro dos ímpios”.3.

Os bons são livrados: “Faze o bem”; cumpra sua promessa (Sl 125.3) (W.H.J. Page). VERS.4.1. O que é ser bom.2. O que é Deus nos fazer bem. VERS.5. Os que professam temporariamente.1. O teste crucial: “Eles se desviam”.2. A política torta: fazem seus os caminhos tortos.3.

A condenação esmagadora: “serão conduzidos para fora com os malfeitores”. VERS.5. Hipócritas.1. Seus caminhos: “tortuosos”. (a) Como o caminho sinuoso de um ribeiro, buscando o nível ou a descida fácil. (b) Como o curso de uma embarcação manobrando habilmente para fazer com que todo vento a leve à frente.

(c) Caminhos construídos sobre nenhum princípio senão o do puro egoísmo.2. Sua conduta sob experiência. Eles se “voltam”, desviando-se: (a) De sua confissão religiosa. (b) De seus antigos companheiros. (c) Para se tornarem os piores desprezadores de coisas espirituais, e os mais violentos caluniadores de homens voltados ao espiritual.2.

Sua sentença: “O Senhor infligirá”. (a) No juízo serão classificados junto com os mais flagrantes dos pecadores; “com os malfeitores”. (b) Serão desmascarados por um poder irresistível: “O Senhor infligirá o castigo”. (c) Eles enfrentarão a terrível execução com os malfeitores no inferno (J. Field). VERS.5.

(última cláusula). A quem a paz pertence. A “Israel”; os escolhidos, o ex-lutador, agora o príncipe que prevalece. Considere a vida de Jacó depois que obteve o nome de Israel; observe suas provações, e a segurança nessas condições como ilustração deste texto.

Então aceite o texto como sendo uma promessa segura. VERS.5. (última cláusula). Pergunte: 1. Quem são o Israel? (a) Pessoas convertidas. (b) Os circuncisos no coração. (c) Os verdadeiros adoradores.2. O que é a paz? (a) Paz de consciência. (b) De amizade com Deus. (c) De um coração abalizado e satisfeito. (d) De glória eterna, como posse futura.3.

Por que a certeza daquilo que haverá “para sempre”? (a) Cristo fez a paz para eles. (b) O Espírito Santo lhes traz paz. (c) Eles andam no caminho da paz (J. Field). : Spurgeon: Salmo 125

Qual foi o salmista que escreveu o Salmo 125?

Como observamos no estudo de vários Salmos, não temos informações suficientes para identificar autores nem datas de muitos. Alguns comentaristas atribuem todos os Salmos de romagem (Salmos 120 a 134) a Davi ou contemporâneos dele. Pelas informações dos cabeçalhos, podemos identificar Davi como autor de quatro desses Salmos (122, 124, 131 e 133), e Salomão, o filho dele, como compositor de mais um (127).

Não sabemos quem escreveu os outros Rejeitando a ideia que todos esses Salmos pertencem ao período do primeiro templo, muitos outros estudiosos acreditam que alguns, inclusive o Salmo 125, se ajustam ao período pós exílico, tratando dos desafios que os judeus encararam quando voltaram para reconstruir o templo.

A divergência sobre essa questão serve para enfatizar o valor desse hino para todos os tempos, pois ensina princípios eternos sobre a comunhão dos fiéis com o Senhor. “Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre.

  • Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre” (versos 1 e 2).
  • Já ouviu alguém descrever uma pessoa vacilante como “firme igual a prego na areia”? Essa imagem de Deus é exatamente oposta à fraqueza e incerteza características de homens.

É difícil imaginar algo mais firme do que uma montanha, uma figura que representa autoridade e poder nas Escrituras. O templo em Jerusalém foi construído sobre um monte, e o poder protetor de Deus é descrito aqui como montes cercando a cidade. “O cetro dos ímpios não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda a mão à iniquidade” (verso 3).

  1. Montanhas permanecem, mas o poder dos injustos é passageiro.
  2. Podem dominar sobre pessoas boas por um tempo, mas não prevalecerão.
  3. Se não tivéssemos essa confiança da vitória do bem sobre o mal, a tentação de adotar as táticas dos ímpios seria muito forte.
  4. Quando acreditamos, porém, na justiça divina, temos um forte motivo para fazer o que é certo em todos os momentos.

Se esse Salmo for do tempo de Davi, uma referência imediata seria o livramento que Deus deu para esse servo diante das ameaças do rei Saul, quando Davi era jovem, e do próprio filho Absalão, quando já era mais velho. Se for do tempo da volta do cativeiro, os ímpios que não conseguiram dominar os fiéis incluiriam os adversários que tentaram impedir as obras em Jerusalém (Esdras 4 e 5; Neemias 6 etc.).

  • Sem saber o contexto histórico específico, ainda entendemos a importância de confiar em Deus para nos livrar da mão de homens maus.
  • Faze o bem, SENHOR, aos bons e aos retos de coração” (verso 4).
  • A confiança dos justos é depositada em Deus, o único que sempre demonstra a justiça em tudo que se faz.
  • Lembrando que esse Salmo era um hino de romagem ou subida, imaginamos os judeus fiéis chegando à casa do Senhor com esse desejo de serem abençoados por Deus.

“Quanto aos que se desviam para sendas tortuosas, levá-los-á o SENHOR juntamente com os malfeitores” (verso 5). Tanto no tempo de Davi quanto no período depois do cativeiro na Babilônia, traidores ameaçaram o bem de Israel. Alguns servos de Davi viraram contra seu rei, e vários líderes, depois do cativeiro, tomaram passos que ameaçaram levar a nação de volta para a idolatria.

A sobrevivência do reino de Davi e o sucesso da reconstrução do templo, 500 anos depois, dependeram da proteção e justiça do Senhor, que livrou os fiéis dessas ameaças. “Paz sobre Israel!” (verso 5). Davi, Zorobabel, Esdras, Neemias e outros grandes líderes em Jerusalém, governando em séculos diferentes, procuraram a segurança e paz para o povo de Israel.

Os servos do Senhor hoje, aqueles que chegam a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22-24), buscam em Jesus Cristo a mesma paz na sua expectativa da vida eterna com Deus! -por Dennis Allan ESTUDOS BÍBLICOS PESQUISAR NO SITE MENSAGENS EM ÁUDIO MENSAGENS EM VÍDEO ESTUDOS TEXTUAIS ANDANDO NA VERDADE O QUE ESTÁ ESCRITO? O QUE A BIBLIA DIZ? O Que Esta Escrito? ©1994, ©1995, ©1996, ©1997, ©1998, ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008, ©2009 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Andando na Verdade ©1999, ©2000, ©2001, ©2002, ©2003, ©2004, ©2005, ©2006, ©2007, ©2008 Redator: Dennis Allan, C.P.500 – Jarinu – SP – CEP: 13240-970 Todos os artigos no site usados com permissão dos seus autores e editoras, que retêm direitos autorais sobre seu próprio trabalho.

Quando foi escrito o Salmo 125?

Quando o Senhor reconduzia os cativos de sião – Diário do Amapá 9/3/2019 | 16:41 O salmo 125 das Sagradas Escrituras é um cântico do povo de Israel que fez ao retorno à própria pátria depois do exílio em terra babilonense. Isto ocorreu em 538 a.C. quando o rei Ciro ordenava a enviar de volta à Judeia todos os judeus cativos. É um hino alegre de agradecimento pela liberdade adquirida, mas, ao mesmo tempo, uma intercessão por um futuro incerto que podia acontecer.

Começa o salmo exultando a liberdade: “Estávamos como sonhando. Em nossa boca só havia expressões de alegria, e em nossos lábios canto de triunfo.” Perante essa libertação da terra babilonense, os judeus reconhecem que esse prodígio de Deus com o seu povo é uma manifestação da potência do Deus deles sobre os povos pagãos: “O Senhor fez por eles grandes coisas”.

É a profissão de fé de Israel ao seu Deus. Em seguida, o salmo focaliza uma imagem típica da cultura do campo: “Os que semeiam entre lágrimas, recolherão com alegria.” Revela que Israel, perante a opressão, derrama lágrimas e, assim, parece que esteja cumprindo uma semeação cujos frutos não sabe se acontecerão, porque na sua própria ação não tem esperança.

  • Porém, chegando a libertação, pode realizar uma abundante e alegre colheita.
  • E a história da salvação pode ser resumida na alternância das estações da natureza: tempo de outono, período não resplandecente, é tempo da semeadura e o verão, resplandecente, acontece a colheita.
  • Imagem simbólica da salvação.

Assim sendo, podemos resumir que a semeadura representa o tempo da espera e, portanto, também da prova. Uma expectativa que foge do controle humano. Por isso, o salmista invoca: “Mudai, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes nos desertos do sul.” Isso para evitar o deserto da vida, a infelicidade.

No entanto, a colheita representa a alegria, a liberdade e prosperidade. Nesse sentido que os rios se tornem cheios de águas para que a estepe árida possa reflorescer: “Virão com alegria, quando trouxerem os seus feixes.” Essa imagem ajuda a compreender quanto é grande a ação de Deus na nossa vida. Uma vida que se torna frutuosa e repletas de produtos, quais símbolos da vida eterna.

Assim sendo, confortados dessa esperança, somo impelidos a fazer o bem sem nos cansar. Portanto, não podemos nos desanimar perante as provas da vida porque Deus nunca vai nos abandonar e nos vai conduzir pelos caminhos da vida sem fim. O papa Francisco falou na Audiência geral de 12.09.2018: “A misericórdia de Deus nos liberta e quando você se encontra com a misericórdia de Deus tem uma grande liberdade interior e tem capacidade de transmiti-la.

  1. Há uma escravidão que aprisiona mais que uma prisão, mais do que uma crise de pânico, mais do que uma imposição de qualquer tipo: a escravidão do próprio ego.
  2. O ego pode se tornar um torturador que tortura o homem onde quer que esteja e lhe causa a mais profunda opressão, aquela que se chama “pecado”, que não é uma simples violação de um código, mas fracasso da existência”.

: Quando o Senhor reconduzia os cativos de sião – Diário do Amapá